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sábado, 24 de fevereiro de 2018

Raio cai no Jaburu e assusta Temer


Raio cai no Jaburu e assusta Temer
24/02/2018


No final da tarde deste sábado (25), com forte raio que caiu no Palácio do Jaburu assustou o presidente Michel Temer.
Nada aconteceu porque a residência oficial é equipada com para-raio, mas Temer e as outras pessoas que também estavam no local naquele momento levaram um grande susto.
É comum nessa época do ano em Brasília a incidência de fortes raios, que surgem com as pancadas de chuva que caem na capital federal.




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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Com foco em sua saúde, Temer faz caminhada e cancela ida ao Palácio do Planalto

Com foco em sua saúde, Temer faz caminhada e cancela ida ao Palácio do Planalto
Por iG São Paulo * | 02/01/2018 13:10 - Atualizada às 02/01/2018 13:15

Presidente se recupera de uma nova infecção urinária detectada durante o fim do ano; por recomendação médica, ele passou a virada do ano em Brasília
Michel Temer fez uma caminhada de cerca de 20 minutos na manhã desta terça e não vai trabalhar no Palácio do Planalto
Beto Barata/PR - 21.8.2017
Michel Temer fez uma caminhada de cerca de 20 minutos na manhã 
desta terça e não vai trabalhar no Palácio do Planalto

Na véspera do fim do ano, o presidente da República, Michel Temer, recebeu um atendimento médico no Palácio do Jaburu e  passou o réveillon em Brasília – ao invés de viajar para Marambaia, no litoral do Rio de Janeiro, como havia sido anunciado previamente. 
Isso porque ele se recupera de uma nova infecção urinária, detectada recentemente detectada. 

Com isso, a saúde de Michel Temer volta a receber cuidados especiais e retorna às manchetes dos principais jornais brasileiros. 

De acordo as primeiras informações, a recomendação médica é de que ele tenha uma rotina mais "tranquila" durante essa semana para não agravar o 
quadro clínico.

"O presidente está descansando em casa neste feriado após agenda extensa na última semana e amanhã retoma agenda normal", 
diz a assessoria por e-mail.

Nesta terça-feira (2), Temer fez uma caminhada de cerca de 20 minutos, na residência oficial do Palácio do Jaburu. 

O primeiro dia útil do ano, para o presidente, deverá ser marcado por assinaturas de despachos no palácio, sem a sua participação em nenhum evento público.

Ainda nesta terça, Temer retirou a sonda na uretra que havia colocado em 13 de dezembro, após passar por um procedimento cirúrgico para desobstrução.

 Antes disso, ele havia passado por um cateterismo, pela colocação de stents em três artérias coronárias e uma para desobstruir a uretra.

De acordo com a Globo News , no fim da manhã desta terça, o presidente recebeu os ministros Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria Geral da Presidência). 
Os assuntos tratados nos encontros, porém, não foram divulgados. 

Viagem para um hospital de São Paulo
Apesar da recomendação médica, como o presidente é tratado pessoalmente por um médico do Hospital Sírio-Libanês, não está descartada uma viagem para São Paulo, onde fica o hospital e ele iniciou 
seu tratamento.

Aos 77 anos, o político é o presidente mais velho da história do País. 

Esse é o último réveillon que Michel Temer passa como presidente do Brasil, isso porque ele deve deixar o cargo ao fim deste ano – já que o País terá eleições gerais em outubro, e escolherá um novo presidente.

* Com informações da Agência Ansa.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Temer Passa ‘Calote’ Em Deputados E Maia Avisa Que Segunda Denúncia De Janot Não Será Barrada

Temer Passa ‘Calote’ Em Deputados E Maia Avisa Que Segunda Denúncia De Janot Não Será Barrada
 

O ilegítimo presidente Michel Temer esteve reunido com o presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia, durante este fim de semana, no Palácio do Jaburu.

O assunto tratado foi a possível denúncia que o procurador-geral da República Rodrigo Janot, apresentará contra Temer, por obstrução a justiça, ou organização criminosa.

Temer queria saber como estaria o clima na casa, para ajudá-lo a se livrar da nova flechada do PGR.

Segundo o colunista Lauro Jardim, de O Globo, alguns ministros disseram, no entanto, que a realidade “pintada” por Maia não foi das mais animadoras.

Michel Temer se quer cumpriu as promessas feitas a sua tropa de choque para se livrar da primeira denúncia.

Fonte: Cagadas Políticas


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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

CONVITE DE TEMER PARA LAVA JATO ASSISTIR SESSÃO DO GOLPE FOI FEITO PELO HOMEM DA MALA

CONVITE DE TEMER PARA LAVA JATO ASSISTIR SESSÃO DO GOLPE FOI FEITO PELO HOMEM DA MALA


Procurador da força-tarefa da Lava Jato revela que convite para assistir a sessão do impeachment de Dilma Rousseff no Palácio do Jaburu partiu de Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Michel Temer; Rocha Loures foi foi flagrado e filmado com uma mala preta com R$ 500 mil em propina viva do grupo JBS - o dinheiro seria supostamente destinado a Temer, segundo a Procuradoria-Geral da República; para Carlos Fernando dos Santos, encontros fora da agenda não são adequados a nenhum funcionário público

14 DE AGOSTO DE 2017 ÀS 20:41 /

247 - Nesta segunda-feira (14), o procurador Carlos Fernando dos Santos revelou que a força-tarefa da Operação Lava Jato de Curitiba foi convidada para encontrar Michel Temer no Palácio do Jaburu após a sessão que definiu o impeachment de Dilma Rousseff.

