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quarta-feira, 25 de abril de 2018

QUEM É O DONO? Polícia Apreende Helicóptero Do PCC Cujo Piloto É O Mesmo Do Helicoca


QUEM É O DONO? Polícia Apreende Helicóptero Do PCC Cujo Piloto É O Mesmo Do Helicoca



A Polícia Civil de São Paulo apreendeu nesta quarta-feira 25 um helicóptero do PCC que estava pronto para transportar drogas em um hangar em Arujá, no interior do Estado. 

Um dos presos é Rogério Almeida Antunes, que foi preso em 2013, no Espírito Santo, com um helicóptero carregado com mais de 400 quilos de cocaína, apelidado depois de ‘helicoca’.

Antunes era funcionário do gabinete de Gustavo Perrella, filho do senador Zezé Perrella, na Assembleia de Minas Gerais. 

Ninguém foi preso ou sequer responsabilizado pelo caso do helicoca.

Quatro pessoas foram presas por policiais da Delegacia de Investigação Sobre Entorpecentes (Dise) de São Bernardo do Campo. 

A apreensão ocorreu dentro de uma escola de pilotagem, segundo reportagem do portal G1.

A investigação do caso acredita que três delas
 eram pilotos e estariam preparados para viajar para Mato Grosso do Sul.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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terça-feira, 30 de maio de 2017

“EU NÃO FAÇO NADA DE ERRADO, EU SÓ TRAFICO DROGA”, DIZ PERRELLA A AÉCIO

“EU NÃO FAÇO NADA DE ERRADO, EU SÓ TRAFICO DROGA”, DIZ PERRELLA A AÉCIO

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Imagem do Google

Um novo trecho da gravação de uma conversa entre os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG) foi divulgado; Aécio telefonou a Perrella no dia 13 de abril para cobrir fidelidade do aliado e reclamar de declarações em uma entrevista; Perrella justificou suas falas com o caso do Helicoca:  “Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma; e completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”; Aécio ri; confira o áudio e a transcrição publicados pelo Jornalistas Livres

30 DE MAIO DE 2017 ÀS 05:21 

No dia 13 de abril, a Polícia Federal interceptou uma conversa telefônica entre o senador Aécio Neves, do PSDB, e o colega Zezé Perrella, do PMDB.

No diálogo, Aécio cobra fidelidade de Perrella e lhe dá uma dura pelo fato de o aliado ter dado uma entrevista à rádio Itatiaia de Minas Gerais se gabando de não estar na lista de Janot e no “mar de lama” do Brasil.

“Acho que não preciso provar o quanto sou seu amigo na vida, né, cara. 

Então vou te falar como amigo, com a liberdade de amigo. 

Poucas vezes vi uma declaração tão escrota, Zezé, como essa que você deu na rádio Itatiaia”, diz Aécio.

Uma versão editada foi divulgada no DCM. 

Agora o jornal Hoje em Dia colocou no ar a gravação na íntegra. Você pode conferir abaixo.

Perrella cita o caso do Helicoca. 

“Qual a maneira que eu encontrei de rebater essas coisas que eles falam de mim do helicóptero até hoje?”, afirma.

E completa, adiante: “Eu não faço nada de errado, eu só trafico droga”.
Aécio ri.

                VEJA O VÍDEO



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sexta-feira, 19 de maio de 2017

FACHIN DIZ QUE “AÉCIO É RISCO À ORDEM PÚBLICA”

FACHIN DIZ QUE “AÉCIO É RISCO À ORDEM PÚBLICA”

 

O ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do mandato nesta quinta-feira, só não foi preso porque goza do foro privilegiado; em sua decisão, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que solto, Aécio é um "risco à ordem pública"; de fato, Aécio liderou um golpe que destruiu a imagem e a e economia do Brasil, deixando milhões de desempregados; em março, numa ação controlada da Polícia Federal, ele foi gravado pedindo uma propina de R$ 2 milhões à JBS – dinheiro que foi entregue aos donos do Helicoca, helicóptero que tinha quase 500 quilos de cocaína; nesta quinta, sua irmã Andrea e seu primo Fred foram presos; Aécio foi também afastado da presidência do PSDB, cujos integrantes não sabem onde enfiar a cara

18 DE MAIO DE 2017 ÀS 15:52

Minas 247 – O ex-senador Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado do mandato nesta quinta-feira, só não foi preso porque goza do foro privilegiado.

Em sua decisão, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, afirmou que solto, Aécio é um "risco à ordem pública".

De fato, Aécio liderou um golpe que destruiu a imagem e a e economia do Brasil, deixando milhões de desempregados.

Em março, numa ação controlada da Polícia Federal, ele foi gravado pedindo uma propina de R$ 2 milhões à JBS – dinheiro que foi entregue aos donos do Helicoca, helicóptero que tinha quase 500 quilos de cocaína.

Nesta quinta, sua irmã Andrea e seu primo Fred foram presos.

