A ofensiva aérea da Rússia contra os terroristas na Siria
teve um papel decisivo na recuperação do equilíbrio das forças no Oriente
Médio.
A declaração é do ministro libanês para Assuntos de Refugiados, Talal
Arslan.
"O papel da Rússia no Oriente Médio e, mais
concretamente, no Líbano, é inestimável, e os resultados de suas ações
repercutem muito positivamente na situação, este papel pode ser classificado
como salvador e histórico", disse ele em reunião com o vice-presidente do
Senado Russo, Ilyas Umakhanov.
Para o ministro, "a presença
russa no Oriente Médio não só restabeleceu o equilíbrio de forças na
Síria, no Líbano e em toda a região, mas também no mundo inteiro".
Arslan acrescentou que hoje o Oriente Médio está "no
ponto de mira da interferência externa, que nos últimos tempos tornou-se muito
ampla".
Ele deu como exemplo a atividade de grupos terroristas na
região.
"Se não fosse pela Rússia, a situação na região hoje
teria sido muito diferente:
de fato, após a intervenção da Rússia, a situação
mudou tanto em termos de segurança quanto na área humanitária", destacou.
do
Exército sírio para a retomada do território de Deir
Ezzor – 02/11/2017
O grupo Estado
Islâmico (EI) perdeu todas as grandes cidades sob seu controle no Iraque e
na Síria após
a reconquista de Deir Ezzor pelo Exército sírio na quinta-feira. Além
disso, nesta sexta, as forças iraquianas recuperaram o controle de Al-Qaim,
área desértica na fronteira entre os dois países.
Deir Ezzor, localizada na margem oeste do rio Eufrates, é a
maior e mais importante cidade do leste da Síria e o centro da produção
petrolífera da nação. A cidade “era a sede dos principais líderes da
organização.
Ao perder o seu controle, perderam a capacidade de dirigir
operações terroristas conduzidas por seus homens”, comemorou o comando do
Exército sírio em um comunicado.
Nesta sexta-feira, as forças iraquianas anunciaram suas
próprias conquistas.
Os terroristas também foram expulsos de um importante
posto de fronteira, Husseiba, que liga o oeste do Iraque ao leste da Síria. Pouco
depois, em um comunicado, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi,
anunciou a “libertação de Al-Qaim em um tempo recorde”. A operação começou esta
manhã e terminou no final da tarde.
Alguns bairros da cidade ficaram totalmente destruídos após
a ocupação dos terroristas: edifícios desabaram e algumas fachadas explodiram.
As trincheiras escavadas pelos jihadistas ainda são visíveis.
Nesta sexta, as
unidades de Engenharia do exército sírio atuavam para neutralizar as minas e
outros artefatos explosivos espalhados pelo EI na cidade, de acordo com a
imprensa estatal.
O grupo que proclamou em 2014 um “califado” nas vastas
regiões sob controle entre os dois países, tem visto seu território encolher
rapidamente.
Os jihadistas estão agora restritos a uma área desértica na
fronteira entre o leste da Síria e o oeste do Iraque, ao longo do Vale do
Eufrates.
Eles também ainda controlam 35% da província de Deir Ezzor, onde fica
a capital de mesmo nome recuperada nesta quinta.
Ajuda russa
O Exército da Rússia colabora
para a retomada da província de Deir Ezzor. Um submarino e seis aviões
bombardeiros Tu-22M3 de longa distância realizaram um grande ataque com mísseis
e bombas contra o Estado Islâmico nesta sexta.
Esconderijos e estoques dos
terroristas na cidade de Abu Kemal foram destruídos.
Só o submarino lançou seis mísseis de cruzeiro, afirmou o
porta-voz do Ministério da Defesa russo, General Igor Konashenkov. A operação
foi realizada para auxiliar o avanço das tropas do Kremlin
Putin: “Se o ISIS cometer sequer 1 atentado na Rússia, a
Arábia Saudita será destruída em
meia hora”
01/09/2017
O líder russo está montando uma enorme missão militar para
assumir o controle da fortaleza (do grupo terrorista) sediada na cidade de
Raqqa, cidade do centro-norte
da Síria.
