sexta-feira, 31 de março de 2017

Moro e mídia usam condenação de Cunha para legitimar arbítrio de Lula

31 de Março de 2017
 

O colunismo oficial do golpe apressa-se em narrar a condenação de Eduardo Cunha como prova de isenção e imparcialidade da Lava Jato [sic].

No Globo desta sexta-feira 31/3, Merval Pereira escreveu que a condenação de 15 anos imposta pelo juiz Sérgio Moro tira “do partido do ex-presidente Lula a desculpa esfarrapada de que há uma perseguição seletiva contra ele e o PT”. Merval mente; o que ele diz é rigorosamente falso. 

A mídia golpista fabrica “verdades alternativas” – como diria FHC, “acadêmico” da ABL assim como Merval – para distorcer a realidade e ocultar o objetivo político real e camuflar a razão de ser da Lava Jato no plano político, que é a caçada ao Lula e a liquidação do PT.

O objetivo econômico da Operação, como demonstra a recessão econômica, está em estágio avançado de execução: a Petrobrás destroçada, o pré-sal e a cadeia de gás e petróleo entregue ao capital estrangeiro, a tecnologia e a engenharia nacional devastada e milhões de empregos de brasileiros evaporados.

A condenação do Eduardo Cunha, a primeira de vários processos judiciais a que o sócio do Temer responde, na realidade aconteceu tardiamente, porque as sobradas razões para condená-lo foram trazidas a público antes mesmo da eleição dele para a presidência da Câmara, onde foi mantido para orquestrar o golpe através do impeachment fraudulento da Presidente Dilma.

Há, em relação a Eduardo Cunha, montanhas de provas materiais, documentais e testemunhais do seu envolvimento antigo com o mundo do crime e da sua associação criminosa com a cleptocracia que tomou de assalto o poder de Estado.

Conhece-se, por exemplo, as contas milionárias do “caranguejo” [seu codinome nas planilhas de propina da Odebrecht] na Suíça, bem como os acertos pecuniários prévios à votação de matérias de interesse das empreiteiras no Congresso e para a liberação de empréstimos da CEF.

Nas acusações feitas ao sócio Michel Temer na forma das perguntas que foram proibidas pelo juiz Sérgio Moro para proteger o presidente usurpador, Cunha não só se auto-incriminou, como incriminou de maneira induvidosa sua quadrilha. 

Ele forneceu detalhes pormenorizados sobre a divisão das propinas, os locais de entrega do dinheiro roubado e as funções de cada elemento da quadrilha – um deles desempenhando o papel de “mula” para o transporte do produto do roubo.

São abundantes e robustos, portanto, os fundamentos para a condenação do Cunha, assim como o são os fundamentos para o julgamento e condenação dos seus parceiros de crime, a maioria deles protegidos com o foro privilegiado.

A Lava Jato e a mídia golpista usam a condenação 
do  Cunha,  que  é  uma  obviedade  jurídica, para sedimentar a falsa ideia de imparcialidade da Lava Jato e, desse modo, legitimar o arbítrio montado pelo Moro para condenar o ex-presidente Lula sem o menor fundamento jurídico, legal e constitucional.

Diferentemente do Eduardo Cunha, contra Lula não existe nenhuma prova documental, material ou testemunhal para sequer acusá-lo; quanto mais para processá-lo, julgá-lo e condená-lo. 

O que existe, na realidade, são apenas as convicções dos fascistas da força-tarefa da Lava Jato, dominados por uma obsessão patológica de condenar Lula, que afrontam o Estado de Direito e a Constituição para liquidar adversários políticos.

Moro, como sempre programa, escolheu o timing estratégico para a condenação do Cunha. 

Ele prepara o terreno da manipulação midiática e jurídica a poucas semanas da audiência do Lula em Curitiba, no dia 3 de maio próximo, a qual ele preside num contexto de fracasso das mobilizações da direita no último domingo, de desgaste pessoal com o sequestro arbitrário que promoveu do blogueiro Eduardo Guimarães e, principalmente, do crescente apelo popular pela eleição do Lula para resgatar o Brasil.

O condomínio jurídico-midiático-policial está construindo o discurso dos golpistas fascistas para legitimar a caçada ao Lula.



Cabral delata juízes, desembargadores e membros do MP. Total: 97!

Cabral delata juízes, desembargadores e membros do MP. Total: 97!
A Lista de Janot vem causando movimentos sísmicos na política? Pois esperem para ver a “Lista de Cabral”!!! A terra pode tremer de verdade
Por Reinaldo Azevedo
Access_time31 mar 2017, 16h14 - 
Atualizado em 31 mar 2017, 17h41
 

Segundo quem está por dentro do assunto e não costuma errar, neste exato momento, Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, está fazendo o primeiro depoimento de sua delação premiada.

A julgar pelo procedimento adotado pela moral profunda da Lava Jato, o prêmio de Cabral será gigantesco, né?, já que o Paradigma Sérgio Machado prova que, quanto mais bandido, mais benefícios se recebem.

Conhecem aquela piada do tenor que, coitado, arrancava as últimas reservas de ar de pulmões já cansados, sob uma intensa vaia da plateia?

O homem se cansou da humilhação e dos tomates e disse, no palco do Scala de Milão: “Aspetta il baritono!!!”. 

Em tradução livre: “Ah, tão me achando ruim, né? Esperem o barítono”.

