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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

SÉRGIO MORO DESMORALIZADO: MINISTROS DECIDEM SUSPENDER TRANSFERÊNCIA DE LULA PARA TREMEMBÉ; CONFIRA!


SÉRGIO MORO DESMORALIZADO: MINISTROS DECIDEM SUSPENDER TRANSFERÊNCIA DE LULA PARA TREMEMBÉ; CONFIRA!

Escrito por Portal Click Política 7 de agosto de 2019

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A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão plenária na tarde desta quarta-feira (7), suspender a decisão da Justiça que determinou a transferência de Lula, preso em Curitiba, para São Paulo.

Os advogados de Lula encaminharam ao STF um recurso para que a Corte concedesse liberdade ao ex-presidente até o julgamento de um habeas corpus pela Segunda Turma do tribunal ou que mantivesse o petista preso em sala de estado maior (cela especial).

O relator do caso, Edson Fachin, votou por suspender a transferência e manter Lula preso em Curitiba e foi acompanhado pela maioria dos ministros. 

Ao todo, foram 10 votos a 1 em favor do ex-presidente. 

Apenas o ministro Marco Aurélio divergiu, argumentando que não cabe ao STF, mas sim ao TRF4, analisar o caso.

Portal Click Política com a Fórum

CONTINUA

LAVA JATO DERROTADA! MAIA E POLÍTICOS DO CENTRO ATESTAM PERSEGUIÇÃO CLARA CONTRA LULA


Escrito por Portal Click Política 7 de agosto de 2019

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A truculência com que foi autorizada a transferência do ex-presidente Lula para o presídio de Tremembé provocou reações na Câmara dos Deputados para além dos partidos de esquerda. 

O presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), parlamentares de partidos do centrão e até do PSDB criticaram a decisão da juíza federal Carolina Lebbos. 

As palavras ‘perseguição’ e ‘absurdo’ foram usadas por opositores a Lula.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “no plenário, o deputado Joaquim Passarinho (PSD-PA) afirmou estranhar a decisão da juíza. 

‘Apesar de nunca ter votado nele, acho que [Lula] é um ex-chefe de Estado e merecia um outro tratamento’, disse. 

Para ele, tocar no assunto mais de um ano depois parece ‘perseguição à toa’.”

Segundo a matéria, “Maia respondeu, concordando. ‘Tem toda razão, deputado’, afirmou. 

O presidente da Câmara se colocou à disposição ‘para que o direito do ex-presidente seja garantido’.”

O clima na Cãmara era de comoção, mesmo sendo a maioria parlamentar composta por políticos que se acostumaram a criminalizar e estigmatizar o PT e Lula.

José Nelto (GO), líder do Podemos, nomeou a decisão da juíza de perseguição. 

“O que a Justiça fez hoje, eu quero aqui condenar publicamente. 

Não se justifica retirar o ex-presidente Lula de Curitiba e levar para Tremembé. 

Isso é humilhação, esta juíza deveria repensar os seus atos. Perseguição eu não aceito com ninguém, seja de direita ou de esquerda.”

Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), qualificou a decisão de “verdadeiro absurdo”. 

Segundo o deputado, é algo que “coloca em risco o respeito que o Brasil conquistou como país garantidor dos direitos.”

Marcelo Ramos (PL-AM), ex-presidente da comissão da Previdência, chegou a prestar solidariedade ao ex-presidente. 

“Diz na minha terra que pau que dá em Chico dá em Francisco. 

Hoje, muitos estão aplaudindo porque é um opositor político.”

CLICK POLÍTICA com informações de brasil24



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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Temer tem aposentadoria suspensa por não “provar que está vivo”

Temer tem aposentadoria suspensa 
por não “provar que está vivo”
  01/02/2018
 

Governo de SP cancelou pagamento porque presidente não fez comparecimento anual

O presidente Michel Temer ficou com a aposentadoria de ex-servidor do governo de São Paulo suspensa em novembro e dezembro do ano passado porque não fez a 

“prova de vida”, comparecimento anual para provar que está vivo.

Como qualquer outro beneficiário, Temer deveria ter se apresentado no mês de seu aniversário —setembro, quando ele fez 77 anos. 

A Presidência diz que ele não se submeteu ao recadastramento “por falta de tempo”.

Com isso, ele ficou sem receber nos dois meses o pagamento mensal de R$ 45 mil a que tem direito por ter sido procurador do Estado. 

Com o abatimento para adequar o salário ao limite do teto constitucional, o rendimento de Temer ficou em R$ 22,1 mil no mês de outubro, último mês em que o valor foi pago, segundo dados do Portal da Transparência. 

