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segunda-feira, 12 de julho de 2021

Mensagens vazadas citam Michelle Bolsonaro em esquema de vacinas

SUED E PROSPERIDADE

12/07/2021

Mensagens vazadas citam Michelle Bolsonaro em esquema de vacinas

12/07/2021

Novas mensagens que foram vazadas do cabo da Polícia Militar, Luiz Paulo Dominghetti, mostram tentativa da Davati Medical Supply de negociar milhões doses com membros do governo Bolsonaro, além de citar Michelle Bolsonaro.

A nova surpresa que abala Brasília, é a citação direta da primeira-dama Michelle Bolsonaro, em mensagens do celular de Luiz Paulo Dominghetti, que acertava compra de milhões de doses de vacinas com o governo, obtendo propina de US$ 1 por dose.

De acordo com informações do colunista da Veja, Robson Bonin, a primeira-dama foi citada diretamente.

A mensagem em questão teria ocorrido no dia 3 de março. O policial militar conversou com um interlocutor identificado como Rafael sobre a tentativa do grupo de chegar a Bolsonaro.

“Michele (sic) está no circuito agora. Junto ao reverendo. Misericórdia”, escreveu o PM, referindo-se também ao reverendo Amilton de Paula, que entrou na mira da CPI da Covid por receber um aval do então diretor de Imunização do Ministério da Saúde, Laurício Monteiro Cruz, para negociar em nome do governo a compra dos imunizantes.

O interlocutor se mostra incrédulo diante do nome da primeira-dama. “Quem é? Michele Bolsonaro?”

E Dominguetti retorna: “Esposa sim”.

Caso se confirmem, a teia de corrupção pode ser maior e envolver mais atores do que se pensava.

Tanto é, que foi Flávio Bolsonaro quem levou o dono da Precisa (que teria atuado em esquema de corrupção com vacinas da Covaxin) para próximo do BNDES e do Ministério da Saúde.

Depois dos R$ 89 mil em cheques de Queiroz, agora as mensagens que a citam em suposto esquema de propinas com vacinas.

CONTINUE

VÍDEO: Trump diz que se pesquisa for ”ruim” deve-se dizer que ela é falsa

11/07/2021

O modelo de inspiração de Bolsonaro, por ele mesmo, ensinando as táticas de comunicação da mentira como método. Bolsonaro que nunca escondeu sua admiração pelo ex-presidente americano deve aplicar o mesmo método.

De onde Bolsonaro se inspira para lançar seus impropérios e mentiras recorrentes?

Ao que tudo indica a inspiração vem mesmo do seu grande ídolo, Donald Trump e da nova direita ou melhor extrema-direita norte-americana.

A revelação de Trump que se uma pesquisa diz que ele vai mal, seria “falsa” e que toda pesquisa que indica que ele está bem é “a mais precisa”, indica o método de ação de Bannon e da extrema-direita e sua propaganda.

Método similar é adotado por Bolsonaro aqui. 

Já que o mesmo perde para Lula, ele tenta descredibilizar tanto as urnas, quanto as pesquisas, assim como o TSE….

Mesmo que as urnas o elejam a 30 anos junto á sua família…

ASSISTA:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Perverso, Bolsonaro Ataca Os Deficientes


Perverso, Bolsonaro Ataca Os Deficientes

Celeste Silveira 4 de dezembro de 2019 
Atualizado em 09/12/2019

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Imagem do Google

A Associação Nacional de Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos dos Idosos e Pessoas com Deficiência publicou nota de repúdio ao projeto de Bolsonaro, que elimina covardemente cotas para contratações de portadores de deficiências.

O Projeto de Lei 6.159/2019 que desobriga empresas de adotarem uma política de cotas para pessoas com deficiência ou reabilitadas é das coisas mais escandalosas que esse governo fascista já produziu.

Na PL de Bolsonaro contra os deficientes, as empresas podem substituir a contratação pelo pagamento de um valor correspondente a dois salários mínimos mensais desvirtuando a norma vigente.

