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sábado, 20 de fevereiro de 2021

A Conta Da Farra Neoliberal Chegou E A Escumalha Golpista Entrou Em Guerra

SUED E PROSPERIDADE

20/02/2021

A Conta Da Farra Neoliberal Chegou E A Escumalha Golpista Entrou Em Guerra

Celeste Silveira 20 de fevereiro de 2021

Quando todos diziam que os patifes da Lava Jato tinham como principal encomenda entregar o petróleo do povo brasileiro para as grandes corporações internacionais, era sobre isso que assistimos hoje que falávamos.

O teatro todo ensaiado pela mídia e Moro para criminalizar o PT, Lula e Dilma e aplicar um golpe atrás do outro na democracia, está sendo desmascarado cada dia mais pelos vazamentos revelados pelo hacker com liberação do STF.

Soma-se a isso a falta de provas contra Lula. As tais provas que Moro nunca apresentou em sua sentença, jamais apareceriam, porque simplesmente a Força-tarefa da Lava Jato nunca as encontrou para apresentar a Moro, porque não houve qualquer crime de Lula.

Agora resta para essa xepa do golpe, como Moro, Carlos Fernando dos Santos Lima, sem prestígio na mídia, apelar para um blog de segunda como o de Diogo Mainardi para tentar fabricar teorias conspiratórias contra a Lava Jato.

A grande questão da Lava Jato tucana sempre foi destruir a Petrobras, entregá-la aos pedaços ao capital internacional. 

Só que a vida real é um pouquinho diferente e, agora, veem Bolsonaro quebrar o acordo com os ultraneoliberais comandados por Guedes, Globo e cia., porque com os preços dos combustíveis universalizados e, consequentemente dolarizados, a Petrobras, a partir de Temer, golpista que se propôs a fazer o serviço sujo contra o povo, segue os aumentos internacionais de preços do petróleo, enquanto no Brasil o salário dos trabalhadores é nacionalizado, pior, está cada dia mais mutilado.

O resultado é este que assistimos, toda a cadeia da economia sofrendo com a inflação do preço do petróleo, repassando o que pode para o preço dos produtos, sobretudo os alimentos e um tombo de quase 7% no varejo que reflete na indústria brasileira e em todo o mercado interno.

Isso, sem falar no que Bolsonaro se borra de medo, de uma outra greve dos caminhoneiros.

Bolsonaro, lógico, para tentar agradar o mercado que já joga pesado contra ele por quebrar o pacto de sangue com o inferno neoliberal, não quer saber de repasse dos custos para a redução de impostos. 

Isso é um paliativo efêmero que não resolve a estabilidade de quem ganha muito lá fora com o petróleo do povo brasileiro.

Essa política de Temer, Guedes e Bolsonaro produziu a maior desvalorização cambial da moeda brasileira no mundo. O resultado é simples, disparada do dólar, mais a disparada do petróleo, mais o desemprego em massa, a precarização quase total dos trabalhadores brasileiros.

Soma-se a isso um presidente com uma família toda encrencada com a justiça que, depois de sabotar o combate à covid, o que colocou o Brasil como a segunda maior nação com vítimas do mundo. 

Não bastasse, Bolsonaro sabota a vacinação, porque não quer que o Brasil volte à normalidade para ter manifestações maciças nas ruas contra ele.

O Brasil, que era a grande referência no mundo em termos de vacinação, hoje está sendo considerado o pior nesse quesito.

Qual a solução para tudo isso? Não tem. O neoliberalismo é um caminho de rato, estreito, sem margem de manobra que vai até aonde ele puder transferir bilhões ou trilhões do suor dos povos para os cofres das grandes corporações até exaurir o sistema, e é o que está ocorrendo agora.

Como os golpistas resolverão isso? Não resolverão. 

Não foi por acaso que FHC quebrou o Brasil três vezes em oito anos e foi considerado até pelo neoliberal, Clinton, um trapaceiro contra seu povo, contra o futuro das crianças brasileiras e, assim, ele entregou o Brasil aos cacos a Lula.

Com Bolsonaro, será ainda muito pior.

*Carlos Henrique Machado Freitas

CONTINUA

Os Cães Ferozes De Bolsonaro

Celeste Silveira 20 de fevereiro de 2021

Sentiremos por muito tempo as consequências do golpe de 2016.