A informação foi publicada pelo jornal “O Globo”.

Temer se aposentou aos 58 anos, em 1999. 
Hoje ele enfrenta uma batalha pessoal para tentar aprovar a reforma da Previdência na Câmara dos Deputados —a votação está prevista para o próximo dia 19. 

Um dos motes da campanha publicitária do governo é que é preciso mudar as regras para combater privilégios.

Como presidente da República, Temer tem direito a salário bruto de R$ 30,9 mil, conforme dados do Portal da Transparência do governo federal em novembro. 

Naquele mês, com os cortes para ajustar o salário ao teto dos servidores públicos, caiu na conta do emedebista um valor bem menor, de R$ 3.800.

A São Paulo Previdência (SPPrev), órgão que administra as pensões e aposentadorias do governo paulista, informou à Folha que “a situação já está sendo regularizada”. 

O Palácio do Planalto afirma que, “tão logo tomou conhecimento, o presidente adotou medidas para o recadastramento”.

Segundo a SPPrev, quando a prova de vida anual não é realizada no prazo, automaticamente “o benefício é suspenso e sai da folha de pagamento”. 

No entanto, com o comparecimento do beneficiário a uma unidade de atendimento ou agência do Banco do Brasil, o pagamento pode ser retomado. 

Os valores que não foram pagos são depositados nos meses seguintes



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sábado, 29 de julho de 2017

ATITUDE CRIMINOSA! Governo Temer já sugere cortar aposentadorias para conter rombo no país; CONFIRA!

ATITUDE CRIMINOSA! Governo Temer já sugere cortar aposentadorias para conter rombo no país; CONFIRA!
29 de julho de 2017
 

Deputado Ricardo Barros, que assumiu interinamente o ministério da Saúde, propõe rever o tamanho do Sistema Único de Saúde, que atende a população mais pobre.

“Vamos ter que repactuar, como aconteceu na Grécia, que cortou as aposentadorias, e em outros países que tiveram que repactuar as obrigações do Estado porque ele não tinha mais capacidade de sustentá-las”, afirmou, em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’. 

Ele sugere a existência de fraudes no uso do cartão e no acesso a remédios.

Segundo ele, que foi relator do Orçamento de 2016 na Câmara, não há capacidade financeira suficiente que permita suprir todas as garantias constitucionais. 

“Nós não vamos conseguir sustentar o nível de direitos que a Constituição determina”.

“Não estamos em um nível de desenvolvimento econômico que nos permita garantir esses direitos por conta do Estado. Só para lembrar, a Previdência responde por 50% das despesas do Orçamento da União. O Estado acaba sendo um fim em si mesmo, e não um meio. 

O que adianta o médico sem remédio, o pedreiro sem o tijolo, o motorista sem o combustível.

Nada. Não presta serviço para a comunidade”, acrescentou.

Antes, ele já havia criticado o Mais Médicos e dito que a pílula do câncer poderia ser aprovada mesmo sem comprovação científica, em razão do “efeito placebo” (leia aqui).



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terça-feira, 11 de julho de 2017

CURTO E GROSSO: ‘A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade Social’ Collor.

CURTO E GROSSO: ‘A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade Social’ Collor.
12 de julho de 2017
 

Na noite desta terça-feira 11, Fernando Collor subiu à tribuna do Senado, que retomou a sessão depois que as senadoras que ocuparam a mesa desistiram do protesto.

Todos sabemos que o senador pertence às classes dominantes, sempre foi um bon vivant, viveu em meio ao luxo, festas, champagne, carros esportivos, ilhas de Seychelles, tudo isso.
Mas hoje mostrou que é rico, mas não é burro.

Honrou a memória do avô, Lindolfo, que foi o primeiro ministro do Trabalho do Brasil e um dos primeiros da elite empresarial a perceber que deixar o trabalhador tranquilo é a melhor maneira de aumentar a produtividade.

Tratando bem o trabalhador, o empresário sai no lucro.
Collor mandou um recado a Temer e a todos os senadores que, acometidos de uma epidemia de insensatez, querem aprovar essa reforma que só tira mais ainda do trabalhador que já ganha tão pouco.

Collor foi sucinto:

“A única coisa que essa reforma vai trazer é intranquilidade social”.

Os trabalhadores brasileiros já ganham pouco e agora vão ganhar menos ainda. Isso está óbvio, o governo não fez uma reforma para beneficiar o trabalhador e sim agradar aos patrões, mas dando um ridículo tiro no pé.

Pagar menos e tirar direitos vai diminuir o consumo, vai diminuir a arrecadação da Previdência e vai diminuir a arrecadação de impostos.

