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terça-feira, 3 de agosto de 2021

Vídeo: O Reverendo Vigarista Que Revelou O Mar De Corrupção Do Governo Bolsonaro

SUED E PROSPERIDADE

03/08/2021

Vídeo: O Reverendo Vigarista Que Revelou O Mar De Corrupção Do Governo Bolsonaro

Celeste Silveira 3 de agosto de 2021 

Que depoimento! Que reverendo vigarista! Quem não assistiu, perdeu um depoimento que teve mentiras do começo ao fim, com direito a choro, pedido de perdão aos senadores, e se autointitular bravateiro. 

Isso mesmo, e foi o advogado quem soprou no ouvido do depoente, “fala que é bravata”. 

Ou seja, é o retrato fiel do governo Bolsonaro, cercado por figuras do tipo do picareta reverendo Amilton Gomes que participou da negociação de vacina junto ao ministério da Saúde.

Assista:

CONTINUA

Vídeo: Reverendo Chora E Omar Aziz Não Perdoa “Era Tudo Fanta Laranja”

Celeste Silveira 3 de agosto de 2021

O reverendo Amilton Gomes, que presta depoimento à CPI da Covid nesta terça-feira (3) por ter negociado vacinas com o Ministério da Saúde, chorou após ser provocado pelo senador governista Marcos Rogério, que questionou se ele não estava arrependido de ter se envolvido com golpistas em esquema de vacinas.

“Peço desculpa ao Brasil porque o que eu cometi não agradou aos olhos de Deus, mas estou aqui para voltar e dizer que eu… quem me conhece sabe, na minha igreja eu tiro os meus sapatos para pessoas carentes que chegam lá”, disse o reverendo, chorando. 

“Esse erro que eu cometi foi um erro que, se eu pudesse voltar atrás, eu voltaria. Peço perdão a todos os senadores e deputados”, completou.

O reverendo se disse ativista em causa humanitária, responsável por uma ONG criada por ele, a Senah – Secretaria Nacional de Assuntos Humanitários. 

Foi em nome dela que o líder religioso contatou o governo federal, mas sem explicar com quem tem acesso para ter apresentado representantes de empresas privadas que ofereciam vacinas que sequer existiam, como Luiz Paulo Dominghetti e Cristiano Carvalho, da Davati.

“O senhor chorou e se arrependeu do quê?”, indagou o presidente da CPI, Omar Aziz, após o choro. “Era tudo fanta laranja”, continuou, em referência aos representantes da Davati e ao próprio reverendo. 

“É tudo Fanta, você toma e não tem gosto de laranja, mas é Fanta”, explicou. “Essa história não dá para entender. 

Como é que o senhor foi recebido sem ter credencial alguma para isso? As suas credenciais não eram boas”.

*Com informações do 247

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 28 de março de 2017

Estados tem 6 meses para se adaptarem à Reforma da Previdência

Estados tem 6 meses para se adaptarem à Reforma da Previdência
Caso contrário, precisarão seguir as regras aprovadas pelo Congresso
Publicado em: 28/03/2017 22:54 Atualizado em:
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Os estados e municípios brasileiros se encontram num impasse entre o Governo Federal e suas assembleias legislativas. Nesta terça-feira (28), o secretário da Previdência Marcelo Caetano anunciou que estes terão seis meses para ajustar seus sistemas previdenciários, conforme acharem adequados. 

Caso contrário, precisarão seguir as regras aprovadas pelo Congresso. 

O anúncio desagradou os governadores, que alegaram dificuldades para convencer sozinhos as assembleias legislativas a aprovarem reformas locais dessa complexidade. 

Por isso, o Governo estipulou o prazo de seis meses para os estados fazerem suas reformas.

No entanto, uma parte da base aliada apresentou resistência em relação à medida. 

Deputados afirmaram que isto traria de volta a pressão sobre eles, mas o governo pretende manter a emenda mesmo assim. 



quinta-feira, 9 de março de 2017

BOMBA: Calheiros declara que Cunha está comandando governo e chantageando Temer de dentro da prisão!

BOMBA: Calheiros declara que Cunha está comandando governo e chantageando Temer de dentro da prisão!
9 de março de 2017
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Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado, está bem irritado com as nomeações recentemente feitas. 

Assim, decidiu “abrir a boca”. O mesmo, declarou que o ex-deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está atuando no governo do atual presidente, Michel Temer, de dentro da penitenciária que se encontra desde de setembro.

Segundo o site da ‘Uol’, ‘Congresso e Foco’, após almoço com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, Renan sugeriu que Temer está sendo chantageado por Cunha e apontou o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, de ser o porta-voz do ex-presidente da Câmara no Palácio do Planalto. 

Renan demonstrou irritação com as nomeações do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) como novo ministro da Justiça, de André Moura (PSC-SE) como líder do governo no Congresso, e de Aguinaldo Ribeiro Ribeiro (PP-PB) para a liderança do governo na Câmara. 
Os três atuaram como aliados de Cunha na Câmara. 

O alagoano afirmou, ainda, que o governo é alvo 
de disputa entre o PSDB e o grupo do ex-deputado preso. O ex-presidente do Senado insinuou também que Temer não faz a leitura correta do atual cenário. 

“Os últimos sinais emitidos pelo governo com as nomeações mostram que há uma disputa entre o PSDB e o núcleo da Câmara ligado a Eduardo Cunha pelo comando do governo. 

Os sinais são, de um lado, o fortalecimento do PSDB, que é legítimo porque faz uma sustentação importante no governo, e o fortalecimento do grupo originário da Câmara ligado a Cunha”, declarou o senador ao voltar do Planalto. 

Segundo o senador, Cunha trabalha para emplacar o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, que foi seu advogado e é seu amigo pessoal, para o comando da pasta, no lugar do ministro Eliseu Padilha, que estava licenciado para a retirada da próstata. O ministro confirmou ontem a volta ao trabalho. 

“Eu disse ao Moreira: fala com o Padilha para voltar imediatamente porque senão o Eduardo Cunha senta lá na cadeira dele o Gustavo Rocha. O (Eliseu) Padilha tem que voltar logo, já está sarado”, relatou. As críticas de Renan estão relacionadas ao movimento da bancada do PMDB na Câmara. 

Marun e outros três deputados peemedebistas assinaram carta pedindo a saída de Romero Jucá e outros acusados na Lava Jato do comando partidário. 

Jucá é o atual presidente da legenda. De acordo com o líder do PMDB no Senado, o avanço do grupo de Cunha ocorreu após o encontro entre Marun e o ex-deputado na prisão, em Curitiba. 

“Depois de avançar no governo, essa gente vai avançar sobre o partido. 

Essa carta do Marun veio depois da conversa que ele teve lá com o Cunha em Curitiba e agora age como seu porta-voz. 

Isso é tão óbvio! Imagina, o PMDB que tem um papel histórico, ser comandado pelo Marun? Nessa disputa entre o PSDB e o PMDB do Eduardo Cunha pelo comando do governo, nós somos radicalmente a favor do PSDB”, disse o senador.  Marun alega que visitou Cunha apenas por solidariedade. 

“O senador está vendo fantasmas. 

Eu fui visitar Eduardo Cunha, realmente, numa visita solidária, porque eu posso entrar num presídio e sair, coisa que outras pessoas talvez não consigam fazer. Eu não tenho medo de cara feia. 

Se ele é tão apaixonado pelo PSDB, ele que vá para o PSDB ver se aceitam ele lá”, declarou o deputado ao jornal Globo.

 [Via Agência de Notícias.]







quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Governo elimina multa a empresa que demitir sem justa causa

Governo elimina multa a empresa que demitir sem justa causa
15 DEZ2016    19h44
 
Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil

No prazo de dez anos, a multa cobrada do empregador em caso de demissão do trabalhador sem justa causa será eliminada. 

