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domingo, 1 de outubro de 2017

MORO ESTÁ MORTO! Rejeição De Lula Despenca Após Condenação E Ataques De Palocci E Adversários Se Preocupam

MORO ESTÁ MORTO! Rejeição De Lula Despenca Após Condenação E Ataques De Palocci E Adversários Se Preocupam
Por Redação Click Política Última Atualização 1 out, 2017
 
02 09 2017 N O ex presidente Luiz Inacio Lula da 
Silva e recebido em Marcolandia Piaui PI Brasil no
Parque de geração de energia eólica de Marcolândia, 
no Piauí.Foto: Ricardo Stuckert

Da Folha:

A um ano das eleições de 2018, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança da corrida presidencial com vantagem expressiva sobre os principais adversários, segundo uma nova pesquisa do Datafolha.

Realizado na quarta (27) e na quinta (28), o levantamento mostra que o petista conservou sua força eleitoral mesmo após ser condenado em um dos processos que enfrenta na Justiça —decisão que poderá impedi-lo de concorrer em 2018 se for confirmada em segunda instância.

As menções espontâneas a Lula como o preferido aumentaram de 15% para 18% desde junho, segundo o Datafolha. 

Na pesquisa estimulada, em que são exibidos cartões com os nomes dos candidatos, Lula lidera em todos os cenários em que participa, com pelo menos 35% das intenções de voto.

A taxa de rejeição ao ex-presidente caiu nos últimos três meses. 

Segundo o Datafolha, 46% dos eleitores disseram em junho que não votariam em Lula de jeito nenhum. 

Agora, 42% têm essa opinião.
(…)


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Lula chora em ato do PT e diz que se entrega a pé se provarem corrupção

15/09/2016 14h13 - Atualizado em 15/09/2016 18h22
Lula chora em ato do PT e diz que se entrega a pé se provarem corrupção
Ex-presidente diz ter consciência tranquila sobre acusações do MPF. Lava Jato diz que Lula era o 'comandante' de esquema de corrupção.
Do G1, em São Paulo
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou, nesta quinta-feira (15), a denúncia do Ministério Público Federal, que o acusa de ser o "comandante máximo" da Lava Jato, além de ter recebido R$ 3,7 milhões em propina. "Provem uma corrupção minha que irei a pé para ser preso."
Em evento do diretório do PT em São Paulo, com a presença de várias lideranças políticas e de movimentos sociais, Lula voltou a negar irregularidades e afirmou que ganhou o direito de "andar de cabeça erguida" no país. Ele chegou a chorar em alguns momentos do discurso.
"Todas essas denúncias, tenho a consciência tranquila, e mantenho o bom humor, porque me conheço, sei de onde vim, sei para onde vou, sei quem me ajudou a chegar onde estou, sei quem quer que eu saia, sei quem quer que eu volte."
Lula disse falar como um "cidadão indignado", e não como político. "Nunca pensei em passar por isso." Para o ex-presidente, "construíram uma mentira" e agora é hora de "concluir a novela". "Vão agora dar o desfecho, acabar com a vida política do Lula. Não existe outra explicação para o espetáculo de pirotecnia que fizeram ontem [quarta]."
Para Lula, a lógica de coletivas de imprensa como a do MPF é dar manchete, "mostrar quem vamos demonizar. Isso acontece desde 2005". "O PT é tido como partido que tem que ser extirpado da política brasileira."
Ele questionou como se convoca uma entrevista para apresentar a prova de um crime e diz: "Eu não tenho prova, mas tenho convicção". "Eu não posso dizer que convicção eu tenho deles."

Respeito' e 'responsabilidade'
O ex-presidente defendeu o fortalecimento do Ministério Público e da Polícia Federal, mas disse que é preciso ter responsabilidade. "Respeito as instituições e respeito as leis. Vou prestar quantos depoimentos quiserem. É só me chamar", afirmou.

"Quando eu transgredir a lei, me punam para servir de exemplo. Mas quando eu não transgredir, procurem outro para criar problema." O ex-presidente declarou ainda que "ninguém está acima da lei, nem um ex-presidente, nem um procurador da República, nem um ministro do Supremo Tribunal Federal".

Lula disse não tem espaço para ficar triste. Com lágrimas nos olhos, o ex-presidente afirmou que "sabe o que é, num domingo de chuva, com cinco irmãos, em São Bernardo do Campo, esperando a hora do almoço sem ter um bocado de feijão para colocar no fogo."
Ele disse que vai continuar lutando. "Só Deus pode me fazer parar."
O ex-presidente afirmou que não irá perder o sono por causa das investigações. "A história mal começou. Alguns pensam que ela terminou. E eu vou viver muito. Estou com 70 anos, com vontade de viver mais 20."
 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chora durante entrevista coletiva sobre a denúncia do Ministério Público Federal contra ele e sua esposa Marisa Letícia por crimes de corrupção, em um hotel no centro de São Paulo (Foto: Nelson Antoine/FramePhoto/Estadão Conteúdo)
Lula chora em discurso, em SP, sobre a denúncia do MPF contra ele e sua esposa por de corrupção (Foto: Nelson Antoine/FramePhoto/Estadão Conteúdo)

Transparência
Lula disse que seu governo e de Dilma tomaram medidas para combater a corrupção, além do fortalecimento da PF e do MPF. "Criamos o portal da Transparência e a Lei de Acesso à Informação."

