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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Temer acha que seu nome ficará forte para ele disputar reeleição

Temer acha que seu nome ficará forte para ele disputar reeleição
16/01/2018
 


O presidente tem dúvidas sobre as campanhas de Rodrigo Maia e Henrique Meirelles

Apesar de entendê-las, o presidente Michel Temer acha que as movimentações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, serão inúteis. 

Diz que, com a melhora da economia e o aumento no número de empregos, seu nome é que sairá fortalecido para disputar a Presidência da República.

P.S do Falandoverdades: O PMDB parece que já afinou um discurso para Temer e seus apoiados, que ele tirou o Brasil do vermelho ou melhor que 

“consertou o Brasil” com as reformas que são boas para o mercado, no entanto como disse um representante da ONU no jornal The Guardian, são medidas duras contra os pobres do Brasil, nunca antes vistas.



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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

ACUSAÇÃO GRAVE! Moro Fez Pedido Para Temer ‘Influenciar’ STF, Denuncia PT; CONFIRA AQUI!

ACUSAÇÃO GRAVE! Moro Fez Pedido Para Temer ‘Influenciar’ STF, Denuncia PT; CONFIRA AQUI!
Por Redação Click Política Última Atualização 11 dez, 2017
 

O pedido de ajuda feito pelo juiz Sérgio Moro ao presidente Michel Temer (PMDB) para “utilizar o seu poder e influência” sobre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para que se mantenha o entendimento de que réus comecem a cumprir pena de prisão após condenação em segunda instância tem de ser explicado pelo magistrado. 

A cobrança foi feita, nessa quarta-feira (6), pelo líder da Oposição no Senado, Humberto Costa 
(PT-PE).

“É como se um sujeito que se acha o Batman tivesse pedindo ajuda ao Coringa para combater a criminalidade em Gotham City.

Acabou o pudor na 14ª Vara Federal de Curitiba.

É o juiz defendendo descaradamente a obstrução da Justiça por meio de um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo, como disse um dia o profeta. 

Um escândalo, o uso da toga para o exercício deliberado da política”, declarou Humberto.

Agência PT


sexta-feira, 24 de novembro de 2017

URGENTE: LULISTAS COMEÇAM A DESCONFIAR DE DODGE: Pedido De Condenação De Gleisi É O Prenúncio Da Prisão De Lula; LEIA AQUI!

URGENTE: LULISTAS COMEÇAM A DESCONFIAR DE DODGE: Pedido De Condenação De Gleisi É O Prenúncio Da Prisão De Lula; LEIA AQUI!
Por Redação Click Política Última Atualização 24 nov, 2017

Com as alegações finais introduzidas no processo contra a senadora Gleisi Hoffmann, a Procuradora Geral da República, afirmou que o crime por ela praticado perpetrados comprometem também a República Federativa do Brasil, do Parlamento e de seus integrantes.

O Partido dos Trabalhadores recebeu com muito desconforto, a posição de Raquel Dodge, pois assegura que as denúncias contra a senadora, não de sustenta do ponto de vista de embasamento e não concordaram com as declarações da chefe da PGR.

Alguém que simpatiza muito com o trabalho da senadora lamentou: 

” Enquanto Dodge condenava uma senadora de atuação brilhante, se omite no caso da Globo, envolvida em propinas com a Fifa e livra figurões do PMDB, o que é de se estranhar!”

Nas redes sociais, Dodge foi detonada e muitos chegaram a postar que a troca na PGR foi de ‘6 por meia dúzia’ de Janot por Dodge.

Um garçom no Recife Pernambuco disse: 

“Claro que ela está aí para condenar todos do PT, enquanto o PSDB e os figurões do PMDB, estão sendo claramente poupados e Lula deverá ser condenado, caso os lulistas não começarem uma luta sem trégua, contra setores do Ministério Público e do Judiciário, integrados pelos maiores inimigos do povo”.

Um pequeno comerciante de João Pessoa capital da Paraíba, disse indignado: 

“Esse povo acha pouco ganhar rios de dinheiro dos impostos que pagamos e ainda querem implantar ditadura, condenando sem provas os inocentes a exemplo de Lula. Isso é uma vergonha nacional.

Uma comerciante ambulante de São Paulo, comentou:

 “Parte dese judiciário Brasileiro é uma vergonha, pois em vez de ficar ao lado de quem está certo, prefere defender bandidos que cometeram crimes com provas. 

Ela lembrou do PSDB de Aécio Neves que praticou as piores atrocidades e até agora não tem pelo menos um na cadeia”. 

Lembrou de Aécio Neves, Alckmin, Aluízio Nunes, Serra além de outros.

