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quinta-feira, 24 de maio de 2018

GOLPE SE AJOELHA: Candidato De Temer, Meirelles Elogia Governos Lula; SAIBA!


GOLPE SE AJOELHA: Candidato De Temer, Meirelles Elogia Governos Lula; SAIBA!

Por Redação Click Política Em 24 maio, 2018


O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles divulgou nesta quarta-feira (23) o primeiro vídeo de sua pré-campanha. 

De acordo com o matéria do jornalista Ricardo Galhardo, no Estadão, a peça, veiculada pela internet, tenta associar o emedebista à ideia de otimismo, apresenta o ex-ministro como responsável por tirar o País duas vezes da crise e destaca os bons resultados obtidos na economia durante os governos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nos quais Meirelles presidiu o Banco Central.

O nome do ex-presidente não é citado. 

Lula, que atualmente lidera todas as pesquisas eleitorais, é chamado como “o presidente da época”, 2002, quando o Plano Real dava sinais de desgaste e os índices de inflação voltavam a preocupar. 
“E quem você acha que o presidente da época chamou para comandar a economia?” questiona a propaganda.

Meirelles terá a difícil missão de defender o legado do golpe, com profundos retrocessos sociais e dificuldades na retomada do crescimento econômico.

 O País fechou 2017 com mais cortes do que demissões e viu o desemprego aumentar neste ano.

 A taxa de desemprego no Brasil subiu para 13,1% no primeiro trimestre do ano. 

No último trimestre de 2017, atingiu 11,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (27) pelo IBGE, no Rio de Janeiro.

CLICK POLÍTICA com informações de brasil247


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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Temer acha que seu nome ficará forte para ele disputar reeleição

Temer acha que seu nome ficará forte para ele disputar reeleição
16/01/2018
 


O presidente tem dúvidas sobre as campanhas de Rodrigo Maia e Henrique Meirelles

Apesar de entendê-las, o presidente Michel Temer acha que as movimentações do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, serão inúteis. 

Diz que, com a melhora da economia e o aumento no número de empregos, seu nome é que sairá fortalecido para disputar a Presidência da República.

P.S do Falandoverdades: O PMDB parece que já afinou um discurso para Temer e seus apoiados, que ele tirou o Brasil do vermelho ou melhor que 

“consertou o Brasil” com as reformas que são boas para o mercado, no entanto como disse um representante da ONU no jornal The Guardian, são medidas duras contra os pobres do Brasil, nunca antes vistas.



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segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Salário mínimo de R$ 954 entra em vigor

Salário mínimo de R$ 954 entra em vigor
01/01/2018 11h26publicação Brasília
Olga Bardawil - Repórter da Agência Brasil
Real-Moeda Nacional
O cálculo do salário mínimo é definido em leiMarcello Casal Jr/
Agência Brasil

O novo salário mínimo começa a valer hoje (1º). Decreto assinado pelo presidente na sexta-feira (29) fixa o seu valor em R$ 954, um aumento de R$ 17. É o menor reajuste do salário mínimo em 24 anos.

 O valor é inferior ao estimado anteriormente pelo governo, que era R$ 965.

O reajuste foi mais baixo porque a fórmula de correção leva em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior, calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) de 
dois anos antes. 

Como o resultado do PIB de 2016 foi negativo, o reajuste do salário mínimo foi calculado apenas pelo INPC, estimado pelo governo em 1,81%.

Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, o novo valor do salário mínimo para 2018 foi determinado pela aplicação da lei, e não 
por escolha política.

“O salário mínimo basicamente está definido 
por lei. 

A questão é apenas como calcular exatamente a aplicação dos índices de inflação. Porque o salário mínimo é definido por crescimento do PIB e inflação.

 Então é meramente uma questão de definir esses itens”, disse Meirelles em outubro, ao participar de evento em São Paulo.

Cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem o salário mínimo, entre aposentados e pensionistas, cujos benefícios são, ao menos em parte, pagos pelo governo federal.

A atual fórmula de reajuste do salário mínimo foi criada em 2012, ainda no governo da então presidente Dilma Rousseff, e deve valer até 2019.

Como o reajuste ficou abaixo da estimativa anterior, o governo deve economizar cerca de R$ 3,3 bilhões em gastos este ano.

