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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul

'Vitória total está próxima': Iraque anuncia retomada da parte leste de Mossul
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 00:28 19.01.2017
(atualizado 01:00 19.01.2017)
Forças governamentais do Iraque em Mossul
© AP Photo/ Hussein Malla

O primeiro-ministro iraquiano Haider al-Abadi afirmou que a vitória total na cidade está próxima.


As forças armadas iraquianas libertaram toda a parte oriental da cidade de Mossul das mãos dos terroristas do Daesh (autodenominado Estado Islâmico), de acordo com um comunicado do Estado-Maior do país emitido nesta quarta-feira (18) e citado pela Reuters.

O tenente-general Talib Shaghati confirmou que os serviços antiterroristas que lideraram a ofensiva de três meses contra o Daesh na cidade ao norte do Iraque tomaram o controle sobre a margem oriental do rio Tigre. 

"Hoje celebramos a liberação da margem leste de Mossul", disse Shaghati, indicando que recuperar a parte ocidental da cidade, que no momento permanece sob controle dos jihadistas, será uma tarefa mais fácil. 

Por sua parte, Abadi disse que "a promessa de libertação final e da vitória total em Mossul está mais perto de ser cumprida".

Fonte : https://br.sputniknews.com/




sábado, 29 de outubro de 2016

Rússia: aviões da coalizão americana lançam ataques contra população de Mossul

Rússia: aviões da coalizão americana lançam ataques contra população de                            Mossul 
© REUTERS/ Air Jalal
MUNDO 01:17 30.10.2016(atualizado 02:14 30.10.2016)
Mossul, Iraque
Aeronaves da coalizão militar liderada pelos Estados Unidos realizaram nove bombardeios contra zonas residenciais da cidade de Mossul, no norte do Iraque, segundo afirmou a Defesa russa.

"A coalizão internacional encabeçada pelos EUA atacou nove vezes os bairros residenciais da cidade iraquiana de Mossul", declarou o major-general Igor Konashenkov, porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia. 

Combatentes curdos Peshmerga observam região próxima a Bashiqa, a 25 km de Mossul
© AFP 2016/ SAFIN HAMED
Operação para libertar Mossul não será rápida, disse o enviado 
de Obama


Considerada a capital do grupo Daesh no Iraque, Mossul se tornou palco de conflitos ainda mais intensos nas últimas semanas após o anúncio de uma ofensiva do exército iraquiano para retomar o controle da cidade, dominada por terroristas desde 2014. As tropas de Bagdá contam com o apoio de forças peshmerga, milícias sunitas, paramilitares xiitas e da coalizão internacional.

Fonte:  https://br.sputniknews.com/mundo/201610306676904-eua-ataque-mossul/

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL

MINISTRO TURCO ALERTA PARA TERCEIRA GUERRA MUNDIAL
 
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus; “A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra", declarou

23 DE OUTUBRO DE 2016 ÀS 06:37 // RECEBA O 247 NO TELEGRAM

Da Agência Sputinik

A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus.

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.
“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.

"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).


domingo, 23 de outubro de 2016

Papa Francisco chora pelos mortos no Iraque e reza em silêncio pela paz

23/10/2016 12h21 - Atualizado em 23/10/2016 12h21
Papa Francisco chora pelos mortos no Iraque e reza em silêncio pela paz
'Assassinato a sangue frio de muitos filhos desta terra; muitos são crianças.' Neste domingo (23), ele disse que 'nossas almas estão assustadas'.
Da France Presse
 O papa Francisco fala aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante o Ângelus deste domingo (23) (Foto: Vicenzo Pinto/AFP)
O papa Francisco fala aos fiéis na Praça de São Pedro, no Vaticano, 
durante a oração do Ângelus deste domingo (23) 
(Foto: Vicenzo Pinto/AFP)