Raqqa é considerada a capital auto-declarada do ISIS na
Síria e é patrulhada por até 5.000 membros jihadistas.
Vladmir Putin está pronto para mobilizar 150.000 reservistas
que se alistaram no Exército em janeiro deste ano.
Ontem (31) o presidente russo sugeriu que está disposto a
unir forças com o Ocidente objetivando exterminar de vez o grupo Estado
islâmico.
Ele declarou:
“Eu juro que, se o Estado Islâmico cometer sequer um ataque
terrorista na Rússia, a Arábia Saudita será destruída em meia hora”
Não é novidade para ninguém que uma das várias fontes de
renda do grupo terrorista são as doações feitas pelo setor privado […] grande
parte do dinheiro que abastece o grupo criminoso vêm da Arábia Saudita e do
Catar.
As primeiras imagens do ataque a uma base aérea na Síria,
realizadas pelo Exército Americano, foram publicadas na internet. Nelas,
observa-se o momento preciso do lançamento dos mísseis de cruzeiro Tomahawk de
dois navios de guerra no mar Mediterrâneo.
Os Estados Unidos lançaram pelo menos 50 mísseis de cruzeiro
na noite desta quinta-feira em um aeródromo sírio próximo à cidade de Homs. O
ataque seria uma resposta de Trump às denúncias de uso de armas químicas
proibidas pelo governo sírio, responsável pela morte de 100 pessoas na
terça-feira.
Segundo a rede de televisão norte-americana NBC citando
fontes oficiais, dois navios de guerra dos EUA no Mar Mediterrâneo dispararam pós mísseis Tomahawk tendo coo alvo a base de Ash Sha'irat, na província de
Homs, oeste da Síria.
Ainda não há informações sobre vítimas. Funcionários dos EUA
disseram à NBC que aeronaves e a infraestrutura no local, incluindo a pista,
foram atingidas, mas que nenhuma pessoa foi alvejada.
Mais cedo, o secretário
de Estado americano, Rex Tillerson e a embaixadora do país nas Nações
Unidas, Nikki Haley, acusaram o governo da Síria do ataque com armas químicas,
cujas vítimas incluíram pelo menos 25 crianças.
Ao comentar o ataque em Idlib, Trump disse a jornalistas que
o que aconteceu na Síria foi "uma desgraça para a humanidade".
Ele
também fez uma clara ameaça ao presidente Bashar Assad.
"Ele está lá e eu
acho que no comando das coisas, portanto algo deve acontecer".
Os principais meios de comunicação dos EUA, especialistas e
autoridades vêm tentando de todas as formas manchar a reputação da congressista
Tulsi Gabbard, que viajou para a Síria no início deste mês.
Gabbard criticou em
rede nacional, a política de financiamento dos EUA em armar terroristas
afiliados à Al Qaeda.
Conhecida apoiadora de Bernie Sanders e ex-vice-presidente
do Comitê Nacional Democrata (posição que renunciou em fevereiro do ano
passado), Gabbard viajou em uma missão de investigação à Síria no início deste
ano. Lá, a congressista se encontrou com o presidente Bashar Assad.
Veterana de guerra com duas incursões ao Iraque no
currículo, Gabbard defendeu na quinta-feira, a decisão de se encontrar com o
presidente sírio. "Se professarmos verdadeiramente o cuidado com o povo
sírio, sobre o seu sofrimento, então temos de ser capazes de encontrar-se com
qualquer um que precisamos se houver a possibilidade de que possamos alcançar a
paz", disse ela durante entrevista à CNN.
Durante a entrevista, o âncora Jake Tapper afirmou que Assad
é responsável pela violência no país e acusou Gabbard de "dar maior
credibilidade ao presidente sírio", o congressista respondeu, enfatizando
que "o que você pensa sobre o presidente Assad, o fato é que ele é o
Presidente da Síria. Para que qualquer acordo de paz, para que haja qualquer
possibilidade de um acordo de paz viável, tem que haver uma conversa com ele.
Gabbard sublinhou que este precisa ser o procedimento da
diplomacia americana até os sírios determinem o destino de Assad, "o que
acontece com o seu governo e seu futuro".
