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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Justiça que tira Lula de 2018, permite Aécio de disputar reeleição


Justiça que tira Lula de 2018, permite Aécio de disputar reeleição


08/02/2018
 

Da Redação Viomundo

O gráfico da — neste caso — insuspeita revista dos irmãos Marinho é límpido e claro ( Revista Época).
Em 68% dos casos da Lava Jato julgados pelo TRF-4 os desembargadores divergiram, no caso de Lula não.
 

Eles aumentaram as penas dos condenados pela Lava Jato em primeira instância em 51% dos casos; em média, aumento de 25 meses; no caso de Lula, foram 32.

Foram 18 meses, em média, para julgar os recursos da Lava Jato; Lula foi o recordista, com 6,5 meses.

Mas, não foi só isso. Como Lula tem 70 anos de idade, poderia ter alcançado a prescrição de pena.

Foi o que aconteceu, por exemplo, com o senador José Serra (PSDB-SP), na acusação resultante da delação de Joesley Batista.

O dono da J&F disse que deu R$ 20 milhões para a campanha de Serra em 2010, sendo R$ 13 mi através de esquemas envolvendo notas frias.

Porém, o caso prescreveu.

A mesma alegação enterrou um dos processos a que responde o senador Romero Jucá (PMDB-RR), mas não por conta da idade.

O processo tramitou durante 14 anos no Supremo Tribunal Federal, 3 dos quais sob pedido de vistas do ministro Gilmar Mendes.

O senador tucano Aécio Neves também foi beneficiado por prescrição, na acusação que recebeu do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

O executivo relatou ter montado uma caixinha de R$ 7 milhões para reforçar a bancada que elegeria o então deputado mineiro para a presidência da Câmara, em 2000.

Destes, R$ 1 milhão ficaram com o próprio Aécio, segundo o delator.

O ex-procurador geral Rodrigo Janot pediu abertura de inquérito ao STF em outubro de 2016. 

Em março de 2017, avisou ao tribunal que o crime de corrupção passiva prescreveu na virada do ano.

No caso de Lula, segundo o ex-juiz federal Flávio Dino, o TRF-4 aumentou a pena do ex-presidente justamente para evitar a prescrição.

Aécio, aliás, agora se movimenta com a desenvoltura de quem sugeriu mandar matar o primo, possível delator.

Ele diz que foi brincadeira: “Essa expressão que você se refere (matar o primo) era uma brincadeira. 

Eu fui enganado em uma conversa privada de alguém que oferecia um empréstimo para ajudar a pagar os advogados e induziu a conversa dessa forma.

 É algo que eu lamento, me penitencio diariamente, mas não é algo que me desonra. Eu não me apropriei de um centavo de dinheiro público”, afirmou em recente entrevista.

Na última terça-feira o senador recebeu o governador Geraldo Alckmin em seu gabinete.

Em entrevistas, desmentiu que seja candidato a deputado federal e afirmou ser “natural” que dispute a reeleição em Minas.

Não é a primeira vez que ação — ou inação — da Justiça brasileira beneficia os tucanos.

No caso do mensalão petista, o caso foi julgado conjuntamente, no Supremo Tribunal Federal, permitindo condenações por formação de quadrilha, com penas longas.

No caso do mensalão tucano, o caso foi desmembrado e prescreveu para alguns réus. Ninguém foi preso.

Veja a matéria completa no Viomundo

P.S: Aécio já está se preparando para disputar reeleição em 2018.


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domingo, 28 de maio de 2017

Serra ligou para Aécio pedindo para substituir Serraglio por “ministro forte”

Serra ligou para Aécio pedindo para substituir Serraglio por “ministro forte”
Postado em 28 de maio de 2017 às 6:33 pm
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No dia 20 de abril, José Serra ligou para seu colega Aécio Neves. Ele queria derrubar o então ministro da Justiça, Osmar Serraglio, para colocar outro mais “forte” em seu lugar.

Serra queria paz e sossego para roubar. 

A conversa foi grampeada:


José Serra – Deixa eu te falar uma coisa, cara. Eu tô preocupado… olhando do ponto de vista macro, né… da política, eu acho que precisa ter um ministro da Justiça forte, viu Aécio.

Aécio Neves – Eu também acho, sempre achei.

José Serra – E… realmente forte. Não precisa ser da área, porque vai ficar da área… vai ficar aquele problema todo. 

Alguém como o Jungmann daria, entende? Bem assessorado, tal. 

O fato é que tem que por alguém com força. Não para fazer nada arbitrário, mas para que as coisas tenham um caminho, né? de desenvolvimento, tudo.

Aécio Neves – Vamos falar pessoalmente, tá bom.

José Serra – É. Mas se você tiver oportunidade, sem mencionar que eu te falei, porque eu tinha ficado de falar com ele. Podia mencionar isso para o presidente.

Aécio Neves- Tudo bem, mas não sei se consigo.

