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terça-feira, 5 de junho de 2018

Bretas Não Consegue Esconder “Emoção” Ao Falar Com Lula E Fica “Ofegante” Em Audiência; ENTENDA!


Bretas Não Consegue Esconder “Emoção” Ao Falar Com Lula E Fica “Ofegante” Em Audiência; ENTENDA!

Por Redação Click Política Última Atualização 5 jun, 2018


Um fato que chamou a atenção durante audiência onde o ex-presidente Lula (PT) foi ouvido como testemunha de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro.

Ficou explícita a emoção do juiz Marcelo Bretas, que mostrou 
“ofegância” ao conversar pela a primeira com o ex-presidente da República.

Lula com sua irreverência fez todos rirem durante a audiência e respondeu indagações que versavam sobre as Olímpiadas no estado carioca.

Ao final, Bretas fez questão de dizer que durante sua juventude foi um fiel eleitor do líder petista.

Lula o convidou a ser novamente. Bretas ficou se jeito.

CLICK POLÍTICA




VEJA O VÍDEO 

Lula presta depoimento e juiz Bretas conta que já foi a comício do presidente
Publicado em 5 de jun de 2018

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terça-feira, 31 de outubro de 2017

PERSEGUIDOR DE LULA! Buscando Se Tornar Senador, Dallagnol Ataca Gilmar E Se Solidariza Com Bretas

PERSEGUIDOR DE LULA! Buscando Se Tornar Senador, Dallagnol Ataca Gilmar E Se Solidariza Com Bretas
 

A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes de suspender a transferência do ex-governador do Rio Sérgio Cabral para um presídio federal no Mato Grosso do Sul foi duramente criticada pela procurador Deltan Dallagnol.

Ao comentar a notícia em sua página no Twitter, Dallagnol disse que Gilmar “desmoraliza a Justiça”. “Quando a Justiça desmoraliza a justiça. 

Minha solidariedade a Bretas, que corajosamente tem enfrentado corruptos poderosos”, afirmou o procurador.

Gilmar argumenta na decisão que a atividade profissional da família de Bretas havia sido divulgada pelo próprio juiz em uma reportagem publicada um mês antes da audiência na qual Cabral demonstrou conhecimento sobre ela, motivo pelo qual não se poderia inferir que o ex-governador estaria recebendo informações indevidas dentro da prisão.

“O fato de o preso demonstrar conhecimento de uma informação espontaneamente levada a público pela família do magistrado não representa ameaça, ainda que velada”, 
disse o ministro do STF, que acrescentou não ver risco à segurança pública com a permanência de Cabral no Rio.

O ex-governador Sérgio Cabral está preso preventivamente desde novembro do ano passado em uma penitenciária no Rio de Janeiro, em decorrência da Operação Calicute.

Na semana passada, o juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal, responsável pelo caso, determinou a transferência dele para o sistema penitenciário federal, depois que, em depoimento, Cabral demonstrou ter informações sobre a família do juiz. 

O ex-governador disse saber que a família de Bretas tem negócios com bijuterias e seria a empresa mais importante do ramo no estado.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


sábado, 28 de outubro de 2017

Filho De Cabral Critica Transferência Do Ex-Governador Para O MS E Diz Que Medida De Bretas É Abusiva; SAIBA!

Filho De Cabral Critica Transferência Do Ex-Governador Para O MS E Diz Que Medida De Bretas É Abusiva; SAIBA!
 

Filho do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, o deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB) criticou duramente a determinação do juiz Marcelo Bretas de transferir seu pai da Cadeia Pública José Frederico Marques, no Rio de Janeiro, para um presídio federal em Mato Grosso do Sul.

“Uma decisão sem jurisprudência no nosso ordenamento jurídico, ilegal e absurda. 

Eu tenho a convicção de que os tribunais superiores, de forma independente e imparcial, vão revogar essa decisão”, o parlamentar disse ao jornal O Estado de S. Paulo, acrescentando que sua família ficará numa situação muito delicada caso a decisão não seja revogada.

“Fica péssima, não faço a menor ideia, eu não quero nem pensar nisso porque não aguentaremos.

 Nós vemos a imagem do nosso pai preso 
todo dia na TV. 

A cada hora é uma notícia nova, isso há um ano.