Aécio foi também afastado da presidência do PSDB, cujos integrantes não sabem onde enfiar a cara.

Abaixo, reportagem de Filipe Coutinho, do Buzzfeed:

Na decisão, obtida pelo BuzzFeed Brasil, Fachin não poupa palavras para criticar Aécio. Mas diz que, por ser senador, ele só poderia ser preso em flagrante. 

Fachin, então, disse que preferia ouvir o plenário do Supremo. 
Para o ministro, Aécio, solto, é um "risco à ordem pública". 

O senador foi flagrado em conversa com Joesley Batista, da JBS, tramando contra a Lava Jato e pedindo dinheiro.

Primeiro, Fachin explica a conduta criminosa de Aécio. 
Para ele, seria "imprescindível" para a investigação a prisão do senador.

"Percebe-se, a partir dos elementos probatórios, que o senador Aécio demonstra, em tese, muita preocupação e empenho na adoção de medidas que de alguma forma possam interromper ou embaraçar a investigação", escreveu Fachin.

Um dos fatos citados é o plano para escolher um ministro da Justiça que possa trocar delegados para melar a Lava Jato.

O ministro resume: "tais considerações são suficientes para demonstrar a imprescindibilidade da prisão preventiva".

Assim escreveu o ministro:

"A prática de tais condutas, longe de serem atos isolados, pelo que restou demonstrado, configuram habitualidade que indicam estabilidade e permanência"

Fachin, contudo, disse que não poderia prender Aécio. 
Isso porque, por ser senador, ele só pode ser preso em flagrante. "Quanto ao parlamentar, todavia, embora considere, como mencionado, 

imprescindível a decretação de sua prisão preventiva para a garantir a ordem publica e instrução criminal, reconheço que o disposto da Constituição impõe, ao menos em juízo monocrático necessidade de contenção".

Em nota, Aécio disse que está "absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos". "No que se refere à relação com o senhor Joesley Batista, ela era estritamente pessoal, sem qualquer envolvimento com o setor público".




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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Polícia encontra avião com 430 kg de pasta base de cocaína perto de outra fazenda de Aécio

16/2/2017 14:00
Polícia encontra avião com 430 kg de pasta base de cocaína perto de outra fazenda de                      Aécio
Depois do helicoca dos Perrella, que foi apreendido a apenas 14km da fazenda de Aécio, agora um avião

Além dos cerca de 415 tabletes da pasta base, foi apreendido um pacote com cerca de um quilo de folhas semelhantes a folhas de coca
PF apreende avião com 430 kg de pasta base de cocaína em Minas

Agência Estado

A Polícia Federal (PF) em Minas Gerais apreendeu na noite dessa quarta-feira (15), em Pará de Minas, na região Central do Estado, a 84 km de Belo Horizonte, um avião Cessna Aircraft, modelo 210 M, que transportava 430 quilos de pasta base de cocaína. 

A ação contou com apoio da Polícia Militar do município. Por estar guardada em sacos de origem boliviana, a PF acredita que a droga tenha vindo do país vizinho.

Segundo a PF, a aeronave teria aterrissado no Aeroporto de Pará de Minas por volta de 18h e iria passar a noite em um hangar do local, ainda carregada com a droga. 

A PF ouviu o responsável pelo hangar e realizou perícias na aeronave, que não tinha identificação nas asas e apresentava alongamento de suas extremidades, para levar mais combustível e aumentar a autonomia de voo.

Além dos cerca de 415 tabletes da pasta base, foi apreendido um pacote com cerca de um quilo de folhas semelhantes a folhas de coca.

A Polícia Federal descobriu ainda que o piloto do avião havia fugido para Belo Horizonte e se hospedado em um hotel nas proximidades da rodoviária da capital, onde foi preso em flagrante por agentes federais.

Se condenado pelo crime de tráfico internacional de drogas, o piloto poderá cumprir até 25 anos de prisão e permanecerá à disposição da Justiça Federal de Divinópolis.

Fonte: o tempo





segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Enquanto o Helicoca segue sem julgamento, o STJ condena homem por 0,02 grama de maconha

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
Enquanto o Helicoca segue sem julgamento, o STJ condena homem por 0,02 grama de maconha
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Por Joaquim de Carvalho - Enquanto o Superior Tribunal de Justiça confirma a condenação a quatro anos e 11 meses de prisão de um homem preso em flagrante por entregar a outro um cigarro com 0,02 grama de maconha, a Justiça Federal do Espírito Santo ainda não julgou os quatro homens apanhados tentando desembarcar 445 quilos de cocaína de alta pureza, três anos e três meses atrás.

O que há de diferente nos dois casos, além da brutal diferença de quantidade de droga apreendida?

O homem condenado a quatro anos e onze meses de prisão já se encontrava preso na Cadeia Pública de Cataguases, Minas Gerais, quando um policial civil o viu entregar a outro detento um pacotinho com a maconha, tão pequeno que era difícil de enxergar de longe. Seria um pouco mais grosso que um palito de fósforo.

