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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Auxiliar de professor é preso em flagrante no Grande Recife por assediar aluno de 9 anos, diz polícia

Auxiliar de professor é preso em flagrante no Grande Recife por assediar aluno de 9 anos, diz polícia
Mãe da vítima flagrou homem de 42 anos conversando, sem roupa, com o garoto via videoconferência na internet. Prisão aconteceu em Abreu e Lima nesta segunda (20).
 Por G1 PE
20/02/2017 21h40  Atualizado há 5 horas
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Imagem do Google

Um homem de 42 anos foi preso em flagrante nesta segunda-feira (20) em Abreu e Lima, no Grande Recife. 

De acordo com a polícia, ele estava nu conversando, em videoconferência por uma rede social, tentando marcar um encontro com um garoto de 9 anos. A vítima é um dos alunos da escola onde o suspeito trabalhava como auxiliar de professor.

Ainda segundo a polícia, a cena foi flagrada pela mãe da vítima, que gravou a conversa, fez o print da página e encaminhou os materiais para a Delegacia de Abreu e Lima. 

Baseado no artigo 241 do Estatuto da Criança e do Adolescente, que se refere ao assédio sexual de menores, o delegado Adyr Martins conseguiu prender o homem horas depois.

O suspeito foi encaminhado para a delegacia e, como não pagou a fiança de 30 salários mínimos, será encaminhado à audiência de custódia, na terça-feira (21), no Fórum de Olinda. 

Na ocasião, a Justiça decidirá se ele será encaminhado para o Centro de Observação e Triagem Professor Everaldo Luna (Cotel), em Abreu e Lima.

Segundo o delegado, as investigações vão continuar para descobrir se o suspeito já teve o mesmo tipo de contato com outras crianças.

“Como ele não tem computador em casa, recolhemos o celular dele. Vamos tentar até recuperar arquivos que já foram apagados”, afirma Adyr Martins.

O delegado aconselha os pais de crianças e adolescentes a tomarem alguns cuidados para evitar a ação de pedófilos. 

“Todos devem ficar atentos com as amizades. 

Além disso, tentar acompanhar bem de perto as conversas nas redes sociais. Afinal, do outro lado pode estar um pedófilo”, finaliza.




quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A misteriosa história dos órfãos de Quebec: declarados loucos e submetidos a desafios até morrerem

A misteriosa história dos órfãos de Quebec: declarados loucos e submetidos a desafios até morrerem
De  Lucas  28 de dezembro de 2016
 

“Tirei seu gorro e notei que seu crânio estava partido em dois, vi que não havia cérebro e o crânio estava vazio”

Muitas vezes as histórias reais superam a ficção, e neste caso, esta é uma delas. Entre 1940 e 1950, uma quantidade próxima a mais de 3 mil crianças se encontravam em orfanatos na cidade de Quebec, no Canadá. 

Eram principalmente filhos de mães solteiras que não tinham como cuidar deles, assim preferiam deixa-los sob cuidados do Estado.

O Estado enviava ajuda a alguns deles, mas poucas vezes isso chegava aos pequenos. Foi nessa época que o primeiro ministro canadense, Maurice Duplessis, decidiu fazer um acordo com a igreja católica, que arruinaria a vida dessas crianças para sempre.
 
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Para as cuidadoras dessas crianças – as irmãs católicas a cargo dos orfanatos – cuidar de uma criança significava que receberiam 75 centavos. Entretanto, se a criança era enviada a uma instituição de saúde mental, recebiam quase o dobro do pagamento por causa da mudança de diagnóstico.
 
Maurice Duplessis / Dictionary of Canadian Biography

Então tiveram uma ideia: tirariam dinheiro do Estado declarando a todas essas crianças como doentes mentais, retardados, loucos ou incompetentes. 

E assim foi feito, todos e cada um deles terminou em um hospital de Quebec, com um diagnóstico falso com a ajuda do colégio médico do lugar.
 
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Porque aproveitando a situação, os doutores submeteram aos menores de idade a milhares de experimentos médicos. Os mais frequentes e dos quais se sabe até agora são: choques elétricos, camisas de força, lobotomia e inclusive alguns foram abusados sexualmente.
“O corpo estava jogado em uma mesa. Tirei seu gorro e notei que seu crânio estava partido em dois, vi que não tinha um cérebro e o crânio estava vazio” – Relata Silvio Dieu, que trabalha no necrotério do hospital.
Zona Paranormal Youtube

Em um período de três meses, Silvio conta que teve que trasladar 67 corpos de crianças desde a sala de descarga elétrica ao sótão. Depois esses corpos eram levados a uma cova comum.
 
Zona Paranormal Youtube

Das crianças que conseguiram escapar dos mal tratos e puderam ir ao hospital, somente uma conseguiu mudar seu expediente médico ao que realmente deveria ter sido sempre.
 
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Em 1990, 3 mil sobreviventes se juntaram para exigir ao governo a verdade sobre os feitos. O colégio médico, a igreja e o Estado tiveram que responder às atrocidades que ali cometeram. 

