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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

URGENTE: PUTIN AVISA LIDERES MUNDIAS - ÚLTIMA HORA

URGENTE: PUTIN AVISA LIDERES MUNDIAS - ÚLTIMA HORA
Publicado em 4 de set de 2017
ALL HUMANITY ARE ONE


                               Canal: ESSENCIA AYAM Mensagens de Luz
 PUTIN AVISA LIDERES MUNDIAS - ÚLTIMA HORA


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Editora-chefe da Sputnik conta sobre seu 'contato' com Kremlin

Editora-chefe da Sputnik conta sobre seu 'contato' com Kremlin 
MUNDO 12:15 07.01.2017(atualizado 08:46 13.01.2017)
   Margarita Simonyan, editora-chefe da agência Sputnik
© Sputnik/

Margarita Simonyan, editora-chefe da Sputnik e do canal russo Russia Today (RT), avaliou o relatório publicado pela Inteligência Nacional dos EUA, publicado em 6 de janeiro.

Na sua página do site LiveJournal, Simonyan criticou fortemente o relatório, chamando-o de insatisfatório e apontando que o tema do documento americano não é detalhado e as fontes não foram especificadas. A editora-chefe da Sputnik recomendou à inteligência norte-americana realizar "um trabalho de correção de erros", cometidos no relatório.

Simonyan contou que em 2001, aos 21 anos de idade, realizou a cobertura das eleições na Crimeia e que lá, como sempre, havia fortes atitudes pró-russas. Após a cobertura de duas semanas na Crimeia, as atitudes não enfraqueceram.

De acordo com a editora-chefe, as agências Sputnik nos territórios da antiga União Soviética são coordenadas por seu ex-marido Andrei Blagodyrenko. Graças ao trabalho realizado por ele, os escritórios da Sputnik assumiram a liderança pela abrangência do auditório nos seus países.


Além disso, a editora-chefe revelou que se encontrou com Julian Assange várias vezes. Segundo Simonyan, "câmeras de vigilância instaladas na entrada da Embaixada do Equador podem confirmar", bem como postagens no Twitter que ela própria fez: "As reuniões foram realizadas em Londres. London is the capital of Great Britain. Tirem suas próprias conclusões", afirma Simonyan, ironicamente.

De acordo com ela, o canal RT obteve um bilhão de visualizações no YouTube, assumindo a primeira posição entre todos os canais da TV ainda em 2013.

Simonyan contou que realmente está "em contato" frequente com alto representante no Kremlin, Aleksei Gromov, que ocupa o cargo de primeiro vice-chefe da administração do presidente russo. Além disso, a editora-chefe contou ter recebido pessoalmente um representante do Departamento de Estado dos EUA. 

Para finalizar, Simonyan recordou que, há um ano, o canal RT, em um vídeo, mostrou que quando o presidente norte-americano, Barack Obama, e o Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, se aposentarem, os dois vão ficar em casa assistindo o Russia Today e chorando:


"Esse vídeo tem acesso livre na Internet. Basta digitar o site na barra de endereço em alfabeto latino ou clicar, ou seja, apertar com o mouse neste link aqui. Tirem suas próprias conclusões", recomenda Simonyan.

Na sexta-feira (06), a inteligência norte-americana publicou um relatório sobre a "intervenção russa" nas eleições presidenciais, onde quase a metade das informações foram dedicadas à agência Sputnik e ao canal da TV Russia Today (RT). 

Na opinião dos autores do documento, a RT "realiza comunicações estratégicas para o governo russo" e "produz conteúdo on-line pró-Kremlin em vários idiomas mundiais para público internacional".

Uma grande parte do relatório se refere à editora-chefe do RT e da Sputnik, Margarita Simonyan, e às declarações feitas por ela, repletas de ilustrações, inclusive uma charge onde a jornalista passa por cima da Casa Branca.






sábado, 15 de outubro de 2016

Itália envia militares para Letônia e irrita Rússia Militares vão compor destacamento da Otan no país

14/10 às 11h25 - Atualizada em 14/10 às 11h25
Itália envia militares para Letônia e irrita Rússia Militares vão compor destacamento da Otan no país
Resultado de imagem para soldados de guerra
A ministra da Defesa da Itália, Roberta Pinotti, confirmou nesta sexta-feira (14) que militares do país serão enviados para a Letônia para compor uma coalizão da Otan.
A notícia desagradou à Rússia, mesmo a Itália ressaltando que esta decisão não é nova e nem se trata de uma provocação a Moscou. De acordo com Pinotti, o envio de soldados faz parte de uma estratégia delineada na Cúpula de Varsóvia para reforçar a segurança nas fronteiras do leste do continente.
"A Itália enviará nos próximos meses 140 soldados para a Letônia para participar de uma força da Otan guiada pelo Canadá", explicou o ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, em uma coletiva de imprensa com o secretário-geral da aliança militar, Jens Stoltenberg. "A Itália sempre contribuiu com um reforço defensivo em países do nordeste e da aliança atlântica".
O chanceler destacou que a decisão tinha sido tomada há meses e negou que tenha relação com a escalada de tensão na Síria, onde a Rússia atua como aliada do regime do ditador Bashar al-Assad. "O envio de soldados não é uma política de agressão contra a Rússia, mas de reforço e defesa das nossas fronteiras", comentou Gentiloni.

Mesmo assim, a Rússia reagiu ao anúncio. "A política da Otan é destrutiva. A aliança está empenhada na construção de novas linhas divisórias na Europa, em vez de aprofundar as boas e sólidas relações de boa vizinhança", disse a ministra russa das Relações Exteriores, Maria Zakharova.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Tanques dos EUA seguem à Europa para deter suposta ameaça russa

Tanques dos EUA seguem à Europa para deter suposta ameaça russa
14 de outubro de 2016 MIKHAIL KHODARENOK, GAZETA.RU
Grupo de blindados pesados chegará a porto alemão em janeiro de 2017, antes de unidades rodarem por diversos pontos do continente europeu. Objetivo da iniciativa é, segundo especialistas russos, tranquilizar membros da aliança no Leste Europeu.
 
