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sexta-feira, 30 de março de 2018

URGENTE! Temer Será Alvo De Nova Denúncia E Poderá Perder O Mandato; SAIBA!


URGENTE! Temer Será Alvo De Nova Denúncia E Poderá Perder O Mandato; SAIBA!

Por Redação Click Política Última Atualização 30 mar, 2018



A prisão dos principais operadores de Michel Temer evidencia o óbvio: nos próximos dias, Michel Temer será alvo de uma nova denúncia de corrupção, desta vez por corrupção no setor portuário, que será apresentada pela procuradora-geral Raquel Dodge.

 Nas duas ocasiões anteriores, Temer escapou torrando bilhões na compra de deputados, sob o silêncio cúmplice da mídia e dos manifestoches.

 Desta vez, no entanto, ele dificilmente conseguirá se salvar e a tendência é que o final do mandato roubado da presidente Dilma Rousseff seja concluído pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Os motivos principais são: 

(1) o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), antes aliado, agora é candidato à presidência; 

(2) o mercado financeiro, que antes mantinha Temer no poder, hoje sabe da sua incapacidade de entregar as chamadas reformas; 

(3) os parlamentares, em busca de reeleição, se aproximarão dos eleitores se puderem degolar o governante mais impopular do mundo, que usurpou o cargo que ocupa, e 

(4) o golpe precisa viabilizar uma candidatura competitiva para tentar enfrentar o ex-presidente Lula e o deputado Jair Bolsonaro.

CLICK POLÍTICA com informações de Brasil247


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quarta-feira, 24 de maio de 2017

EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO

EXÉRCITO ABANDONA TEMER, QUE JÁ COGITA RECUAR E ANULAR DECRETO

 

Depois da péssima repercussão do decreto em que convocouVillas Bôas, as Forças Armadas, no que seria mais um crime de responsabilidade de Michel Temer, o chefe das Forças Armadas, general Eduardo da Costa Villas Bôas, lavou as mãos e disse que a polícia do Distrito Federal tem condições de garantir a lei e a ordem; "Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou; abandonado, Temer já cogita revogar o decreto se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite; o governo do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, também peitou Temer e diz que ele agiu fora da lei

24 DE MAIO DE 2017 ÀS 20:46

247 - O comandante do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, assegurou nesta quarta-feira 24 que as Forças Armadas iriam agir respeitando a Constituição e garantindo a democracia após o decreto assinado por Michel Temer que determina o uso das Forças Armadas para garantir a lei e a ordem no Distrito Federal.

O decreto foi anunciado pelo ministro da Defesa, Raul Jungmann, e pelo general Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Institucional, que também o assinaram, durante manifestação em Brasília que pedia a rejeição das reformas trabalhista e da previdência, propostas pelo governo federal, e defendia eleições diretas para presidente. 

Um grupo de mascarados jogou pedras e colocou fogo nos prédios de alguns ministérios e atacaram policiais.

Villas Bôas avaliou que a polícia tem capacidade de garantir a ordem. 

"Acredito que a polícia deva ter ainda a capacidade de preservar a ordem. Ficamos em uma situação de expectativa caso algo fuja ao controle", declarou a jornalistas após uma palestra sobre defesa nacional na Fundação Fernando Henrique Cardoso, em São Paulo.

Diante de uma série de críticas sobre o decreto - senadores já entraram com um pedido para suspendê-lo -, Temer já cogita revogá-lo se as manifestações contra suas reformas em Brasília estiverem mais calmas até o fim da noite.

O general também reafirmou o compromisso com a democracia. 

“Tanto as forças de segurança pública quanto as Forças Armadas estão empenhadas na preservação da democracia, na observância da Constituição e no perfeito funcionamento das instituições nacionais, a quem cabe encontrar o caminho para a solução dessa crise. Mas a nossa democracia não corre risco”, afirmou.

Villas Bôas afirmou ainda que o clima no comando da instituição e no Palácio do Planalto é de "choque" e "muita insegurança" após as denúncias do empresário Joesley Batista, da JBS, envolvendo Temer.


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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Lula: 'Eu sei cuidar do povo mais humilde, não é teoria, é prática'

20/4/2017 13:22
Lula: 'Eu sei cuidar do povo mais humilde, não é teoria, é prática'

 

Líder nas pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial de 2018, o ex-presidente Lula afirmou na manhã desta quinta-feira 20 que, se concorrer ao Palácio do Planalto, "vai ser para ganhar".

 As declarações foram feitas à rádio Fan FM, de Sergipe, e transmitida na página de Lula no Facebook.

"É muito cedo para a gente falar de pesquisa, porque ainda faltam praticamente dois anos para as eleições. A única coisa que eu tenho certeza é que se eu for candidato, eu vou querer lembrar a memória do povo do quanto ele foi feliz enquanto eu era presidente. 

Eu sei que se eu for candidato, eu tenho condições de ganhar as eleições porque eu sei cuidar das pessoas humildes. Não é teoria, é prática", disse.