Edição: Juliana Andrade



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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

LEVARAM CHUMBO! Convidado, Lula Diz ‘Não’ A Veja E Frustra Revista Que Buscava ‘Armação’ Em Evento Com A Participação De Moro

LEVARAM CHUMBO! Convidado, Lula Diz ‘Não’ A Veja E Frustra Revista Que Buscava ‘Armação’ Em Evento Com A Participação De Moro
Por Redação Click Política Última Atualização 27 nov, 201


O ex-presidente Lula (PT) se recusou a participar de evento organizado pela a Revista Veja nesta segunda-feira (27). 
A declaração foi dada pelo próprio veículo de comunicação.

Segundo informações, Lula não participa de eventos realizados pela a referida revista, haja vista de sua linha editorial, totalmente voltada para o ódio contra o petista e sua família.

Para aliados, Lula agiu corretamente, haja vista que possivelmente, preparavam uma armação para ele.

No evento, estavam presentes figuras absolutamente intragáveis. 

exemplo do juiz Sergio Moro e do Ministro da fazenda, Henrique Meirelles.


CLICK POLÍTICA


segunda-feira, 6 de novembro de 2017

VIVENDO O MAIOR SUFOCO: Meirelles Diz Que Contas Milionárias No Caribe São “Para Administrar Herança”; SAIBA!

VIVENDO O MAIOR SUFOCO: Meirelles Diz Que Contas Milionárias No Caribe São “Para Administrar Herança”; SAIBA!
 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou nesta segunda-feira (6), que a criação do fundo no paraíso fiscal das Bermudas é para gerir parte de sua herança. 

Ele ainda ressaltou que a aplicação dos recursos foi declarada à Receita Federal e ao Banco Central.

Vale mencionar que o fundo foi criado em 2002 por Meirelles , a partir de uma doação de US$ 10 mil e que as informações que o atingem foram divulgadas no domingo (5), pelo site “Poder360”, um dos veículos de imprensa que realizaram análises de documentos deste caso, batizado como Paradise Papers , sob a coordenação do Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação (ICIJ).

lém do ministro, as informações que constam dados internos do escritório especializado em o ffshores Appleby – contas bancárias e empresas utilizadas para ocultar recursos perante as autoridades – também afetam o ministro de Agricultura, Blairo Maggi.

Leia também:Financiador de atos contra Dilma usava contas em paraíso fiscal para não pagar impostos
“Está tudo declarado, como tudo o que eu faço, não só à Receita Federal, mas ao Banco Central. 

E também qualquer movimentação. É uma entidade filantrópica. Visa investir recursos em educação no Brasil, exclusivamente. 

Na época, dirigia uma grande instituição financeira internacional. Morava no exterior. Ela [a entidade], portanto, foi constituída no exterior””, disse em entrevista à rádio BandNews, nesta manhã.

Paraísos fiscais
Segundo a investigação, ambos os ministros fazem parte das dezenas de políticos mundiais vinculados a empresas em paraísos fiscais. 

“Foi feita uma pequena doação inicial visando constituir a entidade. E depois disso a entidade está inativa.

A partir do momento que ocorrer o meu falecimento, uma parte da minha herança será doada para esta entidade para aplicar exclusivamente em educação no Brasil”, explicou o ministro da Fazenda.

Para ele, essa era a maneira mais “eficaz e objetiva” para direcionar os recursos por seus advogados. 

“As regras de aplicação são muito claramente definidas. 

Garantem a aplicação de recursos de herança de maneira muito eficaz”.
Do IG


domingo, 5 de novembro de 2017

Novo vazamento global revela offshores de Henrique Meirelles nas ilhas Bermudas

Novo vazamento global revela offshores de Henrique Meirelles nas ilhas Bermudas
BBC Brasil  2 horas atrás 05/11/2017
 Ministro Henrique Meirelles concede entrevista: o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, filiado ao PSD | foto: José Cruz/Agência Brasil
© BBC o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, 
filiado ao PSD | foto: José Cruz/Agência Brasil

Pelo menos dois ministros do governo de Michel Temer são mencionados em um grande vazamento de informações do escritório de advocacia Appleby, especializado em empresas offshores. 

Além de Henrique Meirelles (Fazenda), há também informações sobre uma empresa ligada ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

O vazamento está sendo chamado de "Paradise Papers", e envolve figuras importantes do governo do presidente norte-americano, Donald Trump.

Antes de se tornar ministro de Temer, Meirelles presidiu o Banco Central brasileiro (de 2003 a 2010), durante o governo do ex-presidente Lula (PT). 