 Segundo o procurador, o convite foi feito pelo ex-assessor especial de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures em evento da Associação Nacional dos Procuradores da República, em Brasília.

Segundo Santos, os procuradores acharam o convite inconveniente, pois não havia o que conversar com o eventual presidente e que um encontro desse tipo não traria uma repercussão positiva para a Lava Jato. 

Rocha Loures foi foi flagrado e filmado com uma mala preta com R$ 500 mil em propina viva do grupo JBS - o dinheiro seria supostamente destinado a Temer, segundo a Procuradoria-Geral da República.

Em 10 de maio de 2016, a força-tarefa recebeu um prêmio da ANPR pelo combate à corrupção. 

No dia seguinte, o plenário do Senado deu início à votação do parecer da Comissão de Constituição e Justiça sobre o impeachment da presidenta Rousseff.

 Dilma foi afastada em 12 de maio. 

Santos também revela uma visita do então ministro da Justiça e hoje ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. 

O procurador explica que há um protocolo para esse tipo de encontro e que um dos procuradores da força-tarefa é o interlocutor com outras instituições da República.

No dia 8 de agosto de 2017, Michel Temer recebeu a nova procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, no Palácio do Jaburu, em encontro fora da agenda oficial. 
A justificativa foi "um pedido de Raquel para conversar sobre a cerimônia de posse", a ser realizada em 18 de setembro. 

Para Santos, encontros fora da agenda não são adequados a nenhum funcionário público.



domingo, 30 de julho de 2017

Temer convida Aécio Neves para jantar

Temer convida Aécio Neves para jantar
Hoje às 14h08 - Atualizada hoje às 14h58 30/07/2017
 Aécio de reaproximou de Temer após vendaval das denúncias de Joesley Batista, da JBS

Aécio de reaproximou de Temer após vendaval das denúncias de Joesley Batista, da JBS
O presidente Michel Temer e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) jantaram neste sábado (30), no Palácio do Jaburu, residência oficial do peemedebista.

 Interlocutores relataram que o objetivo do convite de Temer foi pedir a Aécio mobilização dentro do PSDB para arquivar a denúncia que poderá ser votada pelo Plenário da Câmara dos Deputados na próxima quarta-feira (2).

Parlamentares tucanos têm se dividido a respeito de como votar a denúncia. 

Os sinais contraditórios do PSDB, que tem presença forte na composição ministerial do governo federal, estão fazendo com que partidos mais fieis a Temer, como PR e PRB, pressionem o presidente a fazer uma reforma com o objetivo de retirar dos tucanos os cargos mais importantes e prestigiados, como o Ministério das Relações Exteriores e a Secretaria de Governo da Presidência da República.

Recentemente, Aécio se reaproximou do Palácio do Planalto. 

Depois do vendaval da delação de Joesley Batista, da JBS, que motivou o afastamento do senador mineiro tanto do mandato de senador quanto da presidência do PSDB, o tucano, por articulação do governo e de aliados, foi reconduzido ao cargo no Senado, teve seu pedido de cassação de mandato no Conselho de Ética da Casa arquivado e ainda teve negado pelo ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de prisão feito pela Procuradoria-Geral da República.

Nos próximos dias, a depender do êxito de Aécio na articulação de seu partido para manter Temer no Palácio do Planalto, votando contra a denúncia de corrupção passiva na Câmara, o senador poderá ganhar mais força dentro do partido. 

Nas últimas semanas, líderes e parlamentares do PSDB iniciaram um movimento para pressionar Aécio a deixar em definitivo a presidência do partido e convocar eleições para a escolha do novo líder.




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quinta-feira, 6 de julho de 2017

BOMBA: Folha de São Paulo confirma delação de Cunha que vai atingir ‘coração’ do governo Temer; CONFIRA AQUI!

BOMBA: Folha de São Paulo confirma delação de Cunha que vai atingir ‘coração’ do governo Temer; CONFIRA AQUI!
6 de julho de 2017

 

A negociação da delação premiada do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ) com o Ministério Público Federal – antecipada pela coluna Radar On-Line no dia 3 de julho – deve atingir o coração do governo federal.

Além do próprio presidente Michel Temer (PMDB), dois de seus principais ministros – Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral), ambos do PMDB – devem ser implicados nos mais de cem anexos da sua colaboração, segundo informação publicada nesta quinta-feira pela jornalista Mônica Bergamo, no site do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Padilha e Moreira integravam o grupo que comandava a bancada do PMDB na Câmara dos Deputados, da qual Cunha foi integrante, e teria formado uma organização criminosa que depois chegou ao Palácio do Planalto com a ascensão de Temer ao poder.