Como explicou Mariana Machado Pedroso, especialista em direito e processo do trabalho, “as cotas servem para obrigar a inclusão dos portadores de deficiência dentro o mercado de trabalho. 

E isso ocorre porque as empresas não contratam as pessoas por vontade própria.

 O propósito do legislador era promover também a inclusão social do trabalhador PCD”
A medida também não é bem vista por parlamentares, que já começam a se articular para barrar o avanço do projeto. 

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES), por exemplo, chamou a proposta de “absurda”.

Marcelo Freixo (PSol) chamou o projeto de “medida covarde” e prometeu trabalhar para barrar o projeto na Câmara.

Para as advogadas Wilmara Lourenço e Renata Veneranda, Núcleo do Terceiro Setor do Nelson Wilians e Advogados Associados, a proposta afronta os direitos e garantias dos cidadãos com deficiência ou capacidade reduzida.

O advogado trabalhista Livio Enescu diz que é absolutamente contra. 

“A lei em vigor de reserva de vagas tem ainda baixa inclusão no mercado, portanto é desrespeitada sistematicamente. 

Nem as grandes empresas cumprem o artigo 93 com percentual de 2 a 5 porcento dos trabalhadores para empresa com mais de cem empregados.

 Boa parte das empresas brasileiras preocupam-se em qualificar e habilitar empregados sem deficiência e não o fazem com aqueles que portam deficiência ou limitação funcional. 

A inclusão dessa parcela da população é um direito fundamental de cidadania. 

Temos que incluir ao contrário de excluir para termos uma sociedade livre, fraterna, justa e solidária segundo a nossa Carta Política. 

Devemos ter inclusão dessa população e não esmola dos empresários”

*Com informações do 247

CONTINUA

Entrevista De Marcelo Odebrecht Isenta Lula, Expõe Erros Da Lava Jato E Resguarda BNDES


Celeste Silveira 9 de dezembro de 2019


Odebrecht manteve com Lula a mesma relação que tinha com FHC, mas apenas o petista é acusado de tráfico de influência a partir das distorções criadas pela Lava Jato.

Lula não privilegiava a Odebrecht em suas viagens internacionais. 

O pedido para que a empresa entrasse em Cuba era próprio dos interesses geopolíticos e comerciais de um País.

 A Odebrecht, aliás, mantinha com o petista a mesma relação que teve com FHC, intocado pela Lava Jato. 

E a doação eleitoral que a empresa fez ao PT, em contrapartida a uma linha de crédito em Angola, saiu da margem de seu lucro, não de acertos espúrios.

E tem mais: quando quebrou a reputação da Odebrecht no exterior, a Lava Jato também comprometeu a exportação de conteúdo nacional. 

E, de quebra, lançou uma cortina de fumaça sobre o BNDES, criminalizando o papel da instituição.

Tudo isso foi dito por Marcelo Odebrecht em entrevista exclusiva divulgada pela Folha de S. 
Paulo nesta segunda (9), embora a chamada escolhida pelo jornal não lhe faça justiça.

O diário preferiu manchetar que “Lula pediu para que a Odebrecht fizesse um projeto em Cuba”, dando a entender que o ex-presidente merece ter a Lava Jato em seu encalço pelo suposto crime de tráfico de influência. 

Mas o que Marcelo disse à Folha contraria muito do que foi construído pela Lava Jato.

Primeiro, Marcelo deixou claro que Lula, ao contrário do que alegou a força-tarefa em diversas ações, não favorecia a Odebrecht em troca de benefícios pessoais.

Quando viajava ao exterior, Lula era uma preocupação para a empresa, porque o petista “vendia” todas as companhias brasileiras competitivas. 

Colocava a Odebrecht no mesmo patamar que as concorrentes, sendo que a empreiteira está presente em outros países há mais de 20 anos – muito antes de Lula ser presidente, portanto.

