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quarta-feira, 10 de março de 2021

Áudio bomba: Dallagnol fala para tirar provas que beneficiariam Lula

 SUED E PROSPERIDADE

10/03/2021

Áudio bomba: Dallagnol fala para tirar provas que beneficiariam Lula

09/03/2021

Uma verdadeira bomba acaba de se tornar pública, um áudio do Procurador Deltan Dallagnol que fala para tirar provas do processo de Lula, que poderiam absolve-lo ou beneficia-lo em processo. O áudio desaba em muito a já combalida confiabilidade da Operação Lava Jato.

Um novo áudio bomba do Procurador Deltan Dallagnol, pode abalar ainda mais qualquer confiança na Operação, que sempre teve objetivos políticos.

O procurador orientou a retirarem provas que poderiam acabar com o processo de Lula e beneficiariam a defesa.

No diálogo, Dallagnol pediu a um colega, a quem chama de “Julito”, pensasse “com boa vontade” e de “coração aberto” ´para agirem desta forma como uma “questão de interesse mesmo” “da Lava Jato.

Para a defesa, o diálogo que cita Marisa Letícia ‘aniquila toda a tese da “lava jato” e revela “um plano de ocultar o material da Defesa Técnica do Reclamante”.

“Negócio é o seguinte, pressuposto básico do Robinho. Ele não vai fazer nada com o que você não tá confortável. Esse é o pressuposto dele.

 Agora, é, o que eu quero que você pense com a cabeça aberta é a seguinte coisa: É, eu falei com ele e aos nossos, e aquilo que a gente conversou agora, ele tá na mesma página. 

Ele tem a mesma, mesma página quanto a avaliação de método e de estratégia”, diz Dallagnol. “Já vou te adiantar, mas queria marcar, se pudesse conversar lá por uma e dez, nós três. Eu vou tá lá na força tarefa, Robinho também, a gente faz um viva-voz com você”, diz Dallagnol no áudio.

“É, qual é essa questão da divergência em concreto: Ele acha que aquilo que veio no depoimento, você pode até eventualmente ver o vídeo aí, mas queria que você olhasse com boa vontade tá, com boa vontade tá, não pra afirmar posição, questão de interesse mesmo, é, ele acha, olhando aquilo e olhando o que você já colocara na peça, que não muda nada de perspectiva, de chances ou de riscos em relação ao que já tá na peça quando fala que ele era conexão entre, entre todos. 

Então dá uma avaliada com essa perspectiva, dá uma pensada, pensa com a cabeça aberta e mantem o coração aberto pra pensar fora da caixa quando a gente conversar também uma e pouco”, completa em seguida o procurador.


CONTINUA

Lula: “O povo não precisa de arma, precisa de emprego, renda”

10/03/2021

O ex-presidente Lula durante uma live hoje (10) na quadra do Sindicato dos Metalúrgicos em São Bernardo do Campo, foi preciso e cirúrgico em seu discurso como novo presidenciável. Lula tocou em um ponto importante, onde os brasileiros estão mais preocupados com comida na mesa, saúde, renda e emprego que armas.

Hoje foi a primeira coletiva de imprensa após o ex-presidente Lula ter tido suas condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).  O ex-presidente em tom já de estadista e candidato deu a tônica do que vai ser seu mote e discurso.

Lula foi enfático e lembrou toda a desgraça que o país vive atualmente sob Jair Bolsonaro:

Lula: “Esse país não tem governo. Esse país não cuida da economia. Não cuida do emprego, não cuida do salário, não cuida da saúde, não cuida do meio ambiente, não cuida da educação do jovens, da meninada da periferia. Ou seja, do que que eles cuidam?”.

Lula ainda foi em um ponto muito preciso que é a falta de emprego, comida, renda, saúde e educação para o povo no Brasil de Bolsonaro.

”Esse país não tem governo. Esse país não cuida da economia. Não cuida do emprego, não cuida do salário, não cuida da saúde, não cuida do meio ambiente, não cuida da educação do jovens, da meninada da periferia. Ou seja, do que que eles cuidam?”

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

A PEC Da Chantagem Não Pode Passar

SUED E PROSPERIDADE

24/02/2021

A PEC Da Chantagem Não Pode Passar

Celeste Silveira 24 de fevereiro de 202

Em troca de três parcelas de auxilio emergencial de R$ 250, para um número bem menor de beneficiados, o governo Bolsonaro quer empurrar goela abaixo do Congresso (e de todos nós) a tal PEC Emergencial, quintessência do neoliberalismo, destinada a liquidar com os últimos pilares do estado de bem estar social, a vinculação de receitas e os gastos mínimos da União, estados e municípios com educação e saúde.