A Lista de Janot vem causando movimentos sísmicos desagradáveis na política? Pois esperem para ver a “Lista de Cabral”!!! A terra pode tremer de verdade. 
Escombros à vista!

Quem tem acesso à coisa assegura que ele inclui 97 nomes — 97!!! — de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público.

A coisa vai ser feiaComo já resta claro a esta altura, existiu o petrolão, sob o comando de uma verdadeira organização criminosa, com a sua devida hierarquia, e havia o “esquema do Rio”. Ali, Cabral conseguiu, vamos dizer, a sua independência. 

Ele chefiava uma espécie de enclave dentro do esquema geral.




URGENTE: Temer sanciona lei que libera terceirização em atividade-fim

URGENTE: Temer sanciona lei que libera terceirização em atividade-fim
31 de março de 2017, 20h28
 
Michel Temer transformou em lei projeto de 1998 que libera a 
prática no Brasil.

O presidente Michel Temer (PMDB) sancionou, com três vetos, norma que libera a terceirização para todas as atividades das empresas. A Lei 13.429/2017 foi publicada já nesta sexta-feira (31/3), em edição extra do Diário Oficial da União, com validade imediata. Contratos existentes podem ser modificados caso as partes concordem.

Foi vetado um dispositivo que assegurava uma série de benefícios ao trabalhador temporário, inclusive direito de receber o mesmo salário e “jornada de trabalho equivalente à dos empregados que trabalham na mesma função ou cargo da tomadora”. 

Segundo a justificativa do Planalto, “não há razão lógica ou jurídica para o dispositivo, já que os direitos elencados [...] estão assegurados na Constituição, em seu artigo 7º, não se configurando adequada a proposta que admita limitação a esses direitos”.

Também foi retirado um artigo que obrigava classificar o trabalhador como temporário na carteira de trabalho, no caso de atividade com tempo determinado. 

Outro veto deixou de fora dispositivo que buscava permitir prorrogação do prazo de 270 dias dos contratos temporários ou de experiência, mediante acordo ou convenção coletiva. Para o governo, a regra poderia criar “conflito entre esse regime contratual e o contrato por tempo indeterminado”. 

Entraram na lei os temas centrais do PL aprovado no dia 22 de março pela Câmara dos Deputados, permitindo que empresas terceirizem a chamada atividade-fim (principal da empresa) e garantindo a prática inclusive na administração pública. 

A empresa de terceirização também fica autorizada a subcontratar outras empresas para fazer serviços de contratação, remuneração e direção do trabalho — o que é chamado de “quarteirização”.

A sanção ignora pedido de senadores do PMDB que queriam que o Planalto esperasse até o Senado votar projeto com tema semelhante. A nova lei só não vale para empresas de vigilância e transporte de valores. 

Permanecem “as respectivas relações de trabalho reguladas por legislação especial, e subsidiariamente pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)”.

Na falta de lei específica sobre o tema, valia até então o que vem pregando o Tribunal Superior do Trabalho. Com a Súmula 331, a corte restringe serviços terceirizados para três situações específicas — trabalho temporário, segurança e conservação e limpeza — e uma hipótese geral — quando os serviços se relacionam à atividade-meio do empregador.

O texto foi elaborado durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), encaminhado à Câmara em 1998 e aprovado no Senado em 2002. Deputados contrários ao projeto criticaram a votação da proposta 15 anos depois e chegaram a defender a apreciação de outro texto, em tramitação no Senado, que trata do tema.

Embora o sistema judicial brasileiro tenha passado por grandes alterações desde então, advogados trabalhistas ouvidos pela ConJur afirmam que a redação não entra em conflito com o Código Civil de 2002 nem com o Código de Processo Civil de 2015.

Condições e obrigações
Em casos de ações trabalhistas, caberá à empresa terceirizada (que contratou o trabalhador) pagar os direitos questionados na Justiça, se houver condenação. Se a terceirizada não tiver dinheiro ou bens para arcar com o pagamento, a empresa contratante (que contratou os serviços terceirizados) será acionada e poderá ter bens penhorados pela Justiça para o pagamento da causa trabalhista.


De acordo com a lei, é responsabilidade da contratante garantir condições de segurança, higiene e salubridade dos trabalhadores, quando o serviço for feito em suas dependências ou em local já fixado no momento do contrato.  

É facultativo à contratante oferecer ao terceirizado o mesmo atendimento médico e ambulatorial dado aos seus empregados, incluindo acesso ao refeitório. O contrato de prestação de serviços deve informar o serviço que será prestado e prazo para a realização das tarefas, quando necessário. 

Segundo a Folha de S.Paulo, o governo federal estuda deixar para a proposta de reforma trabalhista alguns retoques para determinar que a contratante fiscalize se a terceirizada cumprirá obrigações trabalhistas e previdenciárias. O jornal diz que esse ponto é visto como essencial para evitar queda na arrecadação do INSS. 

Silêncio legislativo
A nova regra muda a Lei 6.019/1974, sobre o trabalho temporário nas empresas urbanas. Em artigo publicado na ConJur, o procurador federal Fernando Maciel diz que a subcontratação de serviços nas atividades-fim somente pode ocorrer em contratos de trabalho temporários, diante do “silêncio eloquente” do projeto de lei de 1998.


Para ele, “esse vácuo normativo deve continuar a ser disciplinado pela Súmula 331 do Tribunal Superior do Trabalho, a qual proíbe a terceirização das atividades-fim do tomador”, até o Supremo Tribunal Federal julgar o tema no Recurso Extraordinário 958.252. 