A medida, anunciada pelo presidente Michel Temer em meio a um pacote para incentivar o crédito e a geração de empregos, tem como objetivo reduzir os custos indiretos para os empresários, de acordo com a equipe econômica.

De acordo com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, a intenção é adotar a redução nos valores de forma gradual para que não cause impactos no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Por meio de um projeto de lei complementar, o governo quer eliminar a multa, hoje em 10% sobre o saldo do FGTS, cobrada nos casos de demissão sem justa causa. O objetivo é reduzir um ponto percentual por ano, durante dez anos. 

Ao anunciar a medida, o presidente informou que os valores não são repassados aos trabalhadores e disse que a multa "naturalmente onera os empresários".

"A medida não tem impacto fiscal e reduz o custo do empregador, favorecendo a maior geração de empregos", informou o governo, por meio de material distribuído durante o anúncio.

Rendimento
Outra novidade no FGTS será a distribuição de metade do resultado líquido do fundo para as contas dos trabalhadores. Segundo Dyogo Oliveira, o objetivo é ampliar a remuneração dos valores depositados em pelo menos dois pontos percentuais, fazendo com que o rendimento fique mais semelhante ao que o trabalhador teria se depositasse o dinheiro na poupança.

"O que estamos fazendo é agregar a distribuição de uma parcela de 50% do resultado líquido do FGTS com isso, o total vai depender do total do fundo, mas haverá um acréscimo. Achamos que se aproxima em remuneração à da poupança. 

Isso não vai prejudicar políticas com o FGTS, porque será distribuído apenas o resultado líquido. Não há alteração dos passivos do fundo", explicou o ministro.

Microcrédito
Assim como pretende fazer com as pequenas e médias empresas, o governo também estuda ampliar o limite de enquadramento para acesso ao microcrédito produtivo. Atualmente, o teto do faturamento anual é de R$ 120 mil. A intenção é elevar o limite do programa para um ganho de R$ 200 mil por ano.

De acordo com Dyogo Oliveira, as operações têm custo baixo para as instituições financeiras, mas são importantes para os autônomos, que necessitam desse tipo de crédito.

O limite do nível de endividamento total permitido também será ampliado, de R$ 40 mil para R$ 87 mil, assim como o teto para cada operação, que subirá dos atuais R$ 15 mil para pouco mais de R$ 20 mil. 

"Também teremos várias alterações de regras operacionais para facilitar, como a fiscalização por meios não presenciais", disse ainda o ministro.

Agência Brasil





terça-feira, 23 de agosto de 2016

Odebrecht e Pinheiro entregam Aécio, Alckmin, Aloysio e Serra

Odebrecht e Pinheiro entregam Aécio, Alckmin, Aloysio e Serra
 Itamar Calado  21:47:00  22/08/2016
 
Pinheiro e Marcelo Odebrecht, às autoridades, disseram que 
apontavam os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por 
considerá-lo oportunista

Por Redação – de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e São Paulo
As delações premiadas na Operação Lava Jato acabam de causar o comprometimento dos três principais líderes do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o chanceler do governo golpista, José Serra, foram citados em delações premiadas e, agora, homologadas no Supremo Tribunal Federal (STF). Tanto o presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, quanto Marcelo Odebrecht, principal executivo da empresa que leva seu nome, confessaram em juízo que os três líderes tucanos receberam propina de esquemas fraudulentos montados na Petrobras e em outras empresas públicas.
Pinheiro, às autoridades, disse que apontava os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista ao se beneficiar do ambiente de instabilidade política instaurado, com apoio da mídia conservadora, e golpista, após as eleições de 2014. Em seu depoimento, Léo Pinheiro revela pagamentos de propinas, ao então governador, no total de 3% sobre os valores superfaturados nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais. Quem recebeu, segundo o empreiteiro, foi o tesoureiro informal da campanha de Aécio Neves, o empresário Oswaldo Borges da Costa.

O segundo a cair na malha fina da Lava Jato foi o senador José Serra.
 O candidato derrotado por Dilma Rousseff, em 2010, já deixou pegadas no lodo do escândalo conhecido como ‘Privataria Tucana’ e, dessa vez, foi apontado como beneficiário do dinheiro ilícito apurado nas obras viárias do Rodoanel, pagas por Marcelo Odebrecht. Em sua defesa, disse apenas que nunca autorizou ninguém a falar em seu nome, sem admitir, ou negar, os fatos.
Alckmin, por último, mas não menos importante, vê-se enredado na Operação Alba Branca, na qual o aliado e seu ex-secretário-chefe da Casa Civil Luiz Roberto dos Santos – ou Moita, como é conhecidio – posa ao lado de Edson Aparecido, acusado de comandar a máfia da merenda. Aparecido foi fotografado ao lado de Alckmin, em seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
Moita, segundo os investigadores, comandava também — a partir de seu gabinete — contatos diretos com suspeitos de fraudar licitações e superfaturar produtos agrícolas destinados à merenda escolar. Um dia antes de deflagrada a operação policial, Luiz Roberto foi exonerado do cargo de confiança por Geraldo Alckmin e voltou para sua função de origem, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Na CPTM, o Moita é apontado como um dos suspeitos na formação do cartel que superfaturou as obras do Metrô paulista, em um escândalo de proporções internacionais, com a participação de gigantes do setor, como a empreiteira francesa Alston e a alemã Siemens.
Depois de comprometidas as possíveis candidaturas dos chefes tucanos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) — líder do governo golpista, no Senado, suspeito de trair o líder guerrilheiro Carlos Marighella, na década de 70, e levá-lo para a morte em armadilha montada na capital paulista — foi tragado nas investigações da Lava Jato. Nunes fora também citado na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia e da Constran. Pessoa confessou pagamentos ao caixa 2 de Aloysio, na campanha dele em 2010.
O senador repele a denúncia, ao afirmar que “não há nem haverá provas” de que ele usou dinheiro sujo na campanha, mas a partir desta segunda-feira, passa a enfrentar uma nova denúncia, dessa vez, com origem em seu passado nebuloso. Diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro teve aprovada, no STF, a denúncia contra Aloysio, de que entregara a um amigo do senador da década de 1970, quando integravam o grupo guerrilheiro Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Marighella.

O delator confirmou à PF uma doação de R$ 200 mil em dinheiro vivo, para a campanha de Aloysio, entregue na sede da empresa em São Paulo ao advogado Marco Moro, que mantém relação de amizade com Nunes desde a década de 70, quando ambos, perseguidos da ditadura, exilaram-se na Europa. Moro nega a denúncia. 

Além dos R$ 200 mil alegadamente destinados ao caixa dois da campanha tucana, 

Pinheiro relatou aos investigadores que a UTC doou R$ 300 mil, por vias oficiais, em duas parcelas, uma de R$ 100 mil e outra de R$ 200 mil, registradas na prestação de contas de Nunes, o que confirma a delação de Pessoa sobre o dinheiro vivo pago a contratados na boca de urna, uma prática considerada também ilegal pelas autoridades eleitorais do país.

Mais podres de Alckmin a Serra
O calvário dos tucanos até o cadafalso eleitoral, porém, está longe de terminar. Nesta manhã, o advogado responsável pelas negociações da delação premiada de Marcos Valério com o Ministério Público de Minas Gerais confirmou que pretende revelar “entre 15 e 20” autoridades, que incluiriam atuais integrantes do governo do presidente de facto, Michel Temer, até políticos do PT, do PSDB, do PMDB e de outras siglas, em troca da redução nas penas previstas em Lei.

Os acusados, dessa vez, estão envolvidos no escândalo conhecido como ‘mensalão mineiro’, na origem da ação penal 470. Entre os principais envolvidos está o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo (PSDB), do mensalão do PT e da Lava Jato.