Mas os pequenos somente receberam uma indenização que pouco lhes pôde ajudar a esquecer dos traumas que ficarão com eles pelo resto de suas vidas.








terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Arcebispo que liderou o #ForaDilma na Paraíba é expulso da igreja acusado de desvio de dinheiro e pedofilia

Arcebispo que liderou o #ForaDilma na Paraíba é expulso da igreja acusado de desvio de dinheiro e pedofilia
12 de dezembro de 2016 19:53
 Arcebispo que liderou o #ForaDilma na Paraíba é expulso da igreja acusado de desvio de dinheiro e pedofilia
O Vaticano anunciou nesta quarta-feira que o papa Francisco aceitou a renúncia do arcebispo da Paraíba (Brasil), após uma investigação da Santa Sé sobre um escândalo de pedofilia. 

Dom Aldo esteva à frente da Igreja Católica na região de João Pessoa há 12 anos. Antes, ele foi bispo em Sobral, no interior do Ceará.
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O papa "aceitou a renúncia" de Aldo Di Cillo Pagotto, afirma o comunicado divulgado pelo Vaticano, sem revelar mais detalhes.

De acordo com a imprensa italiana, o religioso ítalo-brasileiro de 66 anos é suspeito de ter abrigado em sua diocese padres e seminaristas acusados de abusar sexualmente de menores e expulsos por outros bispos.


Em sua carta de renúncia (confira íntegra), Dom Aldo afirma que cometeu erros "por confiar demais, numa ingênua misericórdia". 

"Acolhi padres e seminaristas, no intuito de lhes oferecer novas chances na vida. Entre outros, alguns egressos, posteriormente suspeitos de cometer graves defecções, contrárias à idoneidade exigida no sagrado ministério", prossegue.

Depois do início da investigação do Vaticano, em 2015, Di Cillo Pagotto recebeu a determinação de não ordenar padres ou receber novos seminaristas. Sgundo a imprensa italiana, o caso teria vindo à tona com a carta de denúncia de uma jovem mulher.

O papa Francisco decidiu no início de junho pressionar a hierarquia católica a abrir caminho para o afastamento de padres culpados por negligência envolvendo casos de pedofilia dentro da Igreja.

Francisco criou uma instância judiciária para julgar os padres pedófilos e instituiu uma comissão internacional de especialistas encarregados de propor medidas de prevenção desses casos.



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Polícia suspeita que coronel preso abusa de crianças há 20 anos

Polícia suspeita que coronel preso abusa de crianças há 20 anos
Militar reformado Pedro Chavarry foi detido em flagrante no último sábado (10), no Rio
JUSTIÇA RIO HÁ 21 HORAS 13/09/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se o coronel reformado da PM Pedro Chavarry Duarte participava de uma rede de pedofilia. Segundo investigações iniciais, o flagrante do último sábado (10) pode ser "a ponta do iceberg de uma monstruosidade que pode estar sendo praticada há mais de 20 anos", segundo a delegada Cristiana Bento, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítima (Dcav).
segundo informações do jornal O Globo, Chavarry foi preso em 1993 com uma bebê de quatro meses nua no chão de uma apartamento em que ele vivia. À época, ele era um capitão da Polícia Militar do batalhão de Bangu e disse que fazia um trabalho de assistência a grávidas carentes. Ele conseguiu se livrar da acusação de tráfico de crianças, respondendo apenas por maus-tratos. Ele foi inocentado em segunda instância.

Na última segunda-feira (12), a Justiça determinou a prisão preventiva da faxineira Thuanny Pimenta de Souza, de 23 anos. Ela é suspeita de entregar a menina de dois anos com quem ele foi encontrado na noite de sábado (10). A criança mora numa casa vizinha à dela na comunidade Uga-Uga, em Ramos. Ela teria dito à responsável pela bebê que a levaria a um lugar para fazer cadastro para receber presentes de Natal.
Policiais encontraram diversas fotos de crianças no celular de Thuanny, além de conversas com o militar. Em uma delas, a mulher diz que um bebê nasceu no maternidade. O homem responde "quero ver". O estupro contra a menina de dois anos foi confirmado, segundo a delegada.
"Ao longo da semana iremos colher novos depoimentos e avaliar a possibilidade de haver um esquema de tráfico de crianças. Acredito que isso pode estar acontecendo há muitos anos, pelo menos desde a década de 1990, quando ele foi flagrado em uma situação semelhante", disse Cristiana, em entrevista ao jornal O Globo.
Em depoimento à DCAV, Thuanny e a a irmã, Izabela Pimenta de Souza, levada à delegacia como testemunha, confirmaram que o militar tinha interesse em crianças. Ele chegava a viajar com crianças da comunidade Uga-Uga, autorizado pelos pais.