Na semana passada, Meirelles disse em entrevista à revista Veja que pretendia se candidatar à presidência da República.

Os dados - cerca de 1,4 terabytes de informações - foram encaminhados por uma fonte anônima ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung, de Munique, e compartilhados com jornalistas de todo o mundo organizados pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês). 

No caso do Brasil, as informações são do site jornalístico Poder360, do jornalista Fernando Rodrigues.

Cidadãos brasileiros possuem o direito de manter empresas offshores - e as contas bancárias associadas a elas - no exterior. 

A única exigência da lei é que os recursos sejam devidamente declarados à Receita, para que os impostos devidos sejam pagos.

Meirelles enviou à reportagem do Poder360 cópia de sua declaração de Imposto de Renda, provando que a offshore dele está devidamente registrada.

Embora a prática seja legal, empresas offshore podem ser usadas também para cometer crimes, como sonegação de impostos, ocultação de patrimônio (no caso de pessoas que deixam de pagar dívidas) e evasão de divisas. 

Podem ser usadas também para criar "fundos paralelos" em empresas, possibilitando o pagamento de propinas sem que estas apareçam na contabilidade oficial da companhia. E ainda, para esconder dinheiro de origem ilícita.

Para o Ministério Público Federal, empresas offshores em países como Bahamas, as ilhas Cayman e Bermudas foram usadas pela empreiteira Odebrecht para viabilizar pagamentos a políticos, por exemplo.

"Propósitos de caridade"

Uma das offshores registradas em nome de Meirelles chama-se "The Sabedoria Trust". 

A documentação da empresa diz que foi estabelecida "a pedido de Henrique de Campos Meirelles, especificamente para propósitos de caridade", segundo um documento mencionado pelo Poder360.

"O objetivo é que, na eventualidade da morte (do ministro) os administradores do trust renunciarão aos seus direitos e apontarão novos beneficiários, cujos nomes estão indicados no testamento datado de 9 de dezembro de 2002", diz o texto.

 Reprodução de documento de Meirelles: O documento de registro da offshore de Meirelles (crédito: Poder360 / ICIJ)
© BBC O documento de registro da offshore de Meirelles (crédito: 
Poder360 / ICIJ)

O dispositivo sugere que a offshore de Meirelles foi criada para fins de sucessão - isto é, para facilitar e garantir a transmissão de uma herança após a morte do proprietário. 

É uma finalidade comum para o uso de offshores.

A data de criação da offshore (23 de dezembro de 2009) coincide com a semana anterior à chegada dele ao Banco Central.

Meirelles também aparece nos arquivos vazados da Appleby relacionado a outra offshore, chamada "Boston - Administração e Empreendimentos Ltda".

 Esta última foi criada em 1990 e encerrada em 2004. Na década de 1990, Meirelles chegou ao posto máximo no Bank of Boston, dos EUA, cargo que ocupou entre 1996 e 1999.

O ministro enviou à reportagem do Poder360 uma cópia de sua declaração de imposto de renda, na qual aparece o Trust Sabedoria. 

Em nota, o ministro disse ainda que o trust foi criado para que, na eventualidade de sua morte, uma parte de seus bens possa ser doado a entidades beneficentes da área de educação.

Blairo Maggi

O ministro da Agricultura aparece relacionado a uma offshore chamada Ammagi & LD Commodities SA. 

De acordo com os registros da Appleby, o ministro da Agricultura é diretor da offshore, junto com outros familiares.

A empresa tem o mesmo nome de uma empresa registrada no Brasil, da qual a empresa da família Maggi é sócia. 

Trata-se de uma joint venture entre os Maggi e o grupo multinacional de origem francesa Louis Dreyfus Company, especializado na produção e comercialização de matérias primas, principalmente grãos.

A joint venture brasileira é a controladora da offshore em Cayman.
Blairo Maggi discursa em um evento: O ministro da Agricultura, Blairo Maggi | foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil
 © BBC O ministro da Agricultura, Blairo Maggi | foto: Fabio 
Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Maggi - que já foi governador de Mato Grosso (de 2003 a 2010), é senador licenciado pelo PP, cargo para o qual foi eleito em 2010. A empresa da família chegou a ser a maior produtora mundial de soja, nos anos 1990 e começo dos 2000. 

Em 2014, a revista Forbes publicou que Blairo Maggi era o segundo político mais rico do país, com uma fortuna estimada em R$ 960 milhões, pela mesma revista.