"Não é que somos mais honestos que ninguém, mas tiramos da sala o tapete que escondia a corrupção do país." Segundo Lula, "só tem um jeito de a pessoa não ser perseguida, é ser honesta".
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Não é que somos mais honestos que ninguém, mas 
tiramos da sala o tapete que escondia a corrupção do 
país" Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente

Trajetória e ódio contra o PT
No início do discurso, Lula falou sobre a sua trajetória como sindicalista e sua entrada na política. "Tenho orgulho de ter criado o mais importante partido de esquerda da América Latina." Ele disse que chegou à Presidência com o objetivo de não errar.

"Não prometi o socialismo para ninguém, não prometi o fim da luta de classes, propus algo muito mais simples, que, se chegasse ao final do meu mandato, que cada brasileiro tivesse três refeições por dia", afirmou, destacando ter feito muito mais do que isso.
"Tenho consciência de que o meu fracasso teria agradado meus adversários, meu fracasso não teria despertado tanto ódio contra o PT. O que despertou ira foi o sucesso do governo, a maior política de inclusão social do país, a maior política de bancarização do país", disse.
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Ele citou tentativas de golpe na história do Brasil, como as feitas contra os presidentes Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek, e disse que o mesmo aconteceu com ele e Dilma, que acabou tirada do cargo.
Segundo Lula, seus adversários "transformaram uma mentira em verdade" e aprovaram o impeachment de Dilma na Câmara, liderados "por um cidadão [Eduardo Cunha] que agora foi cassado". E o processo foi ao Senado.
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O que despertou ira [contra o PT] foi o sucesso do 
governo Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente

O ex-presidente disse que achava que o Senado tinha "um nível superior". "E eis que o Senado se apequenou, repetindo a Câmara e aprovando a admissibilidade. [...] Eles conseguiram dar um golpe tranquilo e pacífico." Ele agradeceu aos parlamentares que votaram contra o impeachment.
Lula convidou os militantes a usar camisa vermelha, para demonstrar orgulho de integrar o PT. Ele pediu que não pensem que está desanimado ou sofrido. "Daqui para frente, cada petista nesse país tem que começar a andar de camisa vermelha. Quem não gostar, coloque de outra cor. Mas esse partido tem que ter orgulho, porque ninguém fez mais do que nós fizemos nesse país", disse.
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Nota do PT
Antes da fala de Lula, o presidente do PT, Rui Falcão, leu uma nota de repúdio à denúncia apresentada contra o ex-presidente e sua mulher. O texto, que foi escrito pelo diretório nacional do PT, criticou a "criminalização" do PT e disse a peça acusatória não tem provas e foi politicamente orientada, desrespeitando direitos e garantias constitucionais.

"Ao denunciar, confessadamente sem provas, o ex-presidente Lula e sua esposa, Marisa Letícia, além de Paulo Okamoto e outros cidadãos, o chefe dos procuradores sediados em Curitiba torna cada vez mais evidente o envolvimento de seu grupo na tramoia que levou ao golpe contra a presidenta eleita democraticamente. E desmascara sua intenção cavilosa, persecutória e autoritária, de antecipar, à margem da lei, um julgamento sumário e condenatório dos que elegeu, seletivamente, como vítimas", diz o texto do PT.
A nota chamou a coletiva de imprensa do MPF de "grotesco espetáculo midiático" e disse que os procuradores viraram "porta-bandeira da mata antipetista". "Mancomunados para criminalizar nosso partido e animar a campanha midiática contra os governos liderados pelo PT, estes burocratas facciosos agora buscam concluir o trabalho sujo que lhes foi encomendado pelas forças reacionárias. Seu objetivo é retirar da cena política o principal líder do povo brasileiro e restringir os próximos processos eleitorais a um jogo controlado pelas oligarquias."
O evento reuniu o ex-ministro-chefe da Casa Civil Jacques Wagner, o senador Humberto Costa (PT-PE), a senadora Gleise Hoffmann (PT-PR), o presidente da CUT, Vagner Freitas, o deputado Vicentinho (PT-SP), o ex-senador Eduardo Suplicy (PT-SP), entre outras dezenas de lideranças do PT.
Representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), como Guilherme Boulos, e da Central Única dos Trabalhadores (CUT) também marcam presença.
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A denúncia
Na quarta-feira (14), o MPF denunciou Lula, a mulher dele, Marisa Letícia, e mais seis pessoas no âmbito da Operação Lava Jato. O procurador Deltan Dallagnol afirmou que, segundo provas do MPF, Lula era o "comandante máximo do esquema de corrupção identificado na Lava Jato". VEJA A ÍNTEGRA DA DENÚNCIA

A denúncia abrange três contratos da OAS com a Petrobras e diz que R$ 3,7 milhões em propinas foram pagas a Lula. Os crimes imputados aos denunciados são corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro. A denúncia não significa que eles sejam culpados dos crimes de que são acusados. Cabe à Justiça acolher ou não as argumentações dos promotores. Se acolher, os denunciados se tornarão réus e serão julgados.
A força-tarefa da Lava Jato afirmou que deixou de denunciar Lula pelo crime de organização criminosa porque este fato está em apuração no Supremo Tribunal Federal (STF).
O MPF pede a indenização de R$ 87,6 milhões, que deveria ser paga pela OAS e também por Lula, além de R$ 58,4 milhões, a serem pagos por Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ex-executivo da OAS.
A denúncia do MPF diz que todo o megaesquema envolve o valor de R$ 6,2 bilhões em propina, gerando à Petrobras um prejuízo estimado em R$ 42 bilhões.
Em nota, os advogados de Lula disseram que o ex-presidente e sua mulher "repudiam publica e veementemente a denúncia" do MPF, a qual chamaram de "peça de ficção" e de "truque de ilusionismo".
O texto, assinado por Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira, diz que os procuradores não apresentaram provas concretas de que o casal tentou esconder a propriedade do imóvel e que os recursos usados pela empresa tiveram origem em desvios da Petrobras. Segundo eles, a coletiva de imprensa violou as garantias de dignidade da pessoa humana e da presunção da inocência. "O evento apresentou denúncia como uma condenação antecipada aos envolvidos", afirma a nota.