Com informações da Agência Brasil.





MANIFESTOS: Povo vai às ruas mais uma vez para protestar contra reformas do governo Temer; SAIBA!

MANIFESTOS: Povo vai às ruas mais uma vez para protestar contra reformas do governo Temer; SAIBA!
31 de março de 2017
 

Milhares de brasileiros voltaram às ruas nesta sexta-feira 31 para protestar contra a retirada de direitos trabalhistas por meio da reforma da Previdência e o projeto da Terceirização, aprovado pelos deputados na semana passada e que deve ser sancionado por Michel Temer.

Há manifestações em cidades do interior e nas capitais de mais de 20 Estados, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Vitória, Maceió, Fortaleza, Aracuju, entre outras.

As centrais sindicais e os movimentos sociais, que convocaram os protestos, veem o grande ato como um esquenta para a greve geral anunciada para 28 de abril, contra a retirada de direitos trabalhistas. Os últimos protestos contra as medidas de Temer aconteceram em 15 de março.

“O jogo no Brasil começou a virar. A ficha do povo está caindo”, discursou Guilherme Boulos, líder do MTST e da Frente Povo Sem Medo, na Avenida Paulista, lotada com milhares de manifestantes.

 “Se tivesse um pingo de vergonha na cara, Temer pedia para sair. Vai embora, Temer. Pede pra sair”, clamou Boulos.



SERÁ? Jornal francês diz que Cunha ainda representa perigo para Temer mesmo depois da condenação; CONFIRA!

SERÁ? Jornal francês diz que Cunha ainda representa perigo para Temer mesmo depois da condenação; CONFIRA!
31 de março de 2017
 

A condenação do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, na quinta-feira (30), a 15 anos e quatro meses de prisão teve repercussão na França. 

Para o jornal Le Monde, a decisão do juiz Sérgio Moro deve enterrar a carreira política de Cunha.

Segundo o respeitado jornal francês, o ex-presidente da Câmara ainda pode protagonizar novas polêmicas e reviravoltas, se resolver colaborar com a justiça e entregar ‘cúmplices’ — o que poderia comprometer o presidente Michel Temer, também alvo da Operação Lava Jato. 

Ao avaliar a condenação pelos crimes de corrupção, de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas, Le Monde considera “severa” a sentença proferida pelo juiz Sérgio Moro.

A correspondente em São Paulo, Claire Gatinois, descreve Cunha como um “político habilidoso, experiente em complôs e desavergonhado, louco por dinheiro e poder”. Ainda lembra que “ele orquestrou a queda da ex-presidente Dilma Rousseff”, no ano passado, e foi durante muitos anos uma “figura de segundo escalão na Câmara”. 

O prestígio do político cresceu em 2015, “quando ele saiu da sombra de um partido aliado ao PT e passou a ser apoiado pela chamada bancada ‘BBB’, do boi, da bíblia e da bala”, grupo que reúne os blocos ruralista, evangélico e da segurança pública na Câmara.

Em um dos trechos transcritos da sentença de Moro, o juiz afirma que “não existe ofensa mais grave do que a de um homem que trai um mandato parlamentar e a confiança sagrada que o povo depositou nele”. 

La Monde assinala que para obter uma redução da pena, Cunha pode decidir colaborar com a Justiça e atingir diretamente o presidente Michel Temer, também suspeito de irregularidades nas investigações da Lava Jato.

Um das condenações por corrupção passiva se deve ao recebimento “ilegal” de 1,3 milhão de francos suíços (US$ 1,5 milhão) por ter mediado a aquisição por parte da Petrobras dos direitos de exploração em um campo petrolífero em Benin, na África.

Cunha, de 58 anos, estava em prisão preventiva desde outubro de 2016. Seus advogados anunciaram que apelarão da sentença, mas ainda assim deverá permanecer recluso, segundo determinou Moro, responsável em primeira instância da Operação Lava Jato.



AGRADANDO OS RICOS: Temer ignora protestos da população e sanciona projeto de lei liberando a terceirização; CONFIRA!

AGRADANDO OS RICOS: Temer ignora protestos da população e sanciona projeto de lei liberando a terceirização; CONFIRA!
31 de março de 2017
 

Michel Temer sancionou nesta sexta-feira 31 o projeto de lei que libera a terceirização para qualquer atividade dentro de uma empresa.

Temer incluiu apenas três vetos à proposta: um que permitia a prorrogação do contrato de trabalho temporário para até 270 dias e outros dois relacionados a parágrafos que repetiam direitos já previstos na Constituição Federal.

Milhares de pessoas foram às ruas do País nesta sexta contra a reforma da Previdência e a Terceirização, numa prévia da greve geral anunciada para 28 de abril contra a retirada de direitos trabalhistas, e que já uniu centrais sindicais que sempre ficaram de lados opostos.

O principal crítico da proposta dentro do PMDB era o líder do partido no Senado, Renan Calheiros (AL). Um grupo de senadores peemedebistas pediu também a Temer, em carta, que o projeto não fosse aprovado.

Um projeto mais moderno e mais brando que o texto de 1998 que acaba de ser aprovado seria votado no Senado, mas após uma reunião com empresários e banqueiros, Temer decidiu que sancionaria o mais retrógrado.



FIM DE PAPO: Renan abre o verbo e oficializa rompimento com o ‘golpe’ e com Temer; CONFIRA AQUI!