José Serra – Inclusive quem etc. Mas o fato é o seguinte, precisa ter ministro forte.

Aécio Neves – Concordo com você.

José Serra – O rapaz é um… o Osmar Serraglio foi um bom deputado, acho mesmo… pode ir para outro ministério, tal, mas as condições iniciais ele não teve

Aécio Neves – Falamos pessoalmente, mas concordo. Falamos pessoalmente, tá bom? Mas tá entendido.

José Serra – Você concorda com a ideia, né?

Aécio Neves – Concordo há muito tempo já.

José Serra – Tá bom.

Aécio Neves – Abração.

José Serra – Ok.

Aécio Neves – Melhoras aí.




Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.
AGRADEÇO A TODOS 



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Jornal Nacional se ‘apega’ a denúncia vazia para derrubar Dilma e ‘encobre’ Serra mesmo com documentos que comprovam propina no exterior

Jornal Nacional se ‘apega’ a denúncia vazia para derrubar Dilma e ‘encobre’ Serra mesmo com documentos que comprovam propina no exterior
17 de abril de 2017
 

Não tem realmente jeito para o Jornal Nacional da Rede Globo. 

O jornalístico deu ênfase a uma acusação contra a ex-presidente Dilma (PT) feita por Marcelo Odebrecht, disparando um verdadeiro ‘arsenal’ contra a petista.

Em contrapartida, a Globo tentou proteger o Senador José Serra (PSDB), onde delatores entregaram uma vasta documentação contra            o tucano, comprovando pagamentos de propina                  no exterior.

O Jornal Nacional reservou poucos minutos para o tucano e quase o jornal ‘inteiro’ contra a ex-presidente.

Mais uma vez a Globo mostra a sua inclinação anti-pt e continua a sua perseguição implacável para inviabilizar os nomes do partido para o pleito eleitoral vindouro.

O problema é que a emissora carioca já caiu no descrédito popular, após ter sido citada em uma delação de Emilio Odebrecht.

CLICK POLITICA



quinta-feira, 13 de abril de 2017

URGENTE: PSDB é dizimado com delações da Odebrecht e partido deve passar por reformulação para não ruir; CONFIRA!

URGENTE: PSDB é dizimado com delações da Odebrecht e partido deve passar por reformulação para não ruir; CONFIRA!
13 de abril de 201
 

Um dia após o início da divulgação dos dados da delação da Odebrecht, o PSDB reagia de forma descoordenada à saraivada de acusações sofrida pela sigla. Nas palavras de um dirigente da sigla, “o partido está sendo dizimado”.

“A delação atingiu em maior ou menor grau toda a cúpula tucana. Alvo de cinco pedidos de inquéritos e em situação grave, o presidente da sigla, senador Aécio Neves (MG).

Vários de seus escudeiros estão na lista do ministro de Edson Fachin com pedidos de abertura de inquérito. Um deles pondera que pode haver arquivamentos e, no longo prazo, até absolvições, mas o impacto político é irreversível no primeiro momento.

No Senado, onde 6 dos 11 parlamentares tucanos foram parar na lista, o clima era de velório. 

Não houve quórum para sessões de comissões na quarta (12) e a dispersão era evidente. Alguns senadores ficaram de se falar ao vivo após o feriado da Páscoa.

Também no que internamente o partido chama de “lista da morte” dos políticos mais enrolados, o senador José Serra (SP) igualmente buscou refúgio em sua base.

Em reuniões separadas, assessores buscavam informações mais precisas sobre o teor das acusações nas delações, um pesadelo logístico já que a imprensa teve acesso primeiro aos dados.”



sábado, 8 de abril de 2017

DECEPCIONOU: Roberto Freire luta por emprego para aliados no governo Temer e deixa seus admirados perplexos

DECEPCIONOU: Roberto Freire luta por emprego para aliados no governo Temer e deixa seus admirados perplexos
 8 de abril de 2017
 

O presidente do PPS, Roberto Freire, foi deputado estadual, deputado federal e senador por Pernambuco. Quando se viu sem futuro político em seu próprio estado e embora nunca tenha residido em São Paulo, foi presenteado, em 2009, com um cargo na administração da capital paulista, pelo então prefeito José Serra, agradinho que foi mantido pelo sucessor, Gilberto Kassab.

Mesmo sem conhecimentos técnicos comprovados na área, Freire ganhou uma boquinha na Empresa Municipal de Urbanização (Emurb) e na São Paulo Turismo (SPTuris), responsável pelo desenvolvimento do turismo e da organização de eventos, como o carnaval. 

Residente em Recife, não compareceu em nenhuma reunião dos conselhos em São Paulo, mas teve direito a R$ 12 mil por mês. 

No mesmo ano, apenas para garantir mandato, não viu conflitos de representação ao transferir seu domicílio eleitoral para São Paulo, por onde conseguiu se eleger deputado federal, em 2010, com o apoio dos tucanos. Tentou se reeleger em 2014, mas foi novamente rejeitado pelas urnas.