— Tem gente sobre quem ele pode falar e ainda não apareceu. Tem deputados estaduais, federais, senadores e ex-senadores. Alguns não teriam sido reeleitos se ele já tivesse feito a delação. Tem também gente do atual governo de Michel Temer — encerra Jean Robert Kobayashi, em recente entrevista a jornalistas. Valério foi condenado em 2012 a 37 anos de prisão pelo esquema do chamado mensalão do PT.

domingo, 21 de agosto de 2016

NOVA ORDEM MUNDIAL

             NOVA ORDEM MUNDIAL
21de agosto de 2016

Tradução Google 

É muito importante durante esses tempos de engano profundo que sabemos o que os planos das elites (leia psicopatas satânicos) ter para implementar a sua nova ordem mundial e uma religião mundial. O Papa e cabeça do exército jesuíta está trabalhando para unir todas as religiões sob uma única bandeira e fazer a cabeça desta religião a cabeça do One World Religion. Há planos vazados, chamado Projeto Blue Beam que descreve como todos as religiões do mundo estarão unidos sob uma Messias estrangeiro. Este Messias alienígena é um deus falso e realmente um falso alienígena. Nesta Belief World Beyond, a equipe analisa a forma como este projecto poderá ser realizado com a ajuda das religiões, dos Governos e do Cult of Science. 
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* Quando um evento bizarro foi capturado em filme mostrando o que parecia ser arranha-céus escuros que flutuam nas nuvens acima China, o mundo ficou perplexo. 
Enquanto os cientistas se apressaram para descartar a ocorrência como uma miragem, nem todos concordaram. 
Nos dias após o evento, uma teoria da conspiração particular, começou a reunir sério impulso - a crença de o avistamento foi o resultado de uma missão da NASA secreta conhecida como Projeto Blue Beam. 
Canadian jornalista e teórico da conspiração Serge Monast desenvolvido pela primeira vez a teoria em 1994, antes de publicar suas crenças em um livro intitulado Projeto Blue Beam. 

https://en.wikipedia.org/wiki/Serge_Monast

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Moeda virtual bitcoin é um ativo e transações precisam ser declaradas no IR

Moeda virtual bitcoin é um ativo e transações precisam ser declaradas no IR
Posted By Redator on 16 de agosto de 2016
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A Receita Federal trata o bitcoin como um ativo, comparável a ações de empresas que estão na bolsa de valores. Isso significa que pessoas que tiverem ganhos com a compra e venda de bitcoins precisam declarar isso no Imposto de Renda e pagar os tributos cabíveis.
Na declaração de IR deste ano, referente a 2015, isso foi obrigatório. O Banco Central se manifestou a respeito de “moedas virtuais”, por meio de um comunicado, em fevereiro de 2014.
A autoridade monetária deixou claro que, naquele momento, não as considerava como uma moeda propriamente dita, como o real ou o dólar.
“As entidades e pessoas que emitem ou fazem a intermediação desses ativos virtuais não são reguladas nem supervisionadas por autoridades monetárias de qualquer país”, disse, na ocasião, a instituição.
O BC alertou ainda para a falta de lastro físico. Lembrou que moedas virtuais, como o bitcoin, não têm garantia de conversão para o real nem são garantidas “por ativo real de qualquer espécie”.
Como o volume de transações também é baixo, na comparação com outros ativos globais, a variação de preços das moedas virtuais, na visão do BC, pode ser muito grande e rápida, “podendo até levar à perda total do seu valor”.
Como o bitcoin não é considerado pelo BC uma moeda, as corretoras e empresas que negociam ou fazem a intermediação de valores não estão sujeitas a nenhuma fiscalização. Há apenas a autorregulação.
“Pedimos documentos ao cliente, verificamos se eles são regulares, não aceitamos depósitos para compra de bitcoins em dinheiro vivo. Além disso, as transações na plataforma são feitas apenas com a conta do titular. É uma forma de evitar lavagem de dinheiro”, afirma Marcelo Miranda, diretor da FlowBTC, uma plataforma para negociação de bitcoins mais voltada para traders (profissionais que operam no mercado financeiro).
“É uma questão de conhecer o cliente. Se ele faz alguma compra que chame a atenção, consultamos se a pessoa é, por exemplo, politicamente exposta”, afirma João Paulo Oliveira, sócio da Foxbit, outra plataforma de compra e venda de bitcoins.

Por meio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), ligado ao Ministério da Fazenda, é possível consultar se o cliente está no Cadastro de Pessoas Politicamente Expostas e se pode estar envolvido em atividades ilegais.

Matéria: Exame

terça-feira, 26 de julho de 2016

Governo acaba com o Ciência Sem Fronteiras para cursos de graduação

Edição do dia 26/07/2016
26/07/2016 08h04 - Atualizado em 26/07/2016 10h38
Governo acaba com o Ciência Sem Fronteiras para cursos de graduação
Ministério avaliou que era caro e muitos alunos não estavam preparados. Se houver dinheiro, serão oferecidas bolsas de pós-graduação no exterior. 
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O governo confirmou o fim do Programa Ciências Sem Fronteiras para os alunos de graduação. A justificativa é o preço. Nem dinheiro em caixa é garantia da volta dessas bolsas, realmente agora vai dar uma parada pelo menos nos cursos de graduação.
A prioridade agora é outra. Se tiver dinheiro no ano que vem, será usado para bolsas na pós-graduação. O Ministério da Educação avaliou que era alto o custo para mandar alunos da graduação para o exterior e que muitos nem estavam preparados para estudar fora.
Foi uma experiência inesquecível. A Bia mostra, com o maior orgulho, as fotos do período em que passou em Glasgow, na Escócia. Ela estudava psicologia na Universidade de Brasília e foi selecionada para participar do Programa Ciência Sem Fronteiras.
“A gente cria uma rede de contatos no Brasil com esses outros inter cambistas também. A gente troca ideias, faz interfaces com a nossa área, cria ideias de pesquisas”, afirmou a psicóloga Beatriz Yamada.
Hoje, a psicóloga diz que valeu muito a pena, mas faz algumas críticas ao programa que, segundo ela, investe alto para mandar alunos para o exterior, mas não cobra quase nada no retorno.
“Acho que tem possibilidade da gente trazer de retorno para o Brasil o que a gente aprendeu lá e talvez formar um grupo mesmo, compartilhando essas experiências”, afirmou Yamada.
O programa começou em 2011 e já mandou mais de 100 mil alunos de graduação e pós-graduação para universidades no exterior. A maioria das bolsas, 65 mil, foi para estudantes que ainda estavam na faculdade. Ano passado e este ano já não teve seleção para novas bolsas. Por falta de recursos, foram mantidos apenas os alunos que já tinham sido selecionados antes e agora o programa deve mudar.
O governo diz que o Ciência Sem Fronteiras não acabou, mas como já não tinha mesmo previsão no orçamento deste ano para selecionar novos bolsistas, o Ministério da Educação decidiu fazer uma avaliação do programa. Chegou à conclusão de que custa muito caro para manter os alunos lá fora, principalmente os de graduação. Isso porque a maioria dos selecionados não tinha conhecimento suficiente de língua estrangeira para frequentar as aulas. Então primeiro tinham que passar alguns meses, lá fora, estudando a língua, antes de fazer as matérias específicas. Então a partir de agora, se tiver dinheiro no Orçamento do ano que vem para o programa, as bolsas vão ser só para alunos de pós-graduação.
A Capes, um dos órgãos do Ministério da Educação que concede as bolsas, diz que o custo médio de um bolsista de graduação no exterior é de R$ 100 mil por ano.
“Do ponto de vista do país, a gente tem que considerar, sim, a questão do custo benefício, porque nós temos outras carências, nós temos o ensino básico, que tem uma carência muito grande”, declarou o presidente substituto do Capes, Geraldo Nunes.
Ele explicou que, além disso, a vantagem dos bolsistas de pós-graduação é que normalmente eles publicam artigos em revistas estrangeiras importantes, o que conta muito para as universidades brasileiras.
O Pedro, estudante de engenharia de produção, que pretendia se candidatar a uma bolsa do programa ainda na faculdade, ficou frustrado.
“Um currículo com Ciência Sem Fronteiras é um peso a mais. Pessoal vai lá para fora, amigos meus que foram para Holanda e Bélgica, trabalham com logística e viram coisas que eu só vou ver lá no meu 10º semestre, nono semestre. Tecnologias completamente diferentes que a gente tem aqui. Vai para Europa trabalha com logística, vê uma malha ferroviária gigantesca, que a gente não tem essa disponibilidade de ir conhecer essas ferrovias. É uma pena”, afirmou o estudante Pedro Nascimento.