Tanques norte-americanos durante manobras da Otan em Adazi, na Letônia 
Foto:Reuters

Os Estados Unidos enviarão a primeira brigada blindada pesada à Europa em janeiro de 2017, conforme anunciou o comandante do Exército norte-americano na Europa, tenente-general Ben Hodges, em entrevista à publicação semanal “Defense News”.
Segundo a declaração, feita durante a conferencia anual da Associação do Exército dos Estados Unidos, o reforço militar na região tem por objetivo tranquilizar aliados e deter uma eventual postura agressiva da Rússia.
A 3ª Brigada da 4ª Divisão de Fort Carson, do Colorado, começará a embarcar nas próximas semanas. A chegada ao porto de Bremerhaven, na Alemanha, está prevista para meados de janeiro, informou o general.
Antes da viagem, a equipe realizará um teste de prontidão para verificar o quão rápido conseguiriam atracar os navios no porto alemão e chegar ao oeste da Polônia.
O general prevê que, em virtude das condições climáticas de inverno, a 3ª Brigada chegará à zona de treinamento perto da cidade polonesa de Drawsko Pomorskie em aproximadamente três semanas.
Uma segunda brigada de blindados pesados, programada para setembro de 2017, irá “provavelmente navegar por vários portos europeus para testar a sua capacidade de atracação e organização em outro ponto designado”, acrescentou Hodges.
Para deter a Rússia...
Na chegada ao local de treinamento, a brigada blindada irá checar suas armas e equipamentos, testar comunicações e camuflagem, carregar as munições e implantá-las em suas áreas de responsabilidade para se preparar para ações de combate.
Todas as atividades anteriormente descritas farão parte da chamada Resolução do Atlântico, segundo o general, com o objetivo de apoiar os aliados dos EUA na Europa e dissuadir a Rússia por meio da demonstração de poderio militar.
Para demonstrar a capacidade de combatente tanto no norte como no sul do continente, um batalhão seguirá à região do Báltico, e outro, para Romênia e Bulgária.
“A maior parte da equipe de combate permanecerá, porém, na Polônia, onde existem condições aceitáveis ​​ para acomodar as tropas.”
Segundo Víktor Murakhóvski, editor-chefe da revista “Arsenal Otetchestva” (Arsenal da Pátria), uma vez que as Forças Armadas dos EUA não dispõem de divisões permanentes, “é difícil precisar exatamente as características dessas brigadas em termos de número e capacidade de combate”.
Se não houver reforços relevantes, o especialista acredita que os batalhões do Exército norte-americano na Europa Oriental não apresentarão uma força ameaçadora, tornando-se, assim, uma iniciativa mais política do que operacional-estratégica.
“Sem dúvida, isso está sendo feito para elevar o moral dos aliados dos Estados Unidos no Leste Europeu”, sugere Murakhóvski.
... e tranquilizar aliados
A expectativa é que as formações e unidades norte-americanas participem das manobras militares anuais da Otan no continente europeu, embora os próximos exercícios da aliança na Polônia ( “Anakonda”) serão conduzidos apenas em 2018.
Antes disso, as unidades de brigada blindada dos EUA atuarão nas manobras “Saber Guardian”, que acontecerá nos territórios da Bulgária e da Romênia em julho de 2017 e envolverá cerca de 30 mil militares de mais de 20 Estados-membros da Otan.
“É evidente que a implantação de unidades militares dos EUA na Europa é um fator tranquilizante para o leste do continente, que vem se sentindo atormentado por uma hipotética ameaça militar da Rússia”, explica Víktor Khramtchikhin, vice-chefe do Instituto de Análise Política e Militar, com sede em Moscou.
Segundo o analista, os batalhões que serão futuramente implantados na região não poderiam garantir total defesa do flanco oriental da Otan, mas atuam no psicológico dos líderes do Leste Europeu.
“Os novos membros da Otan sentem-se particularmente encorajados com o fato de que, em caso de guerra, os soldados norte-americanos estariam na linha de frente e, por isso, assumiriam a ação militar”, arremata.


Com o site de notícias Gazeta.ru

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Vice-premiê turco: 'Mundo está à beira de uma guerra regional ou mundial

Vice-premiê turco: 'Mundo está à beira de uma guerra regional ou mundial

ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
07:21 12.10.2016
Tropas turcas passam ovelhas no caminho perto de vila de Tuwairan, norte da Síria, 4 de setembro de 2016
 Por razão de tudo o que está acontecendo na Síria o mundo está à beira de uma guerra regional ou até mesmo mundial, opina o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus. O político partilhou a sua opinião em entrevista à agência Anadolu.

"Qualquer guerra que é conduzida por mãos de terceiras forças acaba. Na Síria, o limite já foi esgotado. Os EUA e a Rússia estão agora em aberta contraposição. Isso significa que nós estamos à beira de uma guerra regional ou mundial", declarou.

Kurtulmus destacou também que a Síria pertence aos sírios: "Nós não vamos ensinar o povo sírio como deve governar o país. Isso não deve ser feito nem pelo regime (do presidente da Síria Bashar Assad), nem pelos americanos, nem pela Rússia, nem pelo Irã. Esta decisão deve ser tomada pelo povo sírio".
Militar da Força Aérea dos EUA.
© AFP 2016/ EMMANUEL DUNAND

Quanto custa 'apoiar' o Oriente Médio: 5 maiores erros militares do exército dos EUA
Em 3 de outubro os EUA anunciaram, de modo unilateral, o fim da cooperação com a Rússia para a solução da crise na Síria. Segundo os porta-vozes de Washington, a partir daquele momento, somente os canais de comunicação militares permanecem ativos, para evitar conflitos entre os dois países no espaço aéreo sírio. Os EUA acusaram a Rússia de descumprir os acordos bilaterais. 

Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou estar profundamente decepcionado. Segundo a chancelaria russa, a decisão de Washington de interromper a cooperação com Moscou na Síria é uma prova de que os Estados Unidos são incapazes de cumprir os compromissos assumidos nos acordos bilaterais, entre os quais estavam a separação da oposição “moderada” dos militantes terroristas na Síria.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610126538380-turquia-guerra-siria/



Perspectiva de uma guerra global

Perspectiva de uma guerra global
Autoridades russas foram 'disse para trazer parentes casa à Pátria'
Omissão irá colocar chances de promoção em risco, de acordo com relatórios locais Vem em meio a piora das relações entre a Rússia  e os EUA sobre crise na Síria EUA tem puxado  ficha sobre as negociações Síria e acusou a Rússia de ataques de hackers
Rússia mudou mísseis com capacidade nuclear mais próximo da fronteira com a Polônia
PUBLICADO: 07:53 GMT, 12 de outubro de 2016 | ATUALIZADO: 17:08 GMT, 12 de outubro de 2016
 Políticos e figuras de alto escalão são disse ter recebido um aviso do presidente Vladimir Putin (foto) para trazer os seus entes queridos em casa para o "Pátria", de acordo com a mídia local
Políticos e figuras de alto escalão são disse ter recebido um aviso do presidente Vladimir Putin (foto) para trazer os seus entes queridos em casa para o "Pátria", de acordo com a mídia local
A Rússia está requisitando todos os seus funcionários para voar para casa todos os parentes que vivem no exterior, em meio ao aumento das tensões sobre a perspectiva de uma guerra global, que tem sido afirmado.

