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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Sob pressão, Estado Islâmico perde sua última grande cidade

Sob pressão, Estado Islâmico perde sua última grande cidade
VEJA.com Julia Braun7 horas atrás 03/11/2017
 Retomada de Deir Ezzor, na Síria: Fumaça é vista entre prédios durante ofensiva do Exército sírio para a retomada do território de Deir Ezzor – 02/11/2017
© AFP Fumaça é vista entre prédios durante ofensiva 
do Exército sírio para a retomada do território de Deir 
Ezzor – 02/11/2017

O grupo Estado Islâmico (EI) perdeu todas as grandes cidades sob seu controle no Iraque e na Síria após a reconquista de Deir Ezzor pelo Exército sírio na quinta-feira. Além disso, nesta sexta, as forças iraquianas recuperaram o controle de Al-Qaim, área desértica na fronteira entre os dois países.

Deir Ezzor, localizada na margem oeste do rio Eufrates, é a maior e mais importante cidade do leste da Síria e o centro da produção petrolífera da nação. A cidade “era a sede dos principais líderes da organização. 

Ao perder o seu controle, perderam a capacidade de dirigir operações terroristas conduzidas por seus homens”, comemorou o comando do Exército sírio em um comunicado.

Nesta sexta-feira, as forças iraquianas anunciaram suas próprias conquistas. 

Os terroristas também foram expulsos de um importante posto de fronteira, Husseiba, que liga o oeste do Iraque ao leste da Síria. Pouco depois, em um comunicado, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, anunciou a “libertação de Al-Qaim em um tempo recorde”. A operação começou esta manhã e terminou no final da tarde.

‘Fase final’

“Deir Ezzor representa a fase final na eliminação total” do EI, afirmou o Exército sírio. O grupo extremista conquistou Deir Ezzor e sua província rica em petróleo em 2014, aproveitando o caos gerado pela guerra na Síria, desencadeada em 2011 pela repressão do regime aos protestos pró-democracia.

Alguns bairros da cidade ficaram totalmente destruídos após a ocupação dos terroristas: edifícios desabaram e algumas fachadas explodiram. 

As trincheiras escavadas pelos jihadistas ainda são visíveis. 
Nesta sexta, as unidades de Engenharia do exército sírio atuavam para neutralizar as minas e outros artefatos explosivos espalhados pelo EI na cidade, de acordo com a imprensa estatal.

Nos últimos meses, o EI sofreu uma série de derrotas na Síria e no Iraque. No decorrer das batalhas, os extremistas foram expulsos de todas as grandes cidades que conquistaram: pelas forças iraquianas em Mossul em julho e por uma coalizão curdo-árabe apoiada por Washington em Raqa em outubro.

O grupo que proclamou em 2014 um “califado” nas vastas regiões sob controle entre os dois países, tem visto seu território encolher rapidamente. 

Os jihadistas estão agora restritos a uma área desértica na fronteira entre o leste da Síria e o oeste do Iraque, ao longo do Vale do Eufrates. 

Eles também ainda controlam 35% da província de Deir Ezzor, onde fica a capital de mesmo nome recuperada nesta quinta.

Ajuda russa

O Exército da Rússia colabora para a retomada da província de Deir Ezzor. Um submarino e seis aviões bombardeiros Tu-22M3 de longa distância realizaram um grande ataque com mísseis e bombas contra o Estado Islâmico nesta sexta. 

Esconderijos e estoques dos terroristas na cidade de Abu Kemal foram destruídos.

Só o submarino lançou seis mísseis de cruzeiro, afirmou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, General Igor Konashenkov. A operação foi realizada para auxiliar o avanço das tropas do Kremlin 
na região.

 Tu-22M3 bombers &  submarine hit ISIS objects near 

Nos últimos três dias, os Tu-22M3 realizaram dezoito ataques contra os terroristas do EI no leste da Síria, de acordo com Konashenkov. 

Além disso, seus submarinos realizaram nove lançamentos do Mar Mediterrâneo.

Depois dos ataques, todos os bombardeiros retornaram para a Rússia. 