Se o PT não partir para a luta, sem dúvida alguma, Lula será condenado sem provas pelo TRF-4, inelegível e preso, opinam alguns observadores políticos, dizendo se tratar de mais um golpe na democracia brasileira.

Click Política

Matéria do Jornalista Gil Silva


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Temer lidera quadrilha desde que tomou lugar de Dilma, diz Janot

Temer lidera quadrilha desde que tomou lugar de Dilma, diz Janot
Da Redação5 horas atrás 14/09/2017
 Rodrigo Rocha Loures, Michel Temer, Eliseu Padilha: Da esq, para a dir., Rodrigo Rocha Loures, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha assistem à votação do impeachment de Dilma
© Divulgação Da esq, para a dir., Rodrigo Rocha Loures, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu Padilha assistem à votação do impeachment de Dilma

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente Michel Temer (PMDB) é líder da organização criminosa formada por expoentes do PMDB, conhecida como “quadrilhão da Câmara”, desde maio de 2016, quando ascendeu ao cargo de presidente, ainda interinamente, no lugar de Dilma Rousseff (PT), afastada após a abertura do processo de impeachment dela na Câmara, comandada por Eduardo Cunha (PMDB), outro acusado.

Além de Cunha e Temer, integravam o “quadrilhão”, segundo Janot, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Governo), além dos ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves, além de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Temer – ou seja, todos, em algum momento, integraram o primeiro escalão do governo federal após a saída 
de Dilma.

O esquema teria cobrado propina em órgãos como Petrobras, Furnas, Caixa Econômica Federal, Ministério da Integração Nacional e até a Câmara dos Deputados. 
Segundo Janot, o grupo desviou pelo menos R$ 587 milhões de propina.

Janot fez um registro histórico das nomeações e cargos ocupados desde que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi vitorioso nas eleições presidenciais de 2002 e precisava de mais espaço no Congresso Nacional. 

A entrada do “PMDB da Câmara” no governo começou a ser negociada em 2006, segundo o procurador-geral da República, “primordialmente em torno de dois interesses: a prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF); e a necessidade de ampliação da base do governo em razão do processo do Mensalão, que havia enfraquecido o poder político da cúpula do Poder Executivo federal integrada por membros do PT”.

Esses temas, afirma a PGR, foram negociados por  Temer e Henrique Alves, na qualidade de presidente e líder do PMDB, que concordaram com ingresso do “PMDB da Câmara” na base do governo em troca de cargos chaves, como a presidência de Furnas, a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias na Caixa Econômica, o Ministério da Integração Nacional e a diretoria internacional da Petrobras, entre outros. 

“No dia 30 de novembro de 2006, o Conselho Nacional do PMDB aprovou a integração da legenda, em bloco, a base aliada do governo Lula”, 
lembra Janot.

A PGR afirma que o papel de negociar os cargos junto aos demais membros do núcleo político da organização criminosa, no caso do subnúcleo do “PMDB da Câmara”, era desempenhado por Temer “de forma mais estável, por ter sido ele o grande articulador para a unificação do partido em torno do governo Lula”. 

Depois de definidos os espaços que seriam ocupados pelo grupo dos denunciados, afirma, Temer e Alves, este último líder do PMDB entre 2007 e 2013, eram os responsáveis maiores pela distribuição interna dos cargos, e por essa razão recebiam parcela da propina arrecadada por Moreira Franco, Geddel, Padilha e especialmente Eduardo Cunha.

Ainda de acordo com a PGR, Padilha, Geddel, Alves, Moreira Franco e Loures “têm relação próxima e antiga com Temer, daí porque nunca precisaram se valer de intermediários nas conversas diretas com aquele”. 

“Eram eles que faziam a interface junto aos núcleos administrativo e econômico da organização criminosa a respeito dos assuntos ilícitos de interesse direto de Michel Temer, que, por sua vez, tinha o papel de negociar junto aos demais integrantes do núcleo político da organização criminosa os cargos a serem indicados pelo seu grupo e era o único do grupo que tinha alguma espécie de ascensão sobre todos”, diz.

Transnacional

Janot informa ainda que a organização criminosa tinha atuação internacional, por meio de mecanismos de lavagem de dinheiro, como transferências bancárias internacionais – 
“na maioria das vezes, com o mascaramento em três ou mais níveis para distanciar a origem dos valores” – e a aquisição de instituição financeira com sede no exterior, “com o objetivo de controlar as práticas de compliance e, assim, dificultar o trabalho das autoridades”.

