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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Rússia ataca Daesh em Aleppo com ajuda de coordenadas dos EUA

Rússia ataca Daesh em Aleppo com ajuda de coordenadas dos EUA
16:16 23.01.2017(atualizado 16:18 23.01.2017) 
Avião da coalizão internacional liderada pelos EUA
 © AFP 2016/ US NAVY / MC2 JACOB G. SISCO

A Rússia realizou diversos ataques contra o Daesh na Síria no último fim de semana em conjunto com a coalizão internacional e com a Turquia.

A Rússia recebeu coordenadas dos EUA sobre alvos do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) na província de Al-Bab, em Aleppo, pela primeira vez através de uma "linha direta". 

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (23) pelo Ministério da Defesa russo. 

Após a checagem do reconhecimento, a Rússia e dois aviões da coalizão internacional conduziram ataques aéreos contra alvos do Daesh na região de Al-Bab, em Aleppo. 

"Em 22 de janeiro, o centro de comando russo em Hmeymim recebeu coordenadas das posições do Daesh em Al-Bab, província de Aleppo, através de uma 'linha direta' da sede da coalizão internacional liderada pelos EUA. 

Após reconhecimento espacial e verificação de dados com a assistência aeronaves não-tripuladas, a Força Aeroespacial russa e dois aviões da coalizão internacional conduziram ataques aéreos contra os terroristas", informou o Ministério da Defesa em comunicado. 

Como resultado da operação, vários depósitos de munições, ferragens militares e produtos de combustível foram destruídos.

Anteriormente, aviões de combate russos e turcos realizaram uma nova série de ataques aéreos conjuntos contra alvos do Daesh na Síria. 



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Autor de ataque em casa noturna de Istambul continua foragido

Autor de ataque em casa noturna de Istambul continua foragido
Atirador invadiu clube Reina durante comemorações de Ano Novo, deixando 39 mortos. Governador classificou ato como um ataque terrorista.
Por G1   01/01/2017 10h31  Atualizado há 9 horas

Autoridades procuram homem que invadiu boate na Turquia e matou 39 pessoas
O atirador que matou pelo menos 39 pessoas e deixou 69 feridos em um atentado terrorista contra uma boate em Istambul, na Turquia, segue foragido e está sendo procurado em uma operação policial, segundo informações divulgadas pelo ministro do Interior turco, Suleyman Soylu.
As autoridades estão coletando evidências que possam levar à sua identidade. Segundo o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, o atirador deixou sua arma no local do crime. "Alguns detalhes começaram a emergir, mas as autoridades estão trabalhando para atingir um resultado concreto." Ainda não há clareza sobre quem tenha cometido o atentado, segundo Yildirim.
  Policiais se posicionam em frente a casa noturna Reina, onde um ataque deixou mortos e feridos na noite de Ano Novo  (Foto: Reuters/Umit Bektas)
Policiais se posicionam em frente a casa noturna Reina, onde um 
ataque deixou mortos e feridos na noite de Ano Novo 
(Foto: Reuters/Umit Bektas)

Segundo a agência EFE, o primeiro-ministro desmentiu que o atirador estivesse vestido de Papai Noel no momento do ataque, conforme algumas testemunhas relataram anteriormente. "A polícia e as autoridades de segurança vão divulgar informações quando elas estiverem disponíveis durante a investigação", acrescentou Yildirim.
De acordo com as agências EFE e France Press, 11 vítimas são turcas, 24 de outros países e 4 corpos ainda não foram identificados. O ataque aconteceu no Reina, um dos clubes mais populares de Istambul, que também tem uma área de bar e restaurante.
Os tiros começaram por volta da 1h30 da madrugada de domingo na Turquia (20h30 de sábado em Brasília), quando havia cerca de 700 de pessoas no estabelecimento.
 Médicos e oficiais de segurança são vistos do lado de fora do Reina, após ataque na madrugada de ano novo, em Istambul (Foto: IHA via AP)
Médicos e oficiais de segurança são vistos do lado de fora do 
Reina, após ataque na madrugada de ano novo, em Istambul 
(Foto: IHA via AP)

presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou neste domingo (1º) que o atentado teve por objetivo "semear o caos no país". "Agem para destruir a moral do país e semear o caos com esses ataques de ódio contra civis", declarou Erdogan em sua primeira reação ao massacre, segundo um comunicado publicado pela presidência.

Mais cedo gabinete do primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, tinha imposto uma proibição temporária à cobertura da imprensa sobre o caso "por razões de segurança nacional e manutenção da ordem pública". Por isso as autoridades não estão divulgando informações além dos comunicados oficiais.
  Familiares acompanham funeral de Ayhan Arik, uma das vítimas de ataque na boate Reina  (Foto: Reuters/Osman Orsal)
Familiares acompanham funeral de Ayhan Arik, uma das vítimas 
de ataque na boate Reina (Foto: Reuters/Osman Orsal)

Testemunhas
Testemunhas chegaram a dizer que dois homens fantasiados de Papai Noel entraram no local e atiraram aleatoriamente, sem escolher vítimas específicas, segundo a CNN turca. Porém imagens de câmeras de segurança mostram apenas um suspeito do lado de fora da boate e ele vestia um casaco preto. Um policial que estava na porta foi o primeiro a ser baleado e morrer.

Sinem Uyanikque estava no local e cujo marido foi ferido, disse à agência de notícias Associated Press (AP) que teve a impressão de ter visto mais de um atirador. "Meu marido me disse para deitar no chão, e então um homem veio. Estávamos perto das janelas. Deitamos no chão e meu marido ficou por cima de mim. 

