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sábado, 1 de maio de 2021

A Mesma Globo Que Contribuiu Para Devolver O Brasil Ao Mapa Da Miséria, Agora Faz Campanha De Arrecadação De Alimentos Contra A Fome

SUED E PROSPERIDADE

01/05/2021

A Mesma Globo Que Contribuiu Para Devolver O Brasil Ao Mapa Da Miséria, Agora Faz Campanha De Arrecadação De Alimentos Contra A Fome

Celeste Silveira 1 de maio de 2021 

Dia desses, na GloboNews, Gabeira, que se declara um liberal que, segundo ele, não compra todas as ideias liberais sobre o papel do Estado na vida nacional, como a maioria dos comentaristas da emissora, elogiou as iniciativas de brasileiros que buscam de alguma forma aliviar a fome de quem não tem nada para comer.

Logicamente, Gabeira que, quando ainda deputado, com seu papel raivoso na primeira tentativa de golpe contra Lula que tirou o Brasil do mapa da fome, teve um faniquito e soltou seus cachorros em cima de Severino Cavalcante, então presidente da Câmara, por engavetar os pedidos de impeachment de Lula, movimento que ele encabeçava.

Não só isso, o mesmo Gabeira várias vezes, na GloboNews, verbalizou que Bolsonaro não era aquele diabo que todos pintavam. Escreveu depois um artigo pedindo que as pessoas abandonassem um suposto sectarismo e tentassem não só entender as lógicas de Bolsonaro, mas ajudá-lo na sua forma de governar.

O que há de diferente nessa manifestação de Gabeira dentro da Globo? Nada. A essência neoliberal de Paulo Guedes com uma coisinha aqui, outra ali que pode-se discordar, os comentaristas sempre se mostraram entusiastas de mais uma mentira neoliberal vendida como salvadora da pátria desde a época da ditadura militar pelos governos de direita.

O que para nós é difícil saber é o que de fato pensam esses comentaristas, até porque muitos, depois que saem da Globo, na maioria das vezes, têm posições diametralmente opostas aos que eles próprios pregavam quando estavam a serviço dos interesses do grande capital dentro de uma empresa de comunicação que, além de ter interesses diretos nesse sistema de moer gente para arrancar a última gota de sangue, abarca outros clientes que exigem essa linha editorial.

E mesmo quando tudo fracassa, a Globo dá uma de Bolsonaro, mente, inventa, cria uma realidade paralela, como faz até hoje com o retumbante fracasso do governo FHC, que ela sem qualquer base, diz que ele equilibrou a economia brasileira.

Bom, não se sabe que conceito que a palavra equilíbrio tem dentro do universo dos Marinho. A rejeição que beira à aversão que o povo brasileiro tem até hoje de FHC, mostra que, na vida real, ou seja, na economia de fato, ele foi trágico para a imensa maior parte da população, coisa muito fácil de aferir, porque, enquanto na esquerda todos querem a participação de Lula nas propagandas eleitorais pelo sucesso de seus dois mandatos como presidente, do lado tucano, nenhum candidato quis mostrar FHC em sua propaganda para não ser associado à imagem de fracasso que FHC carrega como sobrenome.

Assim, a Globo, até pelas palavras de Gabeira, tem uma solução para a fome, logicamente sem mexer nas estruturas neoliberais impostas por Temer e seguidas à risca por Guedes para manter intocável o teto de gastos, que é a de ampliar a corrente de fraternidade dentro da sociedade e que ela própria dê solução aos milhões, e cada vez mais milhões de segregados pela política aplaudida de pé que os barões do dinheiro grosso impõem à nação, em nome da absoluta e genuína ganância.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

CPI Da Covid Tem Gravações Explosivas

Celeste Silveira 1 de maio de 2021 

Há uma sede por parte da imprensa de derrubar a gente. Eu poderia acabar com a pandemia hoje. É só eu juntar os meus ministros, pegar a Caixa Econômica, o BNDES, Banco do Brasil e voltar a pagar à imprensa como se pagava no passado. (Bolsonaro)

De acordo com matéria de Ricardo Noblat, publicada no Metrópoles, está à disposição da CPI da Covid no Senado uma fita explosiva contendo pouco mais de oito horas de gravações do presidente Jair Bolsonaro recomendando remédios ineficazes contra o vírus e criticando medidas adotadas por governadores e prefeitos que poderiam ter reduzido o número de mortos pela pandemia.

A voz debochada e arrogante de Bolsonaro ecoa numa sucessão de vídeos e áudios que mostram um claro desrespeito e desumanidade com os doentes, além do confronto permanente do chefe do governo com os fatos, a ciência e o bom senso, conforme apurou a jornalista Vanda Célia, colaboradora deste blog.

