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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

THE GUARDIAN ACOMPANHA CARAVANA: “Se Lula For Candidato Mil Vezes, Venceria Mil Vezes”

THE GUARDIAN ACOMPANHA CARAVANA: “Se Lula For Candidato Mil Vezes, Venceria Mil Vezes”
 

O Conversa Afiada reproduz matéria de Dom Phillips, do jornal inglês The Guardian, sobre a caravana de Lula por 22 cidades do Nordeste.

(Enquanto o Guardian – um dos mais respeitados jornais do mundo – dá destaque ao tema, o PiG brasileiro faz questão de esconder. 

Assista na TV Afiada: Globo risca Lula e o Nordeste do mapa!)

A procura de reviver bonança política, herói da esquerda curte sucesso na estrada
Vestindo suas melhores camisetas vermelhas, carregando bandeiras e faixas, e em um estado de empolgação barulhenta, milhares de pessoas nesta cidade agrária pobre e empoeirada se aglomeravam na praça principal para ver Lula. Quando ele andava no palco, eles gritavam e esticavam suas mãos.

O mandato do líder barbudo de esquerda de voz rouca acabou sete anos atrás, ainda assim ele continua sendo o presidente mais popular em décadas, se não o mais popular de toda história do país.

“Você conhece um fenômeno maior que Luiz Inácio Lula da Silva?” pergunta Flávio Balreira, 65, usando o nome completo, coisa incomum no Brasil.

O ex-metalúrgico, líder sindical e presidente por 
dois mandatos que uma vez foi descrito por Barack Obama como 
“o político mais popular da Terra” tem cruzado o nordeste brasileiro, região semi-árida e empobrecida, para falar a multidões de adoradores como esta em Ouricuri, no estado de Pernambuco. 

Lula e sua equipe viajam em um comboio de ônibus, que ele chama de “caravana”.

“Eu quero agradecer ao presidente Lula”, disse Francilene da Silva, 44, uma empregada doméstica que se beneficiou de um programa de moradia criado durante os oito anos de governo Lula.

“Tem muita gente que entra no governo e não faz nada. 

Ele fez alguma coisa,” disse Fabiana de Lima, 36, pequena proprietária, explicando que um programa de transferência de renda que ajudou 36 milhões de pessoas a escapar da pobreza extrema ainda “segura” a cidade. “Ele ajudou os pobres”.

Lula nasceu na pobreza de pés no chão a pouco mais de 500 quilômetros dali e seu governo transformou a vida de muitos por ali. 

Mas esta não é apenas uma viagem de pré-campanha antes das eleições presidenciais do ano que vem, quando Lula espera se candidatar a um terceiro mandato. 
É também uma briga por seu futuro, sua vida política e seu legado.

“A caravana é a confirmação de que vale a pena ser honesto com as pessoas”, ele disse em entrevista ao jornal inglês Observer, “que vale a pena fazer o que as pessoas querem e que vale a pena governar para os mais pobres”.

Em julho ele foi sentenciado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro – e ele ainda terá de encarar mais quatro julgamentos, todos relacionados ao que os procuradores afirmam ter sido seu papel no comando de uma 
“organização criminosa” envolvendo a Petrobras, petrolífera controlada pelo Estado, e a contratação de empresas que tiveram grande crescimento durante seus mandatos.

Se uma corte superior confirmar a decisão, ele não poderá se candidatar, mesmo se a condenação não implicar em prisão.

Uma investigação de três anos, chamada Operação Lava Jato, sobre bilhões de dólares de corrupção e propinas levou à prisão políticos do PT de Lula e de seus antigos aliados no Congresso, intermediários e executivos poderosos. 

Lula disse que não há evidência contra ele e argumenta que ele está sendo objeto de uma guerra legal com motivações políticas – “lawfare” – para impedi-lo de concorrer

Na sexta-feira, promotores pediram sua absolvição em um dos casos.

A caravana foi sua resposta, de acordo com Marcus Melo, um professor de ciência política na Universidade Federal de Pernambuco.

“Ele está aquecendo os músculos”, disse Melo. 

“Mostrando força e popularidade, ele aumenta a credibilidade de uma narrativa de politização”.

Em Ouricuri, os oradores disseram que antes de o Partido dos Trabalhadores chegar ao poder, em 2002, pessoas famintas em desespero saqueavam lojas quando as chuvas não vinham. 

Sob Lula, 1,2 milhão de famílias receberam sistemas de armazenamento de água e não houve saques durante a seca atual, que já dura sete anos.

“Eu quero que eles provem uma coisa contra mim”, disse Lula à multidão, que cantava seu nome. “Eu quero tomar conta dos mais pobres”.

Ele já está liderando pesquisas antecipadas para a eleição do próximo ano e seu apoio cresceu mais ainda desde a condenação, enquanto internacionalmente um coro de vozes influentes argumenta que ele está sendo injustamente perseguido. 

Entre essas vozes está a do advogado de direitos humanos Geoffrey Robertson, que levou o caso ao Comitê de Direitos Humanos da ONU.

Diferentemente de alguns presos durante a operação Lava Jato, incluindo Eduardo Cunha, ex-presidente da Câmara, que mantinha milhões de dólares em offshores, as somas envolvendo o caso de Lula são relativamente modestas, embora seu partido seja acusado de ter recebido vultosas quantias.

Sua condenação veio pela acusação de que Lula teria se beneficiado de cerca de R$ 2,5 milhões de reais em propinas relacionadas a uma empreiteira, pagos na forma de um apartamento duplex a beira mar, reformado a pedido de Lula. 

O ex-presidente disse que jamais foi dono do apartamento. 

“Não existem fundos internacionais, contas bancárias escondidas, nenhum luxo e o apartamento onde ele vive há 25 anos é extremamente modesto”, disse Robertson.

A família de Lula mudou para São Paulo quando ele tinha sete anos de idade. 

Ele começou a trabalhar como vendedor nas ruas aos oito, tornou-se metalúrgico, entrou para o sindicato e emergiu como o líder carismático que liderou uma série de greves que enfraqueceram a ditadura militar brasileira em seus últimos anos. 

Em 1980 ele fundou o Partido dos Trabalhadores e perdeu três eleições à Presidência antes de finalmente ser eleito, em 2002.