Pelo apoio dado ao golpe parlamentar do ano passado, terminou virando ministro da Cultura de Temer.

Logo após a posse, em entrevista à imprensa, Freire afirmou que sob seu comando “os cargos no ministério seriam exercidos, preferencialmente, por servidores de carreira”. 

Em outras entrevistas, acusou diversas vezes, que o Ministério da Cultura teria sido aparelhado por petistas. “Lamentavelmente, um ministério que teria muito a dar ao país ficou voltado para atender a interesses de facções políticas”, declarou, atribuindo nomeações ao “projeto de poder” do PT e do PCdoB.

No entanto, desde que passou a ser ministro, o “zeloso” presidente do PPS nomeou para o MinC, em Brasília e nos estados, “companheiros” do partido que, em sua grande maioria, perderam eleições recentes e, pelo currículo, não possuem atributos – além da amizade e da relação política com o ministro – que os qualifiquem para integrar a pasta da Cultura. A lista é extensa:

Fábio Sato, candidato derrotado à prefeitura de Presidente Prudente (SP) no ano passado, ganhou de presente a cadeira de assessor na Secretaria-Executiva do MinC.

Maria do Céu, que não conseguiu se eleger vereadora de Recife, agora é chefe da representação do MinC no Nordeste.

Raimundo Benoni Franco foi nomeado secretário de Infraestrutura Cultural. Ele disputou e perdeu a eleição para prefeito da cidade de Salinas (MG).

Adão Cândido, que concorreu a vice-governador do Distrito Federal em 2014, foi presenteado com o cargo de secretário de Articulação e Desenvolvimento Institucional do ministério.

O ator global Stepan Nercessian tentou vaga na Câmara dos Deputados, perdeu, e agora é presidente da Funarte.

O presidente do PPS-DF, Francisco Andrade, candidato derrotado a deputado em 2014, recebeu a direção do Departamento de Mecanismos de Fomento. Sem experiência na área cultural ou de finanças públicas, tem em mãos R$ 41,5 milhões para gerir o Fundo Nacional da Cultura.

João Batista de Andrade, candidato a vice-prefeito de São Paulo derrotado em 2008, agora é secretário-executivo e, muito provavelmente, futuro presidente da Ancine (Agência Nacional do Cinema).

João Artur de Almeida Pinheiro faz parte do conselho fiscal do PPS. No MinC, é chefe de gabinete.

Fabiano Caldeira é apenas filiado ao partido de Roberto Freire e está no ministério como chefe da Assessoria de Comunicação Social.

José Haddad, presidente do PPS de Niterói (RJ), está ocupando a chefia regional do MinC nos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

Alberto Aggio, membro do conselho político do PPS, é assessor especial no ministério de Freire.

Outro filiado do partido, Sionei Ricardo Leão de Araújo, é, simplesmente, assessor no Minc.

E até a advogada do PPS, especialista em direito do consumidor, Renata de Carvalho Machado, foi agraciada pelo amigo ministro, que a indicou para ser coordenadora-geral de Cultura e Educação da Secretaria da Cidadania e Diversidade.

Roberto Freire, que apoiou o golpe em troca de um ministério, tem se notabilizado na mídia tradicional pelo empenho com que se lança na defesa da moralidade pública. 

Por essa razão, o seu comportamento deveria ser exemplar no campo da ética, já que se apresenta como o paladino da moral. Ou não?



sábado, 1 de abril de 2017

Coluna Radar da Veja traz denúncia gravíssima contra Serra em suposta ‘nova falcatrua’ na casa dos milhões; CONFIRA!

Coluna Radar da Veja traz denúncia gravíssima contra Serra em suposta ‘nova falcatrua’ na casa dos milhões; CONFIRA!
1 de abril de 2017
 

Do Radar da Veja:

Além do dinheiro na Suíça, a delação da Odebrecht traz outra bomba sobre José Serra. 

O ex-presidente Pedro Novis revelou um depósito, na casa de milhões, para o tucano. 

A operação envolve o empresário José Amaro Ramos e a conta de uma parente de Serra.



domingo, 5 de março de 2017

Adir Assad quer delatar o que sabe sobre desvio em obras de R$ 1,3 bi do PSDB em SP. Mas Moro não quer ouvir

Adir Assad quer delatar o que sabe sobre desvio em obras de R$ 1,3 bi do PSDB em SP. Mas Moro não quer ouvir
Publicado em março 5, 2017 por LUIZ MÜLLER
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(Titulo da matéria atualizado as 13 h 05/03/17). Adir Assad, o Delator preso ,doleiro e operador financeiro dos esquemas de corrupção, é quem quer fazer a delação premiada. O ex-chefe do DERSA seria um dos beneficiados.