Quem já está no exterior não será atingido por essa decisão do governo. São cerca de 10 mil bolsistas. Eles vão continuar recebendo os pagamentos das bolsas até o fim do intercâmbio.

domingo, 24 de julho de 2016

A VERDADE ESTA SENDO REVELADA Oficial americano pede impeachment....

                      A VERDADE ESTA SENDO REVELADA
domingo, 24 de julho de 2016
Oficial americano pede impeachment do Presidente dos EUA por conspirar com extraterrestres contra os cidadãos
Por Jacinto Pereira
O Texto abaixo foi retirado do livro: OVNI – Mistério Desvelado A Incrível Verdade. Do Escritor: Sérgio O. Russo
A PETIÇÃO COOPER:
UM DESAFIO ABERTO À CONSPIRAÇÃO UFO
E, pelo que tudo indica, Milton Willian Cooper decididamente não estava brincando! Sua “carta- bomba”, denunciando ao mundo essas incríveis ligações do Governo Americano com a raça de alienígenas que colocariam a humanidade em franco perigo, é datada de 1988. Um ano depois, ou seja 1989, ele e mais dezenas de pessoas de todos os níveis sociais e que certamente deviam saber o que faziam, corajosamente enviaram ao Congresso dos  EUA a seguinte petição:


PETIÇÃO DE ACUSAÇÃO:
O Governo dos Estados Unidos da América , tendo  sido formado sob a Constituição e tendo sido devidamente  eleito e nomeado pelo povo, sob os termos da Constituição, 
tem violado a verdade pública, termos,condições e leis do país, conforme estabelecidas dentro da Constituição desses Estados Unidos da América.
A saber:
1) o Governo aprovou e entrou num tratado secreto com uma nação alienígena, contra os termos da Constituição e sem avisar e obter o consentimento do Congresso e do povo.
2) O governo, neste tratado, deu a essa nação alienígena terras e bases dentro das fronteiras dos Estados Unidos da América.
3) O Governo, mediante este tratado, negociou vidas humanas e propriedades em troca de tecnologiaalienígena e negou aos cidadãos a plena proteção legal que lhes é devida, de acordo coma Constituição. A propriedade é representada por rebanhos e terras.
4) por se apoderar de vidas humanas, propriedades e rebanhos dos cidadãos dos Estados Unidos e em v irtude do cometimento de numerosos outros atos bárbaros e
inomináveis, essa nação alienígena provou ser mortal inimiga do povo, da nação e de toda a humanidade. Raptos, operações cirúrgicas, implantes, amostras biológicas,
fecundações, danos psicológicos e outros horrores têm sido e são executados por essa nação alienígena. Por tais razões, um estado de guerra agora existe e tem existido entre o povo dos Estados Unidos e essa nação alienígena.
5) Por aprovar e participar dos crimes mencionados nos parágrafos 1,2,3 e 4 acima, o Governo está violando o Artigo II, Seção 2; Artigo III, Seção 3, e diversos outros 
artigos da Constituição, e é culpado do que é aqui denunciado por: conspiração, assassinatos e traição contra o povo e a Constituição dos Estados Unidos da América.
6) Pelo processo de ajuda e incitamento da nação alienígena na execução de tais crimes contra o povo, a nação e a humanidade, o Governo, com plenos
conhecimento e consentimento, tem assassinado, encarcerado, injustamente transferido, feito lavagem  cerebral, drogado, hostilizado e praticado outras interferências ilegais nas vidas dos patriotas, incluindo um presidente dos Estados Unidos, que tentou divulgar esses assassinatos e traições.
7) para guardar esse segredo do Congresso e do povo dos Estados Unidos da América, o Governo tem financiado seu envolvimento com alienígenas, através da importação e 
venda de narcóticos ilegais para os povos das nações, e especialmente para a juventude das nações. A Agência Central de Informações (CIA) tem sido e continua sendo o 
principal instrumento de controle do mercado mundial de drogas. “O uso de narcóticos ilegais para financiar os alienígenas e os projetos associados e outros projetos negros identificará e eliminará os elementos fracos da nossa sociedade”. Esse é o racionalismo utilizado pelo Governo para justificar esses atrozes e traidores atos. 
8) Com a finalidade de alcançar e trazer todos os que estão dentro ou fora do Governo, os quais são responsáveis por esses atos de conspiração, assassinato e traição, para a 
justiça: a Comissão triliteral. o presidente, vice-presidente, o diretor da CIA, certos outros membros dessa agência, o diretor da Agência de Segurança Nacional, certos membros 
do gabinete do presidente, os chefes adjuntos do staff, o pessoal dos grupos denominados MAJORITY, MAJORITY 
TWELVE (MAJORITY -12), MAJORITY AGENCY FOR JOINT INTELLIGENCE (MAJI), a SOCIEDADE JASON ou JASON SCHOLARS, o diretor da SENYOR INTERAGENCY GROUP (SIG), o adjunto da Segurança Nacional para o Presidente, o Departamento de Marinha que tem controle 
das operações de campo de todos os projetos associados aos alienígenas, e outros que têm tomado parte na conspiração conjunta do Governo com os alienígenas, são 
pela presente acusados de conspiração, assassinato e traição. Isso deve incluir todos aqueles que serviram nessas posições desde 1953 até a presente administração.
9) Pedimos o impeachment do presidente dos Estados Unidos. Ele tem sido membro do MJ-12 e da Comissão triliteral, desde que foi presidente da Zapata Oil. Ele
organizou e tem comandado a conspiração do contrabando de narcóticos desde o seu começo. As plataformasmarítimas da Zapata Oil foram usadas como palco a partir do qual as drogas foram direcionadas para os Estados Unidos, desde as Américas Central e do Sul, sem passar 
pela alfândega ou inspeções de qualquer tipo.79
10) No interesse de preservar a Constituição e o Governo dos Estados Unidos da América, e salvar e proteger a raça humana, e por nenhuma outras razões, trazemos estas denúncias pela aut oridade da Constituição dos Estados Unidos, contra esses citados que tinham pleno 
conhecimento e comprovadamente participaram das violações do Artigo II, Seção2; Artigo III, Seção 3, e vários outros artigos da Constituição.
11) No interesse de preservar aConstituição e o Governo dos Estados Unidos da América, pedimos o perdão em troca de plena revelação. Pedimos ao Órgão Judicial do Governo que honre essa solicitação para todos os conspiradores que confessem (a verdade) até o dia 30 de 
maio de 1989. Pedimos ao Órgão Judicial que não conceda perdão àqueles que persistirem nessa conspiração, traição e assassinatos.
12) Nós, pela presente, em nome do povo e pala autoridade da Constituição, intimamos o Governo a cessar a ajuda, o incitamento e o ocultamento dessa nação alienígena que existe dentro das nossas fronteiras. Intimamos o Governo a cessar todas as conspirações, operações, projetos, negócios e demais envolvimentos com essa nação alienígena. Intimamos o Governo para que ordene a essa nação alienígena e todos os seus membros para deixarem os Estados Unidos e a Terra imediatamente, agora e para sempre. Até 1 de novembro de 1989, nós instamos o Governo a expedir tal ordem. Além disso, instamos o Governo a fazer uma completa revelação de sua conspiração alienígena ao povo americano, até a data de 30 de maio de 1989 e prestar completamente contas quanto 80 às suas ações. Instamos o congresso a fazer isso e expedir tais ordens.
13) Caso os setores Executivo,, Judiciário em Legislativo prefiram ignorar essas denúncias, nós, através  da presente, juramos pela Constituição que não descansaremos até que a conspiração e esses crimes sejam  expostos ao povo americano. Juramos pela Constituição 
que todas as partes culpadas serão levadas à justiça. Juramos que persistiremos até a nossa morte para alcançar  essas finalidades, em nome da humanidade, da Constituição dos Estados Unidos da América , e em nome de todos os verdadeiros patriotas que virão depois de nós. Assim Juramos!
14) Firmemente acreditamos, sabemos e temos evidências que essa conspiração e seus crimes, assim como essas acusações são verdadeiros; e que eles têm ocorrido e continuam a ocorrer agora e a serem perpetrados, auxiliados e incitados pelos que aqui são denunciados. Isso 
também juramos!
15) Nós, pela presente, e através da entrega deste documento aos membros do Senado e da casa representativa do Congresso dos Estados Unidos da América, servimo-nos para divulgar ao mundo essas denúncias e esperamos que este documento e estas denúncias não poderão ser revogados por qualquer ato, presente ou futuro. A História, por si própria, será o juiz 
caso esse Congresso deixe de agir. Pela presente advertimos a cada membro do senado e da casa representativa do Congresso que a omissão diante dessas denúncias pesará para sempre sobre cada um, e todos vocês serão cúmplices dessa conspiração e dos crimes expostos neste documento. Nossas crianças, netos e os netos dos netos, e a presente e futura geração do povo dos Estados  Unidos da América não esquecerão e jamais perdoarão. Avisamos vocês, agora e para sempre, que os Estados Unidos da América, a Constituição e a liberdade, nunca 
estiveram em tão grande perigo. Esperamos e rezamos para que não seja tarde demais para salvar a nação. Estando em pleno gozo das faculdades mentais e com pleno conhecimento das implicações e conseqüências dessas denúncias e tendo apenas o interesse de salvar a
humanidade, preservando a Constituição desses Estados Unidos da América, preservando o Governo e, sendo patriotas tendo jurado defender e proteger a Constituição do país, afixamos nossas assinaturas neste documento, afirmando plenamente nossa dedicação e pelo qual juramos solenemente.