O que se seguiu foi um debate entre Gabbard e Tapper, que
chamou Assad de "açougueiro" e disse que não havia democracia na
Síria. Gabbard, que documentou suas conversas com os sírios comuns durante a
viagem, disse que ouviu algo muito diferente do que a narrativa da mídia está
apresentando.
— Vou contar-lhe o que ouvi do povo sírio que conheci
andando pelas ruas de Aleppo, em Damasco — disse a congressista.
"Eles expressaram contentamento e alegria ao verem um americano andando
pelas ruas, mas [perguntaram]: por que os Estados Unidos, seus aliados e outros
países estão fornecendo apoio e armas a grupos terroristas como al-Nusra (al-
Qaeda), Ahrar al-Sham, ISIS que estão estuprando, sequestrando, torturando e
matando o povo sírio?"
Eles me perguntaram: Por que os Estados Unidos e seus
aliados estão apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria,
quando foi a Al-Qaeda a atacar os Estados Unidos no 11 de setembro e não
a Síria. Eu não tinha uma resposta para eles", Gabbard sublinhou.
Com Tapper insistindo que os Estados Unidos só prestaram
assistência aos chamados rebeldes moderados, Gabbard respondeu, dizendo que
"em toda parte, cada pessoa com quem falei, fiz essa pergunta, e sem
hesitação disseram que não havia rebeldes moderados".
"Independentemente do nome desses grupos, a força de
combate mais forte no terreno na Síria é al-Nusra (al-Qaeda) e o Daesh —
isso é um fato", enfatizou Gabbard. "Há vários outros grupos
diferentes, todos eles essencialmente estão lutando ao lado, com ou sob o
comando do grupo mais forte no terreno que está tentando derrubar Assad".
Desde que retornou de sua viagem e da entrevista da CNN,
Gabbard foi abertamente atacada por jornalistas nas principais mídias, pelos
colegas membros do Congresso e por especialistas de todos os tipos. O
congressista Adam Kinzinger, por exemplo, criticou-a por fazer a viagem, e disse
que esperava que ela não tenha se encontrado com o "açougueiro
Assad".
Daily Kos chamou Gabbard de "um fantoche para o
ditador da Síria", enquanto o Daily Beast manchetou um artigo com os
dizeres "Tulsi Gabbard corteja fascistas na Síria". O ex-assessor de
segurança nacional da Câmara dos Deputados, Evan McMullin, difamou-a dizendo
que "ela desfruta do apoio da rede de propaganda de Putin na América,
@RT_America", simplesmente porque o canal russo RT publicou uma matéria
sobre sua viagem. O Washington Post, por sua vez, criticou Gabbard por
"minar" as "deliberações políticas mais amplas de Washington
sobre como abordar a Síria".
O especialista em Oriente Médio, Charles Lister, criticou o
projeto de lei assinado por Gabbard, que classificaria como terroristas vários
grupos rebeldes apoiados pelos EUA.
Gostaria de saber se @TulsiGabbard sabe que os 2 grupos
"apoiados pela CIA", que seu projeto de lei propõe classificar como
"terroristas" estão lutando contra Al-Quaeda enquanto falamos?
O tweet provocou uma divertida resposta do comediante e
comentarista político norte-americano Jimmy Dore, cuja resposta recebeu três
vezes mais retweets.
Eu me pergunto se Charles Lister sabe que a Al-Qaeda está
lutando com armas que os EUA forneceram? #Quanto Mais Você Sabe
Na sexta-feira, Gabbard disse ao comentarista de Fox
News, Tucker Carlson, que acredita que o presidente Assad "está
procurando o que nosso novo presidente, Donald Trump, veria como um interesse
compartilhado com a Síria. O interesse compartilhado que ele viu foi o
compromisso de derrotar o Daesh — este compromisso de derrotar esta ameaça
terrorista que existe não só para o povo da Síria, mas para o Oriente Médio e
para o mundo".
Perguntado sobre a viagem de Gabbard, e a reação histérica
da mídia, o renomado especialista russo no Oriente Médio, Semyon Bagdasarov, disse à Radio
Sputnik que acreditava que ela fez a viagem de forma independente e que
a política dos EUA na região não deve mudar, No futuro próximo.