A previsão é a de que Cunha conclua a sua parte na negociação entregando documentos e revelando crimes seus e de terceiros até o final da próxima semana. 

O ex-deputado estaria utilizando uma sala no Complexo Médico-Penal de Pinhais, onde está preso em Curitiba (PR), para passar aos seus advogados as informações que pretende entregar ao Ministério Público.

Se confirmada, a delação de Cunha viria em um momento delicado para o governo Temer. 

Enfrentando uma denúncia por corrupção passiva, apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), o presidente busca convencer os parlamentares – responsáveis por analisar o futuro da acusação – de que o governo está firme e de que as acusações contra ele são infundadas. 

Se o ex-presidente da Câmara comprometer de forma significativa Temer, por certo isso influenciaria a decisão dos deputados, quando optarem por votar contra ou a favor da aceitação da denúncia.

Levantamento de VEJA mostra que, até agora, 42 dos 66 parlamentares que compõem a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) tem posição indefinida diante da acusação da PGR. 

Por outro lado, dezenove deputados já se manifestaram a favor da aceitação, enquanto apenas cinco se comprometem a votar contra a denúncia. 

Outro acordo de delação que está sendo negociado e pode impactar o governo é o do doleiro Lúcio Funaro, que é apontado pelas investigações da Operação Lava Jato como operador de propinas para o PMDB.

De acordo com a delação do empresário Joesley Batista, do grupo JBS, eram essas – Cunha e Funaro – as duas colaborações que o presidente Michel Temer e seus aliados próximos se esforçavam em evitar. 

Na fatídica gravação de conversa no Palácio do Jaburu entre Joesley e Temer, ambos são citados em diálogos que indicariam, de acordo com os investigadores, o consentimento do presidente com o pagamento de propinas pelo empresário a ambos, em troca de não delatarem.

Na segunda-feira, por decisão do juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, foi preso o ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima (PMDB), outro aliado próximo de Temer, com base em fatos relatados por Funaro. 

Segundo o doleiro, Geddel pressionava sua esposa para que não fizesse acordo de colaboração. 

A narrativa bate com a professada por Joesley, que identificava o ex-ministro como seu antigo interlocutor, no grupo do PMDB, a respeito de seus interesses e do andamento das investigações.


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

URGENTE! Cunha confirma delação de Joesley e afunda Temer de vez

5/7/2017 19:37
URGENTE! Cunha confirma delação de Joesley e afunda Temer de vez

 

O ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o empresário Lúcio Funaro, apontado como operador de propinas de Cunha, estão concluindo acordos de delação premiada e devem começar a prestar depoimentos aos procuradores da Lava Jato nos próximos dias, informa Severino Motta, do BuzzFeedNews.

Eles confirmaram ao Ministério Público que só estavam calados porque vinham sendo pagos pela JBS – o que confirma a delação do empresário Joesley Batista. 

Nas gravações do Palácio do Jaburu, em março deste ano, Joesley disse a Michel Temer que vinha pagando a dupla e teve o consentimento do ocupante da presidência, que pediu: "tem que manter isso, viu?".

As delações também devem embasar a próxima denúncia a ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, contra Temer pelo crime de obstrução à Justiça. 

Segundo o BuzzFeed, "os cardápios das delações, uma espécie de roteiro das ilegalidades a serem descritas e os personagens envolvidos, já foram entregues pelas respectivas defesas".

Fonte: Brasil247



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quinta-feira, 29 de junho de 2017

IMPRENSA ALEMÃ DETONANDO A CRISE NO BRASIL: Presidente Temer é criticado duramente na Alemanha; SAIBA!

IMPRENSA ALEMÃ DETONANDO A CRISE NO BRASIL: Presidente Temer é criticado duramente na Alemanha; SAIBA!
29 de junho de 2017
 

Jornais destacam acusação de corrupção contra Temer apresentada pelo procurador-geral da República. 

“Alguém ainda se surpreende se brasileiros estão perdendo a confiança na democracia?”, pergunta o “Süddeutsche Zeitung”.

A assombração dos charlatães – Süddeutsche Zeitung, 28.06.2017

“O local onde Michel Temer exercita suas artes governamentais chama-se Palácio do Jaburu. Trata-se da residência do vice-presidente brasileiro. 

Só que o Brasil não tem mais um vice-presidente desde que Temer, no ano passado, derrubou sua antecessora, Dilma Rousseff. 

Ele ocupou o cargo dela, mas não a residência, porque é da opinião de que ela é mal-assombrada. 

Já nisso é possível reconhecer que alguma coisa está errada na maior democracia da América Latina. 

Agora, pela primeira vez na história do Brasil, um chefe de Estado no exercício do cargo é confrontado com uma denúncia da Justiça. 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, acusa Michel Temer de corrupção.

Desde o fim da ditadura militar, em 1985, houve seis presidentes e uma presidente. Todos estão, um pouco mais, um pouco menos, sob suspeita de corrupção. 