Assessores da CPI temem invasão dos arquivos da comissão para roubo do material, tamanho o impacto que os áudios poderão vir a ter nas eleições do ano que vem. O material está guardado em um cofre, e a senha só é conhecida pelo presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM) e o relator Renan Calheiros (MDB-AL).

*Com informações do Metrópoles

Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Bolsonaro queria dar R$100 milhões a Record e SBT, presidente da Petrobrás recusou

 SUED E PROSPERIDADE

22/02/2021

Bolsonaro queria dar R$100 milhões a Record e SBT, presidente da Petrobrás recusou

22/02/2021

 Mais uma denúncia bombástica contra Bolsonaro, de acordo com a coluna de Merval Pereira na Globo, a demissão do presidente da Petrobrás, não foi motivada pelas constantes altas nos combustíveis, mas sim pelo fato que o presidente da estatal se recusou a destinar R$ 100 milhões de publicidade para as emissoras Record, do Bispo Macedo e SBT, de Sílvio Santos.

Record e SBT são grandes aliados do governo Bolsonaro, fazendo sempre propaganda das ações do governo e dando espaço ao bolsonarismo.

Agora no entanto, o motivo real da demissão do Presidente da Petrobrás, não foram as constantes altas nos combustíveis, mas sim o fato dele ter se recusado a dar R$ 100 milhões de publicidade ao SBT e Record.

De acordo com a coluna de Merval Pereira na Globo:

“Ele havia recusado um pedido do governo para colocar 100 milhões de reais em publicidade nas redes de televisão Record, do bispo Macedo, e SBT, de Silvio Santos.”

“Em outra ocasião, foi instado a participar de um grupo de empresas que compraria vacinas para serem utilizadas por empresas privadas, e achou que não deveria participar”, disse o colunista. 

“O esquema acabou não dando certo porque várias empresas, como a Petrobras, consideraram que seria inadequado financiar vacinação privada enquanto a vacinação do SUS está encontrando dificuldades devido à falta de doses suficientes”, complementou.

Segundo o colunista, “os conselheiros que não estão aceitando a demissão de Roberto Castello Branco se preocupam com mudanças que afetem contratos e acordos já firmados, no Brasil e no exterior, prevendo sanções por quebra de compromissos”.

“Até mesmo o estatuto da estatal será afetado, pois o presidente da Petrobras no governo Temer, Pedro Parente, incluiu nele o compromisso com os acionistas. 

Na reunião hoje, conselheiros advertiram o ministro Bento Albuquerque que qualquer decisão que não tenha base técnica poderá ser barrada no Conselho”.

CONTINUA

Toffoli denuncia: Houve financiamento estrangeiro a atos antidemocráticos

22/02/2021

Denúncia grave vazada pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffolli, informa que as manifestações pelo fechamento do Supremo Tribunal Federal, que pediam Intervenção militar, fechamento do Congresso Nacional e em apoio à Jair Bolsonaro, tiveram dinheiro estrangeiro o financiando, inclusive dinheiro estrangeiro financiando a rede de fake news bolsonarista.

A descoberta teria sido feita durante quebra do sigilo bancário.

A rede de fake news bolsonaristas, aqueles ataques ao Supremo, Congresso e  que defendiam Bolsonaro, recebiam dinheiro estrangeiro, é o que indicam as investigação no inquérito das fake news.

De acordo com a denúncia do Ministro Dias Toffoli, feita nessa madrugada da segunda-feira (22), foi identificado dinheiro estrangeiro financiando essa teia de extrema-direita no Brasil.

A declaração foi feita na Rede Bandeirantes, a denúncia é grave e pode piorar ainda mais a vida de influenciadores bolsonaristas, que são alvos do inquérito das fake news.

Na entrevista, Toffoli classificou a descoberta como “gravíssima”. Para ele, a história do Brasil já mostrou que financiamentos a grupos radicais, “seja de extrema direita ou seja de extrema esquerda, vem para criar o caos e desestabilizar a democracia em nosso país”.


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

Deltan confessou em chat: prisão de Lula foi “presente da CIA”

SUED E PROSPERIDADE

09/02/2021

Deltan confessou em chat: prisão de Lula foi “presente da CIA”

08/02/2021

Procurador da extinta Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, confessou em mensagens vazadas, que a prisão do ex-presidente Lula teria sido um “presente da CIA”. As mensagens vazadas nessa segunda (8) levantaram ainda mais discussões sobre o papel dos EUA na prisão de Lula.

Dallagnol deixou soltar durante mensagens, quem os ajudou com a prisão do ex-presidente Lula.