sexta-feira, 19 de agosto de 2016

LULA ACUSA MORO DE NEGAR À DEFESA ACESSO A INQUÉRITO

LULA ACUSA MORO DE NEGAR À DEFESA ACESSO A INQUÉRITO

 :
"Os advogados do ex-Presidente Lula reiteraram hoje, por petição dirigida ao Juiz Sergio Moro, pedido de acesso ao procedimento nº 5035245-28.2016.4.04.7000, sobre o apartamento do Guarujá que não é e nunca foi de Lula. A negativa de acesso por parte do juiz é ilegal", diz nota divulgada nesta quinta-feira pelo ex-presidente Lula; "Sem provas para sustentar qualquer acusação contra Lula em relação ao sítio, os operadores da Lava Jato praticam um jogo de esconde-esconde", diz o texto; Lula lembra ainda que "o artigo 7º, inciso XIV, assegura o advogado acesso a qualquer procedimento investigatório, o que é confirmado pela Súmula 14, editada pelo STF"

18 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 19:22

247 – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou nota, nesta quinta-feira, em que acusa o juiz Sergio Moro de negar a sua defesa acesso ao inquérito que o investiga por assuntos relacionados ao apartamento no Guarujá (SP). Leia abaixo:
Os advogados do ex-Presidente Lula reiteraram hoje, por petição dirigida ao Juiz Sergio Moro, pedido de acesso ao procedimento nº 5035245-28.2016.4.04.7000, sobre o apartamento do Guarujá que não é e nunca foi de Lula. A negativa de acesso por parte do juiz é ilegal.
Nesta quinta (18), Moro emitiu três despachos consecutivos para negar o direito da defesa, Primeiro afirmou que a defesa já tinha recebido os autos, o que é falso; depois voltou atrás e afinal manteve a negativa, alegando que haveria diligências em andamento.
Sem provas para sustentar qualquer acusação contra Lula em relação ao sítio, os operadores da Lava Jato praticam um jogo de esconde-esconde, indigno do Judiciário e desrespeitoso com a defesa, além de violar as garantias de um cidadão brasileiro.
O artigo 7º, inciso XIV, assegura o advogado acesso a qualquer procedimento investigatório, o que é confirmado pela Súmula 14, editada pelo STF. A Lei 13.245/2016, por seu turno, assegura o acesso mesmo na hipótese de haver diligência em curso.
A existência desse procedimento oculto foi revelada por petição protocolada pelo MPF em inquérito policial (Inquérito Policial nº 5003496-90.2016.4.04.7000/PR) com a afirmação de que “as investigações referentes à aquisição do triplex no município do Guarujá pelo ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva são, por ora, conduzidas nos autos do Inquérito Policial nº 5035245-28.2016.4.04.7000”.
Em despacho proferido hoje (evento 112, às 11h27min), o Juiz da Lava Jato afirmou em um primeiro momento que a defesa de Lula já teria acesso ao procedimento.  Na sequencia (evento 114, às 13h44min), reconheceu que tal afirmação não tinha procedência, mas negou o acesso afirmando que haveria “ali diligencia ainda em andamento” — contrariando a legislação.
A petição requer “seja concedido imediato acesso integral ao procedimento nº 5035245-28.2016.4.04.7000, como forma de garantir o devido respeito ao contraditório e ampla defesa, bem como ao artigo 7º, inciso XIV e § 11, da Lei 8906/1994 e, ainda, à Súmula Vinculante número 14, do STF”.
O TRF4 ainda não julgou a exceção de suspeição apresentada pelos advogados do ex-Presidente Lula contra o juiz Sergio Moro.
A íntegra da petição dos advogados de Lula está no link a seguir:

http://lula.com.br/sites/default/files/anexos/peticao_acesso_aos_autos_vf_-_assinado.pdf

terça-feira, 26 de julho de 2016

Brasil pode recorrer ao FMI novamente sob o comando de Temer, diz Forbes

25/7/2016 12:44
Brasil pode recorrer ao FMI novamente sob o comando de Temer, diz Forbes
Brasil voltando a ser dependente dos EUA, colônia bananeira
Infomoney

SÃO PAULO - Um assunto-tabu no Brasil, a possibilidade de recorrer ao FMI (Fundo Monetário Internacional) volta e meia ganha destaque no noticiário internacional. Desta vez, o colunista Kenneth Rapoza, da revista "Forbes", fez um artigo sobre o tema, citando ainda a aversão que os brasileiros têm do órgão. 

Aliás, afirma, por conta dessa aversão, o PT foi alçado ao poder, uma vez que boa parte da população estava cansada de ouvir o mesmo discurso de como o governo teria de pagar credores estrangeiros e não tinha dinheiro para desenvolver uma economia pobre.

Com isso, Lula ascendeu à presidência e, durante o seu governo, o Brasil acabou virando credor do FMI em 2009. Antes isso, o Brasil pagou a última dívida de US$ 15,5 bilhões em 2005 para o Fundo. 