“A gente queria se beneficiar da ida do Lula para reforçar os links com o país e, por tanto, melhorar a nossa capacidade de atuar lá. 

Mas, ao mesmo tempo, quando Lula chegava ele não defendia só a Odebrecht”, disse Marcelo.

 Mas “se um presidente chegasse lá, no outro país, e colocasse todo mundo no mesmo nível, poderia soar para o governo local do outro país como um desprestígio do Brasil em relação à Odebrecht”, explicou.

Questionado pela Folha se Lula interferia nos negócios internacionais, Marcelo respondeu objetivamente: “Eu diria que, nesses 20 anos, só uma exportação teve uma iniciativa por parte do governo brasileiro e que, apesar da lógica econômica por trás, teve uma motivação ideológica e geopolítica, que foi Cuba.”

E ponderou: “Em todos os países, nós íamos por iniciativa própria, conquistávamos o projeto e buscávamos uma exportação de bens e serviços.”

Mas Lula, depois de visitar Cuba e conhecer uma estrada deteriorada, disse que a Odebrecht poderia ajudar a levar condições melhores de infraestrutura ao local.

A obra era interessante porque Cuba teria de contratar todos os serviços do Brasil, gerando “emprego, renda e arrecadação” para os brasileiros.

Cuba, porém, preferiu investir na construção de casas depois de ser atingida por um tufão, “desprezando a estrada” sugerida por Lula.

A Odebrecht, ao final, foi quem sugeriu a construção de um porto, porque era “o melhor para o Brasil, economicamente e do ponto de vista de exportação de bens e serviços.”

A construção de um porto demandaria de Cuba a importação, do Brasil, de “estrutura metálica, maquinário, produtos com conteúdo nacional.”

 O financiamento do BNDES obrigava a Ilha a isso.

“Em nenhum momento, o dinheiro do BNDES vai para fora. Sempre fica no Brasil. 

Não é verdade dizer que o BNDES financiava projetos no exterior. O BNDES financiava conteúdo nacional, geração de trabalho no Brasil, que era exportado para o exterior”, explicou Marcelo.

Para ele, a Lava Jato ajudou a lançar uma “névoa” sobre o BNDES. “O que ocorreu nos últimos anos aqui no Brasil foi um crime. 

Criminalizaram algo que nunca deveria ter sido criminalizado. Se houve um crime, foi na criminalização do financiamento à exportação.”

“Do jeito que a Lava Jato foi divulgada, acabou parecendo que o Brasil é o país mais corrupto do mundo, e que as empresas brasileiras exportavam corrupção.

Não é verdade — nem uma coisa nem outra. 

Mas nossos competidores no mundo souberam tirar vantagem disso. Vários países culpam a Odebrecht. Essa é uma questão que vamos ter de superar.”

Questionado se Lula fez orientações outras à Odebrecht no contexto internacional, a resposta foi novamente negativa e Marcelo reforçou:

 “Normalmente, era a gente que conquistava os projetos e tentava reforçar a importância política desse projeto.”

PROPINA NO BNDES?

Folha também perguntou diretamente a Marcelo Odebrecht se existiu superfaturamento e pagamento de propina no BNDES, durante os anos de PT. A resposta igualmente contrariou a narrativa criada na Lava Jato.

Marcelo respondeu que o único episódio que pode ser explorado foi Paulo Bernardo e Antonio Palocci pedindo doações eleitorais ao PT, porque sabiam que a Odebrecht seria a principal empresa brasileira beneficiada pela renovação de uma linha de crédito do Brasil com Angola.

“Mas esse recurso [doação eleitoral] saiu do nosso resultado e não representou nenhum prejuízo, nem para o país nem para o BNDES.

 Não teve nenhum envolvimento do BNDES nesse assunto e foi uma única vez”, afirmou o empresário.

A Lava Jato, por sua vez, costuma procurar contratos, apontar superfaturamento de 1% a 3%, e dizer que a doação eleitoral saiu dessa margem.