 Diante de texto tão aberrante. senadores governistas juntaram-se aos da oposição e se recusaram a votá-lo amanhã (quinta-feira, 25), como estava previsto.

O Congresso não pode engolir esta mudança constitucional, que se aprovada transformará em párias os milhões de brasileiros que dependem os sistemas públicos de educação e saúde. Com o financiamento congelado, eles serão sucateados progressivamente até deixarem um dia de existir.

Mas a desculpa do governo para tentar aprová-la é enganosa e comovente. 

Para que o auxílio emergencial possa começar a ser pago em março, a votação da PEC tem que acontecer na próxima terça-feira, dizem os lideres bolsonaristas, explorando a delicadeza da situação: com o corte do auxílio em dezembro, milhões de vulneráveis foram jogados na miséria. 

Seu restabelecimento é para ontem, e como está condicionado à aprovação da PEC emergencial, os que votarem contra ela serão acusados de terem sabotado os pobres e os paupérrimos.

Márcio Bittar, tratou de aprimorar suas maldades e de ajustá-la à conveniência do momento, a ela vinculando a volta do auxílio. Ele incluiu no texto uma “cláusula de calamidade” que permite ao governo pagar uma nova rodada de auxílio sem que isso represente furo no teto de gastos. Algo parecido com que foi feito no ano passado com o tal “orçamento de guerra”. 

Essa “licença para gastar” além do teto, entretanto, vem acompanhando de um protocolo de responsabilidade fiscal composto por medidas draconianas, destinadas a controlar o gasto público e a convencer o mercado de que o governo faz seu “dever de casa”.

A PEC emergencial, por sinal, pode vir a ser usada por Paulo Guedes como seu cartão honroso para deixar o governo que já não faz questão da presença dele. Com ela aprovada, ele pode sair negando seu completo fracasso mesmo como gestor neoliberal, dizendo que aprovou duas reformas importantes, ela e a reforma previdenciária.

O novo auxílio em três parcelas deve custar, segundo o próprio governo, cerca de R$ 30 bilhões, mas a contrapartida que se pede para isso é absolutamente desproporcional, além de imoral. Bittar propõe, entre as compensações, a desvinculação das receitas previstas na Lei Orçamentária para saúde e educação. 

E assim, serão suprimidos da Constituição os artigos que garantem a aplicação de um percentual mínimo das receitas correntes no cumprimento destas duas obrigações do Estado.

Mas o auxílio mesmo – seu valor, duração e condições de pagamento – será definido em uma MP específica, a ser editada depois da aprovação da PEC emergencial. Chantagem mesmo.

Hoje, os estados e o Distrito Federal são obrigados a aplicar pelo menos 12% das receitas obtidas com impostos no financiamento da saúde. Os municípios precisam aplicar pelo menos 15%. O índice para a União era também de 15% da receita corrente líquida até 2017, quando, em função do teto de gastos, o piso passou a ser apenas atualizado pela inflação do ano anterior.

Já com educação os estados e municípios devem gastar pelo menos 25% das receitas correntes. Até 2017, União precisava gastatr 18%, mas também por força da PEC do teto de gastos, o aumento do gasto ficou proibido, prevalecendo apenas a correção inflacionária.

Há pouco tempo o Congresso aprovou a prorrogação e as novas regras do Fundeb, contra a vontade do governo, que no final fingiu ter patrocinado a iniciativa. O Fundeb, como sabido, soma recursos das três esferas federativas para qualificar o ensino básico, investindo inclusive na melhoria do salário dos professores. Mas o fundo terá nascido morto se a “PEC da chantagem” for aprovada, se o aumento de gasto com educação ficar proibido. Com os recursos praticamente congelados, o fundo perderá a razão de ser.

O senador Humberto Costa (PT-PE), que foi ministro da Saúde no governo Lula, concorda com o apelido:

– De fato, o governo está fazendo uma verdadeira chantagem, contra o Congresso e a população, quando condiciona o pagamento do novo auxílio emergencial à desvinculação de receitas da saúde e da educação. Estão se aproveitando de uma questão que é grave e urgente, a necessidade de garantir logo à população mais vulnerável na pandemia um socorro econômico, para arrancar a aprovação de uma emenda que retira recursos de áreas extremamente importantes como saúde e a educação. 

Não há termo de comparação entre o que será retirado de todos e o que será dado aos mais pobres em forma de auxílio emergencial. 

Este texto não passará se forem mantidas as desvinculações de receitas – diz o senador.