O Brasil viveu um boom de commodities durante seu governo, e como o consumo das famílias aumentou, metade da população entrou numa nova classe média.

 Em 2010, último ano do governo Lula, a economia brasileira cresceu num ritmo espetacular, de 7,5%.

“Os mais pobres sabem o que fizemos por eles”, ele disse. “É a única coisa que faz sentido para um governo, tomar conta dos mais pobres”.

Naquele mesmo ano, ele conseguiu que sua sucessora, uma ex-guerrilheira marxista chamada Dilma Rousseff, fosse eleita. 
Mas o boom das commodities acabou.

Ela não tinha a habilidade expansiva – críticos dizem cínica – para fazer acordos com os barões regionais mercenários que mantêm influência no fracionado congresso brasileiro e depois de vencer uma disputa apertada na sua reeleição em 2014, com os gastos públicos em alta, viu o primeiro déficit brasileiro em mais de uma década. 

Com a economia encolhendo, o país perdeu seu grau de investimento.

No governo, Lula teve o apoio dos mercados financeiros. 

Agora ele é ferozmente crítico ao sucessor de Dilma, Michel Temer, cujo programa de austeridade selvagem cortou benefícios dos brasileiros mais pobres, e Lula diz que o Brasil deveria bancar sua saída desta recessão que engessa o país, porque países desenvolvidos como o Reino Unido também têm déficits públicos.

“O que faz a nação crescer é o poder de compra das pessoas na base, não os ricos”, ele disse. 
“Quando você dá um empréstimo para um empreendimento produtivo, você torna a economia mais dinâmica. 

E quando o PIB começa a crescer, o débito começa a diminuir”.

Depois que o escândalo de corrupção emergiu, milhões de manifestantes tomaram as ruas brasileiras pedindo o impeachment de Dilma e a prisão de Lula, e comemorando quando ela foi afastada no ano passado devido às acusações de ferir as leis orçamentárias. 

Ela e Lula argumentam que o processo foi um golpe, e sua credibilidade ficou comprometida pela alta proporção de parlamentares que votaram pelo impeachment enquanto eles próprios respondem a acusações de corrupção.

Muitos desses mesmos políticos votaram para não afastar Temer no mês passado, quando ele foi acusado de corrupção em um caso relacionado, depois de ter sido secretamente gravado recomendando a um poderoso empresário fazer um acordo com um de seus auxiliares próximos, que depois foi filmado recebendo R$ 500 mil em dinheiro dentro de uma maleta.

Robertson disse que Lula foi perseguido pelo juiz Sérgio Moro, que se tornou um herói por atacar a corrupção endêmica no país, especialmente entre uma direita emergente que ganhou volume durante os protestos pró-impeachment mas não apareceu para se manifestar quando apareceram acusações mais sérias contra Temer. 

No Brasil, o juiz efetivamente age tanto como árbitro como quanto acusador.

“O sistema legal no Brasil remonta à Inquisição espanhola”, disse Robertson. “A justiça não é feita e nem é vista sendo feita”.

Aqui no nordeste, os apoiadores de Lula são firmes em afirmar que ele é objeto de uma armação.

 Enquanto sua caravana passa pelas paisagens ressequidas, entre cactos do tamanho de árvores, pessoas fluem para a rodovia, parando os ônibus, aplaudindo, saudando e filmando em seus celulares quando Lula sai para cumprimentá-los.

“Ele foi o melhor presidente que nós já tivemos no Brasil”, disse Danilo Gomes, 20, desempregado, que estava na multidão em Agripina, onde o prefeito local armou um bloqueio em uma rotatória na estrada. 

“Se ele for candidato mil vezes, ele venceria mil vezes”.


sábado, 17 de junho de 2017

TEMER É RECHAÇADO POR LÍDERES GLOBAIS COMO UM CÃO PULGUENTO, DIZ FERNANDO BRITO

TEMER É RECHAÇADO POR LÍDERES GLOBAIS COMO UM CÃO PULGUENTO, DIZ FERNANDO BRITO

 REUTERS/Ueslei Marcelino

"A Ansa lembra que o Papa Francisco cancelou a viagem que faria pelos 300 anos da festa de Nossa Senhora Aparecida e que governantes europeus, como Francois Hollande e Angela Merkel  vieram à América do Sul sem fazer escalas no Brasil. 

Rechaçado como um cão pulguento, Temer não recebe visitantes nem mesmo aqui no Brasil", diz Fernando Brito, editor do Tijolaço

17 DE JUNHO DE 2017 ÀS 07:18

Por Fernando Brito, editor do Tijolaço

A reportagem da Ansa – Sozinho, ninguém visita Temer – sobre o isolamento do ainda presidente brasileiro correu mundo. Foi notícia até no ABC Color, reacionaríssimo jornal do Paraguai.

Desde o primeiro compromisso internacional, lembra o texto, a diplomacia do homem que anunciou, ao tomar sua posse torta, que “ia mostrar ao mundo que o Brasil mudou” é um fracasso total.

 Em setembro, o então presidente dos EUA, Barack Obama, esnobou-o e o deixou de mãos abanando.

 Na abertura da Assembléia da ONU, saiu o shakehand, mas só.

A Ansa lembra que o Papa Francisco cancelou a viagem que faria pelos 300 anos da festa de Nossa Senhora Aparecida e que governantes europeus, como Francois Hollande e Angela Merkel  vieram à América do Sul sem fazer escalas no Brasil.

Rechaçado como um cão pulguento, Temer não recebe visitantes nem mesmo aqui no Brasil. 

No último dia 10, o Presidente português  Marcelo  Rebelo de Sousa  e o primeiro-ministro Antonio Costa estiveram em São paulo, para celebrar o “Dia de Portugal” e nada de Temer. 

Por natureza, o 10 de Junho é uma celebração de portugueses“, justificou-se Marcelo, antes mesmo da festa, para explicar a ausência de convite a ao presidente  brasileiro.

Semana que vem, finalmente, ele vai ver Putin, que anda meio estremecido com os círculos de governo mundiais, por conta das encrencas com Trump.

O Itamaraty já deve ter providenciado uma listinha de frases básicas em russo para ele. 