FIM DE PAPO: Renan abre o verbo e oficializa rompimento com o ‘golpe’ e com Temer; CONFIRA AQUI!
31 de março de 2017
 

O ex-presidente do Senado e atual líder do PMDB na Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), gravou e compartilhou em sua página no Facebook um vídeo em que detona o Planalto.

Renan criticou o projeto de terceirização geral, o aumento de impostos, o corte de investimentos e a reoneração da folha de pagamentos. 

“Tudo isso junto vai drenar as energias de uma economia que não consegue se levantar. O governo precisa conversar antes”.

Político experiente, Renan antevê que Temer pode não sobreviver a 2017 e procura se distanciar cada vez do governo. Antes deste vídeo, o senador alagoano já havia liderado um levante da bancada do PMDB no Senado contra o projeto de terceirização irrestrita aprovado pela Câmara noa último dia 22 (leia mais).

Mais novo ato de hostilidade do senador em relação ao governo de seu partido ocorre no mesmo dia em que o levantamento do instituto Ipsos mostra que Michel Temer é rejeitado por 90% da população do País.

A pesquisa Ipsos revela que a única coisa que hoje unifica o Brasil é o “Fora Temer” e dá aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral, que começam a votar sua cassação na próxima terça-feira, a oportunidade histórica de livrar o País do maior pesadelo de sua história
Renan Calheiros abandona Temer porque sabe que o seu fim                                            está próximo

                                  Canal: A Resistência



EITA: Após briga com Aécio, Ibope divulga pesquisa e mostra Temer ‘enterrado’ na maior rejeição da história; CONFIRA AQUI!

EITA: Após briga com Aécio, Ibope divulga pesquisa e mostra Temer ‘enterrado’ na maior rejeição da história; CONFIRA AQUI!
31 de março de 2017
 

Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):
Ótimo/bom: 10%
Regular: 31%
Ruim/péssimo: 55%
Não sabe/não respondeu: 4%


O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 16 e 19 de março e ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios. 

A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

Esta é a primeira pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de dezembro de 2016, Temer aparecia com aprovação de 13% dos entrevistados, enquanto 46% consideravam o governo “ruim/péssimo” e 35%, “regular” – à época, 6% não souberam opinar ou não responderam.


Desde que Temer se tornou presidente efetivo, após o impeachment de Dilma Rousseff ser aprovado pelo Congresso Nacional, esta é a terceira pesquisa Ibope encomendada pela CNI (as anteriores foram divulgadas em dezembro e em outubro de 2016; houve uma em julho do ano passado, mas ele ainda era presidente em exercício).

Maneira de governar

A pesquisa divulgada também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:
aprovam: 20%
desaprovam: 73%
não souberam ou não responderam: 7%


No levantamento divulgado em 16 de dezembro, 26% aprovavam; 64% desaprovavam; e 10% não souberam ou não responderam.

Confiança
Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a confiança dos entrevistados em relação ao presidente.

De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta, 17% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 79% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam.

Comparação com governo Dilma
A pesquisa Ibope também pediu aos entrevistados que comparassem as gestões de Temer e da antecessora, Dilma Rousseff, na Presidência da República.



GOVERNO DA SALVAÇÃO? Desemprego já atinge quase 14 milhões de pessoas e Temer enterra de vez o PSDB; CONFIRA!

GOVERNO DA SALVAÇÃO? Desemprego já atinge quase 14 milhões de pessoas e Temer enterra de vez o PSDB; CONFIRA!
31 de março de 2017
 

Destruição da economia brasileira, decorrente da aliança entre PSDB e PMDB, prossegue; dados divulgados hoje pelo IBGE revelam que o Brasil tem hoje 13,5 milhões de desempregados.

Segundo os dados da Pnad Contínua, a população desocupada chegou a 13,5 milhões e bateu o recorde da série iniciada em 2012. Este contingente cresceu 11,7% (mais 1,4 milhão de pessoas) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016.

Mais cedo, Banco Central divulgou que a recessão acumulada em doze meses é de 3,99%; responsáveis pela tragédia são nomes como Eduardo Cunha, ontem condenado a 15 anos e quatro meses de prisão, Aécio Neves, que ateou fogo ao País após perder as eleições, Michel Temer, que aprofundou a recessão, e Fernando Henrique Cardoso, que avalizou o golpe, que já está prestes a completar um ano.

Leia material do IBGE sobre o assunto:

PNAD Contínua: taxa de desocupação chega a 13,2% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017
A taxa de desocupação foi estimada em 13,2% no trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2017, com altas de 1,3 ponto percentual frente ao trimestre móvel anterior (setembro a novembro de 2016 -11,9%) e de 2,9 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre móvel de 2016, quando a taxa foi estimada em 10,2%. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.

A população desocupada chegou a 13,5 milhões e bateu o recorde da série iniciada em 2012. Este contingente cresceu 11,7% (mais 1,4 milhão de pessoas) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e 30,6% (mais 3,2 milhões de pessoas em busca de trabalho) em relação a igual trimestre de 2016.

A população ocupada (89,3 milhões) recuou tanto em relação ao trimestre encerrado em novembro de 2016 (-1,0%, ou menos 864 mil pessoas), quanto em relação ao mesmo trimestre de 2016 (-2,0%, ou menos 1,8 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.068) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 manteve estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037). A massa de rendimento real habitual (R$ 180,2 bilhões) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 também ficou estável nas duas comparações.