Segundo o Poder360, a Louis Dreyfus Company e a empresa dos Maggi firmaram uma parceria em 2009 com o objetivo de atuar no mercado de grãos na Bahia, Maranhão, Piauí e Tocantins. O objetivo seria a exportação.

Ao Poder360, o ministro negou qualquer tipo de irregularidade. Ele diz não ter recebido pagamentos diretos da empresa nas ilhas Cayman, e sim da empresa em solo brasileiro.

Vazamento global

A Appleby é uma das maiores empresas de criação de offshores do mundo. Conta com dez escritórios espalhados pelo globo, e cerca de 200 advogados para atender aos clientes. 

O vazamento deste domingo traz dados sobre milhares de pessoas - aparecem nos arquivos 31.180 endereços nos Estados Unidos, 14.434 no Reino Unido e 5.924 na China, por exemplo.

A investigação também encontrou offshores relacionadas a pessoas próximas ao presidente dos Estados Unidos, o republicano Donald Trump. 

Entre os citados estão o secretário de Comércio, Wilbur Ross.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

O BICHO PEGOU: Rolos empresariais do ministro Henrique Meirelles vem de longe; CONFIRA!

O BICHO PEGOU: Rolos empresariais do ministro Henrique Meirelles vem de longe; CONFIRA!
26 de julho de 2017
 

Em 2004, o PSDB pediu a sua demissão do Governo Lula porque seu primo (e procurador) Marco Túlio Pereira de Campos, foi detido no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, quando embarcava para Brasília levando na pasta R$ 32 mil em espécie.

Ele era acusado de ter aberto uma empresa quando já estava no Governo, a Catenária Participações, aberta em Goiás, em 2003, tendo o então presidente do BC e a mãe, Diva, que tinha então 94 anos, como sócios. 

Ele, com R$ 299.970 e a mãe com meros R$ 30.

Não é louvável a atitude de premiar a mãe, idosa, com 0,01% do capital de uma empresa?

A Dona Diva morre em 20 de julho de 2006, aos 97 anos, mas isso não impede que a empresa seja transferida, em 27 de outubro seguinte para São Paulo, ainda com ela constando como sócia. 

Não é uma acusação leviana, o documento de registro na Junta Comercial está aqui.

No ano seguinte, em 16/02/2007 , é feito um aumento de capital para R$ 400 mil. Dona Diva, lá no céu, continua com 30 reais, apenas.

Só em abril de 2012 ela é retirada da sociedade, assumindo, com participação societária de R$ 1 , um certo Lourival Kos Antunes Maciel, diretor e responsável pela empresa, ex- Fininvest, que acabara de deixar o cargo de diretor presidente da Distribuidora Finabank de Títulos e Valores Mobiliários, comprada por um grupo colombiano.

Aparece aí. pela primeira vez um sobrenome japonês, Kishyiyma, Eduardo torna-se sócio da Catenária, com participação de 16 reais.

Pouco antes, em 22/07/2011 , a Catenária havia fundado a “Nova Catenária” , empresa de capital registrado de apenas R$ 10 mil (dos quais R$ 9.999,00 de Henrique Meirelles, com o objeto social de promover “Serviços de Organização de Feiras, Congressos, Exposições e Festas”, além de treinamento e desenvolvimento gerencial. 

O registro na Junta Comercial está aqui.

Em fevereiro de 2012, ela nuda de nome para Nova Catenária Consultoria Empresarial e passa a prestar serviços de “Consultoria em Gestão Empresarial” e, dois meses depois, muda o nome para Henrique Meirelles & Associados, com R$ 1.099.999 e O Lourival com R$ 485 e Eduardo Kishyiama, com os tais 16 reais.

Então aparece o personagem Fernando Hideo Kishiyama,

Até então um desconhecido, que só saíra nos jornais por ter escapado com vida de um acidente no Jabaquara, em 2004, Fernando assume em 2015 o lugar de Lourival Kos e se torna sócio também de Henrique Meirelles numa pequena empresa, de mil reais de capital registrado, a Campos Meirelles Participações Societárias. Registro aqui.

Mas o que tem de mais o senhor Fernando Kishiyama?
Pois ele é “testa” de duas empresas off-shore das Bahamas, a Aosta e a a Horus, ambas localizadas no Bahmas Fibnacial Centre, na Shirley& Chalotte Street, na capital, Nassau, quarto andar, endereço manjadíssimo do “Panamá Papers“.

