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quarta-feira, 21 de abril de 2021

Oposição Conclama Todos Proponentes Para Unificar Pedidos De Impeachment De Bolsonaro

SUED E PROSPERIDADE

21/04/2021

Oposição Conclama Todos Proponentes Para Unificar Pedidos De Impeachment De Bolsonaro

Celeste Silveira 21 de abril de 2021 

Dirigentes de nove partidos de oposição ao governo Jair Bolsonaro – PT, PCdoB, UP, PSOL, Rede, PV, PDT, Cidadania e PSB – estão convocando todos os signatários de pedidos de impeachment contra o presidente na Câmara dos Deputados para uma reunião nesta sexta-feira, 23.

A reunião será para avaliar “a possibilidade de unificar os pedidos de impeachment em tramitação na Câmara dos Deputados” e discutir formas de mobilizar uma campanha para levar o impeachment de Bolsonaro adiante.

Entre os que entraram com pedidos de impeachment, estão movimentos sociais, entidades, personalidades da área da saúde e até mesmo organizações da direita, como PSDB e MBL. A ideia a reunir todos na sexta, às 14h, via Zoom.

convocatória

*Com informações do 247

CONTINUA

Uma Das Coisas Mais Graves De Bolsonaro Na Pandemia Foi Patrocinar A Desinformação Na Mídia

Celeste Silveira 21 de abril de 2021

Augusto Nunes, que comanda aquele lixo chamado Pingo nos Is, deveria ser convocado pela CPI da Covid, junto com o dono da Jovem Pan.

A campanha criminosa que o governo promoveu a partir dessa rádio/TV, patrocinada com dinheiro público via Secom, a mando de Bolsonaro é, sem dúvida, o maior exemplo de que não só os da Jovem Pan, mas outras pessoas, como Leda Nagle e afins, produziram a maior campanha de desinformação da história do Brasil, 

com o claro objetivo de confundir a população, já que, como diz a infectologista Natália Pasternak no vídeo abaixo, o governo federal deveria liderar uma campanha informativa de prevenção e de vacinação, o que foi solenemente ignorado por Bolsonaro.

O fato é que o governo, propositadamente, não fez nenhum tipo de campanha informativa, ao contrário, patrocinou dúzias de canais de desinformação para confundir a população e ter como resultado o que temos agora, um número cada vez maior de jovens e cada vez mais jovens infectados, internados em estado grave e mortos.

Isso é muito mais do que negar a informação, é falsificá-la e usá-la criminosamente, porque, dependendo da informação, quando assassina e pinçada, ela poderá cortar o fio da vida de milhões de brasileiros, como vem acontecendo.

O pior é que os veículos que informam corretamente, e aqui é preciso fazer justiça à GloboNews que, nesse sentido, vem fazendo um trabalho impecável e enriquecido com inúmeras entrevistas com cientistas brasileiros para dar um norte à população, é considerada e apelidada por Augusto Nunes e outros troços patrocinados por Bolsonaro como “imprensa funerária”, porque mostra a realidade dos fatos.

Espera-se que a CPI chegue nessa gente, porque o que essas pessoas fizeram foi uma guerra intensa contra a informação sobre a covid que, de forma nenhuma, pode ser ignorada.

Na verdade, isso sempre foi parte do projeto de Bolsonaro, em sua insanidade criminosa, levar o Brasil o mais rápido possível à imunidade de rebanho, tendo como resultado esse pesadelo porque passa o país com quase 400 mil mortos por covid e o sofrimento de milhões de pessoas pela perda de entes queridos, além de uma nação de sequelados pela doença que ainda não se sabe as reais consequências.

A CPI não pode ignorar mais esse crime de Bolsonaro e seus capachos pagos com dinheiro do povo para empurrar tanta desinformação goela abaixo e estimular um suicídio coletivo no Brasil.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

DALLAGNOL CHAMOU GILMAR MENDES DE “BROCHA INSTITUCIONAL”; SAIBA!


DALLAGNOL CHAMOU GILMAR MENDES DE “BROCHA INSTITUCIONAL”; SAIBA!

