Mostrando postagens com marcador Eliseu Padilha. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eliseu Padilha. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Temer Defende No STF Envio De Processo Da Odebrecht Para 1ª Instância; ENTENDA!


Temer Defende No STF Envio De Processo Da Odebrecht Para 1ª Instância; ENTENDA!

Por Portal Click Política Em 22 jan, 2019

 
A defesa do ex-presidente Michel Temer defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a decisão do ministro Edson Fachin que enviou para a primeira instância da Justiça Eleitoral inquérito sobre o suposto recebimento de propina da empreiteira Odebrecht. 

A petição foi enviada à Corte em dezembro do ano passado, mas tornou-se pública nesta terça-feira (22).

A manifestação da defesa foi motivada pelo parecer no qual a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu que Temer e os ex-ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha sejam investigados de forma conjunta.

Em outubro do ano passado, o ministro Fachin determinou a suspensão do inquérito aberto contra Temer até o fim do mandato, que se encerrou no dia 1º de janeiro.

O ministro, no entanto, determinou que a parte da investigação que também envolve os ex-ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e de Minas e Energia, Moreira Franco, fosse encaminhada à Justiça Eleitoral de São Paulo. 

Em seguida, Dodge se manifestou a favor da investigação conjunta.

Ao STF, os advogados do ex-presidente reafirmaram que não há indícios de que Temer tenha cometido ou ordenado qualquer ilícito penal. 

No entendimento da defesa, eventuais imputações atribuídas aos outros investigados são de competência da Justiça Eleitoral, conforme decidiu Fachin.


Doação para o Blog
Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Lima
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

VÃO PRA CADEIA? Temer, Moreira E Padilha Devem Depor Em Processo Sobre Suposta Organização Criminosa


VÃO PRA CADEIA? Temer, Moreira E Padilha Devem Depor Em Processo Sobre Suposta Organização Criminosa

Por Portal Click Política Em 20 set, 2018

 

O juiz Vallisney de Oliveira, juiz da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, convocou Michel Temer como testemunha em um processo que investiga se uma suposta organização criminosa agiu na Petrobras. 

Além do emedebista, Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil, e Moreira Franco, de Minas e Energia, também foram arrolados, bem como o empresário Joesley Batista. 

As informações são de Camila Bomfim, no G1. Todos devem ser ouvidos pelo juiz.

Temer poderá ser ouvido por escrito ou mandar as respostas sem precisar comparecer pessoalmente para depor. 

Nesse processo, amigos de Temer e políticos do MDB são réus por organização criminosa.

De acordo com o juiz de Brasília, citações aos nomes de Temer, dos ministros e de Joesley fizeram com que ele resolvesse pela necessidade dos depoimentos. Por isso, ouvi-los é “imprescindível”.

“A par de que o MPF e o réu Rodrigo Rocha Loures, além de outros denunciados em suas respectivas respostas, fazem referências ao Exmo. Senhor Presidente da República, Michel Temer, 

bem como os ministros Wellington Moreira Franco, Eliseu Padilha e, ainda, a Joesley Batista, também tenho como imprescindíveis seus testemunhos (do juízo), em data a ser designada para depois da oitiva das testemunhas da acusação”, escreveu o magistrado.

CLICK POLÍTICA com informações de Revista Fórum


Doação para o Blog

Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE
que a paz esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir
com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

quinta-feira, 8 de março de 2018

Temer Se Preocupa Com Prisão A Partir De 2019, Diz Folha De São Paulo; CONFIRA!


Temer Se Preocupa Com Prisão A Partir De 2019, Diz Folha De São Paulo; CONFIRA!



Em 1º de janeiro de 2019, Michel Temer descerá do Planalto à planície. 

Se não se reeleger, virar ministro ou embaixador do novo governo, perderá seu foro especial.

Temer foi denunciado duas vezes em 2017 e escapou por conta desse foro e de sua maioria na Câmara.

 Nesta semana teve o sigilo bancário quebrado, apesar do foro, em investigação que pode reunir provas para o futuro próximo.

O STF já sinalizou que os processos contra Temer serão retomados assim que ele deixar o cargo, e o presidente estará vulnerável a decisões de juízes de primeira instância. 

Sobretudo em casos envolvendo a Odebrecht, “sem foro, é Moro”, dizem.

Temer tem dois amigos presos por causa de dinheiro com destino mal explicado, Rocha Loures e Geddel Lima. 