Os submarinos continuam a realizar operações na área, ao lado de outros navios, de acordo com Konashenkov.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Trump capta líder do ISIS no primeiro dia de ataques aéreos

Trump capta líder do ISIS no primeiro dia de ataques aéreos
Publicado em 23 de janeiro de 2017 por Baxter Dmitry em Notícias , US /
 Os Estados Unidos feriram e capturaram o líder do ISIS, Abu Bakr Al-Baghdadi, depois de um dia de punir ataques aéreos, segundo relatos do Iraque.

Os Estados Unidos feriram e capturaram o líder do ISIS, Abu Bakr Al-Baghdadi, depois de um dia de punir ataques aéreos, segundo relatos do Iraque.

O presidente Trump convocou seus principais generais em seu primeiro dia no cargo e ordenou que eles fornecessem um plano para erradicar o ISIS dentro de 30 dias - uma promessa eleitoral chave - e de acordo com fontes na região, as novas táticas obtiveram sucesso imediato.

O secretário de Defesa, James Mattis, passou seu primeiro dia inteiro no Pentágono supervisionando 31 greves contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria. 

Uma variedade de lutadores, bombardeiros e aeronaves pilotadas remotamente participaram da corrida de bombardeio, que registrou 25 greves na Síria e seis no Iraque.
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BREAKING: Local sources say Abu Bakr Al-Baghdadi has been wounded by airstrikes in Al-Ba'aj, west of 's .

Na Síria, duas greves destruíram unidades da ISIL e artilharia perto da cidade de Bab. 

As forças de Daesh em Raqqa, fortaleza do grupo terrorista, deram um duro golpe, pois 22 ataques destruíram 12 unidades táticas, nove posições de combate, duas fábricas de bombas explosivas improvisadas subterrâneas e um quartel-general da ISIS. A greve final visou dois poços de petróleo IS em Deir ez Zour.

A história foi confirmada pelo Relatório de Petróleo do Iraque , uma fonte respeitada que reúne atualizações diárias sobre desenvolvimentos de segurança dentro Mosul e áreas circundantes ISIS-detidos de uma rede de repórteres locais, moradores e combatentes.

" Actividade aérea da coalizão Maior manchado em torno Ba'aj combustíveis rumores de ESTÁ" Califa "sendo cercado ".
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Amid so many junk-rumors, this note is interesting, Ba'aj being a well known seat of power for Abu Bakr al Baghdadi – via @Iraqoilreport

À medida que a poeira assente na mais feroz ISIS bombardeio já recebeu, a palavra na rua no Iraque é que a nova administração norte-americana ter feito o que Obama não podia, ou não queria , não - tirar ISIS mandante Al-Baghdadi.

Uma pedra angular da campanha do Presidente Trump foi a promessa de que ele iria destruir ISIS o mais rápido possível.

Convocou seus generais superiores em seu primeiro dia no escritório e os requisitou fornecer um plano para erradicar ISIS uma vez por todas dentro de 30 dias.

Como o novo chefe do Pentágono, Mattis seria esperado para agir sobre os planos de Trump e fazê-los acontecer. 

O ex-general Marinha, que uma vez que se refere à política ISIS de Obama como cheio de " meias medidas " parece ter o plano na pista.

Tradução : Google



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 00:28 19.01.2017
(atualizado 01:00 19.01.2017)
Forças governamentais do Iraque em Mossul
© AP Photo/ Hussein Malla

O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi afirmou que a vitória total na cidade está próxima.


As forças armadas iraquianas libertaram toda a parte oriental da cidade de Mossul das mãos dos terroristas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico), de acordo com um comunicado do Estado-Maior do país emitido nesta quarta-feira (18) e citado pela Reuters.

O tenente-general Talib Shaghati confirmou que os serviços antiterroristas que lideraram a ofensiva de três meses contra o Daesh na cidade ao norte do Iraque tomaram o controle sobre a margem oriental do rio Tigre. 

"Hoje celebramos a liberação da margem leste de Mossul", disse Shaghati, indicando que recuperar a parte ocidental da cidade, que no momento permanece sob controle dos jihadistas, será uma tarefa mais fácil. 

Por sua parte, Abadi disse que "a promessa de libertação final e da vitória total em Mossul está mais perto de ser cumprida".

