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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

VAZA JATO: NOVOS DIÁLOGOS PROVAM QUE CARLOS FERNANDES E DALLAGNOL QUERIAM CRIAR “DISTRAÇÃO” USANDO LULA; CONFIRA!


VAZA JATO: NOVOS DIÁLOGOS PROVAM QUE CARLOS FERNANDES E DALLAGNOL QUERIAM CRIAR “DISTRAÇÃO” USANDO LULA; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 14 de outubro de 2019

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Imagem do Google

Em nova denúncia da Vaza Jato, diálogos publicados na manhã desta segunda-feira (14), no The Intercept Brasil, mostram que procuradores da Lava Jato no Paraná programaram a divulgação da denúncia contra Luiz Inácio Lula da Silva no caso do sítio em Atibaia. 

O fato foi a público em maio de 2017, no mesmo momento em que a Procuradoria-Geral da República era questionada pelos áudios da JBS que apontavam para Michel Temer e Aécio Neves. 
“Vamos criar distração”, disse o procurador Carlos Fernando Lima.

O objetivo era distrair a população e a imprensa das críticas que atingiam a Procuradoria-Geral da República. 

À época, a equipe do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estava sob bombardeio por causa de um áudio vazado da colaboração premiada dos executivos do conglomerado JBS que atingia em cheio o presidente Michel Temer.

Havia suspeitas de que o material tinha sido editado. 

Meses depois, problemas mais graves – como o jogo duplo do procurador Marcelo Miller, que recebeu R$ 700 mil para orientar a JBS – levaram o próprio Janot a pedir que o acordo fosse rescindido.

A denúncia do sítio já estava pronta para ser apresentada em 17 de maio de 2017, dia em que o jornal O Globo publicou reportagem acusando Temer de dar aval a Joesley para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, do MDB. 

Diante da notícia, que caiu como uma bomba em Brasília, o coordenador das investigações no Paraná, Deltan Dallagnol, decidiu adiar o oferecimento e a divulgação da acusação contra Lula, inicialmente programadas para o dia seguinte.

O então procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, à época o decano da Lava Jato em Curitiba, escreveu aos colegas que a acusação que atribui a Lula a propriedade de um sítio em Atibaia poderia “criar distração” sobre a possível edição da conversa gravada entre o ex-presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, dono da JBS. 

Mais tarde, de acordo como The Intercept, o diálogo seria um dos pilares da primeira denúncia que a PGR fez contra Temer, mas o que dominava o debate público até então eram suspeitas sobre a integridade da gravação.

Os procuradores esperavam que viesse a público o quanto antes um laudo da Polícia Federal sobre o áudio. 

Foi durante essa discussão que Santos Lima expôs seu plano no grupo Filhos do Januario 1, restrito aos integrantes da força-tarefa: 

“Quem sabe não seja hora de soltar a denúncia do Lula. 

Assim criamos alguma coisa até o laudo”. 

Após seu chefe, Deltan Dallagnol, se certificar de que o plano poderia ser posto em prática, ele comemorou, no mesmo grupo: 
“Vamos criar distração e mostrar serviço”. 

A denúncia contra Lula foi apresentada à justiça e divulgada à imprensa no final da tarde do dia seguinte, dia 22.

Click Política com informações do The Intercept

CONTINUA


MORO DESESPERADO? ADVOGADO ENTROU COM PEDIDO DE HC PARA BLOQUEAR O INTERCEPT E CELSO DE MELO NEGA; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 14 de outubro de 2019

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Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus (HC), solicitado por um advogado, em favor do ministro da Justiça, Sérgio Moro. 

O objetivo era censurar e bloquear o site The Intercept Brasil, além de apreender todo o material veiculado.

Mello julgou o pedido inviável e disse que o advogado em questão, autor do HC, não mantém vínculo profissional com Moro. 

De acordo com o ministro, o STF, em casos como este, tem decidido que não se deve conhecer pedido desautorizado pelo paciente.

“É público e notório que o Senhor Ministro Sergio Moro não constituiu como mandatário judicial o Senhor Arnaldo Saldanha Pires, ora impetrante”, destacou Mello.

“Como se sabe, a ação de ‘habeas corpus’ destina-se, unicamente, a amparar a imediata liberdade de locomoção física das pessoas, revelando-se estranha à sua específica finalidade jurídico-constitucional qualquer pretensão que vise a desconstituir atos que não se mostrem ofensivos, ainda que potencialmente, ao direito de ir, de vir e de permanecer das pessoas”, acrescentou o ministro.

Click Política




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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

ESTRANHO: EXECUTIVO DA ODEBRECHT QUE DELATOU AÉCIO NEVES FOI ENCONTRADO MORTO; CONFIRA!


