A
Força-tarefa da Lava Jato no Rio prendeu Michel Temer (MDB) na manhã desta
quinta-feira (21) em São Paulo;
mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo
Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio; em planilhas fornecidas pelos
doleiros Vinícius Claret, o Juca Bala, e Claudio Barbosa, o Toni,
aparecem
transferências para Altair Alves Pinto, apontado como operador do ex-presidente
da Câmara Eduardo Cunha (MDB-RJ); segundo os doleiros, Altair era “o homem da
mala” que repassava dinheiro para Eduardo Cunha e para Temer
CONTINUA
BARBARIDADE,
DIZ TEMER APÓS SER PRESO PELA LAVA JATO
Preso na
manhã desta quinta-feira (21), Michel Temer, que arquitetou um golpe e já havia
sido denunciado duas vezes por corrupção, chamou de “barbaridade” a sua
detenção pelos agentes da Lava Jato do Rio; ele estava em São Paulo; a sua
reação foi relatada ao jornalista Kennedy Alencar; a prisão foi executada com
base na delação premiada do operador financeiro Lúcio Funaro
O
ex-presidente Michel Temer foi preso por denúncias que envolve a suspeita de
pagamento de R$ 1,1 milhão em propina em troca de um contrato para a construção
da usina nuclear Angra 3; de acordo com o MPF, os pagamentos indevidos foram
“solicitados por João Baptista Lima Filho e pelo ministro Moreira Franco, com
anuência de Michel Temer”
Barroso
inclui delação de Funaro em inquérito que investiga Michel Temer
Por Andréia
Sadi21/06/2018 07h43 Atualizado
há 4 horas
Lúcio Funaro, delator da Lava Jato, em dezembro do ano
passado. (Foto: Helen Sacconi/EPTV)
O ministro
Luís Roberto Barroso do Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu a pedido
da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e incluiu no inquérito dos
portos a delação premiada do operador financeiro Lúcio Funaro.
A decisão do
ministro é de 19 de junho. A informação foi antecipada pelo jornal "O
Globo".
Procurada, a
defesa de Temer informou à TV Globo que não vai se manifestar.
Entre outras
informações, Funaro
relatou aos investigadores a relação entre empresas do setor de portos
com o presidente e com o deputado cassado Eduardo Cunha (MDB-RJ) atualmente
preso.
Funaro disse que a dupla agiu para proteger interesses dessas empresas,
como o grupo Libra.
Também à TV
Globo, a defesa de Eduardo Cunha declarou que "nega as acusações,
requentadas, baseadas exclusivamente em uma delação mentirosa e sem elementos
de prova que a corroborem".
O grupo
Libra divulgou a seguinte nota:
"O Grupo Libra não comentará sobre o
processo em andamento, até em respeito às autoridades responsáveis pelo caso.
Contudo, esclarece, de forma categórica, que na época da edição da MP dos
Portos, e mesmo agora, não possuía ou possui dívidas junto ao poder concedente.
O que há é uma expectativa de dívida entre o Porto de Santos e a empresa, que
será decidida pela processo de arbitragem ora em curso".
Com os
depoimentos de Funaro no inquérito, o presidente Michel Temer discute com seus
auxiliares se o advogado Antonio Claudio Mariz seguirá na sua defesa no inquérito.
Motivo:
Mariz já foi advogado de Funaro. O advogado não assumiu, por exemplo, a defesa
de Temer no inquérito da Odebrecht.
O presidente contratou o advogado Brian
Alves Prado para o inquérito.
Temer tem
reclamado com seus advogados de que a investigação "ultrapassa" o
escopo das apurações referentes à edição do decreto dos portos.
A delação de Lúcio Funaro, foi sem dúvida alguma, a mais
contundente em relação as demais.
Além de falar sobre as manobras em transações
de vultuosas somas de recursos em propina no PMDB, através dos ex-deputados
Eduardo Cunha, Henrique Eduardo Alves, Geddel Vieira Lima, presos pela Polícia
Federal tendo a coordenação do presidente Michel Temer, o doleiro foi além das
expectativas, deixando o Brasil estarrecido.