O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 53,4% no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, apresentando queda de 0,7 frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016, (54,1%). Em relação a igual trimestre do ano anterior este indicador apresentou retração de 1,8 ponto percentual, quando passou de 55,1% para 53,4%. Este é o menor nível da série histórica iniciada em 2012.

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017 foi estimada em 102,9 milhões de pessoas. Esta população cresceu 0,5% comparada ao trimestre encerrado em novembro de 2016. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve alta de 1,4% (acréscimo de 1,4 milhão de pessoas). 

É importante notar que a força de trabalho cresceu devido ao aumento da população desocupada.

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de encerrado em fevereiro de 2017 (64,6 milhões de pessoas) ficou estável comparado ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e cresceu 1,1% (mais de 730 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (33,7 milhões de pessoas) recuou tanto frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016 (-1,0% ou 337 mil pessoas) quanto ao mesmo trimestre de 2016 (-3,3%, ou 1,1 milhão de pessoas).

No trimestre encerrado em fevereiro de 2017, a categorias dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 5,5% (ou mais 531 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de trabalhadores por conta própria (22,2 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e recuou (-4,8%, ou 1,1 mil pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O contingente de empregadores (4,1 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 9,5% (mais 359 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2016.

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,0 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos.

Agricultura e Construção têm o menor número de trabalhadores desde 2012

No trimestre encerrado em fevereiro de 2017, os grupamentos de atividade Agricultura (8,8 milhões) e Construção (6,9 milhões) registraram os menores contingentes de ocupados desde o início da série da pesquisa em 2012. No sentido inverso, Alojamento e Alimentação atingiu o maior contingente de ocupados (5,0 milhões) desde o início da série da pesquisa em 2012.

Na comparação com o trimestre anterior, houve quedas na Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-4,4%, ou -702 mil pessoas) e na Indústria geral (-2,0% ou -225 mil pessoas). Houve altas em Alojamento e alimentação (+3,5%, ou +169 mil pessoas) e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+2,2% ou +215 mil pessoas). Os demais grupamentos se mantiveram estáveis.

Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve crescimento apenas no grupamento de Alojamento e Alimentação, +9,0% (+409 mil pessoas). Reduções foram registradas em Construção, -9,7% (-749 mil pessoas), Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Agricultura, -7,4% (-702 mil pessoas), Indústria Geral, -4,3% (-511 mil pessoas) e Serviços domésticos, -3,1% (-193 mil pessoas). Os demais grupamentos não sofreram alteração.

Rendimento dos trabalhadores mostra estabilidade

O rendimento médio real habitualmente recebido pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.068 no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, mantendo estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037).

O rendimento médio real habitual cresceu apenas para os Empregados no setor público: 3,2% em relação ao trimestre anterior (setembro a novembro de 2016) e 5,1% em relação ao mesmo trimestre de um ano antes (dezembro de 2015 a fevereiro de 2016). Nas demais posições de ocupação houve estabilidade em ambos os períodos analisados.

Na comparação com o trimestre anterior, houve estabilidade no rendimento de todos os grupamentos de atividade, com exceção da Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que registrou variação positiva de 3,4%. Frente ao mesmo trimestre de 2016, somente dois grupamentos apresentaram alta no rendimento: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+6,9%) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+3,6%). Os demais grupamentos ficaram estáveis.



Padre que morreu clinicamente por 48 minutos afirma que Deus é uma mulher e revolta igreja

Padre que morreu clinicamente por 48 minutos afirma que Deus é uma mulher e revolta igreja
De Bruno Souza -
30 de dezembro de 2016
 

O acontecimento de fato chocou não só a igreja como também o mundo inteiro. Tudo se deu início quando o padre John Micheal O’neal foi levado às pressas ao hospital estadual da cidade de Massachussetts, nos Estados Unidos.

Ao chegar no hospital, o padre imediatamente 
foi diagnosticado com parada cardíaca e permaneceu desacordado por exatos 48 minutos.

Porém, depois de exatos 48 minutos considerado “morto” e passando por incansáveis tentativas de reanima-lo, os paramédicos finalmente conseguiram, 
O’neal acordou e afirmou ter conversado com Deus, com quem pediu para não deixar sua família e voltar a vida, tendo seu pedido atendido, e ainda afirmou que a imagem de Deus é de uma figura materna acolhedora e confortável, aparência de uma mulher.

A notícia rapidamente se espalhou em todos os noticiários do mundo e causou uma verdadeira revolta em fiéis e principalmente de seus companheiros religiosos da igreja. Oficialmente a igreja católica ainda não se pronunciou à respeito do ocorrido.




quinta-feira, 30 de março de 2017

Governadores do Nordeste retomam unidade e resolvem peitar governo Temer

30 de Março de 2017
 José Marques

A pouca atenção dada pelo presidente Michel Temer aos governadores do Nordeste durante seu mandato sem efetivar promessas assumidas de liberar Empréstimos aos Estados com saúde fiscal, da mesma forma a renegociação com o BNDES e tratamento semelhante ao dispensado ao Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul certamente começa a provocar desta data em diante um posicionamento crítico dos chefes de Executivo de forma unitária.

Reunidos em Fortaleza, sob a coordenação do governador do Ceará, Camilo Santana, todos os presentes ao Encontro reproduziram duras críticas à forma como o governo Temer trata o Nordeste, tanto que em Carta resolveram assumir posições contrárias ao que quer o presidente.

CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Estudos feitos por técnicos mas avalizados pelos governadores provam que a Reforma encaminhada pelo Planalto penalizam as mulheres e o mundo rural de forma tal que eles decidiram encaminhar voto contra.