Fonte : https://br.sputniknews.com/




segunda-feira, 7 de novembro de 2016

A MENTIRA DO SISTEMA EM QUE VIVEMOS



Publicado em 7 de nov de 2016
A MENTIRA DO SISTEMA EM QUE                                VIVEMOS

Existem duas forças principais que representam a política ocidental: a esquerda liberal e socialista e uma direita mais conservadora e cristã. O que estes dois partidos tem em comum¿ Eles querem conservar e expandir a hegemonia militar e política dos EUA no mundo inteiro.

Hillary Clinton atualmente representa o poder esquerdista na américa pelo partido democrata que é pró-aborto e pró sodomia. 

Durante a era da Guerra Fria, a maioria dos neoconservadores se opunha vigorosamente à União Soviética. Ainda que a maioria dos neoconservadores seja contra o comunismo, a ideologia deles, que não dá nenhuma prioridade aos valores cristãos que fundaram os EUA, é basicamente socialista, exceto pelo exacerbado nacionalismo belicista e expansionista. Hillary Clinton é um exemplo. Ela se opõe a Coreia do Norte, uma nação oficialmente comunista. 

Ela é apoiada pela maioria dos conglomerados capitalistas do mundo, mas ela se opõe aos valores pró-família e cristãos. Até certo ponto, ela é capitalista. Até certo ponto, ela é socialista. Mas em todos os pontos, ela é neoconservadora.

Os dez terroristas islâmicos que atacaram os EUA em 11 de setembro de 2001 não eram do Iraque. 

Eram da Arábia Saudita. Mesmo assim, os EUA não invadiram e atacaram a Arábia Saudita, que, aliás, é o maior patrocinador do terrorismo islâmico mundial. Os EUA invadiram o Iraque como se os terroristas do 11 de setembro de 2001 fossem iraquianos.

Saddam Hussein não era um homem bom, mas pelo menos ele protegia as minorias cristãs muito melhor do que os EUA depois da invasão do Iraque. 

A missão militar americana no Iraque foi um fracasso e acabou trazendo o ISIS, e caos e genocídio para os cristãos. Tanto George W. Bush quanto a senadora Hillary Clinton a aprovaram. De uma perspectiva cristã e humanitária, essa guerra foi um desastre total para os cristãos.

Antes da invasão americana do Iraque, havia mais de 2 milhões de cristãos. Hoje, eles são menos de 300.000. A presença militar americana no Iraque não protegeu os cristãos e mesmo depois do genocídio, os EUA têm de modo enorme aberto suas portas de imigração para os muçulmanos, não para suas vítimas cristãs.

O Iraque sob Saddam era inimigo da Arábia Saudita, que sempre foi amiga e aliada dos neocons americanos, inclusive os Bushes, os Clintons e Obama.

A invasão americana do Iraque deixou um vácuo previsível que resultou no assassinato de milhares de cristãos ali e o surgimento do ISIS. Durante as eleições primárias presidenciais republicanas em 2016, Donald Trump humilhou a insistência de guerra dos neocons no Iraque, Ucrânia, Líbia e Síria.

A prioridade mais elevada dos neoconservadores tem sido aumentar a ação militar dos Estados Unidos no Oriente Médio e expandi-la para um confronto com a Rússia. 

Há uma porta giratória entre alguns neocons e cargos de salários elevados na indústria bélica dos EUA, o que pode explicar por que os neoconservadores constantemente reivindicam mais guerras.

FONTE: https://www.youtube.com/watch?v=wy1HE7PkbLg&feature=em-subs_digest

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

‘Há algo de profundamente perturbador nas incessantes acusações contra a Rússia’

‘Há algo de profundamente perturbador nas incessantes acusações contra a Rússia’ 
© AP Photo/ Carolyn Kaster
OPINIÃO 02:12 28.10.2016(atualizado 02:18 28.10.2016)  
Presidente russo Vladimir Putin e presidente norte-americano Barack Obama reunem-se nas margens da cúpula do G20, México, 18 de junho de 2012
Não é preciso estar apaixonado pela personalidade do líder russo Vladimir Putin para entender que tem sido cada vez mais fácil para políticos do Ocidente culparem a Rússia do que considerar os verdadeiros das crises atuais, afirma a revista britânica Spiked. 

