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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Imagens pavorosas do assassinato do embaixador russo na Turquia

Imagens pavorosas do assassinato do embaixador russo na Turquia
postado em 20/12/2016 01:22
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O embaixador russo em Ancara, Andrei Karlov, foi assassinado nesta segunda-feira por um jovem policial turco diante das câmeras, em uma cena pavorosa.

As imagens mostram o autor dos disparos, Mevlüt Mert Altintas, de terno, gravata e uma pistola na mão junto ao corpo do embaixador, caído no chão com os braços abertos.
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Antes de atirar, o policial se colocou discretamente atrás de Karlov, durante a inauguração de uma exposição de fotos, como se fosse um guarda-costas.
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Segundo várias testemunhas, o policial de 22 anos atirou nas costas do embaixador.

Em meio ao pânico das pessoas na galeria de arte, o policial permaneceu tranquilo, completamente indiferente aos gritos, e revelou que agia para vingar o drama da cidade síria de Aleppo.
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Após matar o embaixador, "disse algo sobre Aleppo e sobre uma vingança", declarou à AFP Hasim Kiliç, repórter do jornal Hürriyet, que estava no local.

Também gritou "Alá Akbar" (Alá é Grande) e conclamou em árabe os "que juraram lealdade à Jihad".

"Não esqueçam a Síria, não esqueçam Aleppo", gritou em turco em duas ocasiões, constatou a AFP no vídeo do crime.

"Todos os que participam desta tirania prestarão contas, um a um", diz o policial, membro das forças especiais em Ancara.
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Imediatamente após os disparos, ocorridos às 19H05 (14H05 Brasília), policiais de uma delegacia próxima seguem para o local e trocam tiros com o assassino.

Em seguida, chegam homens da força de intervenção especial da polícia e o atacante é "neutralizado" pouco depois.

Fotos que circulam na Internet mostram Altintas no chão, com o tórax crivado de balas.

Segundo o ministro do Interior, Süleyman Soylu, o embaixador russo chegou ao hospital de Ancara às 19H53 (14H53), mas já não apresentava sinais de vida.

Durante a noite, a polícia realizou uma batida na casa de Altintas e deteve seus pais e sua irmã, no oeste da Turquia, para interrogá-los.

O prefeito de Ancara, Melih Gökçek, sugeriu no Twitter que o atirador pode estar ligado a Fethullah Gülen, o pregador islâmico residente nos Estados Unidos que a Turquia acusa de orquestrar a tentativa de golpe de 15 de julho.



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Os jovens russos que estão treinando para uma guerra nuclear com o Ocidente

31/10/2016 19h09 - Atualizado em 31/10/2016 19h21
Os jovens russos que estão treinando para uma guerra nuclear com o Ocidente
Na Rússia, muitos acreditam que é preciso se preparar para um conflito - mas também há quem considere tudo isso um exagero.
Gabriel GatehouseBBC Newsnight

Em meio a uma floresta às margens de Moscou, dezenas de estudantes usando uniforme de combate estão correndo, atirando entre si com espingardas de pressão de ar.
A viagem de final de semana para jogar paintball, organizada por um partido de oposição ao governo, parece inofensiva. Mas na Rússia nem tudo é o que parece.
"Nós oferecemos um grande leque de temas militares", diz Stepan Zotov, ativista do partido responsável pelo evento.

"Há luta de facas, arremesso de facas. Também trabalhamos com munição real, atirando em alvos ou às vezes em acampamentos militares."
O partido de Zotov, Rodina ("Pátria Mãe" em russo), faz parte do que é conhecido como "oposição leal", o que significa que apoia o Kremlin.
E suas atividades fazem parte de um programa "de educação militar e patriótica" apoiado pelo governo - e voltado para estudantes.

Conflito iminente?
A TV russa recentemente mostrou imagens de um treinamento de defesa (Foto: BBC/NTV) 
A TV russa recentemente mostrou imagens de um treinamento de 
defesa (Foto: BBC/NTV)

Ao assistir à televisão russa, a impressão é a de que o país está prestes a entrar em confronto militar com o Ocidente.
Recentemente, um programa de notícias estatal veiculou que a população deveria localizar o abrigo nuclear mais próximo de suas casas antes que fosse tarde demais - a Rússia recentemente realizou exercícios em escala nacional para se preparar para um ataque do tipo.
Zotov leva a possibilidade muito a sério.
"Estamos nos preparando para um confronto com o Ocidente. Mas a maior parte desse confronto acontece no nível cultural, informacional e de valores. A civilização russa é uma cultura de heróis e guerreiros", diz.