 Acredito que essa ilegalidade e arbitrariedade não vão acontecer. 
Eu imploro que os tribunais superiores façam Justiça.”


segunda-feira, 1 de maio de 2017

BOMBA: Empreiteira OAS pretende delatar dois ministros do Superior Tribunal de Justiça

BOMBA: Empreiteira OAS pretende delatar dois ministros do Superior Tribunal de Justiça
Por: Folha de São Paulo
Fonte: BELA MEGALE
01/05/2017 - 18:50
 Da esquerda para direita, os ministros do STJ Humberto Martins e Benedito Gonçalves
Da esquerda para direita, os ministros do STJ Humberto Martins e Benedito 
Gonçalves Foto de Raquel Cunha/Lula Marques/Folhapress

Os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Humberto Martins, atual vice-presidente da corte, e Benedito Gonçalves foram citados nas negociações de delação premiada da OAS com procuradores da Lava Jato.

Pessoas ligadas às tratativas relataram à Folha que eles são apontados como beneficiários de recursos por atuação no tribunal favorecendo a empreiteira.

No caso de Martins, os executivos afirmam que o dinheiro foi repassado por meio de seu filho Eduardo Filipe, que também teria se beneficiado. Advogado, ele tem escritório em Brasília e atua em causas junto ao STJ.

Já Gonçalves apareceu em um relatório da Polícia Federal devido à proximidade com Léo Pinheiro, sócio da OAS preso em Curitiba e que tenta firmar acordo de delação.

Segundo envolvidos nas conversas com procuradores em Brasília e de Curitiba, o número de delatores ligados à empreiteira pode chegar a 50, marca próxima à da Odebrecht, que firmou 77 acordos de delação com a Justiça.

Se a negociação prosperar, a OAS será a primeira empresa a abrir uma frente de investigação com foco no Judiciário, tema que há tempos é de interesse dos procuradores.

A Lava Jato interceptou troca de mensagens do celular de Léo Pinheiro em 2014 em que ele pergunta ao ministro Benedito Gonçalves se iria ao aniversário do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli. Na conversa, também marcaram encontro no Rio de Janeiro.

O relatório de análise das mensagens feito pela PF diz que "Léo Pinheiro mantinha contatos frequentes com o ministro Benedito Gonçalves, a ponto de o mesmo solicitar atendimento para seu filho, tendo Léo Pinheiro escalado para tal tarefa o advogado da OAS, Bruno Brasil".

Após as revelações, a relação entre os dois se tornou alvo de uma investigação sigilosa no CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

A OAS promete delatar também a ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo, que está em prisão domiciliar.

Os fatos narrados se relacionam à atuação dela, que é advogada, junto ao Judiciário para favorecer a empreiteira. Ancelmo é mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que está preso em Bangu.

Segundo a reportagem apurou, Pinheiro deve esclarecer temas ligados a Benedito Gonçalves e os demais assuntos estão sendo abordados por outros potenciais delatores.

Além de Pinheiro, César Mata Pires Filho e Antonio Carlos Mata Pires, filhos do patriarca da empreiteira César Mata Pires, também negociam acordo de delação.

Há pelo menos cinco escritórios de advocacia atuando na defesa e na negociação de delação dos acionistas, executivos e ex-executivos da OAS.

Nas tratativas com a Procuradoria, a Odebrecht travou uma queda de braço para não entrar no campo do Judiciário e, por ora, conseguiu blindar o assunto. No entanto, os procuradores acreditam que as revelações da OAS abrirão espaço para que novos questionamentos sejam dirigidos à Odebrecht.

Há alguns meses a OAS retomou a negociação de seu acordo de delação com a Lava Jato. As conversas tinham sido suspensas em agosto de 2016 após vazamento de informações ligadas a obras na casa do ministro do STF Dias Toffoli, em que não foram identificadas irregularidades.

Em depoimento a Sergio Moro, Pinheiro disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a ele que destruísse provas que poderiam incriminar o petista na Lava Jato. Relatou que a OAS reformou um tríplex em Guarujá (SP) que seria destinado a Lula, que nega as acusações.

Na última quarta (26), a Folha informou que o herdeiro da OAS Antonio Carlos Mata Pires pretende relatar aos procuradores da Lava Jato histórias envolvendo pagamento de propina a integrantes do Fundec(Fundo de Pensão dos Funcionários da Caixa Econômica Federal).

OUTRO LADO
O ministro e vice-presidente do STJ Humberto Martins disse, por meio da assessoria de imprensa do tribunal, que "não tem relacionamento pessoal ou profissional com funcionários da OAS".

A nota afirma que "o ministro já se declarou impedido de julgar os processos em que parentes de até terceiro grau atuem como advogados das partes, de acordo com o estabelecido pela lei".