Ass: Milton William Cooper



Postado por Jacinto Pereira às sexta-feira, 22 de julho de 2016

domingo, 10 de julho de 2016

Centrais rechaçam proposta de jornada de 80 horas: "é provocação"

Brasil
 8 de julho de 2016 - 19h55 
Centrais rechaçam proposta de jornada de 80 horas: "é provocação"
 
Seis centrais sindicais do país emitiram nota nesta sexta (8) para rechaçar as declarações do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. No texto, as entidades afirmam que “propor uma jornada de 80 horas semanais é uma provocação ao povo brasileiro”.

Após encontro com o presidente interino Michel Temer, nesta sexta (8), o presidente da CNI, Robson Braga Andrade, disse que a indústria está “ansiosa” por medidas “duras” – como a reforma da previdência e alterações na legislação trabalhista – e citou como exemplo a França, afirmando que lá é permitido trabalhar até 80 horas por semana. 

Assinado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central dos Tralhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), o texto diz que a afirmação do empresário é “estapafúrdia” e “faz lembrar a situação da classe operária do século 19”. 

Para os sindicalistas, a fala vai na contramão de todos os estudos sobre o trabalho no Brasil. De acordo com as centrais, uma jornada de 80 horas significaria atraso social, cultural e econômico, submetendo a classe trabalhadora a condições desumanas. 

“As centrais sindicais conclamam à classe trabalhadora e ao conjunto do povo brasileiro para que se mantenham alertas, vigilantes e mobilizados para a luta contra o retrocesso neoliberal neste difícil momento da vida nacional, marcada por uma brutal ofensiva dos capitalistas contra o Direito do Trabalho, a democracia e a soberania nacional”, escrevem. 

Confira a íntegra:


Propor jornada de 80 horas semanais é uma provocação ao trabalhador brasileiro


Nós sindicalistas repudiamos a sugestão, proferida pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, nesta sexta-feira (8), após uma reunião com o presidente interino Michel Temer e cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da MEI (Mobilização Empresarial pela Inovação), segundo a qual o Brasil deveria ampliar sua carga horária de trabalho em até 80 horas semanais e de 12 horas diárias para classe trabalhadora.

Neste momento em que as centrais sindicais buscam um diálogo, a fim de estabelecer um consenso benéfico para todos, tal afirmação, que faz lembrar a situação da classe operária do século 19, surge como uma provocação estapafúrdia ao povo brasileiro.

O que os trabalhadores querem e precisam é andar para frente, não retroceder na história. Neste sentido aproveitamos a oportunidade para reafirmar nossa bandeira pela redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução de salário.

A proposta da jornada de 80 horas semanais vai na contramão de todos os estudos sobre o trabalho no Brasil. Pesquisas do Dieese, por exemplo, apontam que a adoção das 40 horas semanais poderá gerar mais de 2 milhões de novos postos de trabalho. Na mesma linha, estudos do Ipea apontam que uma jornada de 12 horas semanais seria suficiente para produzir a mesma riqueza produzida com uma jornada legal de 44 horas.

A elevação do nível de emprego e dos salários irá beneficiar todo o país e promover o crescimento da economia brasileira, fortalecendo o mercado interno, ampliando o consumo e estimulando os negócios no comércio e na indústria.

A adoção de uma jornada de 80 horas semanais, por outro lado, causará um atraso social, cultural e econômico, submetendo a classe trabalhadora a condições desumanas afetando (1) sua saúde e qualidade de vida; (2) sua possibilidade de escolaridade e conhecimento; (3) e reduzindo seu tempo de vida social e cultural.

Acreditamos que a redução da jornada de trabalho sem redução de salário é indispensável para ampliar a oferta de emprego, na medida em que os ganhos de produtividade - fruto do desenvolvimento tecnológico e de formas mais avançadas de gerenciamento - requerem essa mudança. Qualquer medida contrária só ampliará a precarização e retirará direitos consagrados pela luta histórica da classe trabalhadora.

As centrais sindicais conclamam à classe trabalhadora e ao conjunto do povo brasileiro para que se mantenham alertas, vigilantes e mobilizados para a luta contra o retrocesso neoliberal neste difícil momento da vida nacional, marcada por uma brutal ofensiva dos capitalistas contra o Direito do Trabalho, a democracia e a soberania nacional.