É difícil segurar a náusea ao assistir à gravação de 19 minutos do deputado pit bull Daniel Silveira (PSL-RJ) ameaçando ministros do STF e a democracia. 

Independentemente do desfecho do caso, é forçoso refletir sobre o que permitiu a incorporação de tal personagem à vida política nacional.

Silveira é subproduto do bolsonarismo, fermentado sobretudo (mas não só) a partir da assimilação do próprio Bolsonaro pelas instituições, que presenciaram mudas e inertes sua homenagem a um torturador, símbolo de torpeza e vilania, no impeachment de Dilma Rousseff. Depois disso, escandalizar-se com mais o quê ?

Ainda vamos sentir por muito tempo as ondas de choque provocadas pelas placas tectônicas que se moveram no golpe de 2016 e que produziram o desarranjo institucional vigente. Nesse sentido, o episódio envolvendo o deputado delinquente é exemplar.

Em resumo ligeiro, começa com o tuíte do general Villas Bôas, em abril de 2018, pressionando o STF na véspera da votação do HC de Lula; passa pela nebulosa presença de generais da reserva no gabinete de Dias Tóffoli quando este foi presidente da corte; segue com a afronta de que bastariam “um soldado e um cabo” para fechar o tribunal. A eleição de Bolsonaro fez o resto.

Três anos depois, Villas Bôas revela que o tuíte foi redigido pela cúpula do Exército. Edson Fachin reage e entra em cena o valentão, babando de fúria como cão feroz acorrentado. 

Que uma figura grotesca como Silveira esteja no centro da discussão política nacional é evidência trágica do lamaçal em que estamos metidos, enquanto avançamos para a marca de 250 mil mortos pela pandemia e Bolsonaro alimenta a matilha com a liberação de armas e munições.

*Cristina Serra/Folha

Fonte: https://antropofagista.com.br/

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Como Os Milicianos Tomaram A República

SUED E PROSPERIDADE

30/10/2020

Como Os Milicianos Tomaram A República

Celeste Silveira 30 de outubro de 2020 


Depois de “A República das Milícias”, de Bruno Paes Manso, fica difícil acreditar que será possível mudar o Brasil em 2022 sem desalojar os justiceiros de seu berço político a partir das urnas de 15 de novembro

Bruno Paes Manso já estava na reta final de “A Guerra: A Ascensão do PCC e o Mundo do Crime no Brasil” (Todavia, 2018), livro que escreveu com Camila Nunes Dias, quando a vereadora carioca Marielle Franco foi morta, em março de 2018.

O livro, construído partir de entrevistas com autoridades penitenciárias e policiais, além de lideranças do PCC e de associações comunitárias, pretendia ser um alerta para os pressupostos da política de segurança pública que, na previsão dos autores, daria as cartas em Brasília com a estreia do ex-governador Geraldo Alckmin no Palácio do Planalto.

O livro se tornaria uma referência incontornável nos estudos sobre o crime organizado no Brasil. Mostrou como a política de encarceramento em massa de São Paulo, aliada aos arranjos que preservavam a capacidade de gerência da cúpula da organização criminosa, embasavam a prolongada trégua nos índices paulistas de homicídio.

Um mês depois de seu lançamento, porém, Bruno Paes Manso sentiu-se atropelado pela história. 

Vítima de um atentado em Juiz de Fora, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, acabaria catapultado à Presidência da República. Com a eleição de Bolsonaro, o autor concluíra que precisava começar a pensar em outro livro.

 Desta vez, para contar como a cultura da violência miliciana, travestida em apelo da lei e da ordem, havia se transformado na expectativa majoritária de redenção do eleitorado nacional.

O resultado, “A República das Milícias: dos Esquadrões da Morte à Era Bolsonaro” (Todavia, 2020), repete a fórmula de “A Guerra”, com entrevistas em profundidade com chefes da milícia e do tráfico, autoridades policiais, lideranças comunitárias, estudiosos de segurança pública e uma sensibilidade aguçada para distinguir a evolução que moldara as comunidades do Rio em contraposição àquelas da periferia de São Paulo, que percorre há mais de duas décadas como jornalista e pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP.

Até então, sua incursão de mais fôlego no Rio havia sido durante a cobertura que fizera, para “O Estado de S. Paulo”, da intervenção policial no Morro do Alemão durante o governo Sérgio Cabral, em 2007. 