O papa Francisco falou deste domingo (23) a respeito dos combates e dos "assassinatos a sangue frio" nos arredores de Mossul, e pediu que as pessoas rezem por "um futuro de segurança, de reconciliação e paz" no Iraque.
"Nessas horas dramáticas me sinto perto de todo o povo do Iraque, em especial dos da cidade de Mossul", declarou o pontífice argentino diante de dezenas de milhares de fiéis durante a oração do Ângelus, na Praça São Pedro, no Vaticano.
"Nossas almas estão assustadas com os odiosos atos de violência cometidos há muito tempo contra os cidadãos inocentes, muçulmanos, cristão e membros de outras religiões e etnias", acrescentou.
"Estou particularmente sentido ao ouvir as informações sobre esses assassinatos a sangue frio contra tantos filhos desta terra amada, entre os quais muitos são crianças. Esta crueldade nos faz chorar e nos deixa sem palavras."
Reafirmando sua solidariedade com os iraquianos, o papa disse que reza "para que o Iraque, apesar de ter sido duramente atingido, seja forte na esperança de poder avançar para um futuro de segurança, de reconciliação e paz".
Imediatamente pediu aos fiéis reunidos na praça de São Pedro, estimados em 50 mil pessoas pela gendarmeria do Vaticano, que se recolhessem em silêncio.
Neste domingo, as forças iraquianas combatiam entre armadilhas, franco-atiradores e carros-bomba ativados por suicidas, tentando fechar o cerco de Mossul e de outras áreas do país, onde continuavam enfrentando os extremistas do grupo Estado Islâmico (EI).
As forças curdas anunciaram uma nova ofensiva neste domingo pela manhã em Bachiqa, nordeste de Mossul, onde 10 mil combatentes participavam da tomada da cidade, ainda nas mãos do EI.
O grupo extremista conta com entre 3 mil e 5 mil combatentes dentro de Mossul, e entre 1 mil e 2 mil nos arredores, pelo que se espera uma intensa guerrilha urbana nesta cidade de 1,5 milhão de habitantes.
A comunidade internacional e as ONGs presentes no local se inquietam pelo destino dos civis bloqueados na cidade.


sábado, 22 de outubro de 2016

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial

Ministro turco: Mossul pode servir de pretexto para a Terceira Guerra Mundial 
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 23:47 22.10.2016(atualizado 00:15 23.10.2016)
Ofensiva de Mossul
 Forças iraquianas na zona de al-Shurah, a 10 km da cidade de Mossul, Iraque, 17 de outubro de 2016
A ofensiva para libertar a cidade iraquiana de Mosul de terroristas do Daesh (Estado Islâmico) pode servir de pretexto para o início de uma nova e catastrófica guerra, declarou o vice-primeiro-ministro da Turquia, Numan Kurtulmus.

“A tentativa de transformar a operação para libertar Mosul de terroristas do Daesh num pretexto para uma nova guerra, realizada por terceiros, poderia gerar consequências catastróficas, incluindo a Terceira Guerra Mundial" – disse Kurtulmus. 

Presidente da Turquia Recep Tayyip Erdogan durante discurso
© AFP 2016/ ADEM ALTAN / AFP
Erdogan: 'Mossul pertence à Turquia historicamente'

Ele destacou que o futuro desta cidade está diretamente ligado aos interesses da Turquia, assim como das cidades sírias de Aleppo e Damasco.

“Os habitantes de países vizinhos são nossos amigos, irmãos, parentes. Todos vivemos na mesma região. Ninguém tem o direito de impedir que a Turquia se interesse pelos acontecimentos que acontecem em países vizinhos” – afirmou o vice-primeiro-ministro.

Kurtulmus voltou a criticar a posição das autoridades iraquianas que se opõem à presença de militares turcos no acampamento de Bashiqa, ao norte do Iraque, próximo a Mossul.
Forças iraquianas passam no deserto no âmbito de operação de libertação de Mossul, Iraque, 20 de outubro de 2016
© AFP 2016/ AHMAD AL-RUBAYE
Premiê do Iraque: Turquia não luta contra Daesh, tenta sim 

ganhar influência


"Hoje, o primeiro-ministro do Iraque está tentando criticar a Turquia. Mas, antes de tudo, é preciso responder à pergunta de por que a segunda maior cidade do Iraque foi entregue aos terroristas sem que um tiro tivesse sido disparado. Por que, em todos esses anos, um plano de resgate de Mossul não foi aceito? Por que os EUA e a comunidade internacional não levam a sério a luta contra o Estado Islâmico" – frisou o político turco.

