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segunda-feira, 13 de março de 2017

Lula critica reformas de Temer e afirma que vai viajar o País

Lula critica reformas de Temer e afirma que vai viajar o País
Postado em 13/03/2017 23:13
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Brasília, 13 (AE), 13 - Na véspera de seu depoimento como réu na Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou um congresso de trabalhadores rurais em Brasília para criticar as reformas do governo Temer e avisar que vai viajar pelo País para alertar os cidadãos. "Nunca vi um presidente com tão pouco prestígio e tantos votos no Congresso", afirmou Lula sobre Temer.

O petista foi recebido pelos militantes aos gritos de "guerreiro do povo brasileiro" no 12º Congresso Nacional de Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares nesta segunda-feira (13). O evento foi organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Lula focou seu discurso nos benefícios sociais que, segundo ele, os trabalhadores irão perder caso sejam aprovadas as reformas trabalhista e da Previdência. Para Lula, a aposentadoria rural foi uma conquista extraordinária, mas é vista como um "gasto" pelo governo atual, assim como programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.

"Essa gente que ocupa cargos do governo não conhece o valor de um salário mínimo para um trabalhador rural. Nas cidades pequenas e médias do País, eles são a maioria da arrecadação da prefeitura. É esse salário que faz banco arrecadar, a economia girar, o povo comer. Eles não sabem o significado, porque para eles isso é gasto, mas para nós é investimento", afirmou.

O petista afirmou que a solução do governo atual para a crise econômica é cortar benefícios do trabalhador. "Querem diminuir o pouco de conquista que tivemos nos últimos anos. 

O que os incomoda não é o PT, é o filho da trabalhadora rural na universidade. Quando o pobre começa a ter direito, incomoda. Por isso, eles resolveram cortar. Vão cortar a aposentadoria e fazer reforma para prejudicar o trabalhador", disse.

Para o ex-presidente, a melhor forma de consertar a economia é com mais investimentos. "Quer resolver o rombo da Previdência? Gere 22 milhões de empregos, aumente o salário mínimo. 

Quer resolver o problema do Brasil? Inclua o povo pobre no orçamento da União."

O presidente tornou a afirmar que vai viajar pelo Brasil. "Estou disposto a viajar esse País alertando esse povo sobre o que está em jogo. Não se trata de ser candidato em 2018, porque a saúde é implacável. Se trata de preparar o nosso povo para não deixar ter retrocesso", disse.

Uma das razões da viagem é também a disputa pela paternidade do projeto de transposição do Rio São Francisco. Lula anunciou que no próximo domingo estará em Monteiro, na Paraíba, uma das cidades atendidas pela chegada das águas do rio na última fase da transposição.

O ex-presidente deixou claro que o projeto teve origem no seu governo. "Sabe por que só eu comecei a fazer aquilo? Porque, de todos que passaram pela Presidência da República, sou o único que já carregou um pote de água na cabeça", disse.

Lula também não perdeu a oportunidade de criticar os deslizes recentes de Michel Temer. Ele criticou o discurso do peemedebista no Dia Internacional da Mulher. 

"O presidente acha que lugar de mulher é na cozinha." E aproveitou para parabenizar a Contag, por estabelecer paridade entre homens e mulheres em cargos diretores.

"As mulher não vão se contentar com cotas de 30% ou 40%. Elas querem paridade, depois elas vão querer tudo. As mulheres vão provar que têm tantas ou mais condições de governar o Brasil", afirmou, recebendo aplausos das trabalhadoras presentes ao evento.

Segundo o petista, o Brasil era respeitado no exterior durante seu governo. "Hoje o presidente é um doutor que não tem coragem de sair do País, porque não tem respeito lá fora."

Acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato, Lula será interrogado nesta terça-feira, a partir das 10h, na sede da Justiça Federal de Brasília. Será a primeira vez que Lula será questionado em juízo como réu numa ação penal relacionada à Lava Jato.

Também são réus da ação penal o pecuarista José Carlos Bumlai; o ex-senador Delcídio Amaral; o banqueiro André Santos Esteves; o ex-assessor de Delcídio, Diogo Ferreira Rodriguez; o advogado Edson Siqueira Ribeiro Filho; e o filho de Bumlai, Maurício. 

Os advogados dos réus e o representante do Ministério Público Federal, além do juiz Ricardo Leite, podem fazer perguntas para o ex-presidente.




quinta-feira, 9 de março de 2017

BOMBA: Calheiros declara que Cunha está comandando governo e chantageando Temer de dentro da prisão!

BOMBA: Calheiros declara que Cunha está comandando governo e chantageando Temer de dentro da prisão!
9 de março de 2017
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Renan Calheiros, líder do PMDB no Senado, está bem irritado com as nomeações recentemente feitas. 

Assim, decidiu “abrir a boca”. O mesmo, declarou que o ex-deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) está atuando no governo do atual presidente, Michel Temer, de dentro da penitenciária que se encontra desde de setembro.

Segundo o site da ‘Uol’, ‘Congresso e Foco’, após almoço com o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, Renan sugeriu que Temer está sendo chantageado por Cunha e apontou o deputado Carlos Marun (PMDB-MS), presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, de ser o porta-voz do ex-presidente da Câmara no Palácio do Planalto. 

Renan demonstrou irritação com as nomeações do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) como novo ministro da Justiça, de André Moura (PSC-SE) como líder do governo no Congresso, e de Aguinaldo Ribeiro Ribeiro (PP-PB) para a liderança do governo na Câmara. 
Os três atuaram como aliados de Cunha na Câmara. 