Dois foram derrubados por impeachment, dois outros estão sendo acusados. 

Alguém ainda se surpreende se os brasileiros estão perdendo a confiança na democracia? Surpreendente é que não haja milhões nas ruas para exigir a retirada de Temer. 

Por simpatia não pode ser, pois a popularidade dele anda em 7% – um recorde negativo. 

Por que, então, a população não se vira contra ele? Talvez porque não saiba o que ganharia com isso. 

Muitos têm a sensação de que, se expulsarem um charlatão, outro virá para o lugar dele.”



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sábado, 11 de março de 2017

Temer explicando porque se mudou do Alvorada, residência oficial do presidente: “Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite.”

Temer explicando porque se mudou do Alvorada, residência oficial do presidente: “Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite.”
 

O presidente Michel Temer explicou por que desistiu de morar no Palácio do Alvorada e preferiu retornar ao Palácio do Jaburu, decisão que causou controvérsias após a reforma de mais de R$ 20 mil na residência oficial da Presidência da República. 

“Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite. A energia não era boa. A Marcela sentiu a mesma coisa. Só o Michelzinho, que ficava correndo de um lado para outro, gostou. Chegamos a pensar: será que a aqui tem fantasma?”, concluiu.

Em entrevista à revista Veja, Temer afirmou ainda que “nunca” demitiu nenhum ministro. “Eles é que se sentiram incomodados e pediram para sair. O governo não pode ficar sujeito à instabilidade das acusações que surgem na Lava Jato”, acrescentou, referindo-se à operação da Polícia Federal.

O presidente voltou a apostar que a economia do País dará os primeiros sinais de recuperação neste primeiro trimestre de 2017. Reiterou que o “fundo do poço” ficou para trás e que postos de trabalho começam a surgir nas indústrias de São Paulo e Rio de Janeiro. “Ainda é pouco, mas é o começo. Talvez ainda no primeiro trimestre deste ano os indicadores do PIB já sejam positivos. 

Algo como 0,1%, 0,2% ou 0,3%. Isso parece pouco, mas estamos saindo de um encolhimento de 3,6% no ano passado”, afirmou à publicação. “Os atuais níveis de desemprego, porém, devem persistir até o terceiro trimestre deste ano”, ponderou.

O peemedebista frisou ainda que quer “entrar para a história como um presidente reformista”, lembrando que devem ser aprovadas neste ano as reformas da Previdência, trabalhista, tributária e política. “Não sou populista, não estou atrás do aplauso popular. Fizemos em alguns meses o que os últimos presidentes não conseguiram fazer em décadas”, avaliou. 

“Hoje eu diria que meu governo é 10 por tudo que fizemos e diante do desarranjo que recebi. Mas prefiro fazer uma avaliação em setembro, quando estaremos completando um ano de mandato efetivo.”

Na entrevista, Temer também teceu elogios ao Congresso, afirmando que só está no cargo graças ao apoio dos deputados e senadores. Conforme o presidente, ele não tem o apoio do povo nem a simpatia da imprensa.

Fonte: Estadão



terça-feira, 7 de março de 2017

Nova denúncia: empreiteiro acusa Temer de exigir R$ 1 milhão no Jaburu, pago em cheque nominal

6/3/2017 19:36
Nova denúncia: empreiteiro acusa Temer de exigir R$ 1 milhão no Jaburu, pago em cheque nominal

Lembra daquele cheque nominal a Temer, mostrado por Dilma?

 

Não foi apenas a Odebrecht que pagou propina ao grupo político de Michel Temer, depois de um encontro no Palácio do Jaburu (leia aqui).

Além dos R$ 10 milhões pagos pela Odebrecht, num esquema em que José Yunes, melhor amigo de Temer, disse ter sido "mula" de Eliseu Padilha, a Andrade Gutierrez também acertou uma doação diretamente com Temer, após um encontro no Jaburu.

A revelação foi feita pelo executivo Otávio Azevedo, em depoimento ao ministro Hermann Benjamin, do Tribunal Superior Eleitoral, que deve propor a cassação de Temer.


O furo é do jornalista Daniel Pereira. Abaixo, um trecho de sua reportagem:

Azevedo contou ao ministro Herman Benjamin, relator do ação que pede a cassação da chapa Dilma-Temer, que combinou a doação diretamente com Temer, numa reunião no Palácio do Jaburu. Depois, tratou com Padilha a forma de pagar a fatura.

– E aí o senhor disse que comunicou à assessoria do vice-presidente?, perguntou o advogado Flávio Caetano, da defesa de Dilma no TSE
– Isso, respondeu Azevedo
– Quem era a pessoa?, insistiu Caetano
– Padilha

 
Em 2014, Temer usou a mesma estratégia para pedir dinheiro às empreiteiras. Um de seus homens de confiança procurava as empresas. Depois, levava os executivos para uma reunião com o então vice-presidente. 

O acordo para o repasse de recursos era sempre sacramentado pessoalmente com Temer. Foi o ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha que levou Otávio Azevedo ao Jaburu.