Eles atiraram. Duas ou três pessoas atiraram. Então tinha uma espécie de névoa e eu desmaiei. Eles atiraram até nós sairmos de lá. 

Pessoas estavam no chão. Forças Especiais chegaram e nos tiraram dali. Meu marido foi baleado em três lugares", afirmou Uyanik.
Horas depois dos tiros, testemunhas diziam que o atirador ainda estaria escondido dentro do clube, enquanto outros acreditavam que ele tenha fugido sem ser identificado. Dezenas de ambulâncias e viaturas policiais foram ao local, que fica no bairro de Ortakoy.
Policial em frente à boate Reina, em Istambul, alvo de ataque na virada de ano  (Foto: Huseyin Aldemir/Reuters) 
Policial em frente à boate Reina, em Istambul, alvo de ataque na 
virada de ano (Foto: Huseyin Aldemir/Reuters)

Quem são as vítimas?
Três jordanianos foram mortos e quatro ficaram feridos, segundo o ministério jordaniano das Relações Exteriores, citado pela agência oficial Petra.


Um tunisiano e uma franco-tunisiana morreram: trata-se de um empresário e da esposa dele, segundo meios de comunicação da Tunísia. Eles se chamavam Mohamed Azzabi e Senda Nakaam, segundo o embaixador tunisiano na França, e deixam órfã uma bebê de 5 meses.

Três libaneses foram mortos e 4 ficaram feridos, informou o ministério libanês de Assuntos Estrangeiros. Um kuwaitiano morreu e outros 5 ficaram feridos, segundo o vice-ministro kuwaitiano de Assuntos Estrangeiros, Khaled al-Jarallah, citado pela agência oficial Kuna.

Três iraquianos morreram, segundo o ministério iraquiano das Relações Exteriores. Vários sauditas ficaram feridos no ataque, segundo o consulado saudita em Istambul, embora o jornal saudita Asharq Al-Awsat tenha mencionado 5 mortos e 11 feridos desta nacionalidade e a emissora Al Arabiya tenha mencionado 5 mortos e 9 feridos.

Um líbio morreu e outros 3 ficaram feridos, segundo a chancelaria líbia. Uma israelense de 18 anos, chamda Lian Nasser, morreu, e uma amiga dela ficou ferida, segundo a chancelaria israelense.

Dois indianos - um homem e uma mulher - também perderam a vida, informou pelo Twitter a ministra das Relações Exteriores indiana, Sushma Swaraj. Eram eles Abis Rizvi, filho de um ex-deputado indiano, e uma mulher, chamada Khushi Shah.

Um jovem de 20 anos com dupla nacionalidade turca e belga morreu, de acordo com o ministro belga de Relações Exteriores, Didier Reynders. Quatro franceses ficaram feridos, segundo a secretária de Estado encarregada de Ajuda às vítimas, Juliette Méadel. Três marroquinos ficaram feridos, segundo a embaixada do Marrocos em Ancara, citada pela agência MAP.

Hipóteses de motivação
O ataque ainda não foi reivindicado, mas a Turquia foi alvo de muitos atentados atribuídos ao grupo extremista Estado Islâmico ou vinculados à rebelião separatista do Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), que atingiram principalmente Istambul e Ancara.
Depois de um ano de 2016 sangrento, as autoridades turcas haviam anunciado a mobilização de 17 mil policiais na metrópole por ocasião das celebrações do Ano Novo.

Integrante da coalizão internacional que combate o grupo Estado Islâmico na Síria e no Iraque, a Turquia iniciou em agosto uma ofensiva no norte da Síria para repelir os extremistas e empurrá-los ao sul, mas também contra as milícias curdas sírias.

Rebeldes sírios apoiados pelo exército turco cercam há várias semanas a cidade de Al Bab, um reduto da Estado Islâmico no norte da Síria. Em resposta a estas operações militares, o grupo Estado Islâmico ameaçou em várias ocasiões fazer atentados contra a Turquia, que se tornou um dos principais alvos dos extremistas.
 Mulher ferida é retirada por paramédicos do clube Reina, em Istambul, após ataque durante comemoração do Ano Novo (Foto: Murat Ergin/Ihlas News Agency via Reuters)
Mulher ferida é retirada por paramédicos do clube Reina, em 
Istambul, após ataque durante comemoração do Ano Novo 
(Foto: Murat Ergin/Ihlas News Agency via Reuters)

O local
A boate Reina é uma famosa casa noturna de Istambul, localizada em Ortaköy, um bairro do distrito de Besiktas, no lado europeu da cidade, frequentada por jovens ricos, famosos e turistas estrangeiros.

Além de pagar preços elevados, os clientes ainda devem superar um duro filtro na entrada do local. As noites começam geralmente após a meia-noite nesta casa noturna, que possui vários restaurantes e pistas de dança, além de um bar central.

Trata-se de um lugar seleto, situado a poucas centenas de metros do espaço onde ocorriam as principais celebrações do Ano Novo, às margens do Bósforo. A casa noturna inaugurada em 2002 também é acessível por barco diretamente a partir do estreito.
 Atirador atacou frequentadores de casa noturna em Istambul, na Turquia (Foto: Infográfico G1)
Atirador atacou frequentadores de casa noturna em Istambul, na Turquia (Foto: 
Infográfico G1)

Outros ataques em 2016
A Turquia foi alvo de uma série de atentados violentos ao longo de 2016. Os principais responsáveis foram membros de grupos radicais curdos e militantes do grupo terrorista Estado Islâmico.

10 de dezembro: Quarenta pessoas morreram, 36 delas policiais, e outras 150 ficaram feridas em um duplo atentado em Istambul, ao lado do estádio de futebol do clube Besikta, um dos mais populares da Turquia. O grupo radical curdo Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK) reivindicou a autoria do ataque.