O alagoano afirmou, ainda, que o governo é alvo 
de disputa entre o PSDB e o grupo do ex-deputado preso. O ex-presidente do Senado insinuou também que Temer não faz a leitura correta do atual cenário. 

“Os últimos sinais emitidos pelo governo com as nomeações mostram que há uma disputa entre o PSDB e o núcleo da Câmara ligado a Eduardo Cunha pelo comando do governo. 

Os sinais são, de um lado, o fortalecimento do PSDB, que é legítimo porque faz uma sustentação importante no governo, e o fortalecimento do grupo originário da Câmara ligado a Cunha”, declarou o senador ao voltar do Planalto. 

Segundo o senador, Cunha trabalha para emplacar o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha, que foi seu advogado e é seu amigo pessoal, para o comando da pasta, no lugar do ministro Eliseu Padilha, que estava licenciado para a retirada da próstata. O ministro confirmou ontem a volta ao trabalho. 

“Eu disse ao Moreira: fala com o Padilha para voltar imediatamente porque senão o Eduardo Cunha senta lá na cadeira dele o Gustavo Rocha. O (Eliseu) Padilha tem que voltar logo, já está sarado”, relatou. As críticas de Renan estão relacionadas ao movimento da bancada do PMDB na Câmara. 

Marun e outros três deputados peemedebistas assinaram carta pedindo a saída de Romero Jucá e outros acusados na Lava Jato do comando partidário. 

Jucá é o atual presidente da legenda. De acordo com o líder do PMDB no Senado, o avanço do grupo de Cunha ocorreu após o encontro entre Marun e o ex-deputado na prisão, em Curitiba. 

“Depois de avançar no governo, essa gente vai avançar sobre o partido. 

Essa carta do Marun veio depois da conversa que ele teve lá com o Cunha em Curitiba e agora age como seu porta-voz. 

Isso é tão óbvio! Imagina, o PMDB que tem um papel histórico, ser comandado pelo Marun? Nessa disputa entre o PSDB e o PMDB do Eduardo Cunha pelo comando do governo, nós somos radicalmente a favor do PSDB”, disse o senador.  Marun alega que visitou Cunha apenas por solidariedade. 

“O senador está vendo fantasmas. 

Eu fui visitar Eduardo Cunha, realmente, numa visita solidária, porque eu posso entrar num presídio e sair, coisa que outras pessoas talvez não consigam fazer. Eu não tenho medo de cara feia

Se ele é tão apaixonado pelo PSDB, ele que vá para o PSDB ver se aceitam ele lá”, declarou o deputado ao jornal Globo.

 [Via Agência de Notícias.]







segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

DIREITO É BOM: Importante jurista analisa recursos do impeachment e garante que Dilma pode voltar a presidência

DIREITO É BOM: Importante jurista analisa recursos do impeachment e garante que Dilma pode voltar a       presidência
6 de fevereiro de 2017
 

Patrícia Miguez
Lucas Ponez


Um movimento em prol da anulação do impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff começou a ganhar força nos últimos dias. Setores da esquerda brasileira acreditam que só há um caminho para o restabelecimento da democracia: a restituição do mandato outorgado à Dilma Rousseff.

Wallace Martins, advogado criminal, professor de Direito Penal e Filosofia do Direito também concorda que não há outro caminho a não ser a volta da presidente eleita ao cargo para o qual foi eleita por mais de 54 milhões de brasileiros.

O advogado ingressou com uma petição amicus curiae, a pedido do Partido da Causa Operária – representando mais de 600 pessoas -, em conjunto com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ), nos Mandados de Segurança que pedem para que o STF julgue a forma e o mérito do processo de impeachment.

Em entrevista concedida ao Debate Progressista, Wallace afirma que os Mandados estão, nesse momento, em posse do procurador-geral da República Rodrigo Janot e estima que este libere as petições para que sejam julgadas pelo plenário do STF.

O advogado afirma que as chances de anulação do impeachment são de razoáveis para boas e que é necessária uma pressão popular para constranger os ministros do STF a fazerem justiça. Ele ainda afirma crer que a chapa Dilma-Temer não será cassada pelo TSE e, sendo assim, não haverá problemas vindos da Corte Eleitoral.

Questionado se Dilma Rousseff quer mesmo voltar à presidência, Wallace – que tem ligações com pessoas muito próximas à presidenta eleita – afirma categoricamente: “Ela quer voltar, sim”.
Existem dois Mandados de Segurança expedidos pela defesa da presidenta eleita Dilma Rousseff que pedem a anulação do impeachment. Como estão as tramitações?

Sim, são dois Mandados de Segurança impetrados por Dilma Rousseff, e em ambos é pedida a anulação do impeachment por motivos diferentes. 

Um é um pouco diferente do outro. Um questiona a forma; o outro, o conteúdo. Eles estão em posse do procurador-geral da República Rodrigo Janot desde novembro. 

Esses Mandados de Segurança serão apensados por conexão e serão julgados de forma conjunta. 

Nesses Mandados de Segurança já tem a nossa participação como amicus curiae, tanto do PCO quanto do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ). Portanto, hoje, os Mandatos, juntamente com as petições de amicus curiae, estão com Rodrigo Janot.

O que foi divulgado é que todos os recursos da presidenta foram esgotados. Esses Mandados de Segurança têm a ver com o indeferimento dado pelo ministro Teori Zavascki, em outubro?
Na verdade, nenhum recurso da presidenta foi esgotado, porque nenhum deles foi julgado. 

O que foi julgado pelo Teori foram liminares nesses Mandados de Segurança. Mas era de se esperar que as liminares fossem indeferidas. 

