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quarta-feira, 25 de novembro de 2020

Queiroz confessa o crime das rachadinhas ao MP

SUED E PROSPERIDADE

25/11/2020

Queiroz confessa o crime das rachadinhas ao MP

25/11/2020

Fabrício Queiroz, confessou ao Ministério Público do Rio de Janeiro que praticou os crimes de rachadinha no gabinete de Flávio Bolsonaro, mas mostrou fidelidade ao clã Bolsonaro e afirmou que Flávio “não sabia de nada”. 

Queiroz tentou isentar o clã, mas o MP está coletando provas da operação de Flávio.

Queiroz resolveu confessar a rachadinha em depoimento ao Ministério Público do Rio de Janeiro.

Porém negou o envolvimento de Flávio Bolsonaro no esquema, tentando isentar a família Bolsonaro do escândalo.

Contudo, o Ministério Público do Rio de Janeiro encontrou o “erro fatal” de Queiroz, que mostra a participação direta e envolvimento do senador Flávio Bolsonaro, veja aqui o erro de Queiroz.

Como nenhum crime é perfeito e sempre pode deixar alguns indícios, Queiroz também o deixou e indícios fortes.

De acordo com informações da CNN Brasil, o depoimento confissão de Queiroz foi anexado ao processo sobre o caso que tramita no Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

 No documento, o ex-assessor “admitiu que havia um acordo pelo qual os assessores por ele indicados para ocupar cargos no Gabinete haveriam de lhe entregar parte de seus vencimentos” e que “tal acordo teria sido realizado sem consulta ou anuência do então Deputado Estadual nem de seu Chefe de Gabinete, valendo-se da confiança e da autonomia que possuía”.

Flávio porém também usou mais de R$ 6 milhões da rachadinha para aumentar seu patrimônio pessoal, ou seja como ele “não saberia disso” sendo que o mesmo se beneficiou diretamente e até enriqueceu.

CONTINUA

China reage a Eduardo Bolsonaro e diz que Brasil poderá “arcar com consequências”

25/11/2020

A Embaixada da China resolveu partir para cima do filho da presidente da república, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e desmentir suas teorias mentirosas da conspiração, postadas em rede social. 

De acordo com a embaixada chinesa, o comportamento de Eduardo que é filho do presidente poderá fazer o Braisl “arcar com as consequências”.

Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) resolveu atacar a China com suas mentiras, por suas redes sociais, nessa terça-feira (24),  porém uma resposta dura veio da parte da China.

Em texto que Eduardo Bolsonaro, apagou das redes sociais, ele falou em uma grande aliança mundial contra a “espionagem chinesa por um 5G seguro”.

O tuíte de Eduardo Bolsonaro foi publicado nessa segunda-feira (23) por volta das 20 horas, nela Eduardo um programa chamado Clean Network, iniciativa dos EUA sob Trump contra o 5G da Huawei chinesa. 

O filho do presidente acabou por fazer uma thread (série com vários tuítes com acusações a China).

“O programa ao qual o Brasil aderiu pretende proteger seus participantes de invasões e violações às informações particulares de cidadãos e empresas. 

Isso ocorre com repúdio a entidades classificadas como agressivas e inimigas da liberdade, a exemplo do Partido Comunista da China”, escreveu Eduardo.

A Resposta Chinesa

 O gigante asiático foi duro e preciso na resposta às mentiras de Eduardo Bolsonaro.

As mentiras poderiam não ter um peso tão significativo para a China, porém foi dita por ninguém menos que o filho do presidente da República e Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

O país asiático afirmou que as calúnias e mentiras do deputado, podem colocar em abalo as relações entre Brasil e China.

Em nota, a embaixada da China no Brasil afirmou que as declarações de Eduardo Bolsonaro seguem “os ditames dos Estados Unidos de abusar do conceito de segurança nacional para caluniar” o país asiático e cercear as atividades de empresas chinesas.

“Isso é totalmente inaceitável para o lado chinês e manifestamos forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento. parte chinesa já fez gestão formal ao lado brasileiro pelos canais diplomáticos”, acrescentou a embaixada chinesa.

“Ao longo dos 46 anos de relações diplomáticas, a parceria sino-brasileira conheceu um rápido desenvolvimento graças aos esforços de ambas as partes. A China tem sido o maior parceiro comercial do Brasil há 11 anos consecutivos e é também um dos países com mais investimentos no Brasil”, insistiu.

“Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado. Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil”, disse.

Veja a íntegra:


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

PROCURADORIA BUSCA ‘SAÍDA HONROSA’ PARA DESCARTAR DALLAGNOL DA FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO


PROCURADORIA BUSCA ‘SAÍDA HONROSA’ PARA DESCARTAR DALLAGNOL DA FORÇA-TAREFA DA LAVA JATO

Escrito por Portal Click Política 10 de outubro de 2019

 Resultado de imagem para Procuradores busca saída para Deltan Dallagnol
Imagem do Google

O jornal O Estado de S.Paulo informa em sua edição desta quinta-feira (10) que procuradores discutem nos bastidores uma ‘saída honrosa’ para retirar Deltan Dallagnol da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba.