O operador financeiro Adir Assad está preso desde agosto do ano passado e Moro o condenou a mais de 9 anos de cadeia. 

Ele quer fazer o que todos os demais condenados por Moro fazem, delatar, abrir o bico. Só que o que ele tem a dizer é contra os tucanos de São Paulo, onde ele afirma ter lavado R$ 1,3 bilhão para o esquema, quando era chefe do Dersa. 

Só que aí atinge em cheio o PSDB e governadores Serra, Alckmin, e a Força Tarefa de Moro se vê diante de sua kriptonita, e enfraquece…

O operador financeiro Adir Assad propôs um acordo de delação premiada à Lava Jato no qual afirma ter repassado cerca de R$ 100 milhões para Paulo Vieira de Souza, ex-diretor da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa), entre 2007 e 2010, na gestão José Serra (PSDB) no governo de São Paulo.

(…) Na tratativa com a força-tarefa na capital paranaense, Assad admitiu ter usado suas empresas de fachada para lavar recursos de empreiteiras em obras viárias na capital e região metropolitana de São Paulo, entre elas a Nova Marginal Tietê, o Rodoanel e o Complexo Jacu-Pêssego. 

[Fonte: Estadão, onde você pode conferir um infográfico com toda a movimentação de verbas desviadas pelo PSDB de obras em São Paulo]


Assad quer delatar tudo: como funcionava esquema do caixa 2 das empresas, a lavanderia que montou com suas empresas, até sobre um apartamento dividido com Paulo Preto (operador de Serra e do PSDB) onde se armazenava dinheiro (muito) vivo.

Mas, “como a força-tarefa já detém uma série de informações sobre suas operações, Assad está atrás na corrida das negociações e enfrenta a resistência do Ministério Público Federal“. 

Em outras palavras:

– Denúncia contra tucanos? Não vêm ao caso…




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

José Serra pede demissão do Ministério das Relações Exteriores

VEJA A CARTA
José Serra pede demissão do Ministério das Relações Exteriores
Ministro tucano alegou problemas de saúde em carta enviada ao presidente da República Michel Temer
PUBLICADO EM 22/02/17 - 21h02
 José Serra pede demissão do cargo de ministro das Relações Exteriores
José Serra
José Serra pede demissão do cargo de ministro das Relações 
Exteriores

DA REDAÇÃO

O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão na noite de hoje (22) ao presidente Michel Temer alegando problemas de saúde. Serra esteve no Palácio do Planalto na noite desta quarta-feira para entregar seu pedido de exoneração a Temer.

O chanceler informou que está passando por tratamentos médicos que o impedem de fazer as viagens internacionais necessárias para o cargo.

No documento, Serra diz estar triste com a decisão e promete trabalhar em prol do governo ao reassumir seu mandato de senador por São Paulo. De acordo com ele, o período de recuperação é de pelo menos quatro meses.

Leia a íntegra da carta de demissão do ministro José Serra:
“Senhor presidente,

Pela presente, venho solicitar minha exoneração do cargo de Ministro de Estado das Relações Exteriores.

Faço-o com tristeza mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de Chanceler. 

Isto sem mencionar as dificuldades para o trabalho do dia a dia. Segundo os médicos, o tempo para restabelecimento adequado é de pelo menos quatro meses.

Para mim, foi motivo de orgulho integrar sua equipe. 
No Congresso, honrarei o meu mandato de senador trabalhando pela aprovação de projetos que visem à recuperação da economia, ao desenvolvimento social e à consolidação democrática no Brasil.
Respeitosamente, José Serra”




DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

 Beto Barata/PR

Alegando motivos de saúde, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22; "Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz ele na carta; segundo o tucano, o tempo para sua recuperação, de acordo com os médicos, é de quatro meses; Serra foi delatado pela Odebrecht acusado de ter recebido R$ 23 milhões em propina na Suíça

22 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 21:02

247 - O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22. Primeiro tucano a integrar a equipe de Temer, Serra alegou motivos de saúde na carta em que pediu sua exoneração.
"Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz Serra



sábado, 18 de fevereiro de 2017

As palmadas morais de Raduan Nassar no lugar onde Roberto Freire guarda seu intelecto. Por Kiko Nogueira


Postado em 17 Feb 2017

Na manhã de sexta-feira, dia 17, o escritor Raduan Nassar recebeu o Prêmio Camões, o mais importante da literatura em língua portuguesa, pelo conjunto de sua obra.

Na cerimônia, realizada em São Paulo, o autor de “Lavoura Arcaica” fez o que se espera de um intelectual corajoso: denunciou o golpe. 

O ministro da Cultura, Roberto Freire, ainda tentou uma pegadinha. 
Escalou Nassar para abrir os trabalhos, prevendo que viria chumbo, de modo a ele ficar por último. Batata (leia o pronunciamento abaixo).