"Muitas pessoas parecem sentir-se perfeitamente confortáveis com esta animosidade contra a Rússia” – destaca colunista britânico Tim Black.  

Como exemplo, ele cita a cidade síria de Aleppo e argumenta, que, para muitos políticos ocidentais é vantajoso colocar a culpa na Rússia para assumir o papel de "defensores da paz". 

Ao mesmo tempo, segundo ele, o Ocidente faz vista grossa à sua própria cumplicidade na destruição da Síria, ao seu “desejo ignorante" de derrubar o presidente Bashar Assad e de apoiar os jihadistas, e isso sem mencionar o seu próprio bombardeio à Síria e ao Iraque ao longo de anos.

Torres do Kremlin de Moscou, agosto de 2016
© SPUTNIK/ NATALYA SELIVYORSTOVA
Mídia: por que Ocidente tem culpa do conflito com Rússia?

Para Tom Black, o mesmo aconteceu durante os Jogos Olímpicos no Rio, quando a mídia deu um destaque muito maior ao “sistema estatal de doping” da Rússia do que jamais foi dado a outros escândalos de corrupção no mundo dos esportes, como foi o “caso de Lance Armstrong, da empresa BALCO e dos ciclistas britânicos”, entre outros mencionados pelo autor.

Em seguida, o artigo denuncia as incitação para uma nova Guerra Fria, com destaque para as acusações apresentadas à Rússia com relação ao seu suposto envolvimento em ataques cibernéticos contra o sistema eleitoral dos EUA. 

“Não é preciso ser um estudante de relações internacionais para se dar conta de que a indignação pela interferência da Rússia – segundo os EUA – nas eleições americanas é um pouco exagerada, levando em conta que os próprios EUA interviram por décadas em assuntos democráticos de outras nações” –  explica o Tim Black.

Encontro dos líderes do Quarteto da Normandia em Berlim, Alemanha, 19 de outubro de 2016
© SPUTNIK/ MIKHAIL KLIMENTYEV
'Ocidente usa temas da Ucrânia e Síria para demonizar Rússia'

Na sua opinião, as tentativas de apresentar a Rússia como “um problema ameaçador” ou “uma potência militar a ser detida” são totalmente equivocadas. Segundo ele, as ações de Moscou “podem parecer bruscas”, mas se dão em resposta a ações de ouros países: “a Rússia não procura se expandir, mas se preservar”. 

O sonho de recriar um tipo de Império russo não de Putin, mas sim de alguns políticos ocidentais que sentem falta de “‘certezas’ associadas à época da Guerra Fria”, defende o artigo. 

“O problema aqui não está na Rússia, mas na imagem da Rússia que se instala na mente coletiva do Ocidente. Isso alimenta as tensões já existentes e potencialmente converte disputas negociáveis em conflitos abertos” – escreve Tim Black. “A Rússia não é o inimigo mortal do Ocidente, mas a admissibilidade de sentimentos anti-russos é tão notável”, que evoca suspeitas com relação ao real motivo disso tudo, conclui o autor.

FONTE: https://br.sputniknews.com/opiniao/201610286660817-opiniao-russia-ocidente-acusacoes/

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
 
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus; “A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra", declarou

23 DE OUTUBRO DE 2016 ÀS 06:37 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM

Da Agência Sputinik

A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus.

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.
“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.

"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).


domingo, 23 de outubro de 2016

Papa Francisco chora pelos mortos no Iraque e reza em silêncio pela paz

23/10/2016 12h21 - Atualizado em 23/10/2016 12h21
Papa Francisco chora pelos mortos no Iraque e reza em silêncio pela paz
'Assassinato a sangue frio de muitos filhos desta terra; muitos são crianças.' Neste domingo (23), ele disse que 'nossas almas estão assustadas'.
Da France Presse
 O papa Francisco fala aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante o Ângelus deste domingo (23) (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)
O papa Francisco fala aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano, 
durante a oração do Ângelus deste domingo (23) 
(Foto: Vicenzo Pinto/AFP)