A ideia seria promovê-lo ao cargo de procurador regional, para atuar na segunda instância do Ministério Público Federal.

Esta solução depende de que Dallagnol se candidate à vaga, informa o jornal.

A conduta de Dallagnol é contestada após a divulgação pelo site The Intercept de conversas privadas no Telegram com integrantes de sua equipe e com o então juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro.

As conversas demonstraram as ilegalidades cometidas por Moro, Dallagnol e outros procuradores e trouxeram à tona o debate sobre a necessidade de anular sentenças no âmbito da Lava Jato.

Dallagnol é alvo de ações no Conselho Nacional do Ministério Público, órgão que fiscaliza a atuação de procuradores.

Ele evita falar sobre a sua remoção da coordenação da Lava Jato em Curitiba e sua candidatira ao posto de procurador regional.

O Procurador-Geral da República, Augusto Aras, recentemente empossado, acenou com a possibilidade publicamente. 

“Vai haver a promoção de 11 procuradores regionais da República nas próximas sessões.

 Ele (Dallagnol) pode ser promovido, até porque é um direito dele. 

Nem por isso deixará de responder (a representações no Conselho Nacional do MP)”, disse o procurador-geral da República em entrevista ao jornal Valor Econômico publicada na segunda-feira passada.

CONTINUA

ISOLADO, BOLSONARO SÓ É DEFENDIDO POR MORO E OUTROS POUCOS MINISTROS

Escrito por Portal Click Política 10 de outubro de 2019

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Imagem do Google

“O núcleo de governo mais próximo de Jair Bolsonaro avalia que o presidente não tem tido o apoio da maioria de seus ministros na batalha das redes sociais. 

Os que o defendem podem ser contados nos dedos” – informa a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna na Folha de S.Paulo.

Um dos poucos que defendem o ocupante do Planalto é o ministro da Justiça, Sergio Moro, que recentemente era considerado “ingrato”.

No último domingo, Moro criticou a Folha por ter revelado em reportagem que um depoimento e uma planilha obtidos pela Polícia Federal apontam que recursos de esquema de candidaturas laranjas do PSL podem ter abastecido a campanha de Bolsonaro por meio de caixa dois.  

A coluna informa ainda que o secretário Fabio Wajngarten, da Comunicação Social, também saiu em defesa de Bolsonaro.

Os dois, e mais o ministro da Educação, Abraham Weintraub, são considerados exemplos raros dos que defendem o chefe


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sexta-feira, 17 de maio de 2019

Flávio Bolsonaro se desesperou ao saber que quebraram seu sigilo Bancário


Flávio Bolsonaro se desesperou ao saber que quebraram seu sigilo Bancário

25 mins ago Política  17/05/2019



Flávio Bolsonaro desabou ao saber da quebra de sigilo bancário e fiscal, medida que afeta também sua mulher, sua empresa e muitos assessores. Triste, o 01 não segurou as lágrimas.


CONTINUA

Flávio Bolsonaro emprega 5 investigados pelo MP no Senado, salários de mais de R$ 20 mil


4 hours ago Denúncias 17/05/2019


O senador Flávio Bolsonaro emprega em seu gabinete no Senado cinco investigados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso Queiroz. 

Os assessores do filho do presidente, que atuam no gabinete de Flávio em Brasília e no escritório parlamentar do Rio, estão na relação das 86 pessoas e nove empresas que tiveram os sigilos fiscal e bancário quebrados pela Justiça. Os salários dos servidores somam R$ 86,8 mil por mês.

Flávio mantém empregados Miguel Angelo Braga Grillo, seu chefe de gabinete, Lygia Regina de Oliveira Martam e Fernando Nascimento Pessoa –eles ocupam as vagas de maior remuneração na equipe. Cada um deles recebe salários de R$ 22,9 mil.

O senador também nomeou Alessandra Esteves Marins e Juraci Passos dos Reis em seu escritório de apoio no Rio –senadores têm direito de manter esse tipo de estrutura em seus estados de origem. 
Os dois recebem R$ 8,9 mil por mês.

Miguel Angelo, Lygia e Pessoa têm papel importante na atuação política do clã Bolsonaro. Segundo o jornal “O Estado de S. Paulo”, os três são advogados e atuaram –juntamente com Victor Granado Alves, também atingido pelas quebras de sigilo– em ao menos 52 processos no STF (Supremo Tribunal Federal), no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e na Justiça Federal em favor de Flávio, de sua mulher Fernanda, do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e da primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Entre essas ações, está a denúncia contra o presidente Jair Bolsonaro por pesca ilegal. 