Damasco,
observou Bagdasarov, não deve esperar mudanças fundamentais na posição de
Washington, "com a possível exceção de alguns esforços conjuntos dos EUA e
da Rússia na luta contra o Daesh" no país.
"Os EUA não se resignaram [ao que está
acontecendo]", disse o analista. "Outro dia, de acordo com fontes
próximas à Federação [Curda] da Síria do Norte, os EUA abriram outra base
norte-americana, composta por 800 funcionários, equipamentos, etc., em
Al-Hasakah.
A CIA está empenhada em executar suas tarefas Sim, o governo dos
EUA está mudando, mas a tendência permanece — ninguém vai desistir na
Síria ".
A congressista Tulsi Gabbard disse à CNN que tem provas de
que o governo Obama está financiando o ISIS e a Al-Qaeda.
Havaí Representante Gabbard foi para a Síria em uma missão
secreta de investigação de fatos através de mentiras e propaganda e descobrir o
que realmente está acontecendo no chão.
Imediatamente em seu retorno a CNN reservou-a para uma
entrevista "exclusiva" - e Gabbard lhes disse exatamente o que eles
não queriam ouvir: ela tem provas de que a administração Obama estava
financiando o ISIS ea Al-Qaeda.
Explicando a Jake Tapper que ela conheceu pessoas de todas
as esferas da vida em Aleppo e Damasco, Gabbard disse que sírios " expressa
a felicidade e alegria ao ver um americano caminhar suas ruas."
Mas
eles também queriam saber "por que é que os Estados Unidos , Seus
aliados e outros países, estão dando apoio, estão fornecendo armas, a grupos
terroristas como Al-Nusra, Al-Qaeda, ISIS, que estão no chão, estuprando,
sequestrando, torturando e matando o povo sírio?
"Eles me perguntaram por que os Estados Unidos estão
apoiando esses grupos terroristas que estão destruindo a Síria - quando foi a
Al-Qaeda que atacou os Estados Unidos em 11 de setembro, e não a Síria.
"Eu não tinha uma resposta para isso. "
Isso era mais do que Jake Tapper, que era hostil desde o
início da entrevista, poderia lidar.
Seu rosto asneira, ele atacou, dizendo: " É
evidente que o governo dos Estados Unidos nega fornecer qualquer tipo de ajuda
para os grupos terroristas que você está falando, eles dizem que fornecer ajuda
para os grupos rebeldes. "
Se isso era para o golpe de nocaute de Tapper, Gabbard viu
que ele estava a uma milha de distância.
Sem perder uma batida, ela calmamente desconstruído seus
pontos de discussão ideológica, e selvagemente errado.
" A realidade é, Jake - e eu estou feliz que você
comprou até que ponto - todos os lugares que eu fui, cada pessoa com quem
falei, eu fiz esta pergunta a eles. E sem hesitação, eles disseram 'não
há rebeldes moderados, que são esses rebeldes moderadas que as pessoas
continuam falando?'
"Independentemente do nome desses grupos, a força de
combate mais forte no terreno na Síria é Al-Nusra ou Al-Qaeda e ISIS. Isso
é um fato. Há uma série de outros grupos diferentes, todos eles estão
lutando ao lado, com ou sob o comando do grupo mais forte no terreno que está
tentando derrubar Assad ".
O bravo Tulsi Gabbard desconstruiu completamente a falsa
narrativa vendida pela Irmandade Muçulmana, a administração Obama, John McCain,
Adam Kinzinger e Evan McMullin - todos os quais apoiaram as várias facções
terroristas dentro da Síria - e estabelece o recorde:
Não há " rebeldes moderados " na Síria. "Rebeldes
moderados" é um mito de propaganda da era Obama. A oposição a Assad é
liderada por ISIS e Al-Qaeda - e eles estão estuprando, seqüestrando e
assassinando mulheres, homens e crianças sírios - e qualquer grupo menor
rebelde lutando contra Assad está lutando em coalizão com ISIS e Al-Qaeda.
Estes são os grupos que a administração Obama estava
financiando e apoiando.