A assessoria do STJ informou que o ministro Benedito Gonçalves não foi localizado para comentar o assunto. A Folha voltou a procurar a corte no domingo para informar sobre a publicação da reportagem, mas a assessoria disse que não o localizou.

A assessoria do advogado Eduardo Filipe Martins, filho do vice-presidente do STJ, disse que ele "nunca advogou para a OAS nem mantém relacionamento pessoal com funcionários desta empresa".

A defesa da ex-primeira-dama do Rio Adriana Anselmo não quis se pronunciar.

Os advogados da OAS também não se pronunciaram sobre os fatos citados. 




sexta-feira, 31 de março de 2017

Cabral delata juízes, desembargadores e membros do MP. Total: 97!

Cabral delata juízes, desembargadores e membros do MP. Total: 97!
A Lista de Janot vem causando movimentos sísmicos na política? Pois esperem para ver a “Lista de Cabral”!!! A terra pode tremer de verdade
Por Reinaldo Azevedo
Access_time31 mar 2017, 16h14 - 
Atualizado em 31 mar 2017, 17h41
 

Segundo quem está por dentro do assunto e não costuma errar, neste exato momento, Sérgio Cabral, ex-governador do Rio, está fazendo o primeiro depoimento de sua delação premiada.

A julgar pelo procedimento adotado pela moral profunda da Lava Jato, o prêmio de Cabral será gigantesco, né?, já que o Paradigma Sérgio Machado prova que, quanto mais bandido, mais benefícios se recebem.

Conhecem aquela piada do tenor que, coitado, arrancava as últimas reservas de ar de pulmões já cansados, sob uma intensa vaia da plateia?

O homem se cansou da humilhação e dos tomates e disse, no palco do Scala de Milão: “Aspetta il baritono!!!”. 

Em tradução livre: “Ah, tão me achando ruim, né? Esperem o barítono”.

A Lista de Janot vem causando movimentos sísmicos desagradáveis na política? Pois esperem para ver a “Lista de Cabral”!!! A terra pode tremer de verdade. 
Escombros à vista!

Quem tem acesso à coisa assegura que ele inclui 97 nomes — 97!!! — de juízes, desembargadores e membros do Ministério Público.

A coisa vai ser feiaComo já resta claro a esta altura, existiu o petrolão, sob o comando de uma verdadeira organização criminosa, com a sua devida hierarquia, e havia o “esquema do Rio”. Ali, Cabral conseguiu, vamos dizer, a sua independência. 

Ele chefiava uma espécie de enclave dentro do esquema geral.




quinta-feira, 30 de março de 2017

CABRAL QUER DELATAR JUÍZES E PROCURADORES

CABRAL QUER DELATAR JUÍZES E PROCURADORES

 Fernando Frazão/Agência Brasil

O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro, está negociando um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República; Caso o acordo seja fechado, a delação deve atingir o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual, além de políticos e afundar ainda mais o já conturbado cenário político do Rio de Janeiro e do Brasil

30 DE MARÇO DE 2017 ÀS 07:09 

247 - Preso em Bangu 8 desde novembro, o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) está em processo de negociação de um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. 

Caso o acordo seja fechado, a delação deve atingir o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual, além de políticos.
As informações são de reportagem do Valor.

"Réu em seis ações penais decorrentes da Operação Lava-Jato, o ex-governador é acusado de corrupção passiva e lavagem de dinheiro e de ser o líder de uma organização criminosa. 

As conversas estão na fase de elaboração de anexos, nos quais o candidato a delator apresenta os fatos que está disposto a revelar. Seu depoimento precisa, depois, ser avaliado pelo Ministério Público, que decide se aceita ou não a delação.

Os desdobramentos dos escândalos apurados pela Lava-Jato no Rio têm gerado uma verdadeira corrida de políticos e empresários para tentar fechar acordos de delação e se livrar da prisão. 

Um dos empresários que tentam negociar um acordo é Fernando Cavendish, dono da construtora Delta Engenharia e amigo de Sérgio Cabral. Hudson Braga, ex-secretário de Obras de Cabral, também tenta obter um acordo.

Ontem, a Polícia Federal deflagrou a Operação Quinto de Ouro, baseada na delação de Jonas Lopes, ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ). Foram presos, em caráter preventivo, quatro dos sete conselheiros, além do presidente do tribunal, Aloysio Neves Guedes. 