Tudo isso com duas horas de Google.

Imaginem se o Lula tem 5% desta história, que powerpoint daria? Imaginem se o Lula pusesse a Dona Lindu com 30 reais de sócia de suas empresas?


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sexta-feira, 30 de junho de 2017

MINISTRO DA FAZENDA SOB SUSPEITA: No grampo, Joesley diz que Meirelles é “companheiro”, “engraçado” e “maleável”; CONFIRA!

MINISTRO DA FAZENDA SOB SUSPEITA: No grampo, Joesley diz que Meirelles é “companheiro”, “engraçado” e “maleável”; CONFIRA!
30 de junho de 2017

 

Num dos diálogos que manteve com o ex-assessor especial da Presidência da República Rodrigo Rocha Loures para tratar de interesses junto ao governo federal, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, disse que o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, é companheiro e maleável. 

“É um sujeito habilidoso e taI. 

Ele é um sujeito engraçado que, como se diz assim, ele tem um bom mix de… ele é um cara duro, mas ele é maleável”, afirma o empresário. 

“Ele… se você precisar de um, isso aí da Previdência. Vamos chutar, ele chuta. 

Henrique, dá uma seguradinha, ele segura. Ele não é cabeça dura não. Ele é companheiro.”

Joesley diz que considera o titular da Fazenda um cara disciplinado e sério e que falou sobre ele com o presidente Michel Temer. “… eu fui falar com o Michel. 

Ô Michel, é o seguinte: o Henrique tá lá, se eu falar alguma coisa com o Henrique, se ele não… se ele achar que sou eu que tô querendo, ele não faz. Ele tem que saber que você quer.”

A transcrição do diálogo entre Joesley e Rocha Loures está num dos relatórios da Procuradoria-Geral da República anexados ao inquérito que investiga o presidente Michel Temer por corrupção passiva no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Joesley e Rocha Loures se reuniram algumas vezes para tratar de diversos assuntos. 

De acordo com Rodrigo Janot, Temer indicou Loures para fazer a interlocução de Joesley com o Palácio do Planalto

Revista Época


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sexta-feira, 24 de março de 2017

ECONOMIA BURRA DE TEMER E MEIRELLES QUEBRA A PREVIDÊNCIA

ECONOMIA BURRA DE TEMER E MEIRELLES QUEBRA A PREVIDÊNCIA

 

Um dia depois de aprovar a terceirização irrestrita, o governo federal descobre o óbvio: a arrecadação previdenciária vai despencar, porque os empregados virarão "patrões"; assim, não haverá contribuições patronais nem de trabalhadores, pois os terceirizados não terão interesse em contribuir para o INSS, num país que encaminha uma reforma previdenciária que tira a aposentadoria de milhões de pessoas; ou seja: com a terceirização o rombo fiscal será muito maior e a consequência inevitável será o aumento de impostos, que Henrique Meirelles e Michel Temer anunciam nos próximos dias; essa tendência, apontada ontem pelo 247, hoje é manchete do Valor; Brasil paga o preço da burrice e da cegueira ideológica

24 DE MARÇO DE 2017 ÀS 08:13 

247 – A burrice e a cegueira ideológica custarão muito caro ao Brasil.
Ontem, 247 publicou logo cedo um texto cristalino do jornalista Ronaldo Lenoir, sobre os impactos da terceirização ampla, geral e irrestrita:

De acordo com matéria assinada pelo jornalista Raphael Di Cunto no site do jornal Valor Econômico, o projeto de terceirização aprovado pela Câmara não tem dispositivos para impedir a chamada "pejotização", ou seja, a demissão de trabalhadores no regime CLT para contratação como pessoas jurídicas (PJ).

Isso pode detonar de vez a Previdência Social, como explica Laura Carvalho, economista e professora da FEA-USP:

"Sustentar a Previdência passa necessariamente por manter altos níveis de emprego e formalização. A prioridade parece não ser nenhuma das duas coisas.

Aprovaram agora o PL da terceirização: imaginem um mundo de trabalhadores contratados como Empreendedores Individuais, contribuindo apenas 5% sobre o salário mínimo para a Previdência. E o empregador, nada.

Em meio a todo esse debate, um PL que pode reduzir a base de arrecadação do sistema e elevar o tal rombo na Previdência no curto prazo. Interessante".