Políticos e figuras de alto escalão são disse ter recebido um aviso do presidente Vladimir Putin para trazer seus entes queridos em casa para o "Pátria", de acordo com a mídia local.
Ele vem depois de Putin cancelou uma visita planejada para a França em meio a uma fileira furious sobre o papel de Moscou no conflito sírio e apenas dias depois que surgiu o Kremlin tinha movido mísseis com capacidade nuclear perto da fronteira com a Polônia.
O ex-líder soviético Mikhail Gorbachev também alertou que o mundo está em um "ponto perigoso", devido ao aumento das tensões entre a Rússia e os EUA
 A Rússia está requisitando todos os seus funcionários para voar para casa todos os parentes que vivem no exterior em meio a um aumento das tensões sobre a perspectiva de uma guerra global, que tem sido afirmado
A Rússia está requisitando todos os seus funcionários para voar para casa todos os parentes que vivem no exterior em meio a um aumento das tensões sobre a perspectiva de uma guerra global, que tem sido afirmado.

De acordo com o site russo Znak.com , pessoal de administração, administradores regionais, os legisladores de todos os níveis e empregados de empresas públicas foram encomendados para levar seus filhos das escolas estrangeiras imediatamente.

Omissão verá funcionários colocando em risco suas chances de promoção, a mídia local relatou.

A razão exata para a ordem ainda não está clara.

Mas o analista político russo Stanislav Belkovsky é citado pelo Daily Star dizendo: "Isto é tudo parte do pacote de medidas destinadas a preparar elites a alguns" grande guerra ". 
As relações entre a Rússia e os EUA estão no seu mais baixo desde a Guerra Fria e azedaram nos últimos dias depois de Washington puxou a ficha sobre as negociações Síria e acusou a Rússia de ataques de hackers.
 comentários do Sr. Gorbachev vêm como a França disse que irá pedir o promotor do Tribunal Penal Internacional para lançar uma investigação sobre crimes de guerra que diz ter sido cometidos por forças sírias e russas em Aleppo oriental, retratado
comentários do Sr. Gorbachev vêm como a França disse que irá pedir o promotor do Tribunal Penal Internacional para lançar uma investigação sobre crimes de guerra que diz ter sido cometidos por forças sírias e russas em Aleppo oriental, retratado

O Kremlin também suspendeu uma série de pactos nucleares, incluindo um acordo de cooperação simbólica para cortar estoques de plutônio para armas. 
Apenas alguns dias atrás, foi relatado que a Rússia havia se mudado mísseis com capacidade nuclear perto da fronteira com a Polônia como as tensões escalaram entre a maior nação do mundo eo Ocidente.
Os mísseis Iskander enviados para Kaliningrado, um enclave russo no Mar Báltico entre os membros da Otan a Polónia ea Lituânia, estão agora ao alcance de grandes cidades ocidentais, incluindo Berlim.
funcionários polacos - cujo capital Varsóvia é potencialmente ameaçados - descreveram o movimento como da "maior preocupação". 

RÚSSIA TESTES mísseis balísticos AS TENSÕES CONSTRUIR

militar da Rússia realizou uma série de testes de mísseis balísticos intercontinentais na quarta-feira, a última flexão de seus músculos enquanto as tensões com o pico de US sobre a Síria.

As forças russas dispararam um foguete com capacidade nuclear de um submarino da Frota do Pacífico no Mar de Okhotsk norte do Japão, estatal RIA Novosti.
Um míssil Topol foi disparado fora de um submarino no Mar de Barents, e um terceiro foi lançado a partir de um local para o interior, no norte-oeste do país vasto, as agências russas.
A mais recente demonstração de força por Moscou - que tem vindo a realizar exercícios militares regulares desde os laços com o Ocidente caiu em 2014 sobre a Ucrânia - vem como tensões dispararam nos últimos dias.
A Rússia tem puxado a ficha sobre uma série de acordos com os EUA - incluindo um pacto de desarmamento simbólico entre as duas potências nucleares de dispor de plutônio para armas - como Washington suspendeu as negociações sobre a Síria.
O Kremlin também moveu um sistema de mísseis de defesa aérea e cruzadores de mísseis para o país devastado pela guerra para reforçar as suas forças lá.
Que vem como o Ocidente acusou Moscou de cometer crimes de guerra em potencial em seu bombardeamento da parte controlada pelos rebeldes da cidade de Aleppo em apoio de um assalto por forças do regime.
Washington já havia atacou Moscovo por recorrer a alegada "nuclear-sabre chocalhar", como relações Leste-Oeste caiu para o pior nível desde a Guerra Fria seguinte apreensão da Rússia da Crimeia de Ucrânia, em março de 2014.

A decisão de Putin de cancelar sua visita Paris veio um dia depois que o presidente francês, François Hollande disse que as forças sírias tinham cometido um "crime de guerra", na cidade de Aleppo golpeado com o apoio de ataques aéreos russos.

Putin tinha sido devido em Paris em 19 de outubro para inaugurar um centro espiritual de uma nova igreja ortodoxa russa perto da Torre Eiffel, mas Hollande insistiu seu homólogo russo também participou de conversas com ele sobre a Síria.
O cancelamento sem precedentes de uma visita tão perto de ser finalizado é um "passo sério ... uma reminiscência da Guerra Fria", disse Russo analista de política externa Fyodor Lukyanov.
"Isso faz parte da escalada mais amplo nas tensões entre a Rússia eo Ocidente, e da Rússia e da NATO", disse a AFP.
O Kremlin também foi irado pelo banimento da equipe paraolímpica da Rússia a partir dos Jogos Olímpicos Rio em meio a alegações de doping patrocinado pelo estado de seus atletas
 O cancelamento sem precedentes da visita de Putin para a França tão perto de ser finalizado é um "passo sério ... uma reminiscência da Guerra Fria", disse Russo analista de política externa Fyodor Lukyanov
O cancelamento sem precedentes da visita de Putin para a França tão perto de ser finalizado é um "passo sério ... uma reminiscência da Guerra Fria", disse Russo analista de política externa Fyodor Lukyanov

Enquanto isso, o conselheiro superior a US candidato presidencial Hillary Clinton disse que o FBI está investigando o possível papel da Rússia em hacking milhares de seus e-mails pessoais.

Mas as autoridades russas têm vigorosamente rejeitou acusações de intromissão nas eleições presidenciais dos Estados Unidos e rejeitou as alegações de que Moscou estava por trás de uma série de cortes recentes em instituições norte-americanas. 
Aposentado russo tenente-general Evgeny Buzhinsky disse à BBC: "É claro que há uma reação. Tanto quanto a Rússia vê-lo, como Putin vê-lo, é o confronto de grande escala em todas as frentes. Se você quer um confronto, você vai ter um.
"Mas isso não vai ser um confronto que não prejudique os interesses dos Estados Unidos. Você quer um confronto, você vai ter um em todos os lugares. "
No início desta semana o secretário do Exterior britânico, Boris Johnson entrou na fila, chamando para os activistas anti-guerra para protestar em frente à embaixada russa em Londres.
Johnson disse que os "poços de indignação estão crescendo esgotado" e grupos anti-guerra não estavam expressando indignação suficiente no conflito em Aleppo.
"Onde é a parada the War Coalition no momento? Onde eles estão?' ele disse durante um debate parlamentar. 