Lúcio Funaro foi o único envolvido e ouvido, à denunciar o
esquema sórdido do impeachment, que redundou com o afastamento da presidente
Dilma Rousseff no ano passado, tendo a mesma atingido o apoio de mais 54
milhões de brasileiros e vencendo o pleito para o senador Aécio Neves.
O doleiro fez uma acusação da maior gravidade, afirmando ao
MPF, que acompanhou passo à passo, toda a trama das propinas e do golpe contra
a ex-presidente, afirmando inclusive, quem estaria encabeçando a arapuca para
Dilma e o PT seriam:
O presidente Michel Temer e “pasmem os senhores”, como
também o então Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.
O mais intrigante,
foi a afirmação de que o STF estaria sabendo de tudo, inclusive da compra de
votos de parlamentares para que o intento fosse sacramentado.
Perguntar não ofende!
1º- Como a população brasileira que
tem o MPF e o Judiciário como defensores das leis e da garantia dos direitos
dos cidadãos, pode digerir tamanha barbaridade?
2º- Como um Procurador Geral da República tem o desplante de
se nivelar de maneira sorrateira como Rodrigo Janot, ao ponto de utilizar uma
instituição respeitosa como a PGR, para montar estratégias de seu interesse ou
para fazer o jogo de alguém, enganando a imensa população do país?
Será que foi por esse motivo que o ministro Gilmar Mendes do
STF, chegou a dizer que o então procurador seria classificado como responsável
pela pior gestão da PGR?
Quem sabe se não foi por isso que um dia a ministra Eliana
Calmon, assegurou categoricamente que se nas investigações da Lava Jato, não
constasse acusações envolvendo membros do judiciário e do MP, tudo não passaria
de uma farsa?
A verdade é que as denúncias são graves e os golpistas
tentam desqualificar as mesmas da maneira mais descarada possível, achando que
o povo é bobo.
A população exige através das comunidades em redes sociais,
nas ruas, praças e demais logradouros públicos, que a atual Procuradora Geral
da República, determine a abertura de uma investigação do senhor Rodrigo Janot,
denunciado em delação pelo doleiro Lúcio Funaro e agora do conhecimento de
todos.
Afinal de contas, ninguém está acima da lei, como diz a Carta Magna do
país, ou uma frase sustentada pelo próprio procurador:
“O pau que bate em
Chico, bate em Francisco.”
Não estamos fazendo qualquer pré-julgamento da figura do
procurador Janot, mas, exigimos que esse fato seja esclarecido à sociedade.
E
se comprovado, a PGR tem o dever moral de pedir a anulação do impeachment e a
punição dos envolvidos nessa faceta medíocre e de uma irresponsabilidade da
pior envergadura.
Se nada for feito com relação ao assunto, ficará comprovado
que o golpe terá ramificações inesperadas de chegar ao ponto de condenar Lula,
tornar o mesmo inelegível e de preferência na cadeia, bem como, acabar com
Dilma, o Partido dos Trabalhadores e sabe-se lá o que mais.
“O povo está de olho, cansado de tanta injustiça e de não
poder votar livremente.
A condenação de Lula irá gerar, a maior crise política
de todos os tempos, disso não tenha a menor dúvida”, disse um líder sindical.
Rodrigo Maia reagiu às acusações do advogado de Michel Temer
de que a divulgação dos vídeos do operador Lúcio Funaro, feita no site da
Câmara, foi um “criminoso vazamento”; afirmou estar perplexo “depois de tudo
que fiz pelo presidente”; e ainda criticou a “meia justificava” de Eduardo
Carnelós.
Eis a íntegra da nota de Maia:
“A nota do advogado… ela dá uma resposta parcial.
Ele fala
da publicidade dos vídeos, dos documentos no site da Câmara a partir do dia 29.
Mas, três, quatro dias antes, a Câmara dos Deputados, através do seu
secretário-geral, deputado Giacobo, entregou ao assessor Gustavo toda
documentação alertando que a pet 7099 estava sob sigilo e assim foi encaminhada
para a Comissão de Constituição e Justiça.
A nota do advogado não esclarece o ponto mais importante.
Ele fala apenas que não sabia que o site da Câmara tinha dado publicidade.