Não é só uma reforma criminosa, é também uma reforma burra.


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quinta-feira, 15 de junho de 2017

LULA NO MARANHÃO: O que Temer faz com o trabalhador não é reforma, é demolição; CONFIRA! 15 de junho de 2017

LULA NO MARANHÃO: O que Temer faz com o trabalhador não é reforma, é demolição; CONFIRA!
15 de junho de 2017
 

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou ao vivo na manhã desta quarta-feira (14) com o jornalista Róbson Júnior, da rádio Difusora do Maranhão. 

Lula falou sobre os desafios que o país enfrenta e disse não se opor a reformas para modernizar a legislação, mas é contra, sim, a destruição que o governo atual está promovendo contra os direitos trabalhistas e a Previdência. 

“O conselho que eu dou para os economistas do governo é: se quiserem resolver o problema da Previdência, resolvam primeiro o problema da economia, aumentando o crescimento, o emprego e os salários.”

“Se você pegar as estatísticas, vai perceber que, entre 2004 e 2018, o financiamento da seguridade social cresceu 56%. 

Portanto, nós tivemos superávit na Previdência”, disse Lula. Atualmente, o déficit aparece “na medida em que cresce o nível de desemprego e a redução no salário dos trabalhadores”. 

O ex-presidente apontou o segredo para o superávit: fazer a economia crescer, com aumento de empregos e salários. 

“Se tivemos superávit foi porque criamos 22 milhões de empregos entre 2003 e 2014, porque formalizamos 100 milhões de pequenas empresas e milhões de trabalhadores, porque a média salarial crescia 3,5% ao ano, porque o salário mínimo aumentou 74%. 

Ora, quando a economia está funcionando corretamente, a arrecadação também cresce. Quando o PIB não cresce, o emprego não cresce, obviamente que a Previdência passa a ser deficitária”.

O ex-presidente disse que não é contra reformas para modernizar a legislação trabalhista, que data de 1943, tendo sido feita ainda no governo Vargas, ou mesmo da Previdência, para adequa-las à realidade do século 21. 

“O que não pode é destruir, e o que o governo Temer está fazendo é uma demolição”. Para Lula, essa reforma trabalhista está no caminho de destruir todos os direitos trabalhistas conquistados desde a década de 1940. 

“Deixando o trabalhador numa situação de quase escravidão. Eles querem que a gente volte àquele período”.

Na entrevista, Lula repetiu um mote que vem falando desde sua posse em 2003: “É necessário incluir os mais pobres no orçamento para fazer a economia girar e o país crescer”.

CLICK POLITICA



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terça-feira, 25 de abril de 2017

EXCLUSIVO: Para aprovar reformas, Temer troca cargos por votos de partidos nanicos

EXCLUSIVO: Para aprovar reformas, Temer troca cargos por votos de partidos nanicos


BRASÍLIA – Em busca de apoio para conseguir aprovar as reformas na Câmara, principalmente a da Previdência, o governo deu início a uma ofensiva até sobre os partidos nanicos na Casa. 

Na negociação, interlocutores do governo no Congresso Nacional oferecem cargos no terceiro escalão do Executivo que essas legendas pleiteiam, desde que, em troca, garantam que a maioria de suas bancadas votará a favor das reformas.

Com cinco deputados, o PROS negocia com o Palácio do Planalto uma diretoria do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). No início do governo Michel Temer, a sigla chegou a ter a presidência do órgão, com Gastão Vieira. 

Em dezembro de 2016, porém, ele foi substituído por Silvio Pinheiro, indicado pelo DEM. Desde então, o PROS pleiteava alguma diretoria na instituição.

Na última quinta-feira, 20, o governo também trocou o presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) para atender o PTN, sigla que tem 13 deputados e que ameaçava deixar a base aliada ou votar contra as reformas, caso não conseguisse o cargo. Para atender o partido, Temer teve de abrir mão de uma indicação pessoal, no caso o então presidente, Antônio Henrique Pires, para nomear Rodrigo Dias, indicado pelo PTN.

O partido vinha ameaçando romper com o governo desde o início de abril, mas foi somente durante a votação da urgência da reforma trabalhista, na última quarta-feira, 19, que o governo cedeu à pressão. Deputados do PTN ameaçaram se abster na votação. Com aval do Planalto, o líder do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), então, comunicou que a legenda teria a presidência da Funasa.