"Para a população, o governo Lula deu ao Brasil sua soberania econômica de volta. Eles odiavam o FMI e se viram contra o PSDB por causa disso. Lula rapidamente se tornou o presidente mais popular nas Américas, se não do mundo. Ele cumpriu sua promessa. O mundo ficou agradavelmente surpreso", avalia a "Forbes". 

Porém, 11 anos depois da última ida ao fundo, o Brasil pode voltar a recorrer a ele, uma vez que uma reversão de fortunas está acontecendo, com as surpresas para o país sendo consistentemente negativas. Segundo Rapoza, outubro de 2002 no Brasil, com Lula eleito, foi equivalente a novembro de 2008, com a eleição de Barack Obama nos EUA, em meio a uma sinalização de mudança. 

Mudança para pior
Atualmente, o cenário aponta também para uma mudança, mas para pior. Em entrevista à "Forbes", a ex-economista do FMI e agora gestora de ativos Alicia Garcia-Herrero afirmou que o FMI é necessário "mais do que nunca" para o Brasil.

"O governo interino fez progressos com novas metas fiscais, mas não é nem transparente nem crível e será impossível de implementar, nas circunstâncias atuais, com um governo interino com um baixo grau de aceitação por parte da população", diz ela, em referência ao governo interino de Michel Temer, que substituiu Dilma Rousseff. A presidente afastada está sofrendo um processo de impeachment. 

Rapoza ressalta os números deteriorados da economia brasileira, com deficit primário do Brasil subindo para 2,5% do PIB em maio, ou 10% do PIB em termos nominais. A nova meta para o deficit deste ano é de 2,6% do PIB.

Aumento de impostos
Além disso, a matéria destaca que, devido a restrições constitucionais, a despesa é muito rígida no Brasil e, portanto, não é fácil de cortar. A "Forbes" destaca a fala do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de que o "plano A é controle de despesas, B é privatização, e C, aumento de imposto". Ou seja, o plano C está em linha com os planos de ajuste fiscal do FMI.

Para Garcia-Herrero, deve-se aumentar os impostos e "um programa do FMI parece ser o ponto de entrada certo para tais medidas desagradáveis uma vez que ele poderia ser usado como bode expiatório pelo governo. Basicamente, culpando o fundo para aumentar impostos."

No caso de Dilma voltar, a avaliação da "Forbes" é que a melhor opção seria a convocação de novas eleições. Se ela ficar, um impasse político é provável.

"E isso faz com que um pacote de resgate do FMI se torne ainda mais relevante. A economia estagna. Não vem dinheiro novo para o governo. O peso da dívida piora. E alguém vai ter que limpar essa bagunça".

Escândalo de corrupção
"Onze anos atrás, o Brasil estava num caminho totalmente novo (...). Lula era tido como confiável (...) Agora, claro, o escândalo da Petrobras mudou isso", afirma o colunista, destacando que a crise na estatal poderia conduzir o país aos velhos tempos em que uma instituição financeira diria onde governo poderia gastar seu dinheiro.

Para Rapoza, o Brasil precisaria voltar aos idos de 2002, e isso poderia até ocorrer com Lula voltando ao poder. Porém, assim como durante a sua presidência o Brasil saiu do FMI, o escândalo da Petrobras pode tirar o petista da disputa.

Por outro lado, um possível crescimento do Brasil no próximo ano pode ser uma tábua de salvação. Já para Garcia-Herrero, "Um default soberano [calote] é sempre uma possibilidade."

Vale destacar que, apesar do tom negativo adotado pela "Forbes", há muitas discussões sobre como seria um novo plano do FMI para o Brasil.

Em entrevista no início do ano para o "InfoMoney", a pesquisadora do Instituto Peterson de Economia Monica de Bolle fez uma defesa da ida do Brasil ao FMI, destacando ser preciso que os estigmas contra o fundo sejam deixados de lado e que o FMI mudou a sua forma de atuação. 

MAIS



Fonte: Infomoney

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Internautas se irritam: Paulo Coelho 'prevê' queda de Temer e mais 8 anos de Lula e PT

Publicado: 24 abril 2016 Atualizado em 24/07/2016
SYL POLANSKI  - Especialista em Política
Internautas se irritam: Paulo Coelho 'prevê' queda de Temer e mais 8 anos de Lula e PT
O escritor rebateu críticas seu passado petista, e decidiu fazer suas ‘previsões’ para o futuro após o questionamento de um internauta.
O escritor se considera um 'ex-petista', mas sua 'previsão' irritou muita gente
O escritor se considera um 'ex-petista', mas sua 'previsão' 
irritou muita gente