Por exemplo: мешок человек quer dizer “homem da mala”.


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
AGRADEÇO A TODOS 


segunda-feira, 13 de março de 2017

O MEDO DE LULA CRIOU MONSTROS: VÃO MATAR O LULA?

Postado em 12/03/2017 8:10
O MEDO DE LULA CRIOU MONSTROS:                      VÃO MATAR O LULA?

 lula

Silas Correa Leite*

“Se prenderem o Lula, ele vira herói. Se o matarem, Lula 
vira mártir. Se  deixarem  o  Lula  solto,  vira  presidente  
de  novo, porque Mito e Lenda o Lula já é no mundo inteiro. 

E não tem candidato de nível a sua altura. O melhor Presidente do Brasil de todos os tempos. O medo do Lula criou monstros, e a mídia abutre o demoniza porque ele não negocia com bandidos”

 Daqui a uns 50 ou cem anos, quando forem pesquisar a história do Brasil, se consultarem a imprensa vendida e chamada no baixo clero do varejo de mídia abutre, vão ver que o melhor presidente do Brasil foi um homem tachado de corrupto e ladrão; o Lula, atacado e perseguido pela imprensa e pela justiça amoral durante trinta anos.

Se forem pesquisar a economia, a política mesmo, a inclusão social, os números vitais dirão que foi a melhor época do Brasil desde Getúlio Vargas, e que o melhor presidente do Brasil foi o Lula, reconhecido no mundo inteiro, no chamado primeiro mundo, pois entre outras grandezas e conquistas sociais datadas tirou o Brasil do mapa da miséria, de décima segunda economia do mundo a sexta economia.

Desde 1500 da colonização de exploração, passando pela libertação dos escravos, depois pelo golpe militar de 64, depois pelo falso sociólogo FHC que o Brasil não tinha inclusão social de milhões, que nem nobres, nem marechais, nem acadêmicos da USP conseguiram, o que um nordestino tido como semianalfabeto e migrante da seca conseguiu, e isso a elite amoral, insensível corrupta não engole.

Partindo dessa premissa, a mídia sempre jogando para a massa ignara e atacando o Lula, julgando-o, culpando-o, fazendo jogo midiático parvo para uma justiça de ratos de toga e marajás petulantes prenderem o Lula, humilharem o Lula, jogarem o Lula na cadeia e jogarem a opinião pública contra ele, porque eles não têm candidato que preste e a altura do Lula para concorrerem com ele. Vão matar o Lula? Vão derrubar também o avião do Lula? Vão provocar um acidente de trânsito, um atentado, uma morte por envenenamento paulatino, para dizerem que o Lula se matou sozinho, morreu de beber pinga, etc. e tal?

Não conheço ninguém que preste cem por cento, ou que seja honesto  cem por cento, e que fale mal do Lula. Pois é, caras pálidas “fazem faculdades” (as aspas são propositais), vendo televisão rastaquara e querem discutir política. Não chegam ao pé do Lula, mas atacam-no, parecendo que são politizados. 

E os direitos humanos do Lula? E são  analfas, reaças, ignorantes políticos, mal formados e mal informados, que quando querem posar de criticozinhos de ocasião, tipo Geração Hipoglós alienada, seguindo o open doping da mídia abutre, alegam, coiós de tudo, que os políticos são todos iguais, ou que nenhum político presta. Já pensou? Pensar pode, deve.

O medo do Lula criou monstros. Como o medo do comunismo criou acéfalos. O Brasil não tem competência para ser comunista. Como o medo da Dilma criou amebas coxinhas-daslu. 

Em Portugal diz-se: Queremos um Lula aqui. Barack Obama disse que ele é o Cara. Em Washington D.C. tem uma estátua de grandes líderes mundiais, e lá está a do Lula. Líder ao nível de Nelson Mandela, Mahatma Gandhi, Mário Soares, só para citar alguns reconhecidos líderes mundiais que governaram para o povão também.

E qual é a do juizeco de apostila, o Moro? Perto do Lula ele não é nada e nem ninguém, mas é neofascista, e não é só porque não passou no exame da OAB, é de meio e clã. Freud explica? Nessa linha, tentar destruir o que você não é, não pode ser, não pode ter.

Curto e grosso, por esse cérebro de penico de toga, o Lula já está definitivamente condenado e morto. Agora só falta arrumar um crime fictício, nem que seja inventado, uma premiada delação parcial, tendenciosa e amoral, de pedalinho, triplex, casa na lua, boi voador, amante argentina, coisa assim. 

Quando é que vão exonerar esse arrogante juizinho de primeira estância, pais e esposa ligados a impunes corruptos do PSDB do Paraná falido, e que posa em fotos todo ridente com corruptos costumeiros, historiais, impunes, que já foi interpelado e questionado por corte internacional de direito, amigo do Aécio Neves, aquele do avião com drogas em aeroporto construído com dinheiro público? Por essas e outras, pensa-se: justiça tendenciosa e parcial não é justiça. 

Pior, se temos bandidos impunes na política, é porque também temos bandidos na justiça.

Vão matar o Lula. Já mataram sua esposa Marisa Leticia. Ficou por isso mesmo. 

Derrubaram o avião do Eduardo Campos, do Desembargador Teori, mas temem derrubar o Lula, matarem-no, e começarem uma guerra civil a partir de uma comoção nacional, igual à época da morte do Vargas. Temer com 70% de desaprovação por ser ridículo, e mais de 60% do Brasil a favor do Lula, e questionando essa perseguição de toga, terno, gravata e farda, com a própria PF sendo politizada para favorecer o fim de direitos trabalhistas, de garantias constitucionais, e alguns juízes aparecidos e petulantes se achando, marajás de toga, mas se passarem por um crivo historial de vida pregressa em peneira de transparência não chegam ao pé do Lula.

 Comentei com uma amiga que tenho medo do Lula se matar, ou voltar o câncer, porque o câncer historial de uma justiça incompetente, corrupta, violenta e senil já se arvora, e uma mídia no mesmo diapasão já julgou o Lula, mesmo que os grandes meios de comunicação devam bilhões ao fisco, de terem concessões públicas, mas pensavam que iriam eleger o Aécio Neves que anistiaria a todos, e assim propagam diuturnamente mentiras não provadas e ilações contra o Lula, e é essa mesma imprensa que financiou o funesto golpe de 64 que fecundou ovos de serpentes do fascismo que ainda resta numa sociedade podre, ornada de ditadores impunes.