TRADUÇÃO; GOOGLE 


Diante de ameaça, Rússia atirará contra caças americanos

Diante de ameaça, Rússia atirará contra caças americanos
10 de outubro de 2016 NIKOLAI LITÔVKIN, GAZETA RUSSA
Ministério da Defesa russa acredita que ataques norte-americanos não sancionados poderão resultar na morte de oficiais russos. Segundo especialistas, apesar do risco, medida tem por objetivo alertar Washington contra escalada militar na região.
 
Sistema de defesa S-400 posicionado na base aérea de Hmeimim, na Síria 
Foto:Dmítri Vinogradov/RIA Nôvosti

Os sistemas russos de defesa aérea na Síria estão prontos para abater “qualquer objeto voador não identificado” caso os ataques sejam realizados em posições de Damasco, segundo o porta-voz do Ministério da Defesa russo, major-general Ígor Konachenkov.
A declaração de Konachenkov, feita no último dia 6 de outubro, foi motivada por uma série de vazamentos na imprensa internacional sobre a discussão pelo governo dos EUA da possibilidade de iniciar ataques aéreos contra posições do Exército sírio.
Segundo o porta-voz, a maioria dos oficiais russos envolvidos na Síria trabalham em terra, levando ajuda humanitária aos bairros sob o controle do atual governo. Os militares russos também desempenham papel nas negociações com os chefes de vários assentamentos e grupos armados em grande parte das províncias sírias.
“Quaisquer mísseis e ataques aéreos em território controlado pelo governo sírio irão representar uma clara ameaça para militares russos”, justificou Konachenkov.
Ambos o sistema S-300 e o novo S-400, cujo alcance chega a 400 km, foram posicionados na Síria para garantir a segurança dos militares russos presentes nas bases militares de Hmeimim e Tartus.
“Temos tomado todas as medidas necessárias para excluir eventuais ‘erros’ em relação aos soldados e instalações militares russas na Síria, após os acontecimentos de 17 de setembro em Deir ez-Zor”, continuou o oficial, referindo-se ao bombardeio equivocado de posições do Exército sírio pela força aérea dos Estados Unidos. O incidente resultou na morte de 62 militares, além de mais de 100 feridos.
Para evitar mais guerra
De acordo com uma fonte da Gazeta Russa na indústria de defesa russa, se caças avançarem sobre a área onde o Exército sírio mantém atividades, os radares russos no país não serão capazes de identificá-los.
Os cenários sírios após a ruptura com Washington width=

“Os aviões norte-americanos voam com seus transponders desligados [que ajudam a determinar a quem pertence o avião – GR], e há também um acordo para prevenção de incidentes aéreos e delimitação de zonas com atividade militar”, disse a fonte.
“Portanto, se surgir um caça ou um míssil for lançado em lugares onde oficiais russos estão presentes, a decisão de salvar nossos soldados será feita de imediato”, acrescentou.
Segundo o editor-chefe da revista “Russia in Global Affairs”, Fiódor Lukiánov, a declaração do Ministério da Defesa teria sido feita justamente para evitar guerra.
“Essa é uma advertência precisa e inequívoca, que deve ter um papel preventivo. Os militares da Rússia deixaram claro que um ataque contra soldados russos ou forças sírias será percebido como um ato de agressão contra Moscou”, explica Lukiánov.
O analista internacional acredita que os especialistas que trabalham no Pentágono compreendem as consequências de tais incidentes.
Síria rearmada
Na semana passada, a Rússia enviou à Síria um sistema antiaéreo S-300V4 Antei-2500 adicional, conhecido como SA-23 Gladiator segundo a classificação da Otan.
Trata-se de um atualização “rastejadora” do sistema de defesa aérea que geralmente atua na cobertura de unidades em posições de combate.
 Síria será palco de testes para mísseis russos width=

“Ele é usado para atravessar terrenos acidentados em um comboio de veículos blindados, como tanques e assim por diante. Seu objetivo é cobrir as tropas terrestres de mísseis e ataques aéreos em zonas de combate”, explica Víktor Litovkin, especialista militar da agência de notícias TASS.
O Gladiator é capaz de destruir mísseis balísticos inimigos, que podem se aproximar de alvos a uma velocidade de até 2,5 km por segundo a uma distância de 150 km.
Alguns dias antes, a Defesa russa também enviou ao território sírio bombardeiros Su-24 e Su-34, além de caças Su-25.

A expectativa é que, em meados de outubro, dois navios equipados com mísseis de cruzeiro Kalibr-NK sejam reposicionados no mar Mediterrâneo em direção à Síria, assim como seja implantado o porta-aviões Almirante Kuznetsov, com caças Su-33 e Mig-29K/KUB e helicópteros de combate Ka-52K a bordo.

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Centro nuclear russo na Bolívia irá beneficiar também o Brasil, diz Rosatom

Centro nuclear russo na Bolívia irá beneficiar também o Brasil, diz Rosatom
11 de outubro de 2016 DMÍTRI FILOMENKO, GAZETA RUSSA
Em entrevista à Gazeta Russa, vice-presidente regional da Rosatom, Ivan Dibov, fala sobre particularidades e medidas de segurança do projeto na Bolívia, bem como benefícios para a imagem do país e seus vizinhos latino-americanos.
Primeiras equipes locais serão formadas com ajuda da estatal russa Rosatom 
Foto:Assessoria de imprensa

Há muita especulação e informações contraditórias sobre o Centro de Pesquisa e Tecnologia Nuclear na Bolívia. Até agora nem todo mundo sabe o que se planeja construir em El Alto. Em que especificamente consistirá o centro?
Segundo o acordo intergovernamental assinado entre Rússia e Bolívia em março passado, o instituto em El Alto será composto por três componentes principais: um centro de medicina nuclear com um cíclotron [tipo de acelerador de partículas – GR], um equipamento de raios gama e um reator experimental de baixa potência.
No centro de medicina nuclear será possível criar isótopos de vida curta utilizados na produção de fármacos radiológicos destinados ao diagnóstico e ao tratamento de doenças oncológicas, cardíacas e doenças vasculares, entre outras.
Além disso, o centro multifuncional terá um equipamento de raios gama, que é usado na indústria, na medicina e na agricultura para processar materiais e ferramentas e para esterilizar instrumentos médicos, legumes, peixes e alimentos em geral. A sua aplicação na agricultura possibilita processar produtos agrícolas para eliminar pragas e bactérias, mantendo tanto o prazo de conservação como a mais alta qualidade.
Enfim, o terceiro componente é um reitor experimental de baixa potência que será utilizado para pesquisa científica e na formação dos estudantes. Este equipamento é também usado na indústria e em pesquisas aplicadas, como, por exemplo, para determinar a concentração de elementos de uma determinada substância.
Cabe lembrar que o reator experimental não será usado para obtenção de energia elétrica – sua utilização será puramente científica. A potência do equipamento será muito baixa (a potência do reator não excederá 100 a 200 KW), e o enriquecimento de combustível nuclear não irá ultrapassar a marca dos 20%, conforme exigido por todas as normas internacionais em matéria de não proliferação nuclear.
No mundo todo há muitos reatores desse tipo. Na Rússia e em outros países existem mais de 130 reatores construídos com tecnologia russa. Atualmente, o país utiliza 52 reatores, os EUA usam cerca de 40, e França e Alemanha conta com 10 cada.
Além dos componentes já listados, o centro será equipado com vários laboratórios científicos e toda a infraestrutura necessária para o trabalho dos especialistas, como refeitórios, banheiros, instalações esportivas e etc.
O projeto provocou alarde entre os locais devido à radiação. Quão seguro é o centro para a população e o meio ambiente?
O centro é absolutamente seguro tanto para as pessoas, como para o meio ambiente. Essas tecnologias já são usadas há mais de uma década em outros países. Alguns dos componentes, como reatores experimentais e cíclotrons, estão presentes nas maiores cidades do mundo.
Por exemplo, há vários reatores experimentais perto do centro de Moscou, assim como em algumas cidades vizinhas da Bolívia, a exemplo de São Paulo e Bogotá.
 Dibov: "Centro aumentará potencial educacional do país" Foto: Assessoria de Imprensa
Dibov: "Centro aumentará potencial educacional 
do país" Foto: Assessoria de Imprensa