A um só coro, todos reclamaram porque o Governo federal enviou a matéria para o Congresso, mesmo sem ouvir nenhum dos governadores. Eles, aliás, também discutiram o vai - não - vai de Temer de incluir ou não os servidores e estados no Pacote.

TÊM SOLUÇÃO
Os governadores, contudo, não vão para a próxima reunião com Temer de mãos abanando. Eles já dispõem de uma Proposta exequível que resolverá a curto prazo o problema da Previdência como também de outro problemão : a Reforma Tributária.

Por incrível que pareça a proposta apresentada pela Fazenda do Rio grande do Norte já tem aprovação até do CONFAZ onde todos os estados são contemplados na divisão do Bolo.

RECORRENDO À JUSTIÇA
Diante da falta de efetivação de promessas tipo novos Empréstimos, renegociação com o BNDES, recursos para enfrentar a a seca, etc algumas dessas questões vão terminar no Superior Tribunal de Justiça.

À unanimidade, o que não acontecia no começo do Governo, os governadores vão peticionar ações na Justiça para obter a efetivação do que já foi oficializado .

SEM DIALOGO NEM MORAL
Governadores como Ricardo Coutinho (Paraíba), decano do grupo, questionou a falta de tempo já exíguo e os vacilos do Governo em mudar de posição no comando das medidas faz, segundo ele , o governo se apresentar vacilante .

Robinson Farias (Rio Grande do Norte) disse a mesma coisa se sentindo cansado com as promessas não realizadas daí pediu ações mais enérgicas.

Renan Filho (Alagoas) foi outro que se posicionou criticamente até mesmo na questão da Previdência se posicionando botando contra.
Wellington Dias apresentou números de forma didática explicando que o Norte e Nordeste têm sido penalizados e precisam reagir.

Mas foi o anfitrião Camilo Santana quem expôs toda a Carta de Fortaleza pontuando as novas reivindicações e ações jurídicas a serem efetuadas de agora em diante.

Em síntese, as medidas de Temer reunificou o Nordeste contra o Governo Federal.



CONTRIBUIU PARA O GOLPE: Moro leva ‘aperto’ de deputado durante audiência na Câmara Federal; CONFIRA!

CONTRIBUIU PARA O GOLPE: Moro leva ‘aperto’ de deputado durante audiência na Câmara Federal; CONFIRA!
30 de março de 2017
 

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) questionou o juiz Sergio Moro nesta quinta-feira 30, durante audiência pública na comissão especial do Código Penal, na Câmara se ele quis contribuir para a derrubada de Dilma Rousseff do poder ao divulgar, em 2016, áudios captados ilegalmente entre ela e o ex-presidente Lula.

                        Canal TOP TV News

Moro não tinha competência para ordenar a realização das gravações pela Polícia Federal, por ser juiz de primeiro grau – só o Supremo Tribunal Federal poderia fazê-lo. 

Além disso, as conversas divulgadas à imprensa foram captadas pouco tempo depois da ordem do próprio magistrado para que as interrompesse.

“No contexto do golpe parlamentar, vossa excelência estava querendo um conteúdo para derrubar a presidente Dilma Rousseff?”, perguntou Teixeira. 

Em outros trechos de sua fala contra o abuso de autoridade, o deputado disse ainda: “queremos um combate à corrupção republicano, dentro da democracia”. 

“Queremos evitar que os juízes façam política partidária”, completou.

Em seguida, o deputado Wadih Damous (PT-RJ) denunciou o que chamou “laboratório punitivista” existente hoje no Brasil. 

“Os nossos direitos estão sendo pulverizados em nome de um chamado bem maior – expressão muito utilizada em câmaras de tortura do Doi-Codi”, disse o parlamentar. Assista ao vídeo acima.
Brasil 247





A MÁSCARA CAIU? Moralista do MBL já está na mira da PF e mais uma farsa pode cair antes do tempo no Brasil; ENTENDA

A MÁSCARA CAIU? Moralista do MBL já está na mira da PF e mais uma farsa pode cair antes do tempo no Brasil; ENTENDA!
30 de março de 201
 

O Ministério Público de São Paulo pediu a abertura de dois inquéritos por parte da Polícia Federal para apurar supostas irregularidades nas contas de campanha do vereador Fernando Holiday (DEM).

Um dos pedidos de inquérito foi feito pelo promotor eleitoral da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Luiz Henrique Dal Poz, com base em uma representação feita pelo PT, enquanto o outro foi solicitado pela promotora da 6a zona eleitoral, Ana Beatriz Frontini, que juntou uma representação feita pelo PT e outra do próprio Fernando Holiday.

As suspeitas de irregularidades na campanha de Holiday, que é ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), que atuou fortemente no impeachment da presidente deposta Dilma Rousseff, começaram após o site Buzzfeed revelar que a não declaração de pagamento de cabos eleitorais à Justiça Eleitoral.

Por meio de nota, Holiday disse que ele próprio solicitou que o Ministério Público investigasse suas contas “no intuito de desmascarar os blogs e jornalistas militantes, deixando tudo às claras”.