No dia seguinte, a nomeação de Dias foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Com o pleito atendido, o partido deu 10 votos favoráveis à urgência e apenas três contra. Na primeira votação da urgência da reforma, na última terça-feira, 18, quando o governo saiu derrotado, apenas seis deputados do PTN votaram a favor e cinco, contra. Outros dois parlamentares da legenda não apareceram para votar.

Com o PHS, cuja bancada é de sete deputados, a negociação tem sido “caso a caso”. De acordo com interlocutores do governo no Congresso, o partido pleiteia algumas diretorias em órgãos do terceiro escalão e deve ser atendido. 

Entre os nanicos, a sigla é o que mais preocupa o Palácio do Planalto. Na primeira votação da urgência da reforma trabalhista, por exemplo, os cinco deputados do partido presentes em plenário votaram contra.

Ameaças. Em outra frente para garantir apoio às reformas, o governo ameaça retirar cargos de partidos que não votarem com o Planalto. Uma delas foi retirar a presidência da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) do líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO). 

Interlocutores do governo reclamam que Jovair não tem controle total sobre a bancada e que sequer tem participado das votações.

Eles citam como exemplo a votação da urgência da reforma trabalhista, em que o próprio líder do PTB não apareceu para votar. Além disso, lembram que, dos 17 integrantes da bancada, apenas 12 votaram, sendo oito a favor e quatro contra. “Ele tem que se reposicionar. 

O PTB, no dia da votação da urgência, não deu nem metade dos votos a favor, e o líder estava fora”, afirmou um interlocutor do governo em caráter reservado.

Em entrevista ao Broadcast nesse domingo, 23, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu que o governo não tem hoje os 308 votos mínimos necessários para aprovar a reforma da Previdência no plenário. 

O Placar do Estadão mostra que, mesmo após as concessões feita pelo relator da proposta, Arthur Maia (PPS-BA), o governo não conseguiria aprovar a reforma hoje. 

Pelo levantamento, já são 209 votos contrários, quando o máximo para conseguir aprovar deveria 
ser 205 votos.

Com informações de Estadão.



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Vergonha retroativa: o Pastor Everaldo recebeu dízimo da Odebrecht para ser escada de Aécio. Por Kiko Nogueira

Vergonha retroativa: o Pastor Everaldo recebeu dízimo da Odebrecht para ser escada de Aécio. Por Kiko Nogueira
 14 de abril de 2017
 

O executivo Fernando Reis afirmou em sua delação premiada que a Odebrecht orientou em 2014 o então candidato a presidente Pastor Everaldo, do PSC, a “ajudar” Aécio Neves nos debates.

O objetivo era “dar mais visibilidade” ao tucano e atacar Dilma. 
Reis contou que a empreiteira repassou R$ 6 milhões para a campanha de Everaldo, a quem disse ter sido apresentado por Eduardo Cunha.

A empresa concluiu depois que a contribuição à campanha de Everaldo foi “muito grande para quem tem muito pouco para dar”.

“A gente achou que ele poderia ter uma grande quantidade de votos. Mas foi uma avaliação completamente errada”, disse.
O DCM relembra esse encontro de titãs:

William Bonner abriu o papel em que estava escrito o tema a ser discutido. “Previdência”, é o que se lia.

O Pastor Everaldo, à frente do palco, convocou Aécio Neves. 
“Meu querido senador”, ronronou, a voz melíflua.

Entrou a falar sobre o PAC. Bonner, como um bedel, pediu que os dois se concentrassem no assunto determinado.

Everaldo deu um sorriso cínico, descarado, sabujo e mandou bala: “O que o senhor tem a me dizer sobre a Previdência no Brasil?”
A dupla mais abjeta da televisão brasileira depois de Danilo Gentili e Roger do Ultraje é formada por Aécio e Everaldo.

A sorte é que foi a última vez, na temporada, em que ela aparece.

Desde os primeiros debates, os dois interpretam um casal 20 de fundo de quintal em que o candidato do PSC se deixa subjugar pelo do PSDB (Se você tem alguma dúvida, é bom que saiba: é tudo combinado nos bastidores).

Everaldo, com pinta de vendedor de cinto de couro de cobra, sua mania de declarar que inventou o Bolsa Família, a falta completa de ideias e coragem, assumiu nos encontros a função de escada para o amigão.

Era mais ou menos previsível que procurasse algo ou alguém para onde correr. Sua candidatura se transformou num traque. O restolho de voto evangélico que tinha migrou para Marina Silva.

Não resistiu a 15 minutos de Jornal Nacional. Silas Malafaia, que o apoiava quando não estava ocupado detonando homossexuais, trocou-o por Marina.

Everaldo chegou a ser saudado como uma “grata surpresa” por Rodrigo Constantino, o que deveria ter sido interpretado como um sinal.