Adilson Araújo, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB)
Antônio Neto, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB)
José Calixto Ramos, Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST)
Paulo Pereira da Silva, Força Sindical
Ricardo Patah, União Geral dos Trabalhadores (UGT)
Vagner Freitas, Central Única dos Trabalhadores (CUT)

terça-feira, 5 de julho de 2016

Rede de pedofilia mantinha cativeiro em Campos dos Goytacazes, no Rio

ABUSO SEXUAL
Rede de pedofilia mantinha cativeiro em Campos dos Goytacazes, no Rio
Vereadores, empresários e homens da alta sociedade estão presos no Complexo de Bangu
Fania Rodrigues
Rio de Janeiro, 01 de Julho de 2016 às 19:01
Deputado federal suplente, Nelson Nahim, foi condenado por estupro e outros crimes - Créditos: Divulgação
Deputado federal suplente, Nelson Nahim, foi condenado por estupro e outros crimes / Divulgação
O irmão do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, Nelson Nahim, que é ex-vereador de Campos de Goytacazes, está preso junto com outros políticos locais pelos crimes de estupro e submissão de criança e adolescentes à prostituição e exploração sexual. Eles estão no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro. 
Os quatro políticos e outras dez pessoas, incluindo um policial militar, foram condenados pelo caso que ficou conhecido como “As Meninas de Guarus”, investigado desde 2009, mas nenhum dos acusados tinha sido preso até junho passado. 
Cerca de 12 crianças e adolescentes entre 8 e 16 anos de idade foram mantidas presas em uma casa, localizada em Guarus, distrito de Campos, onde eram obrigadas fazer sexo com homens adultos e a consumir drogas, como cocaína, haxixe, crack, ecstasy e maconha. 
A sentença foi divulgada, no mês passado, pela juíza Daniela Barbosa Assunção, da terceira Vara Criminal de Campos, após 17 juízes se declararem suspeitos para julgar o caso, justamente por envolver figurões de cidade. “A juíza veio do Espírito Santo, veio escoltada, quase em uma operação de guerra, para julgar o caso”, conta a professora Odisséia Carvalho, que na época era vereadora (PT), e foi uma das pessoas que denunciou o caso e batalhou para que fosse investigado.
Nelson Nahim, que nesse momento é deputado federal suplente (PSD-RJ), foi apontado como um dos integrantes da rede pedofilia por uma das vítimas, uma adolescente de 15 anos, com quem manteve relação por diversas vezes. Ele também foi acusado de ameaçar uma das vítimas, para não revelar o esquema.
Segundo Odisséia Carvalho, essa organização criminosa atuou durante pelo menos 3 anos seguidos. “O chefão da rede, conhecido como Alex, chegou a construir uma pousada, onde eram feitos os ‘atendimentos’. Inclusive os materiais de construção fornecidos em troca de sexo com as crianças e adolescentes”, afirma a professora. 
As crianças chegaram a fazer 30 programas por dia. Muitas vezes com o nariz sangrando, devido ao uso de cocaína. Duas dela morreram em 2009. Uma das meninas, de 12 anos, fugiu e procurou a mãe. Ela tinha presenciado a morte de uma criança de 8 e outra de 12 anos, que tinham se recusado a fazer sexos com os comerciantes Thiago Calil e Fabricio Calil, segundo informações delacionadas às investigações.
As duas tinham sido estupradas, em uma visita anterior dos dois homens. Muito machucadas, as crianças se recusaram a praticar o ato sexual e foram obrigadas a cheiras cocaína até a morte por overdose. “Uma espécie de punição, para servir de exemplo”, relata a ex-vereadora Odisséia Carvalho.
O caso que só foi denunciado porque uma das vítimas conseguiu fugir do cativeiro. A casa tinha as portas e janelas trancadas com correntes e cadeados e era vigiada por homens armados. Os clientes eram políticos, empresários e homens ricos e influentes de Campos Goytacazes. 
Algumas dessas crianças vinham de casas-abrigos do Conselho Tutelar de Campos e muitas eram de outros estados, como Minas Gerais e Espírito Santo. “Algumas delas estavam em listas de desaparecidas, vítimas de tráfico de pessoas”, explica Odisséia. 
Os condenados recorreram da decisão da juíza e agora, presos, esperam novo julgamento.

A reportagem procurou o escritório Bergher & Mattos Advogados Associados, que faz a defesa de Nelson Nahim, mas não foi atendida.

sábado, 2 de julho de 2016

“Eles querem matar a gente em vida”

NOVO LIVRO
“Eles querem matar a gente em vida”, diz Sakamoto sobre ódio na internet
Debate realizado em Brasília colocou em pauta a onda de intolerância que tomou conta das redes sociais
Cristiane Sampaio
Brasília (DF), 01 de Julho de 2016 às 11:07
Além do jornalista Leonardo Sakamato, debate contou com o deputado federal Jean Willys - Créditos: Mídia Ninja
Além do jornalista Leonardo Sakamato, debate contou com o deputado federal Jean Willys / Mídia Ninja

Quais os limites éticos da polarização político-ideológica do atual contexto brasileiro? Qual a importância do diálogo em tempos de intensa proliferação de ódio nas redes sociais? Como a difamação via internet afeta a vida prática de quem é vítima do problema? Essas e outras reflexões são o substrato do novo livro do jornalista e cientista político Leonardo Sakamoto, que esteve em Brasília nessa quinta-feira (30) para o lançamento da obra.
“O que aprendi sendo xingado na internet” (Ed. Leya, 2016) é resultado da própria experiência do autor, uma das figuras públicas brasileiras que hoje são vítimas da intolerância e da difamação gratuita no mundo virtual. As agressões sofridas nos últimos tempos deram a tônica pra que ele organizasse as reflexões no livro, que, mais do que lançar luz sobre o tema, constitui uma espécie de guia com orientações sobre como trocar a beligerância pela tolerância no espaço virtual.
Ao discorrer sobre a questão, Sakamoto reflete sobre diversos pontos que atravessam a temática do discurso de ódio nas redes, incluindo a necessidade de não classificar a internet a partir de uma ótica maniqueísta. “Ela não é boa nem má. É uma plataforma de construção da realidade. O que ocorre é que algumas plataformas podem levar a uma desumanização se você não tomar cuidado, porque elas têm ferramentas que muitas vezes impedem a geração de empatia entre as pessoas”, disse.
No tatame das disputas político-ideológicas, tem sido frequente a confusão entre discurso de ódio e liberdade de expressão. “Tanto nos Estados Unidos como aqui se vendeu a ideia de que a liberdade de expressão é um direito absoluto, e isso não é verdade. Ela tem limites, que é justamente quando ataca outros direitos, como as liberdades individuais, por exemplo. Aqui no Brasil ainda tem o fato de isso se confundir com liberdade de imprensa, que também se confunde com liberdade de empresa, mas nenhuma dessas liberdades existe absolutamente. Todas elas são limitadas pelo dano que podem causar a outros direitos”, analisou o jornalista.
Perenidade da difamação
Outro ponto salientado durante o debate foi a capilaridade das informações falsas na internet e a consequente dificuldade de reparar o dano causado às vítimas, fazendo com que as difamações sejam dolorosas.
“A mentira tem sempre muitos compartilhamentos. No meu caso, já tive que repassar algumas mensagens de ameaça para a Polícia Federal, por uma questão de segurança pessoal. As pessoas que fazem isso querem matar a nossa credibilidade exatamente porque a gente vai conquistando leitores, aí elas querem matar a gente em vida. Para isso, precisam nos converter em pessoas más, através de boatos e mentiras, que têm cauda longa. E depois, mesmo usando os mesmos canais, é impossível reparar o dano, inclusive porque as pessoas que reproduziram o erro não querem fazer a verdade circular, então, o dano dura muito tempo”, disse Sakamoto.
Pegando carona no mesmo raciocínio, o deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), que participou do debate, destacou os efeitos reais da difamação na vida de quem precisa lidar cotidianamente com o problema.
“A Câmara Municipal de Feira de Santana [na Bahia] simplesmente aprovou uma moção de repúdio a mim por um projeto que nunca apresentei. Segundo eles, eu quero modificar a Bíblia para tirar as partes que seriam homofóbicas. Qualquer pessoa que faça sinapses vai ler essa notícia e vai rir, porque é uma estupidez. Parece até coisa do [site] Sensacionalista, mas a verdade é que essa calúnia está circulando há dois anos na internet. Então, não estamos falando de meros xingamentos que servem ao riso. Estamos falando da vida prática das pessoas que são vítimas do ódio e da mentira nas redes sociais”, desabafou.
Ele também ressaltou que há diferença entre o desconhecimento dos internautas sobre a veracidade das informações e a postura de personagens que agem de má-fé nas redes. “Há o aspecto da ignorância, mas há também a burrice motivada. (…) É o ódio orquestrado e pensado politicamente para isso, aí os ignorantes muitas vezes agem motivados pelo que é produzido por essas quadrilhas formadas na internet. Há muitas delas escondidas em sites apócrifos, alguns hospedados até fora do país, o que dificulta inclusive a localização pela polícia”, disse o deputado.
Educação, mídia e ódio
No contexto da intolerância, Sakamoto sublinhou também a falta de educação para a mídia como um elemento que ajuda a explicar a ignorância, oportunizando ainda mais a proliferação da difamação e do ódio no mundo virtual.
“As pessoas não sabem ler, saem da escola sem aprender a diferenciar conteúdos, então, muitas vezes uma simples mensagem de Whatsapp ganha a mesma validade do que uma matéria bem apurada que mostra que determinada lenda urbana não existe. Por isso seria importante que houvesse uma formação voltada para a mídia, para que elas soubessem diferenciar o joio do trigo e tivessem a sabedoria de não compartilhar ou curtir algo que possa dar vazão a um conteúdo mentiroso”, disse, exemplificando situações que viveu.
Ele acredita que, para qualificar o debate na internet, é necessária a adoção de uma postura que começa fora do espaço virtual. “Se você está numa mesa de bar, por exemplo, e alguém solta uma piada homofóbica e ninguém ri, há duas opções: ou a pessoa que fez isso simplesmente fica com raiva ou ela se dá conta de que vai precisar mudar de comportamento para poder conviver em grupo e em sociedade. Eu me nego a acreditar que o ser humano é machista e homofóbico. O que falta é uma consciência sobre isso. No longo prazo, as pessoas podem mudar de opinião”, reflete.
Esperança

