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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Onyx usou notas fiscais sequenciadas para receber R$ 317 mil de verba de gabinete em quase 10 anos


Onyx usou notas fiscais sequenciadas para receber R$ 317 mil de verba de gabinete em quase 10 anos
Empresa de consultoria que forneceu as notas pertence a Cesar Augusto Ferrão Marques, técnico em contabilidade filiado ao DEM há 24 anos e que trabalha nas campanhas eleitorais do político.

Por Redação  Agência Brasi  08 DE JANEIRO DE 2019, 11H18

 

Reportagem de Fábio Schaffner e José Luis Costa, divulgada nesta terça-feira (8) na Rádio Gaúcha, revela que o ministro da Casa Civil de Jair Bolsonaro(PSL), Onyx Lorenzoni (DEM/RS) usou 80 notas fiscais de uma empresa de consultoria tributária para receber da Câmara R$ 317 mil em verbas de gabinete quando atuou como deputado federal, por quase 10 anos.

Segundo a reportagem, dos 80 cupons, 29 foram emitidos em sequência pela Office RS Consultoria Sociedade Simples, indicando que o então deputado foi o único cliente da empresa por meses a fio.

A firma pertence a Cesar Augusto Ferrão Marques, técnico em contabilidade filiado ao DEM há 24 anos e que trabalha nas campanhas eleitorais do parlamentar.

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Marques também faz a contabilidade do partido no Estado — recebeu R$ 175 mil em 2017 por meio de uma empresa que atua sem registro no Conselho Regional de Contabilidade.

“Notas em sequência, mês a mês ou mesmo espaçadas, dão a entender que a empresa não tem outros clientes, e esse é um indício forte de irregularidade. 

A Câmara não faz pente-fino, aceita todos os documentos como legítimos”, disse o secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castelo Branco, à rádio.

Verba pública e Caixa 2

Desde que foi nomeado chefe da equipe de transição do governo, o político gaúcha vem acumulando denúncias de irregularidades no uso de recursos públicos. 



Além disso, registro da Câmara dos Deputados mostram que Onyx usou verba pública para pagamentos de viagens durante a campanha de Bolsonaro. 

Ilegal, o parlamentar disse que usou o dinheiro público para “construir um futuro para o país”.




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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Maia volta a defender corte em aposentadorias; SAIBA!

Maia volta a defender corte em aposentadorias; SAIBA!
1 de agosto de 2017
 

Do G1

Para justificar necessidade de alterar regras previdenciárias, presidente da Câmara disse que o país pode ser obrigado a adotar medidas de austeridade semelhantes às adotadas por Portugal em 2010.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quarta-feira (8) que o Brasil terá que adotar medidas duras de austeridade – como cortar salários de servidores públicos e aposentadorias, além de elevar impostos – caso a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso Nacional.

Ao chegar à Câmara nesta terça, o deputado saiu em defesa das mudanças nas regras previdenciárias sugeridas pelo governo Michel Temer em conversa com jornalistas. 

Na entrevista, o parlamentar do DEM afirmou que os ajustes são necessários e usou como exemplo o caso de Portugal que, recentemente, teve de implementar medidas de austeridade para reequilibrar as contas públicas.

Em 2010, o país europeu colocou em prática – durante o governo do socialista José Socrates – um duro plano anticrise, que incluiu redução de gastos, corte de salários de servidores públicos e aumento de impostos.

“Se a reforma previdenciária não for feita, nós vamos ter que fazer o que Portugal fez. 

Isso aqui não é contra ninguém, o que o governo está fazendo é a favor do Brasil. 

Portugal, quando o partido conservador assumiu o governo com o estado português falido, tomou duas decisões com relação à previdência. 

Na pública, cortou salários e aposentadorias.



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quinta-feira, 30 de março de 2017

A MÁSCARA CAIU? Moralista do MBL já está na mira da PF e mais uma farsa pode cair antes do tempo no Brasil; ENTENDA

A MÁSCARA CAIU? Moralista do MBL já está na mira da PF e mais uma farsa pode cair antes do tempo no Brasil; ENTENDA!
30 de março de 201
 

O Ministério Público de São Paulo pediu a abertura de dois inquéritos por parte da Polícia Federal para apurar supostas irregularidades nas contas de campanha do vereador Fernando Holiday (DEM).

Um dos pedidos de inquérito foi feito pelo promotor eleitoral da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Luiz Henrique Dal Poz, com base em uma representação feita pelo PT, enquanto o outro foi solicitado pela promotora da 6a zona eleitoral, Ana Beatriz Frontini, que juntou uma representação feita pelo PT e outra do próprio Fernando Holiday.

As suspeitas de irregularidades na campanha de Holiday, que é ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), que atuou fortemente no impeachment da presidente deposta Dilma Rousseff, começaram após o site Buzzfeed revelar que a não declaração de pagamento de cabos eleitorais à Justiça Eleitoral.

