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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

NEM DOENTE ELE PARA! Mesmo Com Artéria Do Coração Obstruída, Temer Quer Vender A Caixa, Denuncia Senadora

NEM DOENTE ELE PARA! Mesmo Com Artéria Do Coração Obstruída, Temer Quer Vender A Caixa, Denuncia Senadora
 

Senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, denunciou nesta quarta-feira, 11, que Michel Temer, rejeitado por mais de 90% da população, deflagrou o processo de privatização de um dos mais importantes bancos públicos do País: a Caixa Econômica Federal;

Gleisi recebeu o diretor-presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Jair Pedro Ferreira, e o ex-presidente da instituição Pedro Eugênio; segundo Gleisi, o governo quer mudar o estatuto do banco, como o primeiro passo para a 
venda do banco; 

“O retrocesso que vai ser para o Brasil, a gente vender um banco como a Caixa, que é operadora de tantos programas sociais e também na 
área de crédito para infraestrutura”, disse Gleisi.

CLICK POLÍTICA com informações do brasil247


terça-feira, 5 de setembro de 2017

CONTANDO DINHEIRO: PF Contabilizou Até Agora 22 Milhões Nas Malas De Gedeel

CONTANDO DINHEIRO: PF Contabilizou Até Agora 22 Milhões Nas Malas De Gedeel
Por Redação Click Política Última Atualização 5 set, 2017
 

A Polícia Federal já contabiliza R$ 22,5 milhões apreendidos nesta terça-feira (5/9), no “bunker” atribuído ao ex-ministro Geddel Vieira Lima 
(PMDB-BA). 
O balanço é parcial, pois os policiais seguem contando as cédulas encontradas em caixas e malas na Operação Tesouro Perdido.

A ação foi deflagrada por conta de informações, obtidas pelos investigadores, de que o ex-ministro guardava num apartamento em Salvador material que poderia ser do interesse da Operação Bullish, que investiga o envolvimento de Geddel em desvio de recursos na Caixa Econômica Federal.

O peemedebista cumpre prisão domiciliar em seu apartamento, em Salvador, sem tornozeleira eletrônica. 

A defesa de Geddel, contatada na manhã desta terça, não se pronunciou.


sábado, 24 de junho de 2017

Temer ficou menor

Temer ficou menor
Com as novas acusações, desta vez da PF e do doleiro do PMDB, o presidente está diminuído — e, no começo da crise, por pouco não renunciou ao cargo
Por Robson Bonin, Thiago Bronzatto
access_time23 jun 2017, 21h25 - Publicado em 23 jun 2017, 20h55
 

Montagem de Anderson Marçal e Douglas Bressar com fotos de Cristiano Mariz/VEJA)

Desde que seu governo foi atingido na testa pela delação do empresário Joesley Batista, o “bandido notório”, o presidente Michel Temer nunca viveu uma semana tão desastrada. 

A Polícia Federal, encerrando uma etapa das investigações da delação, concluiu que existem evidências “com vigor” mostrando que Temer praticou ato de corrupção. 

Além desse petardo, o operador Lúcio Funaro, conhecido como doleiro do PMDB, começou a abrir o bico, como adiantou VEJA na semana passada. 

Entre outras acusações, disse que o partido mantinha uma quadrilha para abocanhar verbas da Caixa Econômica Federal — e Temer era quem fazia a distribuição dos recursos surrupiados. 

Com tudo isso, o presidente Temer, mesmo no exterior, encerrou a semana menor do que começou. 

Com denúncias e acusações surgindo em ritmo quase diário, Temer é hoje um presidente moralmente acossado, politicamente fragilizado e administrativamente atordoado, pois seu governo despende mais energia com a polícia do que com a política. 

Está se apequenando institucionalmente, obrigado a se explicar a todo instante, instado a bater boca com quem chama de “bandido notório” e testemunhando a agonia de amigos. 

E sua situação tende a piorar ainda mais.



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quarta-feira, 21 de junho de 2017

Moro quis evitar que documento que prova que a Caixa tem tripléx como garantia viesse a tona

Moro quis evitar que documento que prova que a Caixa tem tripléx como garantia viesse a tona
4 hours agora 21/06/2017
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Imagem do Google

O juiz quis evitar a todo custo que o documento que prova que o tripléx não era de Lula viesse 
a tona.