Investigação da PF

Nesta semana, a Polícia Federal entregou à Procuradoria-Geral da República o relatório da investigação sobre o chamado 
“quadrilhão do PMDB da Câmara” mostrando como funciona a estrutura do grupo, incluindo figuras do segundo escalão peemedebista, como Sandro Mabel e Tadeu Filipelli, ex-assessores 
de Temer.

Veja abaixo como seria essa estrutura, segundo a PF.

Michel Temer: segundo a PF, tinha “poder de decisão” no PMDB da Câmara e, em razão disso, recebeu 31,5 milhões de reais em propina dos esquemas de corrupção do grupo. 

Valor se divide entre os 500.000 reais entregues ao ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures por um executivo da JBS, os 10 milhões de reais que a Odebrecht teria pago ao PMDB a pedido de Temer em 2014, 20 milhões de reais referentes ao contrato PAC SMS da diretoria Internacional da Petrobras e 1 milhão de reais que teria sido entregue ao coronel aposentado da Polícia Militar João Baptista Lima Filho, amigo de longa data de Temer.

Eliseu Padilha: apontado pela PF como “longa manus” de Michel Temer na captação de propinas de empresas, teria recebido 4 milhões de reais da Odebrecht. 

O dinheiro seria parte dos 10 milhões de reais destinados pela empreiteira ao grupo político do presidente nas eleições de 2014. 

Os 6 milhões de reais restantes foram empregados na campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo 
em 2014.
Moreira Franco: atuava na cobrança de propinas ao lado de Padilha, conforme a PF.

Enquanto secretário da Aviação Civil do governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), Moreira Franco teria viabilizado repasses de 5 milhões de reais da OAS à campanha de Temer em 2014 e de 4 milhões da Odebrecht, referentes à concessão de aeroportos.

Geddel Vieira Lima: também classificado pela PF como “longa manus” de Temer no recebimento de recursos ilícitos de empreiteiras, teve R$ 51 milhões em dinheiro vivo apreendidos em um apartamento em Salvador. 
Réu em um processo decorrente da Operação Cui Bono?, que investiga corrupção na Caixa Econômica Federal, Geddel está preso em Brasília desde a semana passada.

Eduardo Cunha: conforme a PF, o ex-deputado federal era, ao lado de Temer, líder da organização criminosa do PMDB da Câmara. 

Cunha mantinha indicados em cargos estratégicos à arrecadação de propinas, a exemplo de vice-presidências da Caixa e secretarias do Ministério da Agricultura, e cobrava propina de empresários. 

Já condenado na Lava Jato a 15 anos e 4 meses de prisão, o ex-presidente da Câmara está preso em Curitiba desde setembro de 2016.

Lúcio Funaro: próximo a Cunha, o doleiro intermediava dinheiro sujo ao grupo do PMDB da Câmara. 
Preso em Brasília desde julho do ano passado, Funaro fechou um acordo de delação com a Procuradoria-Geral da República (PGR), na qual afirma que Temer recebeu propina e cobrou doações ilegais para campanhas de aliados. 

O operador também distribuía valores oriundos da corrupção na Caixa. Apenas Geddel Vieira Lima teria recebido cerca de 30 milhões de reais do esquema, segundo Funaro.

Fábio Cleto: atuava ao lado de Cunha e Funaro no esquema de corrupção na Caixa. 
Como vice-presidente de fundos de governo e loterias do banco estatal, Cleto participava das reuniões que decidiam quais empresas receberiam dinheiro do Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS). 

Ele fornecia as informações ao deputado e ao doleiro, que procuravam empresários e cobravam propina em troca da liberação dos investimentos.

Rodrigo Rocha Loures: indicado por Temer como interlocutor junto à JBS, o ex-assessor presidencial e ex-deputado federal foi flagrado pela PF recebendo uma mala com 500.000 reais em dinheiro vivo de um executivo da empresa. 

Rocha Loures foi preso na Operação Patmos e denunciado pela Procuradoria-Geral da República, ao lado de Temer, por corrupção passiva.

José Yunes: amigo de longa data de Temer, o advogado e ex-assessor presidencial recebeu em seu escritório, em São Paulo, parte dos 4 milhões de reais pagos a Eliseu Padilha pela Odebrecht. 

José Yunes diz ter sido “mula” do ministro, que, conforme a versão de Yunes, pediu para que um “documento” pudesse ser entregue no endereço e, depois, fosse retirado por outra pessoa.

Quem deixou o pacote no escritório foi Lúcio Funaro.

Henrique Alves: o ex-presidente da Câmara e ex-ministro está preso desde junho na Operação Manus, que apura corrupção na construção da Arena das Dunas, em Natal. 

Ele é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter dividido com Eduardo Cunha 11,5 milhões de reais em propina referentes à obra. 