Lopes foi alvo de condução coercitiva em dezembro e, por isso, decidiu negociar sua delação."



Adriana Ancelmo deixa presídio de Bangu para cumprir prisão domiciliar

Adriana Ancelmo deixa presídio de Bangu para cumprir prisão domiciliar
29/03 às 18h43 - Atualizada em 29/03 às 20h04

 Ex-primeira-dama é acusada, junto com o marido, de corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Ex-primeira-dama é acusada, junto com o marido, de corrupção 
passiva e lavagem de dinheiro


A ex-primeira-dama Adriana Ancelmo deixou na noite desta quarta-feira (29) a ala feminina de Bangu 8, no Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, rumo ao seu apartamento no Leblon, na Zona Sul da capital, após ter a prisão preventiva em regime fechado convertida em prisão domiciliar pela Justiça. 

A mulher de Sérgio Cabral foi levada em um carro da Polícia Federal.

Ao chegar na entrada de seu prédio, dentro do carro da PF, por volta das 20h, Adriana era aguardada por cerca de 100 manifestantes que gritavam palavras como "Ladra!" e frases hostis como "Volta pra Bangu!".

Desde que a ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu, na última sexta-feira (24), a prisão domiciliar da advogada, manifestantes fazem protestos e vigília na portaria do prédio onde Adriana e Sérgio Cabral vivem. Cartazes com dizeres como "Direito iguais para as detentas pobres" foram colados nas proximidades. 

A mulher do ex-governador recebeu autorização da Justiça para cumprir prisão domiciliar, com a condição de não ter acesso a telefones celulares, telefones fixos e internet.

Adriana tinha recebido o benefício da prisão domiciliar no dia 17 de março, mas ele foi revogado pelo Ministério Público Federal. 

A defesa de Adriana alega que os dois filhos menores, de 11 e 14 anos, não podem ficar sem pelo menos um dos pais. 

O desembargador do MPF entendeu que o benefício não poderia ser estendido somente a Adriana Ancelmo, já que outras mães que enfrentam a mesma situação não tiveram mesmo benefício. Os advogados recorreram ao STJ, que permitiu a saída de Adriana de Bangu.

Ancelmo e Cabral foram presos no final do ano passado na Operação Calicute e são acusados de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O ex-governador já tem centenas de processos abertos pelo Ministério Público e continua preso em Bangu.



domingo, 19 de março de 2017

Dinheiro recuperado de esquema de Cabral pagará 13.º de 142 mil aposentados no Rio

Dinheiro recuperado de esquema de Cabral pagará 13.º de 142 mil aposentados no Rio
Estadão  Mariana Sallowicz23 horas atrás 18/03/2017
 Cabral: o ex-governador do Rio é conduzido pela PF para fazer exame no IML após ser preso
© Wilton Júnior|Estadão o ex-governador do Rio é conduzido pela PF para fazer exame no IML após ser preso

RIO - Com mais de três meses de atraso, 142 mil aposentados e pensionistas do Estado do Rio devem receber o 13.º salário de 2016 na próxima terça-feira, 21. No mesmo dia, ocorrerá um ato simbólico de combate à corrupção na Justiça Federal. Os pagamentos serão feitos com os cerca de R$ 250 milhões recuperados pela força-tarefa do Rio do esquema que seria chefiado pelo ex-governador Sérgio Cabral (PMDB). Outros R$ 20 milhões ficarão reservados.

O desembolso será destinado aos inativos do Poder Executivo que recebem até R$ 3,2 mil, considerados os mais atingidos pela grave crise financeira que atinge o Estado. 

Os demais 106 mil aposentados e pensionistas, que ganham mais, não entrarão no acerto. A folha de pagamento do 13.º salário dos inativos é de R$ 1,3 bilhão.

“Será  uma  antecipação  de  reparação  futura, mas o Estado se comprometerá a devolver o dinheiro caso ao fim do processo se conclua que o valor já pago foi excessivo”, disse uma fonte próxima das negociações.

A destinação para os inativos do dinheiro de corrupção resgatado na Operação Eficiência – desdobramento da Calicute, que prendeu Cabral em novembro – foi uma das exigências feitas pelos procuradores do Ministério Público Federal (MPF) e pela Justiça Federal para a liberação antes do fim do processo.

As negociações foram feitas entre a Procuradoria-Geral do Estado e o MPF, com a interveniência da 7.ª Vara Federal Criminal do Rio, que tem como titular o juiz Marcelo Bretas. O magistrado deu aval à operação.