O que antes parecia ser apenas suspeita, agora vem da boca dos próprios procuradores da Lava Jato. De acordo com novos documentos divulgados à imprensa, o ex-juiz Sérgio Moro entrou em conluio ilegalmente com autoridades estrangeiras.

De acordo com a reportagem do UOL, os integrantes da força-tarefa da Curitiba afirmaram que a sede da Polícia Federal de Curitiba iria se tornar um “local de peregrinação”. O coordenador Deltan Dallagnol comemorou: “Meooo caneco. Não da nem pra acreditar. Melhor esperar acontecer”.

Segundo Dallagnol, a prisão de Lula foi um “presente da CIA”,orgão de inteligência e espionagem do governo dos Estados Unidos, onde o procurador estava quando foi emitida a ordem de prisão contra o ex-presidente.

Veja os trechos:

18:20:27 Deltan: “Temos que pensar a segurança oras próximas semanas”

18:20:40 Laura Tessler: “eu já vou comemorar hoje”

18:20:41 Deltan: “Ou melhor, Vcs têm, pq estarei fora do país kkkk”

18:21:48 Paulo Galvão: “Deltan na Disney enquanto Lula está preso, isso vai ser noticia!”

18:25:49: Deltan: Presente da CIA

VÍDEOS RELACIONADOS:

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Novas mensagens revelam o complô da Lava Jato com a Globo contra Lula

09/02/2021

Novas mensagens da Vaza Jato, acabaram de sair e mostram o “namoro” entre a Rede Globo e a Lava Jato, por um alvo em comum: o ex-presidente Lula. As novas revelações causam ainda mais polêmica e jogam ainda mais lenha na fogueira, além de mostrar toda uma teia de conspirações montada com objetivo político claro: Prender Lula!

As novas mensagens da Vaza Jato, liberadas agora pouco no The Intercept, mostram o que muita gente já sabia.

A relação umbilical e comprometida politicamente, entre a Lava Jato e a Rede Globo.

De acordo com a matéria do The Intercept, a Dallagnol interessava o poder de mídia da Globo.

“A força-tarefa da Lava Jato colecionava troféus: em junho, os procuradores chefiados por ele haviam conseguido a prisão dos presidentes das superpoderosas empreiteiras Odebrecht e Andrade Gutierrez, Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo.”

Em um dos grupos de Telegram, em que a conversa foi encontrada pelos hackers, um dos Procuradores fala do encontro com  um dos chefões da Globo:

““Deltan, jantei na semana passada com o José Roberto Marinho (com quem tenho um ótimo contato desde a Rio +20) da Globo e conversei sobre a campanha e novas formas de aprofundarmos a divulgação. 

por alto em uma série no jornal nacional comparando os modelos de combate a corrupção de outros países e mostrando como as 10 medidas aproximaria o Brasil dos sistemas mais eficientes do mundo, mas há abertura para outras ideias. 

O diretor executivo de jornalismo da Globo está em contato conosco para conversar sobre o assunto. Vou fazer uma conversa inicial e colocá-lo em contato com você tudo bem?”, escreveu o procurador em agosto de 2015, no grupo Parceiros/MPF–10 Medida

A relação se mostrava umbilical e calcada em um ganha-ganha entre ambos, além de um inimigo comum de ambos: Lula.

Dallagnol já falava com o jornalista da Globo para tratar do repasse da informação exclusiva:

6 de julho de 2015 – Chat pessoal

Deltan Dallagnol – 11:18:20 – Oi NOME SUPRIMIDO , devo passar pra Vc ou pra NOME SUPRIMIDO aquele material?

Dallagnol – 11:18:28 – Ele deu uma melhorada até
Dallagnol – 11:18:48 – Pergunto pq ele me perguntou a respeito…
NOME SUPRIMIDO – 11:19:40 – Oi dr deltan. Aquele o sr deve passar pra mim
NOME SUPRIMIDO – 11:19:48 – Imagino que ele tenha ficado sabendo depois né
NOME SUPRIMIDO – 11:20:00 – Obrigada por me contar
NOME SUPRIMIDO – 11:20:40 – Ele te perguntou do material hoje ou na sexta?
NOME SUPRIMIDO – 11:20:48 – Pq conversamos na quinta
Dallagnol – 11:21:23 – Sexta depois de eu te ligar, mandou uma msg
NOME SUPRIMIDO – 11:21:47 – Então é pra mim mesmo, eu pedi primeiro , ele deve ter me ouvido conversar com a editora rs
Dallagnol – 11:21:59 – como nao falamos pra mais ninguém, imaginei que Vc falou…
NOME SUPRIMIDO – 11:22:08 – Pois é! Eu não falei!
NOME SUPRIMIDO – 11:22:32 – Mas tudo bem, fica entre nós
NOME SUPRIMIDO – 11:22:40 – Posso passar ai ou quer definir um horário
Dallagnol – 11:23:08 – Vamos nos falando. Mas te passo hoje com certeza. Qual o limite de horário?
NOME SUPRIMIDO – 11:23:28 – Umas 17h no máximo. Senão aperta o fechamento da matéria e pode não ir ao ar por conta disso
Dallagnol – 11:23:32 – Qdo for lá, queria entender melhor esse negócio do NOME SUPRIMIDO…
Dallagnol – 11:23:40 – Ok
NOME SUPRIMIDO – 11:23:44 – A gente conversa lá
Dallagnol – 11:30:15 – Pode passar 17h lá. Se ficar pronto antes, aviso
NOME SUPRIMIDO – 11:30:35 – Combinado