Ele
deveria saber que todos os documentos encaminhados pelo STF estavam à
disposição dele, dos advogados, dos ministros.
Eu, inclusive, estive com a
presidente Cármen Lucia e com o ministro Fachin perguntando o que estava sob
sigilo e a única peça que estava sob sigilo é a pet 7099, que não tem relação
com os vídeos
do Lúcio Funaro.
A pet 7099 é anterior à delação do Lúcio Funaro.
Então, o advogado faz uma meia justificativa, o que não
esclarece os fatos e o que vai obrigar – infelizmente – a que os funcionários
da Câmara tomem atitudes, inclusive na justiça, porque são servidores, tem fé
pública e, com a nota dele, continuam sendo desrespeitados.
E, da minha parte, uma perplexidade muito grande ver o
advogado do presidente da República, depois de tudo que fiz pelo presidente, da
agenda que construí com ele, de toda defesa que fiz na primeira denúncia, ser
tratado de forma absurda e – vamos chamar assim – sem nenhum tipo de prova, de
criminoso.
Porque quando ele diz ‘aqueles que divulgaram os áudio são
criminosos’ e foi a Câmara que colocou de forma legítima, respeitosa, tudo
aquilo que estava na denúncia de forma pública no site… quando ele diz que é
criminoso, eu preciso, de fato, defender a minha posição porque eu não posso
aceitar de nenhuma forma que um advogado possa me tratar desta forma.
Acho que o advogado não respondeu de forma correta o que
deveria e a minha posição é apenas que tudo fique claro.
Os documentos que
estão públicos são documentos que vieram sem nenhum tipo de ressalva por parte
do Supremo, que foram esclarecidos comigo, com a presidente Cármen Lúcia e com
o doutor Fachin.
E se há alguma dúvida por parte do advogado, ele não deveria
primeiro atacar.
Ele deveria primeiro avaliar, investigar para ver se de fato
existia alguma atitude criminosa que, eu tenho certeza, muito menos da minha
parte, mas também da parte dos servidores da Câmara, não houve nenhuma atitude
que não fosse apenas preservar a transparência e a possibilidade de cada um dos
513 deputados pudessem ter acesso a todos os documentos da denúncia apresentada pelo doutor Janot.”
A armação do golpe que derrubou a presidente eleita
legitimamente Dilma Rousseff da presidência ganhou um capítulo com uma nova
revelação neste sábado 14.
PUBLICIDADE
De acordo com o operador Lúcio Funaro, o ex-presidente da
Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) recebeu das mãos dele R$ 1 milhão para “comprar”
votos a favor do impeachment.
Em depoimento à Procuradoria Geral da República no dia 23 de
agosto, conforme vídeos divulgados pela Folha de S.Paulo, o dinheiro foi
entregue após um pedido de Cunha.
“Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro,
que ele pudesse ter algum recurso disponível pra comprar algum voto ali
favorável ao impeachment da Dilma.
E eu falei que ele podia contar com até R$ 1
milhão e que eu liquidaria isso para ele em duas semanas no máximo”, disse
Funaro.
Uma procuradora questiona Funaro, durante o depoimento:
“Depois de uma semana de aprovado o impeachment, comecei a
enviar dinheiro para ele (Cunha) ir pagando os compromissos que ele tinha
assumido”, acrescentou Funaro, informando ter ‘consolidado’ o valor total de R$
1 milhão.
O dinheiro foi entregue em Brasília, Rio e São Paulo, disse.
O doleiro Lúcio Funaro, que no último mês firmou acordo de
colaboração premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), pagou R$ 56,9
milhões ao ex-deputado Eduardo Cunha, mesmo após o início da operação Lava
Jato, em 2014.
A Polícia Federal (PF) chegou à informação por meio de
planilhas referentes ao pagamento de propina a políticos, apreendidas na casa
da irmã de Funaro, que é apontado como operador financeiro do PMDB na Câmara.
Os documentos foram apreendidos por ordem do juiz Vallisney
Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília.
Apelidado do "Bob", Cunha teria recebido R$ 1,3
milhão, quando ainda era o presidente da Câmara dos Deputados, em 2015.
Ainda conforme os documentos, a maior parte do dinheiro foi
entregue em espécie, a auxiliares do ex-deputado.