ESTRANHO: EXECUTIVO DA ODEBRECHT QUE DELATOU AÉCIO NEVES FOI ENCONTRADO MORTO; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 18 de setembro de 2019

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O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro.

 Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.

As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. 

As causas da morte não foram divulgadas.

 Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato.

Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, 
disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio.

A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. 

Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.

Click Política com a Fórum


CONTINUA

“CAÍMOS NA PEGADINHA DO MALANDRO”, DISPARA FROTA SOBRE ESCÂNDALOS QUEM ENVOLVEM BOLSONARO; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 18 de setembro de 2019

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Alexandre Frota (PSL-SP) retomou sua metralhadora giratória no Twitter, mirando no clã Bolsonaro. 

Nesta quarta-feira (18), o parlamentar voltou a criticar as manobras jurídicas de Flávio Bolsonaro (PSL-SP) sobre as investigações do caso Queiroz e já se mostrou arrependido de ter participado dos movimentos que resultaram no golpe contra Dilma Rousseff (PT).

“Vergonha Senador Flavio Bolsonaro está fazendo de tudo para se livrar. 

Usando de todos os meios e profissionais para passar por cima de tudo.

Tiraram o Juiz para colocar um colegiado . 

Parabéns tiramos o PT por causa da corrupção e das tratoradas mas caímos na pegadinha do Mallandro (SIC)”, tuitou.

Mais cedo, Frota foi irônico ao demonstrar apoio para que Jair Bolsonaro faça a abertura da reunião da Organização das Nações Unidas (ONU), que acontece na próxima semana.

Click Política


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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

PF identifica supostos emissários de R$ 28,2 milhões a Aécio


PF identifica supostos emissários de R$ 28,2 milhões a Aécio

Estadão Conteúdo 4 horas atrás 13/02/2019

 O senador Aécio Neves volta ao Senado após sessão onde senadores derrubaram seu afastamento pela Primeira Turma do STF – 18/10/2017
© Sergio LIMA O senador Aécio Neves volta ao Senado após sessão onde senadores derrubaram seu afastamento pela Primeira Turma do STF – 18/10/2017


(PF) pediu mais 60 dias para investigar o deputado Aécio Neves (PSDB-MG) em inquérito que mira supostos repasses de 50 milhões de reais das empreiteiras Andrade Gutierrez e Odebrecht oriundos de contratos para as usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia.

 Os investigadores afirmam ter localizado empresários que alugaram uma sala comercial no bairro de Ipanema, na zona sul do Rio, onde teriam sido entregues 28,2 milhões de reais em espécie.

Neste inquérito, delatores da Odebrecht afirmam que o tucano teria defendido os interesses da empreiteira nas usinas hidrelétricas do Rio Madeira, Jirau e Santo Antônio. 

Os executivos dizem que repasses eram acertados com o ex-diretor de Furnas Dimas Toledo, aliado do tucano, e destinados à campanha de Aécio em 2010.

A maioria dos depósitos teria sido feita em uma conta em Cingapura controlada por Alexandre Accioly, empresário amigo do deputado, que é dono da rede de academias Bodytech. 

Nos autos, Accioly nega ser intermediário do tucano.

 Relatório da PF revela pagamentos de 900.000 de dólares da Odebrecht a contas no exterior.

Um dos delatores chamados a depor foi Enio Augusto Pereira e Silva, da Odebrecht, que falou à PF em dezembro de 2018. 

Ele citou pagamentos relacionados a “Mineirinho”, codinome de Aécio nas planilhas da empreiteiras segundo delatores, e mencionou uma reunião entre Dimas Toledo e outro executivo da empreiteira, Henrique Valladares.

A Polícia Federal fez perícias nos sistemas de contabilidade paralela da Odebrecht para identificar dados relacionados às entregas ao codinome “Mineirinho”. 

“Foi possível, por meio de pesquisas em relatórios derivados dos sistemas MyWebDay (Subseção 1.3) e Drousys (Subseção 1.1), extrair informações a respeito de registros de pagamentos ao codinome ‘Mineirinho’ alocados no centro de custos/obra “UA77222 – Projeto Madeira”, diz o relatório.

A PF citou vinte repasses que somam 28,2 milhões a um intermediário de nome “Antônio”, em endereço localizado na Rua Visconde de Pirajá, no bairro de Ipanema, Rio de Janeiro. 

As entregas de dinheiro teriam ocorrido entre junho de 2009 e dezembro de 2010. 

Também consta um número de telefone celular ao lado do suposto intermediário.

Segundo as investigações, no endereço citado, estava sediada a SOA & W Serviços de Digitação Ltda, representada por José Antonio Estevão Soares. 

O empresário, no entanto, faleceu em 2012, de acordo com cadastro da Receita Federal.

A PF afirma que o empresário “possivelmente era a pessoa conhecida por Antônio’, que é citada nos sistemas da empreiteira. 