Leia, ainda, artigo de Fernando Brito, editor do Tijolaço, a respeito do novo escândalo:

Andrade Gutierrez: Cunha levou empresário a Temer para “sacramentar” propina

POR FERNANDO BRITO

A Veja lança uma bomba de grande poder explosivo, no seu site.

Cunha era agenciador dos pedidos de dinheiro feitos por Michel Temer.

A história.

Otávio Azevedo, ex-presidente da Andrade Gutierrez, disse em depoimento ao ministro Herman Benjamim que a empreiteira acertou com Padilha o repasse de 1 milhão de reais para Temer na campanha de 2014.

Azevedo, todos se recordam, faz a primeira delação dizendo que o dinheiro era de propina e destinado a Dilma Rousseff. Quando apareceu o cheque em favor da campanha de Temer, teve de pedir para desdizer-se e afirmar que não era mais de propina, era legal, e destinado ao então vice.

Agora, surge a revelação de que Azevedo contou em seu depoimento que combinou a doação diretamente com Temer, exatamente como fez com Marcelo Odebrecht numa reunião no Palácio do Jaburu. E, em seguida, combinou com Eliseu Padilha a forma de pagar a fatura.

Com um detalhe picante e sintomático: Azevedo foi levado ao encontro do então vice-presidente por ninguém menos que Eduardo Cunha.

Cunha tem, como se vê, um arsenal de altíssimo calibre.

É por isso que ninguém quer a delação premiada do ex-presidente da Câmara.


Fonte: Brasil247




quinta-feira, 2 de março de 2017

Temer e família voltam para o Jaburu

Temer e família voltam para o Jaburu
Estadão    Tânia Monteiro e Vera Rosa5 horas atrás 02/03/2017
 Temer diz que PCC e Família do Norte fizeram 'pavorosa matança': A fala do presidente Michel Temer foi feita na abertura da reunião do núcleo de infraestrutura no Palácio do Planalto, em Brasília
 © Fornecido por Estadão A fala do presidente Michel Temer foi 
feita na abertura da reunião do núcleo de infraestrutura no Palácio 
do Planalto, em Brasília

Brasília - Uma semana depois de ter se mudado para o Palácio da Alvorada, o presidente Michel Temer, a primeira-dama, Marcela e o filho Michelzinho, de sete anos, voltaram a morar no Palácio do Jaburu. 
“O presidente não se adaptou ao local, achava tudo muito distante e pouco conseguia ver o filho”, afirmou um assessor presidencial.

Temer, quando regressou nesta terça-feira de Salvador, onde passou os feriados do Carnaval na Base Naval de Aratu, já foi direto para o Palácio do Jaburu com a família. 

O último habitante do local foi a ex-presidente Dilma Rousseff, que saiu do Alvorada nos primeiros dias de setembro, uma semana depois de sofrer o impeachment e ser afastada definitivamente da Presidência da República.

A ida da família presidencial para o Jaburu causou uma enorme polêmica por conta da instalação de uma tela de proteção na varanda do quarto que foi reformado para receber o menino. A reforma do Alvorada para a mudança custou R$ 24.015,68, segundo informou a Secretaria de Governo ao Estado.

A obra foi criticada pelo ex-curador do Alvorada Rogério Carvalho que classificou a iniciativa como “uma barbaridade deplorável”. Ele disse ao Estado que o palácio da Alvorada “é um símbolo nacional e não pode ser desfigurado como foi”. 

Carvalho lembrou ainda que o ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama quando se mudou para a Casa Branca tinha uma filha na idade do filho de Temer, sete anos, e nem por isso modificou a fachada da residência presidencial norte-americana para dar proteção à filha.

Segundo Carvalho, o neto da ex-presidente Dilma, Gabril, era muito menor do que Michel, ficava lá por vários períodos e nunca foi cogitado de colocar grade proteção no local. Com a saída de Temer do Alvorada, Rogério Carvalho que é arquiteto e especialista em patrimônio histórico e ex-curador dos Palácios, diz que a “autorização equivocada” do Iphan (de colocação da tela na varanda) "precisa ser revertida” e a rede de proteção retirada.

A instalação da tela foi autorizada pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico Nacional. A permissão, datada de outubro do ano passado, dizia que a instalação é “em caráter temporário” e foi dada por atender a questões de segurança, desde que “ nenhum elemento de fixação poderá utilizar as superfícies revestidas em pedra (mármore)”.

O ofício que autorizou a obra de número 336/2016/SA/SEGOV-PR justifica a sua necessidade por questões de segurança. “A Administração do Palácio da Alvorada solicita que seja instalada tela de proteção cm nylon no balcão dos quartos do referido Palácio, em sua fachada posterior, (...), uma vez que haverá a circulação de crianças naquela área e pode haver risco de ocorrerem acidentes”.

A área onde foi instalada a tela fica no segundo andar do Alvorada, na parte íntima da residência. Ali existem seis quartos, que sofreram mudanças para receber a família de Temer que, uma semana depois de se mudar oficialmente, abandonou o local.