O papa Francisco falou deste domingo (23) a respeito dos combates e dos "assassinatos a sangue frio" nos arredores de Mossul, e pediu que as pessoas rezem por "um futuro de segurança, de reconciliação e paz" no Iraque.
"Nessas horas dramáticas me sinto perto de todo o povo do Iraque, em especial dos da cidade de Mossul", declarou o pontífice argentino diante de dezenas de milhares de fiéis durante a oração do Ângelus, na Praça São Pedro, no Vaticano.
"Nossas almas estão assustadas com os odiosos atos de violência cometidos há muito tempo contra os cidadãos inocentes, muçulmanos, cristão e membros de outras religiões e etnias", acrescentou.
"Estou particularmente sentido ao ouvir as informações sobre esses assassinatos a sangue frio contra tantos filhos desta terra amada, entre os quais muitos são crianças. Esta crueldade nos faz chorar e nos deixa sem palavras."
Reafirmando sua solidariedade com os iraquianos, o papa disse que reza "para que o Iraque, apesar de ter sido duramente atingido, seja forte na esperança de poder avançar para um futuro de segurança, de reconciliação e paz".
Imediatamente pediu aos fiéis reunidos na praça de São Pedro, estimados em 50 mil pessoas pela gendarmeria do Vaticano, que se recolhessem em silêncio.
Neste domingo, as forças iraquianas combatiam entre armadilhas, franco-atiradores e carros-bomba ativados por suicidas, tentando fechar o cerco de Mossul e de outras áreas do país, onde continuavam enfrentando os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI).
As forças curdas anunciaram uma nova ofensiva neste domingo pela manhã em Bachiqa, nordeste de Mossul, onde 10 mil combatentes participavam da tomada da cidade, ainda nas mãos do EI.
O grupo extremista conta com entre 3 mil e 5 mil combatentes dentro de Mossul, e entre 1 mil e 2 mil nos arredores, pelo que se espera uma intensa guerrilha urbana nesta cidade de 1,5 milhão de habitantes.
A comunidade internacional e as ONGs presentes no local se inquietam pelo destino dos civis bloqueados na cidade.


sábado, 22 de outubro de 2016

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial 
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 23:47 22.10.2016(atualizado 00:15 23.10.2016)
Ofensiva de Mossul
 Forças iraquianas na zona de al-Shurah, a 10 km da cidade de Mossul, Iraque, 17 de outubro de 2016
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus. 

Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan durante discurso
© AFP 2016/ ADEM ALTAN / AFP
Erdogan: 'Mossul pertence à Turquia historicamente'

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.

“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.
Forças iraquianas passam no deserto no âmbito de operação de libertação de Mossul, Iraque, 20 de outubro de 2016
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
Premiê do Iraque: Turquia não luta contra Daesh, tenta sim 

ganhar influência


"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).

FONTE: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610226616600-ministro-turco-mossul-terceira-guerra-mundial/


URGENTE! A ONU DIZ: "MERCENÁRIOS PAGOS POR EUA E ISRAEL ATERRORIZAM E TE...



URGENTE! A ONU DIZ: "MERCENÁRIOS PAGOS POR EUA E ISRAEL ATERRORIZAM E TENTAM DIVIDIR A SÍRIA!"

EU Representantes Conselho de Paz enfrentar uma imprensa americana hostil depois de visitar a Síria, e de saber que o povo americano está sendo enganada, grosseiramente enganada.

Intervention na Síria é um resultado da política de gasodutos, a OPEP e a ameaça ao dólar americano. Não tem nada a ver com os esforços humanitários. Se fosse esse o caso, os EUA teria intervindo na Arábia Saudita há muito tempo. Mas, como todos sabemos, os EUA olha para outro lado quando se trata de direitos humanos na Arábia Saudita, enquanto a Arábia Saudita continua a apoiar o sistema de petro-dólar. Basta considerar Iraque e Líbia. Saddam Hussein foi retirado só depois que ele anunciou o Iraque estaria vendendo seu petróleo em troca de euros em vez de dólares. Só depois de Muammar Kadafi anunciou seu plano para criar o Banco Africano de Investimento da Líbia e do Fundo Monetário Africano dos Camarões (ambos dos quais teria suplantado o FMI e minar a hegemonia económica ocidental em África) foi ele levado para fora .. Da minha perspectiva, a maneira mais rápida para salvar o dólar dos EUA é restabelecer o padrão-ouro; Caso contrário, vamos continuar a imprimir dólares sem valor até conjuntos de hiperinflação no.