Entre os citados estão Altair
Pinto, Claudio Fernando Barbosa e Sidney Roberto Szabo.
Funaro também
usava empresas e "laranjas" para fazer o repasse de propina.
"Não podemos afirmar que as mesmas correspondem ao
total das entregas de dinheiro efetuadas, mas apenas as localizadas até o
presente momento", diz o relatório da PF de 184 páginas datado do último
dia 4.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, as provas
foram anexadas à denúncia feita, na semana passada, pelo então procurador-geral
da República, Rodrigo Janot, contra o que chamou de
"quadrilha do
PMDB".
As planilhas registram pagamentos de Funaro para Cunha desde
2011.
Daquele ano até 2015, há anotações de pagamentos de R$ 89 milhões para
Cunha, incluídos cerca de R$ 7 milhões pagos a outros políticos, mas que Funaro
considerou como recursos de Cunha, pois teriam ocorrido a pedido do
ex-deputado.
TEMER E CUNHA COMPRARAM VOTOS DE DEPUTADOS NO GOLPE DE 2016,
DIZ FUNARO
O golpe de 2016, contra a presidente Dilma Rousseff e contra
a própria democracia brasileira, foi comprado; quem afirma é o corretor Lúcio
Funaro, que disponibilizou os recursos para a operação; segundo revela em sua
delação premiada, Funaro diz que Eduardo Cunha e Michel Temer se falavam
diariamente às vésperas do impeachment; num belo dia, Cunha pediu dinheiro para
comprar os votos necessários e Funaro viabilizou a operação; ação que pede a
anulação do golpe está nas mãos do ministro Alexandre de Moraes, indicado por
Temer para o Supremo Tribunal Federal
8 DE SETEMBRO DE 2017 ÀS 08:24
247 – O aspecto mais relevante da delação premiada do
corretor Lúcio Funaro não é a revelação de esquemas de corrupção na Caixa
Econômica Federal, no FI-FGTS e em outros feudos ocupados pelo PMDB e pela
turma de Michel Temer.
Trata-se do roubo da própria presidência da República,
com a compra de votos no impeachment fraudulento aceito por Eduardo Cunha.
O golpe de 2016, contra a presidente Dilma Rousseff e contra
a própria democracia brasileira, foi literalmente comprado, diz Funaro, que
disponibilizou os recursos para a operação.
Segundo revela em sua delação premiada, obtida pelo
jornalista Robson Bonin, da revista Veja, Funaro diz que Eduardo Cunha e Michel
Temer se falavam diariamente às vésperas do impeachment.
Num belo dia, Cunha pediu dinheiro para comprar os votos
necessários e Funaro viabilizou a operação, liberando o dinheiro para a compra
dos deputados da bancada de Cunha.
Atualmente, a ação que pede a anulação do golpe está nas
mãos do ministro Alexandre de Moraes, indicado por Temer para o Supremo
Tribunal Federal.
Ex-amigo do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o empresário
Alexandre Accioly iniciou as primeiras tratativas com os procuradores da
Operação Lava Jato para entregar o conviva mineiro das festas animadas, na
noite carioca. Os advogados de Accioly procuraram a força-tarefa, nesta
terça-feira, para propor um acordo de delação premiada.
Novas delações colocam Temer e Aécio em rota de colisão com
a PF
Temer e Aécio são alvos de novas delações premiadas, no âmbito da Operação Lava
Jato
Aécio Neves, segundo relatos vazados na Polícia Federal (PF) para jornalistas
da mídia conservadora, está no centro da delação de Accioly.
Eles teriam
participado de atos criminosos para esconder o destino de cerca de R$ 50
milhões em propinas.
Em seu depoimento à Lava Jato, o ex-vice-presidente da
Empreiteira Norberto Odebrecht, Henrique Serrado do Prado Valladares, disse que
Neves recebeu estes valores em troca de apoio ao consórcio que disputou o
leilão das usinas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira.
Rondônia
Accioly, segundo Valladares, disse que a empreiteira baiana pagou a propina a
Aécio por meio de uma conta do então amigo, em Cingapura, no Sudeste Asiático.