Em 16 de outubro de 2016, as Forças Armadas do Iraque, juntamente com outros grupos armados, que incluem as formações curdas peshmerga, iniciaram uma ofensiva contra Mossul, considerada uma das duas "capitais" do grupo terrorista Daesh (proibido na Rússia e em diversos países).

FONTE: https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610226616600-ministro-turco-mossul-terceira-guerra-mundial/


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Após Mossul, próximo alvo é Raqqa, capital do Estado Islâmico na Síria

21/10/2016 16h43 - Atualizado em 21/10/2016 16h43
Após Mossul, próximo alvo é Raqqa, capital do Estado Islâmico na Síria
Cidade é a principal do grupo terrorista no país em guerra.
Extremistas já estão fugindo para lá após ofensiva anti-EI em Mossul.
Da France Presse
 As forças do 'Estado Islâmico' tomaram Raqqa em janeiro do ano passado (Foto: AP Photo/Militant Website, File )
As forças do 'Estado Islâmico' tomaram Raqqa em janeiro do 
ano passado (Foto: AP Photo/Militant Website, File )

Depois de Mossul (Iraque), o próximo alvo da coalizão internacional anti-extremista liderada pelos Estados Unidos é a cidade síria de Raqqa, a primeira cidade em importância que o grupo Estado Islâmico (EI) conquistou.
O presidente francês, François Hollande, advertiu que os extremistas do EI já estão fugindo para Raqqa diante do avanço das tropas iraquianas e das milícias curdas sobre Mossul.
"Não podemos nos permitir cometer erros ao perseguir os terroristas que estão fugindo de Mossul para Raqqa", disse, destacando que a cidade síria é o próximo alvo.
Nesta sexta-feira (21), o secretário de Estado adjunto americano Antony Blinken disse que a coalizão internacional contra o EI deve agora visar Raqqa. "Precisamos fazer as duas coisas, Mossul no Iraque e Raqqa na Síria", disse Blinken à emissora de rádio RTL de Paris.
"Desta cidade, o Daesh planeja os ataques externos. Raqqa é a verdadeira capital", afirmou Blinken.

Localizada em uma margem do rio Eufrates, perto da fronteira com a Turquia, Raqqa tem cerca de 200 mil habitantes e, em março de 2013, tornou-se a primeira capital de província síria a cair nas mãos dos rebeldes.
Na época, foi a Frente Al Nusra, braço da Al Qaeda no país, que conseguiu arrebatar seu controle do regime de Bashar al Assad, mas depois desavenças internas entre os extremistas levaram a uma cisão da qual surgiu o Estado Islâmico.
Os combatentes começaram a impor à população um código de vestimenta islâmica e lançaram ataques contra as igrejas, dando início a um reinado do terror no qual se multiplicaram os sequestros e as decapitações.
As piores atrocidades
Em 6 de janeiro de 2014, combatentes do EI declararam guerra total contra seus antigos aliados da Frente al Nusra e tomaram o controle de toda a cidade.


Cinco meses depois, Mossul caiu nas mãos dos extremistas e em 29 de junho o líder do EI, Abu Bakr al Bagdadi, proclamou o nascimento de um "califado" entre Iraque e Síria.
Raqqa continuou sendo o cenário das piores atrocidades, como o apedrejamento de uma mulher acusada de adultério, as crucificações ou o lançamento de homossexuais de um terraço.
Em fevereiro de 2015, o grupo publicou um vídeo em que aparecia um soldado jordaniano da coalizão que luta contra o EI queimado vivo pelos extremistas na província de Raqqa.
Segundo sua rígida interpretação do código islâmico, os extremistas impuseram na cidade a proibição do álcool e de cigarros, forçaram os homens a deixar crescer a barba e as mulheres a usar niqab (véu integral) em público.
O comércio também está regulado e só se permite a casais casados fazer compras juntos. A roupa à venda não pode ser muito justa, transparente ou muito adornada.
Na praça central, há comércio de escravas sexuais, muitas delas prisioneiras da minoria yázidi, e ali os opositores são torturados.
A cidade fica a 550 km de Damasco e para lá peregrinam os jihadistas estrangeiros que querem se unir ao grupo. Na província, o grupo pode explorar desde agosto de 2014 os cultivos de trigo e algodão, além de gerar renda com os campos de petróleo.