Para ele, o colapso da União Soviética foi uma tragédia.
"Nosso grande país foi dissolvido sem guerra armada porque começamos a amar um povo e uma cultura diferentes, não a nossa."
Ucrânia
Enquanto um conflito militar aberto não vem, o jovem diz que há outros confrontos indiretos entre a Rússia e seus rivais ocidentais. Por exemplo, no leste da Ucrânia, onde ele diz ter lutado como voluntário ao lado de forças separatistas.


"Eu, meus camaradas e alguns dos meus cadetes participamos. É um conflito entre a Rússia e o Ocidente", diz.
Kiev, que nos últimos anos andou ensaiando laços mais próximos com a União Europeia, acusa Moscou de retaliar essa aproximação fomentando o separatismo na sua área de fronteira, onde culturalmente a influência é russa.

O ápice dessa tensão ocorreu em 2014, quando a Rússia anexou a península da Crimeia, até então sob controle ucraniano.
Porém, nenhum dos estudantes entrevistados pela BBC parece interessado em se voluntariar para lutar na Ucrânia. Eles são adolescentes ou jovens de 20 e poucos anos e nasceram após o período soviético. O discuso da televisão não parece convencê-los.
"Você não devia assistir à TV na Rússia", diz uma jovem. 

"A televisão manipula as coisas. É uma guerra de informação. Você não devia prestar atenção nisso. Eles deixam as pessoas ansiosas sem motivo."

Questionados sobre o que o conceito de Ocidente significa, as respostas são bem diferentes das ideias de Zotov. "Capitalismo", diz um. "Oportunidade", afirma outro.

"Além disso, a cultura é interessante. É uma cultura diferente. Talvez algum dia exista uma cooperação, porque todos vivemos no mesmo planeta e a guerra não faz sentido", disse a adolescente.
 Os presidentes da Rússia e dos EUA, Vladimir Putin (esq.) e Barack Obama, trocam olhar sério durante cumprimento na 11ª Cúpula do G-20, em Hangzhou, na China (Foto: Alexei Druzhinin/AFP)
A tensão entre a Rússia de Putin e os EUA de Obama cresceu 
nas últimas semanas (Foto: Alexei Druzhinin/AFP)

O que se vê na TV russa hoje ou é sancionado ou simpático ao Kremlin.
Os programas de notícias apresentam uma série de histórias sobre guerras e crises no exterior, falando também das incoerências internacionais. O governo ucraniano foi acusado de crucificar bebês e a BBC, de realizar um ataque com armas químicas na Síria.

Para apoiar o oportunismo político, foi criada uma abordagem filosófica. Um de seus arquitetos é Alexander Dugin, um pensador que está sob sanção dos Estados Unidos por seu suposto envolvimento na anexação da Crimeia à Rússia e na guerra no leste da Ucrânia.

Rússia única
"A verdade é uma questão de fé", disse Dugin em seu canal de televisão pró-Kremlin.


"A pós-modernidade mostra que a tão chamada verdade é uma questão de fé. Então nós acreditamos no que fazemos e no que dizemos. E esta é a única maneira de definir a verdade. Temos nossa verdade russa especial, que você deve aceitar."

A filosofia de Dugin é conhecida como Eurasianismo. Segundo ela, a Rússia Ortodoxa não faz parte nem do Ocidente nem do Oriente, mas de uma civilização isolada e única que batalha pelo lugar que merece entre as potências mundiais.
A obra dele tem se tornado cada vez mais influente entre a elite política e militar da Rússia.

"Se os Estados Unidos não querem iniciar uma guerra, você deveria reconhecer que eles não são mais o único líder. E com a situação na Síria e na Ucrânia, a Rússia diz 'não, você não é mais o chefe'. Essa é a questão de quem manda no mundo. Apenas a guerra realmente poderia decidir."
 Alexander Dugin diz que a verdade é uma questão de fé (Foto: BBC)
Alexander Dugin diz que a verdade é uma questão de fé 
(Foto: BBC)

Atualmente, as relações entre Rússia e Estados Unidos estão no momento mais delicado desde o colapso da URSS e o fim da chamada Guerra Fria, em 1991.
A constante tensão entre os dois países foi intensificada nas últimas semanas após a ofensiva conjunta das forças sírias e russas na cidade de Aleppo, na Síria, contra os rebeldes.

O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou a ofensiva e ameaçou interromper negociações a respeito da guerra, enquanto o presidente russo Vladimir Putin acusou os americanos de deteriorarem as relações do Ocidente com a Rússia propositalmente.