Outra queixa frequente do presidente é que o filho Michelzinho, “que é muito danado”, de acordo com auxiliares do palácio, “some a toda hora”, deixando seguranças e a avó do menino, que mora com o presidente, preocupados.

Para receber a família, além da tela foram reformados armários do local, realizada pintura nos ambientes, trocados móveis. Um deles foi uma mesa de jacarandá do século 19 e outras três cadeiras do século 18 que serviam como mesa de refeição mais íntima para a ex-presidente foram retiradas da suíte presidencial.

Uma curiosidade do Alvorada é que os aposentos íntimos presidenciais tem duas suítes, uma para o presidente e uma para a primeira-dama. A explicação para isso é que o palácio foi construído no governo de Juscelino Kubitschek e ele e dona Sarah não dormiam no mesmo quarto.

Temer, como vice-presidente, sempre morou no Palácio do Jaburu. Sua família, no entanto, ficava em São Paulo. Em outubro, depois de instalado definitivamente no poder, Temer decidiu que a família viria morar com ele Brasília, preocupado com os insistentes protestos na porta de sua casa, que chegaram a deixar sua família sitIada, assustando sua mulher.

Com o final do semestre escolar, Marcela, Michelzinho, a sogra, Norma e o cachorro Thor mudaram para Brasília. Temer, no entanto, resistia em se mudar para o Alvorada porque o achava “muito frio” e que “não parecia uma casa comum”. 

Dilma tinha deixado o local no dia seis de setembro do ano passado e já em outubro, houve a solicitação para o início das pequenas reformas e adaptações no local para receber os novos inquilinos, incluindo a instalação da rede de proteção para evitar acidentes do o garoto.

Depois de muita relutância, Marcela concordou em se mudar para o local em 17 de fevereiro. Antes disso, Temer e a primeira-dama estavam usando o local apenas para recepções, reuniões de trabalho e jantares ou almoços de trabalho. 

Marcela Temer, que chegou a ter preparado um gabinete de trabalho no terceiro andar do Planalto, a poucos passos do gabinete do marido, estava preferindo despachar em um gabinete montado para ela no Palácio da Alvorada. 

Na sexta-feira, quando Temer e a família foram para Salvador, a mudança de volta foi feita e na terça-feira, quando eles desembarcaram de volta à capital, já seguiram novamente para o Jaburu.

Tanto o Alvorada como o Planalto já haviam sido alvo de polêmicas no final do ano quando o governo Temer concordou em devolver 48 importantes obras de artes que já faziam parte do patrimônio dos palácios, mas que pertenciam originalmente ao Museu Nacional de Belas Artes, embora estivem em Brasília há mais de 45 anos. 

Foram retirados esculturas e quadros de Portinari, Guignard, Portinari, e Eliseu Visconti. / COLABOROU CARLA ARAÚJO



segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Temer jogou seu nome na lama


26 de Fevereiro de 2017
 REUTERS/Adriano Machado

Temer ainda não se deu conta da encrenca em que se meteu ao admitir publicamente ter pedido dinheiro para o PMDB a Marcelo Odebrecht num jantar no Palácio do Jaburu, em maio de 2014.

Ele tenta se justificar com o argumento de que pediu dinheiro "legal" e não "ilegal", mas esquece que um prédio público, como é a residência oficial do vice-presidente da República, não é lugar para pedir dinheiro a ninguém, legal ou ilegal, para o partido do qual era o presidente (e ainda é, embora formalmente seu sucessor seja Romero Jucá).

Nenhum ente público está autorizado a fazer qualquer tipo de negócio não oficial num prédio governamental, ainda mais quando o ente é o primeiro na sucessão presidencial.

Imaginem se a presidente Dilma tivesse admitido ter pedido dinheiro ao PT no Palácio da Alvorada! Ainda que legal. 

Ou o presidente Lula! Seria um prato cheio para a imprensa! Nem Collor fez isso. Nenhum presidente nem vice-presidente da República fez isso. 

Presidentes da República não fazem isso, a não ser que se considerem acima de qualquer suspeita e inalcançáveis pela mão da Justiça.

A última autoridade que fez algo parecido, até onde se sabe, foi o governador Adhemar de Barros, que não se constrangia em exigir dos empresários que ganhavam algum contrato de seu governo uma singela contribuição para "as obras assistenciais de dona Leonor" assim que fechava algum contrato de obras públicas com algum deles, dentro do Palácio dos Campos Elíseos ou dos Bandeirantes.

Mas ele não é exemplo de ética para ninguém. Ficou conhecido para todo o sempre como o "rouba, mas faz". 

Só não foi preso, certa vez, pelo Procurador da Justiça Hélio Bicudo, que apurou suas ilicitudes porque fugiu para a Bolívia num avião particular na calada da noite.

No entanto, se essa parte da negociação com a Odebrecht, confessada por Temer, já é passível de punição, e punição severa que não pode ser menor do que a perda de seu cargo, a parte que ele nega, mas que seu melhor amigo já contou para Deus e o mundo, eleva a punição ao cubo.