AUTOR: bjlyon615

Traduzido: google

domingo, 16 de outubro de 2016

Operação para libertar Mossul ameaça segurança de 1,5 milhão de pessoas – ONU

Operação para libertar Mossul ameaça segurança de 1,5 milhão de pessoas – ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA  00:47 17.10.2016 
Crianças e mulheres num edifício para civis deslocados em Makhmour, ao leste de Mossul, Iraque (Foto de arquivo)
O secretário-geral adjunto da ONU para Assuntos Humanitários, Stephen O'Brien, declarou hoje (16) que a operação militar para libertar a cidade iraquiana de Mossul da ocupação do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) coloca em perigo os seus 1,5 milhão de habitantes. “Estou extremamente preocupado com a segurança de até 1,5 milhão de pessoas que vivem em Mossul e que podem sofrer com as operações militares de libertação da cidade do Daesh. As famílias correm grande risco de se ver sob fogo cruzado ou se tornar alvo de atiradores. Dezenas de milhares de meninas e meninas iraquianos, homens e mulheres, podem acabar numa emboscada ou ser usados como escudos vivos” – diz o comunicado divulgado por O'Brien.
Iraqi security forces ride in vehicles travelling to Mosul to fight against militants of Islamic State at an Iraqi army base in Camp Taji in Baghdad, February 21, 2016
© REUTERS/ AHMED SAAD
Iraque inicia ofensiva para libertar Mossul do Daesh

O início da ofensiva para libertar Mossul da ocupação do Daesh (proibido na Rússia e em diversos países), no norte do Iraque, foi anunciado hoje mais cedo pelo primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi.

Mossul, com quase 700 mil habitantes, é a capital da província de Ninawa e a segunda maior cidade do Iraque. Exército iraquiano, milícias xiitas e curdos, apoiados pelas forças aéreas da coalizão internacional liderada pelos EUA, tentam, desde o mês de março, libertar a cidade do Daesh, que ocupou Mosul em junho de 2014.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610176567612-mossul-seguranca-pessoas-onu/


sábado, 15 de outubro de 2016

Forças iraquianas jogam panfletos sobre Mossul para avisar sobre a ofensiva

Forças iraquianas jogam panfletos sobre Mossul para avisar sobre a ofensiva
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
02:47 16.10.2016(atualizado 03:41 16.10.2016)
Mossul, Iraque
Forças iraquianas jogaram na manhã deste domingo milhares de panfletos sobre Mossul para avisar a população sobre a grande ofensiva que está sendo preparada para retomar a cidade do controle dos terrorista
Helicópteros das Forças Armadas dos EUA em Mossul (Arquivo)
© AFP 2016/ MAURICIO LIMA
EUA começam a bombardear posições do Daesh em Mossul


"É a hora da vitória. É a hora de celebrar um Iraque livre do Daesh ou de qualquer crença sombria. Estamos nos preparando —ara uma ação para libertar Mossul e retomar a segurança e a estabilidade na região", dizem os panfletos, segundo a CNN.

No material de quatro páginas, as autoridades pedem que os civis não entrem em pânico e recomendam que eles evitem certas áreas da cidade e permaneçam dentro de suas casas o máximo que puderem.  Na noite do último sábado, de acordo com a agência Anadolu, militares americanos deram início aos ataques contra os militantes do Daesh em Mossul. Segundo informaram fontes iraquianas à Sputnik, esses ataques eram parte da preparação para a ofensiva maior, que começa neste domingo. 

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sequestro em igreja da França termina com padre e 2 criminosos mortos

Sequestro em igreja da França termina com padre e 2 criminosos mortos
EFE Brasil14 horas atrás 26/07/2016           
 O padre assassinado, Jacques Hamel, tinha 84 anos e trabalhava há dez na igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray.
 Foto: HO/http://ser-ta-paroisse.over-blog.org/AFP O padre
 assassinado, Jacques Hamel, tinha 84 anos e trabalhava há 
dez na igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray.