“Então, (certa feita) o Dimas (Toledo, ex-diretor de Furnas
e homem de confiança de Aécio) me traz um papelzinho com o nome do Accioly.
Eu
sabia que era amigo do (então) governador.
Eu me recordo que é em Cingapura a
conta — delata Valladares, em seu depoimento.
Os recursos, segundo o delator, seriam parte de um acordo
para compra de apoio do PSDB no negócio que estava em curso, no interior de
Rondônia.
Nova delação
Accioly teria contratado um advogado exclusivamente para negociar a delação.
O
escritório de advocacia de Renato de Moraes, que exerce a defesa de Accioly,
não realiza acordos de delação premiada.
O empresário é dono da rede de
academias BodyTech, no Rio, e padrinho de um dos filhos do senador tucano.
Aécio e o presidente de facto, Michel Temer, que têm
realizado uma série de reuniões nos últimos dias, com o objetivo de retomar a
condução do PSDB, enfrentam mais um obstáculo.
Ambos também constam da delação
premiada do doleiro Lúcio Funaro.
Apontado como operador de propinas do
ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Funaro teria assinado, nesta
terça-feira, o acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal
(MPF).
A informação foi vazada para um dos diários conservadores
cariocas, de propriedade das Organizações Globo.
Os termos da delação, segundo
o jornal, teriam sido fechados entre os advogados do réu e os procuradores do
MPF, na reunião encerrada no início desta madrugada.
Funaro já havia adiantado, na semana passada, que não
concordava com o acordo oferecido pelo MPF.
Ele discordava do tempo que
precisaria passar na prisão, em regime fechado.
Embora os detalhes do acordo
não tenham sido vazados, ainda, analistas ouvidos pela reportagem do Correio do
Brasil preveem que o doleiro tenha a pena reduzida, substancialmente, desde que
entregue, diretamente, Michel Temer.
Quadrilha
O peemedebista e seu parceiro político, Aécio Neves, juntam-se a outros cerca
de 40 políticos em esquemas de propinas.
A maioria deles, montados na
Petrobras.
Antes de fechar o acordo, segundo o diálogo vazado, o operador havia
dito: “Ainda há o que entregar”. Referia-se à participação de Temer nos desvios
investigados.
Após o acordo ser formalizado, os documentos e provas de
crimes dos quais Funaro participou ou conhece terão destino legal.
Serão
enviados pelo procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal
Federal (STF), para homologação.
Em depoimento à PF, Funaro já havia confessado que Temer
sabia do pagamento de propinas na companhia estatal.
O peemedebista também
seria o chefe da quadrilha encastelada na Caixa Econômica Federal (CEF).
VEJA: Como captar energia do Cosmo (Universo) com cristal ativado.
Quero compartilhar com todos o poder do cristal ativado por
seres extradimencional. Meu nome é Flaudemir.
Essa energia tanto ativa como alinha os chacras e também
cura as doenças, aproveitando a energia do eclipse solar usei o cristal sabendo
que essa energia conduz para a iluminação.
Obs: Essa ativação dos cristais é feita pelos seres que tem
contato com minha esposa.
Quer se beneficiar da poderosa energia do cristal ativado
por seres extradimencional?
EXPLICADO O CHORO DE GEDDEL: Funaro diz em delação que
entregou várias malas cheias de dinheiro a braço direito de Temer; SAIBA!
13 de julho de 2017
O doleiro Lúcio Funaro afirmou no último dia 7 em depoimento
à Polícia Federal, ao qual a TV Globo teve acesso, que fez várias entregas de
“malas de dinheiro” nas mãos do ex-ministro Geddel Vieira Lima numa sala do
aeroporto de Salvador.
O G1 entrou em contato a defesa do ex-ministro e aguardava
um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
Preso desde julho do ano passado, Funaro é alvo de ação
penal por fraudes no Fundo de Investimento do Fundo de Garantia por Tempo de
Serviço (FI-FGTS) junto com o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
O doleiro está negociando com o Ministério Público uma
delação premiada. No último dia 5, ele foi transferido do presídio da Papuda
para a carceragem da Polícia Federal, em Brasília, onde permanecerá até esta
sexta (14).