União. Além do Rio, a União também foi prejudicada pelo esquema de corrupção. Esse foi um dos motivos para que não se entregasse neste momento os R$ 270 milhões devolvidos pelos irmãos Marcelo e Renato Chebar, operadores de Cabral que fecharam acordos de delação. A ideia foi reservar os outros R$ 20 milhões.

Ao fim do processo, a Justiça vai definir em quanto o Estado e a União devem ser reparados. Além dos R$ 270 milhões, outros recursos estão sendo recuperados.

O esquema de Cabral cobrava propina em obras públicas como a construção do Arco Metropolitano, o PAC das Favelas e a reforma do Maracanã, feitas com recursos federal e estadual. 

Na época, o hoje governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) era vice-governador e secretário de Obras de Cabral. Não há, contudo, até agora, nada nas investigações do Rio que o comprometa, reconhecem procuradores.

O bem-estar dos aposentados foi uma das principais bandeiras eleitorais de Cabral quando iniciou a carreira política, no início dos anos 1990. Na época, ele se dizia “defensor da terceira idade”.

Cerimônia. O MPF e a PGE estão trabalhando para que o pagamento saia na terça-feira mas, “por questões operacionais”, pode ocorrer uma variação na data. A intenção é fazer o acerto no mesmo dia da cerimônia de repatriação dos valores ao governo fluminense, que será realizada pelo Tribunal Regional Federal da 2.ª Região (TRF2).

Autoridades participarão do evento, que também está sendo chamado de um ato simbólico de combate à corrupção. 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deverá participar da cerimônia.





quarta-feira, 8 de março de 2017

Sérgio Cabral ‘perde a cabeça’ e sai no tapa dentro de prisão

Sérgio Cabral ‘perde a cabeça’ e sai no tapa dentro de prisão
Ex-governador brigou com Carlos Emanuel Miranda, seu ex-operador

HÁ 6 HORAS 08/03/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO

© Antonio Cruz / Agência Brasil

O ex-governador Sérgio Cabral ficou exaltado durante uma conversa com Carlos Emanuel Miranda, seu ex-operador, e acabou entrando em uma briga física com o interlocutor. 

O motivo da pancadaria foi uma divergência deles a respeito de uma delação conjunta que o peemedebista tentava alinhar.

Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, Cabral não queria entregar figuras grandes do Legislativo do Rio de Janeiro, o que contrariou o desejo de Miranda.

A briga precisou ser apartada pelos carcereiros de Bangu 8, onde o ex-governador está preso no Rio. O episódio aconteceu na semana passada, logo após o carnaval.



quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral
 

Como eu fazia? Eu fazia, muito no espírito democrático –como meus projetos eram grandes, eu estava em todos os Estados — (…) eu participei praticamente desde 2006 com o mesmo volume de recursos — um milhão de reais — para PT, PSDB… Isso daqui a gente deixa aqui. 

Eike Batista ao depor na Operação Lava Jato
Desculpe interromper, mas só para deixar claro: várias dessas pessoas que receberam doações do Eike, ele nunca viu. 

Ele nunca procurou políticos. Eu posso falar do senador Cristovam Buarque, que o Eike nunca esteve com ele. Ele pode confirmar. 
Eike fez doações em caráter republicano. Advogado de Eike, na mesma ocasião
Doações eleitorais de Eike beneficiaram 13 partidos
Dados do TSE apontam repasses de R$ 12,6 milhões de Eike a campanhas

POR EDUARDO BRESCIANI, em O Globo

BRASÍLIA – As doações eleitorais do empresário Eike Batista, que teve a prisão determinada pela Justiça nesta quinta-feira, mostram o trânsito dele por diversos partidos. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eike destinou, entre 2006 e 2012, R$ 12,6 milhões a políticos e diretórios regionais de 13 partidos em oito estados.

Em depoimento à Força Tarefa da Lava-Jato em maio, Eike admitiu ter feito pagamentos ao casal João Santana e Mônica Moura a pedido do ex-ministro Guido Mantega por despesas de campanha do PT, mas disse que todas as demais doações feitas foram “oficiais”. Sua defesa destacou, na ocasião, o caráter “republicano” da contribuição.

As doações abrangem as campanhas presidenciais de 2006 e 2010. Eike doou R$ 1 milhão para o comitê financeiro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 e R$ 100 mil para Cristovam Buarque (então no PDT, hoje no PPS).