As redes sociais são um ponto de encontro entre amigos, pessoas com os mesmos interesses e claro, muita confusão. Após a votação do impeachment, teve internauta dando indiretas para artistas e um até pediu uma previsão para o futuro para Paulo Coelho, que já foi petista assumido, mas chegou a dizer em 2013 que rompeu com o partido.
Paulo declarou que sim, já foi petista, mas que depois de um tempo se decepcionou e acabou dando um basta. Prosseguindo seu raciocínio, realizou uma ‘analise’ da política nacional e disse que Michel Temer assumirá a presidência, pois o Senado irá acolher o pedido de impeachment de Dilma Rousseff.
Com o novo presidente, o dólar irá baixar mais e as exportações vão diminuir, mas por outro lado, as manifestações irão aumentar nas ruas, tanto de petistas inconformados, quanto de direitistas que querem novas eleições, sem nem ao menos se darem ao trabalho de ler a Constituição para entender as regras para que esta ocorra em caso de impeachment.
Entretanto, Coelho também diz algo que não agrada os internautas: segundo ele, quando as pessoas se derem conta que trocaram ‘seis por meia dúzia’, então Lula irá triunfar.
Ainda segundo Coelho, o PT nunca defendeu Dilma Rousseff, pois ela foi uma aposta errada e depois de todo esse cenário conspiratório citado por ele, Lula surge nas eleições, vence e o brasileiro tolerará mais oito anos de PT.
Se foi uma brincadeira ou uma possibilidade, não se sabe, mas a conclusão do escritor irritou muita gente anti-PT, inclusive aqueles que não possuem um partido ou candidato preferido para ocupar o cargo presidencial.
Não demorou muito e o Twitter teve alguns minutos do clássico cenário de guerra virtual e pouco depois as ‘batalhas’ evoluíram para comunidades, páginas e grupos do Facebook.
No atual momento político, qualquer faísca gera um incêndio. Na última semana, Martinho da Villa se posicionou contra o impeachment, alegando temer uma guerra civil, enquanto o ator Paulo Betti declarou que o Brasil vive um golpe e que só não enxerga quem não quer.

Outra que está sempre gerando polêmica quando o assunto é política é a Monica Iozzi, que mais de uma vez fez comentários maldosos à Bolsonaro e ao impeachment. Há também Zé de Abreu, que após discutir com Stepan Nercessian por causa de política, excluiu sua conta do Twitter e essa semana, após cuspir em um casal pró-impeachment, a excluiu de novo. Zélia Duncan também andou criticando o atual momento político, escolhendo Eduardo Cunha e Jair Bolsonaro como os alvos de toda a sua revolta.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

LULA LISTA TODAS AS ARBITRARIEDADES QUE TEM SOFRIDO

LULA LISTA TODAS AS ARBITRARIEDADES QUE TEM SOFRIDO
:
 Texto publicado no site do Instituto Lula contesta as tentativas de criminalização do ex-presidente; "Em mais de 40 anos de atividade pública, a vida do ex-presidente Lula foi vasculhada em todos os aspectos: político, fiscal, financeiro e até pessoal. Nenhum político brasileiro foi tão investigado, por tanto tempo: pelos organismos de segurança da ditadura, pela imprensa, pelos adversários políticos e por comissões do Congresso durante seus dois mandatos", inicia o artigo; o instituto ainda pontuou que Lula "sempre agiu dentro da lei, antes, durante e depois de ser presidente do Brasil"