24 de novembro: Pelo menos duas pessoas foram mortas e 33 ficaram feridas na explosão de um carro bomba perto da sede do governo regional de Adana, no sul da Turquia.

4 de novembro: Uma explosão matou ao menos oito pessoas e feriu outras 30 em Diyarbakir, a maior cidade da região de maioria curda na Turquia. O incidente ocorreu horas após a prisão de membros da agremiação política pró-curda Partido Democrático dos Povos (HDP).

16 de outubro: Um homem-bomba supostamente vinculado ao Estado Islâmico se suicidou e matou outros três policiais em uma explosão durante uma batida da polícia na cidade de Gaziantep, no sul do país. Um segundo homem-bomba explodiu-se mais tarde durante buscas em uma residência no distrito de Burak.

21 de agosto: A Turquia foi alvo do mais mortal atentado do ano em seu território, quando um adolescente – de entre 12 e 14 anos, segundo o presidente Recep Tayyip Erdogan – se explodiu na saída de um casamento curdo, deixando ao menos 54 mortos, dos quais 29 crianças, e dezenas de feridos.

17 e 18 de agosto: Três bombas foram detonadas em cidades no leste da Turquia, nas províncias de Elazig, Van e Bitlis, deixando ao menos 12 mortos e mais de 200 feridos. O primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, atribuiu os ataques ao Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK).

28 de junho: Três explosões atingiram o aeroporto Atatürk, o principal de Istambul. Segundo autoridades da Turquia, o ataque foi executado por três homens-bomba, deixando ao menos 45 mortos e quase 250 feridos. Horas após o atentado, o primeiro-ministro turco, Binali Yildirim, disse que evidências apontam para a participação do grupo extremista "Estado Islâmico" (EI) no ataque. Dezenas de pessoas foram presas.

7 de junho: Um carro estacionado no centro de Istambul foi detonado por controle remoto durante a passagem de um ônibus que transportava policiais. A explosão ocorreu durante a hora do rush no distrito de Beyazit, o principal bairro turístico da metrópole turca. O governador de Istambul, Vasip Sahin, afirmou que a explosão deixou pelo menos 11 mortos e 36 feridos. Um grupo ligado ao banido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) assumiu autoria do ataque.

19 de março: Pelo menos cinco pessoas morreram e 36 ficaram feridas num atentado a bomba em Istambul, em uma movimentada zona de pedestres no centro da metrópole turca, próximo à praça Taksim. Entre os mortos encontra-se o autor da detonação. De acordo com o governo turco, o autor do ataque era ligado ao "Estado Islâmico". O grupo, porém, não assumiu autoria pelo ataque.

13 de março: Uma forte explosão abalou o centro da capital turca, Ancara, deixando ao menos 37 mortos e mais de 120 feridos. Fontes oficiais afirmam que a detonação partiu de um automóvel carregado de explosivos. Um dia depois do ataque, o governo turco respondeu com ataques aéreos a bases do banido Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) no norte do Iraque. A autoria desse atentado foi reivindicada pelo grupo guerrilheiro Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), uma dissidência mais radical do PKK.

17 de fevereiro: Ao menos 28 pessoas morreram e 61 ficaram feridas quando um carro-bomba foi jogado contra um comboio militar em Ancara. O ataque, tratado pelo governo turco como um ato de terrorismo, aconteceu na região central da capital, onde estão localizados o Parlamento e diversos prédios oficiais. O grupo TAK assumiu responsabilidade pelo atentado. O governo culpou o PKK.

12 de janeiro: Uma explosão causada por um homem-bomba no centro histórico de Istambul, matou 12 turistas alemães próximo à famosa Hagia Sophia. Na sequência do ataque, a polícia turca prendeu três cidadãos russos na cidade de Antália. Eles teriam ligações com o "Estado Islâmico".



quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Moscou dá adeus ao embaixador assassinado na Turquia

Moscou dá adeus ao embaixador assassinado na Turquia
Andrei Karlov discursava em exposição dedicada à Rússia quando foi alvejado
MUNDO HOMENAGEM HÁ 20 HORAS  22/12/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

A cerimônia fúnebre de despedida do embaixador russo está marcada para esta quinta feira (22) na capital russa, Moscou. 

O presidente do país, Vladimir Putin, deverá estar presente. Andrei Karlov, embaixador russo na Turquia, foi morto por um atirador em 19 de dezembro. O presidente adiou a coletiva anual de imprensa que concederia nesta quinta-feira (22) para a sexta-feira (23). 

No momento do atentado, o embaixador Andrei Karlov estava pronunciando um discurso de inauguração de uma exposição fotográfica dedicada à Rússia. No meio da palestra, veio o primeiro disparo, que fez o embaixador cair no chão.

Depois, vieram outros vários disparos, todos realizados por um homem magro de terno e gravata, que tinha estado uns metros por trás de Karlov. 
Moscou imediatamente classificou o atentado como terrorista. 

Com informações da Sputnik News Brasil.




terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Putin: assassinato do embaixador russo sabota processo de paz na Síria

Putin: assassinato do embaixador russo sabota processo de paz na Síria
Presidente da Rússia se manifestou sobre a morte de diplomata Andrei Karlov em Ancara
MUNDO EXECUÇÃO   00:18 - 20/12/16  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, classificou o assassinato do Embaixador russo na Turquia, Andrei Karlov, de tentativa de sabotagem das relações entre Moscou e Ancara, bem como contra o processo de normalização na Síria.