Nas pesquisas para o livro foi descobrindo um clientelismo que, ao contrário daquele que observara em São Paulo, não havia enfrentado a concorrência do sindicalismo industrial ou das comunidades eclesiais de base da Igreja Católica. É ao entrar em Rio das Pedras, na zona Oeste do Rio, que o autor encontra a chave para entender o fenômeno exportado para o resto do Brasil com a eleição de 2018.

Fora da caixinha dos estereótipos, encontra uma comunidade em tudo diferente da Copacabana decadente em que costumava se hospedar. 

uma comunidade barulhenta, jovem, com letreiros chamativos a anunciar de médicos a lojas de lingerie e restaurantes de sushi. A pujança mostrava o dinheiro posto em circulação pelas milícias, que, em parceria com a polícia, se tornara donas de parte dos negócios despojando receita do poder público e das grandes empresas de gás, luz, transporte e internet sem precisar desperdiçar com armamentos como nas favelas comandadas pelo tráfico.

A comunidade é parte da jurisdição do 18º Batalhão da Polícia Militar do Rio, o mesmo em que o sargento Fabrício Queiroz e o capitão Adriano da Nóbrega se conheceram. O livro reconstitui a ficha criminal que construíram juntos sob a proteção da família Bolsonaro e do Tribunal de Justiça do Rio.

Bruno Paes Manso descreve uma Rio das Pedras marcada pelo coronelismo dos imigrantes nordestinos, apesar de o primeiro chefe local se chamar Octacílio Bianchi e o maior beneficiário político da propagação de seu modelo de empreendedorismo ser um paulista de Eldorado que levou seus modos bandeirantes para a Presidência da República.

Foi 1964 que deu às comunidades milicianas seu DNA. Com o golpe, a violência e a tortura policial se aproximaram dos porões da ditadura e, juntos, enterraram a utopia de nação que o Rio encarnava, com a sofisticação da bossa nova e a genialidade do samba de morro. 

O livro escolhe o capitão do Exército Aílton Guimarães Jorge, cadete da Academia Militar das Agulhas Negras em 1962, como símbolo da aliança entre bicheiros e policiais endossada pelo regime.

Guimarães era protegido de oficiais envolvidos com o terrorismo de Estado que marcaria a derrocada do regime. Com o planejamento de explosões em Agulhas Negras e numa adutora da capital fluminense, o capitão Jair Bolsonaro se filiaria a esta linhagem. 

Com a abertura, a entrada do insubordinado capitão na política se daria pela legitimação dos crimes da polícia. “Em vez de lutar pela defesa da pátria, a polícia passou a matar além do limite em nome do ‘cidadão de bem’”, diz Bruno.

As milícias, porém, não se beneficiaram apenas da proteção e das condecorações dos Bolsonaro, mas da vista grossa que lhe fizeram todos os governantes do Rio, de Leonel Brizola a Moreira Franco, passando pelo ex-prefeito Cesar Maia, que fez de Rio das Pedras um curral de votos para a eleição do seu filho, Rodrigo, hoje presidente da Câmara dos Deputados.

Com as Unidades de Polícia Pacificadora, instaladas pelo ex-governador Sérgio Cabral, o tráfico foi expulso da zona sul, para limpar o cenário da Copa e da Olimpíada. Nesse período, também se espraiaram as associações entre traficantes e milicianos. 

Esta sociedade prosperou com o propósito de combater o Comando Vermelho, organização nascida no presídio de Ilha Grande do convívio entre presos comuns e políticos na década de 1970.

A explosão da violência causada por esses conflitos e a busca do governo Michel Temer por uma marca positiva levou à intervenção militar no Rio, marcada, logo no seu primeiro trimestre, pelo assassinato de Marielle Franco. Bruno Paes Manso levanta as hipóteses para o crime sem cravar em nenhuma delas – provocação aos militares para mostrar quem manda no Rio, reação às denúncias da vereadora contra a violência policial e retaliação ao então deputado estadual, hoje na Câmara dos Deputados, Marcelo Freixo. 

O deputado teve uma atuação desabrida na Assembleia Legislativa, da CPI das Milícias aos esquemas, comandados pelos caciques locais do MDB, de distribuição de propinas de empresários de transportes.

A única aposta do autor é no poder do jogo de dissimulações envolvidas, que passa até mesmo por telefonemas forjados entre suspeitos que se sabiam grampeados para incriminar inimigos. 