Já o telefone para contato registrado ao lado de “Antonio” estaria em nome de Eduardo Luiz Alvarenga Lima.

Ao pedir a prorrogação do inquérito, no dia 1º de fevereiro, a PF ressaltou a necessidade de se ouvir Walter Mesquita, que foi sócio de José Antonio Soares, além de Eduardo Luiz Alvarenga Lima e outros delatores e testemunhas.

Defesa

O advogado Alberto Zacharias Toron, que defende o parlamentar tucano, se manifestou por meio de nota:

 “o deputado Aécio Neves desconhece o nome mencionado e qualquer endereço de suposta entrega de recursos por parte da empresa. 

Ele repudia ainda qualquer ilação que tenta vincular seu nome aos supostos fatos. 

Todas as doações feitas pela Odebrecht às campanhas do PSDB estão devidamente registradas junto à Justiça Eleitoral”, afirmou.


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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou


PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou

Folhapress 3 horas atrás 11/12/2018

 Polícia Federal pediu recolhimento noturno, proibição de manter contato com outros investigados e proibição de sair do país; PGR negou: PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou
© Ueslei Marcelino/Reuters PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR nego

A operação Ross, que cumpre nesta terça (11) mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), à irmã dele, Andréa Neves, ao deputado Paulinho da Força (SD-SP) e a empresas que teriam emitido notas frias investiga suposta propina de R$ 128 milhões paga pela JBS para o tucano e seu grupo de 2014 a 2017.

Nesse valor estão pagamentos suspeitos de terem servido para comprar apoio político para Aécio na eleição presidencial de 2014, envolvendo partidos como o Solidariedade e o PTB, uma "mesada" de R$ 50 mil mensais paga ao tucano pela JBS por meio da rádio Arco Íris, de propriedade da família dele, e a aquisição superfaturada de um imóvel do jornal Hoje em Dia, em Belo Horizonte, por R$ 17 milhões, supostamente a pedido do senador.

O relator do inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) é o ministro Marco Aurélio, que determinou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na última terça (4).

As investigações foram abertas no ano passado depois que o empresário Joesley Batista e outros ex-executivos do grupo J&F fecharam acordo de delação premiada. 

As suspeitas apontam para os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Inicialmente, a Polícia Federal pediu ao Supremo medidas mais duras e em relação a mais pessoas, mas a PGR (Procuradoria-Geral da República) discordou da necessidade delas.

A PF queria a imposição de medidas cautelares -recolhimento noturno, proibição de manter contato com outros investigados e proibição de sair do país- a Aécio e três deputados: 

Paulinho da Força, Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A PF também requereu a prisão temporária de cinco suspeitos de participar do esquema, entre eles o publicitário Paulo Vasconcelos do Rosário Neto e representantes das empresas que teriam emitido as notas frias, além de busca e apreensão na casa dos senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN).

A PGR, por sua vez, sustentou que não havia elementos para impor medidas cautelares a Aécio e aos três deputados, mas concordou com a prisão temporária de alguns suspeitos que não são políticos, como o publicitário Paulo Vasconcelos.

Por fim, a PGR também pediu autorização para realizar busca e apreensão em endereços de Aécio e Andréa Neves, do primo deles Frederico Pacheco de Medeiros, do publicitário Paulo Vasconcelos, das empresas Data World Pesquisa e Consultoria, PVR Propaganda e Marketing, entre vários outros, mas excluiu do pedido os senadores Anastasia e Agripino Maia.

O ministro Marco Aurélio negou as prisões temporárias e autorizou as buscas nos termos do requerimento da PGR. 

Os políticos que não foram alvo dos mandados continuam, porém, sob investigação.

"O quadro revelado [...] demonstra a existência de indícios de relação ilícita entre o investigado Aécio Neves e o Grupo J&F, entre os anos de 2014 a 2017, caracterizada pelo alegado recebimento de quantias em dinheiro, pelo senador ou em seu favor, 
mediante mecanismos características da lavagem de capitais, via empresas e pessoas identificadas na investigação em curso", escreveu Marco Aurélio da decisão do dia 4.

"Há mais: ficaram demonstrados indicativos da atuação do parlamentar, nessa qualidade, como contrapartida aos benefícios financeiros", anotou o ministro. 

A contrapartida seria a interferência no governo de Minas para restituir ao grupo J&F créditos de ICMS, o principal imposto estadual.

OUTRO LADO

O defensor de Aécio, Alberto Toron, afirmou em nota que o tucano "sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar todos os documentos que se fizessem necessários às investigações, bastando para isso o contato com seus advogados".

"O inquérito policial baseia-se nas delações de executivos da JBS que tentam transformar as doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração. 

A correta e isenta investigação vai apontar a verdade e a legalidade das doações feitas", afirmou. 

Com informações da Folhapress.


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