Romero Jucá, Eliseu Padilha e Moreira Franco, todos do MDB do presidente, também são investigados e podem ficar sem foro em janeiro.

Uma das apostas dessa turma é que sua ruína ou eventuais prisões seriam um problema para o resto do país recém-saído de sua pior recessão. 

Pois teria sido a liderança deles e da coalização liderada pelo MDB a responsável por adotar algumas reformas e ações que fizeram a economia voltar a crescer.

Goste-se ou não desse pessoal, isso é em parte verdade. Mesmo assim, a atual calmaria no mercado esconde no fundo a falência das contas públicas. 

É questão de tempo a maré virar caso não sejam aprovadas, em 2019, reformas que ficaram para trás, em especial a da Previdência.

Temer e seus amigos podem não estar mais por aí para ajudar a gerenciar uma coalização entre os 35 partidos no Brasil. 

Mas a chave do relativo sucesso deles foi dividir o poder entre aliados de forma proporcional, incluindo o loteamento dos 29 ministérios.

O “toma lá, dá cá”, infelizmente, segue como realidade de nosso sistema político.

Dependendo do nível dos ataques entre os candidatos na campanha que começa, pode se tornar impossível mais à frente construir coalizões para aprovar as reformas que faltam.

João Doria teve a confiança dos paulistanos em 2016 ao vencer pela primeira vez uma eleição em primeiro turno na cidade de São Paulo.

Demolidas suas ambições presidenciais, quer ser governador. 

Das 118 promessas feitas, deixa mais da metade longe da implementação, segundo acompanhamento da Folha.

São Paulo Cidade Linda se despede.

Folha de São Paulo


Doação para o Blog

 Queridos leitores do Blog SUED E PROSPERIDADE que a paz
Esteja com todos.
Venho pedir aos leitores que têm condições e querem contribuir com o Blog uma pequena doação para o Blog
Que a prosperidade os acompanhe hoje e sempre.
Desde já agradeço.
Maria Joselia

Número da conta
Maria Joselia Bezerra de Souza
Caixa Econômica Federal
Agencia: 0045
Operação: 013
Conta: 00054784-8
Poupança
Brasil
Obrigado

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF

Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF
João Pedroso de Campos4 horas atrás 14/09/2017
 O presidente Michel Temer, participa do lançamento do Programa Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília – 28/07/2017
 © Reuters O presidente Michel Temer, participa do lançamento do Programa Nacional do Voluntariado, no Palácio do Planalto, em Brasília – 28/07/2017

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta quinta-feira o presidente Michel Temer ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela segunda vez. 

Temer é acusado dos crimes de organização criminosa e obstrução de Justiça, ao lado dos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência da República), os ex-ministros Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures(PMDB-PR). 

Também foram acusados pelo crime de obstrução de Justiça o empresário Joesley Batista, dono do Grupo J&F, que controla a JBS, e o diretor de relações institucionais da empresa, Ricardo Saud, ambos delatores. Eles tiveram os benefícios da delação premiada suspensos pelo STF.

A denúncia, que tem 245 páginas, é baseada no conteúdos de depoimentos e gravações da delação premiada da JBS, nas revelações do doleiro Lúcio Bolonha Funaro em seu acordo de colaboração e no relatório do inquérito que investiga a existência de uma organização criminosa no chamado 
“PMDB da Câmara”.

No crime de organização criminosa, os peemedebistas são acusados por Janot de uma “miríade de delitos”,

 que teria rendido ao grupo 587.101.098 reais em propina paga por empresas que mantinham contratos com as estatais Petrobras, Furnas e Caixa Econômica Federal, além dos ministérios da Agricultura e da Integração Nacional, da Secretaria de Aviação Civil e a Câmara dos Deputados.

Segundo Janot, o presidente mantinha “alguma espécie de ascensão” sobre todos os outros membros do grupo. 

Enquanto foi presidente do PMDB e vice-presidente da República, conforme a denúncia apresentada ao STF, Temer combinava com Eduardo Cunha, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Henrique Alves e Geddel Vieira Lima a ocupação de cargos na máquina federal e fazia as indicações do grupo aos governos do Partido dos Trabalhadores.

“Michel Temer dava a necessária estabilidade e segurança ao aparato criminoso, figurando ao mesmo tempo como cúpula e alicerce da organização. 