Uma esperança para a direita, no desespero da direita em achar alguém assumidamente de direita. Revelou-se um conservador meia boca — “estado mínimo!”, “estado mínimo!” — de fala mole.

Um nanico entre os nanicos. Luciana Genro e Eduardo Jorge mostraram brilho próprio.

Levy Fidelix, em sua imensa, pantagruélica estupidez, acabou ganhando muito mais visibilidade, embora por vias transversas, defendendo também “a família segundo a Constituição”.

O pastor havia terminado um dos debates com uma bênção evangélica.

Na Globo, pediu a bênção a seu padrinho Aécio Neves, trocando afagos e beijando a mão do patrãozinho, que olhava o servo com desdém enquanto lhe trepava nas costas para vender seu peixe.

          DEBATE NA GLOBO AECIO E PASTOR EVERALDO 
                                (Bastidores e toda a Verdade)




segunda-feira, 10 de abril de 2017

MARINA DESPERTA E AGORA CRITICA REFORMAS DE TEMER

MARINA DESPERTA E AGORA CRITICA REFORMAS DE TEMER

 

Após vários meses de complacência com as ações de Michel Temer, a ex-ministra Marina Silva (Rede Sustentabilidade) resolveu começar a criticar a reforma da Previdência do governo; na avaliação da ex-senadora, o governo errou com idas e vindas nos debates da reforma e levou propostas injustas à sociedade; "Contribuir 49 anos para ter o benefício integral num país em que temos 13,5 milhões de desempregados é condenar ninguém a receber aposentadoria integral. Tratar os trabalhadores rurais da mesma forma que os urbanos é uma injustiça muito grande", enfatizou Marina; a líder da Rede Sustentabilidade aproveitou para criticar o próprio Temer, a quem classificou de um presidente "sem legitimidade, credibilidade e popularidade"

10 DE ABRIL DE 2017 ÀS 07:53

247 - A ex-senadora Marina Silva (Rede Sustentabilidade), após longos meses de silêncio, resolveu criticar o atual projeto de reforma da Previdência.

Marina diz que é favorável a uma reforma, mas avalia que o governo Michel Temer não tem legitimidade, credibilidade e popularidade para implementar as mudanças. 

"Quando fui candidata pela primeira vez, em 2010, nós colocamos a necessidade de reformas e a Previdência estava entre as nossas diretrizes programáticas de 2014", disse, referindo-se às duas eleições presidenciais em que ficou em terceiro lugar.

As informações são de reportagem do Valor.
"'Nós temos uma população jovem que vai envelhecer e, com certeza, vai comprometer a sustentabilidade dos benefícios a serem pagos às pessoas. Elas precisam de sua aposentadoria. 

O problema é que a reforma, como está sendo proposta, no meu entendimento, traz algumas arbitrariedades que não podemos concordar", afirmou Marina.

Na avaliação da ex-senadora, o governo errou com idas e vindas nos debates da reforma e levou propostas injustas à sociedade. "Contribuir 49 anos para ter o benefício integral num país em que temos 13,5 milhões de desempregados é condenar ninguém a receber aposentadoria integral. 

Tratar os trabalhadores rurais da mesma forma que os urbanos é uma injustiça muito grande", enfatizou.

Marina criticou o fato de o governo ter anunciado que iria retirar os servidores dos estados da reforma e, depois, declarar que eles deveriam retornar, alegando que a Constituição não permite tratamento diferenciado entre servidores estaduais e federais.

'Se eu fosse parlamentar, tentaria combater e corrigir as arbitrariedades. 

O maior problema é que as reformas estão sendo propostas por um presidente sem legitimidade, credibilidade e popularidade'. 

Marina ressaltou que essas três características são fundamentais para implementar reformas."



terça-feira, 28 de março de 2017

Estados tem 6 meses para se adaptarem à Reforma da Previdência

Estados tem 6 meses para se adaptarem à Reforma da Previdência
Caso contrário, precisarão seguir as regras aprovadas pelo Congresso
Publicado em: 28/03/2017 22:54 Atualizado em:
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Os estados e municípios brasileiros se encontram num impasse entre o Governo Federal e suas assembleias legislativas. Nesta terça-feira (28), o secretário da Previdência Marcelo Caetano anunciou que estes terão seis meses para ajustar seus sistemas previdenciários, conforme acharem adequados. 

Caso contrário, precisarão seguir as regras aprovadas pelo Congresso. 

O anúncio desagradou os governadores, que alegaram dificuldades para convencer sozinhos as assembleias legislativas a aprovarem reformas locais dessa complexidade. 