Já os 445 quilos de pasta base de cocaína foram apreendidos por uma força tarefa que uniu policiais federais e policiais militares do Espírito Santo e estavam sendo descarregados do helicóptero da família do senador Zezé Perrella, também de Minas Gerais.

A quantidade de drogas era tanta que encheu o porta-malas do Volkswagen Polo que aguardava no interior de uma fazenda pela chegada da droga, embarcada no Paraguai.


[VÍDEO] Como nasceu o ódio no Brasil! Por Leonardo Stoppa.

A Polícia Federal prendeu os dois pilotos que vieram no helicóptero – um deles, funcionário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais por indicação do então deputado estadual Gustavo Perrella, filho do senador –, um empresário que mora no interior do Rio de Janeiro e um jardineiro contratado para ajudar a carregar os 445 quilos de cocaína.

Os Perrella foram inocentados pela Polícia Federal alguns dias depois do flagrante. Segundo a PF, o helicóptero foi usado no tráfico sem o conhecimento da família.

Seis meses depois do flagrante, no dia em que prestariam depoimento, os quatro envolvidos foram soltos – sem interrogatório –, pouco depois a segunda instância da Justiça Federal revogou o decreto de apreensão do helicóptero e devolveu a máquina para a família Perrella, que a revendeu para aquele empresário apanhado em flagrante no motel com uma mulher casada, o caso Fabíola, que viralizou na internet.

O flagrante no motel não tem nada a ver com a droga, mas mostra que vida seguiu para todo mundo.

O empresário flagrado no motel teve até um probleminha depois, quando o helicóptero que ele comprou de Perrella foi flagrado fazendo manobras arriscadas sobre um lago em Belo Horizonte, em voo rasante sobre lanchas.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), depois que imagens das manobras foram postadas nas redes sociais, até interditou o helicóptero. Coisa pouca, a interdição já foi revogada.

Gustavo Perrella perdeu a eleição de 2014, mas ganhou do governo Temer o cargo de secretário nacional dos direitos do torcedor, no Ministério do Esporte.

O pai de Gustavo, senador Zezé Perrella, foi um dos que participaram durante a madrugada da sabatina informal do ministro da Justiça licenciado, Alexandre Perrella, na Chalanga Champagne, o Barco do Amor.

Perrella é dos homens que dirão sim ou não para o desejo de Michel Temer de colocar Alexandre de Moraes como guardião da Constituição Federal, na vara de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal.

Já o promotor Eduardo Nepomuceno, que investigava a família Perrella por casos de improbidade administrativa foi afastado da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Minas.

Nepomuceno abriu algumas ações civis públicas envolvendo a família Perrella, inclusive pelo uso de verba da Assembleia Legislativa para o pagamento de combustível para voos do helicoca sem relação com o mandato parlamentar.

O senador Zezé Perrella apresentou uma reclamação contra Nepomuceno ao Conselho Nacional do Ministério Público. Perrella se disse vítima de perseguição. Há dois meses, Conselho Nacional do Ministério Público julgou a reclamação e afastou o promotor, que terá de ir para outro setor do Ministério Público em Minas Gerais.

O Conselho Nacional do Ministério Público tem como um de seus membros o advogado Gustavo do Vale Rocha, subchefe para Assuntos Jurídicos da Casa Civil.

Gustavo foi quem obteve a decisão liminar que proíbe a Folha de S. Paulo de divulgar informações sobre o processo em que Marcela Temer é chantageada por um hacker, que ameaçou divulgar mensagens encontradas no celular dela que jogariam o nome de Michel Temer na lama.

Assim como Alexandre de Moraes caiu nas graças de Michel Temer por fazer um serviço rápido e discreto no caso do hacker, Gustavo do Vale Rocha mostrou seu valor. Portanto, guarde este nome: Gustavo do Vale Rocha.

Temer quer Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal, e Gustavo do Vale Rocha, que já foi funcionário do Banco do Brasil e hoje mora numa mansão do Lago Sul de Brasília, deve subir.

Gustavo, que era muito próximo de Eduardo Cunha, já havia crescido no conceito da atual cúpula do Planalto quando deu o parecer que vetou o uso do avião da FAB pela então presidente afastada Dilma Rousseff, no início do processo de impeachment.

Mundo pequeno demais na República da Chalana Champagne.

Enquanto a nave vai, o perigoso traficante de 0,02 grama de maconha segue encarcerado, numa decisão em que a Justiça desprezou o princípio da insignificância do delito – 0,02 grama de maconha… — , por considerar que o tráfico é um crime tão grave que não importa a quantidade, vale o perigo presumido.

Talvez esse princípio só se aplique a delitos cometidos por quem já está preso, não para traficantes que utilizam helicóptero.

Será que é isso?

Difícil explicar o Brasil desses últimos anos.