Veja a matéria completa no The Intercept

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Jornalista mostra como o Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal

SUED E PROSPERIDADE

17/12/2020

Jornalista mostra como o Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal

17/12/2020

A jornalista Helena Chagas, faz um alerta de como o programa Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, que hoje é base de apoio do governo Jair Bolsonaro. 

O programa poderá ser usado e aparelhado pela Igreja, para reeleição de Bolsonaro em 2022.

A Universal de Edir Macedo, pode abocanhar o programa Bolsa Família, é o alerta que faz a jornalista Helena Chagas, do Jornalistas pela Democracia.

De acordo com a jornalista: “Se ninguém fizer nada, vamos ter a Universal azeitando a reeleição de Bolsonaro — e de seus próprios candidatos — com o Bolsa Família em 2022. 

De ‘Bolsa farelo’ como foi chamado pelo então deputado em priscas eras, o programa vai virar uma soma de ‘Bolsofamília’ com ‘Bolsa igreja'”.

”O pastor Marcos Pereira, presidente do Republicanos, desistiu ontem de sua candidatura à presidência da Câmara para apoiar o candidato do Planalto e do Centrão, Arthur Lira. 

No jogo geral, foi um lance para reagir ao avanços de Rodrigo Maia em sua aliança com a oposição para lançar um candidato de união antibolsonarista. 

Na prática, pode sair muito caro, e não só para o governo, mas sobretudo para um contingente de milhões de brasileiros que hoje vive do Bolsa Família.” diz a jornalista em matéria no Jornalistas pela Democracia.

De acordo com informações na matéria da jornalista, foi oferecido ao Pastor Marcos Pereira, o Ministério da Cidadania. 

Esse Ministério cuidará do maior programa social do governo federal, o Bolsa Família. “A junção de Igreja Universal com Bolsa Família poderá ser explosiva — ou devastadora para boa parte da população pobre do país.” diz a reportagem.

Leia a matéria completa aqui

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VÍDEO: Bial detona Bolsonaro: “Acéfalo, Inominado, Desgovernante”

17/11/2020 

                                                                                 

O apresentador Pedro Bial, da Globo, parte para cima de Jair Bolsonaro e o chama de Acéfalo, desgovernante, pelo fato do governo Bolsonaro desprezar até a vacinação imediata das pessoas, que pode pôr fim a pandemia no Brasil.

“Sem máscara e sem noção, ele causou aglomeração. 

O inominável contribuiu de forma decisiva para que mais gente morresse. Agora se supera, delirante, ao desprezar a única solução: a vacina”, parte para cima Pedro Bial de Bolsonaro.

Logo após o governo apontar suas armas para a Globo, usando a Receita Federal para acusar Globo e artistas de serem uma “organização criminosa”, agora é a Globo que parte para cima de Bolsonaro.

“Na pandemia desse 2020 nefasto, o Brasil se destacou. Desde o início, nosso desgovernante tentou negar a gravidade da crise, seguiu inventando remédios milagrosos, sabotou ministros da saúde e educação. Deu os piores exemplos”, afirmou o jornalista.

“Sem máscara e sem noção, ele causou aglomeração. 

inominável contribuiu de forma decisiva para que mais gente morresse. 

Agora se supera, delirante, ao desprezar a única solução: a vacina. 

Como disse o próprio acéfalo que hoje ocupa o Palácio do Planalto: morrer todo mundo vai morrer mesmo. Pior quem tem uma vida pela frente”, disse ainda Bial. 