 


Fizemos pedidos na ação do tríplex para que fossem exibidos os contratos das debêntures, negados pelo juiz. Tivemos que procurar. Achamos.

Do  Cafezinho

O jornalista Paulo Moreira Leite, colunista do Brasil 247, dá entrevista aos Jornalistas Livres sobre a última reviravolta do caso triplex: a descoberta de documentos que provam que o apartamento pertence, na verdade, à Caixa Econômica Federal.

A defesa de Lula procurava há tempos essa documentação, e solicitou a Sergio Moro que determinasse a sua busca. Sergio Moro negou. 

O justiceiro da Globo não tinha interesse em encontrar documentos que provariam a inocência de Lula.

O zé do powerpoint também não se interessou em buscar esses documentos. 

Nem ele nem os delegados que faziam campanha pelo Aécio nas redes sociais.

A grande mídia também não demonstrou nenhum interesse em pôr seus jornalistas investigativos na caça aos documentos, e agora trata deles com visível constrangimento e mal estar, como se lamentasse que eles tenham aparecido.
****

Dois últimos textos publicados no site dos advogados de Lula:

20 de junho de 2017
Defesa divulga contratos e aditamentos anexados às alegações finais que provam que 100% dos direitos econômico-financeiros do triplex e demais imóveis do Solaris foram cedidos à Caixa Econômica Federal. Os documentos estão registrados em Cartórios de Salvador.

Clique para acessá-los:




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domingo, 7 de maio de 2017

CONFIRMADO: Governo Temer/PSDB vai demitir 20 mil concursados das estatais

CONFIRMADO: Governo Temer/PSDB vai demitir 20 mil concursados das estatais
7 de maio de 2017
 

Da Revista Fórum

Pelo menos 20 mil funcionários de empresas estatais devem deixar seus empregos neste ano.

Essa é a meta, segundo Fernando Antonio Soares, secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), do Ministério do Planejamento.

“Neste ano, a meta é de, pelo menos, uma redução de 20 mil, para 510 mil [funcionários]. Os PDVs (programas de desligamento voluntário) propostos pelas empresas precisam ser aprovados. 

Nosso objetivo é que a reposição não passe de 25% do total previsto com a redução”, disse o secretário ao Correio Braziliense.

O BB já fechou o PDV no ano passado. Mas tem Caixa, Correios, Conab, Eletrobrás, que estamos finalizando. São 39 subsidiárias ligadas à Eletrobrás”, afirmou.

De acordo com Soares, os cortes ocorrerão em empresas como Caixa Econômica Federal, Correios, Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e Eletrobrás. 

Nesta última, será mais intenso, já que “serão privatizadas seis distribuidoras neste ano que foram incluídas no PPI (Programa de Parcerias de Investimentos): Ceron, Eletroacre Ceal, Cepisa, Boa Vista Energia e Amazonas Energia”.



quarta-feira, 5 de abril de 2017

Eletrobrás irá demitir 15% de seus funcionários concursados. É a desgraça de Temer e PSDB

4/4/2017 22:14
Eletrobrás irá demitir 15% de seus funcionários concursados. É a desgraça de Temer e PSDB

 

A Eletrobras lançará nos próximos meses um programa um programa de demissão com incentivos, informou nesta terça-feira (4) o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira. De acordo com ele, a expectativa é de adesão de até 2.600 funcionários, o que equivale a cerca de 15% dos cerca de 17 mil trabalhadores da estatal.

Oliveira informou que essa conta não inclui os cerca de 6 mil funcionários das distribuidoras de energia controladas pela Eletrobras, nos estados do Amazonas, Acre, Roraima, Piauí, Alagoas e Rondônia, que serão privatizadas.

Questionado se haveria um programa de demissão incentivada para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o ministro afirmou que não.

Ele também não soube informar a expectativa geral do governo para adesões nos programas de demissão envolvendo todas as estatais – empresas como Correios, Banco do Brasil e Caixa também anunciaram medidas semelhantes.

“Não tenho previsão para todas, mas todas as     que necessitam, temos incentivado   que adotem programas de desligamento”, afirmou Oliveira.