Alves também está no banco dos réus ao lado de Cunha em uma ação penal por propinas no 
FI-FGTS.

Antônio Andrade: Lúcio Funaro afirma em sua delação premiada que Andrade, indicado por Temer ao Ministério da Agricultura do governo Dilma, pediu e recebeu 25 milhões de reais para favorecer as empresas do grupo JBS em 2014. 

O vice-governador mineiro também teria dividido com Temer e Cunha um repasse de 7 milhões de reais da empresa, operacionalizado por Funaro.

Tadeu Filippelli: ex-assessor presidencial e ex-vice-governador do Distrito Federal, foi preso na Operação Panatenaico, que investiga um suposto esquema de corrupção que desviou dinheiro da obra do estádio Mané Garrincha, em Brasília.

Sandro Mabel: PF cita suposto favorecimento do ex-deputado federal e ex-assessor presidencial em favor da empreiteira OAS em duas medidas provisórias no Congresso, além de suposto repasse de 10 milhões de reais de Funaro a Mabel, a pedido de Cunha.

Arquivado em: Política


Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF

Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF
João Pedroso de Campos4 horas atrás 14/09/2017
 O presidente Michel Temer, participa do lançamento do Programa Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília – 28/07/2017
 © Reuters O presidente Michel Temer, participa do lançamento do Programa Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília – 28/07/2017

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta quinta-feira o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela segunda vez. 

Temer é acusado dos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência da República), os ex-ministros Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures(PMDB-PR). 

Também foram acusados pelo crime de obstrução de Justiça o empresário Joesley Batista, dono do Grupo J&F, que controla a JBS, e o diretor de relações institucionais da empresa, Ricardo Saud, ambos delatores. Eles tiveram os benefícios da delação premiada suspensos pelo STF.

A denúncia, que tem 245 páginas, é baseada no conteúdos de depoimentos e gravações da delação premiada da JBS, nas revelações do doleiro Lúcio Bolonha Funaro em seu acordo de colaboração e no relatório do inquérito que investiga a existência de uma organização criminosa no chamado 
“PMDB da Câmara”.

No crime de organização criminosa, os peemedebistas são acusados por Janot de uma “miríade de delitos”,

 que teria rendido ao grupo 587.101.098 reais em propina paga por empresas que mantinham contratos com as estatais Petrobras, Furnas e Caixa Econômica Federal, além dos ministérios da Agricultura e da Integração Nacional, da Secretaria de Aviação Civil e a Câmara dos Deputados.

Segundo Janot, o presidente mantinha “alguma espécie de ascensão” sobre todos os outros membros do grupo. 

Enquanto foi presidente do PMDB e vice-presidente da República, conforme a denúncia apresentada ao STF, Temer combinava com Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Henrique Alves e Geddel Vieira Lima a ocupação de cargos na máquina federal e fazia as indicações do grupo aos governos do Partido dos Trabalhadores.

“Michel Temer dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização. 

O núcleo empresarial agia nesse pressuposto, de que poderia contar com a discrição e, principalmente, a orientação de Michel Temer”, afirma o procurador-geral da República, que ressalta a influência de Cunha e Alves, ex-presidentes da Câmara, assim como Temer,  junto a ele.

Janot entende que o “escudo” de peemedebistas em torno do presidente “fica claro” na relação dos demais denunciados com o empresariado da construção civil, “grande responsável pela produção de caixa dois de campanha e pelos pagamentos de propina a políticos e outros funcionários públicos”. 

O “PMDB da Câmara” teria recebido doações eleitorais referentes a acertos de propina das empreiteiras Odebrecht e OAS.

Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a chegada de Michel Temer ao Palácio do Planalto, em maio de 2016, sustenta a PGR, a suposta organização criminosa do PMDB da Câmara
 “continuou com suas atividades criminosas” e, uma vez que seu líder se tornou presidente da República, assumiu o protagonismo das negociatas que renderiam propina. 

Como exemplo, a PGR cita as conversas entre Michel Temer e Joesley Batista no Palácio do Jaburu, gravadas pelo empresário, e a indicação de Rodrigo Rocha Loures por Temer como interlocutor de Joesley no governo para resolver as demandas de suas empresas. 

O ex-assessor presidencial foi flagrado pela Polícia Federal recebendo uma mala com 500.000 reais do executivo Ricardo Saud em São Paulo.

Obstrução de Justiça

A partir das delações premiadas de Lúcio Bolonha Funaro e Joesley Batista, Rodrigo Janot relata na denúncia contra o empresário, Michel Temer e os integrantes do PMDB da Câmara como teriam se dado tentativas do grupo e da JBS de obstruir as investigações.

