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segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

URGENTE: PGR descobre R$ 270 milhões da JBS para “ONG da Lava-Jato”

SUED E PROSPERIDADE

07/12/2020

PGR descobre R$ 270 milhões da JBS para “ONG da Lava-Jato”

08/12/2020

Via Tijolaço

O Conjur publica que o Procurador Geral da República, Augusto Aras, pediu a anulação de cláusula do acordo de leniência da JBS que previa a entrega, pela empresa de R$ 270 milhões para uma “ONG” criada pela Força Tarefa da lava Jato com a Transparência Internacional para a fundação de uma entidade “para atender a imposição de investimentos sociais” das obrigações impostas ao frigorífico.

É uma espécie de “replay” do que a Lava Jato tentou fazer com os recursos que a Petrobras pagou nos EUA por um acordo de leniência com o Departamento de Justiça daquele país, num acordo bem mais “gordo”, que daria aos procuradores poderes cobre como destinar R$ 2,5 bilhões.

O dinheiro da JBS – que não tem sequer nada a ver com a Lava Jato – ia servir para uma “campanha educativa contra a corrupção”, certamente desenvolvida pelos “reizinhos” de Curitiba, em parceria com o diretor-executivo da filial brasileira da Transparência Internacional, Bruno Brandão, destinatário de pedidos de Deltan Dallagnol para produzir manifestações de apoio à Lava-Jato, como revelaram as mensagens publicadas pelo The Intercept e pela Agência Pública.

É espantoso que continue a existir este cancro que é a Força Tarefa da Lava Jato. 

Usar a função de fiscal da lei, paga pelo dinheiro do contribuinte, para arquitetar negócios escusos só é menos escandaloso do que o escãndalo de continuarem impunes nos seus cargos.

CONTINUA

Governo suspende contratos e deixa vencer exames de HIV e hepatites virais no SUS

07/12/2020

Enquanto Bolsonaro inaugura “exposição” com o terno e a roupa que ele e Michelle usaram durante a posse de 2019, o governo deixou vencer exames de HIV e hepatites virais pelo SUS e ainda suspenderam contratos.

De acordo com informações do Estadão, o governo Bolsonaro deixou vencer um contrato e suspendeu exames de genotipagem pelo SUS ( Sistema Único de Saúde), para pessoas que vivem com Aids, Hepatites virais.

O Ministério da Saúde deixou o contrato vencer em novembro.

Os testes são essenciais para definir o melhor tratamento para quem desenvolve resistência a algum medicamento.

Tudo isso em meio a pandemia de coronavírus e o fim do auxílio-emergencial que será encerrado oficialmente em dezembro de 2020.

O ministério prevê realizar novo pregão nesta terça-feira, 8. Se houver vencedor no certame, a expectativa é retomar o serviço apenas em janeiro.

De acordo com o Ministério da Saúde, o exame será feito apenas em crianças de até 12 anos  e gestantes que vivem com HIV.

Um grupo está avaliando ir ao Ministério Público contra o governo,o conselheiro Nacional de Saúde e representante da Articulação Nacional de Luta contra a aids (Anaids), Moysés Toniolo, foi pego de surpresa com o anúncio da interrupção dos exames de genotipagem.

A Anaids estuda levar o caso ao Ministério Público Federal (MPF), segundo Toniolo. “Temos um contingente de pessoas que há anos usam a terapia e pode precisar desse exame para continuar a viver”.

Com informações do Estadão.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

VAZA JATO: NOVOS DIÁLOGOS PROVAM QUE CARLOS FERNANDES E DALLAGNOL QUERIAM CRIAR “DISTRAÇÃO” USANDO LULA; CONFIRA!


VAZA JATO: NOVOS DIÁLOGOS PROVAM QUE CARLOS FERNANDES E DALLAGNOL QUERIAM CRIAR “DISTRAÇÃO” USANDO LULA; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 14 de outubro de 2019

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Imagem do Google

Em nova denúncia da Vaza Jato, diálogos publicados na manhã desta segunda-feira (14), no The Intercept Brasil, mostram que procuradores da Lava Jato no Paraná programaram a divulgação da denúncia contra Luiz Inácio Lula da Silva no caso do sítio em Atibaia. 