Lula já foi tachado de tudo quanto se pode imaginar, de calúnias e difamações, de inverdades a notícias fakes, e o mito, a lenda, o homem, parece fermento. 

Quanto mais batem, mais cresce nas pesquisas. O povo já foi bobo de acreditar na justiça, na imprensa, no PSDB, no PMDB, mas é tanto ódio contra o Lula, e o PT, com os outros verdadeiros ladrões, corruptos e propineiros posando de santos, com os outros corruptos e ladrões de máfias e quadrilhas protegidos pelo Janot, pelo Moro, pela decadente justiça tendenciosa e parcial, pelo STF, que está ficando óbvio demais. O leitor não é tão bobo assim…

Não se assustem, portanto – e isso não é uma profecia, mas uma dica de raciocínio lógico-sequencial  dentro do nosso processo histórico até – se o Luiz Ignácio Lula da Silva, o melhor presidente que a república brasileira já teve, um bendito dia para a República Fascista de Curitiba de forma arbitrária for conduzido coercitivamente para averiguação enganatória,  ficar detido sem nada que o condene que tenha transitado em julgado conforme preconiza a constituição, e um dia lá apareça “suicidado”; morto, colapso, sequela, depressão. 

E tudo de novo ficar por isso mesmo, como a morte de JK, de Jango, de Juscelino, de Eduardo Campos, de Teori.
-0-
*Silas Correa Leite
Professor, conselheiro diplomado em direitos humanos, jornalista comunitário, ciberpoeta e escritor premiado, livre pensador humanista, consta em mais de oitocentos links de sites, até no exterior, entre eles Cronópios, Observatório de Imprensa, Correio do Brasil, EisFluências, Pravda (Rússia) e outros, Prêmio Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Prêmio Paulo Leminski de Contos, Prêmio Ignácio de Loyola Brandão de Contos, Prêmio Biblioteca Mário de Andrade (São Paulo, Gestão Marilena Chauí), Prêmio Literal (Fundação Petrobrás, Curadoria Heloisa Buarque de Hollanda),   Prêmio Instituto Piaget/Cancioneiro infanto-juvenil, Portugal, vencedor do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores (USP-Parceiros do Tietê/Jornal O Estado de São Paulo/Rádio Eldorado) entre outros, publicou em revistas, jornais, tabloides, fanzines, como Revista da Web, Trem Itabirano, Panorama Editorial, Revista Construir, DF Letras, Mundo Lusíada (Portugal), etc. Autor, entre outros, de Porta-Lapsos, Poemas, All-Print, SP, Campo de Trigo Com Corvos, contos premiados, Editora Design, SC (finalista no Telecom, Portugal), DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Editora Multifoco, GOTO, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, romance,  GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, romance, e O Menino Que Queria Ser Super-Herói, romance infantojuvenil, ambos a venda site Amazon e do ebook de sucesso O RINOCERONTE DE CLARICE, onze contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, destaque na grande mídia (Estadão, Diário Popular, Revista Época) inclusive televisiva, por ser o primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, tendo sido entrevistado por Márcia Peltier (Momento Cultural/Jornal da Noite, REDE BAND), Metrópolis e Provocações (TV Cultura), entre outros, e a obra, por ser pioneira e única no gênero, foi recomendada como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, do Mestrado de Ciência da Linguagem da UNIC-Sul de SC, tese de Mestrado na Universidade de Brasília e tese de Doutorado na UFAL. Seu estatuto de poeta foi vertido para o espanhol, francês, inglês e russo. Contatos: poesilas@terra.com.br




quinta-feira, 9 de março de 2017

Presidentes da Suécia e França defendem Lula contra Moro: "sua condenação seria vergonha mundial"

9/3/2017 10:36
Presidentes da Suécia e França defendem Lula contra Moro: "sua condenação seria vergonha mundial"
Stefan Löfven (Suécia), François Hollande e Nicolas Sarkozy (França) saem em defesa de Lula
 

Três ex-presidentes e dois atuais mandatários das repúblicas de Brasil, França e Suécia servirão de testemunha de Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em processo movido contra ele no âmbito da Operação Zelotes, na Justiça Federal de Brasília. 

São eles: Fernando Henrique Cardoso, Dilma Rousseff, Stefan Löfven (Suécia), François Hollande e Nicolas Sarkozy (França).

A Defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva protocolou nesta quarta-feira a resposta à acusação feita pelo Ministério Público Federal do DF na 10ª Vara Federal Criminal de Brasília. 

A peça acusatória, que contém documentos em língua inglesa sem tradução e outros problemas de forma, é baseada em uma mirabolante e inconsequente teoria sem provas que termina por tentar condenar Lula por supostamente ter vendido uma influência no governo Federal após sua saída do cargo, que os próprios procuradores afirmam que o ex-presidente de fato não tinha, muito embora tentasse parecer que tinha.

É neste contexto que o MPF-DF acusa Lula de ter “vendido” a falsa ideia de que teria como influenciar o governo Dilma Rousseff para que este comprasse 36 aviões-caça de uma empresa sueca, e não de uma empresa francesa que com ela competia, dentro de um intrincado processo de compra de equipamentos militares pelo Estado brasileiro, que vinha sendo negociado desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) e cuja conclusão só se deu no governo Dilma, em agosto de 2015.

Para tentar sustentar a exótica tese, os procuradores afirmam que o atual primeiro-ministro da Suécia, Stefan Löfven, teria tentado marcar uma reunião com o ex-presidente Lula no final de 2013, e que esta reunião seria para que Lula usasse de sua influência no governo Dilma para convencê-la a comprar os caças suecos. 

Os procuradores alegam ainda que o mandatário sueco (que, à época, ainda não era primeiro-ministro daquele país), teria escrito uma carta a Lula pedindo que este fizesse este favor.

Isso é o que alega o MPF-DF, mas não apresenta nenhuma prova - nenhuma! - de que a tal carta chegou a Lula, muito menos a de que o ex-presidente teria intercedido junto ao governo federal para que a compra se efetivasse. 