Imagine um único ministro parar todo o processo de impeachment sozinho, sem ouvir seus pares, sem ouvir seu colegas ministros do Supremo e sem colher o parecer do procurador-geral da República? Então esses Mandados de Segurança têm relação com o indeferimento do Teori, mas ele indeferiu a liminar em Mandado de Segurança. O mérito ainda será julgado, e é no mérito que a gente tem bastante convicção.

Então depende da PGR pro mérito ser julgado no STF?
Depende da Procuradoria-Geral da República como qualquer processo. 

Primeiramente, o parecer tem que ser dado pelo Janot. Inclusive eu acho que a campanha agora deve ser ‘Devolve, Janot’, porque com a devolução do procurador-geral da República, um novo relator, entre os nove ministros do STF, será sorteado. 

E por que eu digo os ‘nove ministros’? Porque o STF é composto por onze, só que um faleceu e a outra é a presidente Cármen Lúcia, que não poderá relatar o Mandado de Segurança. 

Esses Mandados de Segurança não poderão ser julgados como ocorre na Lava Jato, onde os julgamentos são feitos pela segunda turma, eles serão julgados pelo plenário, por toda a Corte. bravo

Janot tem prazo para devolver os Mandados de Segurança?
Em princípio, prazo ele não tem, mas ele tem a obrigação de ser razoável, ele não pode “sentar em cima”. Claro que do dia 21 de dezembro até o dia 31 de janeiro, os tribunais superiores – o Supremo, o STJ, assim como a PGR – ficaram parados, mas agora, como está com Janot desde o início de novembro, ele já teria tempo suficiente para devolver, então ele tem que devolver imediatamente. 

Não se trata de um prazo fixado, mas se trata de ser razoável. Janot, em outros processos da Lava Jato, às vezes, dava pareceres em 48-72h, e por que agora está demorando tanto assim? Então ele tem que “correr” e devolver os Mandados imediatamente.

Quais são as chances de sucesso?
As nossas chances ter os dois Mandados de Segurança concedidos é de razoáveis para boas, ou seja, existe, realmente, a possibilidade. Nós podemos vencer. 

O que vai nos ajudar é a pressão popular, sobretudo em Brasília, na porta do Supremo, próxima aos ministros. Nós precisamos constranger os ministros. Repito: é necessário que nós consigamos constranger os ministros a fazerem justiça, porque aquilo que hoje pode parecer, para alguns, algo normal, algo que não é golpe, certamente a História vai condenar. O ano de 2016 foi marcado por um Golpe de Estado.

Como ficaria caso a chapa Dilma-Temer seja cassada pelo TSE?
Se a chapa Dilma-Temer vier a ser cassada, nós teríamos um problema – realmente. Imagina se o Supremo devolve o mandato à Dilma e a chapa seja cassada em seguida? Isso influiria nas questões do país. Ela sairia de novo. 

Eu sinceramente não acredito que a chapa Dilma-Temer será cassada, porque no TSE tem, pelo menos, cinco ministros que entenderão que não é caso para cassação, inclusive a ministra Maria Thereza, que é a relatora da ação. DilmaRousseff-foto-divulgacao-450×270
Você tem proximidade com a presidenta eleita?
Diretamente, não. Mas tenho muitos amigos ligados a ela, uns muito próximos, outros não tão próximos.

Há quem diga que Dilma Rousseff não quer voltar. Isso procede?
Não! Isso não procede. Ela quer voltar, sim. Ela acredita, tem fé, tanto é que entrou com os dois Mandados de Segurança. Ela chegou a dizer que prefere as “Diretas Já”, mas, na verdade, a vontade dela é de reassumir o mandato. Ela é uma mulher de fibra e sabe que foi injustiçada.



domingo, 8 de janeiro de 2017

ONU dá até 27 de janeiro para governo e Moro se explicarem sobre denúncias e abusos contra Lula

ONU dá até 27 de janeiro para governo e Moro se explicarem sobre denúncias e abusos contra Lula
POSTED BY: ADMIN JANUARY 8, 2017
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Os advogados responsáveis pela Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva informam que o Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) registrou a carta de atualização com as denúncias protocoladas contra os abusos que estão sendo cometidos no Brasil contra o ex-presidente. Leia abaixo a íntegra do comunicado.

Nota
 O Comitê de Direitos Humanos da ONU informou ter registrado a carta de atualização do Comunicado feito ao órgão pelo ex-Presidente Luiz Inacio Lula da Silva  em 28/7/2016. 

Na condição de advogados de Lula, juntamente com o especialista em direitos humanos Geoffrey Robertson, fomos também informados do novo prazo dado ao governo brasileiro – 27/01/2017 – para os esclarecimentos pedidos.

O recebimento desse novo comunicado da ONU coincide com as primeiras audiências realizadas na 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, que bem ilustraram a ausência de imparcialidade na condução do julgamento de Lula, como assegura o Pacto de Direitos Civis e Políticos da ONU, confirmado pelo Brasil em 1992. 

O juiz Sergio Moro revelou profundo desprezo pela atuação dos defensores do ex-Presidente nesses atos, evidenciando suas posições preconcebidas sobre o caso.

Embora as 11 testemunhas de acusação ouvidas tenham afastado qualquer participação de Lula no recebimento de vantagens indevidas e em relação a qualquer relação entre o ex-Presidente e o triplex do Guaruja, Moro afirmou que a defesa era “retórica” e desprovida de argumentos.

Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins




sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

As 9 armas químicas mais horrendas do mundo

As 9 armas químicas mais horrendas do                              mundo
De Lucas  17 de dezembro de 2016
 As 9 armas químicas mais horrendas do mundo
 Agentes do sistema nervoso, causadores de asfixia e doenças mortais - armas químicas são uma demonstração de como o homem é cruel.
Mesmo em meio à guerra, armas químicas continuam sendo um tabu. Elas são vistas como cruéis e pouco comuns. As armas químicas representam uma grande ameaça para as populações civis, tanto em zonas de guerra quanto fora delas.