O fato foi a público em maio de 2017, no mesmo momento em que a Procuradoria-Geral da República era questionada pelos áudios da JBS que apontavam para Michel Temer e Aécio Neves. 
“Vamos criar distração”, disse o procurador Carlos Fernando Lima.

O objetivo era distrair a população e a imprensa das críticas que atingiam a Procuradoria-Geral da República. 

À época, a equipe do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, estava sob bombardeio por causa de um áudio vazado da colaboração premiada dos executivos do conglomerado JBS que atingia em cheio o presidente Michel Temer.

Havia suspeitas de que o material tinha sido editado. 

Meses depois, problemas mais graves – como o jogo duplo do procurador Marcelo Miller, que recebeu R$ 700 mil para orientar a JBS – levaram o próprio Janot a pedir que o acordo fosse rescindido.

A denúncia do sítio já estava pronta para ser apresentada em 17 de maio de 2017, dia em que o jornal O Globo publicou reportagem acusando Temer de dar aval a Joesley para a compra do silêncio do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, do MDB. 

Diante da notícia, que caiu como uma bomba em Brasília, o coordenador das investigações no Paraná, Deltan Dallagnol, decidiu adiar o oferecimento e a divulgação da acusação contra Lula, inicialmente programadas para o dia seguinte.

O então procurador Carlos Fernando dos Santos Lima, à época o decano da Lava Jato em Curitiba, escreveu aos colegas que a acusação que atribui a Lula a propriedade de um sítio em Atibaia poderia “criar distração” sobre a possível edição da conversa gravada entre o ex-presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, dono da JBS. 

Mais tarde, de acordo como The Intercept, o diálogo seria um dos pilares da primeira denúncia que a PGR fez contra Temer, mas o que dominava o debate público até então eram suspeitas sobre a integridade da gravação.

Os procuradores esperavam que viesse a público o quanto antes um laudo da Polícia Federal sobre o áudio. 

Foi durante essa discussão que Santos Lima expôs seu plano no grupo Filhos do Januario 1, restrito aos integrantes da força-tarefa: 

“Quem sabe não seja hora de soltar a denúncia do Lula. 

Assim criamos alguma coisa até o laudo”. 

Após seu chefe, Deltan Dallagnol, se certificar de que o plano poderia ser posto em prática, ele comemorou, no mesmo grupo: 
“Vamos criar distração e mostrar serviço”. 

A denúncia contra Lula foi apresentada à justiça e divulgada à imprensa no final da tarde do dia seguinte, dia 22.

Click Política com informações do The Intercept

CONTINUA


MORO DESESPERADO? ADVOGADO ENTROU COM PEDIDO DE HC PARA BLOQUEAR O INTERCEPT E CELSO DE MELO NEGA; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 14 de outubro de 2019

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Imagem do Google

Celso de Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido de habeas corpus (HC), solicitado por um advogado, em favor do ministro da Justiça, Sérgio Moro. 

O objetivo era censurar e bloquear o site The Intercept Brasil, além de apreender todo o material veiculado.

Mello julgou o pedido inviável e disse que o advogado em questão, autor do HC, não mantém vínculo profissional com Moro. 

De acordo com o ministro, o STF, em casos como este, tem decidido que não se deve conhecer pedido desautorizado pelo paciente.

“É público e notório que o Senhor Ministro Sergio Moro não constituiu como mandatário judicial o Senhor Arnaldo Saldanha Pires, ora impetrante”, destacou Mello.

“Como se sabe, a ação de ‘habeas corpus’ destina-se, unicamente, a amparar a imediata liberdade de locomoção física das pessoas, revelando-se estranha à sua específica finalidade jurídico-constitucional qualquer pretensão que vise a desconstituir atos que não se mostrem ofensivos, ainda que potencialmente, ao direito de ir, de vir e de permanecer das pessoas”, acrescentou o ministro.

Click Política




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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou


PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou

Folhapress 3 horas atrás 11/12/2018

 Polícia Federal pediu recolhimento noturno, proibição de manter contato com outros investigados e proibição de sair do país; PGR negou: PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR negou
© Ueslei Marcelino/Reuters PF queria prisão domiciliar a Aécio, Paulinho e Cristiane; PGR nego

A operação Ross, que cumpre nesta terça (11) mandados de busca e apreensão em imóveis ligados ao senador Aécio Neves (PSDB-MG), à irmã dele, Andréa Neves, ao deputado Paulinho da Força (SD-SP) e a empresas que teriam emitido notas frias investiga suposta propina de R$ 128 milhões paga pela JBS para o tucano e seu grupo de 2014 a 2017.