Em janeiro de 2012, ele foi flagrado por fiscais do Ibama pescando na área da Estação Ecológica de Tamoios, área de preservação ambiental em Angra dos Reis, costa verde do Rio. 
Em março, o Ibama apresentou um parecer apontando que o processo prescreveu.

Flávio: “sigilo quebrado não torna ninguém criminoso”

A reportagem procurou os funcionários por meio da assessoria de imprensa de Flávio, mas não obteve resposta até o momento.


Por meio de nota, o senador negou irregularidades, criticou a imprensa e apontou a existência de uma campanha contra ele para atingir o governo de seu pai.

“Repudio que setores da imprensa, continuamente abastecidos por vazamentos ilegais de informações por parte do Ministério Público, insistam em criar polêmicas e atribuir falsas irregularidades onde não há qualquer desvio ou ilegalidade. 

Movimento que deixa evidente a campanha contra mim para atingir o governo de Jair Bolsonaro”, disse Flávio.

O parlamentar ainda afirmou que “o Senado Federal possui um setor responsável por receber a documentação de todos os indicados e, somente após criteriosa análise por essa área, se dá a nomeação”.

Flávio acrescentou que “o fato de ter sigilo quebrado não torna ninguém criminoso”. 

Segundo ele, os assessores citados têm “reputação ilibada, larga e comprovada experiência”.

Cargos no partido

A confiança de Flávio nos funcionários investigados pelo MP também é demonstrada pela distribuição de cargos no diretório estadual do PSL no Rio, controlado por ele. 

Miguel Angelo ocupa o posto de vice-presidente do partido, enquanto Juraci é o primeiro-secretário.

A direção municipal também foi atingida pela investigação do MP. Como o UOL mostrou anteontem, a Justiça autorizou a quebra de sigilos de Valdenice de Oliveira Meliga, a Val Meliga. 

Desde março, por indicação de Flávio, ela ocupa o cargo de presidente do diretório municipal do PSL no Rio. 
Procurada pelo UOL, Val disse ter recebido “de boa” a notícia de que teve os sigilos fiscal e bancário quebrados.

Lidia Cristina dos Santos Cunha, primeira-secretária, e Alessandra Cristina Ferreira de Araújo, primeira-tesoureira, também tiveram os sigilos quebrados. 

Elas não foram localizadas pela reportagem.

Quebras de sigilo

As quebras de sigilo foram autorizadas pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, no dia 24 de abril. 

O pedido foi feito pelos promotores do Gaecc (Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção), responsáveis pela investigação. 

No pedido, eles afirmam que há indícios de “organização criminosa” no gabinete de Flávio.

 Eles também investigam a prática dos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.

“Na presente investigação, pelos elementos de provas colhidos já é possível vislumbrar indícios da existência de uma organização criminosa com alto grau de permanência e estabilidade, formada desde o ano de 2007 por dezenas de integrantes do gabinete do ex-deputado estadual Flávio Nantes Bolsonaro e outros assessores nomeados pelo parlamentar para outros cargos na Alerj”, diz trecho do pedido.

Além de Flávio, no rol de atingidos pela quebra dos sigilos estão sua mulher Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro e uma empresa de sua propriedade. 

Também foram afetados o ex-assessor Fabrício Queiroz, pivô das investigações, e seus familiares. 

O MP investiga ainda nove parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro. 

Os promotores conseguiram ainda ter acesso aos dados de pessoas e empresas que fizeram transações imobiliárias com Flávio.

Com base em relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão de inteligência financeira do Ministério da Economia, o MP apura a existência de um suposto esquema em que servidores do gabinete de Flávio e de comissões da Alerj sob seu controle teriam a obrigação de devolver parte dos salários, prática conhecida como “rachadinha” nas casas legislativas.

A suspeita surgiu a partir de um relatório do Coaf que identificou movimentações atípicas de R$ 1,2 milhão nas contas de Queiroz, ex-assessor de Flávio na Alerj entre 2007 e 2018. 

O Coaf identificou depósitos de oito assessores e ex-assessores de Flávio na conta de Queiroz.

Além disso, a agência do Banco Itaú na Alerj registrou vultuosas operações em dinheiro vivo por parte do policial militar da reserva. 

No período abrangido pelo relatório (janeiro de 2016 a janeiro de 2017), ele fez 36 saques, num total de quase R$ 160 mil. 

No mesmo período, a agência localizada no térreo da Alerj registrou depósitos de quase R$ 124,2 mil na conta de Queiroz –parte significativa dessas operações ocorreram em datas próximas aos pagamentos de salários na Alerj.

As movimentações foram feitas na boca do caixa e em dinheiro vivo, o que, segundo o Coaf, é um indício de tentativa de ocultar a origem e o destino dos valores.