Até porque, nos oito anos em que presidiu o país, Lula poderia ele mesmo ter coordenado esta compra, além de ter defendido, publicamente, a compra dos caças franceses Rafale.

Assim, para que não pairem dúvidas da mirabolância da tese dos procuradores, o primeiro-ministro sueco foi chamado pela defesa de Lula a depor e esclarecer os fatos. 

No mesmo contexto, encaixam-se os pedidos para que deponham Dilma Rousseff e Fernando Henrique Cardoso: para que possam explicar como funciona uma compra militar internacional deste porte, como a decisão final de se adquirir os caças suecos se concretizou e pela análise de quantas pessoas passa uma aquisição dessa envergadura. 

Um exemplo é o alto comando da FAB (Força Aérea Brasileira), que, desde 2010, assentou entendimento de que os aviões suecos eram os que melhor serviriam ao Brasil.

Por fim, o ex-presidente e o atual mandatário francês foram chamados ao processo para que possam contar aos procuradores e ao juizado brasileiro como se deram as negociações entre os dois países, quais foram os pontos que tornaram a negociação mais difícil e todas as circunstâncias que fizeram com que o negócio entre as duas nações não se concretizasse.

Conforme está explicado na resposta à acusação protocolada pelos advogados de Lula, “o processo de aquisição dos caças Gripen NG foi permeado de profunda transparência, debate público, apuro técnico e atenção às questões econômico-financeiras e à situação fiscal do País.” 

“A complexidade de fatores envolvidos não permite que justificativas singelas elaboradas pela acusação expliquem 
o processo decisório

Assim, é pouco relevante a contribuição do Parquet (Ministério Público) ao emitir opiniões rasas sobre temas que fogem de sua alçada, como ao afirmar que “o fator determinante na opção da ex-presidente [Dilma Rousseff] parece mesmo ter sido a crise dela com o então presidente americano, Barack Obama, a partir de documentos vazados pro Edward Snowden”.



Fonte: conversa afiada




sábado, 11 de fevereiro de 2017

Cerca de 160 imigrantes são detidos em uma semana em batidas nos EUA

Cerca de 160 imigrantes são detidos em uma semana em batidas nos EUA
Diretor diz que ações estavam sendo planejadas antes de ordem de Trump, mas grupos de defesa dizem que elas foram mais duras do que as anteriores.
Por Associated Press
11/02/2017 18h16  Atualizado há 8 hora
 Resultado de imagem para agentes do departamento de imigração eua
Em foto de 7 de fevereiro, agentes do Departamento de Imigração 
e Alfândega (ICE, na sigla em inglês) conduzem um imigrante 
ilegal preso em Los Angeles (Foto: Charles Reed/U.S. 
Immigration and Customs Enforcement via AP)

Uma grande série de batidas realizadas pelo Departamento de Imigração esta semana nos Estados Unidos e que deteve cerca de 160 pessoas seria um procedimento normal, que não se deve à uma determinação específica de Donald Trump, segundo o governo.

Grupos de defensores disseram, porém, que o número de detenções aumentou em cidades como Atlanta, Chicago, Nova York, Texas e Carolina do Norte nos últimos dias.

Mas as autoridades dizem que estão apenas aplicando a lei e conduzindo ações de rotina contra imigrantes ilegais com fichas criminais. Elas dizem ainda que o mesmo acontecia regularmente durante a administração de Barack Obama
A agência Associated Press analisou os fatos.

Trump vs. Obama
Quando candidato, Donald Trump prometeu adotar uma linha dura em relação à imigração. Cinco dias após assumir a presidência, ele assinou uma ordem executiva que deixou claro que qualquer imigrante vivendo no país ilegalmente poderia ser uma prioridade para deportação, particularmente aqueles com ordens de deportação em destaque. 

A ordem do presidente também disse que que as prioridades incluiriam criminosos condenados, imigrantes que tenham sido presos por qualquer ofensa criminal, os que tiverem cometido fraude ou qualquer um que tenha cometido um crime.

No governo Obama, o governo focava em imigrantes ilegais que ofereciam ameaça à segurança nacional ou segurança pública e que tinham cruzado fronteiras recentemente. 

Mas, apesar do foco mais estreito, mais de 2 milhões de pessoas foram deportadas durante o governo Obama, incluindo um recorde de mais de 409 mil em 2012. A certa altura, ele foi apelidado de “Deportador Chefe” por seus críticos.

Os recordes foram alcançados com a ajuda do programa de Comunidades Seguras que ajudou o governo a identificar imigrantes ilegais que tinham sido presos. Na segunda metade do mandato de Obama, as deportações despencaram, igualando as do ex-presidente George W. Bush.

As batidas atuais são resultado da ordem de Trump?

Oficiais de imigração dizem que não.
David Marin, diretor de campo do Departamento de Imigração e Alfândega para a grande Los Angeles, disse que a agência executa essas ações duas ou três vezes por ano em sua região. Ele diz que a operação na Califórnia estava em planejamento “antes da administração apresentar suas atuais ordens executivas”.

Mas grupos de direitos dos imigrantes diz que as ações estão mais duras do que no passado.

Defensores começaram a atender chamados na quinta-feira de imigrantes e seus advogados relatando batidas em residências e empresas na área da grande Los Angeles. Em um caso, agentes apareceram na casa de um pintor de 50 anos chamado Manuel Mosqueda, no subúrbio de Los Angeles, para prender um imigrante que não estava lá. 

No processo, eles falaram com Mosqueda, o prenderam e colocaram em um ônibus com destino ao México – embora advogados tenham conseguido suspender sua deportação e o trazer de volta.

No total, o Departamento de Imigração e Alfândega prendeu cerca de 160 pessoas durante uma ação de cinco dias no sul da Califórnia que visava imigrantes com fichas criminais e um traficante brasileiro. Marin reconheceu que cinco desses detidos não teriam preenchido os critérios de prioridade da administração Obama.

A agência chamou o ato de uma “ação” que não foi diferente daquelas realizadas no passado e disse que “uma série de relatos recentes sobre pontos de verificação e batidas randômicas são falsas, perigosas e irresponsáveis”. 