De acordo com relatório da Polícia Federal, “o declarante
(Funaro) [diz que] fez várias viagens em seu avião ou em voos fretados para
entregar malas de dinheiro para Geddel Vieira Lima , que essas entregas era
feitas na sala vip do hangar Aerostar, localizado no aeroporto de Salvador,
Bahia, diretamente nas mãos de Geddel”.
O relatório afirma ainda que Funaro “pretende entregar
alguns documentos sobre essas viagens como elemento de corroboração em anexos
de sua colaboração; que realmente, em duas viagens, que fez, uma para Trancoso
(BA) e outra para Barra de São Miguel (BA), o declarante fez paradas rápidas em
Salvador (BA) para entregar malas ou sacolas de dinheiro para Geddel Vieira
Lima”.
Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver
postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo
bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias
de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e
Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de
vocês.
BOMBA: Folha de São Paulo confirma delação de Cunha que vai
atingir ‘coração’ do governo Temer; CONFIRA AQUI!
6 de julho de 2017
A negociação da delação premiada do ex-presidente da Câmara
dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o Ministério Público Federal –
antecipada pela coluna Radar On-Line no dia 3 de julho – deve atingir o coração
do governo federal.
Além do próprio presidente Michel Temer (PMDB), dois de seus
principais ministros – Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco
(Secretaria-Geral), ambos do PMDB – devem ser implicados nos mais de cem anexos
da sua colaboração, segundo informação publicada nesta quinta-feira pela
jornalista Mônica Bergamo, no site do jornal Folha de S.Paulo.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Padilha e
Moreira integravam o grupo que comandava a bancada do PMDB na Câmara dos
Deputados, da qual Cunha foi integrante, e teria formado uma organização
criminosa que depois chegou ao Palácio do Planalto com a ascensão de Temer ao
poder.
A previsão é a de que Cunha conclua a sua parte na
negociação entregando documentos e revelando crimes seus e de terceiros até o
final da próxima semana.
O ex-deputado estaria utilizando uma sala no Complexo
Médico-Penal de Pinhais, onde está preso em Curitiba (PR), para passar aos seus
advogados as informações que pretende entregar ao Ministério Público.
Se confirmada, a delação de Cunha viria em um momento
delicado para o governo Temer.
Enfrentando uma denúncia por corrupção passiva,
apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o presidente busca
convencer os parlamentares – responsáveis por analisar o futuro da acusação –
de que o governo está firme e de que as acusações contra ele são infundadas.
Se
o ex-presidente da Câmara comprometer de forma significativa Temer, por certo
isso influenciaria a decisão dos deputados, quando optarem por votar contra ou
a favor da aceitação da denúncia.
Levantamento de VEJA mostra que, até agora, 42 dos 66
parlamentares que compõem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) tem
posição indefinida diante da acusação da PGR.
Por outro lado, dezenove
deputados já se manifestaram a favor da aceitação, enquanto apenas cinco se
comprometem a votar contra a denúncia.
Outro acordo de delação que está sendo
negociado e pode impactar o governo é o do doleiro Lúcio Funaro, que é apontado
pelas investigações da Operação Lava Jato como operador de propinas para o
PMDB.
De acordo com a delação do empresário Joesley Batista, do
grupo JBS, eram essas – Cunha e Funaro – as duas colaborações que o presidente
Michel Temer e seus aliados próximos se esforçavam em evitar.
Na fatídica
gravação de conversa no Palácio do Jaburu entre Joesley e Temer, ambos são
citados em diálogos que indicariam, de acordo com os investigadores, o
consentimento do presidente com o pagamento de propinas pelo empresário a
ambos, em troca de não delatarem.
Na segunda-feira, por decisão do juiz federal Vallisney de
Souza Oliveira, foi preso o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira
Lima (PMDB), outro aliado próximo de Temer, com base em fatos relatados por
Funaro.
Segundo o doleiro, Geddel pressionava sua esposa para que não fizesse acordo
de colaboração.
A narrativa bate com a professada por Joesley, que identificava
o ex-ministro como seu antigo interlocutor, no grupo do PMDB, a respeito de
seus interesses e do andamento das investigações.
Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver
postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo
bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias
de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e
Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de
vocês.