Diante do avanço das investigações da Lava Jato sobre Funaro e Joesley, os dois teriam firmado um acordo em que o empresário pagaria 100 milhões de reais ao doleiro para que ele não aderisse à delação premiada. 

O dinheiro seria repassado a Funaro em mensalidades de 600.000 reais ou 400.000 reais e deveria continuar sendo honrada mesmo que ele fosse preso. E assim foi. 

Detido em julho de 2016 pela Operação Sépsis, o operador recebia os valores por meio de seus irmãos Roberta e Dante Funaro. 

A irmã do doleiro teria recebido de Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da JBS, 2,8 milhões de reais, enquanto os repasses a Dante teriam totalizado 1,8 milhão de reais.

Conforme a acusação apresentada por Janot ao Supremo Tribunal Federal, o ânimo de Lúcio Funaro em aderir a um acordo de colaboração  com a Procuradoria-Geral da República era monitorado tanto por Joesley Batista – Roberta Funaro chegou a fazer chegar a ele um recado dentro de uma caneta – quanto por peemedebistas próximos a Temer, como Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima.

Foi neste contexto que, sustenta a PGR, Joesley Batista procurou assessores de Temer para viabilizar um encontro com o peemedebista. 

A conversa entre ambos, intermediada por Rodrigo Rocha Loures, aconteceu na noite do dia 17 de março, no Palácio do Jaburu, e foi gravada pelo empresário. 

No diálogo ele contou a Temer que vinha fazendo pagamentos mensais a Funaro e a Eduardo Cunha, preso em Curitiba desde outubro de 2016, para garantir o silêncio deles. “Tem que manter isso aí, viu?”, foi a resposta do presidente.

“Michel Temer instiga-o a continuar os pagamentos, ao afirmar, com ênfase e vontade livre e consciente, que ‘precisa manter 
isso, viu?”, 
estimulando-o, assim, a dar continuidade ao pagamento de vantagem, com o escopo de evitar que as investigações em face do grupo politico de Michel Temer, que apoiava a própria JBS, bem como do próprio Joesley Batista, avançassem”, 

diz Rodrigo Janot sobre a conversa entre Joesley e Temer, que se deu em uma sala no subsolo da residência oficial do presidente e não constou da agenda oficial do peemedebista.

Veja aqui e aquia íntegra da denúncia.

Arquivado em: Política


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

É ARROCHO! PF Encontra Indícios De Que Temer E PMDB Formam Organização Criminosa

É ARROCHO! PF Encontra Indícios De Que Temer E PMDB Formam Organização Criminosa
 
BRASÍLIA, DF, 29.05.2017: TEMER-DF - O presidente Michel Temer se reúne com presidentes das operadoras aeroportuárias vencedoras do leilão de concessão dos aeroportos de Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

A Polícia Federal concluiu nesta segunda-feira (11) um inquérito instaurado sobre integrantes do PMDB e considerou que há indícios de crimes cometidos pelo presidente Michel Temer e outros integrantes do partido.

Também foram implicados no relatório os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e os ex-deputados Eduardo Cunha, Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves -os três últimos estão presos em decorrência de diferentes investigações da PF.

O alvo do inquérito é o grupo conhecido como PMDB da Câmara.

Para a Polícia Federal, os integrantes da cúpula do partido se organizaram como o objetivo de obter “vantagens indevidas” na administração pública direta e indireta. 

Entre os crimes atribuídos ao grupo estão corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, evasão de divisas.

A Procuradoria-Geral da República deve apresentar nova denúncia contra Temer ainda nesta semana, que é a última de Rodrigo Janot à frente da instituição.

Em junho, Temer foi denunciado pela primeira vez por Janot, sob acusação de corrupção envolvendo a JBS, mas a Câmara dos Deputados decidiu suspender o trâmite no dia 2 de agosto.

Na semana passada, a Procuradoria-Geral denunciou o grupo conhecido como PMDB do Senado, que inclui Romero Jucá, Renan Calheiros e Jader Barbalho, entre outros.

OUTRO LADO

Temer, por meio de sua assessoria, disse que não participa nem participou de nenhuma quadrilha, como foi divulgado, nem integra qualquer “estrutura com o objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagens indevidas em órgãos da administração pública”.

“O presidente Temer lamenta que insinuações descabidas, com intuito de tentar denegrir a honra e a imagem pública, sejam vazadas à imprensa antes da devida apreciação pela Justiça.”

Eliseu Padilha informou, também via assessoria, que só irá se pronunciar quando e “se houver acusação formal contra ele que mereça resposta”. 