Confira um trecho:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Como Os Milicianos Tomaram A República

SUED E PROSPERIDADE

30/10/2020

Como Os Milicianos Tomaram A República

Celeste Silveira 30 de outubro de 2020 


Depois de “A República das Milícias”, de Bruno Paes Manso, fica difícil acreditar que será possível mudar o Brasil em 2022 sem desalojar os justiceiros de seu berço político a partir das urnas de 15 de novembro

Bruno Paes Manso já estava na reta final de “A Guerra: A Ascensão do PCC e o Mundo do Crime no Brasil” (Todavia, 2018), livro que escreveu com Camila Nunes Dias, quando a vereadora carioca Marielle Franco foi morta, em março de 2018.

O livro, construído partir de entrevistas com autoridades penitenciárias e policiais, além de lideranças do PCC e de associações comunitárias, pretendia ser um alerta para os pressupostos da política de segurança pública que, na previsão dos autores, daria as cartas em Brasília com a estreia do ex-governador Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.

O livro se tornaria uma referência incontornável nos estudos sobre o crime organizado no Brasil. Mostrou como a política de encarceramento em massa de São Paulo, aliada aos arranjos que preservavam a capacidade de gerência da cúpula da organização criminosa, embasavam a prolongada trégua nos índices paulistas de homicídio.

Um mês depois de seu lançamento, porém, Bruno Paes Manso sentiu-se atropelado pela história. 

Vítima de um atentado em Juiz de Fora, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, acabaria catapultado à Presidência da República. Com a eleição de Bolsonaro, o autor concluíra que precisava começar a pensar em outro livro.

 Desta vez, para contar como a cultura da violência miliciana, travestida em apelo da lei e da ordem, havia se transformado na expectativa majoritária de redenção do eleitorado nacional.

O resultado, “A República das Milícias: dos Esquadrões da Morte à Era Bolsonaro” (Todavia, 2020), repete a fórmula de “A Guerra”, com entrevistas em profundidade com chefes da milícia e do tráfico, autoridades policiais, lideranças comunitárias, estudiosos de segurança pública e uma sensibilidade aguçada para distinguir a evolução que moldara as comunidades do Rio em contraposição àquelas da periferia de São Paulo, que percorre há mais de duas décadas como jornalista e pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP.

Até então, sua incursão de mais fôlego no Rio havia sido durante a cobertura que fizera, para “O Estado de S. Paulo”, da intervenção policial no Morro do Alemão durante o governo Sérgio Cabral, em 2007. 

Nas pesquisas para o livro foi descobrindo um clientelismo que, ao contrário daquele que observara em São Paulo, não havia enfrentado a concorrência do sindicalismo industrial ou das comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. É ao entrar em Rio das Pedras, na zona Oeste do Rio, que o autor encontra a chave para entender o fenômeno exportado para o resto do Brasil com a eleição de 2018.

Fora da caixinha dos estereótipos, encontra uma comunidade em tudo diferente da Copacabana decadente em que costumava se hospedar. 

uma comunidade barulhenta, jovem, com letreiros chamativos a anunciar de médicos a lojas de lingerie e restaurantes de sushi. A pujança mostrava o dinheiro posto em circulação pelas milícias, que, em parceria com a polícia, se tornara donas de parte dos negócios despojando receita do poder público e das grandes empresas de gás, luz, transporte e internet sem precisar desperdiçar com armamentos como nas favelas comandadas pelo tráfico.

A comunidade é parte da jurisdição do 18º Batalhão da Polícia Militar do Rio, o mesmo em que o sargento Fabrício Queiroz e o capitão Adriano da Nóbrega se conheceram. O livro reconstitui a ficha criminal que construíram juntos sob a proteção da família Bolsonaro e do Tribunal de Justiça do Rio.

Bruno Paes Manso descreve uma Rio das Pedras marcada pelo coronelismo dos imigrantes nordestinos, apesar de o primeiro chefe local se chamar Octacílio Bianchi e o maior beneficiário político da propagação de seu modelo de empreendedorismo ser um paulista de Eldorado que levou seus modos bandeirantes para a Presidência da República.

Foi 1964 que deu às comunidades milicianas seu DNA. Com o golpe, a violência e a tortura policial se aproximaram dos porões da ditadura e, juntos, enterraram a utopia de nação que o Rio encarnava, com a sofisticação da bossa nova e a genialidade do samba de morro. 

O livro escolhe o capitão do Exército Aílton Guimarães Jorge, cadete da Academia Militar das Agulhas Negras em 1962, como símbolo da aliança entre bicheiros e policiais endossada pelo regime.

Guimarães era protegido de oficiais envolvidos com o terrorismo de Estado que marcaria a derrocada do regime. Com o planejamento de explosões em Agulhas Negras e numa adutora da capital fluminense, o capitão Jair Bolsonaro se filiaria a esta linhagem. 