Sua capacidade de mexer com a fisiologia do corpo humano, além de causar os traumas de armas convencionais, afeta também sua descendência: ela fere os seus filhos e os filhos de seus filhos. Agentes do sistema nervoso, causadores de asfixia, doenças mortais, bombas incendiárias – armas químicas são uma demonstração de como o homem é cruel.

Confira na lista a seguir 9 exemplos assombrosos dessas 

9. Gás de Cloro
Quando o gás de cloro é inalado, ele combina com a água nos pulmões e forma ácido clorídrico. O problema é que  o gás de cloro é fácil de se encontrar e pode ser facilmente disfarçado e comprando em grandes quantidades.
8. Gás Lacrimogêneo
O gás CS não o matará mas vai ferir bastante. É usado com o único propósito de distrair as pessoas (geralmente civis em protesto) com tanta dor que eles parem de avançar em revolta.
O gás provoca irritação nas membranas, não permitindo que a pessoa abra os olhos. Respirar o gás pode causar irritação respiratória, desorientação, queimadura da garganta, vômito e cegueira temporária.
7. Gás Mostarda
O gás mostarda (ou gás de enxofre) provavelmente só matará cerca de 5% das pessoas expostas a ele, mas será desagradável e dolorido para todo mundo, mesmo quem sobreviver.
Ele é um agente que causa queimaduras extremas em contato com a pele e membranas, olhos, garganta e pulmões.
É um agente bolhas que causará queimaduras extremas em contato com a pele e membranas de muco, como olhos, garganta e pulmões. A formação de bolhas e cicatrizes resultantes pode ser não apenas dolorosa como mortal, especialmente se localizada nos pulmões. Embora muitas vítimas de um ataque de gás sobreviver e, eventualmente, recuperar, pode causar desfiguração permanente, cegueira e cicatrizes.
6. Antraz
Embora não seja uma “arma química” e sim biológica, o antraz causa sintomas como gripe forte ou feridas irritadas na pele. O problema é que pode evoluir para meningite até semanas após a infecção via cútis.
Em 2001, logo após os ataques terroristas às Torres Gêmeas, o Anthrax foi enviado através do correio a vários meios de comunicação e dois senadores dos EUA, resultando na morte de cinco pessoas e na infecção de outras 17.
5. SARIN
Bem conhecido atualmente, devido ao seu uso contra civis. É uma classe de armas químicas que interrompe os sinais do sistema nervoso que ajudam o corpo a funcionar. É incolor e inodoro e uma gota pequena é suficiente para matar um adulto.

Isso faz com que as vítimas percam rapidamente o controle de todas as funções corporais, incluindo a bexiga, as entranhas e o sistema respiratório, além de causarem convulsões e paralisia, à medida que os sinais nervosos são interrompidos.

Foi liberado no metrô de Tóquio em 1995, em um ataque que matou 13 pessoas e na cidade de Halabja em 1988 por Saddam Hussein 5.000 pessoas, a maioria civis, tornando-se a maior droga química usada contra civis na história da humanidade. Foi usado recentemente em Ghouta, na Síria em 2013, com um número de mortos estimado de 81.
4. VX
Semelhante ao SARIN, o VX é mais tóxico, persistente e mortal. Ele funciona fazendo suas vítimas para perder completamente o controle, levando a babar, convulsões, perda de intestino e controle da bexiga, vômitos e insuficiência respiratória.
A toxicidade do VX é o que o torna tão assustadoramente mortal, com a menor gota de vapor sendo capaz de matar um adulto.
3. Fosgênio
O fosgênio é produzido industrialmente, mas geralmente é estritamente controlado devido aos seus perigos.
Ele possui um “agradável” cheiro de grama, mas causa asfixia: os sintomas de exposição são geralmente tosse e aperto no peito, causados pelo efeito prejudicial do gás sobre os alvéolos pulmonares, impedindo que o oxigênio entre no sangue e sufocando lentamente a vítima.
2. Agente Laranja
O agente laranja é um produto químico que foi usado para a destruição catastrófica durante a Guerra do Vietnã, e seus efeitos ainda podem ser sentidos até hoje.

É feito a partir de uma mistura de dois herbicidas e é incrivelmente tóxico, causando inflamação das membranas mucosas e até mesmo levando câncer de pulmão e laringe.

Durante as operações, mais de 20 milhões de galões de agente laranja inundaram as selvas vietnamitas do sul, destruindo cerca de 10 milhões de hectares de terras agrícolas e matando ou mutilando cerca de 400 mil pessoas.

Os relatórios variam, mas diz-se que entre 500.000 e 1 milhão de crianças já nasceram com defeitos congênitos como resultado de seus pais estarem expostos ao produto.
1. Napalm
Outra horrenda invenção da Guerra do Vietnã é o infame Napalm. Embora esta arma incendiária tenha sido usada desde 1944, ele ficou “famoso”a guerra do Vietnã.
É essencialmente composto de um combustível líquido, como a gasolina, e um agente gelificante que faz com que ele queime tudo o que entra em contato com ele. Terrivelmente dolorosa.
Além de aderir à pele e queimar a 1.200 ° C, também desoxigena rapidamente o ar circundante, criando uma atmosfera de até 20% de monóxido de carbono mortal. Assustador, não é mesmo?


segunda-feira, 25 de julho de 2016

Atentado a bomba no sul da Alemanha deixa um morto e 12 feridos

Atentado a bomba no sul da Alemanha deixa um morto e 12 feridos
dw.com  2 horas atrá 25/07/2016