Hoje, um dia depois de aprovar a terceirização irrestrita, o governo federal descobre o óbvio: a arrecadação previdenciária vai despencar, porque os empregados virarão "patrões".

Assim, não haverá contribuições patronais nem de trabalhadores, pois os terceirizados não terão interesse em contribuir para o INSS, num país que encaminha uma reforma previdenciária que tira a aposentadoria de milhões de pessoas.

Essa tendência, apontada ontem pelo 247, hoje é manchete do Valor.

"O governo não tem uma estimativa de impacto do projeto de terceirização nas contas públicas, mas teme que a proposta aprovada tenha efeitos negativos na arrecadação federal, em especial na receita previdenciário", diz reportagem de Fábio Graner e Ribamar Oliveira (leia aqui).

De forma didática, Laura Carvalho também explica a lambança (leia aqui).



segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

“Ministro da Fazenda quer que o brasileiro morra sem se aposentar, porém recebe R$ 250 mil de aposentadoria”

“Ministro da Fazenda quer que o brasileiro morra sem se aposentar, porém recebe R$ 250 mil de aposentadoria”

Em dezembro de 2016, há pouco mais de dois meses, o senador Roberto Requião (PMDB-PR) fez uma denúncia intrigante

Escolhido pelo presidente Temer para comandar a equipe econômica do governo, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles disse que daria prioridade para a reforma da Previdência.

Pelo andar da carruagem, a médio prazo não teremos mais aposentados no Brasil, afinal de contas quem sobreviverá para pagar 49 anos de contribuição?

Meirelles pode estar com a razão, desde que a expectativa de vida do brasileiro passe dos atuais 75,5 anos para 100 anos. (ironia)
Retornando à pauta …

O senador paranaense abriu sua artilharia contra o ministro da Fazenda e soltou uma bomba no twitter.

De acordo com o parlamentar, o homem que pretende que os trabalhadores morram sem se aposentar tem o benefício mensal de R$ 250 mil.

Não! Você não leu errado e nós não erramos na digitação: DUZENTOS E CINQUENTA MIL REAIS!

 




PF investiga Friboi. Você sabe quem era o todo poderoso da empresa? O atual ministro da Fazenda

PF investiga Friboi. Você sabe quem era o todo poderoso da empresa? O atual ministro da Fazenda
 

 Conforme já noticiamos anteriormente, a Lava Jato tem como alvo a J&F, dona da Friboi

Havia um nome de peso no comando do conglomerado bilionário da Friboi: o atual ministro 
da Fazenda de Michel Temer, Henrique Meirelles.

Meirelles está à frente do Conselho de Administração da J&F, a convite do empresário Joesley Batista, desde 2012.

Foi confiada a Meirelles a elaboração de estratégias para expansão da empresa dentro e fora do país.

Além de investir em vultuosas campanhas publicitárias, ele também transformou a holding em uma das maiores financiadoras de campanhas políticas do Brasil.

SALÁRIO ANUAL DE R$ 40 MILHÕES
(informação da Revista Exame) Segundo executivos que acompanharam o processo, o contrato de Meirelles com a JBS previa uma remuneração anual de até R$ 40 milhões para o ministro.

Porque será que Meirelles trocou um salário mensal de R$ 3,3 milhões por um salário de ministro [algo em torno de R$ 30 mil] ???
Isso tudo é amor pelo país?

FONTE EXAME http://exame.abril.com.br/revista-exame/o-preco-de-henrique-meirelles/




sábado, 18 de fevereiro de 2017

Mônica Veloso ex amante do Senador Renan Calheiros pode levá-lo a PRISÃO E PERDA DE MANDATO

Mônica Veloso ex amante do Senador Renan Calheiros pode levá-lo a PRISÃO E PERDA DE MANDATO
 

Já ficaram para trás os tempos difíceis em que o romance extra conjugal entre o então todo poderoso presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e a jornalista Mônica Veloso movimentou as varas de família em Brasília e quase provocou a perda de seu mandato. 
Aos 44 anos, em plena forma e com o cofre cheio pela gorda pensão paga pelo senador, o cachê da revista “Playboy” e o saldo de emprego nos Diários Associados até pouco tempo atrás, a agora celebridade da sociedade belo-horizontina ainda provoca estragos por onde passa

E Renan, que viveu um inferno familiar, mas sobreviveu a sete ações para perda de mandato durante o “Renangate”, já prepara o terno para nova posse na presidência do Senado.