O vexame foi inevitável. Freire, descontrolado em sua soberba e ignorância, mais um “notável” num governo vagabundo, sem qualquer legitimidade para o cargo, foi vaiado pela plateia, com quem bateu boca.

O melhor que conseguiu foi sugerir que Raduan não deveria aceitar o prêmio de 100 mil euros por ser um “adversário” — como se ele outorgasse a premiação, e não um júri de Brasil e Portugal — e que não estamos em uma “ditadura”.

Ouviu do professor Augusto Massi: “Acho que você não está à altura do evento”. Obviamente que não está. Resta-lhe procurar consolo em José Serra, que o inventou, enquanto não cai — se Serra não tiver mais o que fazer.

Eis o discurso de Raduan Nassar na íntegra: 
Tive dificuldade para entender o Prêmio Camões, ainda que concedido pelo voto unânime do júri. De todo modo, uma honraria a um brasileiro ter sido contemplado no berço de nossa língua.

Estive em Portugal em 1976, fascinado pelo país, resplandecente desde a Revolução dos Cravos no ano 
anterior. Além de amigos portugueses, fui sempre carinhosamente acolhido pela imprensa, escritores 
e meios acadêmicos lusitanos.

Portanto, Sr.Embaixador, muito obrigado a Portugal.

Infelizmente, nada é tão azul no nosso Brasil.

Vivemos tempos sombrios, muito sombrios: invasão na sede do Partido dos Trabalhadores em São Paulo; invasão na Escola Nacional Florestan Fernandes; invasão nas escolas de ensino médio em muitos estados; a prisão de Guilherme Boulos, membro da Coordenação do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto; violência contra a oposição democrática ao manifestar-se na rua. Episódios todos perpetrados por Alexandre de Moraes.

Com curriculum mais amplo de truculência, Moraes propiciou também, por omissão, as tragédias nos presídios de Manaus e Roraima. 
Prima inclusive por uma incontinência verbal assustadora, de um partidarismo exacerbado, há vídeo, atestando a virulência da sua fala. E é esta figura exótica a indicada agora para o Supremo Tribunal Federal.

Os fatos mencionados configuram por extensão todo um governo repressor: contra o trabalhador, contra aposentadorias criteriosas, contra universidades federais de ensino gratuito, contra a diplomacia ativa e altiva de Celso Amorim.

Governo atrelado por sinal ao neoliberalismo com sua escandalosa concentração da riqueza, o que vem desgraçando os pobres do mundo inteiro.

Mesmo de exceção, o governo que está aí foi posto, e continua amparado pelo Ministério Público e, de resto, pelo Supremo Tribunal Federal.

Prova da sustentação do governo em exercício aconteceu há três dias, quando o ministro Celso de Mello, com suas intervenções enfadonhas, acolheu o pleito de Moreira Franco. 

Citado 34 vezes numa única delação, o ministro Celso de Mello garantiu, com foro privilegiado, a blindagem ao alcunhado “Angorá”. E acrescentou um elogio superlativo a um de seus pares, o ministro Gilmar Mendes, por ter barrado Lula para a Casa Civil, no governo Dilma. Dois pesos e duas medidas.

É esse o Supremo que temos, ressalvadas poucas exceções. Coerente com seu passado à época do regime militar, o mesmo Supremo propiciou a reversão da nossa democracia: não impediu que Eduardo Cunha, então presidente da Câmara dos Deputados e réu na Corte, instaurasse o processo de impeachment de Dilma Rousseff. 

Íntegra, eleita pelo voto popular, Dilma foi afastada definitivamente no Senado.

O golpe estava consumado!

Não há como ficar calado.

Obrigado



sábado, 11 de fevereiro de 2017

BOMBA: EUA vem exigir de Serra entrega do pré-sal da Petrobrás

BOMBA: EUA vem exigir de Serra entrega do pré-sal da Petrobrás
11 de fevereiro de 2017
 

A troca de comando na Casa Branca, com a posse de Donald Trump após a derrota de Hillary Clinton, não alterou os interesses estratégicos dos Estados Unidos em relação ao Brasil, que não tem interesses estratégicos e se converteu num território entreguista após o golpe parlamentar de 2016, que foi apoiado pelos Estados Unidos.

O secretário de Estado de Dolnad Trump, Rex Tillerson, que já foi CEO da Exxon, acertou uma visita ao chanceler José Serra, que terá como tema central a abertura do pré-sal a empresas estrangeiras – o que Serra já havia prometido à Chevron, em conversas interceptadas pelo Wikileaks.

Enquanto os americanos buscam garantir segurança energética, o Brasil entrega suas riquezas.

A visita de Tillerson foi antecipada por Ancelmo Gois:

Trump acena para o Brasil

Esse Rex Tillerson, o novo secretário de Estado dos EUA, pediu um encontro, semana que vem com o chanceler José Serra, na Alemanha, durante a reunião do G-20, o grupo que reúne as 20 maiores potências mundiais. 