Um refugiado sírio de 27 anos detonou uma bomba caseira na entrada de um festival de música na cidade de Ansbach, no Sul da Alemanha, e morreu no atentado. Segundo as autoridades, ele já havia tentado cometer suicídio antes e era conhecido da polícia.
Outras 12 pessoas ficaram feridas, três das quais em estado grave, mas, segundo o secretário do Interior da Baviera, Joachim Herrmann, nenhuma corre risco de vida. A explosão ocorreu por volta das 22h (hora local).
O homem tentou entrar, na noite deste domingo (24/07), com uma mochila com explosivos no festival de música onde se encontravam 2.500 pessoas, mas foi impedido porque não tinha ingresso. Ele então detonou a bomba caseira na entrada do festival.
Os explosivos que ele carregava tinham potencial para matar muitas pessoas, disse Herrmann na madrugada desta segunda-feira. À agência de notícias alemã dpa, o secretário do Interior da Baviera disse considerar provável que se trate de um ataque com motivação islamista. As autoridades não descartam se tratar de um ato terrorista.
As pessoas foram evacuadas das áreas próximas ao centro histórico da cidade. Ansbach tem cerca de 40 mil habitantes e fica a 40 quilômetros da cidade de Nurembergue.
Motivos
 Polícia isolou a área do atentado em Ansbach
Fornecido por Deutsche Welle Polícia isolou a área do
 atentado em Ansbach

Segundo Herrmann, a motivação do homem-bomba ainda não foi esclarecida. Ele chegou à Alemanha há dois anos e entrou com pedido de asilo. O requerimento foi negado há um ano, e desde então o refugiado vivia no país com status de "tolerado" (geduldet) em um abrigo na cidade de Ansbach. O homem já havia tentado cometer suicídio duas vezes e havia sido internado em um hospital psiquiátrico.
As autoridades querem agora determinar se se trata de terrorismo islâmico. A polícia busca descobrir com quem o homem-bomba se comunicou, disse o promotor Michael Berger a jornalistas. Com o homem os investigadores encontraram um telefone celular, que está sendo analisado por especialistas. As buscas no local do crime devem se estender pelos próximos dias.
A explosão em Ansbach é o quarto ataque no sul da Alemanha em menos de uma semana. Na última terça-feira (19/07), um rapaz afegão feriu a golpes de faca e machado passageiros de um trem regional próximo à cidade de Würzburg. Na sexta-feira (22/07), um jovem alemão de ascendência iraniana atirou contra passantes na cidade de Munique, deixando nove mortos e 35 feridos. No sábado, dia anterior ao ataque em Ansbach, um refugiado sírio de 21 anos atacou passantes na cidade de Reutlingen, matando uma mulher e ferindo outras duas pessoas.

FF/dpa/efe/rtr

domingo, 24 de julho de 2016

Militares ganham licença para matar durante as Olimpíadas, diz Justiça Global

Militares ganham licença para matar durante as Olimpíadas, diz Justiça Global
quinta-feira, 21 jul 2016 11:58 PM
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proposta aprovada na quarta-feira (6), na Câmara dos Deputados, de criação de um foro especial para militares das Forças Armadas que pratiquem crimes dolosos – quando há intenção – contra a vida, durante a Olimpíada no Rio de Janeiro, no mês que vem, foi recebida com muita preocupação pela ONG Justiça Global. Para a pesquisadora Lena Azevedo, o projeto traz grandes riscos para a população e é parte de um processo de militarização da sociedade. “O projeto é de uma excepcionalidade que não se justifica. É uma licença para matar”, afirmou.
De acordo com o Projeto de Lei 5.768/2016, do deputado Esperidião Amin (PP/SC), será julgado por tribunal militar qualquer crime doloso praticado contra civil, por um militar do Exército, da Marinha ou da Aeronáutica, no cumprimento “de atribuição que lhe for estabelecida pelo Presidente da República ou pelo Ministro de Estado da Defesa”, ou em ação que envolva a segurança de instituição, missão ou atividade militar. Nesse pacote se inclui a segurança da Olimpíada no Rio, tanto no enfrentamento a um ato terrorista como a distúrbios civis.
O autor justificou que é preciso garantir segurança jurídica aos militares que atuam nessas operações, algo que não estaria garantido pelo Decreto-Lei 1001, de 1969. “Estando cada vez mais recorrente a atuação do militar em tais operações, nas quais, inclusive, ele se encontra mais exposto à prática da conduta delituosa em questão, nada mais correto do que buscar-se deixar de forma clarividente o seu amparo no projeto de lei.”
Lena ressaltou que esse tipo de “exceção” já foi aplicado à ocupação dos complexos de favelas da Maré e Alemão, pelo Exército. E teve como resultado a falta de transparência, a impunidade de militares acusados de homicídio doloso e processos arbitrários contra moradores das comunidades. Como exemplo ela cita o caso do jovem Vitor Santiago Borges, que ficou paraplégico e perdeu uma perna após o carro em que estava ser alvejado por tiros de fuzil, disparados por militares, na Maré, em fevereiro de 2015.
“A família nunca recebeu nenhuma informação e quando foi buscar descobriu que não existia nenhum processo sobre o caso na Justiça Militar. Ele figurava como testemunha de um processo por desacato a autoridade contra o dono do carro que ele estava no dia em foi vitimado. Os militares quase o mataram e nem sequer foram responsabilizados por isso”, comentou Lena.
A pesquisadora também ressaltou que houve vários processos por desacato a autoridade movidos por militares contra moradores das favelas, nos quais 25 pessoas foram condenadas, somente na Maré. “É impressionante. Em pelo menos sete casos havia testemunhos consistentes de que os militares usaram spray de pimenta, balas de borracha, agressões físicas contra as vítimas. Mas a Justiça Militar não levou esses relatos em consideração”, afirmou.
Na Justiça comum, casos de desacato frequentemente são convertidos em prestação de serviço à comunidade. Mas na Justiça Militar, a pena varia de seis meses a dois anos, com possibilidade de conversão a monitoramento, que obriga a pessoa a se apresentar periodicamente a um juiz militar. Que foi o que ocorreu com a maioria dos casos.
Para ela, ao se estender esse foro especial até o final do ano, a proposta desrespeita o princípio de garantia da Lei e da Ordem, descrito no próprio Código Penal Militar. Esse princípio vale somente no período do evento a que se dá segurança, como no caso de eleições, ou se o governo do Rio de Janeiro se declarasse incapaz de garantir a segurança, por uma greve da polícia, por exemplo.