Escrito por Portal Click Política 8 de agosto de 2019

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“Procuradores da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba viram o resultado do primeiro turno da eleição de 2018, que marcou expressiva renovação do Senado, como uma oportunidade para tentar articular o impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF”, aponta a nova reportagem do Uol, em parceria com o Intercept, assinada pelos jonralistas Gabriel Sabóia, Igor Mello, Silvia Ribeiro e Paula Bianchi. 

“Como forma de desgastar Gilmar, também foi cogitado negociar com senadores a convocação do ministro, para que levasse um ‘puxão de orelha’ público dos parlamentares”, aponta o texto.

O chefe da Lava Jato, Deltan Dallagnol, também chegou a fazer críticas ácidas ao ministro Gilmar, nos grupos de procuradores. 

Em 10 de junho do ano passado, numa entrevista ao jornal “O Estado de S. Paulo”, Gilmar afirmava que no projeto das “10 medidas contra a corrupção”, apadrinhado por Dallagnol, havia iniciativas “completamente nazifascistas”. 

E emendava: “É coisa de tarado institucional”.

“No chat Filhos do Januário 2, Deltan rebateu aos colegas às 12h59: Vou responder dizendo que Gilmar é um brocha institucional”, aponta a reportagem do Uol. 

Nos debates entre os procuradores, eles passaram a debater o impeachment de Gilmar – medida que foi endossada pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), aliado da Lava Jato.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247

CONTINUA
 VITÓRIA DA DEMOCRACIA: GILMAR PROÍBE QUALQUER TIPO DE INVESTIGAÇÃO CONTRA GREENWALD
Escrito por Portal Click Política 8 de agosto de 2019

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quarta-feira, 6 de março de 2019

Vídeo publicado por Bolsonaro pode causar impeachment, diz jornal


Vídeo publicado por Bolsonaro pode causar impeachment, diz jornal

Poder360 5 horas atrás 06/03/2019

 Presidente Jair Bolsonaro publicou vídeo polêmico em sua conta oficial no Twitter
© Sérgio Lima Presidente Jair Bolsonaro publicou vídeo polêmico em sua conta oficial no Twitter

O vídeo contendo atos obscenos publicado via Twitter pelo presidente Jair Bolsonaro na última 3ª feira pode configurar quebra de decoro e causar 1 processo de impeachment. 

A informação é do jurista Miguel Reale Júnior em entrevista ao jornal O Globo.

Em 2015, Miguel foi 1 dos nomes do pedido que ocasionou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

lei 1.079 de 1950 afirma que é crime contra a probidade na administração “proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo“. 

Essa é a lei que define os crimes de responsabilidade do presidente da República.

De acordo com o advogado, o conceito de decoro requer a decência, compostura, respeito ético e moral. 

Além disso, quem ocupa 1 cargo público necessita ter discrição. 

A possibilidade de quebra de decoro aumenta pelo caráter desnecessário da publicação.

Caso Bolsonaro realmente quisesse denunciar os responsáveis, o presidente poderia ter pedido a 1 auxiliar para que fizesse uma comunicação oficial à polícia, afirma Miguel.

“O que eu destaco é a absoluta desnecessidade de enviar este vídeo abjeto ao povo brasileiro para denunciar algo que tinha sido visto, previamente, por algumas centenas de pessoas.

 Um auxiliar, reservadamente, poderia fazer isso junto à autoridade policial. 

Com a divulgação, ele deu exposição a um fato restrito, sem nenhuma necessidade: ou seja, ampliou o ato. 

Algo que seria visto por algumas pessoas foi visto pelo Brasil inteiro“, disse ao Globo.

Conforme o Código Penal, o crime de praticar ato obsceno em lugar público é considerado menos grave do que sua divulgação. 

O artigo 234 destaca que a pena para quem pratica esse tipo de delito (ato obsceno em lugar público) é de 3 meses a 1 ano de detenção. 

Para quem divulga, a pena é de 6 meses a 2 anos.

Além de ser passível de 1 pedido de impeachment, a divulgação do vídeo também viola o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). 