"O crime cometido é, sem dúvida, uma provocação com objetivo de sabotar a normalização das relações russo-turcas. 
E também do processo de paz na Síria, que está sendo promovido de forma ativa pela Rússia, Turquia e Irã, assim como outros países, interessados na solução do conflito sírio", disse Putin durante uma reunião com o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

"A única resposta possível é o aumento dos esforços no combate contra o terrorismo. Os bandidos sentirão isso na pele", disse o presidente russo. 

Nesta segunda-feira a imprensa turca informou sobre ataque armado realizado contra o Embaixador da Rússia em Ancara, Andrei Karlov.

O diplomata estava realizando um discurso durante a abertura de uma exposição em uma galeria de arte local. Segundo as testemunhas, o terrorista, vestido de terno e gravata, entrou na sala e foi confundido com segurança do Embaixador. 

O assassino de Andrei Karlov morreu durante o confronto com a polícia. 
O ministério das Relações Exteriores da Rússia classificou ataque de atentado terrorista. (Sputnik News Brasil)



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Imagens pavorosas do assassinato do embaixador russo na Turquia

Imagens pavorosas do assassinato do embaixador russo na Turquia
postado em 20/12/2016 01:22
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O embaixador russo em Ancara, Andrei Karlov, foi assassinado nesta segunda-feira por um jovem policial turco diante das câmeras, em uma cena pavorosa.

As imagens mostram o autor dos disparos, Mevlüt Mert Altintas, de terno, gravata e uma pistola na mão junto ao corpo do embaixador, caído no chão com os braços abertos.
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Antes de atirar, o policial se colocou discretamente atrás de Karlov, durante a inauguração de uma exposição de fotos, como se fosse um guarda-costas.
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Segundo várias testemunhas, o policial de 22 anos atirou nas costas do embaixador.

Em meio ao pânico das pessoas na galeria de arte, o policial permaneceu tranquilo, completamente indiferente aos gritos, e revelou que agia para vingar o drama da cidade síria de Aleppo.
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Após matar o embaixador, "disse algo sobre Aleppo e sobre uma vingança", declarou à AFP Hasim Kiliç, repórter do jornal Hürriyet, que estava no local.

Também gritou "Alá Akbar" (Alá é Grande) e conclamou em árabe os "que juraram lealdade à Jihad".

"Não esqueçam a Síria, não esqueçam Aleppo", gritou em turco em duas ocasiões, constatou a AFP no vídeo do crime.

"Todos os que participam desta tirania prestarão contas, um a um", diz o policial, membro das forças especiais em Ancara.
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Imediatamente após os disparos, ocorridos às 19H05 (14H05 Brasília), policiais de uma delegacia próxima seguem para o local e trocam tiros com o assassino.

Em seguida, chegam homens da força de intervenção especial da polícia e o atacante é "neutralizado" pouco depois.

Fotos que circulam na Internet mostram Altintas no chão, com o tórax crivado de balas.

Segundo o ministro do Interior, Süleyman Soylu, o embaixador russo chegou ao hospital de Ancara às 19H53 (14H53), mas já não apresentava sinais de vida.

Durante a noite, a polícia realizou uma batida na casa de Altintas e deteve seus pais e sua irmã, no oeste da Turquia, para interrogá-los.

O prefeito de Ancara, Melih Gökçek, sugeriu no Twitter que o atirador pode estar ligado a Fethullah Gülen, o pregador islâmico residente nos Estados Unidos que a Turquia acusa de orquestrar a tentativa de golpe de 15 de julho.



sábado, 29 de outubro de 2016

EUA retiram famílias de funcionários consulares da Turquia por ameaça

29/10/2016 20h39 - Atualizado em 29/10/2016 20h39
EUA retiram famílias de funcionários consulares da Turquia por ameaça
Governo afirma que grupos extremistas planejam atacar cidadãos americanos. Ordem se aplica somente a Istambul, e não a resto do país.
Da EFE
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Imagem do Google

As autoridades americanas decidiram retirar as famílias dos funcionários que trabalham no consulado de Istambul, segundo uma advertência publicada neste sábado (29) no site da embaixada dos Estados Unidos na Turquia.

"O Departamento de Estado atualiza sua advertência a respeito de viagens para refletir a decisão, tomada em 29 de outubro de 2016, de ordenar a saída dos familiares dos funcionários do consulado geral americano em Istambul", diz o texto.

A decisão foi tomada "com base em informações de segurança que indicam que há grupos extremistas que continuam com intensos esforços para atacar cidadãos americanos nas regiões de Istambul onde vivem ou que frequentam".

A nota acrescenta que, no entanto, "o consulado se mantém aberto e com todo o pessoal em seus postos", além de especificar que a decisão "se aplica ao consulado geral americano em Istambul, e não a outras legações diplomáticas na Turquia".

A nota não esclarece qual ideologia os grupos terroristas suspeitos de planejar estes ataques seguem, apesar de incluir uma advertência genérica para viagens às províncias do sudeste da Turquia, que vivem uma guerra civil entre a guerrilha curda esquerdista e as forças da ordem turcas.

A guerrilha curda não dirigiu ataques contra alvos norte-americanos, apesar de terem ocorrido atentados esporádicos de facções marxistas.


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
 
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus; “A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra", declarou

23 DE OUTUBRO DE 2016 ÀS 06:37 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM

Da Agência Sputinik

A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus.

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.
“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.

"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).


sábado, 22 de outubro de 2016

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial 
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 23:47 22.10.2016(atualizado 00:15 23.10.2016)
Ofensiva de Mossul
 Forças iraquianas na zona de al-Shurah, a 10 km da cidade de Mossul, Iraque, 17 de outubro de 2016
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus. 

Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan durante discurso
© AFP 2016/ ADEM ALTAN / AFP
Erdogan: 'Mossul pertence à Turquia historicamente'

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.

“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.
Forças iraquianas passam no deserto no âmbito de operação de libertação de Mossul, Iraque, 20 de outubro de 2016
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
Premiê do Iraque: Turquia não luta contra Daesh, tenta sim 

ganhar influência


"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).

FONTE: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610226616600-ministro-turco-mossul-terceira-guerra-mundial/


EUA alertam americanos para possíveis ataques em Istambul © REUTERS/ Murad Sezer

EUA alertam americanos para possíveis ataques em Istambul © REUTERS/ Murad Sezer
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 00:13 23.10.2016(atualizado 00:14 23.10.2016) 
Istambul às escuras.
 O Consulado Geral dos EUA em Istambul emitiu um alerta para cidadãos americanos sobre possíveis ataques de extremistas na maior cidade da Turquia.
“Grupos extremistas mantêm esforços agressivos para realizar ataques contra americanos e outros estrangeiros em Istambul. Esses ataques podem ser premeditados ou podem acontecer sem o menor ou qualquer aviso e podem incluir atentados com armas, tentativas de sequestro, explosões e outros atos de violência” – diz o comunicado publicado no site oficial do Consulado Geral.
Turistas visitam o obelisco de Teodósio na praça Sultanahmet no dia seguinte ao atentado em Istanbul, Turquia, 13 de janeiro de 2016
© AFP 2016/ BULENT KILIC
EUA adverte cidadãos a não viajar para a Turquia com alerta de ameaças terroristas


Em particular, a diplomacia dos EUA recomendou aos seus cidadãos a evitar viagens para regiões do sudeste da Turquia, bem como a locais próximos à fronteira turco-síria.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610236616685-eua-alerta-ataques-istambul/

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Vice-premiê turco: 'Mundo está à beira de uma guerra regional ou mundial

Vice-premiê turco: 'Mundo está à beira de uma guerra regional ou mundial

ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
07:21 12.10.2016
Tropas turcas passam ovelhas no caminho perto de vila de Tuwairan, norte da Síria, 4 de setembro de 2016
 Por razão de tudo o que está acontecendo na Síria o mundo está à beira de uma guerra regional ou até mesmo mundial, opina o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus. O político partilhou a sua opinião em entrevista à agência Anadolu.

"Qualquer guerra que é conduzida por mãos de terceiras forças acaba. Na Síria, o limite já foi esgotado. Os EUA e a Rússia estão agora em aberta contraposição. Isso significa que nós estamos à beira de uma guerra regional ou mundial", declarou.

Kurtulmus destacou também que a Síria pertence aos sírios: "Nós não vamos ensinar o povo sírio como deve governar o país. Isso não deve ser feito nem pelo regime (do presidente da Síria Bashar Assad), nem pelos americanos, nem pela Rússia, nem pelo Irã. Esta decisão deve ser tomada pelo povo sírio".
Militar da Força Aérea dos EUA.
© AFP 2016/ EMMANUEL DUNAND

Quanto custa 'apoiar' o Oriente Médio: 5 maiores erros militares do exército dos EUA
Em 3 de outubro os EUA anunciaram, de modo unilateral, o fim da cooperação com a Rússia para a solução da crise na Síria. Segundo os porta-vozes de Washington, a partir daquele momento, somente os canais de comunicação militares permanecem ativos, para evitar conflitos entre os dois países no espaço aéreo sírio. Os EUA acusaram a Rússia de descumprir os acordos bilaterais. 

Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou estar profundamente decepcionado. Segundo a chancelaria russa, a decisão de Washington de interromper a cooperação com Moscou na Síria é uma prova de que os Estados Unidos são incapazes de cumprir os compromissos assumidos nos acordos bilaterais, entre os quais estavam a separação da oposição “moderada” dos militantes terroristas na Síria.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610126538380-turquia-guerra-siria/



terça-feira, 11 de outubro de 2016

Os três pontos de Pútin e Erdogan

Os três pontos de Pútin e Erdogan
Presidentes da Rússia e da Turquia se encontraram em reunião paralela durante o Congresso Mundial Energético, na última segunda-feira (10) e assinaram documentos bilaterais relevantes. Foi o terceiro encontro entre os líderes após a derrubada do caça russo em novembro de 2015.
   President Tayyip Erdogan             
Síria, gasoduto e sanções foram discutidos por líderes. Foto:Reuters

Os presidentes da Rússia e da Turquia realizaram, na segunda-feira (10), seu terceiro encontro bilateral desde a derrubada de um caça Su-24 russo na fronteira síria, em novembro de 2015. A reunião resultou em acordos importantes, que a Gazeta Russa explica aqui:

1. Gasoduto Turkish Stream sairá do papel 
Um resultado importante da reunião foi a assinatura do acordo intergovernamental para a construção do gasoduto Turkish Stream.
O acordo foi negociado ainda em dezembro de 2014 e deveria ser uma alternativa ao projeto South Stream. Mas por motivos diversos (como barganhas nos valores, questões sobre as linhas do gasoduto, a piora significativa nas relações bilaterais depois do incidente com a aeronave russa, a especulação sobre o retorno do South Stream e a rejeição do Turkish Stream), a realização do projeto ficou no papel.
No encontro em Istambul, as partes conseguiram levar a cabo o acordo iniciado, assinando o acordo intergovernamental. Além disso, a Rússia e a Turquia chegaram a entendimentos sobre descontos em gás no âmbito do projeto.
"Dessa maneira, nos aproximamos da realização dos planos do presidente da Turquia de criar neste país um grande hub energético", ressaltou Pútin ao final do encontro.