Com informações da Folhapress.



POLÍCIA FEDERAL: Temer Recebeu R$ 31,5 Milhões De ‘Vantagens’ No ‘Quadrilhão’

POLÍCIA FEDERAL: Temer Recebeu R$ 31,5 Milhões De ‘Vantagens’ No ‘Quadrilhão’
 

Presidente Michel Temer recebeu R$ 31,5 milhões em benesses por participar de organização criminosa junto a políticos do PMDB que atuaram em negócios da Petrobras, informa relatório conclusivo da Polícia Federal.

De acordo com informações do jornal Estado de S. Paulo, a PF aponta que o presidente recebeu R$500 mil por meio do ex-assessor Rodrigo Rocha Loures, R$ 10 milhões da Odebrecht, R$ 20 milhões do contrato PAC SMS da diretoria de Internacional da Petrobras e R$ 1 milhão entregue ao coronel João Baptista Lima Filho, amigo próximo do peemedebista.

Foram indicados pela PF como nomes que participaram da organização criminosa, pela ramificação do PMDB da Câmara: 

O presidente Michel Temer, os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves; o ex-ministro Geddel Vieira Lima; e os ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha.


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

TEMER E CUNHA COMPRARAM VOTOS DE DEPUTADOS NO GOLPE DE 2016, DIZ FUNARO

TEMER E CUNHA COMPRARAM VOTOS DE DEPUTADOS NO GOLPE DE 2016, DIZ FUNARO

 

O golpe de 2016, contra a presidente Dilma Rousseff e contra a própria democracia brasileira, foi comprado; quem afirma é o corretor Lúcio Funaro, que disponibilizou os recursos para a operação; segundo revela em sua delação premiada, Funaro diz que Eduardo Cunha e Michel Temer se falavam diariamente às vésperas do impeachment; num belo dia, Cunha pediu dinheiro para comprar os votos necessários e Funaro viabilizou a operação; ação que pede a anulação do golpe está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, indicado por Temer para o Supremo Tribunal Federal

8 DE SETEMBRO DE 2017 ÀS 08:24

247 – O aspecto mais relevante da delação premiada do corretor Lúcio Funaro não é a revelação de esquemas de corrupção na Caixa Econômica Federal, no FI-FGTS e em outros feudos ocupados pelo PMDB e pela turma de Michel Temer. 

Trata-se do roubo da própria presidência da República, com a compra de votos no impeachment fraudulento aceito por Eduardo Cunha.

O golpe de 2016, contra a presidente Dilma Rousseff e contra a própria democracia brasileira, foi literalmente comprado, diz Funaro, que disponibilizou os recursos para a operação.

Segundo revela em sua delação premiada, obtida pelo jornalista Robson Bonin, da revista Veja, Funaro diz que Eduardo Cunha e Michel Temer se falavam diariamente às vésperas do impeachment.

Num belo dia, Cunha pediu dinheiro para comprar os votos necessários e Funaro viabilizou a operação, liberando o dinheiro para a compra dos deputados da bancada de Cunha.

Atualmente, a ação que pede a anulação do golpe está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, indicado por Temer para o Supremo Tribunal Federal.


sábado, 24 de junho de 2017

Temer ficou menor

Temer ficou menor
Com as novas acusações, desta vez da PF e do doleiro do PMDB, o presidente está diminuído — e, no começo da crise, por pouco não renunciou ao cargo
Por Robson Bonin, Thiago Bronzatto
access_time23 jun 2017, 21h25 - Publicado em 23 jun 2017, 20h55
 

Montagem de Anderson Marçal e Douglas Bressar com fotos de Cristiano Mariz/VEJA)

Desde que seu governo foi atingido na testa pela delação do empresário Joesley Batista, o “bandido notório”, o presidente Michel Temer nunca viveu uma semana tão desastrada. 

A Polícia Federal, encerrando uma etapa das investigações da delação, concluiu que existem evidências “com vigor” mostrando que Temer praticou ato de corrupção. 

Além desse petardo, o operador Lúcio Funaro, conhecido como doleiro do PMDB, começou a abrir o bico, como adiantou VEJA na semana passada. 

Entre outras acusações, disse que o partido mantinha uma quadrilha para abocanhar verbas da Caixa Econômica Federal — e Temer era quem fazia a distribuição dos recursos surrupiados. 

Com tudo isso, o presidente Temer, mesmo no exterior, encerrou a semana menor do que começou. 

Com denúncias e acusações surgindo em ritmo quase diário, Temer é hoje um presidente moralmente acossado, politicamente fragilizado e administrativamente atordoado, pois seu governo despende mais energia com a polícia do que com a política. 