Foi a reação de um deles, Orlando Curicica, miliciano preso por homicídio e associação criminosa, que levou à prisão de Élcio Queiroz e Ronnie Lessa. 

A partir dos relatórios a que teve acesso, Bruno Paes Manso descreve as manobras contra a elucidação do crime que ruma para mil dias sem a prisão de seus mandantes.

A chegada ao Palácio da Guanabara de Wilson Witzel, outro paulista emigrado para o Rio pelo sonho de uma carreira nas Forças Armadas, reincorpora à polícia civil e militar, com status de secretarias, personagens afastados desde os governos Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão.

A queda de Witzel, que, de aliado, virara desafeto da família Bolsonaro, e a posse do vice, Claudio Castro, promove alguns desses personagens. Alan Turnowski, por exemplo, passa de braço direito a secretário de Polícia Civil, com o apoio da família do presidente da República. 

Em outro depoimento de Curicica ao qual o repórter Allan de Abreu, da revista “Piauí”, teve acesso, Turnowski e o atual secretário da Polícia Militar, Rogério Figueredo, são detalhadamente acusados de ligação com as tiranias paramilitares que ocupam a cidade. Ambos negaram as imputações à revista.

O pacote de rearranjos acordados entre o novo governador do Rio e os Bolsonaro ainda passa pela substituição do procurador-geral do Ministério Público do Rio, José Eduardo Gussem, cujo mandato acaba em dezembro. É Gussem quem tem, em grande parte, garantido a autonomia da investigação do esquema de rachadinhas no antigo gabinete do senador Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. 

A negociação que está em jogo na substituição de Gussem por um nome de interesse da família presidencial passa pelo atendimento das demandas do governador em relação à Superintendência da Receita Federal e à Polícia Federal.

A presença de Castro no governo do Estado é a blindagem com a qual a família Bolsonaro conta como anteparo à ascensão do ex-prefeito Eduardo Paes (Democratas) ou da delegada Marta Rocha (PDT), que substituiu Turnowski na chefia da Polícia Civil, em 2011. Paes e Marta aparecem nas pesquisas como os mais cotados para o lugar do prefeito Marcelo Crivella (Republicanos), aliado do presidente. 

É cedo para dizer se a ascensão de um ou outro à Prefeitura levará o DEM ou o PDT, dois anos depois, ao Palácio da Guanabara. Os grupos políticos de ambos pagaram pedágio às milícias quando estiveram no poder, mas não exerceram o poder em nome delas.

Como mostrou o Mapa dos Grupos Armados do Rio, 57% da área da cidade está hoje sob domínio das milícias. Esse avanço se deu ao longo de um governo federal que flexibilizou o porte e afrouxou o controle de comercialização e sob administrações locais que lhes franquearam espaços.

A República das Milícias, retratada por Bruno Paes Manso, chegou ao poder com Bolsonaro, mas o extrapola. Está entranhada no dia a dia das comunidades, dos serviços de transporte público às licenças de construção, cujos despachantes, nas Câmaras de Vereadores e nas prefeituras, serão definidos pelas urnas em 15 de novembro. 

Depois de ler o livro, fica difícil acreditar que seja possível mudar o país em 2022 sem desalojar os justiceiros de seu berço político.

*Maria Cristina/Valor Econômico

CONTINUA

Globo Participa Do Balão De Ensaio Sobre A Privatização Do SUS

Celeste Silveira 30 de outubro de 2020 

Quem acompanhou a programação do Globonews nesta quinta-feira (29), observou que hora nenhuma os comentaristas se posicionaram contra o decreto de Bolsonaro de privatização do SUS, porque é disso que se trata, por mais colorida que seja a forma com que essa proposta se apresente.

As observações sobre o decreto foram colocadas de forma dúbia pela Globo, dizendo que não é hora de debater isso, mas que não é uma má ideia e que as OSs já fazem isso e que muitas delas apresentam excelente resultado.

Por outro lado, em menos de 24 horas, Bolsonaro suspende o decreto, Paulo Guedes diz que nunca pensou em privatizar o SUS, mas Bolsonaro deixa a porta entreaberta dizendo que, num futuro próximo, pretende colocar o assunto novamente em pauta, o que foi pouco ou nada falado pelos comentaristas da Globonews.

Isso mostra que, se não foi combinada, essa adesão e estratégia de Bolsonaro com a Globo, a afinidade entre as duas propostas é ideologicamente idêntica.