2. Frutas turcas voltam às prateleiras russas
Outro problema importante na cooperação entre os países é a retirada das sanções econômicas unilaterais que Moscou impôs contra Ancara como represália após o incidente com o caça. Agora, o presidente Pútin anunciou que Moscou decidiu permitir novamente a entrada de produtos agrícolas turcos no mercado russo.
De acordo com ele, a decisão é mutuamente vantajosa. "A Rússia não produz tais produtos, e a entrada de produtos turcos pode resultar na queda dos preços, com a qual contamos", disse.
"Para os parceiros turcos, isso é, claramente, uma abertura do mercado russo", completou o presidente russo.
Pútin também relembrou que o volume de vendas desses produtos turcos no mercado russo no ano passado foi de US$ 500 milhões.

3. Amigos, amigos, a Síria à parte
Além das questões de cooperação econômica, outra que esteve na ordem do dia foi a Síria. Tanto para a Rússia, como para a Turqui, a crise síria continua a ser uma questão fundamental na política internacional.
Ambos os países estão envolvidos fisicamente no conflito sírio. A Rússia conduz uma operação militar aérea contra a organização terrorista EI (Estado Islâmico), enquanto a Turquia dá continuidade à operação "Escudo do Eufrates", no norte da Síria, onde defende áreas fronteiriças do EI - e dos curdos sírios que, de acordo com Ancara, estão ligados ao separatista Partido Dos Trabalhadores do Curdistão, que o governo turco combate desde 1984.
Mas as posições dos dois países diferem bastante: enquanto Moscou apoia o regime de Assad e executa ataques aéreos contra grupos antigovernamentais, a Turquia apoia as forças anti-Assad e considera o presidente como terrorista.
"A Rússia e a Turquia chegaram a um acordo sobre a condução da operação 'Escudo do Eufrates' durante a visita de Erdogan a São Petersburgo, ainda em agosto. Moscou não expressou quase nenhuma emoção durante o início da operação turca na Síria", ressalta o chefe da Centro de Estudos da Turquia Contemporânea, Iúri Mavachev.

Segundo o especialista, existe um acordo silencioso que estabelece que Moscou e Ancara não atrapalhem um o outro.
Durante a visita do presidente Pútin, ele foi confirmado e reforçado. "Os burocratas e a imprensa turca silenciam sobre a participação russa nos negócios de Aleppo. Eles receberam o seguinte comando: não temos nada com Aleppo, já que a Rússia nos deu o norte da Síria", diz Mavachev.
"O principal problema concreto sobre o qual o presidente Erdogan e o presidente Pútin acordaram acerca da crise síria foi a continuação de uma agenda positiva e negociações por meio de um mecanismo oficial direto de alto nível  e tríplice que foi estabelecido entre os ministros das Relações Exteriores, quadros de funcionários gerais e agências de inteligência. A situação em Aleppo, a crise humanitária na Síria e a diferenciação de grupos de oposição dos terroristas serão discutidos por meio desse mecanismo", diz o cientista político Kerim Khas, da Organização de Pesquisa Estratégica Internacional, instituição independente de Ancara.


Com a agência de notícias Tass e o jornal econômico RBC.

Rusia y Turquía firman un acuerdo sobre el proyecto gasístico Turkish St...



Publicado em 10 de out de 2016

O presidente russo, Vladimir Putin, e seu colega turco, Recep Tayyip Erdogan, assinaram um acordo sobre o projeto Córrego turco, que inclui gasoduto construção com dois ramos, noticiou segunda-feira Alexei Miller, CEO da Gazprom da Rússia, citado pela RIA Novosti.
"O acordo intergovernamental a ser assinado pressupõe a construção de dois ramos do gasoduto principal da parte inferior do Mar Negro", disse Miller. "O poder de cada ramo é 15,750 milhões de metros cúbicos de gás", explicou. "Um dos ramos é destinado ao fornecimento de gás ao mercado turco, enquanto outros países europeus através de território turco", explicou.
"O prazo fixado para a construção das duas linhas é naval dezembro 2019", acrescentou Miller.
Putin se reuniu segunda-feira com Erdogan em Istambul para abordar as relações bilaterais no âmbito da 23ª edição do Congresso Mundial de Energia.
Mais cedo, o ministro da Energia russo Alexander Novak, havia anunciado que o documento acordo era "quase pronto" e é pevista "a construção de dois ramos do pipeline". "É tudo sobre o primeiro ramo para os consumidores turcos", explicou.
O projeto Córrego turco, que substitui o projecto South Stream (bloqueado pela UE) - prevê a construção de um gasoduto com um comprimento de 1.100 quilômetros que levará o combustível para a fronteira entre a Turquia ea Grécia, que visa criar um hub para distribuir o gás para o resto da Europa. Ele também irá complementar o gasoduto Blue Stream, em serviço desde 2005 e que atravessa o fundo do Mar Negro.
Espera-se que a construção do gasoduto terminou em 2019, mas Moscou suspendeu o projeto em novembro passado depois de um turco F-16 lutador abatido um russo Su-24 bombardeiro na Síria. No final de julho, Erdogan pediu desculpas para o que aconteceu, depois de um processo de normalização das relações entre os dois países começou.