Além disso, no dia 20 de setembro um comboio da ONU foi atingido e os EUA atribuíram o ataque à Rússia, que responsabilizou um grupo terrorista e acusou os Estados Unidos de acusá-la injustamente.

Paralelamente, o governo americano acusou a Rússia de usar hackers para desestabilizar as eleições presidenciais no país depois que e-mails de funcionários do Partido Democrata foram vazados.
No entanto, segundo o ex-agente da CIA Paul Pillar, trata-se de apenas de uma competição por influência.

"Não estamos vendo o tipo de competição ideológica que caracterizou a Guerra Fria e felizmente já não temos outra corrida nuclear armamentista", disse à BBC.

Filosofia russa
As ideias bélicas de Dugin não estão voltadas somente ao Ocidente. Há uma mensagem de consumo interno também, que é: não existem valores liberais universais, não há uma contradição inerente em uma democracia e que não permita a discordância.

 O político opositor Boris Nemtsov foi assassinado no ano passado (Foto: BBC)
O político opositor Boris Nemtsov foi assassinado no ano passado 
(Foto: BBC)

Na sombra das paredes do Kremlin, o cada vez mais enxuto grupo de ativistas russos mantém viva a memória de Boris Nemtsov, deixando flores no lugar onde o político de oposição foi assassinado no ano passado. É um trabalho frio e solitário.
"Eu ainda acredito que aquela verdade existe", diz Mikhail Shneider, um ex-dissidente soviético e camarada de Nemtsov.
"É um fato que eles mataram Boris Nemtsov bem aqui, a 10 metros de onde estamos. É um fato que Putin está no Kremlin. É um fato que a TV de Putin mente."

A maioria dos russos não acredita de verdade que uma guerra nuclear com o Ocidente está prestes a acontecer. Talvez nem seus políticos acreditem nisso. Eles provavelmente não acreditam de verdade no Estado Orwelliano pós-moderno.

Mas quanto mais uma mentira é repetida, maior é o risco de ela se tornar algum tipo de realidade.

domingo, 16 de outubro de 2016

EUA suspeitam que Rússia faça 'pressão secreta' contra Europa

 EUA suspeitam que Rússia faça 'pressão secreta' contra Europa
EUROPA  08:13 14.10.2016(atualizado 08:18 14.10.2016)
Vista do Kremlin, Moscou
A Rússia lançou uma "campanha para destruir a unidade do Ocidente" ao usar meios econômicos e políticos secretos, aponta o jornal New York Post, citando o relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais dos EUA. Segundo a edição, os autores do documento intitulado "Cenário do Kremlin: compreensão da influência russa na Europa Oriental e Central" estão convictos de que a Rússia está tentando atrair, para seu lado, tais países como a Bulgária, Hungria, Letônia, Sérvia e Eslováquia, estabelecer o controle do mercado de energia europeu e prejudicar a legislação anticorrupção de vários países.
Segundo o relatório, a influência russa é um "desafio para a segurança nacional de alguns países e para os valores pró-ocidentais".
 Capitólio de Washington
© SPUTNIK/ IGOR MIKHALEV
EUA continuam 'jogo sujo das sanções' contra Rússia

A Rússia planeja ampliar sua atividade na Europa no âmbito de vários projetos de larga escala na área de economia. Vale ressaltar que Moscou assinou contrato no valor de 12 bilhões de euros para construir dois reatores nucleares na cidade húngara de Paks. Além disso, a Hungria e a Grécia começaram a cooperar com a Rússia no âmbito do projeto Turkish Stream para reforçar as suas posições na União Europeia.

FONTE: https://br.sputniknews.com/europa/201610146551711-eua-russia-pressao-europa/

sábado, 15 de outubro de 2016

Guerra (mundial) iminente?

Guerra (mundial) iminente?
Rui Sá, Daniel Catalão – RTP            http://www.rtp.pt/noticias
13 Out, 2016, 23:15 / atualizado em 13 Out, 2016, 23:15 | Mundo
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Felipe Pathé Duarte, porta-voz do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo, lembra que há em tudo isto uma componente de retórica discursiva muito importante mas diz que "há de facto movimentações preocupantes que não podem ser tomadas de ânimo leve" porque não são apenas palavras.

"Putin procura endurecer palavras e gestos simbólicos como forma de ganhar um lugar de destaque à mesa da diplomacia internacional", concluí o comentador do Jornal 2.

O presidente russo ordenou o regresso à pátria de todos os oficiais das forças armadas que estão no estrangeiro.


Fala em guerra iminente. Em Moscovo preparam-se abrigos antinucleares.