Ao apontar para o futuro, Sakamoto diz acreditar na construção de um espaço virtual mais saudável e tolerante a partir da disposição dos que hoje se propõem a caminhar nesse sentido. “Não adianta a gente ser otimista só no pensamento. Tem que ser otimista na ação também. (…) Eu sempre peço para as pessoas terem paciência porque acho que a mudança social é como uma família tentando atravessar uma avenida movimentada de mãos dadas: a avó vai atravessar lentamente, enquanto a criança e o adulto vão cada um em outro ritmo, e a sociedade só vai mudar quando a família inteira chegar do outro lado. A gente precisa ter essa consciência”, finalizou.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Friboi é do PMDB? Mas não diziam que era do filho do Lula?

POLÍTICA - BRASIL

Sexta-feira, 01 de Julho de 2016
Friboi é do PMDB? Mas não diziam que era do filho do Lula?
Da Redação

Durante anos repercutia nas redes sociais a falsa notícia de que a Friboi pertenceria ao filho de Lula, Fábio Lula da Silva. Os desmentidos, muitas vezes ignorados, resultaram em ações judiciais. Eis que nesta sexta-feira, no curso da Operação Lava-Jato, descobre-se que a JBS estava no esquema que envolve lideranças do PMDB, entre elas Eduardo Cunha. Leia aqui .

Na nova etapa da Lava-Jato, a Polícia Federal teve como alvo a empresa JBS, dona da Friboi. A operação foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavaski, relator da Lava Jato, e tem como base a delação do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, aliado do deputado Eduardo Cunha. A PF cumpre mandados em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Brasília.

Um dos presos foi o aliado de Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, um corretor que negociava acordo de delação com a PGR (Procuradoria-geral da República).

Há suspeitas de que a JBS tenha pago propina, por meio de Funaro, para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS, liberados por influência de Cleto.
O dinheiro, segundo as investigações da PF, era dividido entre Cleto, Cunha e Funaro.

O STF também autorizou busca e apreensão na casa do lobista Milton Lyra.

Também houve o cumprimento de mandato de busca e apreensão na casa do lobista Milton Lyra, conhecido como Miltinho. O homem, de 44 anos, foi citado por delatores como operador do senador Renan Calheiros no Postalis, o fundo de pensão dos servidores dos Correios. Quatro requerimentos para ouvi-lo foram apresentados na CPI dos Fundos de Pensão, mas não votados.

O PSDB poderia pedir de volta os 45 mil reais que pagou a Janaína Paschoal

Janaína Paschoal não é apenas desequilibrada e reacionária. Ela é também inepta.
junho 30, 2016 10:27 am
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Mas a pedra fundamental do golpe paraguaio é mesmo o parecer de Janaína. Ela pretendeu incriminar Dilma, mas acabou atirando contra si própria. Hoje, é vista como uma jurista incompetente — e careira. Dificilmente alguém lhe encomendará um novo trabalho por 45 mil reais.
A peça de acusação contra Dilma, centrada nas chamadas pedaladas, se revelou uma portentosa miséria. O PSDB poderia pedir de volta os 45 mil reais que pagou a ela.
Sequer golpistas levam agora a sério o trabalho de Janaína. Isso ficou especialmente claro quando a senadora Rose de Freitas, líder do governo Temer no Congresso, negou as pedaladas atribuídas a Dilma.
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Antes dela, o ministro Gilmar Mendes, o conhecido Toga Falante, dissera uma coisa parecida numa viagem à Suécia. Um estudo do Senado desmentiu também as pedaladas. Diante das novas circunstâncias, um juiz do TCU que falava horrores das alegadas pedaladas de Dilma voltou atrás e agora diz que elas não são importantes.
Vê-se agora que o PSDB aceitou qualquer coisa para iniciar o processo de impeachment. Não houve sequer o cuidado de preservar as aparências. A intenção de lesar a democracia era a única motivação dos golpistas.
Não fosse isso, alguém entre os tucanos teria verificado o conteúdo do projeto apresentado por Janaína e devolvido. Faça algo melhor, teriam dito a ela.
A peça de Janaína simboliza a esculhambação generalizada que é o golpe de 2016. Nem as aparências foram preservadas.
O golpe é, a esta altura, uma piada.
Até as marchas “contra a corrupção” não resistem a um olhar retrospectivo. Corruptos que participaram das manifestações acabaram presos em quantidade copiosa por roubalheiras variadas.
Políticos que apoiaram ostensivamente os protestos estão enredados até o pescoço na Lava Jato. O exemplo mais vistoso é o de Aécio Neves. Quem não se lembra dos vídeos convocatórios que ele gravou antes que viessem à luz, pelos delatores, seus esquemas?
Num caso recente, um picareta que fraudou a Lei Rouanet para lucrar com casamentos era um implacável militante anticorrupção que clamava nas redes sociais a morte de Lula, o “Nove Dedos”.
O projeto de Janaína, repito, simboliza a palhaçada. A única coisa que rivaliza com ele é a sessão da Câmara que admitiu o impeachment, sob o comando de Eduardo Cunha.
Cunha, em si, é outro elemento cômico na trama. Jamais serão esquecidas suas declarações de inocência mesmo diante de provas esmagadoras. Era como se ele estivesse gritando indignado aos brasileiros: “Vocês vão acreditar nos suíços ou em mim?”
Mas a pedra fundamental do golpe paraguaio é mesmo o parecer de Janaína. Ela pretendeu incriminar Dilma, mas acabou atirando contra si própria. Hoje, é vista como uma jurista incompetente — e careira. Dificilmente alguém lhe encomendará um novo trabalho por 45 mil reais.