A supressão dos pisos mínimos de gastos com educação e saúde é apenas uma parte da aberração. O tal “protocolo fiscal” impõe uma série de medidas a serem obrigatoriamente adotadas em caso de grave desequilíbrio nas contas públicas. No governo federal, o gatilho será disparado sempre que a relação entre despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos alcançarem 95% dos gastos totais. 

Entre as medidas de contenção estariam a proibição de qualquer gasto adicional com servidores, de despesas obrigatórias ou de benefício tributário.

Na prática, a emenda enquadra também estados e municípios no teto de gastos, ao prever que, quando as despesas obrigatórias chegarem a 85%, os governadores e prefeitos estarão autorizados a adotar também uma série de medidas restritivas, semelhantes às impostas ao governo federal.

Há também um “jabuti” político em toda esta manobra. Se os gastos mínimos com educação e saúde deixarem de existir, em que porta os governadores e prefeitos vão bater em busca de recurso adicionais? “Ora, na porta de deputados e senadores, que poderão alocar recursos de liberação obrigatória para estados e municípios através de emenda orçamentárias”, explica-me o técnico em orçamento Flavio Tonelli Vaz, assessor da liderança do PC do B.

Isso tem um significado político relevante. Deputados e senadores vão se tornar senhores do dinheiro adicional possível, e por decorrência senhores do voto. 

Governadores e prefeitos, comendo na mão dele, vão hipotecar apoio eleitoral para que se reelejam, reduzindo consideravelmente as chances de renovação de um Congresso hoje marcado pelo conservantismo, o fisiologismo e oportunismo políticos.

Também por isso, se esta PEC passar, o Brasil estará descendo ainda mais a ladeira em que se encontra dependurado.

*Tereza Cruvinel/247

CONTINUA

“Temos Que Proteger A Erika”, Disse Dallagnol Ao Saber Que Delegada Forjou Depoimento

Celeste Silveira 24 de fevereiro de 2021

A defesa do ex-presidente Lula enviou nesta quarta-feira (24/2) novos diálogos entre procuradores do consórcio lavajatista em Curitiba ao Supremo Tribunal Federal. 

As conversas mostram que os integrantes do Ministério Público Federal no Paraná tentaram proteger uma delegada da Polícia Federal chamada Erika — provavelmente Erika Marena, que era a responsável pelos casos da “lava jato” — após ficarem sabendo que ela teria forjado e assinado um depoimento que nunca aconteceu.

As mensagens sobre o episódio, apreendidas a partir de ação da Polícia Federal comandada pelo então ministro Sergio Moro, começaram a ser trocadas em 22 de janeiro de 2016. Na ocasião, o lobista Fernando Moura, responsável por delatar o ex-ministro José Dirceu, disse ao então juiz Sergio Moro que não reconhecia parte de seu depoimento. “Assinei isso? Devem ter preenchido um pouquinho mais do que eu tinha falado”, afirmou Moura.

“Caros, temos as gravações dos depoimentos de Fernando Moura na colaboração? Ele está se desdizendo aqui na audiência em pontos importantes”, disse o procurador Roberson Pozzobon a colegas de MPF.

Em seguida, a própria Erika explica o que aconteceu. Segundo ela, foi negociado com Moura e seu advogado que um depoimento seria entregue pronto. A delegada assinaria, embora não tivesse tomado as declarações.

“Ao que me lembre vocês negociaram o acordo com o Moura em um dia e combinaram de no outro o advogado trazer os termos prontos. No dia seguinte os advogados vieram na SR [Superintendência Regional] por parte da LJ [“lava jato”], então eles usaram meu nome no cabeçalho, mas não tomei e não participei de nenhum termo. Se ele está desdizendo, infelizmente não haverá gravações.”

A imprensa acabou sabendo que Moura afirmou não se lembrar sobre o que constava no depoimento e a “lava jato” passou a ensaiar uma resposta. A ideia foi dizer que as declarações do lobista não foram gravadas, mas que o depoimento ainda seria analisado “em conjunto com as demais provas que instruem o feito”.

Protegendo Erika

Em 25 de Janeiro, Dallagnol disse que o MPF deveria proteger Erika. “Adv e ele [Moura] têm que explicar, mas devemos proteger Erika. 

Se ela entendeu errado a orientação e agiu de boa-fé. Mas o advogado é evidentemente responsável. Eu acho que tínhamos que mostrar que a negativa [de que lembrava do depoimento] é irrelevante no contexto da prova. Isso deixaria sem sentido ou sem efeito a ideia de manipulação.”