Fonte: g1



domingo, 5 de fevereiro de 2017

Dono da Gol está negociando delação premiada

Dono da Gol está negociando delação                             premiada
Notícias Ao Minuto8 horas atrás 06/02/2017
 
© Fornecido por New adVentures, Lda

O empresário Henrique Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas, está negociando um acordo de delação premiada, de acordo com informações do colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

Henrique se tornou alvo de uma investigação da Polícia Federal, no ano passado, que apura um esquema de corrupção envolvendo a Caixa e outras empresas. 

O esquema desviou recursos do fundo FI-FGTS.





sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

MPF: GEDDEL FAZIA PARTE DE UMA VERDADEIRA QUADRILHA

MPF: GEDDEL FAZIA PARTE DE UMA VERDADEIRA QUADRILHA
 

A operação que a Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira no Distrito Federal, na Bahia, no Paraná e em São Paulo para investigar um suposto esquema de fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal, teve origem na obtenção de informações extraídas de um aparelho celular apreendido em 2015, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB); para o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro, "Geddel se valeu de seu cargo na Caixa para, de forma orquestrada, beneficiar empresas com liberações de créditos dentro de sua área de alçada e fornecer informações privilegiadas para outros membros da quadrilha composta ainda por Eduardo Cunha" e outros

13 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 17:25 

Alex Rodrigues - repórter da Agência Brasil

A operação que a Polícia Federal deflagrou hoje (13), no Distrito Federal, Bahia, Paraná e São Paulo para investigar um suposto esquema de fraudes na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal, entre 2011 e 2013, teve origem na obtenção de informações extraídas de um aparelho celular apreendido em 2015, do ex-presidente da Câmara, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Ao pedir à Justiça Federal autorização para a PF cumprir sete mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e comerciais das quatro unidades da federação, o Ministério Público Federal (MPF) citou Cunha e o ex-ministro Geddel Vieira Lima como suspeitos de possíveis crimes de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, praticados entre 2011 e 2013. 

Para o procurador da República Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, Geddel "valeu-se de seu cargo na Caixa para, de forma orquestrada, beneficiar empresas com liberações de créditos dentro de sua área de alçada e fornecer informações privilegiadas para outros membros da quadrilha composta, ainda, por Eduardo Cunha" e outros.

Também são representados o ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Ferreira Cleto; o ex-vice-presidente de Gestão de Ativos Marcos Roberto Vasconcelos, exonerado do cargo a pedido em setembro de 2016; o servidor da Caixa, José Henrique Marques da Cruz, que chegou a ocupar a vice-presidência de Varejo e Atendimento do banco, além do fundador da Marfrig Alimentos, Marcos Antonio Molina, e do doleiro Lúcio Bolonha Funaro.

Segundo o MPF, o ex-deputado Eduardo Cunha manipulava a liberação de créditos na Caixa com o envolvimento de Cleto e, possivelmente, do então vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira, mencionado em diversas mensagens eletrônicas como beneficiários de valores desviados por meio do esquema.

Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa entre março de 2011 e dezembro de 2013. Entre 2007 e 2010, período do segundo governo Lula, Geddel chefiou o Ministério da Integração Nacional. 

Em maio de 2016, voltou ao Palácio do Planalto como ministro-chefe da secretaria de governo do presidente Michel Temer, deixando o cargo em novembro do mesmo ano, alvo de suspeitas de ter atuado para beneficiar uma construtora na Bahia.

De acordo com o MPF, foi o ex-vice-presidente de Fundos de Governo e Loterias da Caixa, Fábio Cleto quem, ao prestar depoimentos à Procuradoria-Geral da República, acusou Eduardo Cunha de ter recebido propina de empresas em troca da liberação de verbas do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FI-FGTS ). 

A gestão do fundo estava sob a responsabilidade da vice-presidência de Gestão de Ativos, então ocupada por Marcos Roberto Vasconcelos, que foi exonerado do cargo a pedido, em setembro de 2016.

Para o procurador Cordeiro Lopes, os indícios de irregularidades já reunidos apontam que os investigados operaram para fraudar a liberação de créditos da Caixa empregando técnicas semelhantes às usadas para desviar recursos da Petrobras e já reveladas pela Operação Lava Jato. 

Entre outras acusações, o procurador sustenta que Cunha obtinha empréstimos fraudulentos para empresas participantes do esquema junto à diretoria comandada por Geddel.

Dentre as empresas citadas como beneficiárias do esquema estão o grupo J&F, a BR Vias (pertencente ao Grupo Constantino e alvo da Operação Lava Jato), a Oeste Sul Empreendimentos Imobiliários, Digibrás, Inepar, Grupo Bertin, entre outras.