Diversos seguidores do presidente na rede social são crianças e/ou adolescentes. 

A idade mínima estabelecida pelo Twitter para poder se registrar é 13 anos.

Foliões fazem protesto em frente à casa de Bolsonaro no Rio
Canal: Foliões faz Carla Arnold Publicado em 
5 de mar de 2019em protesto em frente
à casa de Bolsonaro no Rio


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domingo, 3 de junho de 2018

FHC Diz Agora Que Temer Chegou Ao “Fundo Do Poço” E Admite Que Dilma Foi “Golpeada”


FHC Diz Agora Que Temer Chegou Ao “Fundo Do Poço” E Admite Que Dilma Foi “Golpeada”

Por Redação Click Política Última Atualização 3 jun, 2018


Responsável por indicar Pedro Parente para executar o desmonte da Petrobras, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirma que o governo de Michel Temer acabou.

“Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. 

Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais”, 
diz FHC em artigo neste domingo, 3, no jornal O Estado de S. Paulo.

Traduzindo, o tucano reconhece que Temer é ilegítimo e resultado de um golpe. 

Ou como diz ele, de um “impeachment baseado em arranhões de normas constitucionais”.

Leia, abaixo o artigo na íntegra:

Decifra-me ou te devoro

A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo


A semana que acabou ontem foi plena de tensão, demonstrando a quem não percebera antes a profundidade das dissensões que vêm de há muito tempo. 

As incongruências da política econômica dos governos de Lula e Dilma, em sua fase final, já haviam levado a economia à paralisação e o sistema político a deixar de processar decisões. 

Daí o impeachment do último governo, ainda que baseado em arranhões de normas constitucionais.
Todo impeachment é traumático. 

Fui ministro de um governo que resultou de um impeachment, o do presidente Itamar Franco. 

Este, com sabedoria, percebeu logo que precisaria de um Ministério representativo do conjunto das forças políticas. 

Como o PT, que apoiara o impeachment do presidente Collor, se recusava a assumir responsabilidades de governo (com olho eleitoral), Itamar conseguiu a aceitação de uma pasta por Luiza Erundina, então no PT. 

Mesmo eu, eleito presidente por maioria absoluta no primeiro turno sem precisar buscar o apoio do PT, tive como um de meus ministros um ex-secretário-geral do PT.

De lá para cá os tempos mudaram. 

A possibilidade de algum tipo de convivência democrática, facilitada pela estabilização econômica graças ao Plano Real, que tornou a população menos antigoverno quando viu em marcha uma política econômica que beneficiaria a todos, foi substituída por um estilo de política baseado no “nós”, os supostamente bons, e “eles”, os maus. 

Isso somado ao descalabro das contas públicas herdado pelo governo atual, mais o desemprego facilitado pela desordem financeira governamental, levou a uma exacerbação das demandas e à desmoralização dos partidos. 

A Lava Jato, ao desnudar as bases apodrecidas do financiamento partidário pelo uso da máquina estatal em conivência com empresas para extrair dinheiro público em obras sobrefaturadas (além do enriquecimento pessoal), desconectou a sociedade das instituições políticas e desnudou a degenerescência em que o País vivia.

A dita “greve” dos caminhoneiros veio servir uma vez mais para ignição de algo que estava já com gasolina derramada: produziu um contágio com a sociedade, que, sem saber bem das causas e da razoabilidade ou não do protesto, aderiu, caladamente, à paralisação ocorrida. 

Só quando seus efeitos no abastecimento de combustíveis e de bens essenciais ao consumo e mesmo à vida, no caso dos hospitais, se tornaram patentes houve a aceitação, também tácita, da necessidade de uma ação mais enérgica para retomar a normalidade.

Mas que ninguém se engane: é uma normalidade aparente. As causas da insatisfação continuam, tanto as econômicas como as políticas, que levam na melhor das hipóteses à abstenção eleitoral e ao repúdio de “tudo o que aí está”. 