O núcleo empresarial agia nesse pressuposto, de que poderia contar com a discrição e, principalmente, a orientação de Michel Temer”, afirma o procurador-geral da República, que ressalta a influência de Cunha e Alves, ex-presidentes da Câmara, assim como Temer,  junto a ele.

Janot entende que o “escudo” de peemedebistas em torno do presidente “fica claro” na relação dos demais denunciados com o empresariado da construção civil, “grande responsável pela produção de caixa dois de campanha e pelos pagamentos de propina a políticos e outros funcionários públicos”. 

O “PMDB da Câmara” teria recebido doações eleitorais referentes a acertos de propina das empreiteiras Odebrecht e OAS.

Com o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a chegada de Michel Temer ao Palácio do Planalto, em maio de 2016, sustenta a PGR, a suposta organização criminosa do PMDB da Câmara
 “continuou com suas atividades criminosas” e, uma vez que seu líder se tornou presidente da República, assumiu o protagonismo das negociatas que renderiam propina. 

Como exemplo, a PGR cita as conversas entre Michel Temer e Joesley Batista no Palácio do Jaburu, gravadas pelo empresário, e a indicação de Rodrigo Rocha Loures por Temer como interlocutor de Joesley no governo para resolver as demandas de suas empresas. 

O ex-assessor presidencial foi flagrado pela Polícia Federal recebendo uma mala com 500.000 reais do executivo Ricardo Saud em São Paulo.

Obstrução de Justiça

A partir das delações premiadas de Lúcio Bolonha Funaro e Joesley Batista, Rodrigo Janot relata na denúncia contra o empresário, Michel Temer e os integrantes do PMDB da Câmara como teriam se dado tentativas do grupo e da JBS de obstruir as investigações.

Diante do avanço das investigações da Lava Jato sobre Funaro e Joesley, os dois teriam firmado um acordo em que o empresário pagaria 100 milhões de reais ao doleiro para que ele não aderisse à delação premiada. 

O dinheiro seria repassado a Funaro em mensalidades de 600.000 reais ou 400.000 reais e deveria continuar sendo honrada mesmo que ele fosse preso. E assim foi. 

Detido em julho de 2016 pela Operação Sépsis, o operador recebia os valores por meio de seus irmãos Roberta e Dante Funaro. 

A irmã do doleiro teria recebido de Francisco de Assis e Silva, diretor jurídico da JBS, 2,8 milhões de reais, enquanto os repasses a Dante teriam totalizado 1,8 milhão de reais.

Conforme a acusação apresentada por Janot ao Supremo Tribunal Federal, o ânimo de Lúcio Funaro em aderir a um acordo de colaboração  com a Procuradoria-Geral da República era monitorado tanto por Joesley Batista – Roberta Funaro chegou a fazer chegar a ele um recado dentro de uma caneta – quanto por peemedebistas próximos a Temer, como Eliseu Padilha e Geddel Vieira Lima.

Foi neste contexto que, sustenta a PGR, Joesley Batista procurou assessores de Temer para viabilizar um encontro com o peemedebista. 

A conversa entre ambos, intermediada por Rodrigo Rocha Loures, aconteceu na noite do dia 17 de março, no Palácio do Jaburu, e foi gravada pelo empresário. 

No diálogo ele contou a Temer que vinha fazendo pagamentos mensais a Funaro e a Eduardo Cunha, preso em Curitiba desde outubro de 2016, para garantir o silêncio deles. “Tem que manter isso aí, viu?”, foi a resposta do presidente.

“Michel Temer instiga-o a continuar os pagamentos, ao afirmar, com ênfase e vontade livre e consciente, que ‘precisa manter 
isso, viu?”, 
estimulando-o, assim, a dar continuidade ao pagamento de vantagem, com o escopo de evitar que as investigações em face do grupo politico de Michel Temer, que apoiava a própria JBS, bem como do próprio Joesley Batista, avançassem”, 

diz Rodrigo Janot sobre a conversa entre Joesley e Temer, que se deu em uma sala no subsolo da residência oficial do presidente e não constou da agenda oficial do peemedebista.

Veja aqui e aquia íntegra da denúncia.