"A BR Vias beneficiava-se de sistemática ilícita para obtenção de recursos junto à CEF, contando com a participação ativa do então vice-presidente de Pessoa Jurídica, Geddel Vieira Lima, bem como do ex-deputado federal Eduardo Cunha e de Fábio Cleto e Lúcio Bolonha", afirma o procurador. 

Em uma mensagem extraída do telefone apreendido de Cunha, Geddel informa o ex-presidente da Câmara de que há problemas na liberação de créditos para a Oeste Sul.

"Outras mensagens dão testemunho de que, assim como a BR Vias, outras empresas vinculadas à família Constantino negociavam a obtenção de recursos na vice-presidência de Pessoas Jurídicas da CEF", relata Cordeiro Lopes, mencionando o grupo Marfrig e Seara como beneficiários do esquema.

Diante dos argumentos e elementos apresentados pelo MPF, o juiz federal Allisney de Souza Oliveira autorizou a PF a fazer buscas e apreender documentos em endereços residenciais e comerciais ligados aos investigados e na própria Caixa. 

Também a pedido do MPF, o magistrado suspendeu o sigilo de todo o processo, inicialmente enviado ao STF, devido ao foro privilegiado de que Geddel e Cunha dispunham no início das investigações e, posteriormente, remetidos para o Tribunal Regional Federal do Distrito Federal.

Procurada, a assessoria do PMDB informou que Geddel ainda não se pronunciou sobre as suspeitas. A reportagem ainda não conseguiu contato com o ex-ministro, com os advogados de Eduardo Cunha e com os demais alvos dos mandados de busca e apreensão.

A Caixa informou que o banco está em contato permanente com as autoridades, prestando irrestrita colaboração com as investigações, procedimento que continuará sendo adotado pela instituição.



ROUBO NA CAIXA FAVORECIA PMDB, CHEFIADO POR TEMER

ROUBO NA CAIXA FAVORECIA PMDB, CHEFIADO POR TEMER
 Lula Marques

Investigação da Polícia Federal aponta o partido comandado por Michel Temer como beneficiário da propina oriunda de um esquema na liberação de crédito da Caixa para empresários, no qual estão envolvidos Geddel Vieira Lima, ex-ministro de Temer, e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara e principal responsável pelo golpe; "Os valores indevidos eram recebidos (...), tendo como destinação o beneficiamento pessoal deles ou do PMDB", aponta o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes, no relatório sobre a Operação "Cui Bono?" ("A quem beneficia?"), deflagrada nesta sexta-feira 13

13 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 19:16 

247 - Investigação realizada no âmbito da operação "Cui Bono?" ("A quem beneficia?"), deflagrada nesta sexta-feira 13 pela Polícia Federal, aponta que o PMDB, de cujo comando Michel Temer só se licenciou em abril deste ano, quando assumiu a presidência da República após o golpe contra Dilma Rousseff, era o destino das propinas obtidas em um esquema na Caixa Econômica Federal.

Segundo o Ministério Público Federal e a PF, Geddel Vieira Lima, ex-ministro e ex-braço direito de Temer, e Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, cobravam propina de empresários para liberar crédito no banco. 

O esquema aconteceu, de acordo com relatório da PF, pelo menos entre 2011 e 2013. Na época, Geddel ocupava o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da instituição, e Cunha era deputado.

"Os diálogos não deixam dúvidas de que Geddel Vieira Lima e Eduardo Cunha buscavam contrapartidas indevidas junto às diversas empresas mencionadas ao longo da representação, visando à liberação de créditos que estavam sob a gestão da vice-presidência de Geddel", escreveu o procurador Anselmo Henrique Cordeiro Lopes.

"Os valores indevidos eram recebidos por meio das empresas de Lucio Bolonha Funaro e possivelmente por outros meios que precisam ser aprofundados, tendo como destinação o beneficiamento pessoal deles ou do PMDB", diz ainda o procurador.



sábado, 19 de novembro de 2016

Programa de financiamento habitacional para militares

Postado em 19 novembro 2016
 O ministro da Defesa, Raul Jungmann, durante assinatura de acordo de cooperação para criar programa habitacional exclusivo para militares das Forças Armadas

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, durante assinatura de acordo de cooperação para criar programa habitacional exclusivo para militares das Forças Armadas.