Em uma declaração, a agência disse que “funcionários frequentemente encontram suspeitos adicionais que podem estar nos Estados Unidos em violação às leis federais de imigração.

Essas pessoas serão avaliadas caso a caso e, quando apropriado, detidas”.



segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Trump demite procuradora-geral interina por desafiar decreto contra muçulmanos

Trump demite procuradora-geral interina por desafiar decreto contra muçulmanos
 Postado em 31/01/2017 01:07
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Imagem do Google

O presidente americano, Donald Trump, demitiu na noite desta segunda-feira (30) a procuradora-geral interina, Sally Yates, depois de ela declarar que o Departamento de Justiça não defenderia a decisão de proibir a entrada nos Estados Unidos de refugiados e de pessoas procedentes de sete países muçulmanos.

"A procuradora-geral interina, Sally Yates, traiu o Departamento de Justiça ao se recusar a garantir a aplicação da ordem legal designada para proteger cidadãos dos Estados Unidos", afirmou a Casa Branca, em um comunicado.

"O presidente Trump substituiu Yates de suas funções e designou Dana Boente, procuradora do distrito leste da Virgínia, para servir como procuradora-geral interina até que o senador Jeff Sessions seja confirmado [no cargo] pelo Senado".

Em um memorando, a secretária Sally Yates - que serviu como número dois da pasta no governo Barack Obama - disse duvidar da legalidade e da moralidade da ordem executiva presidencial.

"Minha responsabilidade é assegurar que a posição do Departamento de Justiça seja legalmente defensável", escreveu Yates em uma nota amplamente distribuída para a imprensa americana.

"No momento, não estou convencida de que a defesa do decreto seja consistente com essas responsabilidades, nem de que a ordem executiva seja legal", acrescentou.

"Como sou a procuradora-geral interina, o Departamento de Justiça não apresentará argumentos em defesa da ordem executiva, ao menos até que se convença de que é apropriado fazê-lo", completou.

Assinado na última sexta-feira, o decreto do presidente Trump suspendeu a entrada de refugiados nos Estados Unidos por um mínimo de 120 dias e de cidadãos de Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen por 90 dias.

O texto de Yates significa que o governo americano não contará com representação em julgamentos e demandas legais atualmente pendentes nos tribunais contra o decreto e contra sua aplicação.

A ação é bem mais simbólica, já que é provável que o candidato de Trump para liderar a pasta, Jeff Sessions, seja rapidamente confirmado.

Sessions deve receber o apoio do Comitê de Assuntos Judiciários do Senado nesta terça e, depois, deve ser confirmado em plenária na Casa antes de tomar posse.

No domingo, procuradores-gerais de 16 estados, incluindo Califórnia e Nova York, classificaram a ordem executiva de Trump como "inconstitucional".

Na mesma linha, o Departamento da Defesa prometeu agir para conseguir que se permita o ingresso dos iraquianos que apoiaram os militares americanos naquele país.

O Pentágono trabalha em uma lista de nomes de iraquianos que cooperaram com o Exército americano, "com frequência pondo suas próprias vidas em perigo", disse o porta-voz Jeff Davis, em entrevista coletiva.

De acordo com Davis, o Departamento da Defesa vai procurar "garantir que aqueles que demonstraram seu compromisso tangível na luta ao nosso lado e nos apoiam" sejam excluídos do decreto.




sábado, 28 de janeiro de 2017

Congressista Retorna da Síria com 'Proof' Obama financiou ISIS

Congressista Retorna da Síria com 'Proof' Obama financiou ISIS
Publicado em 26 de janeiro de 2017 por Baxter Dmitry em Notícias , US
 A congressista Tulsi Gabbard disse à CNN que tem provas de que o governo Obama está financiando o ISIS ea Al-Qaeda.

A congressista Tulsi Gabbard disse à CNN que tem provas de que o governo Obama está financiando o ISIS e a Al-Qaeda.

Havaí Representante Gabbard foi para a Síria em uma missão secreta de investigação de fatos através de mentiras e propaganda e descobrir o que realmente está acontecendo no chão.

Imediatamente em seu retorno a CNN reservou-a para uma entrevista "exclusiva" - e Gabbard lhes disse exatamente o que eles não queriam ouvir: ela tem provas de que a administração Obama estava financiando o ISIS ea Al-Qaeda.

Explicando a Jake Tapper que ela conheceu pessoas de todas as esferas da vida em Aleppo e Damasco, Gabbard disse que sírios " expressa a felicidade e alegria ao ver um americano caminhar suas ruas." 

Mas eles também queriam saber "por que é que os Estados Unidos , Seus aliados e outros países, estão dando apoio, estão fornecendo armas, a grupos terroristas como Al-Nusra, Al-Qaeda, ISIS, que estão no chão, estuprando, sequestrando, torturando e matando o povo sírio? 

"Eles me perguntaram por que os Estados Unidos estão apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria - quando foi a Al-Qaeda que atacou os Estados Unidos em 11 de setembro, e não a Síria.

"Eu não tinha uma resposta para isso. "

Isso era mais do que Jake Tapper, que era hostil desde o início da entrevista, poderia lidar.

Seu rosto asneira, ele atacou, dizendo: " É evidente que o governo dos Estados Unidos nega fornecer qualquer tipo de ajuda para os grupos terroristas que você está falando, eles dizem que fornecer ajuda para os grupos rebeldes. "

Se isso era para o golpe de nocaute de Tapper, Gabbard viu que ele estava a uma milha de distância.

Sem perder uma batida, ela calmamente desconstruído seus pontos de discussão ideológica, e selvagemente errado.

" A realidade é, Jake - e eu estou feliz que você comprou até que ponto - todos os lugares que eu fui, cada pessoa com quem falei, eu fiz esta pergunta a eles. E sem hesitação, eles disseram 'não há rebeldes moderados, que são esses rebeldes moderadas que as pessoas continuam falando?'

"Independentemente do nome desses grupos, a força de combate mais forte no terreno na Síria é Al-Nusra ou Al-Qaeda e ISIS. Isso é um fato. Há uma série de outros grupos diferentes, todos eles estão lutando ao lado, com ou sob o comando do grupo mais forte no terreno que está tentando derrubar Assad ".