DCM

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Governo confirma pagamento do 13º dos aposentados em agosto

Governo confirma pagamento do 13º dos aposentados em agosto
   VEJA.com  28/06/2016
No primeiro semestre, o déficit da Previdência somou 22,83 bilhões de reais, com alta de 1,2% ante a primeira metade de 2009
NO PRIMEIRO SEMESTRE, O DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOMOU 
22,83 BILHÕES DE REAIS, COM ALTA DE 1,2% ANTE 
A PRIMEIRA METADE DE 2009
O pagamento da primeira parcela do 13º dos aposentados do INSS será feito a partir de 23 agosto, confirmou o governo do presidente em exercício, Michel Temer, nesta terça-feira. Desde 2006, a primeira parcela do 13º salário dos aposentados e pensionistas é antecipada na folha de agosto. No ano passado, em virtude da crise, o governo da presidenta afastada Dilma Rousseff adiou o pagamento da primeira parcela do 13º salário de agosto para setembro.
Leia também:
A confirmação da retomada do calendário de pagamento foi feita pelo ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. "O 13º dos aposentados será pago no prazo ordinário. Vai ser como sempre foi, com exceção de 2015", afirmou. Segundo ele, a segunda parcela deste ano será paga a partir de 24 de novembro.
O anúncio foi feito por Padilha após reunião com o grupo de trabalho que discute alternativas para a reforma da Previdência, no Palácio do Planalto.

(Com Agência Brasil)

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Laudo assinado por três técnicos do Senado Federal

PERÍCIA DO SENADO DIZ QUE DILMA NÃO PEDALOU
:
Laudo assinado por três técnicos do Senado Federal e entregue nesta segunda-feira 27 à comissão do impeachment, a pedido da defesa da presidente Dilma Rousseff, rebate denúncia de que ela praticou "pedalada fiscal" com o atraso do repasse de R$ 3,5 bilhões do Tesouro ao Banco do Brasil para o Plano Safra; "Pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativos ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da Exma. Sra. Presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos"; documento também aponta que a presidente agiu para liberar créditos suplementares sem o aval do Congresso através de decretos, e que três dos quatro decretos de crédito que são alvos da denúncia eram "incompatíveis" com a meta fiscal

27 DE JUNHO DE 2016 ÀS 11:24

247 - Uma perícia realizada por técnicos do Senado Federal entregue na manhã desta segunda-feira 27 à comissão do impeachment, em resposta a perguntas feitas pela defesa e pela acusação da presidente Dilma Rousseff, conclui que ela não praticou as chamadas "pedaladas fiscais".
O documento, assinado por três técnicos, observa que não houve ação de Dilma no atraso do repasse de R$ 3,5 bilhões do Tesouro ao Banco do Brasil para o Plano Safra, uma das acusações que constam no pedido de impeachment contra a presidente.
"Pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativos ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da Exma. Sra. Presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos", diz trecho do laudo.
A junta de peritos aponta, por outro lado, que a presidente agiu para liberar créditos suplementares sem o aval do Congresso através de decretos, e que três dos quatro decretos de crédito que são alvo da denúncia eram "incompatíveis" com a meta fiscal do ano passado.
Defesa e acusação da presidente têm agora 24 horas para pedir esclarecimentos à junta de peritos que analisou as denúncias. A comissão do impeachment deve encerrar até quarta-feira 29 as oitivas de testemunhas.
Nesta segunda, os membros da comissão ouvem os depoimentos do ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, hoje deputado Patrus Ananias (PT-MG), e dois ex-subordinados seus na equipe do ministério: a ex-secretária executiva Maria Fernanda Ramos Coelho e o ex-diretor do Departamento Financeiro, João Luiz Gaudagnin.
Na terça-feira será a vez de os senadores ouvirem os depoimentos dos ex-ministros da Defesa, Aldo Rebelo, e da Advocacia Geral da União, Luiz Inácio Adams, e ainda do representante do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Antônio Carlos Rebelo, para análise de créditos suplementares.
Na quarta-feira, há mais três testemunhas cujos nomes ainda não foram divulgados. Enquanto os depoimentos prosseguem, os peritos trabalharão para se manifestar sobre os pedidos de esclarecimentos dos senadores. Eles devem entregar as respostas na sexta-feira 1º.
Com informações da Agência Brasil
Leia mais em reportagem da Reuters:
Perícia diz que decretos violaram meta fiscal e não vê ato direto de Dilma em pedaladas

(Reuters) - O laudo da perícia realizada como parte do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff apontou nesta segunda-feira que três decretos de crédito suplementar assinados pela petista violaram a meta fiscal vigente à época e não poderiam ser editados sem autorização legislativa.

O documento, divulgado nesta segunda-feira, também aponta que os atrasos nos pagamentos devidos pelo Tesouro ao Banco do Brasil no âmbito do Plano Safra, as chamadas pedaladas fiscais, constituem operação de crédito, em afronta à Lei de Responsabilidade Fiscal. Os peritos, no entanto, afirmam que, ao contrário do que ocorreu no caso dos decretos, não houve ato direto de Dilma que tivesse contribuído para esses atrasos.
"Dos quatro decretos não numerados ora em análise, que abriram crédito suplementar, três deles promoveram alterações na programação orçamentária incompatíveis com a obtenção da meta de resultado primário vigente à época da edição dos decretos", afirmam os peritos no relatório, que também aponta que a edição dos decretos "demanda autorização legislativa prévia".
Dilma é acusada no processo de impeachment de crime de responsabilidade por atrasos de repasses do Tesouro ao Banco do Brasil por conta do Plano Safra e pela edição de decretos com créditos suplementares sem autorização do Congresso.
Ainda ao tratar da edição dos decretos com créditos suplementares, os peritos afirmam que, segundo as informações coletadas, não houve alerta da incompatibilidade dos decretos com a meta fiscal então vigente nos processos de formalização desses decretos.
"Esta junta identificou que pelo menos uma programação de cada decreto foi executada orçamentária e financeiramente no exercício de 2015, com consequências fiscais negativas sobre o resultado fiscal apurado", afirmou o documento.
Sobre os atrasos dos pagamentos do Tesouro ao Banco do Brasil por conta do Plano Safra, os peritos argumentam que eles representaram uma operação de crédito, o que é vedado pela Lei de Responsabilidade Fiscal, mas disseram não ter identificado ato direto de Dilma que contribuísse para os atrasos nos repasses.
"Os atrasos nos pagamentos devidos ao Banco do Brasil constituem operação de crédito, tendo a União como devedora, o que afronta o disposto... (na) LRF", afirmaram os peritos.
"Pela análise dos dados, dos documentos e das informações relativas ao Plano Safra, não foi identificado ato comissivo da excelentíssima senhora presidente da República que tenha contribuído direta ou imediatamente para que ocorressem os atrasos nos pagamentos."
Para a defesa de Dilma, as pedaladas, não constituíram operação de crédito junto a instituições financeiras públicas, e os decretos serviram apenas para remanejar recursos, sem implicar em alterações no volume de gastos.
Após a entrega do laudo pericial à comissão especial do impeachment no Senado, será aberto prazo de 24 horas para conhecimento de seu conteúdo pelas partes, que depois poderão apresentar pedidos de esclarecimentos sobre o laudo, com abertura de prazo de 72 horas para a resolução das questões, segundo a Agência Senado.
A previsão é que a atual fase do processo de impeachment, a da pronúncia, seja votada no plenário do Senado no dia 9 de agosto. Caso a pronúncia seja aprovada por maioria simples pelos senadores, será iniciada a fase de julgamento de Dilma.
Para que a petista seja condenada e consequentemente tenha seu mandato cassado, são necessários os votos de 54 senadores pela condenação de Dilma. Nesse caso, o presidente interino Michel Temer assumirá efetivamente a Presidência.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo, com reportagem adicional de Pedro Fonseca)