O procurador José Robalinho Cavalcanti dá uma solução mais drástica. Diz que Moura deve ser preso. “E Fernando Moura voltou atrás da delação. Na frente do Moro desdisse tudo. 

Agora tem de ser exemplarmente punido — inclusive com prisão — ou o instituto sofrerá um abalo. Nada que os colegas da ‘lava jato’ não saibam muito melhor do que nós ou que não estivesse nos nossos cálculos. Com tantos delatores, era inevitável que alguém fraquejasse. Mas as defesas vão fazer um escarcéu”, afirmou.

“Depoimentos terceirizados”
Os depoimentos combinados com advogados eram prática comum da “lava jato” e tinham até nomenclatura própria: “terceirização dos depoimentos”, conforme dito pelo procurador Orlando Martello em parte dos diálogos.

“Já dei pra ver q a terceirização dos depoimentos não funciona. Temos que, no mínimo, qdo o Adv já vem com os depoimentos, lê-lo, aprofundar e gravar de modo a ficar registrado o q ele diz. Temos q consertar isso. Os maiores culpados disso fomos nós. Disponho-me no meu retorno a ajudar no caso”, disse Martello, ainda em referência ao caso envolvendo a delegada Erika.

Os procuradores também afirmaram que a tática de “terceirização” não aconteceu somente em um caso. “O mesmo ocorreu com padilha e outros. Temos q chamar esse pessoal aqui e reinquiri-los”, prossegue Martello, em possível referência ao lobista Hamylton Padilha.

Segundo a defesa de Lula, os procuradores “aludem nesse diálogo à ‘terceirização de depoimentos’, expressão utilizada para designar que teriam ocorrido perante autoridades, mas que, em realidade, não existiram”.

“Vale dizer, é possível aferir do material que muitos ‘depoimentos’ de delatores na ‘lava jato’ que levaram pessoas — inclusive o Reclamante — à prisão ou serviram para subsidiar conduções coercitivas, buscas e apreensões em residências, empresas e escritórios, dentre outros atos de extrema violência, possivelmente sequer existiram. Enquadram-se na categoria de ‘depoimentos terceirizados’ ou depoimentos que, embora tenham forma oficial, não foram coletados pela autoridade indicada”, prosseguem os advogados do petista.

A defesa do ex-presidente Lula é feita por Cristiano Zanin, Valeska Martins, Maria de Lourdes Lopes e Eliakin Tatsuo.

Forjado
Conforme publicou a ConJur no último dia 22, no intuito de colaborar com a atuação da “lava jato”, delegados da Polícia Federal forjaram e assinaram depoimentos que jamais ocorreram, tudo com a anuência dos procuradores de Curitiba.

“Como expõe a Erika: ela entendeu que era pedido nosso e lavrou termo de depoimento como se tivesse ouvido o cara, com escrivão e tudo, quando não ouviu nada… Dá no mínimo uma falsidade… DPFs são facilmente expostos a problemas administrativos”, afirmou Dallagnol.

Orlando Martello Júnior demonstra preocupação com a possibilidade de esses problemas administrativos levarem ao descrédito da força-tarefa de Curitiba. Diz que “se deixarmos barato, vai banalizar”.

Então propõe uma saída: “combinar com ela de ela nos provocar diante das notícias do jornal para reinquiri-lo ou algo parecido”. “Podemos conversar com ela e ver qual estratégia ela prefere. Talvez até, diante da notícia, reinquiri-lo de tudo. Se não fizermos algo, cairemos em descrédito.”

*Do Conjur


Fonte: https://antropofagista.com.br/


sábado, 6 de fevereiro de 2021

Garimpo Ilegal E Grilagem São As Maiores Cobiças Da Vida De Bolsonaro

SUED E PROSPERIDADE

07/02/2020

Garimpo Ilegal E Grilagem São As Maiores Cobiças Da Vida De Bolsonaro

Celeste Silveira 6 de fevereiro de 2021

Bolsonaro é obcecado por garimpo, agropecuária e hidrelétricas em terras indígenas.

A nova configuração de poder no Congresso é a mais favorável em tempos recentes à agenda do “correntão”, que pretende legalizar crimes já em curso na Amazônia, como grilagem de terras, desmatamento e garimpo em áreas indígenas.

Bolsonaro terá em Arthur Lira, experiente colecionador de infrações ao Código Penal, um parceiro à altura para conduzir a pauta da pilhagem. 

Em sua campanha à presidência da Câmara, o líder do centrão serviu-se de jatinho da Rico Táxi Aéreo, de Manaus. 