Quatro anos depois, quando já era o homem mais rico do Brasil, Eike fez transferências de R$ 1 milhão para os comitês de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) e de R$ 500 mil para o de Marina Silva (então no PV, hoje na Rede).

Os partidos que receberam recursos foram PT, PMDB, PSDB, PP, PSD, PSB, DEM, PR, PDT, PV, PCdoB, PTB e PTC.

Os estados dos políticos são Rio, Minas Gerais, Santa Catarina, Maranhão, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amapá e o Distrito Federal.
A maior parte das doações (R$ 12,1 milhões) foram feitas por Eike como pessoa física. Somente em 2012 ele se valeu de uma das empresas, MMX Mineração, para fazer repasses totalizando R$ 500 mil.

Algumas doações foram feitas diretamente para candidatos. O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro e acusado de ter recebido propina de Eike, registrou uma contribuição de R$ 750 mil do empresário para sua campanha à reeleição, em 2010.

Há ainda repasses declarados para os ex-governadores André Puccinelli (PMDB-MS), de R$ 400 mil em 2006, e Luiz Henrique (PMDB-SC), este já falecido, de R$ 200 mil.

Cristovam Buarque, que tinha recebido R$ 100 mil em sua campanha presidencial em 2006, obteve o mesmo valor quatro anos depois em sua campanha para o Senado.



quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

TRE-RJ cassa mandato de Pezão e determina novas eleições; cabe recurso

TRE-RJ cassa mandato de Pezão e determina novas eleições; cabe recurso
Do UOL, em São Paulo
08/02/201719h26 > Atualizada 08/02/201723h01

Pedro Ladeira - 22.nov.2016/Folhapress
 O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, que teve o mandato cassado
O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, que teve o mandato 
cassado

O TRE-RJ (Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro) cassou nesta quarta-feira (8) os mandatos do governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do vice-governador, Francisco Dornelles (PP), por abuso de poder econômico e político. Como ainda cabe recurso ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a decisão não tem efeito por enquanto.
A cassação, caso confirmada pelo TSE, deixa Pezão e Dornelles inelegíveis por oito anos. O TRE-RJ determinou ainda que sejam realizadas eleições diretas para a chefia do Executivo do Estado. 

Gabriel de Paiva/Ag. O Globo
 
Francisco Dornelles, vice-governador do Rio

A decisão do tribunal regional foi por maioria dos votos. Segundo nota divulgada pelo órgão, "o abuso de poder econômico e político ficou configurado uma vez que o Governo do Estado do Rio de Janeiro concedeu benefícios financeiros a empresas como contrapartida a posteriores doações para a campanha do então candidato Pezão e de seu vice".

Em seu voto, o desembargador Marco Couto afirmou que "restou comprovado que contratos administrativos milionários foram celebrados em troca de doação de campanha".

A decisão do TRE-RJ responde a uma representação protocolada pelo deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) em setembro de 2014, ainda durante a campanha eleitoral daquele ano. Segundo o documento, empresas doaram milhões de reais para o PMDB ou para a campanha de Pezão e Dornelles como recompensas a recursos recebidos do governo.

"Observa-se, na prática, uma canalização de recursos públicos para a campanha do governador-candidato e seus correligionários, travestida a partir de falsos acordos e aditivos contratuais com o Governo do Estado, muito deles realizados pelas brechas da Lei das Licitações", diz a representação.

Pezão e Dornelles vão recorrer
Em nota, a assessoria de imprensa do governo do Rio informou que, "quando for publicada a decisão, o governador Luiz Fernando Pezão e o vice-governador Francisco Dornelles vão entrar com recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)."

Se a cassação de Pezão e Dornelles for confirmada, o presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), Jorge Picciani (PMDB), assume interinamente até a realização de novas eleições. 

Segundo a Constituição do Estado do Rio, o pleito deve ser realizado em 90 dias. Já se o governador e o vice deixarem o poder no último ano de mandato, cabe à Alerj escolher os novos ocupantes dos cargos em 30 dias.

Apesar de ser do mesmo PMDB que Pezão, Picciani tem feito críticas abertas ao governo do Rio e comandou a votação que enterrou o pacote de austeridade enviado à casa pelo Executivo.

Rio em crise
A decisão do TRE-RJ é mais um baque no governo de Pezão. Ele assumiu em abril de 2014, depois que Sérgio Cabral (PMDB) renunciou para que o então vice disputasse a eleição no cargo. Foi eleito no segundo turno, vencendo o então senador e hoje prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB).