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domingo, 9 de outubro de 2016

Turquia diz que morte de dois suspeitos de terrorismo evita catástrofe

Turquia diz que morte de dois suspeitos de terrorismo evita catástrofe
 postado em 08/10/2016 09:01
 
A morte de um homem e uma mulher que detonaram os explosivos que carregavam neste sábado perto de Ancara, quando a polícia tentava detê-los depois de receber informações sobre um possível atentado, "evitou uma grande catástrofe", segundo a Turquia.
Não se sabe as circunstâncias exatas da explosão, mas tudo parece indicar que os dois suicidas detonaram artefatos explosivos, talvez preparados para fabricar carros-bomba, estima a agência pró-governamental Anatolia, acrescentando que os dois morreram.
Às 03h00 GMT (00h00 de Brasília), a polícia entrou em uma fazenda de Haymana, a 50 km de Ancara, onde os dois suspeitos estavam escondidos em uma cabana, segundo o gabinete do governador.
"Pouco depois que as forças de segurança ordenaram que se entregassem, dois terroristas, um homem e uma mulher, detonaram seus explosivos", disse o gabinete.
O governador de Ancara, Ercan Topaca, considerou provável que os dois tivessem vínculos com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Os agentes os procuravam depois de receber uma informação da província curda de Diyarbakir (sudeste), informou.
"O material utilizado, a fabricação e a maneira como foi preparado se parece um pouco com a do PKK", declarou o governador, citado pela Anatolia.
O PKK - uma organização considerada terrorista por Turquia, União Europeia e Estados Unidos - realiza há 32 anos uma insurreição contra o Estado turco no sudeste do país para obter a independência.
Depois de um cessar-fogo de dois anos, a violência foi retomada em 2015. O conflito começou em 1984 e desde então deixou mais de 40.000 mortos.
- "Uma grande catástrofe foi evitada" -
Um veículo foi encontrado no local dos incidentes com uma bandeira turca, e provavelmente seria usado como carro-bomba, segundo o governador.
"Uma grande catástrofe foi evitada. É provável que teriam atacado Ancara... Todos os indícios parecem acusar a organização terrorista PKK", declarou o ministro da Justiça, Bekir Bozdag, em uma entrevista à CNN-Turk.
O governador afirmou que o homem que detonou seus explosivos era proveniente de Bingol, uma cidade do leste da Turquia.
Os agentes encontraram um documento de identidade no local da explosão, disse o governador, segundo o qual uma terceira pessoa está sendo procurada.
Também foram apreendidos 200 quilos de nitrato de amônio, um material que pode ser usado para a fabricação de bombas, disse o gabinete do governador.
Na sexta-feira, um grupo radical próximo ao PKK, os Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), reivindicou um atentado contra um posto policial em Istambul que deixou na véspera dez feridos.

Há um ano, em 10 de outubro de 2015, Ancara sofreu um atentado islamita que deixou 103 mortos. Nunca foi reivindicado, mas as autoridades atribuem sua autoria ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Golpe na Turquia: organizado pelos EUA e pela CIA

diário operário e socialista desde 2003
28 DE JULHO DE 2016
Golpe na Turquia: organizado pelos EUA e pela CIA
Golpe na Turquia: organizado pelos EUA e pela CIA

Uma reportagem publicada pelo jornal turco Yeni Safak, próximo do presidente Recep Tayyip Erdogan, apresenta o responsável pela organização da tentativa de golpe na Turquia no dia 15 de julho: o general aposentado norte-americano John F. Campbell. Campbell era até recentemente chefe da Força de Assistência para a Segurança Internacional (ISAF, na sigla em inglês), missão ligada à OTAN no Afeganistão.
O jornal cita “fontes próximas aos processos contra presos por participação na tentativa de golpe”. Milhares de pessoas foram presas depois da tentativa de golpe, em que militares tomaram pontos estratégicos de Istambul e Ancara, além de tomarem o controle de uma rede estatal de TV e atacarem prédios públicos. Centenas de pessoas morreram durante a tentativa dos militares de tomar o poder.
Campbell comandou a ISAF até o dia 1º de maio desse ano. Depois de deixar o cargo, fez duas visitas secretas À Turquia, onde se reuniu com militares nas bases de Erzurum e Incirlik, sendo esta última utilizada pelos norte-americanos para lançar ataques na Síria.
US$ 2 bilhões
O golpe na Turquia foi parado pelo povo, que tomou as ruas e enfrentou soldados e tanques para evitar mais um golpe militar no País. Do lado do golpe, e do imperialismo, a força social usada para impulsionar o golpismo foi o dinheiro. Mais precisamente, pelo menos US$ 2 bilhões geridos por Campbell em sua missão para corromper militares turcos. Essa quantidade de dinheiro foi transferida para a Turquia a partir do United Bank of Africa (UBA) na Nigéria, operação que foi conduzida pela CIA. Pelo menos 80 militares receberam dinheiro para serem “persuadidos” a participar da aventura golpista.
Segundo a reportagem, oficiais investigaram seus subordinados durante meses na preparação para o golpe. Os soldados foram classificados, levando em conta seu histórico e de suas famílias, em três categorias, os que não participariam foram colocados em listas negras, enquanto outros seriam neutros e uma terceira categoria participaria da tentativa de derrubar o governo ou poderia ser corrompida por meio do dinheiro fornecido por Campbell.