Além disso, a construção e a utilização de qualquer instalação de infraestrutura nuclear estão sujeitas ao controle de órgãos reguladores nacionais e internacionais, como a AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica), que fazem checagens regular para verificar se as instalações cumprem as normas de segurança globais.
Quais são os benefícios do projeto para a Bolívia?
O projeto permitirá que a Bolívia comece a dominar a tecnologia nuclear e formar locais altamente qualificados no setor nuclear, o que aumentará sem dúvida, o nível de educação e da ciência no país. O centro também tem potencial para satisfazer as necessidades em termos de medicina, geologia, agricultura e outros setores em que as tecnologias nucleares possam ser usadas de forma eficaz para fins pacíficos.
Em apenas um ano, graças ao trabalho desse espaço, prevê-se que 10 mil pessoas com doenças oncológicas e cardiovasculares, entre outras enfermidades gravidades, poderão ser submetidas a novos testes de diagnóstico e tratamento.
Além disso, as tecnologias com radioisótopos desenvolvidas no centro chegarão a outras clínicas do país, o que significa que o instituto aumentará a qualidade dos serviços e acesso médico para a população.
Aliás, o trabalho não só afetará a Bolívia, mas também seus vizinhos, que também precisam desse tipo de serviço. As tecnologias russas envolvendo radio gama já são hoje aplicadas no setor de alimentos por países como Equador, Argentina, Brasil e Cuba, sem falar na Ásia, onde são usadas para esterilizar especiarias para exportação.
Em termos de impacto econômico sobre a população local, como o centro afetará o desenvolvimento da cidade de El Alto?
O centro irá contar, em um primeiro momento, com especialistas bolivianos treinados pela Rosatom e, mais tarde, quando entrar em operação, esses profissionais serão formados por meio de sua própria base científica. Além de pesquisadores, haverá também vagas para pessoal de apoio. Esses cargos serão destinados a moradores não só da cidade de El Alto, como de outros lugares da Bolívia.
Além do mais, esses tipos de centro costumam atrair outros negócios e são um poderoso estímulo para o desenvolvimento de infraestrutura em geral: estradas, eletricidade, sistemas de abastecimento de água, medidas de segurança e etc. Tudo isso irá influenciar a qualidade de vida das pessoas. É um processo abrangente e dinâmico que vai dar frutos a partir do primeiro dia e por um longo período de tempo.
Você acredita que esse projeto nuclear irá influenciar a imagem da Bolívia na região e no mundo? E a soberania do país?
O centro fará uma grande contribuição ao aumentar o potencial educacional e científico do país. O desenvolvimento tecnológico é um dos critérios para a avaliação do progresso e da soberania de um país. Tecnologias nucleares desempenham um papel importante nesse aspecto, uma vez que exigem conhecimento diferente, maior.

Aquele que possui esse tipo conhecimento e sabe como usar tecnologias nucleares, vai se tornar um líder em tecnologia. Estou certo de que o projeto de construção do centro vai permitir à Bolívia não só entrar no clube das grandes potências tecnológicas do mundo, mas também um salto qualitativo em termos de ciência, indústria, medicina e qualidade de vida das pessoas. 

Os três pontos de Pútin e Erdogan

Os três pontos de Pútin e Erdogan
Presidentes da Rússia e da Turquia se encontraram em reunião paralela durante o Congresso Mundial Energético, na última segunda-feira (10) e assinaram documentos bilaterais relevantes. Foi o terceiro encontro entre os líderes após a derrubada do caça russo em novembro de 2015.
   President Tayyip Erdogan             
Síria, gasoduto e sanções foram discutidos por líderes. Foto:Reuters

Os presidentes da Rússia e da Turquia realizaram, na segunda-feira (10), seu terceiro encontro bilateral desde a derrubada de um caça Su-24 russo na fronteira síria, em novembro de 2015. A reunião resultou em acordos importantes, que a Gazeta Russa explica aqui:

1. Gasoduto Turkish Stream sairá do papel 
Um resultado importante da reunião foi a assinatura do acordo intergovernamental para a construção do gasoduto Turkish Stream.
O acordo foi negociado ainda em dezembro de 2014 e deveria ser uma alternativa ao projeto South Stream. Mas por motivos diversos (como barganhas nos valores, questões sobre as linhas do gasoduto, a piora significativa nas relações bilaterais depois do incidente com a aeronave russa, a especulação sobre o retorno do South Stream e a rejeição do Turkish Stream), a realização do projeto ficou no papel.
No encontro em Istambul, as partes conseguiram levar a cabo o acordo iniciado, assinando o acordo intergovernamental. Além disso, a Rússia e a Turquia chegaram a entendimentos sobre descontos em gás no âmbito do projeto.
"Dessa maneira, nos aproximamos da realização dos planos do presidente da Turquia de criar neste país um grande hub energético", ressaltou Pútin ao final do encontro.

2. Frutas turcas voltam às prateleiras russas
Outro problema importante na cooperação entre os países é a retirada das sanções econômicas unilaterais que Moscou impôs contra Ancara como represália após o incidente com o caça. Agora, o presidente Pútin anunciou que Moscou decidiu permitir novamente a entrada de produtos agrícolas turcos no mercado russo.
De acordo com ele, a decisão é mutuamente vantajosa. "A Rússia não produz tais produtos, e a entrada de produtos turcos pode resultar na queda dos preços, com a qual contamos", disse.
"Para os parceiros turcos, isso é, claramente, uma abertura do mercado russo", completou o presidente russo.
Pútin também relembrou que o volume de vendas desses produtos turcos no mercado russo no ano passado foi de US$ 500 milhões.