21 DE JULHO DE 2016 ÀS 19:44

247 - Texto publicado no site do Instituto Lula contesta as tentativas de criminalização do ex-presidente. 
"Em mais de 40 anos de atividade pública, a vida do ex-presidente Lula foi vasculhada em todos os aspectos: político, fiscal, financeiro e até pessoal. Nenhum político brasileiro foi tão investigado, por tanto tempo: pelos organismos de segurança da ditadura, pela imprensa, pelos adversários políticos e por comissões do Congresso durante seus dois mandatos", inicia o artigo.
O instituto ainda pontuou que Lula "sempre agiu dentro da lei, antes, durante e depois de ser presidente do Brasil". 
Confira o texto na íntegra:
Em mais de 40 anos de atividade pública, a vida do ex-presidente Lula foi vasculhada em todos os aspectos: político, fiscal, financeiro e até pessoal. Nenhum político brasileiro foi tão investigado, por tanto tempo: pelos organismos de segurança da ditadura, pela imprensa, pelos adversários políticos e por comissões do Congresso durante seus dois mandatos.
Apesar das falsas acusações que sempre sofreu, nunca se demonstrou nada de errado na vida de Lula, porque ele sempre agiu dentro da lei, antes, durante e depois de ser presidente do Brasil. Somente a ditadura ousou condenar e prender Lula, em 1980, com base na infame Lei de Segurança Nacional. Seu crime de “subversão” foi lutar pela democracia e pelos direitos dos trabalhadores.
Desde a reeleição da presidenta Dilma Rousseff, em outubro de 2014, Lula tornou-se alvo de uma verdadeira caçada judicial. Agentes partidarizados do estado, no Ministério Público, na Polícia Federal e no Poder Judiciário, mobilizaram-se com o objetivo de encontrar um crime – qualquer um – para acusar Lula e levá-lo aos tribunais.
Dezenas de procuradores, delegados, fiscais da Receita Federal e até juízes atuam freneticamente nesta caçada, em cumplicidade com os monopólios da imprensa e bandos de difamadores profissionais.
Na ausência de acusações formais, pois Lula sempre agiu dentro da lei, promovem um julgamento pela mídia (trial by media), sem equilíbrio e sem direito ao contraditório. Boatos, ilações e vazamentos seletivos de investigações são divulgados com estardalhaço, num verdadeiro linchamento moral e político.
Está claro que o objetivo da plutocracia brasileira, da mass media e dos setores mais retrógados do País é levar o ex-presidente ao banco dos réus, para excluir Lula do processo político brasileiro.
Quebraram os sigilos bancário e fiscal de Lula, de seus filhos, de sua empresa de palestras e do Instituto Lula. Quebraram o sigilo dos telefonemas de Lula, seus familiares, colaboradores e até de seus advogados. Invadiram e vasculharam a casa de Lula, as casas de seus filhos e o Instituto Lula.
Investigaram todas as viagens internacionais do ex-presidente – quem pagou, que aviões usou, quem o acompanhou, onde se hospedou, com quem conversou, inclusive chefes de estado e de governo. Investigaram as palestras e até os presentes que Lula recebeu quando era presidente.
E não encontraram rigorosamente nada capaz de associar Lula aos desvios na Petrobras, investigados na Operação LavaJato, ou a qualquer outra ilegalidade. Nenhum depósito suspeito, nenhuma conta no exterior, nenhuma empresa de fachada, nenhum centavo que não tenha sido ganho honestamente e declarado para o pagamento de impostos.
Nem mesmo os réus confessos da Operação LavaJato, que negociam benefícios penais e financeiros em troca de acusações a agentes políticos, ousaram apontar a participação direta ou indireta de Lula nos desvios da Petrobras. E isso é terrivelmente frustrante para os caçadores do ex-presidente.
Na ausência de provas, evidências ou testemunhos confiáveis, os algozes de Lula submetem o ex-presidente a uma série de constrangimentos e arbitrariedades, que violam não apenas suas garantias, mas os princípios do estado democrático de direito, ameaçando toda a sociedade.
Ao longo destes dois anos, foram violados os seguintes direitos do ex-presidente Lula:
- o direito a tratamento imparcial e à presunção da inocência;
- o direito ao juiz natural e ao promotor natural;
- o direito à ciência de inquéritos e do acesso pleno aos autos, o que chegou a ser reconhecido pelo Conselho Nacional do Ministério Público;
- o direito ao sigilo das comunicações com os advogados; o que chegou a ser reconhecido pelo Ministro Teori Zavaski, do Supremo Tribunal Federal;
- o direito ao sigilo das comunicações telefônicas; também reconhecido pelo Ministro Teori, do STF;
- o direito à preservação do sigilo de dados pessoais, fiscais e bancários confiados a agentes do estado e à Justiça;
- o direito de não ser indefinidamente investigado além dos prazos legais ou razoáveis para a apresentação de denúncia ou arquivamento de feitos;
- o direito à privacidade e à preservação da imagem, previstos no Artigo 5o da Constituição do Brasil.
- o direito de resposta nos meios de comunicação;
- o direito político de exercer função pública, para a qual sempre esteve apto, negado por decisão individual do ministro Gilmar Mendes, do STF;
- e até o direito de ir e vir, sem que houvesse decreto de prisão e sem hipótese prevista em lei para sua condução coercitiva em 4 de março de 2016.
CONTRA LULA, UM TIRO-AO-ALVO JUDICIAL.
As sucessivas arbitrariedades contra Lula ocorrem no âmbito de um ataque judicial e parajudicial em diversas frentes simultâneas, o que configura um movimento orquestrado de perseguição.
Ao longo destes dois anos, o ex-presidente, seus familiares, o Instituto Lula e a empresa LILS palestras tornaram-se objeto de:
3 inquéritos abertos por procuradores federais do Paraná, por supostas (e inexistentes) alegações referentes a imóveis que Lula não possui, palestras realizadas conforme a lei;
1 ação penal referente aos mesmos fatos, proposta por promotores do Ministério Público de São Paulo;
1 inquérito aberto por procuradores federais de Brasília, sobre as viagens internacionais do ex-presidente;
1 inquérito do Procurador-Geral da República para apurar fatos relacionados Operação LavaJato;
1 ação penal proposta pelo Procurador-Geral da República referente a suposta (e inexistente) tentativa de obstrução de Justiça;
1 inquérito de procuradores federais de Brasília para investigar suposta (e inexistente) vantagem a um dos filhos de Lula na tramitação de Medidas Provisórias aprovadas pelo Congresso
3 inquéritos policiais abertos pela Polícia Federal em Brasília e no Paraná;
2 ações de fiscalização da Receita Federal que nada encontraram de irregular no Instituto Lula e na empresa LILS Palestras;
Quebra do sigilo fiscal e bancário de Lula, do Instituto Lula, da LILS Palestras e de mais 12 pessoas e 38 empresas de pessoas ligadas ao ex-presidente;
Quebra do sigilo telefônico e das comunicações por internet de Lula, de sua família, do Instituto Lula e de diretores do Instituto Lula; até mesmo os advogados de Lula foram atingidos por esta medida ilegal;
38 mandados de busca e apreensão nas casas de Lula e de seus filhos, de funcionários e diretores do Instituto Lula, de pessoas ligadas a ele, executados com abuso de autoridade, apreensões ilegais e sequestro do servidor de e-mails do Instituto Lula;
Os agentes partidarizados do estado promovem um verdadeiro tiro-ao-alvo judicial, atacando Lula simultaneamente em diversas frentes judiciais, pelas mesmas alegações, o que é inconstitucional, além de ferir princípios universais do direito, adotados pelo Brasil em tratados internacionais.
Por exemplo: o Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, incluiu o ex-presidente em um inquérito sobre a Petrobrás no Supremo Tribunal Federal. Quase ao mesmo tempo, solicitou a transferência, para a vara do juiz Sergio Moro, de inquéritos que tratam dos mesmos fatos, o que significa uma dupla investigação do ex-presidente Lula.
PERSEGUIÇÃO, ARBITRARIEDADES E ABUSOS
Nos últimos 12 meses, Lula prestou 5 depoimentos à Polícia Federal e ao Ministério Público e apresentou informações por escrito em 2 inquéritos.
Apesar de ter cumprido todos os mandados e solicitações e de ter prestado esclarecimentos às autoridades até voluntariamente, no dia 4 de março Lula foi submetido, de forma ilegal, injustificada e arbitrária, a uma condução coercitiva para depoimento sem qualquer intimação anterior – um verdadeiro sequestro por parte da Força Tarefa da Lava Jato.