Por meio de nota, Holiday disse que ele próprio solicitou que o Ministério Público investigasse suas contas “no intuito de desmascarar os blogs e jornalistas militantes, deixando tudo às claras”.

Click Politica com Brasil 247



quarta-feira, 29 de março de 2017

MBL FOI FINANCIADO POR PMDB, PSDB, DEM E SD, MOSTRAM ÁUDIOS

MBL FOI FINANCIADO POR PMDB, PSDB, DEM E SD, MOSTRAM ÁUDIOS

 

Reportagem dos jornalistas Pedro Lopes e Vinícius Segalla revela que o Movimento Brasil Livre, que se dizia apartidário e é liderado por Kim Kataguiri, recebeu apoio financeiro e material dos quatro principais partidos que se engajaram no impeachment da presidente Dilma Rousseff: PSDB, DEM, Solidariedade e, claro, o PMDB; a reportagem traz áudios em que se negocia o apoio financeiro a atividades do grupo; um dos personagens citados é Moreira Franco, braço direito de Michel Temer, que teria ajudado a custear 20 mil panfletos para o MBL por meio da Fundação Ulysses Guimarães; Moreira nega ter feito pagamentos ao MBL

27 DE MAIO DE 2016 ÀS 08:46

247 – Uma reportagem dos jornalistas Pedro Lopes e Vinícius Segalla (leia aqui) revela que o Movimento Brasil Livre, liderado por Kim Kataguiri, recebeu apoio financeiro e material dos quatro principais partidos que se engajaram no impeachment da presidente Dilma Rousseff: PSDB, DEM, Solidariedade e, claro, o PMDB.

A reportagem traz áudios em que se negocia o apoio financeiro a atividades do grupo, como a impressão de folhetos, cartazes, camisetas e a organização de manifestações pelo impeachment.

Um dos personagens citados é Moreira Franco, braço direito de Michel Temer, que teria ajudado a custear 20 mil panfletos para o MBL por meio da Fundação Ulysses Guimarães, com o lema "esse impeachment é meu" - Moreira nega ter feito pagamentos ao MBL.
Num dos áudios, Renan Santos, um dos líderes do MBL, confirma como o movimento se articulou com os partidos políticos.

Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

A reportagem também traz imagens que comprovam a proximidade entre integrantes do MBL e políticos que hoje simbolizam a corrupção, como Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Confira abaixo:

Arquivo Pessoal/reprodução Facebook
 

Em imagem de dezembro de 2015, coordenadores do MBL (entre eles, Fernando Holiday, coordenador nacional, abaixo, à direita) posam para foto ao lado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara dos Deputados



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Rodrigo Maia diz que sua campanha foi bancada pelo pai, que declarou não ter bens

CONTA NÃO FECHA
Rodrigo Maia diz que sua campanha foi bancada pelo pai, que declarou não ter bens
Cesar Maia já havia passado "tudo o que tinha" para os filhos dois anos antes da campanha em que o agora presidente da Câmara afirma ter recebido contribuição do pai
Por Helena Sthephanowitz publicado 09/02/2017 15h39, última 
modificação 09/02/2017 15h52

ZECA RIBEIRO/AG. CÂMARA
 Rodrigo_Maia.jpg
Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM) vê seu nome 
envolvido em inquéritos da PF e em delações de empreiteiras

Inquérito da Polícia Federal (PF) que corria em sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), sobre o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), concluiu que ele recebeu R$ 1 milhão em propina, num esquema que envolve corrupção passiva e lavagem de dinheiro. 

No relatório, divulgado nesta quinta-feira (8), a PF afirma que, entre 2013 e 2014, Rodrigo Maia defendeu interesses da empreiteira OAS na Câmara, apresentando emendas a medidas provisórias que definiam regras para a aviação regional, em benefício da empresa. 

O pedido de investigação partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR), baseado em mensagens trocadas entre Maia e o empresário Léo Pinheiro, dono da OAS, sobre uma doação de campanha em 2014. Segundo a polícia, o deputado pediu à empreiteira propina no valor de R$ 1 milhão, dinheiro que foi oficialmente repassado à campanha do pai, Cesar Maia, que concorria ao Senado. 

Para a PF e a PGR, tal transferência foi uma tentativa de esconder a origem do dinheiro ilícico, por que não já registro da doação no Tribunal Regional Eleitoral.

Contradição
Segundo a prestação de contas enviada pelo deputado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Rodrigo Maia para a Câmara, em 2014, custou R$ 2,3 milhões, dos quais R$ 284 mil o deputado alega terem sido financiados pelo seu pai, o ex-prefeito e vereador da capital fluminense Cesar Maia (DEM).

No entanto, na campanha municipal de dois anos antes, em 2012, quando foi eleito vereador, Cesar Maia declarou não ter patrimônio algum. 

Em reportagem do jornal O Globo naquele mesmo ano, ele afirmou não ter mais bens por que teria repassado tudo que tinha para os filhos, Rodrigo e Daniela. 