Não é privatizar, é ir privatizando com a justificativa de parceria público privada. 

A coisa começaria pelos postos (UBS) para, depois, caminhar para o centro do comando do Sistema Único de Saúde (SUS), um maná que qualquer um neoliberal sonha em pilhar, porque neoliberal vive de pilhagem em nome de um suposto livre mercado que não consegue se sustentar nas próprias pernas, dependendo sempre de implodir um sistema criado pela sociedade e se apropriar dele justamente pela própria limitação que o tal livre mercado impõe ao sistema capitalista.

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Guerra: PF De Moro, A Mando De Bolsonaro, Faz Busca E Apreensão Na Casa De Bivar, Presidente Do PSL


Guerra: PF De Moro, A Mando De Bolsonaro, Faz Busca E Apreensão Na Casa De Bivar, Presidente Do PSL

Celeste Silveira 15 de outubro de 2019

 

A investigação em curso é sobre o esquema das candidaturas de laranjas dentro do PSL, partido de Bolsonaro.

A Polícia Federal do ministro da Justiça, Sergio Moro, cumpre na manhã desta terça-feira (15) mandados de busca e apreensão na casa do deputado federal e presidente do PSL, Luciano Bivar (PSL-PE), em Recife. 

A investigação em curso é sobre o esquema das candidaturas de laranjas dentro do partido, que também é sigla presidente Jair Bolsonaro.

Os mandados na casa de Bivar foram autorizados pelo Tribunal Regional Eleitoral do estado, atendendo pedidos da polícia e do Ministério Público.

Reportagens da Folha de S. Paulo no começo do ano revelaram que Bivar e aliados criaram uma candidata de fachada em Pernambuco que recebeu do partido R$ 400 mil de dinheiro público na eleição de 2018.

Maria de Lourdes Paixão, que oficialmente concorreu a deputada federal e teve apenas 274 votos, foi a terceira maior beneficiada com verba do PSL em todo o país, mais do que o próprio presidente Jair Bolsonaro e a deputada Joice Hasselmann (SP).

Recursos de esquema de candidaturas laranjas do PSL também foram denunciados por suposto desvio para abastecer, por meio de caixa dois, a campanha de Bolsonaro e do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Haissander Souza de Paula, ex-assessor de Álvaro Antônio e coordenador de sua campanha a deputado federal no Vale do Rio Doce (MG), disse em depoimento que 
“acha que parte dos valores depositados para as campanhas femininas, na verdade, foi usada para pagar material de campanha de Marcelo Álvaro Antônio e de Bolsonaro”.

Depois da divulgação do esquema, Bolsonaro entrou em guerra com o presidente da sigla e com o próprio PSL. 

A tensão se agravou depois do comentário do presidente da República em que ele afirmou que Luciano Bivar está queimado e que a sigla deve ser esquecida. 

Fala gerou grande crise interna dentro do partido.

*Com informações da Forum

CONTINUA

Bolsonaro E Moro Armaram Operação Da PF Para Tirar Deputados Do PSL Sem Perda De Mandato

Celeste Silveira 15 de outubro de 2019
 

Justa causa

Essa é a causa da operação da Polícia Federal deflagrada nesta terça-feira (15) que teve como alvo o presidente do PSL, Luciano Bivar.

Bolsonaro e Moro armaram uma “justa causa” para que deputados da ala ligada a Bolsonaro possam deixar o partido sem correr o risco de perderem o mandato por infidelidade partidária.
A coisa é toda emporcalhada.

E imaginar que Moro foi o juiz que condenou Lula para Bolsonaro vencer a eleição.

Se isso não é prova de que as eleições foram fraudadas pelos dois, eu não sei o que é fraude eleitoral.

Bala de Prata

Esse deveria ser o nome da operação que Bolsonaro e Moro armaram contra Luciano Bivar e o PSL.

Bolsonaro precisava justificar sua saída e dos deputados de seu grupo da legenda e, agora, ele, Bolsonaro, pai de Flávio, que tinha na ALERJ o maior esquema da laranjas e fantasmas, sob a alegação de falta de transparência do PSL em relação ao uso dos recursos do fundo eleitoral, quer usar esse escândalo fabricado por ele e Moro para sair com o fundo no bolso e seus aliados não perderem o mandato.