Benefício exclusivo para a categoria será semelhante ao “Minha Casa, Minha Vida”

A partir de acordo de cooperação técnica assinado nesta quinta-feira (17) pelos Ministérios da Defesa e das Cidades com a Caixa Econômica Federal, integrantes das Forças Armadas terão acesso à política específica de financiamento habitacional. 

Inicialmente, 75 mil militares devem ser atendidos pelo programa. O acordo deve passar, nas próximas semanas, pela avaliação de técnicos, que vão definir os detalhes de como o programa deve funcionar.

O ministro das Cidades, Bruno Araújo, afirmou que, se necessário, podem ocorrer mudanças no Programa Minha Casa, Minha Vida para atender a demanda dos militares. Ele não soube dizer se haverá alocação diferenciada de recursos e nem quantas unidades habitacionais seriam disponibilizadas.

“Estamos trabalhando com os mesmos recursos do Minha Casa, Minha Vida. É bom lembrar que a família do militar, hoje, tem direito a acessar o programa como existe, e já existem programas que, do ponto de vista do acesso de renda, são compatíveis para o atendimento. Mas estamos falando de algo diferente, estamos falando sobre a possibilidade de atendimento em conjuntos de convivências, que sejam construídos de forma exclusiva para a família militar ou outras características que venham a ser desenvolvidas”.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que os beneficiados serão os militares com menor renda, soldados, cabos e sargentos, que hoje correspondem a 60% do total de membros das Forças Armadas. Para justificar a necessidade da política habitacional direcionada aos militares, Jungmann destacou a rotina peculiar das famílias de militares e ressaltou que eles precisam de atenção diferenciada do Estado. 

“Eles são brasileiros que trabalham muito duro, em condições muito especiais, deslocados a qualquer hora, sem hora extra, muitas vezes correndo risco. De certa forma, é um retorno que é dado pelo país”, disse Jungmann. A expectativa do ministro da Defesa é que o programa entre em vigor em 2017. A duração do acordo é de cinco anos, podendo ser renovado por mais cinco, dependendo da demanda.