3. Amigos, amigos, a Síria à parte
Além das questões de cooperação econômica, outra que esteve na ordem do dia foi a Síria. Tanto para a Rússia, como para a Turqui, a crise síria continua a ser uma questão fundamental na política internacional.
Ambos os países estão envolvidos fisicamente no conflito sírio. A Rússia conduz uma operação militar aérea contra a organização terrorista EI (Estado Islâmico), enquanto a Turquia dá continuidade à operação "Escudo do Eufrates", no norte da Síria, onde defende áreas fronteiriças do EI - e dos curdos sírios que, de acordo com Ancara, estão ligados ao separatista Partido Dos Trabalhadores do Curdistão, que o governo turco combate desde 1984.
Mas as posições dos dois países diferem bastante: enquanto Moscou apoia o regime de Assad e executa ataques aéreos contra grupos antigovernamentais, a Turquia apoia as forças anti-Assad e considera o presidente como terrorista.
"A Rússia e a Turquia chegaram a um acordo sobre a condução da operação 'Escudo do Eufrates' durante a visita de Erdogan a São Petersburgo, ainda em agosto. Moscou não expressou quase nenhuma emoção durante o início da operação turca na Síria", ressalta o chefe da Centro de Estudos da Turquia Contemporânea, Iúri Mavachev.

Segundo o especialista, existe um acordo silencioso que estabelece que Moscou e Ancara não atrapalhem um o outro.
Durante a visita do presidente Pútin, ele foi confirmado e reforçado. "Os burocratas e a imprensa turca silenciam sobre a participação russa nos negócios de Aleppo. Eles receberam o seguinte comando: não temos nada com Aleppo, já que a Rússia nos deu o norte da Síria", diz Mavachev.
"O principal problema concreto sobre o qual o presidente Erdogan e o presidente Pútin acordaram acerca da crise síria foi a continuação de uma agenda positiva e negociações por meio de um mecanismo oficial direto de alto nível  e tríplice que foi estabelecido entre os ministros das Relações Exteriores, quadros de funcionários gerais e agências de inteligência. A situação em Aleppo, a crise humanitária na Síria e a diferenciação de grupos de oposição dos terroristas serão discutidos por meio desse mecanismo", diz o cientista político Kerim Khas, da Organização de Pesquisa Estratégica Internacional, instituição independente de Ancara.


Com a agência de notícias Tass e o jornal econômico RBC.

'Rússia colocou um ponto final na onipotência dos EUA', diz chanceler russo

'Rússia colocou um ponto final na onipotência dos EUA', diz chanceler russo 
© Sputnik.
MUNDO 17:10 09.10.2016(atualizado 17:16 09.10.2016) 
Lavrov comenta acordo sobre cessar-fogo na Síria

A razão que explica o mal-estar dos EUA com a Rússia encontra-se no fato de que Washington começou gradualmente a perceber que sua "onipotência" está acabando. Quem afirma é o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

"Pode haver alguma razão pessoal. Qualquer personagem pode sentir dentro de si que os EUA não estão fazendo as coisas como gostariam ou tentam fazer alguma coisa, mas não tem sucesso. É a sensação gradual, mas ainda assim [inevitável], do fim de sua onipotência. Isso, para mim, é muito claro", disse Lavrov em uma entrevista ao canal de TV 'Pervy Canal'. 

Segundo o ministro, este processo está sendo muito doloroso para os países ocidentais, pois, durante séculos, eles foram os que controlavam o mundo. 
Capitólio de Washington
© SPUTNIK/ IGOR MIKHALEV

EUA continuam 'jogo sujo das sanções' contra Rússia
O chanceler observou também que a União Soviética era "um mundo mundo fechado ao processo mundial, um mundo centrado em si mesmo". "Quando a União Soviética desapareceu, todos pensaram que a Rússia iria se encolher ao seu tamanho natural e que tudo estaria bem: eles seguiram, como têm feito deste os séculos XVI e XVII, impondo suas regras e ordens e todos os escutariam", destacou Lavrov. 

"Como se vê, eles se equivocaram", disse o chanceler, acrescentando que as "altas expectativas que o Ocidente tinha de ter o mundo no bolso após a queda da União Soviética […] terminaram em um mal-estar, pela simples razão de que os russos queriam fazer de seu país um país independente, com uma vida digna de que eles poderiam se orgulhar". 

Lembrando as palavras do presidente russo, Vladimir Putin, Lavrov frisou que a Rússia "tem o direito de ser forte, sem negar o mesmo direito a outros países e sem impor a ninguém 'receitas de comportamento'". 

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/mundo/201610096522004-russia-fim-onipotencia-eua-lavrov/

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

O ultimato de Putin aos Estados Unidos

Postado em 06/10/2016 9:53
O ultimato de Putin aos Estados Unidos
putin
 Não só exigiu desculpas como uma mudança de toda a política 
estado-unidense Mas a mídia corporativa silencia isto por
 Rostislav Ishchenko [*]

Depois de o presidente da Federação Russa decretar que a Rússia suspendia a implementação do acordo com os EUA sobre a eliminação de plutónio apto a fins militares, e após a apresentação ao parlamento de um projecto de lei nesse sentido, os media começaram a perguntar se isto estava relacionado com a ruptura de cooperação na Síria. A segunda pergunta era a razão porque a Rússia, sabendo que os Estados Unidos não estavam a cumprir a sua parte do acordo, respondeu só vários anos depois.
Alguns peritos nucleares dizem que o acordo beneficiou a Rússia. É possível; não sou um perito e assim não posso dizer se eles estão a ser objectivos. Além disso, o que é lucrativo para a indústria nuclear pode ser não benéfico para a segurança.
Embora pense que a Rússia não tem problemas especiais de segurança, ela tem suficiente poder nuclear para infligir um golpe mortal aos EUA, e Washington admitiu isso. Há suficiente material para fabricar novas ogivas. No caso de uma grande permuta nuclear, seria inútil produzir outra fornada de ogivas, além de ser impossível. O problema seria preservar o que permaneceu da civilização ao nível da Idade da Pedra.