*Carlos Henrique Machado Freitas



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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Kim Jong-un lança BOMBA H, provoca terremoto de 6.3 e faz prédios tremerem na Rússia e China

Kim Jong-un lança BOMBA H, provoca terremoto de 6.3 e faz prédios tremerem na Rússia e China
03/09/2017
 Resultado de imagem para Kim Jong-un lança BOMBA H,
Imagem do Google

O presidente norte-americano Donald Trump descartou as tentativas de “apaziguar” a Coréia do Norte e advertiu que o ditador Kim Jong-un “só entende entende uma linguagem” … a da guerra
A detonação de uma bomba de hidrogênio de 100 quilotons no país – que é tão poderosa que poderia vaporizar uma cidade inteira – provocou um terremoto de 6.3 na escala Richter (que geralmente vai até 9 ptos ) na madrugada de hoje.

O epicentro do tremor foi detectado no nordeste da Coreia, em um local de testes chamado Punggye-ri […] a detonação foi tão forte que abalou edifícios na China e na Rússia.

O poder bruto da bomba (que tem um rendimento de 100 kilotons) foi cerca de 5 vezes maior do que a bomba que atingiu Nagasaki, durante os estágios finais da Segunda Guerra Mundial, em agosto 
de 1945.

A agência de notícias estatal da Coréia do Norte (KCNA) advertiu que a bomba“é uma arma termonuclear multifuncional com grande poder destrutivo que pode ser detonada mesmo em altitudes elevadas, possibilitando ataques do tipo EMP”.

A RESPOSTA DE TRUMP
Em uma série de mensagens postadas no twitter na manhã de hoje, o presidente escreveu:

“A Coréia do Norte realizou um grande teste nuclear. 

Suas palavras e ações continuam sendo muito hostis e perigosas para os Estados Unidos.”
“A Coréia do Norte é uma nação desonesta que se tornou uma grande ameaça e constrangimento para a China, que está tentando ajudar, mas com 
pouco sucesso. 

“A Coréia do Sul está achando que a conversa sobre apaziguamento com a Coréia do Norte não funcionará, eles só entendem uma coisa!”

O general Vincent K. Brooks, comandante da Força Combinada EUA/Coréia do Sul, concordou que o mundo tem que agir “o mais rápido possível”.

O secretário das Relações Exteriores do Reino Unido, Boris Johnson, condenou o teste de armas nucleares como “imprudente” e enfatizou que “todas as opções estão na mesa” para a tomada de uma ação militar.

Johnson advertiu:
“A distância entre a Coréia do Norte e Seul é muito pequena, eles poderiam basicamente vaporizar grandes partes da população sul-coreana mesmo com armas convencionais”.

Theresa May, primeira–ministra do Reino Unido, também destacou:

“Esta última ação da Coréia do Norte é imprudente e representa uma ameaça inaceitável para a comunidade internacional”. 

O presidente russo, Vladmir Putin, ainda não se declarou oficialmente.



Coreia do Norte - Teste com bomba de hidrogênio deixar o mundo em alerta
Coreia do Norte - Teste com bomba de hidrogênio deixar o mundo em alerta

quinta-feira, 27 de abril de 2017

URGENTE;Um mistério em Brasília: o que fazem estas tropas que ocuparam o Palácio do Planalto de madrugada?

URGENTE;Um mistério em Brasília: o que fazem estas tropas que ocuparam o Palácio do Planalto de madrugada?
As perguntas continuam aguardando respostas: que tropas são essas? Por que ocuparam a sede do governo à sorrelfa, antes que nascesse o dia? A que guarnição pertencem? Foram solicitadas por quem? Com que justificativa? Há precedentes anteriores? Quando e em que circunstâncias tropas ocuparam o Palácio Presidencial antes?
Por Nocaute em 27 de abril às 23h34

                                                 VEJA O VÍDEO

Câmeras indiscretas flagraram, no começo da manhã desta quinta-feira, horas antes da deflagração da greve geral, tropas fardadas e armadas ocupando, pela entrada traseira, o Palácio do Planalto, sede da Presidência da República.

Nocaute tentou, sem êxito, obter informações com a Presidência, o Gabinete de Segurança Institucional e com o Ministério da Defesa.

As perguntas continuam aguardando respostas: que tropas são essas? Por que ocuparam a sede do governo à sorrelfa, antes que nascesse o dia? A que guarnição pertencem? Foram solicitadas por quem? Com que justificativa? Há precedentes anteriores? Quando e em que circunstâncias tropas ocuparam o Palácio Presidencial antes?