Arquivado em: Política


sábado, 8 de julho de 2017

Busca e apreensão em fazendas de Padilha tem resultado surpreendente

Busca e apreensão em fazendas de Padilha tem resultado surpreendente
08/07/2017 às 06:13
 

Atendendo pedido do Ministério Público de Estado de Mato Grosso, a Polícia Judiciária Civil cumpriu na tarde desta sexta-feira (07) mandado de busca e apreensão na Fazenda Paredão, no município de Vila Bela da Santíssima Trindade.

As terras pertencem a Marco Antônio Tozzatti e seu sócio, Eliseu Padilha, atual ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República.

Surpreendentemente, a operação apreendeu dois caminhões carregados de madeira extraída ilegalmente do Parque Estadual da Serra Ricardo Franco (área de proteção ambiental). 

Uma arma de fogo irregular também foi encontrada.

A medida se estendeu até a fazenda Jasmin, também propriedade de Padilha. 

No local foram encontradas duas espingardas calibre 36 e uma motosserra.

É um lamentável flagrante de crime ambiental, que demonstra a polivalência de um dos principais ministros de Michel Temer.

Segue o enterro...
da Redação
com informações de Helder Caldeira


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS 

PAGANDO PELO O QUE FEZ COM DILMA? Padilha é visto chorando nos corredores de Brasília com avanço da delação de Cunha; CONFIRA!

PAGANDO PELO O QUE FEZ COM DILMA? Padilha é visto chorando nos corredores de Brasília com avanço da delação de Cunha; CONFIRA!
8 de julho de 2017
 

Informações circuladas nos corredores da Câmara Federal e do Senado dão conta de que o Ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB) é o integrante do Planalto mais abatido com a atual situação política de Michel Temer e de seu partido.

Fontes garantem que o estado emocional de Padilha está mais abalado após o anúncio da delação do ex-deputado Eduardo Cunha.

Padilha teria sido visto chorando nos corredores do poder em Brasília. 

Muitos afirmam que ele teme ser preso.

O ministro também anda ‘voando’ nas reuniões, sem rumo, chegando a perder a capacidade de articulação política.

O ‘choro’ de Padilha repercute e muitos jornalistas já noticiam o suposto fato.

CLICK POLÍTICA


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
 AGRADEÇO A TODOS 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Líderes do governo se reúnem com Padilha e reforçam apoio à PEC da Previdência

Líderes do governo se reúnem com Padilha e reforçam apoio à PEC da Previdência
13/03/2017 21h37      Brasília
Imagem relacionada
Imagem do Google

Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil

Após se reunirem por mais de duas horas com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, os líderes do governo no Congresso Nacional reafirmaram apoio ao ministro para continuar conduzindo as discussões sobre a reforma da Previdência.

Os parlamentares alinhados ao Planalto mantêm a defesa de que as mudanças são as necessárias para que o Brasil continue tendo condições de sustentar a aposentadoria dos brasileiros. 

Os líderes se negam a citar pontos do texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016 que eventualmente poderiam ser alterados.

Para o novo líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), Padilha deu "apoio indispensável" aos parlamentares que assumiram nas últimas semanas cargos de lideranças. 

O deputado André Moura (PSC-SE), que ocupava o posto de Aguinaldo e agora é líder do governo no Congresso, disse que confia em Padilha e que o ministro "tem papel fundamental" na condução dos debates.

"O ministro Padilha tem nossa confiança, tem condições de conduzir esse processo", afirmou. O encontro de hoje marcou o retorno de Padilha ao trabalho após 21 dias de afastamento médico em razão de uma cirurgia para retirada da próstata. 

Assim como em outras ocasiões, os líderes mantiveram a posição de que o governo está aberto ao diálogo, mas que a "ordem" é manter o texto da reforma como está. 

Segundo o secretário de Previdência do Ministério da Fazenda, Marcelo Caetano, o objetivo do governo é manter a proposta o "mais fiel possível" do que foi enviado pelo Planalto ao Congresso.

De acordo com ele, porém, a equipe econômica tem estudado o impacto financeiro de eventuais alterações no texto. "A gente tem modelos matemáticos para poder fazer esse tipo de projeção, mas como ainda não entrou na discussão em si do que se altera ou não, naturalmente não tem apresentação dos resultados. 

Na verdade, a gente está procurando mostrar a necessidade da reforma do jeito que ela está, porque é necessária para o país", afirmou.

Questionado sobre a nova lista de investigados na Operação Lava Jato, que deve ser encaminhada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nos próximos dias pelo Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, o deputado André Moura disse que os pedidos de investigação não podem prejudicar a reforma. 