Portanto, o governo e as elites políticas, de esquerda, do centro ou da direita, que se cuidem, a crise é profunda. Assim como o governo Itamar buscou sinais de coesão política e deu resposta aos desafios econômicos do período, urge agora algo semelhante.

Dificilmente o governo atual, dada a sua origem e o encrespamento político havido, conseguirá pouco mais do que colocar esparadrapos nas feridas. 

Nada de significativo será alcançado sem que uma liderança embasada no voto e crente na democracia seja capaz de dar resposta aos atuais desafios econômicos e morais. 

Não há milagres, o sistema democrático-representativo não se baseia na “união política”, senão que na divergência dirimida pelas urnas. 

Só sairemos da enrascada se a nova liderança for capaz de apelar para o que possa unir a Nação:

 finanças públicas saudáveis e políticas adequadas, taxas razoáveis de crescimento que gerem emprego, confiança e decência na vida pública.

É por isso que há algum tempo venho pregando a união entre os setores progressistas (que entendam o mundo e a sociedade contemporâneos), que tenham uma inclinação popular (que saibam que, além do emprego, é preciso reduzir as desigualdades), que se deem conta de que o mundo não mais funciona top/down, mas que 
“os de baixo” são parte do conjunto que forma a Nação, e que, em vez de se proporem a “salvar a pátria”, devem conduzi-la no rumo que atenda, democraticamente, com liberdade, aos interesses do povo e do País.

Não se trata de formar uma aliança eleitoral apenas, muito menos de fortalecer o dito “centrão”, um conjunto de siglas que mais querem o poder para se assenhorearem de vantagens do que se unir por um programa para o País. 

Nas democracias é natural que os partidos divirjam quando as eleições majoritárias se dão em dois turnos, quando os “blocos sociais e políticos” podem ter mais de uma expressão partidária. Mas é preciso criar um clima que permita convergência. 

E, uma vez no caminho e no exercício do poder, quem represente esse “bloco” precisará ter a sensibilidade necessária para unir os que dele se aproximam e afastar o risco maior: o do populismo, principalmente quando já vem abertamente revestido de um formato autoritário.

Na quadra atual, entre o desemprego e a violência cada vez mais assustadora do crime organizado, a perda de confiança nas instituições é um incentivo ao autoritarismo. 

O bloco proposto deve se opor abertamente a isso.

 Não basta defender a democracia e as instituições, é preciso torná-las facilitadoras da obtenção das demandas do povo, saber governar, não ser leniente com a corrupção e entender que sem as novas tecnologias não há como atender às demandas populares crescentes. 

E, principalmente, criar um clima de confiança que permita investimento e difundir a noção de que num mundo globalizado de pouco vale dar as costas a ele.
Tudo isso requer liderança e “fulanização”. 

Quem, sem ser caudilho, será capaz de iluminar um caminho comum para os brasileiros? 

“Decifra-me ou te devoro”, como nos mitos antigos.

*SOCIÓLOGO, FOI PRESIDENTE DA REPÚBLICA


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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

TOMA ESSA! MBL Pode Responder Por Lavagem De Dinheiro E Estelionato; SAIBA!

TOMA ESSA! MBL Pode Responder Por Lavagem De Dinheiro E Estelionato; SAIBA!
Por Redação Click Política Última Atualização 19 out, 2017
 

O III Congresso Nacional do MBL ocorrerá nos dias 11 e 12 de novembro em São Paulo. 

Contará com a presença de João Doria, Nelson Marchezan Jr, Marco Feliciano, Luiz Felipe Pondé e outros desconhecidos para discutir ‘as importantes conquistas que tivemos no país nos últimos anos’, conforme descrito na apresentação do evento, com painéis como ‘A falácia do discurso de igualdade’. 

Ingressos a 100 reais.

Mas é MBL ou MRL? Porque MBL é uma marca que, segundo o advogado Vinícius Carvalho Aquino, pertence a ele.

Não será surpresa, portanto, se em breve sair uma determinação judicial proibindo o uso da marca MBL pelos meninos paulistas do MRL. 

O terceiro congresso do MBL teria, por exemplo, que se redefinir como o primeiro do MRL.