Quanto à questão síria, não é a primeira vez que os EUA assinam acordos e a seguir os rompem. A resposta da Rússia não podia claramente ser comparada à recusa oficial dos EUA a continuar a cooperação.
Embora Putin tenha retirado a Rússia do acordo de reprocessamento, ele anúncio que este poderia ser recomeçado, sob certas condições, incluindo o cancelamento de todas as sanções contra a Rússia, a compensação a Moscovo por perdas resultantes não só daquelas sanções como das contra-sanções russas, o cancelamento da Lei Magnitsky, a redução da presença militar americana em países da NATO próximos da fronteira da Rússia e o fim da política de confrontação com Moscovo.
Os pedidos de Putin só podem ser definidos como um ultimato.
Anteriormente isto só aconteceu uma vez, em 1861, quando a Grã-Bretanha apresentou um ultimato a Washington em relação ao Trent Affair, durante a Guerra Civil Americana. Naqueles tempos, embora em severas dificuldades, a América só parcialmente satisfez os pedidos britânicos, embora nada houvesse de humilhante quanto a eles. Os EUA haviam violado o direito internacional, prendendo pessoas (britânicos) de navios neutrais, infringindo a soberania da Grã-Bretanha, quase provocando uma guerra. Depois de desautorizar o capitão e libertar as pessoas presas, a América recusou-se a pedir desculpas.
Agora Putin exige não só pedido de desculpas e a libertação de um par de prisioneiros como uma mudança de toda a política da América, além de compensação. Isto é uma exigência não prática e insultuosa de rendição incondicional, numa guerra híbrida que Washington não considera irreparavelmente perdida.
Só a Grã-Bretanha reclamou aos EUA algo semelhante, ante do fim da Revolução Americana, quando ainda era um súbdito rebelde. Durante a última centena de anos, ninguém podia imaginar falar a Washington desse modo. Putin claramente intencionalmente humilhou os EUA, mostrando perante o mundo que se podia falar desse modo.

Ao que Putin estava a responder? Pensava ele realmente que os EUA cumpririam o acordo entre Kerry e Lavrov sobre a Síria? Estava ele realmente desapontado? A Rússia esteve consciente durante anos de que Washington não esteve a cumprir o Pacto do Plutónio, mas isto beneficiava sua indústria nuclear, a qual praticamente tornou-se um monopólio global e pouco se importava com as limitações técnicas que impediam os EUA de se desfazerem do seu plutónio apto para fins militares como estipulado no acordo.
À resposta dura e quase imediata da Rússia seguiu-se um anúncio do Departamento de Estado dos EUA de que a partir da Síria esta iria enviar sacos de cadáveres de volta para casa, perder seus aviões e que terroristas poderiam atacar cidades russas.
Imediatamente a seguir àquela declaração, o Pentágono anunciou sua prontidão para um ataque nuclear preventivo sobre a Rússia e o ministro russo das Relações Exteriores disse que Moscovo estava consciente da intenção dos EUA de começar uma guerra aérea contra tropas sírias e a presença legal da Rússia ali.
Que outras razões haverá para o ultimato de Putin?
Exercício de Defesa Civil.
O treino em defesa míssil, defesa aérea e de Forças Estratégicas de Mísseis para repelir um ataque nuclear à Rússia, incluindo um lançamento sob ataque, verificou-se seis meses atrás. Exercícios do Ministério de Situações de Emergência da Rússia (envolvendo até 40 milhões de civis ) são anunciados para os próximos dias a fim de verificar a prontidão dos aparelhos de defesa civil quanto à guerra nuclear e informar a população de medidas de emergência. n
Se colocarmos tudo isto junto, vemos que os EUA têm há muito, de modo não oficial, intimidado a Rússia com a ameaça do conflito nuclear, enquato Moscovo deixava saber que estava pronta e não em vias de recuar.
Agora, os falcões de Washington decidiram elevar a aposta durante os últimos meses da presidência Obama, incertos quanto à vitória de Clinton. Eles chegaram a um ponto extremamente perigoso, quando o conflito começa a desenvolver-se independentemente. Nesta etapa, o Armagedão nuclear poderia ocorrer a qualquer momento, devido à incompetência (inadequacy) do pessoal do Pentágono e da Casa Branca.
Moscovo tomou a iniciativa e elevou as apostas, mudando a confrontação de outro modo. Ao contrário dos Estados Unidos, não ameaça com guerra, mas dá uma resposta política e económica dura, a qual, ao invés de fazer com que o sonho de Obama se torne verdadeiro, ameaça arruinar a economia dos EUA se se comportar mal.

A acção da Rússia minou gravemente o prestígio internacional dos EUA, mostrando que a América pode ser batida com a sua própria arma. Assim como você dá, assim você recebe. Com esta sequência de eventos, poderíamos ver centenas de pessoas das elites americanas no tribunal de Haia, não só dentro da nossa esperança de vida como antes do fim do primeiro mandato do próximo presidente americano.
Os EUA devem escolher: ou implementar suas ameaças e lançar uma guerra nuclear ou suportar o facto de que isto não é mais um mundo unipolar e começar a comportar-se consequentemente.
Não sabemos o que Washington escolherá. Há bastantes pessoas estúpidas e ideologicamente motivadas no establishment político americano prontas a imolarem-se num incêndio nuclear juntamente com o resto da humanidade, ao invés de aceitar o fim da hegemonia estado-unidense. Eles terão de escolher, porque quanto mais Washington pretender que nada aconteceu, mais dos seus vassalos (que são chamados de aliados mas são realmente dependentes) ignorarão ambições americanas e desertarão para o novo pode multipolar.
Os EUA podem esperar até não haver nem um único centro num mundo multipolar. Não só africanos, asiáticos e latino-americanos como também europeus vingar-se-ão do antigo poder hegemónico por humilhações passadas. E eles não são tão atenciosos quanto a Rússia.
Finalmente, o ultimato de Putin foi uma resposta a todos aqueles que perguntaram indignadamente porque tanques russos não haviam capturado Kiev, Lvov – e Varsóvia e Paris – ainda em 2014, especulando sobre qual era o plano de Putin.
Escrevi então que se você fosse ter uma confrontação com o poder hegemónico, era preciso estar seguro de que seria capaz de responder a qualquer coisa que ele fizesse. A economia, os militares, o governo e toda a sociedade precisam estar preparados. Se você não estiver preparado, você precisa tentar ganhar tempo.

Agora está tudo pronto e as cartas estão sobre a mesa. Veremos como os EUA respondem. Mas o quadro geopolítico nunca será o mesmo outra vez. O mundo já mudou. A luva foi lançada aos Estados Unidos e este não teve a coragem de apanhá-la de imediato.
06/Outubro/2016

[*] Observador político da Agência Internacional de Notícias Rossiya Segodnya
O original encontra-se na RIA Novosti e a versão em inglês em
russia-insider.com/en/politics/putins-ultimatum/ri16851


Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme

Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme
Vladimir Putin provocou temores de WW3 depois de ordenar a evacuação de 40 milhões de russos hoje.
PUBLICADO: 03:48, Qui, 06 de outubro de 2016 | ATUALIZADO: 17:29, Qui, 06 de outubro de 2016
Rússia evacuação
Vladimir Putin tem suscitado preocupação com uma
 broca evacuação em massa