Em seu site, consta que a Rico cresceu no setor de transporte com “pequenas aeronaves que serviam ao garimpo na região”. A mesma empresa doou R$ 200 mil à campanha de Lira a deputado, em 2014.

Uma das maiores obsessões de Bolsonaro é o projeto que libera mineração, garimpo, agropecuária, construção de hidrelétricas e extração de petróleo e gás em terra indígena. 

O projeto trata os povos nativos com a mesma lógica do colonizador europeu: dividir para governar. 

Estimula conflitos em torno da repartição de poder e do dinheiro das indenizações que vierem a receber.

Na essência, é um projeto etnocida. Os cupins da manipulação política e econômica têm o potencial de desestruturar essas sociedades por dentro. 

É também genocida porque os povos terão, forçosamente, contato com todas as desgraças levadas pelos invasores: doenças, drogas, violência. 

E alguém acredita que os órgãos de fiscalização terão condições de agir nos confins da Amazônia se não foram sequer capazes de monitorar barragens em Minas Gerais ?

O projeto viola o preceito constitucional de respeito à integridade das terras “tradicionalmente” ocupadas pelos indígenas, criado durante a Constituinte em árduo processo de negociação entre a direita e a esquerda. 

Pela direita, pasme, o negociador foi o então senador Jarbas Passarinho, ex-ministro da ditadura. 

Mas aqueles eram tempos de diálogo e de gestação de um pacto para a reconstrução do país.

Hoje, estamos diante da destruição desse pacto e da ruína civilizatória. 

*Cristina Serra/Folha

CONTINUA

O Que As Mensagens Entre Moro E Dallagnol Revelam É Que Nunca Tiveram Qualquer Prova Contra Lula

Celeste Silveira 6 de fevereiro de 2021

O que ficou cristalino nos últimos vazamentos da Lava Jato, é que eles tinham provas de que Lula era inocente. Daí a sujeirada armada.

A revelação de culpa de Lula a partir de algum delito jamais foi mencionada nas mensagens trocadas entre Moro, Dallagnol de procuradores.

Isso revela a culpa dos manipuladores da Lava Jato. 

Foram confissões feitas em segredo, porque ninguém apresentou como verdade inquestionável qualquer imagem, documento, gravação que provassem o desvio de conduta de Lula.

O que vimos foi uma espécie de doutrina religiosa carregada de uma prática política imunda a partir de uma filosofia professada de que os pecados de Lula estavam associados ao seu projeto político e sua forma de governar a partir dos pobres.

O que, para nós, consiste basicamente em honestidade, por sua plena dedicação à causa dos segredados, é o real pecado que Lula cometeu sem o menor arrependimento, visto assim pela ótica dos lavajatistas.

Por isso tentaram aprontar todo tipo de vigarice que vimos nas confidências entre os procuradores e o próprio Moro, o reconhecimento de que Lula não era culpado de crime algum de que foi acusado.

Na verdade, os procuradores e o próprio Moro fizeram várias confissões da inocência de Lula, como faz alguém quando está embriagado, acreditando que levariam com eles para a sepultura um segredo que acabou por esmagar e reduzir a pó toda a farsa da Lava Jato.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Novela Da Globo: Vazamentos Escancaram Que Lava Jato Foi 100% Midiática E 0% Jurídica

SUEDE E PROSPERIDADE

05/02/2021

Novela Da Globo: Vazamentos Escancaram Que Lava Jato Foi 100% Midiática E 0% Jurídica

Celeste Silveira 4 de fevereiro de 2021

Vendo nos vazamentos das conversas em que os procuradores se divertiam com seus preconceitos contra Lula quando não encontravam provas e partiam para a galhofa, ao invés de ficarem em pânico, entende-se que todo esse sossego era alicerçado pela certeza de que eles não precisavam produzir provas, apenas formular uma narrativa fantasiosa para que, recebendo uma maquiagem das redações da Globo, fossem para o Jornal Nacional a partir de imagens grandiloquentes da PF em cada prisão efetuada.

Isso bastaria para convencer uma parte ávida da sociedade disposta a ver a todo custo o sangue de qualquer integrante do PT, depois de anos de campanha de ódio da própria Globo.

O mesmo vale tudo contra o PT, que marcou a Globo desde a farsa do mensalão, varou todos esses anos e se intensificou na Lava Jato, assim como na campanha que elegeu Bolsonaro.

A Lava Jato jamais se preocupou em de fato apresentar provas contra Lula ou alguém do PT, por isso viu-se tanto “kkkkkk” das gargalhadas que os procuradores davam na troca de mensagens, felizes da vida, mesmo sem conseguir um cisco de provas contra as suas vítimas.

