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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

ATENÇÃO: Milagre de 627 anos não se repete e indica catástrofe para 2017

ATENÇÃO:  Milagre de 627 anos não se repete e indica catástrofe para 2017
Liquefação do sangue seco de São Januário acontece em três datas por ano
Da Redação    22/12/2016 16:51:00Atualizado em 22/12/2016 17:58:35

Um milagre católico que se repete desde 1389 não se repetiu em 2016 e pode prenunciar coisas ruins para o ano que vem. 

O sangue seco armazenado de São Januário se liquefaz em três datas anuais, incluindo 16 de dezembro. Dessa vez, no entanto, na cerimônia que aconteceu na sexta-feira, o milagre não aconteceu. 
 
Papa durante liquefação do sangue de São Januário no ano passado
(Foto: AFP)

Segundo O Globo, a tradição determina que quando a liquefação não acontece está prenunciado um grande desastre. Isso aconteceu poucas vezes nos últimos 627 anos. 

Em uma delas, no ano de 1527, milhares morreram vítimas da praga. Já em 1939, houve o começo da Segunda Guerra Mundial.

Ao jornal "La Stampa", o monsenhor Vincenzo De Gregorio, abade da Capela Real do Tesouro de São Januário em Nápoles, na Itália, tentou minimizar o ocorrido. "Nós não devemos pensar em desastres e calamidades. Nós somos homens de fé e devemos continuar rezando".

O milagre da liquefação acontece no sábado antes do primeiro domingo de maio, como homenagem à Virgem Maria; em 19 de setembro, que é o dia de São Januário; e no dia 16 de dezembro, referência à erupção do Monte Vesúvio de 1631 - uma estátua do santo exposta para o vulcão teria ajudado a conter o desastre.

São Januário foi um bispo que se opôs à perseguição romana e foi condenado à morte por decapitação em 305, conta a tradição. 

Ele teve o corpo e a cabeça recolhidos por um senhor e uma mulher encheu um frasco com seu sangue, que hoje segue guardado na relíquia.



domingo, 9 de outubro de 2016

Turquia diz que morte de dois suspeitos de terrorismo evita catástrofe

Turquia diz que morte de dois suspeitos de terrorismo evita catástrofe
 postado em 08/10/2016 09:01
 
A morte de um homem e uma mulher que detonaram os explosivos que carregavam neste sábado perto de Ancara, quando a polícia tentava detê-los depois de receber informações sobre um possível atentado, "evitou uma grande catástrofe", segundo a Turquia.
Não se sabe as circunstâncias exatas da explosão, mas tudo parece indicar que os dois suicidas detonaram artefatos explosivos, talvez preparados para fabricar carros-bomba, estima a agência pró-governamental Anatolia, acrescentando que os dois morreram.
Às 03h00 GMT (00h00 de Brasília), a polícia entrou em uma fazenda de Haymana, a 50 km de Ancara, onde os dois suspeitos estavam escondidos em uma cabana, segundo o gabinete do governador.
"Pouco depois que as forças de segurança ordenaram que se entregassem, dois terroristas, um homem e uma mulher, detonaram seus explosivos", disse o gabinete.
O governador de Ancara, Ercan Topaca, considerou provável que os dois tivessem vínculos com o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK). Os agentes os procuravam depois de receber uma informação da província curda de Diyarbakir (sudeste), informou.
"O material utilizado, a fabricação e a maneira como foi preparado se parece um pouco com a do PKK", declarou o governador, citado pela Anatolia.
O PKK - uma organização considerada terrorista por Turquia, União Europeia e Estados Unidos - realiza há 32 anos uma insurreição contra o Estado turco no sudeste do país para obter a independência.
Depois de um cessar-fogo de dois anos, a violência foi retomada em 2015. O conflito começou em 1984 e desde então deixou mais de 40.000 mortos.
- "Uma grande catástrofe foi evitada" -
Um veículo foi encontrado no local dos incidentes com uma bandeira turca, e provavelmente seria usado como carro-bomba, segundo o governador.
"Uma grande catástrofe foi evitada. É provável que teriam atacado Ancara... Todos os indícios parecem acusar a organização terrorista PKK", declarou o ministro da Justiça, Bekir Bozdag, em uma entrevista à CNN-Turk.
O governador afirmou que o homem que detonou seus explosivos era proveniente de Bingol, uma cidade do leste da Turquia.
Os agentes encontraram um documento de identidade no local da explosão, disse o governador, segundo o qual uma terceira pessoa está sendo procurada.
Também foram apreendidos 200 quilos de nitrato de amônio, um material que pode ser usado para a fabricação de bombas, disse o gabinete do governador.
Na sexta-feira, um grupo radical próximo ao PKK, os Falcões da Liberdade do Curdistão (TAK), reivindicou um atentado contra um posto policial em Istambul que deixou na véspera dez feridos.

Há um ano, em 10 de outubro de 2015, Ancara sofreu um atentado islamita que deixou 103 mortos. Nunca foi reivindicado, mas as autoridades atribuem sua autoria ao grupo extremista Estado Islâmico (EI).

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Chefe da ONU alerta para catástrofe humanitária na cidade síria de Aleppo

16/08/2016 21h10 - Atualizado em 16/08/2016 21h14
Chefe da ONU alerta para catástrofe humanitária na cidade síria de Aleppo
Há risco de 'catástrofe humanitária sem precedentes', diz Ban Ki-moon. Aleppo é dividida entre oeste controlado pelo governo e leste pelos rebeldes.
Da Reuters
 Homem carrega peças de metal nesta segunda-feira (16) em rua com escombros após ataque em Sakhur, bairro de rebeldes sírios na cidade de Aleppo (Foto: AMEER ALHALBI / AFP)
Homem carrega peças de metal nesta segunda-feira (16) em rua 
com escombros após ataque em Sakhur, bairro de rebeldes sírios 
na cidade de Aleppo (Foto: AMEER ALHALBI / AFP)

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, alertou nesta terça-feira (16) sobre o que chamou de uma “catástrofe humanitária” sem precedentes em Aleppo, na Síria, e pediu à Rússia e aos Estados Unidos para rapidamente alcançarem um acordo sobre um cessar-fogo na cidade e em outros lugares do país.

"Em Aleppo nós corremos o risco de ver uma catástrofe humanitária sem precedentes nos mais de cinco anos de sofrimento e derramamento de sangue no conflito sírio”, disse Ban ao Conselho de Segurança das Nações Unidas no seu último relatório mensal sobre o acesso à ajuda, visto pela Reuters.

A luta pelo controle de Aleppo, dividida entre o oeste controlado pelo governo e o leste comandado pelos rebeldes, se intensificou nas últimas semanas provocando centenas de mortes e impedindo o acesso de muitos civis a produtos básicos, luz e água.
Aleppo é um dos bastiões da rebelião para derrubar o presidente Bashar al-Assad, cujas forças têm o apoio terrestre de milícias xiitas de países vizinhos e o apoio aéreo da Rússia.
"A luta por território e recursos está sendo feita por intermédio de ataques indiscriminados em áreas residenciais, inclusive com o uso de bombas-barril, matando centenas de civis, incluindo dezenas de crianças”, disse Ban no relatório.


Ele reiterou o pedido por uma pausa humanitária de pelo menos 48 horas dos combates em Aleppo para a chegada de ajuda e também pressionou Moscou e Washington para alcançarem rapidamente um acordo de cessar-fogo.