A enorme de quatro dias de perfuração "defesa civil" soar o alarme em Washington e Londres, com as tensões já elevadas devido a discordâncias na Síria. 
Na sequência de uma falha de comunicação entre os EUA e a Rússia, o Kremlin já organizou a broca enorme prática de emergência - seja como uma demonstração de força ou algo mais sinistro. 
A broca irá preparar os cidadãos russos para "grandes catástrofes naturais ou provocadas pelo homem", de acordo com Ministério do país para a Defesa Civil, Emergências e Eliminação de consequências de desastres naturais.
O ministério revelou 40 milhões de civis, 200.000 equipes de resgate de emergência e 50.000 unidades de equipamentos estão envolvidos no jogo de guerra, que está sendo executado a partir de 4 outubro - 7 outubro. 
Rússia evacuação
equipes de emergência que participam na broca desta semana

Um porta-voz disse em um comunicado: "O principal objetivo do exercício é para a prática de organização da gestão durante os eventos de defesa civil e gestão de emergências e fogo, para verificar a preparação dos órgãos de gestão e as forças de defesa civil em todos os níveis para responder a natural e homem desastres -made e tomar medidas de defesa civil. "
Eles explicaram o esquema seria dividido em três fases: a consciência, de planejamento e de evacuação.
A declaração disse: "A broca vai ensaiar radiação, química e proteção biológica do pessoal e da população em situações de emergência em instalações cruciais e potencialmente perigosas. 
"Segurança contra incêndio, defesa civil e proteção humana em instituições sociais e edifícios públicos também estão planejadas para ser verificado. unidades de resposta irá implantar radiação, centros de monitorização químicas e biológicas e mensagens de saneamento nas áreas de emergência, enquanto as redes de controlo do laboratório estão indo para ser colocado em modo de espera ".
Rússia evacuação
regime de Putin envolve o movimento de 40m civis 
e 200.000 equipes de emergência
Rússia evacuação
As relações entre a Rússia e os EUA quebraram 
devido a desacordos sobre a Síria

Na semana passada, os EUA condenou as ações da Rússia na Síria, que, segundo ela, foram levando à morte e destruição. 
Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse: "Grupos extremistas continuarão a explorar os vácuos que estão lá na Síria para expandir suas operações, que podem incluir ataques contra os interesses russos, talvez até cidades russas. A Rússia vai continuar a enviar tropas para casa em sacos de corpo, e vai continuar a perder recursos, talvez até mesmo aeronaves. "
As relações entre os dois superestados tem agora quebrado por completo, e este mais recente demonstração de poder pelo Sr. Putin é susceptível de ser recebido por seus colegas americanos.

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Tradução: Google

Terceira guerra mundial mais próxima do que nunca: Putin prepara 40 milhões de russos para possível guerra nuclear

EUA • GUERRAS • RUSSIA • TERRORISMO
Terceira guerra mundial mais próxima do que nunca: Putin prepara 40 milhões de russos para possível guerra nuclear
14 horas ago 06/10/2016    90 Views 3 Min Read
 putin1russiaeua

O reinado de Vladimir Putin continua a ser forte e poderoso. Ele continuou a exibir o orgulho da Rússia através da sua liderança, quer se concorde com a sua abordagem ou não. Ele manteve-se bem sucedido na posição que está. Putin agora tem mais a dizer, e não é uma coisa boa. Ele teria dito a civis da Rússia para participar de um importante exercício de defesa, que será composto por cerca de um terço da população que é cerca de 40 milhões de cidadãos. PUTIN SE PREPARA PARA DEVASTAÇÃOA Rússia acredita que um ataque pode ser mais provável do que nunca para ocorrer porque o Estados Unidos cortou laços com a Rússia sobre a guerra síria. Embora o rótulo dado a esta guerra seja a “Guerra da Síria,” há uma forte crença de que esta é simplesmente uma expressão polida do que realmente é a terceira guerra mundial. Apesar do comportamento calmo de Putin, ele esta de fato preocupado com a segurança de seu povo e seu país como muitos dos super poderes do mundo estão na Síria e as relações externas, em geral, têm continuado a diminuir para o pior. Um erro poderia ativar a ideia infame da terceira Guerra Mundial. Mais de 200.000 unidades de especialistas são esperados para estar envolvido no treinamento de defesa. Muitas figuras de topo e figuras de autoridade, também estarão presentes durante o treinamento. Há também a crença de que o governo pode ter criado bunkers de defesa na capital, em Moscou , que é capaz de manter mais de 12 milhões de pessoas, em caso de Moscou vier sob o ataque de repente. Putin afirmou que todos os cidadãos, em Moscou devem ser protegidos antes de que os bunkers fossem realmente construídos. A guerra entre a Rússia e os EUA poderia revelar-se catastrófica pois ambos são conhecidos por estarem carregados com armamentos poderosos. Putin supostamente tem um plano apocalíptico que iria instantaneamente atacar os Estados Unidos se alguma coisa ocorrer e a Rússia considerar como uma ameaça. O mundo precisa se preparar para o evento cataclísmico que podem mudar completamente a forma como o mundo funciona, especialmente se os EUA e a Rússia ir cabeça a cabeça.  Veja também: Putin faz alerta após piadas: “A Rússia poderia destruir os Estados Unidos apenas em meia hora”

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Agência espacial europeia deve cooperar com Rússia na exploração da Lua

Agência espacial europeia deve cooperar com Rússia na exploração da                           Lua
Os projetos lunares russos Luna-27 e Luna-28 podem se tornar parte do programa Aldeia Lunar
TECH   ESPAÇOHÁ 21 HORAS  21/09/ 2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
Além do projeto ExoMars, a Agência Espacial Europeia (ESA) planeja aumentar a cooperação com a Rússia no estudo e exploração da Lua, afirma o chefe do escritório da ESA na Rússia, Rene Pischel.
A declaração foi feita em uma entrevista à agência de notícias russa RIA Novosti.
"Se aprovarem na conferência ministerial dos países membros da ESA, em dezembro de 2016, iremos cooperar com a Rússia na exploração da Lua", disse ele.
Mais cedo, o vice-diretor-geral da empresa estatal russa Roscosmos, Sergei Saveliev, disse que, além da missão ExoMars, as partes continuarão cooperando na Lua.
Esses projetos são interessantes aos nossos parceiros europeus, eles manifestaram o desejo de participar neles, estamos analisando áreas específicas de cooperação", disse o vice-diretor da Roscosmos, falando sobre os projetos que já estão em andamento.
Além disso, a ESA está desenvolvendo uma ideia,  o projeto Aldeia Lunar, em que uma série de países, como a Rússia, pode colaborar. O projeto abrange um número de diferentes missões na Lua com vários edifícios - elementos da Aldeia.
Este projeto da ESA pode ser combinado com a missão russa Luna-27 Resurs, cuja implementação a Roscosmos está atualmente acontecendo em colaboração com a exploração da Lua. Os países europeus estão criando dois componentes – um sistema de software "inteligente" do módulo de pouso, bem como um sistema de análise das amostras coletadas.

Os projetos lunares russos Luna-27 e Luna-28 podem se tornar parte do programa Aldeia Lunar. (Sputnik Brasil