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domingo, 30 de julho de 2017

STF se faz cúmplice dos desvios e abusos comprovados de Temer, Aécio e cia ao se omitir de sua missão

STF se faz cúmplice dos desvios e abusos comprovados de Temer, Aécio e cia ao se omitir de sua missão
Brasil 247  30 de Julho de 2017-07-31
 STF se faz cúmplice dos desvios e abusos comprovados de Temer, Aécio e cia ao se omitir de sua missão

Em pleno ano de 2017, fase de avanços imensuráveis em diversas ambiências da inovação mundial permitindo a transparência dos fatos, mesmo assim e, apesar de tudo, a vida democrática brasileira é abalada com procedimentos comprovadamente ilícitos de uma Gang que se instalou no País sob o comando do PMDB, PSDB, Temer, Aécio, etc – conforme delações, documentos e provas vastas, entretanto, o Supremo Tribunal Federal se faz "mudo", "cego", "ouvido de mercador" transformando-se em cúmplice de todas as conspirações desde o Impeachment de Dilma Rousseff por não cumprir com sua missão de zelar pela Constituição Federal.

Como pode, o presidente da República assumir pessoalmente o comando de operações de compra de votos e pressão direta aos integrantes da Câmara Federal em processo no qual é o principal acusado sem nenhuma medida corretiva do Supremo?

POR QUE TEMER?

Aliás, se há comprovação de interferência de Michel Temer nesse processo provocado pela Procuradoria Geral da República usando recursos públicos para aliciar deputados/eleitores, por que o STF – através de sua digna presidenta Carmen Lúcia, se recusou e recusa-se a assumir o papel constitucional afeito ao Supremo?

Negar provimento ao recurso para estancar os escândalos em curso termina por intuir e fazer especialistas concluírem que, omitindo-se, ela se faz cúmplice, ou seja, avalista de todos os procedimentos produzidos abertamente pelos lideres políticos envolvidos.

Agindo assim, arrasta todo o STF à mesma vala de nada valer.

STF AGIRA ANTERIORMENTE

Ora, se o Supremo agiu lá atrás reestabelecendo o processo democrático e constitucional ao afastar o então presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, por abuso de poder e ações no cargo para tentar produzir resultados favoráveis aos seus desmandos diante de fatos e comprovações, por que agora a presidenta do STF se recusa a fazer o mesmo em contexto semelhante, aliás mais agravado sob a condução do presidente da República?

Por que a recusa e/ou omissão? Afinal o que está por trás desta atitude e receio?

AÇÃO RÁPIDA TERIA OUTRO RUMO

Se bem que, tomando por base os fatos concretos comprovados ao longo dos últimos tempos, a realidade brasileira seria bastante diferente se o STF tivesse agido com Eduardo Cunha desde o começo do processo de Impeachment quando já se tinha fatos desabonadores contra ele, por isso a PGR já pedia seu afastamento antes do Impeachment, logo a conjuntura em torno de Dilma não se daria como aconteceu porque o STF teria cumprido sua missão, mas no caso, à época, preferiu omitir-se.

Só veio agir depois, quando o Impeachment havia se sacramentado.

OMISSÃO SE MANTERÁ?

Não há um só noticiário politico que não traga reportagens, declarações e entrevistas comprovando o abuso de Poder de todo esquema de Poder em torno do palácio do Planalto, mas tudo acontecendo sem um pio do Supremo Tribunal Federal.

Se é assim, se existem escândalos comprovados sem ação do STF, para que ele serve, enfim, se não cumpre com sua missão constitucional neste caso de Temer?

Como saldo, enfim, só a expressão de realidade triste e melancólica de prejuízo com custos imensuráveis para várias gerações!

O Brasil não merece um Supremo exemplo de retrocesso.




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terça-feira, 18 de julho de 2017

Segundo jornal, Temer já admite fechar a Globo; CONFIRA!

Segundo jornal, Temer já admite fechar a Globo; CONFIRA!
18 de julho de 2017
 

Após tentativa de trégua frustrada, o presidente da República Michel Temer declarou guerra contra a Globo e mandou executar eventuais dívidas. 

Alguns deputados já falam até a cassação da concessão da emissora.

Há dois meses, Temer tentou trégua e enviou Moreira Franco (ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência) para conversar com a cúpula da Globo, mas foi tudo em vão. 

Segundo informações do colunista Leandro Mazzini, do jornal O Dia, Temer então decidiu declarar guerra à emissora e passou a ordenar que fossem executadas eventuais dívidas do canal da família Marinho com a União, de impostos e de financiamentos no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

De acordo com a publicação, no contra-ataque, a Globo determinou uma aproximação dos principais executivos de sua alta cúpula com o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, na tentativa de torná-lo presidente da República (mesmo que seja somente até a eleição presidencial de 2018). 

As conversas de Maia com o vice-presidente de relações institucionais da emissora carioca, Paulo Tonet, são constantes.

Enquanto isso, ainda segundo a publicação, deputados da tropa de choque do governo já falam em cassar as concessões da Globo quando os prazos (que são renovados a priori em comissão responsável na Câmara) chegarem ao fim.


Via Tv OFoco


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quinta-feira, 30 de março de 2017

CONTRIBUIU PARA O GOLPE: Moro leva ‘aperto’ de deputado durante audiência na Câmara Federal; CONFIRA!