Além de ter pedido dinheiro para o seu partido dentro das instalações do governo, ele o pediu diante do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, o pai do propinoduto da companhia e de Claudio Melo Filho, cuja fachada era de diretor da Odebrecht, mas que na verdade era um lobista.

Temer admitiu um lobista conhecido de todos – e não seria ele, presidente do poderoso do PMDB, que não o conheceria – dentro do Palácio do Jaburu. E, além de não se incomodar em ser seu anfitrião tratou de "contribuição à campanha" na sua frente.

Ninguém trata de contribuições legais de campanha com um lobista!

Quem trata de contribuições de campanha oficiais é o tesoureiro do partido, na sede do partido – essa é a regra republicana.

Sem contar o fato de que os 10 milhões de reais - ao menos parte deles - serviria para convencer 140 deputados, como seu amigo Yunes já contou, a eleger Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados, o primeiro ato da conspiração que derrubou a presidente Dilma.

Esse conjunto da obra é muito mais grave do que o processo de cassação da chapa Dilma-Temer que corre no TSE. E está mais do que comprovado por ele próprio.

Temer não foi apenas traidor da presidente com quem se elegeu, não foi tão somente um dos líderes do golpe parlamentar, como se supunha até agora.

Mais pernicioso que o hacker da Marcela, mais devastador que a mais devastadora das perguntas incômodas que Cunha lhe fez via Superior Tribunal
de Justiça, Temer jogou o seu próprio nome na lama.





sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

E AGORA DALLAGNOL? Lula é inocentado, Propina da Odebrecht pagou eleição de Cunha e compra de 140 deputados

E AGORA DALLAGNOL? Lula é inocentado, Propina da Odebrecht pagou eleição de Cunha e compra de 140 deputados
24 de fevereiro de 201
 

O empresário José Yunes decidiu disparar um tiro no peito de Michel Temer, seu parceiro e melhor amigo há várias décadas.
Mais do que simplesmente delatar Eliseu Padilha (saiba mais aqui), ministro da Casa Civil que acaba de pedir licença do cargo, ele afirmou que Temer sabia de tudo.

Em entrevista ao jornalista Lauro Jardim, 
Yunes afirmou que Temer, seu melhor amigo, tem conhecimento de que ele foi usado como “mula” por Eliseu Padilha, ministro da Casa Civil – “mula” é um termo do tráfico de drogas que designa a pessoa usada para transportar drogas para terceiros.

Na entrevista, Yunes disse ter recebido Lúcio Funaro em seu escritório, a pedido de Padilha. No encontro, Funaro lhe contou que estava financiando 140 deputados para garantir a eleição de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados.

“Contei tudo ao presidente em 2014. O meu amigo Temer sabe que é verdade isso. Ele não foi falar com o Padilha. O meu amigo reagiu com aquela serenidade de sempre. Eu decidi contar tudo a ele porque, em 2014, quando aconteceu o episódio e eu entrei no Google e vi quem era o Funaro, fiquei espantado com o ‘currículo’ dele. Nunca havia conhecido o Funaro”, disse Yunes a Jardim.

Segundo Yunes, Funaro afirmou que estava em curso uma estratégia para eleger uma bancada fiel a Cunha, para conduzi-lo à presidência da Câmara. “Ele me disse: ‘A gente está fazendo uma bancada de 140 deputados, para o Eduardo ser presidente’. Perguntei: ‘Que Eduardo?’. Ele respondeu: ‘Eduardo Cunha’”.

Yunes decidiu falar depois que apareceu nas delações da Odebrecht. De acordo com o delator Cláudio Melo Filho, da propina de R$ 11 milhões acertada com Temer, R$ 4 milhões foram entregues no escritório de Yunes. Por isso mesmo, ele se antecipou e procurou também o Ministério Público para dar sua versão dos fatos.

Tais recursos foram acertados num jantar entre Michel Temer e Marcelo Odebrecht, no Palácio do Jaburu, em 2014, com a presença de Padilha. O dinheiro saiu do departamento de propinas da empreiteira e ajudou a bancar a eleição de Cunha para a Câmara.

Uma vez eleito presidente, Cunha passou a sabotar o governo 
da presidente eleita Dilma Rousseff e aceitou um pedido de impeachment sem crime de responsabilidade, 
abrindo espaço para que Temer chegasse ao poder.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

OFICIAL: Relator do TSE decide incluir delação da Odebrecht em processo de cassação de Temer e situação é irreversível

OFICIAL: Relator do TSE decide incluir delação da Odebrecht em processo de cassação de Temer e situação é irreversível
22 de fevereiro de 2017
 

O ministro Herman Benjamin, relator da ação que investiga a chapa presidencial de 2014 formada pela ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e pelo presidente Michel Temer (PMDB) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu incluir a delação da Odebrecht no processo e ouvir executivos da empreiteira que firmaram o acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF).

Os delatores serão ouvidos a partir do início de março. Entre eles, o primeiro que deve ser ouvido é Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empresa. 

A oitiva deve ser realizada no dia 1º de março na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Marcelo está preso em função das investigações.