O bravo Tulsi Gabbard desconstruiu completamente a falsa narrativa vendida pela Irmandade Muçulmana, a administração Obama, John McCain, Adam Kinzinger e Evan McMullin - todos os quais apoiaram as várias facções terroristas dentro da Síria - e estabelece o recorde:

Não há " rebeldes moderados " na Síria. "Rebeldes moderados" é um mito de propaganda da era Obama. A oposição a Assad é liderada por ISIS e Al-Qaeda - e eles estão estuprando, seqüestrando e assassinando mulheres, homens e crianças sírios - e qualquer grupo menor rebelde lutando contra Assad está lutando em coalizão com ISIS e Al-Qaeda.

Estes são os grupos que a administração Obama estava financiando e apoiando.

Tradução : Google



sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Donald Trump bloqueia doação milionária de Obama à Palestina

Donald Trump bloqueia doação milionária de Obama à Palestina
 A ARAUJO SISTEMA DE COMUNICAÇÃO 22:20:00 27/01/2017
 

Parlamentares republicanos questionaram o valor dizendo que a Palestina não cumpriu acordos feitos anteriormente e criticaram doação.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, suspendeu o pagamento de U$ 221 milhões para os palestinos. O dinheiro seria destinado como “ajuda humanitária” através de uma doação feita pelo governo de Barack Obama horas antes dele deixar a presidência.

Os republicanos do Congresso americano fizeram objeções sobre o pagamento, o Departamento de Estado irá reavaliar a situação e fará ajustes nessa doação, pois ela não corresponde às prioridades do novo governo.

Os republicanos estão questionando o financiamento palestino feito através da Agência de Desenvolvimento Internacional de 2015 e 2016 que foi aprovado pelo Congresso. Os parlamentares disseram que a Autoridade Palestina não cumpriu os acordos feitos anteriormente.

Entre os parlamentares que questionam a verba está a deputada Kay Granger, presidente do Subcomitê de Operações do Estado e Estrangeiras da Câmara.

“Estou profundamente desapontada que o presidente Obama desafiou a supervisão do Congresso e liberou US $ 221 milhões para os territórios palestinos”, disse ela à imprensa.

“Eu trabalhei para garantir que nosso dinheiro não financiasse a Autoridade Palestina, a menos que fossem cumpridas condições muito rígidas. 

Embora nenhuma verba pudesse ir diretamente para a Autoridade Palestina, acabariam indo para programas que ainda estão sendo analisados pelo Congresso. A decisão do governo Obama de liberar esses fundos foi inapropriada”, completou ela.

Dinheiro para Palestina

Uma notificação enviada ao Congresso pelo ex-presidente diz que a ajuda financeira seria para “financiar ajuda humanitária na Cisjordânia e Gaza, apoiar reformas políticas e de segurança e ajudar a estabelecer o Estado de Direito em um futuro Estado palestino”.

A verba, porém, sempre gera muitas teorias pois a doação não exige prestação de conta por parte da Autoridade Palestina. Muitos alegam que o valor era destinado para financiar o terrorismo no Oriente Médio.

Entre os possíveis beneficiários desse dinheiro seriam os grupos radicais Hamas e Fatah que atacam Israel e mantém grupos jihadistas como o Brigadas dos Mártires de Al Aqsa.

A ação do novo presente segue a linha que ele já vinha adotando em suas promessas de campanha que prometia combater o terrorismo. 

Em seu discurso de posse, Trump garantiu que irá “erradicar completamente o terrorismo radical islâmico da face da Terra”, antes ele já havia comentado sua posição em favor de Israel e gerando ira de alguns líderes da região.







terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Obama envia US$ 221 mi à Palestina nas últimas horas de mandato

Obama envia US$ 221 mi à Palestina nas últimas horas de mandato
Os republicanos foram contra a transferência
MUNDO NA HORA H  HÁ 20 HORAS  24/01/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 

A administração do ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama enviou, nas últimas horas de mandato, US$ 221 milhões à Palestina, informa a agência Associated Press, citando fontes oficiais.Os republicanos foram contra a transferência. 


A administração informou oficialmente o Congresso sobre sua intenção na sexta-feira (20) de manhã, antes de Trump ter tomado posse, revelou a agência Associated Press.

Ao todo, os EUA enviaram US$ 227 milhões. 

Desse montante, US$ 4 milhões de dólares eram destinados a programas ligados às mudanças climáticas. 

Mais US$ 1,25 milhão foi recebido pelas organizações que trabalham sob a égide da ONU. 

Com informações da Sputnik News.



Jornal britânico diz que a Terra sofrerá um “ataque massivo de ALIENS em setembro de 2017”

Jornal britânico diz que a Terra sofrerá um “ataque massivo de ALIENS em setembro                      de 2017”
22/01/2017
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O tablóide britânico Daily Star publicou uma teoria da conspiração EXPLOSIVA afirmando que Vladimir Putin teria alertado o presidente Barack Obama sobre um provável ataque alienígena que estaria para ocorrer em 2017.

De acordo com a matéria, o presidente russo teria pedido ajuda para os EUA com o objetivo de construir um enorme sistema de defesa antimísseis.

Um suposto documento vazado do Kremlin teria revelado detalhes de uma reunião ultra-secreta entre Putin e o vice-presidente dos EUA, Joe Biden.

“Este relatório passa detalhes de Vladimir Putin ao vice-presidente norte-americano Joe Biden de que a Terra poderá passar por um cenário idêntico ao que ocorreu em 04 de abril de 1561” diz o documento.

Na última quinta-feira, um vídeo explicativo foi publicado no YouTube com o título US Warns Russia “Aliens On Their Way, Will Be Here In 2017”

Nas imagens, o narrador afirma que Joe Biden teria entregado uma mensagem secreta de Putin para o presidente Obama, propondo a cooperação da Rússia para estabelecer “em toda a Terra” um sistema de defesa antimísseis com o objetivo de proteger o planeta de uma provável invasão alienígena.

A “invasão” estaria prevista para ocorrer em setembro 2017. Satélites da NASA já teriam captado a entrada OVNI’s no espaço aéreo americano.

O vídeo também sugere o presidente russo acredita piamente que o ataque será devastador.