Lula foi alvo de um pedido de prisão preventiva, de forma ainda mais ilegal, injustificável e arbitrária, por parte de promotores de Justiça de São Paulo, que foi negado pela Justiça por sua flagrante ilegalidade.
Agentes do estado vazaram e continuam vazando criminosamente para a imprensa dados bancários e fiscais de Lula, de seus filhos, do Instituto Lula e da LILS Palestras.
O juiz Sergio Moro divulgou ilegalmente conversas telefônicas privadas do ex-presidente Lula, sua mulher, Marisa Letícia, e seus filhos, com diversos interlocutores que nada têm a ver com os fatos investigados, inclusive um diálogo com a presidenta da República, Dilma Rousseff.
Esse vazamento criminoso – expressamente condenado como ilegal pelo ministro Teori Zavaski, do STF – foi manipulado pela mídia de forma a impedir que Lula assumisse o cargo de ministro da Casa Civil, para o qual havia sido indicado poucas horas antes da divulgação ilegal.
Nenhum líder político brasileiro teve sua intimidade, suas contas, seus movimentos tão vasculhados, num verdadeiro complô contra um cidadão, desrespeitando seus direitos e negando a presunção da inocência.
E apesar de tudo, não há nenhuma ação judicial aceita contra Lula, ou seja: ele não é réu, mas seus acusadores, no aparelho de estado e na mídia, o tratam como previamente condenado.
O resultado desse complô de agentes do estado e meios de comunicação é a maior operação de propaganda opressiva que já se fez contra um homem público no Brasil. É o linchamento jurídico-midiático e a incitação ao ódio contra a maior liderança política do País.
Lula é perseguido porque não podem derrotá-lo nas urnas. E apesar da sistemática campanha de difamação jurídico-midiática, continua sendo avaliado nas pesquisas como o melhor presidente que o Brasil já teve, além de liderar as sondagens para uma futura eleição presidencial.
LULA NÃO FOGE DA JUSTIÇA; RECORRE À JUSTIÇA.
O ex-presidente Lula vem recorrendo sistematicamente à Justiça contra os abusos e arbitrariedades praticadas por agentes do estado, difamadores profissionais e meios de comunicação que divulgam mentiras a seu respeito.
A defesa de Lula solicitou e obteve a abertura de Procedimentos Disciplinares no Conselho Nacional do Ministério Público contra dois procuradores da República que atuaram de forma facciosa;
Apresentou ao CNMP e obteve a confirmação de ilegalidade na abertura de inquérito por parte de promotores do Ministério Público de São Paulo;
Apresentou ao STF e aguarda o julgamento de Ação Cível Originária, com agravo, para definir a quem compete investigar os fatos relacionados ao sítio Santa Bárbara e ao Condomínio Solaris;
Recorreu ao Tribunal de Justiça de São Paulo e aguarda julgamento contra decisão da juíza da 4a Vara Criminal sobre o mesmo conflito de competência;
Apresentou ao STF habeas corpus contra decisão injurídica do ministro Gilmar Mendes, corrigida e revogada pelo ministro Teori Zavascki em mandado de segurança da Advocacia Geral da União;
Apresentou ao STF recurso contra decisão do ministro Gilmar Mendes que o impede de assumir o cargo de Ministro de Estado, embora Lula preencha todos os requisitos constitucionais e legais para esta finalidade;
Apresentou ao juiz Sergio Moro 4 solicitações de devolução de objetos pessoais de noras e filhos de Lula, apreendidos ilegalmente pela Polícia Federal.
Apresentou Representação à Procuradoria-Geral da República contra atos abusivos e usurpação de competência por parte do juiz Sergio Moro;
Apresentou Reclamação ao STF contra atos abusivos do juiz Sergio Moro, que usurpam a competência da Suprema Corte;
E apresentou, em cinco de julho, exceção de suspeição em relação ao juiz Sergio Moro, para que este reconheça a perda de imparcialidade para julgar ações envolvendo Lula, por ter antecipado juízos, entre outras razões.
Contra seus detratores na imprensa, no Congresso Nacional e nas redes subterrâneas de difamação, os advogados do ex-presidente Lula apresentaram:
6 queixas crime;
6 interpelações criminais;
9 ações indenizatórias por danos morais;
5 pedidos de inquéritos criminais;
e formularam duas solicitações de direito de resposta, uma das quais atendida e outra, contra a TV Globo, em tramitação na Justiça.
Quem deve explicações à Justiça e à sociedade não é Lula; são os procuradores, delegados e juízes que abusam do poder, são os jornais, emissoras de rádio e TV que manipularam notícias falsas e acusações sem fundamento.
A VERDADE SOBRE AS ALEGAÇÕES CONTRA LULA
Em depoimentos, manifestações dos advogados e notas do Instituto Lula, o ex-presidente Lula esclareceu todos os fatos e rebateu as alegações de seus detratores.
Lula entrou e saiu da Presidência da República com o mesmo patrimônio imobiliário que possuía antes – patrimônio adquirido em uma vida de trabalho desde a infância.
Não oculta, não sonega, não tem conta no exterior, não registra bens em nome de outras pessoas nem de empresas em paraísos fiscais.
E jamais participou ou se beneficiou, direta ou indiretamente, de desvios na Petrobras ou em qualquer ato ilícito, antes, durante e depois de ter exercido a Presidência da República.
Eis um breve resumo das respostas às alegações falsas, com a indicação dos documentos que comprovam a verdade:
Apartamento no Guarujá: Lula não é nunca foi dono do apartamento 164-A do Condomínio Solaris, porque a família não quis comprar o imóvel, mesmo depois de ele ter sido reformado pelo verdadeiro proprietário. Informações completas em: http://www.institutolula.org/documentos-do-guaruja-desmontando-a-farsa
Sítio em Atibaia: Lula não é nunca foi dono do Sítio Santa Bárbara. O Sítio foi comprado por amigos de Lula e de sua família com cheques administrativos, o que elimina as hipóteses de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. As reformas feitas no sítio foram custeadas pelos proprietários e nada têm a ver com os desvios investigados na Lava Jato.
Informações completas e documentos sobre Atibaia e o patrimônio de Lula em:
http://www.institutolula.org/o-que-o-ex-presidente-lula-tem-e-o-que-inventam-que-ele-teria
Palestras de Lula: Depois que deixou a presidência da República, Lula fez 72 palestras contratadas por 40 empresas do Brasil e do exterior, recolhendo impostos por meio da empresa LILS Palestras. Os valores pagos e as condições contratuais foram os mesmos para as 40 empresas: tanto as 8 investigadas na Lava Jato quanto às demais 32, incluindo a INFOGLOBO, da Família Marinho. Todas as palestras foram efetivamente realizadas, conforme comprovado nesta relação com datas, locais, contratantes, temas, fotos, vídeos e notícias:
http://institutolula.org/uploads/relatoriopalestraslils20160323.pdf
Doações ao Instituto Lula: O Instituto Lula recebe doações de pessoas e empresas, conforme a lei, para manter suas atividades, e isso nada tem a ver com as investigações da Lava Jato. A Força Tarefa divulgou ilegalmente alguns doadores, mas escondeu os demais e omitiu do público como esse dinheiro é aplicado, o que se pode ver no Relatório de Atividades Instituto Lula 2011-2015:
http://www.institutolula.org/conheca-a-historia-e-as-atividades-do-instituto-lula-de-1993-a-2015
Acervo presidencial: O ex-presidente Lula não desviou nem se apropriou ilegalmente de nenhum objeto do acervo presidencial, nem cometeu ilegalidades no armazenamento. Esta nota esclarece que a lei brasileira obriga os ex-presidentes a manter e preservar o acervo, mas não aponta meio e recursos:
http://www.institutolula.org/acervo-presidencial-querem-criminalizar-o-legado-de-lula
É falsa a notícia de que parte do acervo teria sido desviada por Lula ou que ele teria se apropriado de bens do palácio. A revista que espalhou essa farsa é a mesma que desmontou o boato numa reportagem de 2010:
http://www.institutolula.org/epoca-faz-sensacionalismo-sobre-acervo-que-ela-mesmo-noticiou-em-2010
Obstrução de Justiça: O ex-presidente Lula jamais conversou com o ex-senador Delcídio do Amaral sobre ações para obstruir a Justiça ou sobre qualquer ato ilícito. Em depoimento à Procuradoria Geral da República, em 7 de abril, o ex-presidente Lula esclareceu os fatos e desmentiu o ex-senador. Delcídio não apresentou qualquer prova indício, evidência ou testemunho de suas ilações
O INTERROGATÓRIO DE LULA
Neste link, a íntegra do depoimento de Lula aos delegados e procuradores da Operação Lava Jato, prestado sob condução coercitiva no aeroporto de Congonhas em 4 de março de 2016.
http://www.institutolula.org/leia-a-integra-do-depoimento-de-lula-a-pf-em-14-03