"Nada deve atrapalhar a reforma da Previdência, ela é prioridade para o país. Essas questões externas não podem atrapalhar o processo interno, essa é nossa posição", disse.

Amanhã (14), os líderes e representantes do governo voltam a conversar sobre o assunto, desta vez com a presença do relator e do presidente da comissão que discute a reforma na Câmara, respectivamente os deputados Arthur Maia (PPS-BA) e Carlos Marun (PMDB-MS). 

Além dos líderes, participaram da reunião de hoje os ministros da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, além de Padilha.

Edição: Amanda Cieglinski




terça-feira, 7 de março de 2017

Nova denúncia: empreiteiro acusa Temer de exigir R$ 1 milhão no Jaburu, pago em cheque nominal

6/3/2017 19:36
Nova denúncia: empreiteiro acusa Temer de exigir R$ 1 milhão no Jaburu, pago em cheque nominal

Lembra daquele cheque nominal a Temer, mostrado por Dilma?

 

Não foi apenas a Odebrecht que pagou propina ao grupo político de Michel Temer, depois de um encontro no Palácio do Jaburu (leia aqui).

Além dos R$ 10 milhões pagos pela Odebrecht, num esquema em que José Yunes, melhor amigo de Temer, disse ter sido "mula" de Eliseu Padilha, a Andrade Gutierrez também acertou uma doação diretamente com Temer, após um encontro no Jaburu.

A revelação foi feita pelo executivo Otávio Azevedo, em depoimento ao ministro Hermann Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, que deve propor a cassação de Temer.


O furo é do jornalista Daniel Pereira. Abaixo, um trecho de sua reportagem:

Azevedo contou ao ministro Herman Benjamin, relator do ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que combinou a doação diretamente com Temer, numa reunião no Palácio do Jaburu. Depois, tratou com Padilha a forma de pagar a fatura.

– E aí o senhor disse que comunicou à assessoria do vice-presidente?, perguntou o advogado Flávio Caetano, da defesa de Dilma no TSE
– Isso, respondeu Azevedo
– Quem era a pessoa?, insistiu Caetano
– Padilha

 
Em 2014, Temer usou a mesma estratégia para pedir dinheiro às empreiteiras. Um de seus homens de confiança procurava as empresas. Depois, levava os executivos para uma reunião com o então vice-presidente. 

O acordo para o repasse de recursos era sempre sacramentado pessoalmente com Temer. Foi o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha que levou Otávio Azevedo ao Jaburu.

Leia, ainda, artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço, a respeito do novo escândalo:

Andrade Gutierrez: Cunha levou empresário a Temer para “sacramentar” propina

POR FERNANDO BRITO

A Veja lança uma bomba de grande poder explosivo, no seu site.

Cunha era agenciador dos pedidos de dinheiro feitos por Michel Temer.

A história.

Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, disse em depoimento ao ministro Herman Benjamim que a empreiteira acertou com Padilha o repasse de 1 milhão de reais para Temer na campanha de 2014.

Azevedo, todos se recordam, faz a primeira delação dizendo que o dinheiro era de propina e destinado a Dilma Rousseff. Quando apareceu o cheque em favor da campanha de Temer, teve de pedir para desdizer-se e afirmar que não era mais de propina, era legal, e destinado ao então vice.

Agora, surge a revelação de que Azevedo contou em seu depoimento que combinou a doação diretamente com Temer, exatamente como fez com Marcelo Odebrecht numa reunião no Palácio do Jaburu. E, em seguida, combinou com Eliseu Padilha a forma de pagar a fatura.

Com um detalhe picante e sintomático: Azevedo foi levado ao encontro do então vice-presidente por ninguém menos que Eduardo Cunha.

Cunha tem, como se vê, um arsenal de altíssimo calibre.

É por isso que ninguém quer a delação premiada do ex-presidente da Câmara.


Fonte: Brasil247




domingo, 5 de março de 2017

Janot vai pra cima de Temer nesta segunda (06); SAIBA!

Janot vai pra cima de Temer nesta segunda (06); SAIBA!
5 de março de 2017
 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deve pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), além de senadores do PMDB e do PSDB, que foram citados nas delações da Odebrecht na Lava Jato.