Foram sete anos sem umazinha sequer, mas sempre souberam usar a garupa da Globo para vampirizar Lula e o PT.

Se eles não colhiam provas, como não colheram nenhuma, mesmo grampeando, de forma ininterrupta, os telefones dos advogados e do próprio Lula, e não conseguindo ao menos um assovio que incriminasse Lula, não tinha problema, a equitação vampírica estava garantida no Jornal Nacional. 

Era ali que os miolos do ninho fascista se remexiam para transformar as mãos furadas dos procuradores da Lava Jato em mãos heroicas na base da velha máxima de que “uma imagem vale mais que mil palavras”.

Por isso foi preciso transformar Moro e Dallagnol em canastrões da Globo, como a emissora faz com seus galãs e, logicamente, transformar Lula no pior vilão da história da humanidade.

Assim, a ópera bufa jamais precisou ter qualquer relação com a constituição, com as leis ou coisa que o valha. 

Tudo foi feito de forma azeitada pela mídia para transformar um inquérito furado num grande espetáculo de “combate à corrupção”.

Também por isso, a Globo não dá um pio sobre os vazamentos, porque é a parte principal da criminosa Lava Jato.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Vídeo: Bolsonaro É Escrachado Em Cascavel: “Genocida” E “Ladrão De Vidas”

Celeste Silveira 4 de fevereiro de 2021

Aos poucos, o movimento contra Bolsonaro cresce, ganha corpo e derruba a sua popularidade. É a fatura chegando, e vai ser bem alta.

Bolsonaro foi recebido aos gritos de “genocida” em Cascavel, no Oeste do Paraná. “Fora Bolsonaro, fora genocida”, gritaram os manifestantes.

Um deles afirmou que é “o presidente mais vagabundo do Brasil nos últimos anos”.

“A resistência está aqui para repudiar esse genocida que já assassinou mais de 220 mil pessoas no País”, disse. “Viemos aqui dizer não ao vagabundo que está destruindo o nosso País”.

Outro manifestante gritou “ladrão de sonhos”, “ladrão de vidas”.

Bolsonaro desembarcou no estado para inaugurar o Centro Nacional de Atletismo, no município paranaense. 

A obra foi construída com R$ 21,4 milhões de recursos federal e estadual. A expectativa é de que o novo centro fortaleça o atletismo.

Confira:

*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Bolsonaro admite incompetência: “Brasil está quebrado, não posso fazer nada”

SUED E PROPERIDADE

05/01/2021

Bolsonaro admite incompetência: “Brasil está quebrado, não posso fazer nada”

05/01/2021

Jair Bolsonaro admite sua própria incompetência administrativa e como gestor, e afirma que “o Brasil está quebrado, não consigo fazer nada”. 

Além disso, Bolsonaro acusou a mídia de ataca-lo e desgasta-lo,  de acordo com Bolsonaro a imprensa faz “trabalho incessante de tentar desgastar” o governo, mas que “vão ter que me aguentar até o final de 2022”.

Bolsonaro agora reconhece sua incompetência e narra sua “impotência” diante do desastre que é sua gestão em todos quesitos, de acordo com Bolsonaro, o Brasil “está quebrado”  e que ele não consegue “fazer nada”.

Bolsonaro, diante de apoiadores, nos portões do Palácio da Alvorada, em Brasília, responsabilizou a imprensa pelo seu fracasso, dizendo que disse haveria “um trabalho incessante de tentar desgastar”. Garantiu, entretanto, que aguenta no poder até 2022.

“Chefe, o Brasil está quebrado, e eu não consigo fazer nada. Eu queria mexer na tabela do Imposto de Renda, teve esse vírus, potencializado por essa mídia que nós temos. 

Essa mídia sem caráter. É um trabalho incessante de tentar desgastar para tirar a gente daqui e atender interesses escusos da mídia”, disse Bolsonaro para um grupo de apoiadores na parte externa do Palácio da Alvorada, segundo o UOL.

Devido a isso, formadores de opinião passaram a pedir Impeachment de Bolsonaro.

E você o que acha ?

O reconhecimento da incompetência não é um bom convite à renúncia ?


CONTINUA

Lula tem grande vitória: Juiz dá acesso ás mensagens de Moro e Dallagnol

05/01/2021

O ex-presidente Lula tem uma das maiores vitórias jurídicas, arriscamos dizer a maior e que fará todo diferencial, juiz acata determinação do Ministro do STF,  Ricardo Lewandowsky e dá acesso a defesa do ex-presidente Lula às mensagens obtidas pela Operação Spoofing. 