Está se apequenando institucionalmente, obrigado a se explicar a todo instante, instado a bater boca com quem chama de “bandido notório” e testemunhando a agonia de amigos. 

E sua situação tende a piorar ainda mais.



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sexta-feira, 2 de junho de 2017

Renan pede a Moro para não prestar depoimento


Renan pede a Moro para não prestar depoimento
Documento foi enviado a Curitiba nesta sexta (2)
Por Ernesto Neves
Access_time2 jun 2017, 19h16 - Publicado em 2 jun 2017, 18h38
 
Renan: ele não quer depor (reprodução/Reprodução)

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) enviou ao juiz Sergio Moro nesta sexta (2) um pedido para que não precise depor como testemunha de defesa de Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz. 

Os dois são apontados como operadores financeiros do PMDB.

Na justificativa enviada pelo advogado de defesa, Calheiros pede para ser dispensado do processo da 13ª Vara de Curitiba, que julga ações da primeira instância. 

Isso porque já é investigado pelos mesmos fatos no Supremo Tribunal Federal. 

A ação investiga esquemas de corrupção entre o PMDB e a Petrobras que teriam resultado em desvios superiores a R$ 240 milhões.  

Renan Calheiros afirma ainda que não conhece Jorge e Bruno Luz.




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terça-feira, 30 de maio de 2017

“EU NÃO FAÇO NADA DE ERRADO, EU SÓ TRAFICO DROGA”, DIZ PERRELLA A AÉCIO

“EU NÃO FAÇO NADA DE ERRADO, EU SÓ TRAFICO DROGA”, DIZ PERRELLA A AÉCIO

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Um novo trecho da gravação de uma conversa entre os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG) foi divulgado; Aécio telefonou a Perrella no dia 13 de abril para cobrir fidelidade do aliado e reclamar de declarações em uma entrevista; Perrella justificou suas falas com o caso do Helicoca:  “Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma; e completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”; Aécio ri; confira o áudio e a transcrição publicados pelo Jornalistas Livres

30 DE MAIO DE 2017 ÀS 05:21 

No dia 13 de abril, a Polícia Federal interceptou uma conversa telefônica entre o senador Aécio Neves, do PSDB, e o colega Zezé Perrella, do PMDB.

No diálogo, Aécio cobra fidelidade de Perrella e lhe dá uma dura pelo fato de o aliado ter dado uma entrevista à rádio Itatiaia de Minas Gerais se gabando de não estar na lista de Janot e no “mar de lama” do Brasil.

“Acho que não preciso provar o quanto sou seu amigo na vida, né, cara. 

Então vou te falar como amigo, com a liberdade de amigo. 

Poucas vezes vi uma declaração tão escrota, Zezé, como essa que você deu na rádio Itatiaia”, diz Aécio.

Uma versão editada foi divulgada no DCM. 

Agora o jornal Hoje em Dia colocou no ar a gravação na íntegra. Você pode conferir abaixo.

Perrella cita o caso do Helicoca. 

“Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma.

E completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”.
Aécio ri.

                VEJA O VÍDEO



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Joesley Batista ameaça entregar “plano” do impeachment

Joesley Batista ameaça entregar “plano” do impeachment
O empresário está sob forte tensão nos Estados Unidos da América
Por Equipe Juntos Pelo Brasilhá 13 horas 30/05/2017

O empresário Joesley Batista foi morar nos Estados Unidos da América com a sua esposa Ticiana Villas Boas após implodir a República brasileira. 

A delação de Joesley, entregue aos procuradores da PGR e ao STF, contou com o envolvimento do presidente Michel Temer e mais 1980 políticos.

Joesley foi autorizado pela Justiça a deixar o Brasil imediatamente após a publicação do conteúdo de sua delação.

Nos Estados Unidos onde concentra 80% de toda produção da JBS, Joesley não tem encontrado paz conforme revela uma fonte ligada ao meio empresarial e político.

O empresário tem sido hostilizado em locais onde a presença de brasileiros é constante e a sua esposa não tem mantido a mesma tranquilidade.

Privilégios sob ameaça

O acordo de delação formalizado entre os donos da JBS, seus executivos e a Justiça brasileira está sob forte suspeita de ter alguns benefícios anulados. 

Caso isso ocorra Joesley Batista, que é quem mais aparece nas gravações, deverá ser obrigado a regressar ao Brasil.

Pressão para delatar mais detalhes

A pressão sobre Joesley Batista para que seu acordo e de seus executivos seja anulado e revisto coloca mais uma ingrediente perigoso na política brasileira.