Com a abertura, a entrada do insubordinado capitão na política se daria pela legitimação dos crimes da polícia. “Em vez de lutar pela defesa da pátria, a polícia passou a matar além do limite em nome do ‘cidadão de bem’”, diz Bruno.

As milícias, porém, não se beneficiaram apenas da proteção e das condecorações dos Bolsonaro, mas da vista grossa que lhe fizeram todos os governantes do Rio, de Leonel Brizola a Moreira Franco, passando pelo ex-prefeito Cesar Maia, que fez de Rio das Pedras um curral de votos para a eleição do seu filho, Rodrigo, hoje presidente da Câmara dos Deputados.

Com as Unidades de Polícia Pacificadora, instaladas pelo ex-governador Sérgio Cabral, o tráfico foi expulso da zona sul, para limpar o cenário da Copa e da Olimpíada. Nesse período, também se espraiaram as associações entre traficantes e milicianos. 

Esta sociedade prosperou com o propósito de combater o Comando Vermelho, organização nascida no presídio de Ilha Grande do convívio entre presos comuns e políticos na década de 1970.

A explosão da violência causada por esses conflitos e a busca do governo Michel Temer por uma marca positiva levou à intervenção militar no Rio, marcada, logo no seu primeiro trimestre, pelo assassinato de Marielle Franco. Bruno Paes Manso levanta as hipóteses para o crime sem cravar em nenhuma delas – provocação aos militares para mostrar quem manda no Rio, reação às denúncias da vereadora contra a violência policial e retaliação ao então deputado estadual, hoje na Câmara dos Deputados, Marcelo Freixo. 

O deputado teve uma atuação desabrida na Assembleia Legislativa, da CPI das Milícias aos esquemas, comandados pelos caciques locais do MDB, de distribuição de propinas de empresários de transportes.

A única aposta do autor é no poder do jogo de dissimulações envolvidas, que passa até mesmo por telefonemas forjados entre suspeitos que se sabiam grampeados para incriminar inimigos. 

Foi a reação de um deles, Orlando Curicica, miliciano preso por homicídio e associação criminosa, que levou à prisão de Élcio Queiroz e Ronnie Lessa. 

A partir dos relatórios a que teve acesso, Bruno Paes Manso descreve as manobras contra a elucidação do crime que ruma para mil dias sem a prisão de seus mandantes.

A chegada ao Palácio da Guanabara de Wilson Witzel, outro paulista emigrado para o Rio pelo sonho de uma carreira nas Forças Armadas, reincorpora à polícia civil e militar, com status de secretarias, personagens afastados desde os governos Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão.

A queda de Witzel, que, de aliado, virara desafeto da família Bolsonaro, e a posse do vice, Claudio Castro, promove alguns desses personagens. Alan Turnowski, por exemplo, passa de braço direito a secretário de Polícia Civil, com o apoio da família do presidente da República. 

Em outro depoimento de Curicica ao qual o repórter Allan de Abreu, da revista “Piauí”, teve acesso, Turnowski e o atual secretário da Polícia Militar, Rogério Figueredo, são detalhadamente acusados de ligação com as tiranias paramilitares que ocupam a cidade. Ambos negaram as imputações à revista.

O pacote de rearranjos acordados entre o novo governador do Rio e os Bolsonaro ainda passa pela substituição do procurador-geral do Ministério Público do Rio, José Eduardo Gussem, cujo mandato acaba em dezembro. É Gussem quem tem, em grande parte, garantido a autonomia da investigação do esquema de rachadinhas no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. 

A negociação que está em jogo na substituição de Gussem por um nome de interesse da família presidencial passa pelo atendimento das demandas do governador em relação à Superintendência da Receita Federal e à Polícia Federal.

A presença de Castro no governo do Estado é a blindagem com a qual a família Bolsonaro conta como anteparo à ascensão do ex-prefeito Eduardo Paes (Democratas) ou da delegada Marta Rocha (PDT), que substituiu Turnowski na chefia da Polícia Civil, em 2011. Paes e Marta aparecem nas pesquisas como os mais cotados para o lugar do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), aliado do presidente. 

É cedo para dizer se a ascensão de um ou outro à Prefeitura levará o DEM ou o PDT, dois anos depois, ao Palácio da Guanabara. Os grupos políticos de ambos pagaram pedágio às milícias quando estiveram no poder, mas não exerceram o poder em nome delas.

Como mostrou o Mapa dos Grupos Armados do Rio, 57% da área da cidade está hoje sob domínio das milícias. Esse avanço se deu ao longo de um governo federal que flexibilizou o porte e afrouxou o controle de comercialização e sob administrações locais que lhes franquearam espaços.