Perguntar, como se sabe, não ofende.

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Há vítimas mortais no ataque americano à base aérea Síria

Há vítimas mortais no ataque americano à base aérea Síria
23:58 06.04.2017(atualizado 00:09 07.04.2017
 Míssil de cruzeiro Tomahawk lançado do destróier USS Barry (DDG 52)

O ataque dos EUA a uma base das Forças Aéreas sírias causaram mortes, afirmou uma fonte citada pela Reuters. 

Fontes disseram à Sputnik que soldados russos estavam no local no momento do ataque, embora não haja informações sobre feridos e mortos do país.

Anteriormente, foi relatado que os EUA realizaram um ataque a uma base militar em Shairat, na província de Homs.


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 00:28 19.01.2017
(atualizado 01:00 19.01.2017)
Forças governamentais do Iraque em Mossul
© AP Photo/ Hussein Malla

O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi afirmou que a vitória total na cidade está próxima.


As forças armadas iraquianas libertaram toda a parte oriental da cidade de Mossul das mãos dos terroristas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico), de acordo com um comunicado do Estado-Maior do país emitido nesta quarta-feira (18) e citado pela Reuters.

O tenente-general Talib Shaghati confirmou que os serviços antiterroristas que lideraram a ofensiva de três meses contra o Daesh na cidade ao norte do Iraque tomaram o controle sobre a margem oriental do rio Tigre. 

"Hoje celebramos a liberação da margem leste de Mossul", disse Shaghati, indicando que recuperar a parte ocidental da cidade, que no momento permanece sob controle dos jihadistas, será uma tarefa mais fácil. 

Por sua parte, Abadi disse que "a promessa de libertação final e da vitória total em Mossul está mais perto de ser cumprida".

Fonte : https://br.sputniknews.com/




quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Vídeo: câmeras registram rebelião de detentos em presídio nos EUA

Vídeo: câmeras registram rebelião de detentos em presídio nos EUA
A confusão só foi controlada depois que uma equipe de operações especiais entrou na cadeia
MUNDO MASSASHUSETTS HÁ 5 HORAS  12/01/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 Vídeo: câmeras registram rebelião de detentos em presídio nos EUA

Câmeras do circuito interno de segurança registraram uma rebelião em um presídio de Massachusetts, nos Estados Unidos, na última segunda-feira (9).

De acordo com o Departamento Prisional do Estado, os detentos disseram que estavam “se preparando para a guerra” ao destruírem parte do presídio.

Segundo informações da rede norte-americana 'Fox News', o tumulto começou depois que dois membros de uma gangue iniciaram uma briga. 

Devido a situação violenta, foi decidido que os oficiais deveriam se retirar do local pela sua própria segurança. A rebelião durou cerca de três horas.

A confusão só foi controlada depois que uma equipe de operações especiais entrou na cadeia.



quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"

Israel ameaça Nova Zelândia: resolução da ONU é "declaração de guerra"
28 DE DEZEMBRO DE 201616:01
 

Primeiro-ministro de Israel entendeu proposta da Nova Zelândia como uma provocação. Israel reduziu as relações com os países do Conselho de Segurança

O primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu terá avisado o ministro dos Negócios Estrangeiros da Nova Zelândia, Murray McCully, que a resolução da ONU que exige o fim "imediato" e "completo" da política de colonatos nos territórios palestinianos, só pode ser entendida como uma "declaração de guerra".

Segundo o Guardian, que cita jornais israelitas, o primeiro-ministro de Israel ligou para a Murray McCully antes de a resolução ter sido apresentada e aprovada por unanimidade no conselho de segurança, na passada sexta-feira. 

"Esta decisão é escandalosa. Estou a pedir-vos que que não a apoiem e não a aprovem", terá dito Netanyahu ao representante da Nova Zelândia, um dos países que apresentou a proposta.

"Se continuarem a promover esta resolução, do nosso ponto de vista será uma declaração de guerra. Vai romper as nossas relações e haverá consequências. Vamos chamar o nosso embaixador [da Nova Zelândia] para Jerusalém".

"Se continuarem a promover esta resolução será uma declaração de guerra. Haverá consequências."