Os EU advertem Rússia "os estrangeiros em sua maneira, estarão aqui em 2017"

nuremberg1561





quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Donald Trump chega a Washington para assumir a Presidência dos EUA

Donald Trump chega a Washington para assumir a Presidência dos EUA
AFP    19.01.17 - 12h43 - Atualizado em 19.01.17 - 16h13
 O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua esposa, Melania, desembarcam em Maryland, no dia 19 de janeiro de 2017 - AFP
1 de 3 O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, 
e sua esposa, Melania, desembarcam em Maryland, no dia 
19 de janeiro de 2017 - AFP

Biografia de Donald Trump - AFP
 2 de 3 Biografia de Donald Trump - AFP

Cerimônia de ensaio de inauguração do mandato do presidente eleito Donald Trump acontece no Capitólio em Washington, DC, EUA  - AFP/Arquivos
3 de 3 Cerimônia de ensaio de inauguração do mandato do 
presidente eleito Donald Trump acontece no Capitólio em 
Washington, DC, EUA - AFP/Arquivos

Na véspera de prestar juramento como o 45º presidente dos Estados Unidos, Donald Trump chegou de avião nesta quinta-feira a Washington para dar início a um mandato de quatro anos, determinado a transformar a política americana e deixar o legado de Barack Obama para trás.

O avião da Força Aérea americana, trazendo Trump, parentes e pessoas próximas, pousou na base aérea Andrews, arredores da capital americana, por volta do meio-dia (hora local, 15h00 de Brasília).

“Esta viagem começa e vou trabalhar e lutar muito para que esta seja uma grande viagem também para os americanos. Não tenho dúvidas de que juntos devolveremos a grandeza aos Estados Unidos”, publicou o presidente eleito no Twitter na manhã desta quinta-feira, antes de deixar Nova York.

Na capital americana, Trump e seu vice, Mike Pence, darão início ainda nesta quinta à série de atos formais que terminarão com a posse, que será realizada na sexta-feira na escadaria do Capitólio.

O bilionário republicano, que se vangloria de ter 20 milhões de seguidores no Twitter, deixou seu QG nova-iorquino, a Trump Tower, com destino à capital, onde vai pernoitar, antes de se mudar na sexta para a Casa Branca.

O empresário deixará seu Boeing pessoal no aeroporto La Guardia, em Nova York, e passará a se deslocar a partir de então em uma aeronave da frota presidencial, o Air Force One.

Nesta quinta, às 15h30 locais (18h30 de Brasília), Trump depositará flores no Cemitério Nacional de Arlington, onde estão sepultados os veteranos americanos mortos em combate, e depois discursará do outro lado do rio Potomac, no Lincoln Memorial, epicentro da cerimônia de posse, que contará com shows de música country e fogos de artifício.

A cerimônia de juramento, ao ar livre, no Capitólio, começará ao meio-dia (15h00 de Brasília) de sexta-feira, segundo data e hora estabelecidas na Constituição, e será transmitida pela TV de todo o planeta, em um dia com previsão de chuvas.

Centenas de milhares de cidadãos, entre partidários e opositores ao novo presidente começaram a chegar à capital para participar deste ritual democrático do qual vão participar dirigentes políticos de todo o país, entre eles a adversária de Trump na disputa à Casa Branca, a democrata Hillary Clinton e três ex-presidentes.

“Trump tem pressa real de chegar à Casa Branca e começar a trabalhar para os americanos”, disse nesta quarta-feira seu vice-presidente, o conservador Mike Pence, de 57 anos.

Sem experiência política, nem militar, o septuagenário Donald Trump foi eleito, de certa forma, graças aos maus modos: seus eleitores, egressos das classes populares, o levaram à Presidência para virar a página da era Obama e alterar profundamente o status quo político. O bilionário prometeu por mãos à obra rapidamente.

De Kennedy a Reagan
Depois de se despedir de Barack Obama, o republicano prevê estampar sua assinatura em quatro ou cinco decretos na própria sexta-feira e em muitos outros, mais importantes, a partir de segunda-feira, com a finalidade de desmontar tudo o possível da gestão de seu antecessor sem esperar o Congresso, em temas como imigração, meio ambiente, energia, direito trabalhista.

Trump deve, ainda, terminar o discurso de posse que fará na sexta-feira. Em dezembro, em seu clube privado de Mar-a-Lago, na Flórida, sua “Casa Branca de inverno”, ele disse que queria se inspirar em John F. Kennedy e Ronald Reagan.

Em 1961, em plena Guerra Fria, o democrata Kennedy conclamou seus concidadãos, em seu discurso inaugural, a não reivindicar que os Estados Unidos fizessem algo por eles, mas se perguntar o que eles podiam fazer pelo país. Em 1981, Reagan disse que “o governo não é a solução para nossos problemas, o governo é o problema”.

Trump consultou vários historiadores, observou discursos de alguns de seus antecessores e tem sido aconselhado por seus assessores, mas o texto que lerá na sexta-feira será “um texto Trump. É ele que o redige, edita e corrige”, comentou seu porta-voz, Sean Spicer.

A duração do discurso seria de 20 minutos, como o de Barack Obama em 2009, disse o porta-voz.

Segundo ele, será um discurso “muito pessoal” e terá um tom “filosófico”.

“Explicará o que significa ser americano, os desafios aos quais estamos confrontados”, destacou, e evocará em particular o tema da educação.

“Não será um programa detalhado e sim um documento filosófico, de sua visão do futuro do país, do papel do governo e do papel dos cidadãos”, explicou Spicer.

Oposição democrata se organiza
O presidente em fim de mandato fez uma espécie de advertência na quarta-feira ao seu sucessor. Com um pé fora da Casa Branca, o democrata, de 55 anos, reiterou que não intervirá regularmente no jogo político, mas não se calará se Trump ultrapassar alguns limites.

A oposição democrata está se organizando sem o atual presidente.
Um terço dos legisladores do partido boicotará a cerimônia de sexta-feira e no Senado, os democratas tentarão dificultar a confirmação de diversos membros do gabinete de Trump.

Os republicanos pretendiam que na mesma sexta-feira pelo menos sete integrantes do novo gabinete fossem confirmados em seus postos pelo Senado, mas é provável que fracassem em sua tentativa.