Por isso, o Governo estipulou o prazo de seis meses para os estados fazerem suas reformas.

No entanto, uma parte da base aliada apresentou resistência em relação à medida. 

Deputados afirmaram que isto traria de volta a pressão sobre eles, mas o governo pretende manter a emenda mesmo assim. 



segunda-feira, 27 de março de 2017

ATENÇÃO: GUERRA CIVIL ACABA DE SER DECLARADA NO BRASIL - OAB SE POSICIONA A FAVOR DO POVO

ATENÇÃO: GUERRA CIVIL ACABA DE SER DECLARADA NO BRASIL - OAB SE POSICIONA A FAVOR DO POVO
Sábado, 25 de março de 2017

 

A OAB acaba de se posicionar oficialmente contra a reforma da Previdência e a favor de todo o povo brasileiro. Precisamos compartilhar para todos os nossos amigos e familiares esta grande conquista, pois, agora sim, se o Governo Temer não recuar e efetivamente iniciar um "bom mandato", será desencadeada uma guerra civil nunca antes vista no Brasil. 

Chega de tantas PECs mirabolantes, de trabalhar e morrer sem se aposentar por 49 anos, de gastos públicos congelados por 20 anos. Chega de "vender" nossas estradas, ferrovias, aeroportos, água potável, energia elétrica, petróleo e tudo o mais que bem entenderem, como se tais patrimônios fossem seus e não da nação brasileira. 

Estão tentando acabar com todos os direitos trabalhistas por meio da Terceirização Geral, se já não bastasse, terem destruído com o próprio Brasil ao longo dos últimos 30 anos, vendendo nosso nióbio a preço de banana, entre outros recursos naturais e minerais, permitindo a tal "carne fraca" no maior país agropecuário do mundo, além de outros absurdos. Chega!!! Ou o gigante se levanta agora, ou este governo irá escravizar todo o seu povo, se já não o fez ainda.

A entidade, em resposta aos graves "ataques" à população brasileira, apontou vários abusos na proposta do governo, entre eles, a exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres e anecessidade de 49 anos de contribuição para ter acesso ao benefício integral. 

A proposta do Governo faz parte de um conjunto de medidas que seguem um sentido oposto às adotadas por Países como Russia (que proíbe qualquer tipo de Terceirização do Trabalho), e Japão (que reduziu 10 anos de contribuição para aposentadoria).

Após mais de 17 horas de reunião na sede do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em Brasília, os membros de comissões de direito previdenciário de todo o país, juntamente com outras dezenas de entidades representativas de categorias profissionais, elaborou uma carta aberta contra a reforma da Previdência.

Representantes de juristas, médicos, auditores fiscais e engenheiros, entre outros, acreditam que a proposta do governo está fundamentada em premissas erradas e contém inúmeros abusos contra os direitos sociais. As mudanças, segundo a carta, “desfiguram o sistema da previdência social conquistado ao longo dos anos e dificulta o acesso a aposentadoria e demais benefícios à população brasileira que contribuiu durante toda a sua vida”.

As entidades listaram 10 abusos, entre eles, a exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria de homens e mulheres, a necessidade do contribuinte ter 49 anos de contribuição para acesso ao benefício integral, a redução do valor geral das aposentadorias, a precarização da aposentadoria do trabalhador rural e o fim da aposentadoria especial para professores. 

Além disso, o Conselho da OAB considera abusivas as propostas de pensão por morte e benefícios assistenciais abaixo de um salário mínimo, além do fim da acumulação da pensão com a aposentadoria, em casos específicos, nos quais dois contribuintes se tornam um.


O texto também é crítico ao aumento da idade mínima exigida para recebimento do benefício assistencial de prestação continuada, o BPC, que o governo pretende passar de 65 para 70 anos. 

As regras para a aposentadoria dos trabalhadores expostos a agentes insalubres foram definidas pelo conselho como “inalcançáveis”, ou seja: os trabalhadores irão pagar valores exorbitantes ao INSS, em torno de um milhão e oitocentos mil reais, que, se aplicados na poupança atualmente renderiam, sozinhos, um salário mensal de R$8.640,00, o que é inadmissível a um governo que eles declaram abertamente como "corrupto",. Consideram, ainda, que a proposta é "inconstitucional", pois afirmam que o governo quer se apropriar indevidamente de valores que, por direito, são de cada trabalhador, de modo que tais valores deveriam ser a estes devolvidos ao final de seu tempo de contribuição.