A proposta votada no Conselho de Segurança foi apresentada pela Nova Zelândia e pelo Senegal, que se juntaram à iniciativa da Malásia e da Venezuela, dois países com os quais Israel não tem relações diplomáticas.

O ministro neozelandês recusou retirar a proposta. "Esta resolução segue as nossas políticas e nós vamos avançar", afirmou McCully.

Israel cumpriu a sua palavra e já chamou os seus embaixadores da Nova Zelândia e do Senegal.

Quanto aos restantes estados, o governo de Jerusalém reduziu as relações com os países que votaram a favor da resolução das Nações Unidas contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados e anulou o seu programa de ajuda nos países da África ocidental.

Refutando informações de que as relações com estes países foram suspensas permanentemente, o porta-voz do ministério israelita dos Negócios Estrangeiros, Emmanuel Nahshon declarou esta terça-feira que Israel "reduziu temporariamente" visitas e trabalhos com as embaixadas.

"Até nova ordem, nós limitaremos os nossos contactos com as embaixadas em Israel e evitaremos deslocações de responsáveis israelitas a estes países e a vinda dos seus responsáveis aqui", afirmou o representante do ministério israelita, à agência de notícias France-Presse.

O responsável referia-se aos países que integram o Conselho de Segurança das Nações Unidas, que votaram na sexta-feira a resolução da ONU contra a colonização dos territórios palestinianos ocupados, considerando também que estes não têm "qualquer valor jurídico".

As Nações Unidas afirmam que os colonatos são ilegais, mas autoridades da ONU relataram um aumento na construção nos últimos meses. Estes colonatos nos territórios palestinianos são considerados como um grande obstáculo à paz entre Israel e Palestina, assim como na região.
No Conselho de Segurança da ONU têm assento permanente os Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, e, como membros não permanentes, estão o Egito, Senegal, Angola, Japão, Ucrânia, Malásia, Uruguai, Venezuela, Nova Zelândia e Espanha.




domingo, 16 de outubro de 2016

Alemanha compra cinco navios de guerra para 'se defender' da Rússia

Alemanha compra cinco navios de guerra para 'se defender' da Rússia
EUROPA 08:36 16.10.2016(atualizado 08:42 16.10.2016) 
Corveta Magdeburg de 89 metros de comprimento no porto da marinha de Warnemunde perto de Rostock, no norte da Alemanha, agosto 17. 2007
Pelo menos cinco corvetas da classe Braunschweig entrarão ao serviço na Marinha alemã nos próximos anos, o que pode ser visto como um sinal para a Rússia, de acordo com o jornal Suddeutsche Zeitung. O Bundestag (parlamento alemão) aprovou a compra exigida pela coalizão governista do país, que inclui a União Democrata Cristã (CDU) de centro-direita, o partido conservador União Social Cristã (CSU) e o Partido Social-Democrata (SPD).

O custo total das embarcações atinge 1,5 mil milhões de euros, informa o jornal Suddeutsche Zeitung, citando fontes no Bundestag.

"Para lidar com os novos desafios de segurança na região do Báltico, no Mediterrâneo e no mundo, a coalizão da aliança CDU/CSU e SPD planeja comprar cinco novas corvetas para a Marinha alemã no valor de 1,5 mil milhões de euros," indica o jornal.
    A Ministra de Defesa alemã, Ursula von der Leyen, com soldados da infantaria depois dos exercícios militares na parte sul da Alemanha, em 23 de março, 2016           
© AFP 2016/ CHRISTOF STACHE
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Os dois primeiros navios serão colocados em serviço em 2019, enquanto os outros três deverão passar a integrar a Marinha alemã em 2023. 
A força naval do país tem um total de cinco corvetas  K 130 da classe Braunschweig, de acordo com o Suddeutsche Zeitung. Essas corvetas são principalmente usadas nas águas costeiras, incluindo no mar Báltico, segundo o jornal. Neste contexto, o Suddeutsche Zeitung sugeriu que a modernização da Marinha alemã poderia ser entendida como sinal de Berlim a Moscou.


Segundo o site naval-technology.com, "as corvetas K130 possuem características furtivas, empuxo baixo, armas altamente automatizadas e sistemas de defesa para apoiar uma guerra no litoral e particularmente para operações de uma força de reação rápida numa crise internacional".



FONTE:  https://br.sputniknews.com/europa/201610166564022-alemanha-navios-de-guerra/