Click Politica com Brasil 247



PRESIDENTE DO IBOPE DIZ QUE AÉCIO NÃO TEVE 48% EM 2014

PRESIDENTE DO IBOPE DIZ QUE AÉCIO NÃO TEVE 48% EM 2014

 

Em resposta a críticas do senador tucano contra o instituto, que apontou rejeição de 47% ao nome de Aécio Neves, Carlos Augusto Montenegro disparou que, em 2014, o então presidenciável não obteve 48% dos votos dos eleitores, mas apenas 15%; segundo ele, 33% eram eleitores anti-PT, que votariam em outros candidatos

28 DE OUTUBRO DE 2015 ÀS 10:16

247 – Em reação a críticas do senador Aécio Neves (PSDB-MG) contra o Ibope, o presidente do instituto, Carlos Augusto Montenegro, disse que o tucano não obteve 48% dos votos dos eleitores em 2014, quando se candidatou à presidência e perdeu para a presidente Dilma Rousseff.

Segundo ele, apenas 15% dos brasileiros votaram no tucano, enquanto 33% eram eleitores anti-PT, que votariam em outros candidatos. A informação é da coluna de Ilimar Franco, do Globo, desta quarta-feira 48. 

A afirmação de Montenegro, segundo o colunista, veio após um bate-boca entre Aécio e Lindberg Farias (PT-RJ) no Senado.

O petista subiu na tribuna para ressaltar os 47% de rejeição  a  Aécio,  de  acordo  com pesquisa Ibope divulgada na segunda-feira, que destacou principalmente os 55% de rejeição ao nome 
do ex-presidente Lula em 2018. 

"Foi só um alerta", disse o petista. 

"Não preciso de alerta", respondeu Aécio. Segundo outro senador, o tucano ainda disparou: "Isso é o Ibope!".



CABRAL QUER DELATAR JUÍZES E PROCURADORES

CABRAL QUER DELATAR JUÍZES E PROCURADORES

 Fernando Frazão/Agência Brasil

O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro, está negociando um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República; Caso o acordo seja fechado, a delação deve atingir o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual, além de políticos e afundar ainda mais o já conturbado cenário político do Rio de Janeiro e do Brasil

30 DE MARÇO DE 2017 ÀS 07:09 

247 - Preso em Bangu 8 desde novembro, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) está em processo de negociação de um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. 

Caso o acordo seja fechado, a delação deve atingir o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual, além de políticos.
As informações são de reportagem do Valor.

"Réu em seis ações penais decorrentes da Operação Lava-Jato, o ex-governador é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e de ser o líder de uma organização criminosa. 

As conversas estão na fase de elaboração de anexos, nos quais o candidato a delator apresenta os fatos que está disposto a revelar. Seu depoimento precisa, depois, ser avaliado pelo Ministério Público, que decide se aceita ou não a delação.

Os desdobramentos dos escândalos apurados pela Lava-Jato no Rio têm gerado uma verdadeira corrida de políticos e empresários para tentar fechar acordos de delação e se livrar da prisão. 

Um dos empresários que tentam negociar um acordo é Fernando Cavendish, dono da construtora Delta Engenharia e amigo de Sérgio Cabral. Hudson Braga, ex-secretário de Obras de Cabral, também tenta obter um acordo.

Ontem, a Polícia Federal deflagrou a Operação Quinto de Ouro, baseada na delação de Jonas Lopes, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Foram presos, em caráter preventivo, quatro dos sete conselheiros, além do presidente do tribunal, Aloysio Neves Guedes. 

Lopes foi alvo de condução coercitiva em dezembro e, por isso, decidiu negociar sua delação."



TEMER DÁ SEU SEGUNDO GOLPE E ANTECIPA NOMEAÇÃO DE MINISTRO DO TSE

TEMER DÁ SEU SEGUNDO GOLPE E ANTECIPA NOMEAÇÃO DE MINISTRO DO TSE

 

Depois de tomar o poder por meio de um golpe parlamentar, Michel Temer fez agora uma manobra ainda mais espúria; antecipou a nomeação do ministro Admar Gonzaga para o TSE, onde será julgado; Gonzaga vai substituir o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no dia 16 de abril, e irá participar do julgamento da cassação de Temer; há uma expectativa de que ele peça vistas do processo, presidido pelo ministro Gilmar Mendes, tornando sem previsão a definição do julgamento

30 DE MARÇO DE 2017 ÀS 21:36

247 com Agência Brasil - Cinco dias antes de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciar o julgamento que pode cassar o seu mandato, Michel Temer protagoniza o segundo golpe de carreira política e antecipa a nomeação de um ministro para a Corte Eleitoral. 

Michel escolheu no início da noite o advogado Admar Gonzaga para substituir o ministro Henrique Neves, cujo mandato termina no dia 16 de abril. Gonzaga foi o mais votado na lista enviada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a Temer. A nomeação será publicada no Diário Oficial da União de amanhã (31).

Atualmente, Admar Gonzaga é ministro substituto do TSE. Ele deve participar do julgamento da chapa Dilma-Temer, que começa na próxima terça-feira (4) e tem duração imprevisível, conforme o presidente da corte, ministro Gilmar Mendes. A ideia de Temer era proceder o mais rapidamente possível com a nomeação do novo ministro, para evitar acusações de tentativa de interferência no julgamento.

Os outros integrantes da lista enviada pelo STF ao presidente eram Tarcísio Vieira e Sérgio Silveira Banhos. Vieira também atua no TSE como ministro substituto.

O plenário do TSE é composto por três ministros do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois membros da advocacia.

Em maio, outra cadeira da advocacia ficará vaga, com a saída da ministra Luciana Lossio, e o presidente Temer deverá fazer nova nomeação.