Segundo matéria publicada pela “Folha de S. Paulo”, outros nomes de ministros do governo do presidente Michel Temer podem ser listados para investigação, como, por exemplo, Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia e Comunicações).

Janot também vai solicitar o desmembramento para instâncias inferiores de casos envolvendo políticos sem foro privilegiado, que foram mencionados nas delações, como é o caso dos petistas e ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci, o marqueteiro João Santana, governadores, ex-governadores e ex-parlamentares.

Da bancada do PMDB no Congresso, Janot vai requerer que sejam investigados o presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE), o líder do partido e ex-presidente, Renan Calheiros (AL), e os senadores Edison Lobão (MA) e Romero Jucá (RR).

Além dos tucanos José Serra (SP) e Aécio Neves (MG).

O procurador-geral da República quer entregar todos os pedidos juntos na semana que vem para o relator da Lava Jato no Supremo, Edson Fachin, e deve ainda sugerir diligências, como depoimentos e quebra de sigilos bancários e fiscal. 

Segundo apurou o jornal, mais de 40 requerimentos devem ser enviados ao STF.



sábado, 25 de fevereiro de 2017

Além de Padilha e Temer, denúncia de Yunes compromete Moro

25 de Fevereiro de 2017
 

O depoimento que José Yunes prestou ao MP assumindo-se como simples "mula" para transportar os R$ 4 milhões da propina da Odebrecht destinada a Eliseu Padilha, é demolidor para o governo golpista.

A denúncia do amigo de mais de meio século do Michel Temer põe luz sobre acontecimentos relevantes da história do golpe, e pode indicar que os componentes do plano golpista foram estruturados em pleno curso da eleição presidencial de 2014:

1. a Odebrecht atendeu o pedido do Temer, dos R$ 10 milhões [os R$ 4 milhões ao Padilha são parte deste montante] operados através de Lucio Funaro, ainda durante o período eleitoral de 2014;

2. mesmo sendo o candidato a vice-presidente da Dilma, na campanha Temer trabalhava pelo esquema do Eduardo Cunha [que na eleição apoiou Aécio Neves, e não a chapa do seu partido, o PMDB], que tinha como meta eleger uma grande bancada de deputados oposicionistas ao governo Dilma;

2. a organização criminosa financiou com o esquema de corrupção a campanha de 140 deputados para garantir a eleição de Eduardo Cunha à Presidência da Câmara;

3. Lúcio Funaro, tido até então exclusivamente como o "operador do Eduardo Cunha", na realidade também atuava a mando de Eliseu Padilha e, tudo indica, de Michel Temer - José Yunes diz que Temer sabia tudo sobre o serviço de "mula" que Padilha lhe encomendara;

4. em janeiro/fevereiro de 2015, na disputa para a presidência da Câmara, embora em público Temer dissimulasse uma posição de "neutralidade", nos subterrâneos trabalhou pela eleição do Cunha;

5. mesmo sendo vice-presidente da Presidente Dilma, o conspirador conhecia o plano golpista desde sempre, e participou desde o início da conspiração para derrubá-la. 

O primeiro passo, como se comprovou, seria dado com a vitória do Eduardo Cunha à presidência da Câmara para desestabilizar o ambiente político, implodir os projetos de interesse do governo no Congresso e incendiar o país.

A denúncia de Yunes reabre o questionamento sobre a decisão no mínimo estranha, para não dizer obscura e suspeita, do juiz Sergio Moro. Em despacho de 28/11/2016, Moro anulou por considerar "impertinentes" as perguntas sobre José Yunes que o presidiário Cunha endereçou a Temer, arrolado como sua testemunha de defesa.

Moro tem agora a obrigação de prestar esclarecimentos mais convincentes e objetivos que o argumento subjetivo de "impertinência", alegado no despacho. 

Caso contrário, ficará a suspeita de ter prevaricado para proteger Temer e encobrir o esquema criminoso que derrubaria o governo golpista. 

Afinal, sabendo do envolvimento direto de Michel Temer no esquema criminoso, Moro teria agido para ocultar o fato?

A cada dia fica mais claro que o Brasil está dominado pela cleptocacia que assaltou o poder de Estado com o golpe. 

O melhor que Temer faria ao país seria demitir toda a corja corrupta a começar pelo Eliseu Padilhae renunciar, porque perdeu totalmente a confiança política e a credibilidade.

A permanência ilegítima de Temer na cadeira presidencial é um obstáculo instransponível à recuperação do Brasil, que assim seguirá caminho acelerado do abismo.