A revelação da participação de Campbell mostra como foi possível forjar uma unidade entre um setor de militares para dar o golpe, graças à coordenação de fora e ao dinheiro. Quando preso, o general de brigada Mehmet Disli foi encontrado com um saco cheio de dinheiro. Para o imperialismo, os regimes em crise não servem mais, precisam de governos fantoches ainda mais duros. Por mais conciliadores que os governos dos países atrasados sejam, como vinha sendo Erdogan.

domingo, 24 de julho de 2016

SERRA DIZ ESTAR PREOCUPADO COM PRISÕES NA TURQUIA

SERRA DIZ ESTAR PREOCUPADO COM PRISÕES NA TURQUIA
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Chanceler José Serra disse que o governo brasileiro está preocupado com as prisões de funcionários públicos na Turquia, após a tentativa de golpe militar no país; até esta segunda-feira, o governo Erdogan havia demitido cerca de 20 mil funcionários, além de ter destituído 30 governadores provinciais; “Manifestamos, contudo, nossa preocupação com relatos de cerceamento de liberdades individuais de milhares de membros do Poder Judiciário, incluindo juízes e procuradores, na sequência daquele episódio”, diz a nota do Itamaraty

19 DE JULHO DE 2016 ÀS 05:47 

247 - O chanceler José Serra disse nesta segunda-feira que o governo brasileiro está preocupado com as prisões de funcionários públicos na Turquia, após a tentativa de golpe militar no país.
Até esta segunda-feira, o governo Erdogan havia demitido cerca de 20 mil funcionários, além de ter destituído 30 governadores provinciais. No fim de semana, pelo menos 100 juízes haviam sido presos. “Manifestamos, contudo, nossa preocupação com relatos de cerceamento de liberdades individuais de milhares de membros do Poder Judiciário, incluindo juízes e procuradores, na sequência daquele episódio”, diz a nota do Itamaraty.

No comunicado, o ministro destacou ainda que espera que “a paz e a tranquilidade sejam plenamente restabelecidas naquele país amigo”.

sábado, 23 de julho de 2016

Na Turquia, juízes pró-golpe de Estado vão para a cadeia. No Brasil, são heróis?

Na Turquia, juízes pró-golpe de Estado vão para a cadeia. No Brasil, são heróis?
julho 17, 2016 por esmael
 golpe_turquia
O presidente da Turquia Tayyip Erdogan determinou neste sábado (16) a prisão de 2.745 juízes e promotores, após a tentativa de golpe de Estado. Segundo o presidente turco, o clérigo Fethullah Gulen, uma espécie de Michel Temer de lá, que vive em um exílio auto-imposto nos EUA, estaria tentando criar uma “estrutura paralela” no judiciário e no exército para tentar derrubar o governo constitucional. Qualquer semelhança com o Brasil…
Turquia prende 2.745 juízes e promotores após golpe fracassado
ISTAMBUL (Reuters, via Brasil 247)
As autoridades da Turquia ordenaram neste sábado a prisão de 2.745 juízes e promotores, após a tentativa de golpe militar, disse a emissora NTV, à medida em que o governo segue com punições a suspeitos de seguirem o clérigo Fethullah Gulen, que mora nos Estados Unidos.
O presidente Tayyip Erdogan afirmou que os seguidores de Gulen estão por trás do golpe da sexta-feira à noite que tentou tirá-lo do poder.
Erdogan disse que o clérigo, que vive em um exílio auto-imposto nos EUA, está tentando criar uma “estrutura paralela” no judiciário e no exército para tentar derrubar o Estado, o que Gulen nega.

(Reportagem de Gulsen Solaker, Asli Kandemir e Ece Toksabay)

terça-feira, 19 de julho de 2016

Rede de cavernas que liga toda a Europa intriga cientistas

Rede de cavernas que liga toda a Europa intriga cientistas
Por Redação   Atualizado em 19/05/2016 /  Atualizado em 19/07/2016
Uma gigantesca rede de túneis descoberta na Europa vem intrigando cientistas há décadas. As escavações se estendem ao longo do território europeu, se espalhando desde a Escócia até a Turquia.
São mais de 2 mil túneis do tipo catalogados até o momento, e mesmo analisando todo o interior deles, os cientistas ainda não entenderam o motivo da existência de tais obras.
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São mais de 2 mil túneis do tipo catalogados até o momento
Acredita-se que a rede, chamada de Erdstall, foi construída durante a Idade Média. Um documento datado de 1449 cita a existência dos túneis, mas não revela o propósito das construções.
Existem mais de 700 túneis na região da Baviera, na Alemanha, e outros 500 na Áustria, com comprimentos entre 20 e 50 metros.
Apesar de muitas especulações, o fato continua sendo um grandioso mistério para comunidade científica europeia.

Com informações do R7
distribuicao

domingo, 17 de julho de 2016

TURQUIA PRENDE 2.745 JUÍZES E PROMOTORES APÓS GOLPE FRACASSADO

TURQUIA PRENDE 2.745 JUÍZES E PROMOTORES APÓS GOLPE FRACASSADO
Reuters:
As autoridades da Turquia ordenaram neste sábado a prisão de 2.745 juízes e promotores, após a tentativa de golpe militar, disse a emissora NTV, à medida em que o governo segue com punições a suspeitos de seguirem o clérigo Fethullah Gulen, que mora nos Estados Unidos; o presidente Tayyip Erdogan afirmou que os seguidores de Gulen estão por trás do golpe

17 DE JULHO DE 2016 ÀS 06:54

ISTAMBUL (Reuters) - As autoridades da Turquia ordenaram neste sábado a prisão de 2.745 juízes e promotores, após a tentativa de golpe militar, disse a emissora NTV, à medida em que o governo segue com punições a suspeitos de seguirem o clérigo Fethullah Gulen, que mora nos Estados Unidos.
O presidente Tayyip Erdogan afirmou que os seguidores de Gulen estão por trás do golpe da sexta-feira à noite que tentou tirá-lo do poder.
Erdogan disse que o clérigo, que vive em um exílio auto-imposto nos EUA, está tentando criar uma "estrutura paralela" no judiciário e no exército para tentar derrubar o Estado, o que Gulen nega.

(Reportagem de Gulsen Solaker, Asli Kandemir e Ece Toksabay)