Ele voltou a declarar não ter bens em 2014, quando novamente Cesar Maia concorreu a uma cadeira ao Senado, sem sucesso. Na eleição do ano passado, quando disputou para vereador, Cesar Maia declarou à Justiça Eleitoral um total de bens no valor de R$ 106.585,74

Mas notem: um vereador do Rio recebe mensalmente R$ 18.991,68 sem descontos, de acordo com o site da Câmara carioca. Seus vencimentos líquidos correspondem a R$ 14.266,40. Em um ano, portanto, esse valor corresponde a cerca de R$ 171 mil. 

No período entre a sua posse, em 2013, e o início da campanha de Rodrigo, em 2014, Cesar Maia teria, então, acumulado algo como R$ 240 mil, em valores ajustados pelos vencimentos atuais. Ainda que fosse integralmente gasto com a campanha do filho, não há como seu salário como vereador ter custeado os R$ 284 mil que o filho Rodrigo diz ter recebido do pai Cesar. A conta não fecha.

Uma outra investigação foi iniciada depois de o ex-diretor de relações institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho contar que, em 2013, pediu que Rodrigo Maia acompanhasse a tramitação da MP 613, que tratava de tributos e de um regime especial de incentivos à inovação tecnológica na indústria química. 

A Odebrecht, controladora da petroquímica Braskem, tinha interesse na matéria.

No dicionário de codinomes da Odebrecht, o deputado aparece como “Botafogo”, seu time de futebol.

Aos investigadores, Melo Filho disse que, na fase final de tramitação da MP encontrou-se com Maia e o político pediu contribuição de R$ 100 mil, que serviriam para pagar dívidas de sua campanha a prefeito do Rio de Janeiro em 2012 (quando foi derrotado por Eduardo Paes (PMDB)). 

O dinheiro chegou às mãos de Maia, segundo relato de Melo Filho, no início de outubro de 2013. Melo também afirmou que Maia já havia pedido uma doação de campanha no valor de R$ 500 mil em 2010, e também foi atendido.

Causa própria
Um levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, com base nas prestações de contas registradas no TSE, mostra que, como parlamentar – já em seu quinto mandato como deputado – Maia apresentou projetos de lei relacionados a interesses de doadores de suas campanhas eleitorais. 

Ex-funcionário dos bancos BMG e Icatu, suas campanhas eleitorais tiveram empresas do setor financeiro como principais fiadoras.

Em 2002, por exemplo, sete dessas empresas, incluindo o Banco Itaú e a Bolsa de Valores de São Paulo fizeram doações à sua corrida por uma vaga na Câmara. Eleito que foi, em 2004 ele apresentou uma proposta para extinguir a cobrança da CPMF, o imposto que era cobrado sobre transações financeiras – que nunca foi visto com simpatia pelo setor financeiro – o que só veio a ocorrer em 2007.

Mais recentemente, em 2014, o deputado do DEM apresentou uma proposta para suspender uma resolução da Agência Nacional do Petróleo (ANP) que definia novas regras para a exploração de petróleo e gás. 

Na eleição anterior, de 2010, ele havia recebido doação de R$ 300 mil da empreiteira UTC, que tem negócios no ramo petrolífero e é alvo da Operação Lava Jato.

Em 2013, o deputado também apresentou dois projetos para isentar de impostos sucos de frutas e bebidas à base de soja. No ano seguinte, pela primeira vez, recebeu doações do setor de bebidas. Foram R$ 100 mil da CRBS, subsidiária da Ambev, e R$ 200 mil da fabricante Praiamar.

Rodrigo Maia também viu seu partido sofrer uma condenação pela Justiça Eleitoral, em 2010, quando era presidente do diretório nacional do DEM, que teve as contas rejeitadas e teve de restituir R$ 4,9 milhões aos cofres públicos. Na ocasião, a legenda teve os repasses de cotas do fundo partidário suspensos por três meses, mas o parlamentar não sofreu punição.

Agora como presidente da Câmara, Rodrigo Maia só pode ser julgado pelo plenário do STF. Portanto, seu caso não ficará restrito à 2ª Turma do Supremo, que é composta por apenas cinco ministros. No plenário, Fachin é o relator. O novo ministro indicado por Michel Temer, Alexandre de Moraes, é o revisor.




domingo, 16 de outubro de 2016

DESVENDANDO MORO - A JUSTIÇA DE MORO NÃO É MAIS DO QUE INTOLERÂNCIA MORA...



Publicado em 15 de out de 2016
"Moro não percebe, em seu esquema fanático, que a sua justiça não é muito mais que intolerância moralista. E que por isso mesmo não tem como sobreviver, pois seus apoiadores do DEM e do PSDB não o tolerarão após a neutralização da ameaça que representa o PT", escreve o professor Rogério Cezar de Cerqueira Leite, em sua coluna na Folha de S.Paulo https://goo.gl/bcGcwD