Imprensa próxima do Kremlin aponta para a Síria, olha os Estados Unidos e diz - "A terceira guerra mundial já começou".

No terreno é no entanto Putin quem intensifica os bombardeamentos sobre Aleppo. Os franceses cancelam a visita do presidente russo a Paris, falam em crimes de guerra e exigem responsabilização.

A Casa Branca diz nãoser possível negociar com quem não mantém os acordos, o Kremlin afirma que são os Estados Unidos e os seus aliados ocidentais quem está a provocar uma escalada da tensão na Síria.

Mas não é apenas a Síria a estar no centro da escalada das tensões entre Rússia e ocidente.

Na frente europeia há um aumento da repressão na Crimeia, com o FSB (serviços secretos russos) a liderar as rusgas e as detenções de ativistas locais.

Esta semana Putin ordenou a instalação de misseis balísticos nucleares no enclave de Kaliningrado, entre a Polónia e a Lituânia. Ambos países da OTAN.

De lembrar que este ano a Organização do Tratado do Atlântico Norte levou a cabo um dos maiores exercícios militares da sua história precisamente na Polónia, e que no Báltico, há a mobilização permanente de recursos para a defesa avançada do espaço aéreo ocidental. Portugal participa nessa missão na Lituânia com caças F-16.

Felipe Pathé Duarte lembra que há um claro sentimento na Rússia "de que o país está já sobre ataque por parte do Ocidente", pelo que as ações tomadas são justificadas pelos políticos, e militares, como sendo de defesa e inteiramente aceites pela generalidade dos russos.

Na oposição militar aos Estados Unidos da América Rússia e China dão mãos. Preparam-se gigantescos exercícios militares conjuntos.

Na mira de todos os discursos e ações a política dos Estados Unidos de instalar sistemas defensivos anti míssil em vastas zonas do mundo, da Europa a Israel, do Japão à Coreia do Sul.

Mas escalada global joga-se também num novo tabuleiro - o ciber espaço.

Os Estados Unidos acusam Moscovo de piratear informaticamente o partido democrata e a candidatura de Hilary Clinton, bem como de apadrinhar um plano para adulterar a votação eletrónica nas presidenciais de novembro.

Obama e Putin tiveram um encontro sobre o assunto. Moscovo nega. Washington garante não ter dúvidas do envolvimento russo.

As duas potências encontram-se este sábado para tentar o desanuviamento. De novo a questão Síria assume o centro da agenda. 

Todos, no entanto, assumem que a Síria é apenas o ponto quente de uma nova guerra fria, mais vasta e global, que obriga a outro diálogo e diplomacia.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

PORQUE SENSITIVOS SENTEM-SE DRENADOS PERTO DE PESSOAS FALSAS

PORQUE SENSITIVOS SENTEM-SE DRENADOS PERTO DE PESSOAS FALSAS
Luiza Fletcher • 1 de agosto de 2016
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Os seres humanos com sensibilidade emocional aumentada foram oficialmente identificados em 1991 pela psicóloga Dra. Elaine Aron. Ela descobriu que 15-20% da nossa população poderia ser classificada como sensitiva. Ela chegou a propor que os seus cérebros processam informações sensoriais e regulam as emoções de forma diferente.
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Empatas são muito mais sensíveis a emoções e comportamentos. Eles são ouvintes natos, genuínos, e muitas vezes muito generosos. Mas como são tão finamente ajustados ao meio ambiente, muitas vezes podem detectar pessoas e comportamentos falsos. Eles prosperam em relacionamentos profundos e honestos e literalmente não conseguem lidar com pessoas pretensiosas.
Porque empatas são drenados por pessoas falsas?
Se você é um empata e interage com alguém hipócrita, consegue ver através desses fragmentos. Você não consegue simplesmente ignorar este fato – pois ele realmente desencadeia um estado de desconforto. Os sintomas são tanto mentais quanto físicos, tais como cansaço, frustração, mãos úmidas, ou aumento da batida de coração.
 