A defesa de Queiroz disse nesta semana que iria à Justiça para barrar a quebra dos sigilos.

“A decisão [de quebra dos sigilos bancários] é ilegal, pois é lançada em direção a todos os investigados de forma genérica. 

Entendo que há a necessidade de um afastamento e isolamento de todos os investigados. 

Com o pedido de afastamento do sigilo bancário, ficou claro que o Flávio Bolsonaro sempre foi investigado pelo MP-RJ [Ministério Público do Rio de Janeiro] sem a devida autorização do TJ-RJ. 

O MP sempre negou isto e está provada agora mais uma ilegalidade”, afirmou o advogado Paulo Klein.

A reportagem do UOL não localizou Ana Cristina Valle, ex-mulher de Bolsonaro, e a mulher de Flávio.



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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Estou sendo tratado como “o pior bandido do mundo”, diz Queiroz sobre Coaf


Estou sendo tratado como “o pior bandido do mundo”, diz Queiroz sobre Coaf
Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa

Por Estadão Conteúdo

9 jan 2019, 13h52 - Publicado em 9 jan 2019, 08h53

 O ex-assessor de Flávio Bolsonaro, o motorista Fabrício Queiroz
Fabrício Queiroz: ex-assessor de Flávio Bolsonaro, disse que esclarecerá "em breve" as movimentações atípicas em sua conta (SBT/Reprodução)

Ex-assessor do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL), Fabrício Queiroz disse nesta terça-feira, 8, ao jornal O Estado de S. Paulo que esclarecerá 
“em breve” as movimentações atípicas em sua conta apontadas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). 

Ele, porém, não disse quando iria dar as explicações e reclamou de, em suas palavras, ter sido tratado como “o pior bandido do mundo”.

“Após a exposição de minha família e minha, como se eu fosse o pior bandido do mundo, fiquei muito mal de saúde e comecei a evacuar sangue. 

Fui até ao psiquiatra, pois vomitava muito e não conseguia dormir”, disse Queiroz, que também é policial militar da reserva. 

“Estou muito a fim de esclarecer tudo isso. 

Mas não contava com essa doença. 

Nunca imaginei que tinha câncer.”

Alegando fortes dores, o ex-assessor atribuiu os problemas detectados 
recentemente em sua saúde à exposição do caso Coaf na imprensa. 

As dores, segundo ele, o teriam feito faltar a depoimentos marcados pelo Ministério Público.

Queiroz foi submetido a uma cirurgia para retirada de um tumor maligno no intestino, no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde estava internado desde 30 de dezembro, e teve alta nesta terça-feira. 

Ele disse que pagou a conta dos serviços médicos com recursos próprios e declarou ter recibo para comprovar, mas não quis dizer o valor.

O ex-assessor afirmou que dará as explicações apenas ao MP “por respeito” ao órgão, mas não informou a data. “Vocês saberão. 

Vocês sempre sabem de tudo”, disse à reportagem.

 Queiroz disse ainda que ficará em repouso em São Paulo nos próximos dias e, a partir de 21 de janeiro, fará sessões de quimioterapia. 

Elas poderão durar de três a seis meses.

O ex-assessor também reclamou do tratamento da imprensa no caso.
“A mídia está fazendo o papel dela, mas está superparcial em meu caso. 

Isso é muito feio.” Também declarou que muitos acham que sua doença é mentira e enviou à reportagem uma foto em que aparece com uma cicatriz na barriga e um cateter.

Movimentações

O relatório que apontou as movimentações financeiras suspeitas nas contas de Queiroz, revelado pelo Estado, foi produzido pelo Coaf na Operação Furna da Onça, conduzida pelo Ministério Público Federal e pela Polícia Federal para investigar corrupção na Assembleia Legislativa do Rio. 

A ação resultou na decretação da prisão de dez deputados.

A investigação foi transferida para o Ministério Público do Estado do Rio porque podem envolver deputados estaduais. 

Mais de 70 assessores ou ex-assessores de 22 parlamentares são investigados.

 Uma das filhas de Queiroz, Nathalia, é citada em dois trechos do relatório do Coaf (mais informações nesta página).

Queiroz foi chamado para depor duas vezes no Ministério Público do Rio, mas faltou em ambas as ocasiões alegando questões de saúde. 

Em entrevista ao SBT, ele justificou a movimentação detectada na conta dizendo que 
“fazia dinheiro” com a compra e revenda de carros.

O MP do Rio sugeriu o comparecimento de Flávio Bolsonaro – filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro – para depor ao órgão nesta quinta-feira, 10. 

Por prerrogativa do cargo parlamentar, porém, ele pode escolher data, hora e local para prestar depoimento.

Questionado, o MP não informou se Flávio confirmou presença. 

A assessoria do senador eleito também não quis confirmar se ele irá ou não. 

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


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