A Olimpíada começa em 5 de agosto. E se encerra no dia 21 do mesmo mês. Mas o foro especial valerá para casos ocorridos até 31 de dezembro deste ano. “Esse processo vai trazer uma série de prejuízos à população, como já ocorreu no processo de pacificação no Alemão e na ocupação da Maré para a Copa do Mundo, mas que durou um ano e meio. Serão 23 mil militares com salvo-conduto para matar, em seis a oito favelas que ficam no ‘trajeto olímpico’, entre aeroportos, principais vias e o parque olímpico”, concluiu. (Rodrigo Gomes, daRBA)

Anders Breivik, o radical de direita que inspirou o atirador de Munique

Anders Breivik, o radical de direita que inspirou o atirador de Munique
AFP 13 horas atrá 24/07/2016
Anders Behring Breivik
Anders Behring Breivik

A polícia alemã estabeleceu que o autor do tiroteio em Munique era fascinado por histórias de massacres como o cometido pelo norueguês Anders Behring Breivik em seu país, há cinco anos.
Breivik, defensor da ideologia de extrema-direita, agiu sozinho e descreveu suas ações como "cruéis, mas necessárias".
Em 22 de julho de 2001, ele explodiu uma bomba no centro de Oslo e posteriormente, desencadeou uma verdadeira caçada humana em uma ilha onde era realizada uma colônia de férias da juventude do Partido Trabalhista.
Durante mais de uma hora perseguiu cerca de 600 adolescentes aterrorizados que não podiam deixar a ilha. A maioria morreu baleada na cabeça.
Ele preparou com muita antecedência a operação que resultou na morte de 77 pessoas. Pouco antes de passar à ação, divulgou na internet um manifesto de 1.500 páginas, contendo injúrias islamofóbicas e antimarxistas.
O documento revelava que o ataque já estava sendo preparado desde 2009.
"Serei visto como o maior monstro nazista desde a Segunda Guerra Mundial", escreveu Breivik, que se apresentou como um cruzado defensor "do uso do terrorismo como um meio de despertar as massas".
Alto, louro, com o olhar perscrutante, Breivik jamais demonstrou arrependimento por seus atos, ao contrário, continuou a defendê-los durante seu julgamento e mesmo na prisão.

A condenação a 21 anos de prisão saiu em 24 de agosto de 2012. Ele sorriu ao ouvir o veredicto, fez a saudação de extrema-direita e pediu desculpas a seus seguidores por não ter conseguido matar mais pessoas no ataque.

sábado, 23 de julho de 2016

Tiroteio em shopping de Munique deixa 10 mortos; suspeito se matou

Tiroteio em shopping de Munique deixa 10 mortos; suspeito se matou
Reuters  Por Joern Poltz e Jens Hack 8 horas atrás
TIROTEIO DEIXA MORTOS EM SHOPPING NA ALEMANHA
Um tiroteio aconteceu no shopping center Olympia-Einkaufszentrum, na cidade de Munique, na Alemanha, nesta sexta-feira, de acordo com um porta-voz da polícia. Segundo o jornal local Münchner Abendzeitung, há pelo menos 10 mortos e diversos feridos após o incidente. O autor do tiroteio é um jovem alemão de origem iraniana de 18 anos, cujas motivações ainda "não foram totalmente esclarecidas" - declarou o chefe da Polícia, Hubertus Andra, em entrevista coletiva na manhã deste sábado (horário local).