O secretário estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, Paulo Melo, um dos responsáveis pela prisão em flagrante de Chavarry em 1993, disse não duvidar sobre os crimes cometidos pelo militar.
"Fui eu que o prendi. Presidia a Comissão da Criança e o Disque-Criança. Recebi a informação e encontrei uma criança de aproximadamente 4 meses jogada ao chão nua, num imóvel em Bangu, por cima de um forro de cobertor sem nenhum tipo de ventilação, desidratada. Ele (coronel) foi preso em flagrante. Na época, suspeitávamos de tráfico internacional de crianças. Houve muita pressão para liberá-lo. Acho que aquela não foi a primeira vez que ele cometeu esse tipo de crime e temo que agora não seja a última. Espero que, desta vez, a Justiça o condene. Está na hora de trocar a farda de coronel pela de presidiário", relembra Melo.
Após o flagrante do último sábado, Chavarry  foi levado à delegacia. De acordo com o porta-voz da PM, coronel Oderlei Santos, ele foi escoltado por um coronel do 3º BPM (Méier).

terça-feira, 5 de julho de 2016

Rede de pedofilia mantinha cativeiro em Campos dos Goytacazes, no Rio

ABUSO SEXUAL
Rede de pedofilia mantinha cativeiro em Campos dos Goytacazes, no Rio
Vereadores, empresários e homens da alta sociedade estão presos no Complexo de Bangu
Fania Rodrigues
Rio de Janeiro, 01 de Julho de 2016 às 19:01
Deputado federal suplente, Nelson Nahim, foi condenado por estupro e outros crimes - Créditos: Divulgação
Deputado federal suplente, Nelson Nahim, foi condenado por estupro e outros crimes / Divulgação
O irmão do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho, Nelson Nahim, que é ex-vereador de Campos de Goytacazes, está preso junto com outros políticos locais pelos crimes de estupro e submissão de criança e adolescentes à prostituição e exploração sexual. Eles estão no Complexo de Bangu, no Rio de Janeiro. 
Os quatro políticos e outras dez pessoas, incluindo um policial militar, foram condenados pelo caso que ficou conhecido como “As Meninas de Guarus”, investigado desde 2009, mas nenhum dos acusados tinha sido preso até junho passado. 
Cerca de 12 crianças e adolescentes entre 8 e 16 anos de idade foram mantidas presas em uma casa, localizada em Guarus, distrito de Campos, onde eram obrigadas fazer sexo com homens adultos e a consumir drogas, como cocaína, haxixe, crack, ecstasy e maconha. 
A sentença foi divulgada, no mês passado, pela juíza Daniela Barbosa Assunção, da terceira Vara Criminal de Campos, após 17 juízes se declararem suspeitos para julgar o caso, justamente por envolver figurões de cidade. “A juíza veio do Espírito Santo, veio escoltada, quase em uma operação de guerra, para julgar o caso”, conta a professora Odisséia Carvalho, que na época era vereadora (PT), e foi uma das pessoas que denunciou o caso e batalhou para que fosse investigado.
Nelson Nahim, que nesse momento é deputado federal suplente (PSD-RJ), foi apontado como um dos integrantes da rede pedofilia por uma das vítimas, uma adolescente de 15 anos, com quem manteve relação por diversas vezes. Ele também foi acusado de ameaçar uma das vítimas, para não revelar o esquema.
Segundo Odisséia Carvalho, essa organização criminosa atuou durante pelo menos 3 anos seguidos. “O chefão da rede, conhecido como Alex, chegou a construir uma pousada, onde eram feitos os ‘atendimentos’. Inclusive os materiais de construção fornecidos em troca de sexo com as crianças e adolescentes”, afirma a professora. 
As crianças chegaram a fazer 30 programas por dia. Muitas vezes com o nariz sangrando, devido ao uso de cocaína. Duas dela morreram em 2009. Uma das meninas, de 12 anos, fugiu e procurou a mãe. Ela tinha presenciado a morte de uma criança de 8 e outra de 12 anos, que tinham se recusado a fazer sexos com os comerciantes Thiago Calil e Fabricio Calil, segundo informações delacionadas às investigações.
As duas tinham sido estupradas, em uma visita anterior dos dois homens. Muito machucadas, as crianças se recusaram a praticar o ato sexual e foram obrigadas a cheiras cocaína até a morte por overdose. “Uma espécie de punição, para servir de exemplo”, relata a ex-vereadora Odisséia Carvalho.
O caso que só foi denunciado porque uma das vítimas conseguiu fugir do cativeiro. A casa tinha as portas e janelas trancadas com correntes e cadeados e era vigiada por homens armados. Os clientes eram políticos, empresários e homens ricos e influentes de Campos Goytacazes. 
Algumas dessas crianças vinham de casas-abrigos do Conselho Tutelar de Campos e muitas eram de outros estados, como Minas Gerais e Espírito Santo. “Algumas delas estavam em listas de desaparecidas, vítimas de tráfico de pessoas”, explica Odisséia. 
Os condenados recorreram da decisão da juíza e agora, presos, esperam novo julgamento.

A reportagem procurou o escritório Bergher & Mattos Advogados Associados, que faz a defesa de Nelson Nahim, mas não foi atendida.