A República das Milícias, retratada por Bruno Paes Manso, chegou ao poder com Bolsonaro, mas o extrapola. Está entranhada no dia a dia das comunidades, dos serviços de transporte público às licenças de construção, cujos despachantes, nas Câmaras de Vereadores e nas prefeituras, serão definidos pelas urnas em 15 de novembro. 

Depois de ler o livro, fica difícil acreditar que seja possível mudar o país em 2022 sem desalojar os justiceiros de seu berço político.

*Maria Cristina/Valor Econômico

CONTINUA

Globo Participa Do Balão De Ensaio Sobre A Privatização Do SUS

Celeste Silveira 30 de outubro de 2020 

Quem acompanhou a programação do Globonews nesta quinta-feira (29), observou que hora nenhuma os comentaristas se posicionaram contra o decreto de Bolsonaro de privatização do SUS, porque é disso que se trata, por mais colorida que seja a forma com que essa proposta se apresente.

As observações sobre o decreto foram colocadas de forma dúbia pela Globo, dizendo que não é hora de debater isso, mas que não é uma má ideia e que as OSs já fazem isso e que muitas delas apresentam excelente resultado.

Por outro lado, em menos de 24 horas, Bolsonaro suspende o decreto, Paulo Guedes diz que nunca pensou em privatizar o SUS, mas Bolsonaro deixa a porta entreaberta dizendo que, num futuro próximo, pretende colocar o assunto novamente em pauta, o que foi pouco ou nada falado pelos comentaristas da Globonews.

Isso mostra que, se não foi combinada, essa adesão e estratégia de Bolsonaro com a Globo, a afinidade entre as duas propostas é ideologicamente idêntica.

Não é privatizar, é ir privatizando com a justificativa de parceria público privada. 

A coisa começaria pelos postos (UBS) para, depois, caminhar para o centro do comando do Sistema Único de Saúde (SUS), um maná que qualquer um neoliberal sonha em pilhar, porque neoliberal vive de pilhagem em nome de um suposto livre mercado que não consegue se sustentar nas próprias pernas, dependendo sempre de implodir um sistema criado pela sociedade e se apropriar dele justamente pela própria limitação que o tal livre mercado impõe ao sistema capitalista.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

sábado, 17 de outubro de 2020

Vídeo: Gilmar Mendes Compara Força-Tarefa A Esquadrão Da Morte E Cobra Investigação Da Lava Jato

SUED E PROSPERIDADE

17/10/2020

Vídeo: Gilmar Mendes Compara Força-Tarefa A Esquadrão Da Morte E Cobra Investigação Da Lava Jato

 Celeste Silveira 17 de outubro de 2020

Em seminário virtual, Gilmar Mendes não colocou freio ou amarras em sua fala cobrando do CNJ, CJF, STJ e TRF-4 apuração sobre as últimas revelações do Intercept que mostraram, em áudio de Dallagnol, que procuradores da Lava Jato de Curitiba atuaram nos bastidores para que o juiz que vestisse a camisa de aliado sucedesse Sergio Moro na 13ª Vara federal de Curitiba.

Durante a fala, Gilmar disse que algumas forças-tarefas do Ministério Público mais se parecem com esquadrão da morte, agindo, ao mesmo tempo, como polícia e bandido para, em seguida, perguntar aos que participavam da conferência virtual se tinham visto as revelações do Intercept que escancaravam a tentativa de manipulação dos procuradores na hora de escolher o substituto de Moro.

Gilmar foi ainda mais longe, lembrou do episódio em que Raquel Dodge, a então PGR, impediu que a fundação Dallagnol fosse criada com os R$ 2,5 bilhões da Petrobras, reclamando da falta de repercussão na mídia e do silêncio do Conselho Nacional de Justiça, do Conselho de Justiça Federal, do Supremo Tribunal de Justiça e do Tribunal Regional Federal da 4ª Região.

Sua fala pode ser vista na 1:17h do vídeo abaixo:

STF: Presente, Passado e Futuro.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Globo Faz Matéria Sobre Seminário Do Conjur, Dá Palanque A Fux E Censura Fala De Gilmar Mendes Sobre Vaza Jato

 Celeste Silveira 17 de outubro de 2020 

Numa matéria ridiculamente piegas de Heraldo Pereira, na Globonews, nesta quarta-feira (16), em que o âncora do Jornal das 10 dá aquela chaleirada babosa na fala triunfalista de Fux, a edição do jornal degolou a fala de Gilmar Mendes sobre a reportagem do Intercept que liquidou com a Lava Jato.