"Se tem uma coisa que eu sei fazer na vida é cuidar das pessoas mais humildes, é incluir o pobre no orçamento", continuou Lula. 

O petista destacou ainda que "esse governo está destruindo a vida do brasileiro". "A renda está caindo, não tem emprego, e o que é pior... o povo não tem esperança".

"Eu já perdi a cota de eleições que eu tinha de perder, eu aprendi a ganhar. Se eu for candidato, é para ganhar", disse ainda o ex-presidente. Questionado sobre a possibilidade de firmar aliança com Ciro Gomes em uma chapa para 2018, Lula foi cauteloso: "É muito difícil dizer isso. O Ciro é candidato também, vamos esperar o tempo passar".

Lula condenou duramente as propostas do governo Michel Temer de reformas trabalhista e da Previdência. 

"É um crime contra os trabalhadores brasileiros o que estão fazendo com a Previdência nesse País. Eu tenho certeza que não vai passar [no Congresso]. Os trabalhadores não merecem ser castigados pelos erros do governo", criticou.

Sobre a reforma trabalhista, Lula defendeu que se faça mudanças na lei, mas não da forma como foi proposto. "Sempre achei que de tempos em tempos deve-se fazer uma adequação na legislação trabalhista, fazer algumas reformas. Mas isso tem que se fazer discutindo com os sindicatos, com os trabalhadores. 

É claro que essa lei pode precisar de um aperfeiçoamento, mas isso se faz discutindo com quem está no mundo do trabalho. 

Agora você rasgar tudo aquilo que os trabalhadores conquistaram no século XX e não propõe nada para eles... isso é um atentado contra as conquistas dos trabalhadores. Um grande equívoco 
do governo".

A respeito da Lava Jato, Lula defendeu que "o Brasil precisa acabar com a corrupção". 

"O que não dá é a pirotecnia da operação", criticou. "O que eu tiver que falar, o que eu penso, eu vou falar dia 3", afirmou, em relação ao depoimento que prestará ao juiz Sergio Moro 
em Curitiba. 

"Porque eu não tenho que provar minha inocência, eles é que têm que provar que eu tenho culpa. Porque até agora já encontraram conta de 'nego' na Suíça... e eu duvido que eles encontrem 50 centavos meus em qualquer lugar do mundo. 

A Globo vai ter que provar se tem apartamento meu, se tem conta minha. Porque já apareceram as contas dos candidatos deles", alfinetou.


Fonte: Brasil247



quinta-feira, 6 de abril de 2017

CUT-RS e centrais se unem para preparar a greve geral de 28 de abril no Estado

CUT-RS e centrais se unem para preparar a greve geral de 28 de abril no Estado
"Vamos criar um clima de greve geral e avisar que a hora de parar é agora"
Escrito por: CUT-RS • Publicado em: 06/04/2017 - 22:20
 

Em reunião ocorrida na tarde desta quinta-feira (6), na sede da UGT, em Porto Alegre, a CUT-RS e centrais sindicais se uniram para preparar a greve geral de 28 de abril no Rio Grande do Sul contra as reformas da Previdência, Trabalhista, a Terceirização e por nenhum direito a menos. Estiveram presentes dirigentes da CUT, UGT, CTB, Força Sindical, Nova Central, Intensindical e CSP-Conlutas.

Após debates, foi aprovado por consenso uma agenda de mobilização para “criar um clima” de greve geral nos trabalhadores e na sociedade, a fim de fazer uma paralisação histórica contra os ataques do governo Temer. Haverá também reuniões com setores estratégicos, como o transporte, mas foi ressaltado que todos os ramos de atividade são fundamentais e imprescindíveis para o sucesso da mobilização.

“Consolidamos a unidade das centrais, o que é muito importante para construir um movimento forte, coeso e unificado, visando tirar a greve geral da clandestinidade, uma vez que quase não temos espaço na imprensa, e envolver todas as categorias de trabalhadores e em todas as regiões do Estado”, afirmou o presidente da CUT-RS, Claudir Nespolo.

Foi definido que, além dos jornais dos sindicatos, haverá panfletagens de materiais unitários das centrais, afixação de cartazes e circulação de carros de som em locais de grande movimentação de pessoas.

“Vamos criar um clima de greve geral e avisar que a hora de parar é agora, a fim de dar um basta ao roubo dos direitos dos trabalhadores”, enfatizou o presidente da CUT-RS. “Não temos mais tempo a perder para derrotar a fúria das elites”, enfatizou.

Agenda unitária de mobilização
10/04 – reunião nacional do transporte, em São Paulo;
13/04 – 9h: nova reunião das centrais sindicais, na sede da Força Sindical, em Porto Alegre;
13/04 – 11h: reunião estadual do transporte, na sede da Força Sindical, em Porto Alegre;
20/04 – 15h: panfletagem unitária no centro de Porto Alegre;
26/04 – 9h: plenária de mobilização das centrais sindicais, em Porto Alegre;
26/04 – 11h: coletiva de imprensa das centrais sindicais, em Porto Alegre.
28/04 – greve geral

 Centrais na UGT1

Parar o Brasil para derrotar as antirreformas de Temer
Claudir destacou também a importância das assembleias dos sindicatos e plenárias de mobilização nos municípios para conscientizar os trabalhadores sobre a necessidade de participar da greve geral.  