Essas mesmas mensagens que os hackers da Vaza Jato, entregaram à redação do The Intercept Brasil e sacudiram a cena política brasileira.

Lula pode considerar hoje (5), que tem em mãos sua maior cartada e vitória política contra a farsa jurídica da Operação Lava Jato, que foi montada para impedir sua vitória nas eleições de 2018.

O juiz Gabriel Zago Capanema de Paiva, plantonista da 10ª Vara Federal Criminal do Distrito Federal, determinou cumprimento de ordem judicial do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski que libera o acesso da defesa do ex-presidente Lula a mensagens apreendidas pela Operação Spoofing.

“Com esse intuito, oficie-se à Divisão de Contrainteligência da Diretoria de Inteligência da Polícia Federal (…). 

Considerando a urgência do provimento, confiro ao presente despacho força de ofício para fins de cumprimento. Intime-se o requerente. Comunique-se o Ministro Relator acerca do teor deste despacho”, escreveu em decisão o juiz Gabriel Zago.

Com as mensagens apreendidas da Operação, Lula terá acesso ás mensagens que os hackers liberaram para todo o Brasil, da Vaza Jato, onde celulares de autoridades e membros da Operação Lava Jato foram invadidos e tiveram as conversas divulgadas.

Entre elas conversas do ex-juiz Sérgio Moro, de Deltan Dallagnol e de procuradores da Lava Jato, que mostravam parcialidade e preferência política através dos diálogos e decisões combinadas. 

Os próprios procuradores da Operação Lava Jato, admitiram que apoiaram Bolsonaro nas eleições de 2018.

Com isso, o ex-presidente Lula terá como provar a lawfare que foi movida contra ele e provar a motivação política-ideológica e criminosa da Lava Jato, em prende-lo e levantar processos para impedir sua vitória nas eleições de 2018.

Além disso, perícia da Polícia Federal confirmou que as mensagens são autênticas e que os diálogos neles contidos são reais e não adulterados ou editados.

Com informações do Conjur


Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Está Na Hora De Perguntar Quem Ganhou E Quem Perdeu Com A Organização Criminosa Lava Jato

SUED E PROSPERIDADE

02/12/2020

Está Na Hora De Perguntar Quem Ganhou E Quem Perdeu Com A Organização Criminosa Lava Jato

Celeste Silveira 1 de dezembro de 2020 

Não vamos aqui entrar no mérito da esbórnia institucional que é o sistema de justiça no Brasil que deixou a coisa chegar aonde chegou, a partir de uma quadrilha montada por um juiz de primeira instância que arruinou a economia brasileira, dizimou milhões de empregos de trabalhadores e trabalhadoras e levou o país ao caos em que se encontra.

Isto é um fato definitivo que não tem mais o que se discutir. A fragilidade institucional do sistema de justiça no Brasil, pelo menos como garantias para a sociedade, é uma aberração do tamanho da aberração que é o espírito de corpo dessa casta impenetrável que vive em um mundo paralelo gozando dos maiores salários e privilégios da República.

Isso já explica como os bandoleiros de Curitiba avançaram, assim como os chamados novos cangaceiros, desses que barbarizaram a cidade de Criciúma nessa madrugada para levarem uma caçamba de dinheiro.

A docilidade que os crimes cometidos pelo juiz e pela Força-tarefa da Lava Jato encontraram como resistência das instituições de controle, não tem graça comentar, o que faz a nossa paupérrima democracia ser reduzida a um mero nome fantasia.

O que aqui se coloca, já que não há por onde estabelecer uma discussão mais ampla tal o nível de contaminação de um sistema de justiça apodrecido, que vamos tratar, a grosso modo, quem, na sociedade, ganhou e quem perdeu.

Dos partidos políticos, o PMDB, que abriga os maiores bandidos da história da República, chegou ao poder com Temer, num combinado de vigaristas em que participaram Eduardo Cunha e Aécio Neves para derrubarem, não simplesmente uma presidenta honrada, mas mais de 54 milhões de votos dados a ela.

Então, começamos essa conta com o que há de mais importante para os brasileiros, a sobrevivência, lembrando que, sem apresentar até hoje, um esboço, um rabisco, um borrão, uma desconfiança qualquer de provas contra Lula, Moro o condenou e prendeu para transformar Bolsonaro em presidente da República e ganhar um ministério.

Bolsonaro, no poder, transformou-se no genocida que ele prometia ser já durante sua trajetória como deputado, inútil para a sociedade tanto quanto é como presidente, por total frieza, aspereza humana e total desleixo com a vida de quem não é de sua família. 