terça-feira, 26 de julho de 2016

Gleisi Hoffmann: Temer blindado pela mídia e o povo enganado pelo golpe

Gleisi Hoffmann: Temer blindado pela mídia e o povo enganado pelo golpe
julho 25, 2016 por esmael |
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em sua coluna desta segunda (25), denuncia a blindagem e a torcida da velha mídia golpista pela permanência do interino Michel Temer (PMDB) e, consequentemente, a perda de direitos do povo brasileiro que é enganado por essa associação criminosa.
Segundo ela, para criar um clima favorável ao governo golpista, fraudam pesquisas e a realidade do país. A colunista denuncia ainda o custo do golpe: quase R$ 200 bilhões para comprar os votos (fidelizar) necessários para o impeachment no Senado. A título de comparação, o Congresso estuda cassar Dilma Rousseff em virtude de déficit de R$ 30 bilhões. Entretanto, o Ministério Público já arquivou a denúncia de crime de “pedalada fiscal” contra a presidente afastada.
Gleisi grita contra o fim do SUS, pela manutenção do Minha Casa Minha Vida, da universidade gratuita, dos direitos dos trabalhadores, do salário mínimo e da aposentadoria. Abaixo, leia, comente e compartilhe a íntegra do texto:
Temer blindado e o povo enganado
Gleisi Hoffmann*
É impressionante a boa vontade, ou melhor, o apoio, a torcida da grande mídia, do mercado financeiro e da elite brasileira ao governo interino de Michel Temer. Como num passe de mágica tudo que ia de mal a pior no governo da presidenta Dilma melhorou cem por cento agora. A população apoia Temer, segundo pesquisa fraudada do Datafolha. A economia melhorou consideravelmente, inclusive o humor do mercado e da população, segundo a mesma pesquisa. A relação com o Congresso, também pudera com tantas concessões, está uma maravilha. É o governo da salvação nacional. Até o combate ao terrorismo ganhou evidência e o posicionamento heroico do ministro interino da Justiça, que espantou turistas das olimpíadas.
O noticiário, antes azedo e agourento, agora pauta temas positivos do esforço do governo em melhorar a economia do país. Aliás, a equipe econômica, coração do governo, é a motivação maior dessa blindagem.
Austeridade, equilíbrio, controle nas finanças públicas é o mantra para recuperar o crescimento econômico. Mas o que estamos vendo até agora é uma gastança desenfreada sob o nome de transparência realista.
São R$ 170 bilhões de déficit este ano e R$ 194 bilhões ano que vem. Vale lembrar que quando Dilma mandou o orçamento de 2016 com déficit de R$ 30,5 bilhões para o Congresso, foi considerado um escândalo. Devolveram! E a ironia de tudo isso é que estão fazendo o impeachment da presidenta por crime de responsabilidade fiscal!
Mas a crueldade maior é que essa tolerância deficitária, que está possibilitando pagar a conta do golpe e fidelizar aliados, é também a justificativa para as reformas estruturais, aquelas voltadas para cortar programas sociais e direitos dos trabalhadores. Porque a elite é assim, para manter os juros altos corta a previdência social, os recursos para saúde e educação, o poder de compra do salário mínimo. Tudo sob o manto da chamada responsabilidade na gestão. Todos devem fazer sacrifícios, desde que no ‘todos’ não esteja o andar de cima.
É repugnante ouvir os representantes do governo golpista e os articuladores midiáticos criticando os programas sociais, desmerecendo sua importância e mostrando-os como estorvo a melhora da economia. O SUS virou caixa de pancada do ministro da Saúde, que insiste em um plano privado de saúde popular, no fim do Mais Médicos e de que a doença está no pensamento das pessoas.
O Minha Casa Minha Vida, um dos programas de maior sucesso da habitação popular brasileira, é um peso para a Caixa Econômica Federal, empresa pública que resolveu apostar no mercado imobiliário rentável, financiando casa para os ricos. É mais fácil, seguro e menos trabalhoso.
O ensino superior público também passou a ser uma aberração para a mídia. Editorial de O Globo defende abertamente a privatização do ensino superior, depois de ter formado seis ideólogos de direita nas universidades gratuitas. Como os pobres estão indo para o ensino superior está na hora de cortar. Haja hipocrisia.
Soma-se a essa ladainha de retrocessos os ataques a CLT. Em tempos de crise, manda o manual do mercado que o trabalhador abra mão de seus direitos para manter o emprego e conservar o lucro do sistema. É o acordo da espingarda com a rolinha. Salário mínimo com poder real de compra também é um empecilho para o resgate do desenvolvimento econômico. Até quando Temer será blindado?!
Se há pessoas que gostam de ser enganadas, existem aquelas que ousam lutar. Mais do que nunca a resistência popular tem de se fazer presente. Voltar atrás nunca mais!

*Gleisi Hoffmann é senadora da República pelo Paraná. Foi ministra-chefe da Casa Civil e diretora financeira da Itaipu Binacional. Escreve no Blog do Esmael às segundas-feiras.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Câmara aprova MP que libera FGTS

Câmara aprova MP que libera FGTS como garantia a empréstimo consignado
Reuters   21 horas atrás
A MP, que perde a vigência em julho, será enviada para o Senado.
 Foto: Ueslei Marcelino/Reuters A MP, que perde a vigência 
em julho, será enviada para o Senado.
O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na terça-feira a medida provisória que permite aos trabalhadores da iniciativa privada oferecerem aos bancos, como garantia do empréstimo consignado em folha, parte dos recursos de sua conta vinculada do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da multa rescisória.
Segundo a Agência Câmara Notícias, o texto aprovado prevê que a garantia poderá ser sobre até 10 por cento do saldo individual da conta e sobre até 100 por cento da multa paga pelo empregador em caso de demissão sem justa causa, despedida por culpa recíproca ou força maior.
O banco só poderá acionar essa garantia, no entanto, se ocorrer um desses casos de demissão. A MP cria uma exceção à regra que proíbe o penhor da conta vinculada do FGTS, prevista na lei do fundo.
A MP, que perde a vigência em julho, será enviada para o Senado.
Além da aprovação pelo Senado, para a norma da medida provisória surtir efeito o Conselho Curador do FGTS precisa definir o número máximo de parcelas e a taxa mínima mensal de juros a ser cobrada pelas instituições nas operações de crédito consignado, segundo a Agência Câmara Notícias.

E a Caixa Econômica Federal, operadora do fundo, precisa definir os procedimentos necessários para a operacionalização da nova regra.