Em um relacionamento com o empresário mineiro Paulo Henrique Vieira, Mônica foi o pivô do escândalo político-sexual em 2007, e ainda colhe os louros da fama conseguida com o caso. Ao contrário de Renan, ela não tem do que reclamar. 

Depois de posar para a “Playboy” — segundo ela, o maior desafio de sua vida —, frequentar o castelo de Caras em Nova York, e ser estrela de um programa semanal na TV dos Diários Associados em BH, Mônica teria pedido demissão há seis meses, segundo seu empregador, porque não ficou satisfeita com a redução do salário.


Mônica também faturou com o lançamento de sua biografia: “O poder que seduz”. No livro, relata que viveu com Renan uma “paixão louca”, tiveram uma filha, mas foram atropelados pela política.

— Quando contei sobre a gravidez, ele entrou em pânico. Dizia ser impossível. Afinal, argumentou, não éramos mais crianças. Fiquei muito triste com a sua reação. Pela primeira vez, percebi que o amor era lindo, mas a política, para ele, era tudo — conta Mônica.

No livro ela relata que faziam planos para construir uma família, e seu sonho era ter uma filha.

— Como qualquer casal apaixonado, tínhamos nossos códigos, nossos momentos e nossas músicas. (…) Nossa música marcante foi a do filme “Lisbela e o Prisioneiro”. 

Misturávamos as nossas vozes com a do Caetano e cantávamos, baixinho, olhando no fundo dos olhos do outro: “Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. 
Você só me ensinou a te querer, e te querendo eu vou tentando me encontrar…” — diz.

Mônica e Renan, como um casal, frequentavam os salões do poder sem a preocupação que o caso um dia transformasse a vida dos dois no turbilhão de denúncias de corrupção.

— Música, perfume e um certo torpor. Champanhe na mão, conversávamos e sorríamos após o jantar (na casa do senador Ney Suassuna). 
Havíamos brindado por mais um ano, o intenso ano de 2002. (…) Cercado por jornalistas, o senador Eduardo Suplicy falava, empolgado, sobre o programa Renda Mínima e a indicação de Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central. 

Mais um pouco, o próprio Meirelles chegou. (…) O vento agitando as cortinas, o barulho de cristais e porcelanas como rumores longínquos vindos da sala. Era como se fôssemos as únicas pessoas no mundo — relembra Mônica no livro.


Mas o inferno começou quando a revista “Veja” divulgou que um lobista da Mendes Júnior, Cláudio Gontijo, pagava o aluguel de R$ 4.400 mensais de um apartamento onde morava a jornalista com as duas filhas. 

O lobista, segundo a denúncia, também pagava R$ 12 mil mensais de pensão para a filha de Renan. Com o estouro do caso, para não ser cassado, Renan renunciou à presidência do Senado.

Mônica vive hoje uma relação estável com o empresário Paulo Henrique Vieira e produz um programa de TV, em Belo Horizonte, onde mora.

— Renan paga pensão mas não tem relação com a filha ou com a Mônica. Ficou um mal-estar familiar grande depois do escândalo. Mônica agora produz um programa de TV e ganha uma fortuna — diz um interlocutor de Renan.

Mônica apresentou até o ano passado o programa de TV “Vrum”, da TV dos Diários Associados, também veiculado por outras emissoras. O “Vrum” é sobre automóveis, e Mônica falava sobre carros antigos e novos, ensinava a trocar pneus e dava dicas de manutenção.

— A Mônica produzia um programa semanal de 40 minutos e tinha um salário de estrela de TV. Ganhava umas 60 pratas. Mas começou a gerar uma situação delicada no jornal com os outros profissionais. Tivemos que renegociar e reduzir para R$ 30 mil, eu acho. Há uns seis meses ela pediu demissão — conta um dos diretores dos Diários Associados.

AO SER CONVIDADA PARA O CASTELO DE CARAS, EM NOVA YORK, DISSE SOBRE O CASO RENAN: “O FURACÃO ME FORTIFICOU. HOJE NÃO TENHO MEDO DE MAIS NADA”.




segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

NEM O FMI APOSTA NA DUPLA TEMER-MEIRELLES

NEM O FMI APOSTA NA DUPLA TEMER-                          MEIRELLES
 

Fundo Monetário Internacional rebaixa as projeções da economia brasileira em 2016 e 2017, colocando o País na lanterna global; FMI agora estima queda de 3,8% em 2016 e estagnação de 0,2% neste ano; para 2018, o FMI projeta um crescimento pífio de 1,5%; depressão provocada pelo golpe e pela inépcia de Michel Temer e Henrique Meirelles fará com que o Brasil produza um em cada três desempregados do mundo em 2017

16 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 12:25 

247 - Em relatório divulgado nesta segunda-feira, 16, o Fundo Monetário Internacional jogou a toalha sobre a possibilidade de qualquer recuperação da economia brasileira sob o comando de Michel Temer e Henrique Meirelles. 