Pezão foi vice nos dois mandatos de Cabral -- que está preso desde dezembro sob suspeita de receber propina de empreiteiras. Hoje, o governador comanda um Estado em profunda crise econômica e palco de frequentes protestos de servidores públicos, que estão com salários atrasados.

Além de atrasar os pagamentos, o governo quer, para conter gastos, que os servidores aumentem a contribuição para a previdência de 11% para 22%.
Esta quarta, o governo do Rio garantiu o pagamento dos salários dos servidores da segurança no dia 14 e com reajuste de até 10,22%, tudo para evitar um possível motim na área de segurança

No pacote de ajuste fiscal para o Estado anunciado no fim do ano passado, o governo previa adiar o pagamento dos reajustes da categoria para 2020.

Em dezembro, os servidores da segurança engrossaram o ato dos professores e demais servidores públicos e chegaram a invadir a Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) durante a votação do pacote de austeridade enviado à Casa por Pezão.

Na terça (7), servidores do Estado voltaram a protestar na porta da Alerj. Centenas de participantes, a maioria de servidores da Cedae (a companhia de água e esgoto do Estado), foram contra colocar em discussão a privatização da companhia e os demais itens do pacote de medidas anunciadas pelo governo do estado para combater a crise financeira. Na semana passada, houve tumulto em manifestação no mesmo local.

Para pressionar o governo, servidores da Cedae decretaram greve por 72 horas a partir desta terça. Somente 30% dos funcionários estão trabalhando em ocorrências de falta d'água e grandes vazamentos, segundo o SintSama (Sindicato dos trabalhadores das empresas de saneamento básico do Rio de Janeiro). Funcionários da companhia fizeram novo protesto hoje.

A venda da companhia de saneamento é uma das manobras do governo para tentar contornar a crise. Ela faz parte do acordo com a União, que prevê a suspensão do pagamento de dívidas do Estado com bancos federais durante três anos e o empréstimo de R$ 3,5 bilhões para o Rio de Janeiro.

Em meio a toda essa crise, Pezão ainda se viu obrigado a ficar licenciado durante sete meses no ano passado para tratar de um câncer no sistema linfático. Durante o período, foi substituído interinamente por Dornelles. 




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Mina de ouro de Eike na Colômbia não produziu nem um grama

Mina de ouro de Eike na Colômbia não produziu nem um grama
Em 2011, Eike Batista comprou a La Bodega, que pertencia a um grupo canadense
HÁ 20 HORAS  06/02/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

O empresário Eike Batista, antes de ser preso, na semana passada, acusado de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, disse, em entrevista à Rede Globo, que era dono de uma mina de ouro na Colômbia. 

"É a maior mina de ouro da Colômbia. Cem por cento minha", disse Eike.

Na La Bodega, nome da mina, nada de ouro e prata, mas, sim, muita polêmica. A equipe do Fantástico foi à Califónia, no país colombiano. Um vilarejo localizado no Nordeste com 1.800 habitantes. Segundo a reportagem, há mais de 20 anos que não há produção de ouro na região.

"Nem um grama", garantiu Fredy Gamboa, presidente do Sindicato dos Mineiros da região. Ele ainda ressaltou que as empresas que chegaram lá "nunca saíram da fase de prospecção".

As oportunidades de ouro na região eram grandes. A primeira empresa que chegou encontrou boas possibilidades de investimento e expansão da riqueza mineral, o que chamou a atenção de mineradoras multinacionais. 

Em 2011, foi a vez de Eike. O empresário comprou a La Bodega, que pertencia a um grupo canadense, por quase R$ 1,4 bilhão.

Um geólogo colombiano negou a afirmação de Eike sobre a mina ser a maior do país. "É uma mina com grande potencial, mas não é a maior. É boa, mas hoje não é a maior", disse. Na época da compra, foi feito um vídeo institucional, que prometia um mega desenvolvimento na região. 

"Nesse projeto, entramos com mão de obra barata. As melhores vagas nunca foram para pessoas do município. Fomos postos de lado e a empresa não fez nada para a infraestrutura do município. O senhor Batista não deixou nenhuma obra aqui", desabafou Rosa Mira Mendoza, líder comunitária, acrescentando que ficou feliz em saber que Eike tenha falido.

Aquisição
Um doleiro ouvido na investigação revelou que a compra da La Bodega foi utilizada como justificativa para pagar uma propina de R$ 55 milhões para Cabral. 