Base Errada Incostitucional 

Um dos pontos de discordância é justamente a base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016, que tem o discurso de catástrofe financeira e deficit como justificativa para a iniciativa. Para a OAB, o tão divulgado rombo da Previdência se quer existe. Usar esse argumento evidenciaria “grave descumprimento” à Constituição Federal, que insere a Previdência no sistema de Seguridade Social, juntamente com as áreas da Saúde e Assistência Social – sistema que, de acordo com a carta, “tem sido, ao longo dos anos, altamente superavitário em dezenas de bilhões de reais”.

As entidades que assinaram a carta – entre elas, além da OAB, o Conselho Federal de Economia (Cofecon), a Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) e a Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais (Anafe) – criticam também o mecanismo de Desvinculação de Receitas da União(DRU), que permite que 30% dos recursos da Seguridade Social sejam destinados para outros fins, “especialmente para o pagamento de juros da dívida pública, que nunca foi auditada, como manda a Constituição”, o que eles consideraram sendo o mais grave de todos os "golpes" já vistos em execução no Brasil,

Cabíveis até mesmo de intervenções IMEDIATAS para se rever todos os valores que estão claramente dispostos em nossa Constituição Federal, se retirarmos todas as Emendas Inconstitucionais, que atualmente permitem aos senhores parlamentares fazerem o que bem desejarem sem se quer ser responsabilizados por isso.

Em conjunto, tais entidades exigem que o Governo Federal divulgue “com ampla transparência” as receitas daSeguridade Social, “computando todas as fontes de financiamento previstas no artigo 195 da Constituição Federal, mostrando ainda o impacto anual da DRU, as renúncias fiscais que têm sido concedidas, a desoneração da folha de salários e os créditos tributários previdenciários que não estão sendo cobrados, tal como a transparência na folha de pagamento e quanto cada parlamentar recebe mensalmente”.

Assinaram a carta as seguintes entidades: 

Conselho Federal da OAB - CFOAB 
Conselho Federal de Economia - COFECON
Comissão de Direito Previdenciário - OAB/PR 
Comissão de Direito Previdenciário-OAB/SC
Comissão da Previdência Social -OAB/RJ 
Comissão de Previdência Complementar- OAB/DF
Comissão de Direito Previdenciário OAB/ MA 
Comissão de Seguridade Social - OAB/DF
Comissão de Direito Previdenciário - OAB/SP 
Comissão de Direito Previdenciário - OAB/ES
Comissão de Direito de Seguridade Social - OAB/PE 
Comissão de Direito Previdenciário e Securitário - OAB/GO
Comissão de Estudos e Atuação Previdenciária OA/AL 
Comissão Especial de Direito Previdenciário - OAB/BA
Comissão de Direito Previdenciário OAB/ PB 
Comissão de Direito Previdenciário e Assistência Social OAB/CE
Coordenadoria Nacional da Auditoria Cidadã 
Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil – ANFIP
Fórum das Associações Representativas dos Policiais e dos Bombeiros Militares do Distrito Federal 
Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais - ANAFE
Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado 
Federação Nacional dos Servidores dos Órgãos Públicos Federais de Fiscalização, Investigação, Regulação e Controle - FENAFIRC
Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital - FENAFISCO 
Instituto dos Advogados Previdenciários de São Paulo – IAPE
Confederação dos Servidores Públicos do Brasil CSPB 
Coletivo Nacional de Advogados de Servidores Públicos - CNASP
Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário - IBDP 
Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF
Sindicato Nacional dos Servidores do Ipea 
Movimento dos Servidores Públicos Aposentados - MOSAP
Central do Servidor 
Associação Nacional dos Advogados Públicos Federais - Anafe
Instituto dos Advogados Previdenciários de São Paulo – Iape 
Coletivo Nacional de Advogados de Servidores Públicos - Cnasp
Federação de Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do RS - Fetapergs. 
Fórum das Associações Representativas dos Policiais e dos Bombeiros Militares do Distrito Federal.
Sindicato Nacional dos Servidores do Plano Especial de Cargos da Polícia Federal- SINPECPF
Instituto Brasiliense de Direito Previdenciário - Ibdprev
Sindicato Nacional dos Servidores Federais Autárquicos nos Entes de Formulação, Promoção e Fiscalização da Política da Moeda e do Crédito-Sinal 
Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica - Sinasefe
Sindicato dos Médicos do Distrito Federal - Sindmedico-DF 
Sindicado dos Trabalhadores da Fiocruz
Sindicato dos Engenheiros do Distrito Federal- Senge/DF 

Veja, na íntegra, com exclusividade, a carta:

"As entidades abaixo nominadas, reunidas no Conselho Federal da OAB em 31 de janeiro de 2017, manifestam preocupação com relação ao texto da proposta de Reforma da Previdência (PEC 287/2016), tendo em vista que ela está fundamentada em premissas equivocadas e contem inúmeros abusos contra os direitos sociais.