Um sacerdote morreu decapitado nesta terça-feira, após ser feito refém com mais pessoas em uma igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray, junto à cidade de Rouen, na Normandia, França. Os dois criminosos foram mortos pela polícia.
Dois homens armados sequestraram o padre junto a duas religiosas e dois fiéis quando era realizada uma missa matinal na igreja, pouco antes das 9h45 local (4h45, em Brasília). Segundo uma das freiras, a decapitação do padre foi filmada. 
Outro homem que foi ferido está entre a vida e a morte, segundo informou à imprensa o porta-voz do Ministério do Interior, Pierre-Henry Brandet.
O padre assassinado, identificado como Jacques Hamel, tinha 84 anos e trabalhava há dez nessa igreja de Saint-Étienne-du-Rouvray, onde era muito apreciado pelos frequentadores, segundo o vigário geral da arquidiocese de Roeun, Philippe Maheut.
Os dois homens que fizeram reféns  eram "soldados do (grupo jihadista) Estado Islâmico", segundo a agência "Amaq", vinculada aos terroristas.
A agência afirmou que ambos sequestradores realizaram esta operação, na qual mataram um sacerdote e acabaram mortos, "em resposta às chamadas para atacar os países da coalizão cruzada", em alusão à aliança internacional que ataca posições jihadistas no Iraque e Síria.
A seção antiterrorista da Promotoria de Paris assumiu hoje a investigação e encomendou à Subdireção Antiterrorista (SDAT) e à direção geral da Segurança Interior (DGSI) as tarefas de investigação do ocorrido, afirmou em comunicado.
Uma terceira religiosa que conseguiu fugir deu a voz de alarme às autoridades, que rodearam o templo com agentes do corpo de elite da Brigada de Investigação e Intervenção (BRI) da Polícia, que mataram os sequestradores quando estes saíam da igreja em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas.
Freira que fugiu de ataque em igreja diz que decapitação de padre foi filmada
A freira que conseguiu fugir de uma igreja católica de Saint-Étienne du Rouvray, na França, para alertar que dois homens haviam feito reféns no local contou que os terroristas fizeram o padre se ajoelhar, o decapitaram e filmaram o crime.
Em entrevista à emissora de rádio "RMC", a irmã Danielle explicou que os assassinos ordenaram aos cinco religiosos que estavam dentro da igreja para ficarem juntos. Apesar das súplicas dos reféns para que não cometessem o assassinato, eles não hesitaram em nenhum momento.
Os homens forçaram o sacerdote Jacques Hamel, de 84 anos, a se ajoelhar, e quando este tentou se defender, "começou o drama", segundo a freira.
"Gravaram em vídeo. Fizeram uma espécie de sermão em árabe em torno do altar. Foi horroroso", disse Danielle, que acrescentou que conseguiu fugir no momento em que os homens atacaram o sacerdote e depois pediu socorro a uma pessoa que passava de carro pela rua da igreja.
Em relação a Hamel, a freira lembrou que "era um padre extraordinário".
O presidente da França, François Hollande, declarou que os "dois terroristas, que disseram ser do Estado Islâmico", cometeram "um covarde assassinato".
Um dos terroristas da igreja tinha sido fichado pela polícia
Um dos dois terroristas que mataram nesta terça-feira um sacerdote em uma igreja em Saint-Étienne-du-Rouvray, junto à cidade de Rouen, tinha sido fichado pela polícia e usava um bracelete eletrônico.
Segundo informou uma fonte judicial à emissora "France Info", o homem, cuja identidade ainda não foi confirmada da mesma forma que a de seu companheiro, tinha permissão para sair de casa de seus pais, onde residia, entre 8h30 e 12h30 locais.
O terrorista teve a prisão preventiva decretada em 2015, quando foi frustada na Turquia sua tentativa de se unir ao EI na Síria.

No entanto, em março deste ano ele ficou livre, controlado desde então pelo bracelete eletrônico, acrescentou a fonte.