Desde o início dos bombardeios da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos, em setembro de 2014, o grupo perdeu terreno na fronteira com a Turquia. No entanto, até agora conseguiu manter o controle de Raqqa.

domingo, 16 de outubro de 2016

Operação para libertar Mossul ameaça segurança de 1,5 milhão de pessoas – ONU

Operação para libertar Mossul ameaça segurança de 1,5 milhão de pessoas – ONU
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA  00:47 17.10.2016 
Crianças e mulheres num edifício para civis deslocados em Makhmour, ao leste de Mossul, Iraque (Foto de arquivo)
O secretário-geral adjunto da ONU para Assuntos Humanitários, Stephen O'Brien, declarou hoje (16) que a operação militar para libertar a cidade iraquiana de Mossul da ocupação do grupo terrorista Daesh (Estado Islâmico) coloca em perigo os seus 1,5 milhão de habitantes. “Estou extremamente preocupado com a segurança de até 1,5 milhão de pessoas que vivem em Mossul e que podem sofrer com as operações militares de libertação da cidade do Daesh. As famílias correm grande risco de se ver sob fogo cruzado ou se tornar alvo de atiradores. Dezenas de milhares de meninas e meninas iraquianos, homens e mulheres, podem acabar numa emboscada ou ser usados como escudos vivos” – diz o comunicado divulgado por O'Brien.
Iraqi security forces ride in vehicles travelling to Mosul to fight against militants of Islamic State at an Iraqi army base in Camp Taji in Baghdad, February 21, 2016
© REUTERS/ AHMED SAAD
Iraque inicia ofensiva para libertar Mossul do Daesh

O início da ofensiva para libertar Mossul da ocupação do Daesh (proibido na Rússia e em diversos países), no norte do Iraque, foi anunciado hoje mais cedo pelo primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi.

Mossul, com quase 700 mil habitantes, é a capital da província de Ninawa e a segunda maior cidade do Iraque. Exército iraquiano, milícias xiitas e curdos, apoiados pelas forças aéreas da coalizão internacional liderada pelos EUA, tentam, desde o mês de março, libertar a cidade do Daesh, que ocupou Mosul em junho de 2014.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610176567612-mossul-seguranca-pessoas-onu/


sábado, 15 de outubro de 2016

Forças iraquianas jogam panfletos sobre Mossul para avisar sobre a ofensiva

Forças iraquianas jogam panfletos sobre Mossul para avisar sobre a ofensiva
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
02:47 16.10.2016(atualizado 03:41 16.10.2016)
Mossul, Iraque
Forças iraquianas jogaram na manhã deste domingo milhares de panfletos sobre Mossul para avisar a população sobre a grande ofensiva que está sendo preparada para retomar a cidade do controle dos terrorista
Helicópteros das Forças Armadas dos EUA em Mossul (Arquivo)
© AFP 2016/ MAURICIO LIMA
EUA começam a bombardear posições do Daesh em Mossul


"É a hora da vitória. É a hora de celebrar um Iraque livre do Daesh ou de qualquer crença sombria. Estamos nos preparando —ara uma ação para libertar Mossul e retomar a segurança e a estabilidade na região", dizem os panfletos, segundo a CNN.

No material de quatro páginas, as autoridades pedem que os civis não entrem em pânico e recomendam que eles evitem certas áreas da cidade e permaneçam dentro de suas casas o máximo que puderem.  Na noite do último sábado, de acordo com a agência Anadolu, militares americanos deram início aos ataques contra os militantes do Daesh em Mossul. Segundo informaram fontes iraquianas à Sputnik, esses ataques eram parte da preparação para a ofensiva maior, que começa neste domingo.