Heraldão, se fosse menos bajulador dos donos da casa, lembraria que Fux, o príncipe do topete postiço, nada falou em seu rompante moral que são dele as indecorosas liminares que liberaram R$ 2 bilhões para o Itaú, isso sem falar da censura prévia contra a Folha que faria uma entrevista com Lula em 2018 e a que liberou, em 2017, o auxílio moradia a toda a magistratura que já custou mais de R$ 5 bilhões aos cofres da união.

O fato é que a Globo ignorou, não a reportagem do Intercept, mas o carão que Gilmar Mendes deu no CNJ, CFJ, STJ e TRF-4 pelo silêncio diante do escândalo revelado pela vaza jato em que Dallagnol é flagrado, em áudio, manobrando para colocar no lugar de Moro na Lava Jato um juiz mambembe.

Ou seja, um fato que está na boca do povo é cancelado pelo jornalismo da Globo para não ferir sentimentos e perder aliados.

E assim caminha a grande mídia nativa.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quarta-feira, 6 de março de 2019

Paraíso do Tuiuti mostrou na Sapucaí o Lula que a Globo e os demais da elite tentam esconder


Paraíso do Tuiuti mostrou na Sapucaí o Lula que a Globo e os demais da elite tentam esconder

22 hours ago Política 06/03/2019



No desfile da Paraíso do Tuiuti nesta madrugada, as referências a Lula eram óbvias e, na divulgação do enredo, o carnavalesco Jack Vasconcelos explicou de quem se tratava
Vocês que fazem parte dessa massa irão conhecer um mito de verdade: 

nordestino, barbudo, baixinho, de origem pobre, amado pelos humildes e por intelectuais, incomodou a elite e foi condenado a virar símbolo da identidade de um povo. 

Um herói da resistência!”.

Também fez uma referência à Lava Jato:

Não posso provar, mas tenho total convicção da autenticidade de tudo o que a ele atribuíram…”.

Mas quem ler a reportagem do G1, site das Organizações Globo, detentora dos direitos de transmissão do desfile, vai ficar sem saber.

O texto trata de Ioiô, bode famoso no Ceará na década de 20, que foi eleito vereador, mas não pôde assumir. Quem será? Quem será?

“Uma ala mostrou a luta entre ‘o bode da resistência e a coxinha ultraconservadora’, seguida do carro com o bode dando coice em um animal em forma de tanque de guerra”, destaca a reportagem.

Quem será o bode da resistência? Quem será?
Que será o animal em forma de tanque de guerra? Quem será?

Um carro trazia integrantes de movimentos sociais e a frase “Ninguém solta a mão de ninguém”. 

Também havia a frase “Deus Acima de Todos, mas sou a favor da tortura”.

“Se minha empregada estudar, quem vai limpar a casa para mim?”, era outra frase.

Referências óbvias ao momento político atual, e o Salvador da Pátria seria o ex-presidente, 
mas os apresentadores da Globo não dizem isso nem como hipótese.

Tinha até um personagem com cabeça de bode e faixa presidencial? Quem será?

Um dos carros da Paraíso da Tuiuti mostrava dois lados de Fortaleza: à frente, um lado luxuoso, representando a elite, tentando ser moderna, coisa de primeiro mundo.

Na parte de trás (escondida) do carro, estava o povo e a cultura popular.

Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência.

Mas a reportagem não conta.

O máximo que o relato “jornalístico” permite é descrever que o enredo do Ioiô foi uma sátira sobre a pobreza, a desigualdade e a desilusão com a política.

Parte do público percebeu o que o texto da reportagem e a apresentação da Globo sonegam e, ao final, cantou Lula Livre. 

Veja o vídeo abaixo.

A Tuiuti, mais vez uma vez, incomodou.

E a sonegação da Gobo de explicações sobre o enredo mostra que, mais uma vez, a escola acertou.

Lembra o que aconteceu no ano passado, quando o Vampirão foi mostrado como um personagem qualquer, 
quando a referência a Michel Temer era óbvia.

Mais tarde, diante da repercussão, o jornalismo da Globo admitiu que, sim, poderia ser referência a Michel Temer.

Agora o bode Ioiô é apresentado apenas como um bode, não como uma metáfora do ex-presidente Lula.

O desfile lembrou os tempos duros da ditadura militar, quando havia censura.

Na época, artistas se esforçavam para passar uma mensagem importante sem que esta fosse detectada pela censura.

O público entendia.

A Globo fez como no passado: passou a mensagem na sua literalidade, ignorando o subtexto.

Praticou auto-censura.

Mas não adiantou: 
como no passado, muita gente entendeu direitinho.
.x.x.x.


PARAÍSO DO TUIUTI 2019 - DESFILE COMPLETO
Enredo: O salvador da pátria

Canal: Enredo e SambaPublicado em 5 de mar de 2019


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