Sérgio Moro condena Eduardo Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão

Sérgio Moro condena Eduardo Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão
Edição do dia 30/03/2017
30/03/2017 21h30 - Atualizado em 30/03/2017 21h32
 Ele foi acusado de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Foi a primeira condenação do ex-presidente da Câmara na Lava Jato.

O juiz Sérgio Moro condenou o ex-deputado Eduardo Cunha a 15 anos e quatro meses de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Foi a primeira condenação de Cunha na Lava Jato.

O juiz Sérgio Moro condenou Eduardo Cunha por “ter recebido e movimentado, em contas secretas na Suíça, US$ 1,5 milhão proveniente do preço pago pela Petrobras na compra de parte de um campo de petróleo em Benin”, na África, em 2011.

Cunha é o único réu dessa ação, que veio do Supremo Tribunal Federal depois que o ex-deputado perdeu o foro privilegiado. As outras pessoas envolvidas na Venda Campo e a mulher dele, Cláudia Cruz, respondem a um outro processo que está na fase final.

Além da condenação, Moro confiscou os valores bloqueados na Suíça e proibiu Cunha de exercer cargo ou função pública pelo dobro do tempo em que ficar preso.

Na decisão, o juiz Sérgio Moro disse que a investigação contou com a cooperação de autoridades suíças. Elas entregaram documentos que indicam Eduardo Cunha como controlador, titular e beneficiário das contas por onde o dinheiro da propina passou.

Moro também afirmou que o álibi de Cunha é insustentável para justificar os depósitos. Eduardo Cunha disse que o dinheiro era a devolução de um empréstimo que havia concedido ao ex-deputado federal Fernando Diniz, que morreu em 2009. Mas, segundo o juiz, Eduardo Cunha não apresentou provas, deu explicações vagas para as transferências e caiu em contradições.  
       
Na sentença, Moro salientou que o ex-deputado utilizou “o enorme poder e influência inerente ao cargo, não para o fiel desempenho de suas funções, de legislar para o bem comum ou de fiscalizar o Executivo, mas sim para enriquecer ilicitamente”. 

E acrescentou que não pode haver ofensa mais grave do que a “daquele que trai o mandato parlamentar e a sagrada confiança que o povo nele deposita para obter ganho próprio”.

Eduardo Cunha está preso na região de Curitiba desde outubro de 2016. Moro disse que ele deve continuar na cadeia porque ainda pode ter outras contas secretas no exterior e porque tentou ameaçar e chantagear autoridades e testemunhas.

Moro citou como exemplo de intimidação algumas perguntas encaminhadas ao presidente Michel Temer, convocado como testemunha de defesa.

As questões, segundo o juiz, “tinham por motivo óbvio constranger o presidente da República e provavelmente buscavam com isso provocar alguma intervenção indevida de Temer em favor de Cunha”, o que não ocorreu. 

E que isso não representou cerceamento da defesa, como alegam os advogados de Cunha.

No fim da sentença, Moro destacou o trabalho da Procuradoria-Geral da República, da Câmara dos Deputados e do Supremo Tribunal Federal, citando em especial o ministro Teori Zavascki, que era relator da Lava Jato, no STF, e morreu em janeiro num acidente de avião.

Os advogados de Eduardo Cunha afirmaram que vão recorrer. 

E que a velocidade com que o juiz Sérgio Moro deu a sentença mostra parcialidade na condução do processo.





Globo surta com projeto de ‘abuso de autoridade’ relatado por Requião

Globo surta com projeto de ‘abuso de autoridade’ relatado por Requião
30 de março de 2017 por esmae
 

A TV Globo surtou na noite desta quarta (29), no Jornal Nacional, com o avanço do projeto relatado pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) que pune o abuso de autoridade de juízes e procuradores do Ministério Público.

O parlamentar deu o troco na emissora nas suas redes sociais:
“Só um imbecil submete sua experiência e conhecimento da história e do direito às exigências da Globo. Não sou um midiota, farei o melhor”, disparou Requião.

A Globo é a favor do abuso de autoridade porque ela é beneficiária direta de vazamentos privilegiados de grampos ilegais, a exemplo daquele contra o ex-presidente Lula e da falecida ex-primeira-dama Marisa Letícia.

Além disso, a Lava Jato e as pirotecnias da PF, tal como a da Carne Fraca, barateiam a produção da Globo a ponto de não precisar fazer bom jornalismo.

O abuso de autoridade é a glorificação da preguiça intelectual e uma homenagem ao mau jornalismo. Portanto, o projeto que põe freio nesses abusos resgata o bom direito e o bom jornalismo — ambos trocados pela delação (um instituto também preguiçoso) e pelo factoide, respectivamente.

Requião explica que a lei de abuso será aplicada por juízes. 
“Se juízes não confiam na justiça, como poderemos nós confiarmos?”, questiona.

O senador rebate aqueles que atacam seu relatório dizem ser contra a Lava Jato: “coisa de gente muito burra ou muito safada”.

“Se a aprovação do projeto do “Abuso” tirar votos e interromper minha carreira política, mesmo assim estarei gratificado. Melhorei o direito”, contenta-se Requião, que diz receber elogios pelo trabalho sério no relatório até do porra-louca do [jornalista] Reinaldo Azevedo, colunista da Veja.

O relatório do abuso de autoridade foi lido nesta quarta na CCJ do Senado. 

Na semana que vem haverá uma audiência pública para discutir o assunto, antes de o texto seguir para o plenário no dia 19 de abril.