É o primeiro contato de um alto funcionário da administração Trump com o governo Temer.

A voz da América
Embora o Brasil nunca tenha sido (e muito menos será com Trump) peça importante da política externa americana, Rex Tillerson conhece bem mais o Brasil do que seus antecessores democratas, John Kerry e Hillary Clinton. 

É que ele comandou a ExxonMobil, empresa que tem muitos interesses por aqui, inclusive na área do pré-sal.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Aécio passa a ser investigado pela PGR e a lista de suspeitas aumenta

Aécio passa a ser investigado pela PGR e a lista de suspeitas aumenta
Publicado por CdBem: 03/02/2017Em: Brasil
 Aécio Neves sofreu uma queda brusca nas pesquisas
Aécio queria ser diplomado no lugar da presidenta Dilma

Entre os crimes atribuídos ao senador Aécio Neves, derrotado nas eleições de 2014 pela presidenta deposta Dilma Rousseff (PT), consta a receptação de propina nos contratos superfaturados por empreiteiras, ao longo de sua gestão

Por Redação – de Brasília e Belo Horizonte

Ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura, o executivo Benedicto Júnior apontou o senador mineiro Aécio Neves (PSDB) como corrupto. 

Em sua delação premiada aos delegados da Operação Lava-Jato, vazada para a mídia conservadora, Benedicto relata que Neves, em sua passagem pelo governo de Minas Gerais, montou um esquema fraudulento para desviar recursos dos cofres públicos. 

Ele e seus associados na organização criminosa, segundo um dos integrantes — réu confesso e autor da delação premiada —, fraudavam licitações nas obras da Cidade Administrativa. 

Foi o maior projeto executado em seus oito anos de administração. Procurado pela reportagem do Correio do Brasil, o senador negou qualquer irregularidade nos projetos.

Entre os crimes atribuídos ao senador tucano, derrotado nas eleições de 2014 pela presidenta deposta Dilma Rousseff (PT), consta a receptação de propina nos contratos superfaturados por empreiteiras, ao longo de sua gestão. Um assessor de Aécio, responsável pela cobrança de acertos entre 2,5% e 3% sobre os valores das faturas quitadas, também entrou no radar da Polícia Federal (PF).]

Oswaldo Borges da Costa Filho, que integra o círculo familiar de Aécio Neves, é apontado por Benedicto Júnior como o ‘homem da mala’ (responsável pela coleta da propina) do então governador. Além de montar o circuito criminoso com as construtoras, Aécio teria orientado os executivos das empreiteiras a procurar por Costa Filho. 
A Cidade Administrativa custou R$ 2,1 bilhões. Conhecido como Oswaldinho, Costa Filho consta na lista de colaboradores nas campanhas do senador tucano.

Recall de Aécio
Após as delações de Benedicto Júnior, procuradores da Lava Jato teriam exigido dos advogados da Andrade Gutierrez, no fim de 2016, uma espécie de complementação das delações de seus executivos, chamada no jargão da PF de “recall”.

Segundo investigadores, funcionários da Andrade não detalharam o esquema de propina na Cidade Administrativa e em outras duas obras especificadas nas delações da Odebrecht: a construção do Rodoanel e do Metrô, em São Paulo. 

Nestas duas últimas, consta também a citação ao senador José Serra (PSDB-SP). Ele teria recebido propina no valor de R$ 23 milhões, no exterior.

Nas próximas semanas, o ex-presidente da AG Energia Flávio Barra e o ex-vice-presidente institucional da empresa Flávio Machado serão ouvidos, mais uma vez, na Vara Federal comandada pelo juiz Sérgio Moro. Outros executivos da empresa também podem ser incluídos no “recall”.

Barra dará detalhes das obras em São Paulo, enquanto Machado vai confirmar a versão que Oswaldinho cobrou propina de 3% do valor dos contratos da Cidade Administrativa, o que chegaria a cerca de R$ 40 milhões somente na parte da Andrade.

‘Doação oficial’
Esse também é o relato do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro. O ex-CEO da empreiteira disse que repassou a Aécio, via Oswaldinho, o montante referente à propina de 3%. As negociações com a OAS, porém, teriam sido suspensas devido aos vazamentos de informação.

O nome de Oswaldinho também aparece em uma troca de mensagens de setembro de 2014 entre o então presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e Benedicto Júnior. Eles tratavam de “uma doação de R$ 15 milhões, de recursos disponibilizados a Mineirinho via Sergio Neves”.

“Combinei que Sergio Neves sentaria com OSW para ver forma (dentro das limitações que temos) de 15”, diz a mensagem enviada a BJ por Marcelo Odebrecht. Na campanha presidencial de 2014, Aécio Neves recebeu R$ 15 milhões da empreiteira baiana como doação oficial.

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) homologar a delação da empreiteira Norberto Odebrecht, com 77 executivos, ex-executivos e funcionários da empreiteira, a Procuradoria-Geral da República (PGR) acaba de instaurar inquérito para investigar Aécio Neves. A informação foi publicada no site de notícias Buzzfeed.