Mas não é a aversão à pessoas falsas que te machuca, é entender que essas pessoas são uma cortina de fumaça para esconderem a sua própria dor. No entanto, manter-se perto delas não é algo que te deixa confortável.
Comportamentos e situações que são um problema para sensitivos
Exemplos comuns de comportamentos que acionam o alarme de um empata:
Fazer elogios falsos apenas para receber aceitação;
Embelezar histórias ou verdades para ganhar a aprovação dos outros;
Agir de forma dura para mascarar os verdadeiros sentimentos de vulnerabilidade;
Aconselhar inveja ou ressentimento com falsas delicadezas;
Comprometer-se facilmente em ganhar a aceitação dos outros;
Renunciar a sua personalidade natural para tentar agir de outra maneira.
Respostas e reações comuns de sensitivos
 
Suas reações instintivas podem incluir:
Evitar a pessoa por completo devido às más vibrações que você sente quando está ao seu redor;
Sentimentos de medo e mal-estar que só param quando você se distancia da fonte;
Dificuldade para formar frases, responder perguntas sobre si mesmo;
Experimentar sentimentos de culpa por não querer estar perto da pessoa;
Sentir-se fisicamente enjoado depois de longas interações com pessoas falsas;
Falta de vontade de falar ou contribuir para a conversa ir mais longe;
Querer simplesmente largar tudo e deixar a situação o mais rapidamente possível.
As melhores maneiras de lidar com pessoas falsas, sendo um empata
É um fato inevitável da vida ter que lidar com pessoas falsas de vez em quando. Como um empata, simplesmente fugir destas situações não é uma opção. Em vez disso, você deve usar estes 3 princípios-chave para manter a compostura e evitar reações negativas quando se lida com pessoas falsas.
1.Seja sempre sincero
Muitas vezes nos encontramos em uma situação de conflito: como uma pessoa sensível, como podemos falar se sabemos que podemos ferir os outros? Bom, para começar, dizer “não” a um pedido não te torna uma pessoa ruim.
Se é bom para você, é bom para os outros, e vice-versa. Nunca tenha medo de ser sincero e dizer “não” quando necessário. Os outros devem controlar suas próprias emoções, não importa a sua resposta, por isso não é sua culpa se ficarem chateados.

2.Lembre-se de seguir o seu próprio caminho
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Outro erro comum é se deixar levar com a tentativa de ajudar a o máximo de pessoas possível. Embora seja ótimo ajudar os outros, você deve definir um limite para buscar seus próprios sonhos e esperanças. Caso contrário, você vai ficar vazio, e será incapaz de continuar a ajudar os outros.
Em vez disso, você precisa ser ousado e seguir seu coração. Não deixe que os outros fiquem em seu caminho e lembre-se de que você não pode salvar o mundo inteiro. Não negligencie o desenvolvimento pessoal e a importância de seguir o seu próprio caminho.

3.Compreenda que você não pode agradar a todos
Querer agradar os outros pode parecer inocente, mas pode ser altamente prejudicial para si mesmo. Se você está sempre indo contra si mesmo para agradar aos outros, suas próprias necessidades são colocadas em espera. Eventualmente, você ficará drenado, exausto e será incapaz de agradar a alguém.

Você se beneficia quanto aumenta a sua autoestima, então lembre-se: suas necessidades devem estar satisfeitas antes que você possa atender a outros adequadamente.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Papa diz que 'mundo está em guerra', mas religião não tem culpa

27/07/2016 11h16 - Atualizado em 27/07/2016 11h33
Papa diz que 'mundo está em guerra', mas religião não tem culpa
Para pontífice, conflitos mostram disputas por dominação de povos.  Ele viaja nesta quarta para Cracóvia, na Polônia.
Do G1, em São Paulo
 Papa Francisco falou com repórteres durante seu vôo para a Polônia, nesta quarta-feira (27) (Foto: AP Photo/Gregorio Borgia)
Papa Francisco falou com repórteres durante seu vôo para a
 Polônia, nesta quarta-feira (27) (Foto: AP Photo/Gregorio Borgia)

O Papa Francisco disse na quarta-feira (27) que a série de ataques recentes, incluindo o assassinato de um padre na França, é a prova de que o "mundo está em guerra". No entanto, ele destacou que culpar a religião por isso não é responsável, segundo a Reuters.
              
Para o pontífice, os conflitos são motivados pela disputa pela dominação de povos e por interesses econômicos. As declarações foram dadas a bordo de um avião que o levará à Polônia. Ele participará da Jornada Mundial da Juventude, na Cracóvia.

Na Polônia, a agenda de Francisco é extensa, segundo a Efe. Ele vai celebrar a missa no santuário de Jasna Góra, em Czestochowa, e visitará ao santuário da Divina Misericórdia .
Em seguida participará dos eventos relacionados com a JMJ como a Via-Sacra, a vigília e a missa final com os jovens.

Na sexta-feira (29), como já fizeram João Paulo II e Bento XVI, percorrerá em silêncio os campos de extermínio nazista de Auschwitz e Bikernau, onde se encontrará com alguns sobreviventes.