A PEC 287/2016 tem sido apresentada pelo governo sob discurso de catástrofe financeira e “déficit”, que não existem, evidenciando-se grave descumprimento aos artigos 194 e 195 da Constituição Federal, que insere a Previdência no sistema de Seguridade Social, juntamente com as áreas da Saúde e Assistência Social, sistema que tem sido, ao longo dos anos, altamente superavitário em dezenas de bilhões de reais. 

O superávit da Seguridade Social tem sido tão elevado que anualmente são desvinculados recursos por meio do mecanismo da DRU (Desvinculação de Receitas da União), majorada para 30% em 2016. Tais recursos são retirados da Seguridade Social e destinados para outros fins, especialmente para o pagamento de juros da dívida pública, que nunca foi auditada, como manda a Constituição.

Diante disso, antes de pressionar pela aprovação da PEC 287/2016, utilizando-se de onerosa campanha de mídia para levar informações questionáveis à população, exigimos que o Governo Federal divulgue com ampla transparência as receitas da Seguridade Social, computando todas as fontes de financiamento previstas no artigo 195 da Constituição Federal, mostrando ainda o impacto anual da DRU, as renúncias fiscais que têm sido concedidas, a desoneração da folha de salários e os créditos tributários previdenciários que não estão sendo cobrados. 

A proposta de reforma apresentada pelo governo desfigura o sistema da previdência social conquistado ao longo dos anos e dificulta o acesso a aposentadoria e demais benefícios à população brasileira que contribuiu durante toda a sua vida.

Dentre os abusos previstos na PEC 287/2016 destacamos os seguintes:

1) Exigência de idade mínima para aposentadoria a partir dos 65 (sessenta e cinco) anos para homens e mulheres; 
2)  49 (quarenta e nove) anos de tempo de contribuição para ter acesso à aposentadoria integral; 
3) Redução do valor geral das aposentadorias;
4) Precarização da aposentadoria do trabalhador rural;  
5) Pensão por morte e benefícios assistenciais em valor abaixo de um salário mínimo;
6) Exclui as regras de transição vigentes;
7) Impede a cumulação de aposentadoria e pensão por morte;
8) Elevação da idade para o recebimento do benefício assistencial (LOAS) para 70 anos de idade;
9) Regras inalcançáveis para a aposentadoria dos trabalhadores expostos a agentes insalubres;
10) Fim da aposentadoria dos professores.

Além disso, a reforma da previdência prejudicará diretamente a economia dos municípios, uma vez que a grande maioria sobrevive dos benefícios da previdência social, que superam o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Diante disso, exigimos a suspensão da tramitação da PEC 287/2016 no Congresso Nacional até que se discuta democraticamente com a sociedade, de forma ampla, mediante a realização de audiências públicas que possibilitem a análise de estudos econômicos, atuariais e demográficos completos, a fim de que se dê a devida transparência aos dados da Seguridade Social. 

É necessário garantir a participação da sociedade no sentido de construir alternativas que venham melhorar o sistema de Seguridade Social e ampliar a sua abrangência, impedindo o retrocesso de direitos sociais."

Na verdade, o Governo quer o seguinte: que o trabalhador trabalhe pagando o INSS por 49 anos de idade até morrer e que não se aposente JAMAIS. Tudo isto para continuar mantendo os salários milionários dos senhores deputados, senadores, ministros e todas as pencas de "assessores fantasmas"", viagens em jatinhos particulares pagos pelo contribuinte, sítios e triplex comprados com o dinheiro público, contas milionárias nos paraísos fiscais, apartamentos de luxo de frente para o mar, aeroportos particulares próximo a seus sítios, fazendas do porte de "Rei do Gado" no Paraguai, joalherias inteiras de presente a suas esposas, auxílio terno, gasolina, moradia, assistencial, governamental, e todos os demais devaneios que tais políticos desejarem a custa de seus escravos, que pagam mais de 85% de tributação todos os meses. 

Isto sem contar com a total terceirização do trabalho, outra bomba prestes a estourar em todos os estados brasileiros. Segundo a OAB, o Brasil pode estar prestar a vivenciar uma Guerra Civil sem precedentes.

Reportagem exclusiva: Diego Lincoln
Revisão e Adequação Jurídica: Cesar Chagas
Editorial e Publicidade: Higor Wayan
Segunda Revisão Editorial: Patrícia Henriques

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