Fim do sigilo
Neves negou, em resposta às acusações, vazadas para o diário conservador paulistano Folha de S. Paulo, que tenha participado de qualquer fraude na licitação da Cidade Administrativa. 

Ele segue dizendo que a obra cumpriu todos os parâmetros legais.
“O senador desconhece o conteúdo dessa suposta delação e afirma, com veemência, que as afirmações relatadas são falsas e absurdas.

O edital de construção da Cidade Administrativa foi previamente apresentado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado e as obras auditadas durante sua execução por empresa independente”, declarou, em nota, o senador.

O tucano mineiro se diz favorável, ainda, ao “fim do sigilo sobre as delações homologadas para que todo conteúdo seja de conhecimento público e as pessoas mencionadas possam se defender, uma vez que é impossível responder a especulações, interpretações ou informações intencionalmente vazadas por fontes não identificadas”.





sábado, 28 de janeiro de 2017

JANOT PEDE BLOQUEIO DA CONTA USADA POR SERRA E PELO PSDB NA SUÍÇA

JANOT PEDE BLOQUEIO DA CONTA USADA POR SERRA E PELO PSDB NA SUÍÇA
 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu pedir o bloqueio das contas do empresário Ronaldo Cezar Coelho, tesoureiro e operador do PSDB, na Suíça; foi por meio de Cezar Coelho que o atual chanceler José Serra recebeu R$ 23 milhões que saíram do departamento de propinas da Odebrecht na disputa presidencial de 2010; o pedido de Janot deveria ocorrer num encontro previsto para o dia 20 com Michael Laub, procurador-geral da Suíça, mas foi adiado em razão da morte de Teori Zavascki; desde que a história da propina de R$ 23 milhões da Odebrecht veio à tona, nem José Serra pediu demissão nem Michel Temer fez qualquer movimento para exonerá-lo; ao contrário: o governo federal aprovou um projeto de repatriação que permitiu a Cezar Coelho esquentar o dinheiro ilícito, mas Janot pretende agora estragar o que seria um crime quase perfeito 

28 DE JANEIRO DE 2017 ÀS 19:28

247 – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, decidiu pedir o bloqueio das contas do empresário Ronaldo Cezar Coelho, tesoureiro e operador do PSDB, na Suíça, segundo informa o jornalista Jamil Chade, correspondente do jornal Estado de S. Paulo em Genebra.

Foi por meio de Cezar Coelho que o atual chanceler José Serra recebeu R$ 23 milhões que saíram do departamento de propinas da Odebrecht na disputa presidencial de 2010 (saiba mais aqui).

O pedido de Janot deveria ocorrer num encontro previsto para o dia 20 deste mês com Michael Laub, procurador-geral da Suíça, mas foi adiado em razão da morte de Teori Zavascki.

Desde que a história da propina de R$ 23 milhões da Odebrecht veio à tona, nem José Serra pediu demissão nem Michel Temer fez qualquer movimento para exonerá-lo.

Ao contrário: o governo federal aprovou um projeto de repatriação que permitiu a Cezar Coelho esquentar o dinheiro ilícito, mas Janot pretende agora estragar o que seria um crime quase perfeito. 

Por meio de seu advogado, o criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira, Cezar Coelho admitiu que recebeu recursos do PSDB em uma conta na Suíça a título de ressarcimento por gastos que teve na campanha, da qual foi coordenador político. 

 “É preciso que se tenha presente que os recursos da conta bancária na Suíça foram devidamente regularizados no Brasil e são fruto de suas atividades empresariais e do ressarcimento do PSDB em razão de despesas arcadas por Ronaldo Cézar Coelho durante a campanha em 2009 e 2010”, disse Mariz. 

“Qualquer investigação apenas e tão somente irá verificar a veracidade do que já foi por ele declarado”, afirmou o criminalista. 



segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Temer, Serra e Moro, três chaves da queda de Dilma e que foram apontados pelo Wikileaks como treinados ou espiões dos EUA

Temer, Serra e Moro, três chaves da queda de Dilma e que foram apontados pelo Wikileaks como treinados ou espiões dos EUA
POSTED BY: ADMIN NOVEMBER 25, 2016  
Atualizado em 05/12/2016
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Três importantes personagens pelo Impeachment de Dilma Rousseff, foram todos denunciados pelo Wikileaks como próximos, treinados, espiões ou pelo lobby da entrega do pré-sal aos EUA e empresas estrangeiras, como dizem que geopolítica nada é de graça e nada é a toa vale a pena ligar os pontos para se chegar a conclusões mais suscintas da realidade e deixar de crer que são “teorias da conspiração”. 