Pode ser ser ouvido também o delator Cláudio Melo Filho, que relatou jantar no Palácio do Jaburu em que Temer propina de R$ 10 milhões. 

Outro delator que pode incriminar Temer é Benedicto Barbosa Silva Júnior, que relatou reunião com Temer, Moreira Franco e Eduardo Cunha, para tratar de recursos da Caixa Econômica para campanha eleitoral.

Reservadamente, aliados do Planalto consideram que a defesa do peemedebista vai trabalhar para que o caso não seja julgado em 2017, diante da decisão sobre a inclusão dos depoimentos da Odebrecht. 

Com isso, um eventual julgamento seria feito no último ano 
do mandato de Temer, o que é considerado um fator que pode sensibilizar os ministros da Corte Eleitoral para evitar a cassação do mandato do peemedebista.

Sobre esta possibilidade, entretanto, Herman Benjamin já ponderou que o caso não pode ser estendido a “uma situação de progressão ao infinito, sem possibilidades concretas de conclusão”.

Em dezembro de 2014, as contas da campanha da então presidenta Dilma Rousseff e de seu vice e companheiro de chapa, Michel Temer, foram aprovadas com ressalvas, por unanimidade, no TSE.

No entanto, o processo foi reaberto porque o PSDB questionou a aprovação, por entender que há irregularidades nas prestações de contas apresentadas por Dilma. Segundo entendimento do TSE, a prestação contábil do presidente e do vice é julgada em conjunto.

A campanha de Dilma Rousseff nega qualquer irregularidade e sustenta que todo o processo 
de contratação das empresas e de distribuição 
dos produtos foi documentado e monitorado. 

No início do mês, a defesa do presidente Michel Temer sustentou no TSE que a campanha eleitoral do PMDB não tem relação com os pagamentos suspeitos. 

De acordo com os advogados, não se tem conhecimento de qualquer irregularidade no pagamento dos serviços.



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

PARA 42,7% DOS BRASILEIROS, LULA É PERSEGUIDO PELA MÍDIA E PELO JUDICIÁRIO

PARA 42,7% DOS BRASILEIROS, LULA É PERSEGUIDO PELA MÍDIA E PELO                                   JUDICIÁRIO
 

O número foi levantado pelo Instituto Paraná Pesquisas, com exclusividade, para o 247; "é um percentual extremamente alto, que revela que até não eleitores de Lula enxergam exageros contra ele", diz Murilo Hidalgo, diretor do instituto; o percentual é maior no Nordeste, onde 50,6% da população considera Lula alvo de perseguição; advogados do ex-presidente já foram às Nações Unidas para denunciar que Lula vem sendo alvo de "lawfare", uma estratégia de guerra que usa meios de comunicação e Poder Judiciário contra os inimigos; se as eleições presidenciais fossem hoje, Lula seria eleito presidente, mas as oligarquias brasileiras pretendem impedi-lo com condenações em primeira instância, por parte do juiz Sergio Moro, e depois no Tribunal Regional Federal

16 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 12:55

247 – Se as eleições presidenciais fossem hoje, o ex-presidente Lula seria novamente eleito presidente. Teria 30,5% dos votos no primeiro turno, segundo apontou a pesquisa CNT/MDA (leia aqui), e bateria todos os adversários no segundo turno.

Uma outra pesquisa, feita pelo Instituto Paraná Pesquisas, trouxe dados ainda mais interessantes. Para nada menos que 42,7% dos brasileiros, Lula vem sendo alvo de perseguição movida pelo Poder Judiciário e pelos meios de comunicação.

"É um percentual extremamente alto, que revela que até não eleitores de Lula enxergam exageros contra ele", diz Murilo Hidalgo, diretor do instituto.

Como se sabe, a Lava Jato atinge todo o sistema político brasileiro, em especial a base de Michel Temer – ele próprio delatado 43 vezes na primeira delação da Odebrecht, por ter pedido R$ 11 milhões em pleno Palácio do Jaburu.

Lula, no entanto, vem sendo processado por um triplex no Guarujá que, segundo as próprias testemunhas de acusação, não lhe pertence, e pela guarda de objetos que ganhou na presidência – acusação em que teve como testemunha de defesa o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Liderados por Cristiano Zanin Martins, os advogados do ex-presidente já foram às Nações Unidas para denunciar que Lula vem sendo alvo de "lawfare", uma estratégia de guerra que usa meios de comunicação e Poder Judiciário contra os inimigos políticos.

Esta parece ser a tática para derrotar Lula fora das urnas. Se as eleições presidenciais fossem hoje, Lula seria eleito presidente, mas as oligarquias brasileiras pretendem impedi-lo com condenações em primeira instância, por parte do juiz Sergio Moro, e depois no Tribunal Regional Federal.

Também de acordo com o Paraná Pesquisas, 61% dos brasileiros consideram que a mídia e o Judiciário blindam políticos do PMDB e do PSDB, que hoje formam a coalizão responsável pelo golpe parlamentar de 2016 (leia aqui).