O FMI rebaixou ainda mais a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no ano passado, de 3,3% para 3,5%.

Além disso, reduziu a projeção de alta em 2017, de 0,5% para 0,2%. Para 2018, o FMI projeta um crescimento de 1,5%. O número consolidado do PIB de 2016 será anunciado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em março.

Para o FMI, os países da América Latina e Caribe devem "encolher" 0,7% em 2016 – uma piora de 0,1 ponto percentual em relação à última previsão. Em 2017, a previsão de alta de 1,6% foi reduzida para 1,2%. 

"Na América Latina, o declínio do crescimento reflete, em grande medida, as expectativas da recuperação de curto prazo na Argentina e no Brasil, depois de um crescimento mais fraco do que o esperado no segundo semestre de 2016 e à maior resistência à incerteza no México e à deterioração contínua na Venezuela", disse o organismo financeiro em nota.

O órgão prevê que o mundo vai crescer 3,1% neste ano, a mesma de outubro. Para 2017, a estimativa ficou igual: avanço de 3,4%. Para 2018, o FMI acredita que a economia deverá avançar mais do que nos anos anteriores: 3,6%.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

BRASILEIRO NUNCA TEMEU TANTO O DESEMPREGO COMO NO PÓS-GOLPE

BRASILEIRO NUNCA TEMEU TANTO O DESEMPREGO COMO NO PÓS-GOLPE

 

Com a depressão econômica criada pelo golpe parlamentar de 2016, e com a inépcia de Michel Temer e Henrique Meirelles, os brasileiros nunca tiveram tanto medo de perder os empregos como agora, segundo aponta pesquisa CNI divulgada nesta sexta; como resultado, a tendência é de queda maior do consumo em 2017, o que se soma também à maior necessidade de poupança dos brasileiros com a proposta de Temer que praticamente acaba com a previdência pública; na era do medo, o Brasil caminha para mais um ano de recessão em 2017; o Índice de Medo do Desemprego voltou a subir e alcançou 64,8 pontos em dezembro, valor 3,6 pontos maior que o de setembro; o indicador fechou o ano muito acima da média histórica de 48,4 pontos

6 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 12:13 

Da Agência Brasil
Os brasileiros continuam preocupados com a possibilidade de perder o emprego. O Índice de Medo do Desemprego voltou a subir e alcançou 64,8 pontos em dezembro, valor 3,6 pontos maior que o de setembro. 

Com isso, o indicador fechou o ano muito acima da média histórica de 48,4 pontos, informa a pesquisa divulgada hoje (6) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na comparação com dezembro de 2015, o índice também aumentou 3,6 pontos. 

O indicador varia de zero a cem pontos e, quanto mais alto, maior é o medo do desemprego.

Conforme a pesquisa, o medo do desemprego é maior na região Nordeste, onde o indicador subiu para 70 pontos em dezembro, valor 11,3 pontos acima do verificado no mesmo mês de 2015. 

No Sul, o medo do desemprego diminuiu de 63,2 pontos em dezembro de 2015 para 57,8 pontos em dezembro de 2016, e é o menor entre as regiões do país.

Satisfação com a vida
O Índice de Satisfação com a Vida ficou fechou 2016 em 66,8 pontos, 0,9 pontos acima do verificado em dezembro de 2015, mas continua abaixo da média histórica de 70 pontos. O índice varia de zero a cem pontos. Quanto maior o índice maior é a satisfação com a vida.

A satisfação com a vida é maior no Sul, onde o indicador subiu para 69,1 pontos no mês passado, 4,5 pontos a mais que o de dezembro de 2015. No mesmo período, o índice caiu 1,4 pontos na região Nordeste e fechou o ano em 66,9 pontos. 

A região Nordeste foi a única a apresentar retração da satisfação com a vida no período.

O levantamento foi feito com 2.002 pessoas em 141 municípios entre 1º e 4 de dezembro de 2016.