“Ninguém está livre de sofrer os ataques dos donos do capital aos direitos sociais, trabalhistas e previdenciários”, apontou. “Estamos todos e todas no mesmo barco e só lutando com unidade e mobilização nós podemos salvar as nossas conquistas.”

Para o presidente da CUT-RS, “a greve geral é uma baita oportunidade que temos para barrar a ofensiva das federações empresariais, que financiaram o golpe e agora cobram a fatura, que é retirar direitos históricos da classe trabalhadora. Não temos outra saída a não ser parar o Brasil para derrotar as antirreformas do governo Temer”.

As centrais salientaram que a greve geral será também um recado aos deputados e senadores que apóiam o governo Temer no Congresso Nacional. “Estamos marcando na paleta quem vota contra os trabalhadores, pois terão os nomes divulgados nas suas bases eleitorais para que não sejam reeleitos em 2018”, disse o secretário de Relações de Trabalho da CUT-RS, Antonio Güntzel.

Reajuste de 8,2% no mínimo regional

Na próxima terça-feira (11), o projeto de lei (PL 6/2017), que prevê o reajuste do salário mínimo regional, começa a trancar a pauta de votação do plenário da Assembleia Legislativa. Enviado pelo governador José Ivo Sartori (PMDB) aos deputados, o projeto estabelece aumento de 6,48%, igual ao índice do mínimo nacional e abaixo da variação de 6,58% do INPC em 2016.

As centrais farão um corpo a corpo com os deputados desde o início da manhã e reiteram a necessidade de que seja apresentada pelos deputados uma emenda com o índice de 8,2%, com o objetivo de repor a perda de 1,52% correspondente ao reajuste abaixo da inflação em 2016. A sessão do plenário começa às 14h.

“O chamado piso regional é um poderoso instrumento de distribuição de renda para os trabalhadores que recebem os menores salários no Estado, bem como representa um fator de redução das desigualdades e estímulo para o consumo e a produção, aquecendo a economia gaúcha”, justificou Antônio.



sábado, 11 de março de 2017

Temer explicando porque se mudou do Alvorada, residência oficial do presidente: “Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite.”

Temer explicando porque se mudou do Alvorada, residência oficial do presidente: “Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite.”
 

O presidente Michel Temer explicou por que desistiu de morar no Palácio do Alvorada e preferiu retornar ao Palácio do Jaburu, decisão que causou controvérsias após a reforma de mais de R$ 20 mil na residência oficial da Presidência da República. 

“Senti uma coisa estranha lá. Eu não conseguia dormir, desde a primeira noite. A energia não era boa. A Marcela sentiu a mesma coisa. Só o Michelzinho, que ficava correndo de um lado para outro, gostou. Chegamos a pensar: será que a aqui tem fantasma?”, concluiu.

Em entrevista à revista Veja, Temer afirmou ainda que “nunca” demitiu nenhum ministro. “Eles é que se sentiram incomodados e pediram para sair. O governo não pode ficar sujeito à instabilidade das acusações que surgem na Lava Jato”, acrescentou, referindo-se à operação da Polícia Federal.

O presidente voltou a apostar que a economia do País dará os primeiros sinais de recuperação neste primeiro trimestre de 2017. Reiterou que o “fundo do poço” ficou para trás e que postos de trabalho começam a surgir nas indústrias de São Paulo e Rio de Janeiro. “Ainda é pouco, mas é o começo. Talvez ainda no primeiro trimestre deste ano os indicadores do PIB já sejam positivos. 

Algo como 0,1%, 0,2% ou 0,3%. Isso parece pouco, mas estamos saindo de um encolhimento de 3,6% no ano passado”, afirmou à publicação. “Os atuais níveis de desemprego, porém, devem persistir até o terceiro trimestre deste ano”, ponderou.

O peemedebista frisou ainda que quer “entrar para a história como um presidente reformista”, lembrando que devem ser aprovadas neste ano as reformas da Previdência, trabalhista, tributária e política. “Não sou populista, não estou atrás do aplauso popular. Fizemos em alguns meses o que os últimos presidentes não conseguiram fazer em décadas”, avaliou. 

“Hoje eu diria que meu governo é 10 por tudo que fizemos e diante do desarranjo que recebi. Mas prefiro fazer uma avaliação em setembro, quando estaremos completando um ano de mandato efetivo.”

Na entrevista, Temer também teceu elogios ao Congresso, afirmando que só está no cargo graças ao apoio dos deputados e senadores. Conforme o presidente, ele não tem o apoio do povo nem a simpatia da imprensa.

Fonte: Estadão