Um tiroteio em um shopping center movimentado de Munique nesta sexta-feira deixou 10 pessoas mortas, incluindo um possível atirador, no terceiro ataque a civis nos últimos oito dias na Europa Ocidental e que espalhou pânico na cidade alemã. O homem encontrado morto perto do local do tiroteio se matou e era provavelmente o único atirador no ataque, disse um porta-voz da polícia de Munique.
Mais cedo, a polícia tinha dito que estava procurando até três suspeitos do ataque, citando relatos de testemunhas. Já na madrugada de sábado (horário local), um porta-voz policial disse que agora considerava provável que apenas um homem foi o responsável pelo tiroteio. Após os tiros, autoridades recomendaram que as pessoas deixassem as ruas enquanto a cidade -a terceira maior da Alemanha- estava sob bloqueio, com transporte parado e rodovias interditadas. A cidade foi colocada sob estado de emergência, e a polícia procurava pelos supostos suspeitos.
"Estamos dizendo ao povo de Munique que existem atiradores em fuga que são perigosos", afirmou um porta-voz policial na sexta-feira. "Estamos pedindo às pessoas para ficar em casa." Com forças especiais pela cidade, algumas pessoas permaneceram escondidas no shopping center Olympia, que a polícia disse ter sido esvaziado. "Muitos tiros foram disparados, não posso dizer quantos, mas foi bastante", disse um funcionário de loja escondido dentro do shopping.
Foi o terceiro grande ato de violência contra civis na Europa Ocidental em oito dias. Ataques anteriores na França e na Alemanha foram reivindicados pelo grupo militante Estado Islâmico. Um porta-voz da polícia declarou que não havia nenhuma indicação imediata de que era um ataque islamita, mas estava sendo tratado como um incidente terrorista. Sexta-feira é também o aniversário de cinco anos do massacre de Anders Behring Breivik na Noruega, em que ele matou 77 pessoas. Breivik é um herói para os militantes de extrema-direita na Europa e na América.
Não houve reivindicação imediata de responsabilidade, mas apoiadores do Estado Islâmico comemoraram nas redes sociais. "O Estado islâmico está se expandindo na Europa", dizia um tuíte. O ataque ocorreu cinco dias depois de um adolescente de 17 anos que pediu asilo na Alemanha agredir passageiros de um trem com um machado. A polícia da Baviera o matou a tiros após ele ferir quatro pessoas de Hong Kong e um morador local no trem enquanto fugia. O Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque. O shopping Olympia fica perto do Estádio Olímpico de Munique, onde o grupo militante palestino Setembro Negro fez 11 atletas israelenses reféns durante os Jogos de 1972 e mais tarde os matou.
Policiais na entrada da principal estação de trem de Munique


REUTERS/Michael Dalder Policiais na entrada da principal estação de trem de Munique

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Obama chama 'ataque' a policiais de 'covarde'; o que se sabe até agora

Internacional             17/7/2016 às 18h32 (Atualizado em 17/7/2016 às 18h32)
Obama chama 'ataque' a policiais de 'covarde'; o que se sabe até agora
Troca de tiros em Baton Rouge deixou três policiais e um suspeito mortos
 
Moradores de Baton Rouge, capital da Louisiana, foram alertados
 para ficar dentro de casa após o incidenteBBC Brasil

Em pouco mais de uma semana, os Estados Unidos presenciaram mais um tiroteio que teve policiais como alvo. Depois de cinco policiais terem sido mortos por franco-atiradores em Dallas no dia 8 de julho, neste domingo (17) três oficiais morreram após tiroteio em Baton Rouge, capital da Louisiana.
Os tiros aconteceram de manhã e um dos suspeitos de ter atirado nos policiais também foi morto. Outros três oficiais ficaram feridos.
O presidente Barack Obama condenou o que chamou de "ataque covarde" contra policiais em serviço.
Os moradores da região foram alertados para ficar dentro de casa após o incidente.
A mesma cidade havia sido palco do caso polêmico em que Alton Sterling, um homem negro que vendia CDs em frente a uma loja de conveniência, foi morto por policiais que alegaram que ele estava armado.
Veja o que se sabe até agora sobre o tiroteio em Baton Rouge.
O que aconteceu?
Ainda não há detalhes sobre o que exatamente aconteceu no momento da troca de tiros, mas policiais locais relatam que três agentes foram mortos a tiros e outros três ficaram feridos depois de um tiroteio que aconteceu perto da sede da polícia na cidade de Baton Rouge.
A porta-voz da polícia falou ao canal de TV WAFB TV que o incidente aconteceu perto de 9h da manhã, horário local.
Algumas imagens feitas por celulares mostram carros de polícia chegando na intersecção de duas ruas. Depois disso, foi possível ouvir vários tiros.

O morador da região James Ikerd disse que acordou com o barulho da troca de tiros. "Nós vimos carros de policiais correndo para lá".
"Eles estão dizendo a todo mundo para ficar longe daquela área, eles bloquearam completamente a entrada do bairro onde eu moro", contou.
Quem foram os autores dos tiros nos policiais?
Ainda não se sabe quem atirou, mas segundo a polícia local, um dos suspeitos foi morto na troca de tiros.
Algumas testemunhas disseram que viram um homem atirando indiscriminadamente.
Outra alegou ter visto um dos autores dos tiros usando uma máscara preta e roupas com estilo militar.'
Qual é o contexto do tiroteio?
O incidente acontece em meio a uma série de tensões no país entre a comunidade negra e a polícia.
Na mesma cidade, Alto Sterling foi morto pela polícia em um episódio que gerou polêmica e protestos - os policiais alegavam que ele estava armado, mas o homem teria levado vários tiros mesmo imobilizado pelos oficiais.
Depois de Sterling, outro caso gerou polêmica - a morte de Philando Castile em Minnesota com quatro tiros no braço ganhou notoriedade porque sua namorada fez uma transmissão ao vivo no Facebook para mostrar o homem baleado por um policial após o casal ter sido parado pelos agentes por causa de um farol queimado no carro.
Desde então, protestos organizados pelo movimento Black Lives Matter aconteceram em diversos Estados do país.
Além disso, na mesma semana, cinco policiais foram mortos em Gallas por franco-atiradores - um deles, que foi morto após o tiroteio, chegou a dizer, segundo os policiais, que "queria matar agentes brancos".
Repercussão
O presidente Barack Obama não deu entrevista coletiva sobre o incidente deste domingo, mas divulgou uma nota condenando o que chamou de "ataque covarde contra policiais".
"Eu condeno, no sentido mais forte da palavra, o ataque contra a aplicação da lei em Baton Rouge. Pela segunda vez em 2 semanas, policiais que colocam sua vida em risco por nós todos os dias estavam trabalhando quando foram mortos em um ataque covarde", afirmou o presidente.
"Não sabemos ainda o motivo desse ataque, mas quero deixar algo claro aqui: nao existe justificativa para violência desse tipo. Nenhuma. Esses ataques são de covardes que não representam ninguém."