CONTRIBUIU PARA O GOLPE: Moro leva ‘aperto’ de deputado durante audiência na Câmara Federal; CONFIRA!
30 de março de 2017
 

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) questionou o juiz Sergio Moro nesta quinta-feira 30, durante audiência pública na comissão especial do Código Penal, na Câmara se ele quis contribuir para a derrubada de Dilma Rousseff do poder ao divulgar, em 2016, áudios captados ilegalmente entre ela e o ex-presidente Lula.

                        Canal TOP TV News

Moro não tinha competência para ordenar a realização das gravações pela Polícia Federal, por ser juiz de primeiro grau – só o Supremo Tribunal Federal poderia fazê-lo. 

Além disso, as conversas divulgadas à imprensa foram captadas pouco tempo depois da ordem do próprio magistrado para que as interrompesse.

“No contexto do golpe parlamentar, vossa excelência estava querendo um conteúdo para derrubar a presidente Dilma Rousseff?”, perguntou Teixeira. 

Em outros trechos de sua fala contra o abuso de autoridade, o deputado disse ainda: “queremos um combate à corrupção republicano, dentro da democracia”. 

“Queremos evitar que os juízes façam política partidária”, completou.

Em seguida, o deputado Wadih Damous (PT-RJ) denunciou o que chamou “laboratório punitivista” existente hoje no Brasil. 

“Os nossos direitos estão sendo pulverizados em nome de um chamado bem maior – expressão muito utilizada em câmaras de tortura do Doi-Codi”, disse o parlamentar. Assista ao vídeo acima.
Brasil 247





segunda-feira, 27 de março de 2017

Michel Temer desiste de terceirização branda do Senado e vai sancionar texto da Câmara Federal

Michel Temer desiste de terceirização branda do Senado e vai sancionar texto da Câmara Federal
 27/03/2017 /  Brasília
Michel Temer sofre pressão da base aliada. Foto: Beto Barata

O presidente Michel Temer desistiu de aprovar um projeto mais brando, que tramita no Senado, para regulamentar a terceirização no país. Desta forma, Temer deve sancionar a proposta aprovada pela Câmara na semana passada. 

De acordo com a Folha de S. Paulo, o presidente recuou da iniciativa por causa de pressão da base aliada e do setor empresarial. No final de semana, ele foi convencido a sancionar com vetos parciais a proposta aprovada pelos deputados, criticada por integrantes do governo por ser ”muito dura”. 

A ideia inicial de Temer era fundir as duas propostas, eliminando os considerados exageros da proposta aprovada na Câmara, substituindo-os pelos pontos mais brandos da analisada pelo Senado. 

A alternativa, entretanto, foi considerada por deputados governistas como um ”desprestígio público” à Câmara. 

Para evitar desagradar os dois lados, o presidente firmou um acordo com o Senado. 

Agora, os pontos mais relevantes do texto da terceirização que tramita no Senado, como as salvaguardas aos trabalhadores, serão incluídos no relatório da reforma trabalhista, preparado pelo deputado Rogério Marinho (PSDB-RN). Auxiliares presidenciais acreditam que a junção deve acelerar a tramitação da reforma trabalhista no Congresso. 

Em conversas reservadas, Temer demonstrava preocupação com as críticas à proposta. 

Nas palavras de um assessor presidencial, a proposta podia causar um ”desgaste público” à imagem do presidente.



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Mesmo após derrota na Câmara, Temer diz que União vai exigir contrapartidas para socorrer estados

Mesmo após derrota na Câmara, Temer diz que União vai exigir contrapartidas para socorrer estados
Câmara aprovou pacote de ajuda, mas derrubou exigências da União. Resultado foi uma derrota para o governo.
Por G1 SP
21/12/2016 00h06  Atualizado há 1 hora
 Resultado de imagem para Câmara aprova renegociação das dívidas estaduais
Imagem do Google

O presidente Michel Temer disse na noite desta terça-feira (20) que, embora a Câmara dos Deputados tenha aprovado a renegociação das dívidas estaduais sem exigências do governo, a União vai sim cobrar as contrapartidas para aprovar o pacote de socorro aos estados em situação financeira delicada.

A resposta de Temer à derrota imposta pela Câmara está em um vídeo divulgado à noite. 

“Hoje ainda a Câmara Federal aprovou um projeto, e lá havia (...) estas contrapartidas que foram retiradas, embora se mantivesse a tese e o preceito da recuperação fiscal. Mas isso não significa que a União, quando firmar o contrato com os estados, não irá exigir estas contrapartidas. 

Elas serão indispensáveis para que se viabilize a recuperação fiscal prevista na lei que hoje foi aprovada”, afirmou o presidente.

A Câmara dos Deputados aprovou na tarde desta terça, por 296 votos a 12 e três abstenções, o projeto que renegocia dívidas dos estados e do Distrito Federal com a União. A proposta aprovada, que agora vai à sanção presidencial, aumenta em até 20 anos o prazo para o pagamento de dívidas de estados e do Distrito Federal com a União. 

Aos estados que enfrentam crises financeiras mais graves, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, o texto permite que o pagamento das dívidas seja suspenso por até três anos (leia detalhes mais abaixo).