No áudio da delação de Joesley ele deixou claro que atuou em várias frentes partidárias na política nacional, inclusive no período mais crítico do país quando teve o afastamento de Dilma Rousseff mediante aprovação do impeachment.

Fontes próximas ao empresário afirmam que ele está bastante tenso e se caso for necessário deverá regressar ao Brasil para contar detalhes sobre a articulação que aconteceu para viabilizar a votação do impeachment.

Aliança pelo poder

A cena que remete Joesley ao porão do Palácio do Jaburu em um encontro as escuras com o presidente Michel Temer revela uma estreita ligação entre o empresário e o Chefe do Executivo. 

O interesse de Temer nas declarações e ações de Joesley demonstram que o PMDB agiu com a JBS para manutenção do partido no governo.

A troca de favores entre Temer e Joesley pode ter sido a mesma que articulou a votação do processo de impeachment.

Outro agente político envolvido nessa trama é o senador Aécio Neves que representa o PSDB outro partido interessado na condução da República.

Se Joesley Batista contar tudo sobre os acordos referente a votação do impeachment será muito difícil que o país resista mais um grande escândalo.

(com informações de AE)


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segunda-feira, 29 de maio de 2017

URGENTE: Fachin abre inquérito, atende Dilma e o STF pode anular impeachment

 URGENTE: Fachin abre inquérito, atende Dilma e o STF pode anular impeachment
O ministro entendeu que o PMDB articulou para frear a Lava Jato
Por Equipe Juntos Pelo Brasil  há 6 horas 29/05/2017

 

O ministro Luiz Fachin, do Supremo Tribunal Federal, determinou nesta segunda-feira (29)a abertura de inquérito para investigar os senadores Romero Jucá, José Sarney, Renan Calheiros e Sergio Machado, todos do PMDB, por crime de obstrução à Lava Jato, em razão dos diálogos em que eles defendiam a necessidade de derrubar a presidente Dilma Rousseff (PT), promover a troca no comando da Nação com o objetivo de “estancar a sangria e parar essa porra’ da Lava Jato” (termo utilizados pelos senadores durante a conversa).

Fachin acolheu os argumentos do procurador-geral Rodrigo Janot, para quem a ‘saída Michel’ foi uma forma de obstruir a Lava Jato.

Anulação de todo o processo.

Diante disso, o STF pode anular o impeachment e devolver o cargo de presidente a petista Dilma Rousseff.

Diante as circunstâncias que o Brasil atravessa isso seria uma espécie de revanche e o fim do PMDB.




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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Investigado por corrupção, Temer põe Exército nas ruas por uma semana

Investigado por corrupção, Temer põe Exército nas ruas por uma semana
24/05/2017 - [16:41] – Política

Investigado pelo Ministério Público Federal por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Michel Temer assinou decreto em que coloca tropas federais nas ruas do Distrito Federal por uma semana; decisão praticamente coloca o Brasil em estado de sítio, no momento em que mais de 85% dos brasileiros desejam a saída de Temer e eleições diretas para presidente; nesta quarta-feira 24, Brasília entrou em chamas com os protestos contra as reformas de um governo ilegítimo, que chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar; decreto já está publicado no Diário Oficial

 Brasília 247 – Investigado pelo Ministério Público Federal por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial, Michel Temer assinou decreto em que coloca tropas federais nas ruas do Distrito Federal por uma semana.

A informação foi dada pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, em coletiva de imprensa durante confusão em Brasília após repressão da Polícia Militar contra manifestantes que protestavam contra as reformas do governo, pela saída de Temer e por eleições diretas.

"O senhor presidente da República decretou, por solicitação do presidente da Câmara, uma ação de garantia da lei e da ordem", anunciou Jungmann, que disse que Temer não irá aceitar baderna.

 "O senhor presidente da República faz questão de ressaltar que é inaceitável baderna, inaceitável o descontrole e que ele não permitirá que atos como esse venham a turbar o processo que se desenvolve de foram democrática e com respeito às instituições", afirmou.

"Atendendo à solicitação do senhor presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, mas também levando em conta fundamentalmente uma manifestação que estava prevista como pacífica. 

Ela degringolou à violência, vandalismo, desrespeito, agressão ao patrimônio público e na ameaça às pessoas, muitas delas servidores que se encontram aterrorizados", acrescentou o ministro, em seu pronunciamento.

A decisão praticamente coloca o Brasil em estado de sítio, no momento em que mais de 85% dos brasileiros desejam a saída de Temer e eleições diretas para presidente. 

Brasília entrou em chamas com os protestos contra as reformas de um governo ilegítimo, que chegou ao poder por meio de um golpe parlamentar.

 



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