Bolsonaro transformou a pandemia no Brasil numa bomba biológica que ele produziu contra a população com seu negacionismo criminoso, matando, até aqui, mais de 173 mil brasileiros.

Do ponto de vista econômico, desde o golpe com Temer e, depois, com Bolsonaro, os bancos nunca lucraram tanto, sendo disparado os mais beneficiados financeiramente com a instalação da Força-tarefa desse cangaço curitibano.

A incontável quantidade de dinheiro que a Petrobras teve que pagar de indenização aos americanos, os mesmos que, agora, pagarão a Moro, em dinheiro vivo, por seus serviços sujos em prol dos EUA, também está entre os benefícios financeiros que a Lava Jato, Moro e procuradores produziram contra o país.

Isso, depois de Moro e, principalmente Dallagnol, rechearem os bolsos com volumosas quantias não declaradas à sociedade, com palestras, a maioria paga pelo sistema financeiro, enquanto, do outro lado, explodiu um número de moradores de rua Brasil afora. 

O país voltou ao mapa da fome, assim como houve um aumento importante da mortalidade infantil em decorrência da fome, mortalidade que havia sido erradicada pelos governos Lula e Dilma.

Mas a coisa não para aí. Com a quebradeira provocada por esse filão de aspectos aqui citados e tantos outros que só não citamos para que esse texto não se transforme em uma bíblia, os grandes abutres internacionais do sistema financeiro estão comprando na liquidação empresas brasileiras que se encontram na bacia das almas, e são muitas, milhares, o que, consequentemente produzirá ainda mais desemprego no país.

Moro que, segundo Mainardi, seu assessor de comunicação, vai para Washington trabalhar na empresa Alvarez & Marsal, consultoria que administra os escombros da Odebrecht, receber uma bolada como capanga de milícia que é, não desistiu de se candidatar à presidência da República. 

Ou seja, o cínico ainda tem a pachorra de querer posar de herói em carro aberto sobre os escombros de um país arrasado pela Lava Jato com os aplausos calorosos de Cármen Lúcia, Fachin, Barroso e Fux.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Carol Proner: Sergio Moro É Sinônimo De Traição Nacional

Celeste Silveira 1 de dezembro de 2020

Ainda sob impacto das eleições municipais, quando o país busca decifrar o mapa das forças políticas pós segundo turno, um personagem surpreender uma vez mais pela capacidade de se reinventar e escapar dos crimes que cometeu contra país. 

Não falo do filho do Presidente ou mesmo dele próprio, mas do ex-juiz, do ex-ministro, agora advogado e consultor jurídico da própria empresa que ajudou a destruir. 

Sérgio Moro escandaliza novamente ao aparecer como consultor da Alvarez & Marsal, consultoria americana especializada em gestão de empresa e que atuará na recuperação judicial da Odebrecht.

Escandaliza para quem tem princípios, caráter. Mas, olhando o leque de opções do nefasto personagem, que sonhou com a Presidência da República, as saídas não eram tantas. 

A querida esposa Rô, cultivada nos círculos do Graciosa Country Club, em Curitiba, depois de circular entre vips no eixo Rio-São-Paulo-BSB, agora sofre de enxaquecas e ataques de pânico.

 E a carta na manga dos “States”, um prêmio de consolação ou uma válvula de escape, já estava no horizonte do excelentíssimo quando largou a carreira da magistratura. Esse efetivamente não é o maior problema.

De um ponto de vista jurídico-político, a indignação diante da conduta sem escrúpulos não deve ser a única reação, mas sim o silêncio – das instituições, dos setores nacionalistas, da imprensa, do Supremo Tribunal Federal – que paira diante dos escombros provocados pela destruição da indústria da construção civil e da cadeia de óleo e gás provocada pela Lava Jato.

O acobertamento ou a naturalização das ilegalidades cometidas por um punhado de procuradores que favoreceram os acordos de cooperação em matéria penal entre órgãos (públicos e privados) de outro país, por meio de relações obscuras e ilegais. 

Interesses que vêm sendo desvendados como imperialistas, para ir direto ao ponto. E um juiz que, como até capivaras do Lago Paranoá ou do Parque Barigui, na “República”, sabem, foi absolutamente parcial nos processos nos quais atuou, em especial contra o ex-Presidente Lula e o partido dos trabalhadores. 

Foi um agente. E esta constatação se alinha com o recente convite para ser consultor da empresa que administra os escombros, corroborando com o que todo mundo já sabe e que foi brilhantemente exposto no “Livro das Suspeições”, organizado por juristas do Grupo Prerrogativas.

*Carol Proner/DCM

Fonte: https://antropofagista.com.br/