Nesse valor estão pagamentos suspeitos de terem servido para comprar apoio político para Aécio na eleição presidencial de 2014, envolvendo partidos como o Solidariedade e o PTB, uma "mesada" de R$ 50 mil mensais paga ao tucano pela JBS por meio da rádio Arco Íris, de propriedade da família dele, e a aquisição superfaturada de um imóvel do jornal Hoje em Dia, em Belo Horizonte, por R$ 17 milhões, supostamente a pedido do senador.

O relator do inquérito no STF (Supremo Tribunal Federal) é o ministro Marco Aurélio, que determinou o cumprimento dos mandados de busca e apreensão na última terça (4).

As investigações foram abertas no ano passado depois que o empresário Joesley Batista e outros ex-executivos do grupo J&F fecharam acordo de delação premiada. 

As suspeitas apontam para os crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Inicialmente, a Polícia Federal pediu ao Supremo medidas mais duras e em relação a mais pessoas, mas a PGR (Procuradoria-Geral da República) discordou da necessidade delas.

A PF queria a imposição de medidas cautelares -recolhimento noturno, proibição de manter contato com outros investigados e proibição de sair do país- a Aécio e três deputados: 

Paulinho da Força, Benito Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ).

A PF também requereu a prisão temporária de cinco suspeitos de participar do esquema, entre eles o publicitário Paulo Vasconcelos do Rosário Neto e representantes das empresas que teriam emitido as notas frias, além de busca e apreensão na casa dos senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Agripino Maia (DEM-RN).

A PGR, por sua vez, sustentou que não havia elementos para impor medidas cautelares a Aécio e aos três deputados, mas concordou com a prisão temporária de alguns suspeitos que não são políticos, como o publicitário Paulo Vasconcelos.

Por fim, a PGR também pediu autorização para realizar busca e apreensão em endereços de Aécio e Andréa Neves, do primo deles Frederico Pacheco de Medeiros, do publicitário Paulo Vasconcelos, das empresas Data World Pesquisa e Consultoria, PVR Propaganda e Marketing, entre vários outros, mas excluiu do pedido os senadores Anastasia e Agripino Maia.

O ministro Marco Aurélio negou as prisões temporárias e autorizou as buscas nos termos do requerimento da PGR. 

Os políticos que não foram alvo dos mandados continuam, porém, sob investigação.

"O quadro revelado [...] demonstra a existência de indícios de relação ilícita entre o investigado Aécio Neves e o Grupo J&F, entre os anos de 2014 a 2017, caracterizada pelo alegado recebimento de quantias em dinheiro, pelo senador ou em seu favor, 
mediante mecanismos características da lavagem de capitais, via empresas e pessoas identificadas na investigação em curso", escreveu Marco Aurélio da decisão do dia 4.

"Há mais: ficaram demonstrados indicativos da atuação do parlamentar, nessa qualidade, como contrapartida aos benefícios financeiros", anotou o ministro. 

A contrapartida seria a interferência no governo de Minas para restituir ao grupo J&F créditos de ICMS, o principal imposto estadual.

OUTRO LADO

O defensor de Aécio, Alberto Toron, afirmou em nota que o tucano "sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos e apresentar todos os documentos que se fizessem necessários às investigações, bastando para isso o contato com seus advogados".

"O inquérito policial baseia-se nas delações de executivos da JBS que tentam transformar as doações feitas a campanhas do PSDB, e devidamente registradas na Justiça Eleitoral, em algo ilícito para, convenientemente, tentar manter os generosos benefícios de seus acordos de colaboração. 

A correta e isenta investigação vai apontar a verdade e a legalidade das doações feitas", afirmou. 

Com informações da Folhapress.


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domingo, 9 de dezembro de 2018

Escândalo dos Bolsonaro desmascara Moro


Escândalo dos Bolsonaro desmascara Moro

Blog da Cidadania   Publicado em 7 de dez de 2018

Chega a ser inacreditável que o ex-juiz Sergio Moro ainda não tenha vindo a público se pronunciar sobre o Laranjão, escândalo envolvendo movimentação suspeitíssima e milionária na conta de ex-motorista, segurança e assessor – tudo junto – do filho de Bolsonaro. Cadê o moralismo fajuto desse sujeito? Cadê a indignação dele com a corrupção. 