sexta-feira, 1 de julho de 2016

Friboi é do PMDB? Mas não diziam que era do filho do Lula?

POLÍTICA - BRASIL

Sexta-feira, 01 de Julho de 2016
Friboi é do PMDB? Mas não diziam que era do filho do Lula?
Da Redação

Durante anos repercutia nas redes sociais a falsa notícia de que a Friboi pertenceria ao filho de Lula, Fábio Lula da Silva. Os desmentidos, muitas vezes ignorados, resultaram em ações judiciais. Eis que nesta sexta-feira, no curso da Operação Lava-Jato, descobre-se que a JBS estava no esquema que envolve lideranças do PMDB, entre elas Eduardo Cunha. Leia aqui .

Na nova etapa da Lava-Jato, a Polícia Federal teve como alvo a empresa JBS, dona da Friboi. A operação foi autorizada pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Teori Zavaski, relator da Lava Jato, e tem como base a delação do ex-vice-presidente da Caixa Fábio Cleto, aliado do deputado Eduardo Cunha. A PF cumpre mandados em São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Brasília.

Um dos presos foi o aliado de Eduardo Cunha, Lúcio Bolonha Funaro, um corretor que negociava acordo de delação com a PGR (Procuradoria-geral da República).

Há suspeitas de que a JBS tenha pago propina, por meio de Funaro, para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS, liberados por influência de Cleto.
O dinheiro, segundo as investigações da PF, era dividido entre Cleto, Cunha e Funaro.

O STF também autorizou busca e apreensão na casa do lobista Milton Lyra.

Também houve o cumprimento de mandato de busca e apreensão na casa do lobista Milton Lyra, conhecido como Miltinho. O homem, de 44 anos, foi citado por delatores como operador do senador Renan Calheiros no Postalis, o fundo de pensão dos servidores dos Correios. Quatro requerimentos para ouvi-lo foram apresentados na CPI dos Fundos de Pensão, mas não votados.