GLOBO COMEÇA A RIFAR TEMER E NOBLAT DIZ QUE ELE SUBIU NO TELHADO

GLOBO COMEÇA A RIFAR TEMER E NOBLAT DIZ QUE ELE SUBIU NO TELHADO
 Agência PT

Fiadora do golpe, a Globo, que foi peça central para a deposição da presidente Dilma Rousseff, começa a abandonar seu preposto Michel Temer; em artigo publicado nesta sexta-feira 24, o colunista Ricardo Noblat diz que o governo Temer "subiu no telhado"; "Temer está em ótima forma física. Quanto à saúde do seu governo, ela passou a inspirar sérios cuidados desde que o advogado José Yunes depôs à Procuradoria-Geral da República no último dia 14, em Brasília", escreve o jornalista, lembrando que o depoimento do amigo "deixa Temer muito mal"; "Se ele não agir com rapidez livrando-se desde logo de Padilha, sua própria situação deverá ser duramente afetada", afirma

24 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 17:30

247 - A Globo começou a rifar Michel Temer. Nesta sexta-feira 24, o colunista Ricardo Noblat publicou em seu blog no site do Globo um artigo em que afirma que "o governo Temer subiu no telhado" depois da denúncia do melhor amigo e ex-assessor do presidente José Yunes, que afeta diretamente o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, mas também em cheio o próprio Temer (leia mais).

"Temer está em ótima forma física. Quanto à saúde do seu governo, ela passou a inspirar sérios cuidados desde que o advogado José Yunes depôs à Procuradoria-Geral da República no último dia 14, em Brasília", afirma Noblat, lembrando que o depoimento do amigo "deixa Temer muito mal". "Se ele não agir com rapidez livrando-se desde logo de Padilha, sua própria situação deverá ser duramente afetada", diz o jornalista.

Leia a íntegra:
O governo Temer subiu no telhado
Para o presidente Michel Temer, a quarta-feira de cinzas chegou antes do carnaval. 

A Igreja Católica trata a quarta-feira de cinzas como um dia para lembrar a fragilidade da vida humana, sujeita à morte.

Temer está em ótima forma física. Quanto à saúde do seu governo, ela passou a inspirar sérios cuidados desde que o advogado José Yunes depôs à Procuradoria-Geral da República no último dia 14, em Brasília.

Amigo de Temer há mais de 40 anos, assessor especial dele na presidência da República, Yunes pediu demissão do cargo em dezembro passado depois de ter seu nome citado na delação de executivos da Odebrecht.

Foi a propósito disso que ele se ofereceu espontaneamente para depor. O que contou, gravado em vídeo, compromete Eliseu Padilha, ministro-chefe da Casa Civil, e deixa Temer muito mal.

Segundo Cláudio Melo Filho, ex-vice-presidente da Odebrecht, em 2014, depois de um pedido pessoal de Temer a Marcelo Odebrecht, a empresa repassou R$ 10 milhões a pessoas da confiança do então vice-­presidente.

O repasse foi em dinheiro vivo. Do total, de acordo com a delação, R$ 6 milhões irrigaram a campanha de Paulo Skaf, na época candidato do PMDB ao governo de São Paulo.

O pagamento do restante foi realizado "via Eliseu Padilha", e um dos endereços de entrega do dinheiro teria sido o do escritório de advocacia de Yunes, no centro da capital paulista.

A revista VEJA revelou o caso em agosto do ano passado. Temer e Padilha disseram que houve um pedido de doação legal, realizada nos termos da lei eleitoral. Melo Filho manteve a versão de que foi repasse de propina.

Esta semana, em entrevista que a VEJA divulgou ontem à noite no seu site, Yunes reforçou a versão de Melo Filho. "Fui mula involuntária", declarou, apresentando-se como um inocente útil nas mãos de Padilha.

De acordo com Yunes, Padilha entrou em contato para solicitar-lhe um favor em setembro de 2014, mês em que, segundo o delator da Odebrecht, parte da fatura dos 10 milhões de reais foi quitada. Fala, Yunes:

- Padilha me ligou falando: 'Yunes, olha, eu poderia pedir para que uma pessoa deixasse um documento em seu escritório? Depois, outra pessoa vai pegar'. Eu disse que podia, porque tenho uma relação de partido e convivência política com ele."