O candidato republicano à Presidência, Donald Trump, também se manifestou sobre o caso por meio de seu Twitter.
"Estamos tentando combater o Estado Islâmico e nosso próprio povo está matando nossa polícia. Nosso país está dividido e fora de controle. O mundo está vendo isso."

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Em blitz, policial pede dinheiro e "favores sexuais" de mulher em Olinda Pe

Em blitz, policial pede dinheiro e "favores sexuais" de mulher

Notícias Ao Minuto7 horas atrás
Fornecido por Notícias ao Minuto
Um soldado da Polícia Militar de Pernambuco foi afastado da corporação depois de tentar extorquir um casal e abusar de uma mulher durante uma blitz realizada em Olinda.
Segundo a Corregedoria, o militar G. G. R. apalpou as pernas da esposa de um motorista pego no teste do bafômetro e exigiu dinheiro e "favores sexuais" dela para liberá-los das multas previstas.

Após constatação da conduta inadequada, o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, decidiu expulsá-lo da corporação. A decisão já foi publicada no Diário Oficial do Estado, de acordo com o Jornal do Commercio.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Al Jazeera dá uma surra no FHC

Al Jazeera dá uma surra no FHC
Ele só devia dar "entrevista" ao PiG...
publicado 03/07/2016
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Mas, você também pedalou... (Reprodução: Al Jazeera)



Em entrevista à Al Jazeera sobre o golpe, FHC fica sem argumentos
Em uma entrevista de dez minutos, o jornalista Mehdi Hasan da rede de televisão internacional Al Jazeera deixou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) sem resposta algumas vezes.

O programa tinha o intuito debater sobre a situação política no Brasil e Hasan começou questionando se a presidenta eleita Dilma Rousseff teria sofrido um golpe.

Logo em uma das primeiras perguntas, Hasan começou questionando porque para o governo Rousseff o atraso em pagamentos seria um crime (as chamadas pedaladas fiscais – que uma perícia já provou não terem sido responsabilidade de Dilma) se ele próprio havia cometido o mesmo ato em 2001, quando era presidente.

“Ela manipulou o orçamento fiscal”, argumentou Fernando Henrique, ao que retrucou Hasan: “Mas você também”, criando um certo constrangimento.

O constrangimento aumentou quando o jornalista da rede de televisão internacional questionou se não existiria uma hipocrisia no fato do presidente interino Michel Temer (PMDB) também ser alvo de um pedido de impeachment, e de tanto ele quanto o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), que lideraram o processo, terem sido citados em delações como beneficiários de propinas.

Ao que FHC considera que houve oportunismo por parte do PMDB e que eles se utilizaram dos protestos populares para derrubar uma presidente com base em outros interesses: “Eles têm outra razão, diferente da minha, para apoiar o impeachment”, alegou. “Mas você não vê ironia no fato de eles lideraram o impeachment?”, insistiu o jornalista, claramente indignado.

Hasan também notou que se o critério fosse a opinião popular, como defendeu FHC em uma das respostas, Temer também não teria legitimidade, já que uma pesquisa Datafolha de abril mostrava que 58% dos brasileiros queriam o impeachment do presidente golpista. Hasan então questionou se FHC seria a favor do impeachment também do interino: “Você apoia o impeachment de Temer pelas mesmas razões? 68% querem Temer impedido, segundo uma pesquisa. Se você ouve o povo, tem de apoiar.” Fernando Henrique alegou não ter conhecimento daquela pesquisa que o jornalista britânico citava. “Sim, é do Datafolha”, responde Hasan. “Você apoia o impeachment de Temer?”, insistiu, sem obter uma resposta clara.

Caso Petrobrás

O jornalista também lembrou que o próprio governo do FHC aparece em delações como beneficiário de propinas de desvios da Petrobrás em 2002. Ao que FHC, irritado, respondeu apenas que “é mentira”.

Logo depois, Hasan questionou se o áudio vazado em que Romero Jucá (PMDB) afirma que é necessário tirar Dilma para parar com as investigações da Operação Lava-Jato não seria uma prova de que todo o processo é um golpe. Ao que FHC apenas foge da pergunta e responde vagamente que “as investigações continuaram”.

sábado, 2 de julho de 2016

LUIZA BRUNET FOI AGREDIDA POR BILIONÁRIO

LUIZA BRUNET FOI AGREDIDA POR BILIONÁRIO
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Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos; de acordo com Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela; a atriz conta que, ao chegar ao apartamento de um jantar com amigos em NY, ele partiu para cima dela, a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela; “Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil”
1 DE JULHO DE 2016 ÀS 06:17

247 - Um dos homens mais ricos do Brasil, Lírio Parisotto é acusado por sua companheira Luiza Brunet de agredi-la com chutes e socos.
De acordo com o colunista Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela. A agressão de Lírio, segundo Luiza, teria começado em NY, no restaurante onde eles estavam jantando com amigos. Ao ser perguntado se o casal iria a uma exposição de fotos, Lírio se exaltou. Disse que não iria porque da última vez ele foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí por diante, ele teria se descontrolado.
“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, conta Luiza. A atriz revela ainda que, quando subiu, ele partiu para cima dela, ofendendo-a verbalmente. Logo depois, deu um soco em seu olho, seguido de chutes. Luiza diz que ele a derrubou no sofá e a imobilizou violentamente até quebrar quatro costelas dela. Ela só conseguiu se desvencilhar depois que ameaçou gritar pelo concierge. Então, trancou-se no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, após ter certeza de que ele não estava no apartamento, e voltou ao Brasil.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.