Para repassar o dinheiro, contou o doleiro, Eike elaborou um contrato fictício simulando que o profissional ganhava comissão para viabilizar o pagamento ilícito.

Atualmente, a mina de ouro não pertence mais à OAX, empresa que integrava o "Império X". Foi vendida a um novo fundo de investimentos de Abu Dhabi por um valor irrisório, já que a companhia de Batista devia milhões aos financistas árabes.





domingo, 29 de janeiro de 2017

Eike Batista chega a aeroporto em Nova York e deve embarcar de volta ao Rio

 Eike Batista chega a aeroporto em Nova York e deve embarcar de volta ao Rio
 
Eike Batista chega a aeroporto em Nova York para volta ao Rio. 
(Imagens: Reprodução))

O empresário Eike Batista, considerado foragido após ter viajado a Nova York (EUA) dias antes da operação policial para tentar prendê-lo, embarcará de volta ao Rio neste domingo (29), onde deve ser detido assim que chegar.

Ele chegou sozinho ao aeroporto JFK, nos EUA, por volta de 21h50min (horário de Brasília), fez check-in e, minutos depois, passou pelo controle de passaporte. Às 22h15min, já aguardava o voo dentro da sala de embarque.

Eike tem reserva em um voo da American Airlines, de número 973, programado para partir à 0h45min (horário de Brasília) e chegar ao Rio às 10h30min de segunda (30).

Eike Batista é acusado, pelo Ministério Público Federal, de corrupção ativa. Segundo os procuradores , em 2011, o empresário pagou R$ 16 milhões e meio de dólares a Sérgio Cabral, o equivalente a 52 milhões de reais.

Na sexta-feira (27), o Jornal Nacional, da TV Globo, mostrou imagens da saída de Eike do País. Nelas, aparece de calça jeans e paletó preto chegando para embarcar no aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão).

Como Eike tem passaporte alemão e o país europeu não tem acordo de extradição com o Brasil, havia a preocupação de que o empresário fugisse da Justiça brasileira.

“Boa vontade”
Os investigadores afirmam que o pagamento feito a Cabral por Eike se deu pela “boa vontade” do então governador do Rio com os negócios do empresário. 

Mas ainda não sabem, ao certo, que vantagens o empresário recebeu em troca dos milhões.



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Luciano Huck é um mega empresário ligado a Sérgio Cabral, Eike Batista, Aécio Neves e à Globo

Luciano Huck é um mega empresário ligado a Sérgio Cabral, Eike Batista, Aécio Neves e à Globo
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Ainda há pouco postei uma foto onde aparecem Eike Batista, Aécio Neves e Luciano Huck.

Muitos companheiros estranharam o que o apresentador de televisão estava fazendo ali, junto com dois gangsteres.
Não eram dois gangsteres, mas três, já que Luciano Huck também é.

Luciano é um mega empresário, com mais de uma empresa, e rendimentos, na Globo, de salário e participação em comerciais, exibidos em seu programa e mais os que ele faz, de mais de um milhão de reais mensais.

Ele é ligado ao Grupo de Sérgio Cabral, quadrilha que está sendo desbaratada agora.

Para beneficiá-lo, Cabral alterou a legislação fluminense e Luciano construiu uma mansão em área de preservação ambiental, paradisíaca, privatizando um pedaço de praia, o que é ilegal.

É amigo muito próximo do Aécio Neves e dos irmãos Marinho.
Estão lembrados do coral, na Copa: “Ei, Dilma, vai tomar no cú”? Começou com ele e os amiguinhos, entre outros, a mulher dele, a Hebe Camargo piorada, Rodrigo Faro…

Se as investigações chegarem nele não se surpreendam.

Francisco Costa, no Facebook,
Rio, 27/01/2017



Sérgio Cabral seria dono de 1,8 milhão de euros só em diamantes

Sérgio Cabral seria dono de 1,8 milhão de euros só em diamantes
Recursos foram encontrados pela Lava Jato e serão repatriados, diz jornal
HÁ 19 HORAS  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

Sérgio Cabral era dono de € 1,8 milhão em diamantes. 

Os recursos milionários que pertenciam ao ex-governador foram encontrados pela força-tarefa da Operação Lava Jato e serão repatriados, segundo informou o jornal O Globo.

Já os 100 milhões de dólares encontrados até agora, anunciados na quinta-feira (26), são apenas parte do dinheiro ocultado por Cabral. 

Procuradores afirmam que o esquema de corrupção do ex-governador do Rio de Janeiro é muito maior do que se imagina.