Vinícius Aquino afirma ter criado o MBL com amigos em Maceió. 

Foi ele também quem encomendou a um amigo publicitário, Paulo Gusmão ,da Agência P, a marca, logotipo, tudo.

“A agência registrou isso tudo e as normas que regulam a propaganda protegem os criadores”, 

disse Vinícius ao DCM. Ele é detentor do CNPJ do Movimento Brasil Livre.

De acordo com o advogado, com o avanço das manifestações pelo impeachment de Dilma Rousseff, o MBL ganhou corpo e se espalhou pelo país todo. Havia saído de controle.

Quando alcançou São Paulo, entretanto, teve sua marca surrupiada pela turma de Kim Kataguiri, Fernando Holiday e Renan Santos e atrelada à empresa MRL.

É a MRL (Movimento Renovação Liberal) quem recebe todos os recursos de doações, filiações, vendas de produtos ou ingressos como o do tal Congresso. 

O dinheiro vai para essa empresa que é administrada por Renan Santos e dois irmãos (há ainda Marcelo Carratú Vercelino, um empresário).

Pode isso? Quem responde é Vinícius:

“Não pode. Além de usarem a marca MBL indevidamente e sem autorização pois ela é minha, eles comercializam produtos e têm fins lucrativos através de uma pessoa jurídica que não tem essa finalidade. 

O MRL do Renan é uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público). 

Quem faz doação a uma OSCIP pode abater do imposto de renda, por exemplo. Uma OSCIP não pode vender nada.”

O advogado entrou com representação no Ministério Público para explicar toda a questão e denunciar o MRL por estelionato. 

“Estão usando meu nome para arrecadar dinheiro pra eles. Quem se associa ao MBL, na verdade está se filiando ao MRL.”

Não é só isso.

“E evasão de divisas também. Para a Receita Federal, essa empresa pertence apenas à Stephanie Santos, irmã do Renan. Mas ela mora na Alemanha. 

Eles faturam com filiação, com vendas, e onde está o dinheiro? Eles nunca prestaram contas de nada, para ninguém. 

Não se sabe quantos filiados têm, quanto arrecadam. Não prestam contas porque não podem, a pessoa jurídica que possuem não pode exercer essas práticas”, explicou Vinícius.

De fato, a filiação ao MRL e suas mensalidades são uma mina de dinheiro. Divididas em categorias, elas vão de R$ 30,00 até R$ 10 mil por cabeça.

Camisetas são vendidas a R$ 50,00 (atenção, a que leva a inscrição ‘Lula Preso’ está em promoção por R$ 29,90 no site). Vendem também bonecos do Pixuleco (cujo registro, segundo o advogado Vinícius Aquino, também pertence a ele) e outras bugigangas.

Em resumo, quem pagou – e continua pagando mensalmente – não é nada de coisa alguma. 

Apenas os quatro fundadores é que continuam aparecendo como únicos membros no ‘estatuto’ da empresa fraudulenta.

E de fraude, a família de Renan Santos entende. 

Eles respondem a mais de 125 processos na Justiça, que no total ultrapassam R$ 20 milhões. Renan, sozinho, tem mais de 45 processos trabalhistas e 16 ações cíveis nas costas.

Ele é acusado de fechamento fraudulento de empresa, dívidas fiscais, fraude contra credores, calote em trabalhadores e até ações por danos morais. 

Uma delas do jornalista da Globo José Roberto Burnier, a quem Renan chamou de canalha em vídeo.

Já condenados em muitas dessas ações, os membros da família Santos (donos do MRL) não pagam e nem são pegos. 

Oficiais de Justiça não encontram ninguém nos endereços registrados como sedes e também não é possível encontrar bens em nome deles (daí a suspeita do advogado Vinícius Aquino de evasão de divisas).

Essa é a turma anti-corrupção que afirma estar passando o país a limpo e que agora quer nos livrar de exposições de arte “pedófila”. 

Vamos todos ao I Congresso do MRL para saber o que mais eles têm a propor.


DCM – Pragmatissmo