Ao final, a cereja do bolo: “Em mais de 20 anos de exportação de serviços e durante todo governo Lula, essa foi a única vez que houve uma solicitação de apoio financeiro [o pedido de Palocci e Bernardo] por conta de financiamento”, apontou Marcelo, que é delator da Lava Jato.

*Do GGN



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quinta-feira, 11 de julho de 2019

Economistas agora já admitem que reforma da previdência pode piorar ainda mais a crise


Economistas agora já admitem que reforma da previdência pode piorar ainda mais a crise

5 hours ago Economia 11/07/2019


Reforma da Previdência, apontada pelo governo Jair Bolsonaro como a salvação da economia brasileira, poderá ter um efeito recessivo se não for acompanhada de um aumento significativo do investimento privado, diz estudo da UFMG; estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) possa cair de 1% a 2% em até dez anos, dependendo da velocidade de resposta da iniciativa privada

247 – A reforma da Previdência, apontada pelo governo Jair Bolsonaro como a salvação da economia brasileira, poderá ter um efeito recessivo se não for acompanhada de um aumento significativo dos investimentos privados. 

A afirmação consta de uma nota técnica elaborada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Universidade Federal de Minas Gerais (Cedeplar/UFMG). 

A estimativa é que o Produto Interno Bruto (PIB) possa cair de 1% a 2% em um prazo de dez anos, dependendo da velocidade de resposta da iniciativa privada.

De acordo com o estudo, publicado pelo jornal Valor Econômico, a redução dos valores das aposentadorias e pensões, devido a economia de até R$ 800 bilhões esperada pelo governo, teriam um impacto direto sobre a renda das famílias, reduzindo o consumo e a atividade econômica. 

Ainda segundo o levantamento, elaborado pelo pesquisadores Edson Paulo Domingues, Débora Freire Cardoso, Luís Eduardo Afonso e Guilherme Cardoso, os cortes no Regime Geral de Previdência Social (RGPS) ampliam as desigualdades de renda e as reduções nas aposentadorias do setor público (RPPS) melhorariam as injustiças.

Para os pesquisadores, uma das razões sobre os efeitos negativos da reforma sobre a economia reside no fato de que não existe um consenso sobre como a confiança do mercado se aplicará aos investimentos. 

Associados a esta incerteza estão a lentidão na queda dos juros, reaquecimento da economia, redução do financiamentos por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além do limite dos investimentos públicos imposto pela regra do teto dos gastos.

“Só a reforma da Previdência, se o investimento não responder dessa forma tão otimista quanto alguns economistas estão prevendo, coloca de fato a possibilidade de um cenário recessivo”, afirmou diz Débora Freire. 

“Não estar atento aos impactos socioeconômicos da reforma implica ampliação das desigualdades, em um país onde não existe mais espaço pra isso”, completou.


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sábado, 6 de julho de 2019

Nem Cuba, nem Venezuela: país que mais recebeu recursos do BNDES foram os EUA


Nem Cuba, nem Venezuela: país que mais recebeu recursos do BNDES foram os EUA

2 hours ago Economia 06/07/2019



“Os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras de infraestrutura em países da América Latina e África, principalmente nos casos de países sob regimes ditatoriais, são o principal alvo dos questionamentos ao banco na famosa “caixa-preta” que o governo Bolsonaro exige que seja aberta. 

Mas, afinal, onde e por que o BNDES empresta recursos para operações no exterior?

O BNDES emprestou, entre 1998 e março deste ano (data de seu último balanço), US$ 10,499 bilhões para empresas brasileiras realizarem obras no exterior, na modalidade “exportação de serviços de engenharia” em 15 países da América Latina e da África. 

Desse total, US$ 6,862 bilhões já foram pagos pelos entes devedores, US$ 3,119 bilhões ainda estão dentro do prazo de pagamento e US$ 518 milhões estão atrasados, representando parcelas não pagas por Venezuela e Moçambique.”



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