Horas depois, Yunes estava em seu escritório de advocacia em São Paulo quando, segundo ele, a secretária informou que "um tal de Lúcio" estava ali para deixar um documento.

- A pessoa se identificou como Lúcio Funaro. Era um sujeito falante e tal. Ele me disse: 'Estamos trabalhando com os deputados. Estamos financiando 140 deputados'. Fiquei até assustado. Aí ele continuou: 'Porque vamos fazer o Eduardo presidente da Casa'. Em seguida, perguntei a ele: 'Que Eduardo?'. Ele me respondeu: 'Eduardo Cunha'.

Só então caiu a ficha para Yunes. Funaro era ligado ao Eduardo Cunha. "Eu não sabia. Fui pesquisar no Google quem era Lúcio Funaro e vi a ficha dele", relembra Yunes.

Preso pela Lava-Jato, Lúcio Bolonha Funaro, doleiro, fazia negócios para Cunha, hoje preso em Curitiba. A conversa entre Funaro e Yunes foi breve. Eis o relato de Yunes.

- Ele deixou o documento e foi embora. Não era um pacote grande. Mas não me lembro. Foi tudo tão rápido. Parecia um documento com um pouco mais de espessura. Mas não dava para saber o que tinha ali dentro. Depois disso, fui almoçar. Aí, veio a outra pessoa e levou o documento que estava com a minha secretária.

De acordo com a delação de Claudio Melo, um dos pagamentos destinados a Padilha "ocorreu entre 10 de agosto e o fim de setembro de 2014 na rua Capitão Francisco Padilha, 90, Jardim Europa".

O endereço é a sede do escritório de advocacia José Yunes e Associados. A sala de Yunes fica localizada no 2º andar. O que mais Yunes revelou à VEJA:

- A delação do Claudio Melo fala que recebi R$ 4 milhões. Cá entre nós, R$ 4 milhões não caberiam num pacote, né? O que o Lúcio deixou foi um pacotinho. Não era um pacote grande. Foi tudo tão rápido. Parecia um documento com um pouco mais de espessura.

Na conversa entre Yunes e a VEJA, deu-se o seguinte diálogo:
- O ministro Eliseu Padilha diz que a história narrada pelo delator da Odebrecht jamais existiu. O que o senhor tem a dizer?

- Cada um com os seus valores (...). Tenho um apreço até pelo Padilha, porque ele ajuda muito o presidente. Mas não teria problema nenhum ele reconhecer que ligou para mim para entregar um documento, o que é verdade. Vamos ver o que ele vai falar. Estou louco para saber o que ele vai falar. Ele é uma boa figura. Mas, nesse caso, fiquei meio frustrado. Não sei. É tão simplório. É estranho, não é?

À VEJA, Padilha afirmou que não conhece Funaro. E que nada pediu a ele.

Em novembro, já preso, Cunha listou 41 perguntas a serem feitas a Temer, arrolado como sua testemunha de defesa. Entre as questões, estas: "Qual a relação de Vossa Excelência com o senhor José Yunes? O senhor José Yunes recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB?".

Temer ainda não respondeu às perguntas.
Ontem à noite, procurado pelo repórter Guilherme Amado, do blog do jornalista Lauro Jardim, de O GLOBO, Yunes acrescentou que Temer sabia que Padilha o havia usado como "uma mula".

- Contei tudo ao presidente em 2014. O meu amigo (Temer) sabe que é verdade isso. Ele não foi falar com o Padilha. O meu amigo reagiu com aquela serenidade de sempre (risos).

Yunes reuniu-se com Temer ontem à tarde no Palácio do Planalto. Não se sabe sobre o que conversaram. Mas àquela altura, Yunes já sabia que a VEJA publicaria sua entrevista na edição que, hoje, estará nas bancas.

O estrago que a entrevista causará na imagem do governo será muito grande. Por mais que Temer tenha dito que só afastará do cargo o ministro que tenha sido denunciado pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal, a situação de Padilha se tornará insustentável.

Se ele não agir com rapidez livrando-se desde logo de Padilha, sua própria situação deverá ser duramente afetada.

Afinal, segundo Yunes, Temer foi informado por ele há mais de dois anos sobre como tudo se passou, não procurou Padilha para tratar do assunto e o nomeou ministro depois que assumiu a vaga da ex-presidente Dilma Rousseff.