Caiu a máscara! O primeiro grande escândalo do governo Bolsonaro começa antes mesmo da posse do presidente eleito.

 E já tem potencial para desmascarar meio mundo, a começar pelo juiz Sergio Moro, desde já o futuro homem-forte do novo governo. --- 

máscara de moro Mas antes de falar de Moro, há que lembrar a cena patética do enroladíssimo ministro-chefe da Casa Civil de Bolsonaro, Onyx Lorenzoni: 
em vez de responder a uma simples pergunta sobre a origem do 1,2 milhão de reais que transitou pela conta do motorista de Flávio Bolsonaro, Lorenzoni xingou os repórteres, acusou o PT e deixou a entrevista no meio. 

VIDEO NO VIDEO Questionado sobre a origem do dinheiro, Lorenzoni se enfureceu. 

"Eu lá sou investigador? Qual é a origem do dinheiro? Quando o senhor [repórter que havia feito a pergunta] recebeu este mês? Não tem cabimento essa sua pergunta", esbravejou o ministro, antes de abandonar a entrevista. 

" Um milhão eu não recebi", respondeu o repórter. Mas ninguém pode se surpreender com esse sujeito. 

Afinal, ele é criminoso confesso. 

No primeiro semestre, admitiu ter recebido dinheiro sujo da JBS. --- confissão O que deveria chocar – mas não choca quem é bem informado – é a postura do ex-juiz Sergio Moro.

 Ele, que disse que virou ministro de Bolsonaro para melhor combater a corrupção, na verdade acaba de mostrar que seu objetivo é bem diferente do que alegou, 
pois se calou, vergonhosamente, sobre a denúncia do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) que atinge a família Bolsonaro inteira, já que dinheiro suspeito foi parar nas mãos da mulher do presidente eleito. --- 

Moro evita Na verdade, só por participar do governo Bolsonaro o ex-juiz já deixa ver que combater a corrupção não é – nem nunca foi – seu objetivo, já que defendeu um membro do novo governo que CONFESSOU ter recebido dinheiro de corrupção. -- 

confiança Moro diz ter “confiança” em Lorenzoni, de modo que acha que não há o que questionar, mas não é o que pensa o Supremo Tribunal Federal, que já abriu investigação contra o futuro chefe da Casa Civil de Bolsonaro. --- 

supremo O governo Bolsonaro será bom para o Brasil. Não, eu não estou louco. 

A corrupção desenfreada e a hipocrisia escancarada do novo governo vão tratar de mostrar ao povo que cometeu essa cretinice de elegê-lo que política é coisa séria e que votar em um picareta como Bolsonaro só por raiva do PT é coisa de idiota.


Sergio moro foge de entrevista quando perguntado sobre o COAF

Sergio moro foge de entrevista quando perguntado sobre o COAF

 Dejalma Cremonese Publicado em 8 de dez de 2018



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segunda-feira, 19 de novembro de 2018

E AGORA MORO? Ministra Da Agricultura De Bolsonaro Deu Incentivos À JBS Em Mato Grosso Do Sul


E AGORA MORO? Ministra Da Agricultura De Bolsonaro Deu Incentivos À JBS Em Mato Grosso Do Sul

Por Portal Click Política Em 18 nov, 2018

 
Tereza Cristina, a futura ministra da Agricultura do governo Jair Bolsonaro, concedeu incentivos fiscais à JBS na mesma época em que manteve parceria com a empresa, publica a Folha.

Segundo a reportagem, Tereza assinou documentos de concessão de incentivos à JBS quando era secretária de Desenvolvimento Agrário e Produção de Mato Grosso do Sul no governo de André Puccinelli, que hoje está preso.

Nessa mesma época, ela também teria arrendado terras de propriedade de sua família ao grupo dos irmãos Batista.

“O negócio particular entre Tereza e os Batista foi fechado nos anos de 2011 e 2012. 

A relação foi tumultuada, e hoje a JBS cobra de Tereza na Justiça um total de R$ 14 milhões, em valores atualizados”.

CLICK POLÍTICA com informações de Antagonista


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