Porque o poder e influência norte-americana no Brasil nesse processo político atual é forte e bem real para se ver. Depois da espionagem norte-americana ao governo brasileiro e a Petrobrás, torna-se evidente a ação de agentes internos para conseguir seus intentos.

                                        1- Serra
 

Segundo Wikileaks, José Serra do PSDB estava em articulação com petroleiras internacionais para a entrega do pré-sal aos americanos, como revelou Wikileaks com documentos vazados. Veja aqui

                               2-Temer
 

Temer segundo documentos vazados pelo Wikileaks, era informante pessoal da embaixada norte-americana, mostrando-se estar a serviço dos americanos na desestabilização do governo Dilma, implodindo-o por dentro. Leia aqui

                          3- MORO
 

Peça chave principal no Impeachment de Dilma, como mostrou a jornalistaCintia Alves, do GGN, que as operações da Lava Jato atingiram um ápice antes do Impeachment, favorecendo Temer, Leia aqui. Wikileaks revelou os treinamentos de Moro pelo departamento de Estado Norte-Americano, em cursos para “treinar” juízes e Procuradores. Leia aqui

O interessante é que alguns desses treinamentos tidos como “normais” para os defensores de Moro, também eram comuns quando militares deram um golpe no país em 1964, quando havia programa de cooperação entre EUA e Brasil, onde muitos militares tinham treinamentos especiais pelos americanos. Leia aqui 




sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Serra e FHC tentaram fazer no Mercosul o que fizeram no Brasil: comprar votos

Serra e FHC tentaram fazer no Mercosul o que fizeram no Brasil: comprar votos
16 de Agosto de 201
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O jornal El País, do Uruguai, traz reportagem nesta terça (16) denunciando que o ministro interino das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, tentou comprar o voto do país vizinho no Mercosul para suspender a presidência da Venezuela no bloco.
“Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!”, reprovou pelo Twitter o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que é presidente da representação brasileira no Parlasul — o parlamento do Mercosul.
O jornal obteve notas taquigráficas de deputados que apontam a acusação de tentativa de suborno do tucano ao chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa.
Em troca, o chanceler brasileiro propunha levar o Uruguai isoladamente em tratativas de acordos comerciais do Brasil na África e no Irã.
“Nós não gostamos muito que o chanceler (José) Serra veio ao Uruguai para nos dizer – disse em público, é por isso que lhes digo – que veio com a alegação de que a transferência [da presidência do Mercosul] deve ser suspensa e que, além disso, se fosse suspensa, nos levariam em suas negociações com outros países, como querendo comprar o voto do Uruguai”, reprovou o chanceler uruguaio.
Serra viajou ao Uruguai com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com a missão de afastar a Venezuela da presidência do Mercosul.
Nin Novoa voltou a declarar, no encontro com os deputados, que o Uruguai entende que a “Venezuela é o legítimo ocupante da presidência pro tempore e, por isso, quando convocar uma reunião, o governo uruguaio comparecerá”. “O Uruguai vai estar presente [nos encontros do Mercosul]. Se os outros não vão, será uma responsabilidade deles”, completou. Paraguai e Argentina estão do lado do governo Temer contra a Venezuela.

Na prática, FHC e Serra tentaram fazer sem sucesso o que já fizeram com triunfo em 1998 durante a compra de votos para aprovar a reeleição no Congresso.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Dilma Rousseff: É um escândalo José Serra querer comprar o Uruguai

Dilma Rousseff: É um escândalo José Serra querer comprar o Uruguai
  Notícias             17 de agosto de 2016
dilma

247 – A presidente Dilma Rousseff classificou como “escândalo” a denúncia feita pelo chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, de que o chanceler interino do Brasil, José Serra, tentou comprar o voto do Uruguai no Mercosul para se posicionar contra a presidência da Venezuela no bloco.
“É impossível um chanceler brasileiro tomar aquela atitude em relação a um chanceler uruguaio. O Brasil não pode ser dar ao luxo de achar que compra algum país. Nós não somos imperialistas, nunca fomos. Nós não podemos tratar países dessa forma”, disparou Dilma, em encontro com movimentos de mulheres no Palácio da Alvorada.
Ela reforçou ainda, no evento desta quarta-feira, sua ida ao Senado para apresentar sua defesa antes do julgamento final do processo de impeachment. “Diziam que eu não iria ao Congresso falar aos senadores. Erraram. Eu vou”, confirmou a presidente. “Falarei aos senadores com o respeito que eles merecem”, acrescentou, arrancando risos.
“Em relação à conduta deles, não tenho nenhum temor. Acredito que diante dos olhos do mundo, será importante que o Senado brasileiro honre a sua tradição histórica”, declarou.

“Por isso que no dia 29 às 9 horas eu comparecerei ao Senado. Mas não exclusivamente para fazer a minha defesa, mas a defesa do que eu represento”, afirmou, citando como exemplo “as mulheres desse país”, “os negros, os índios, todas as populações marginalizadas, os sem-terra, as classes média e os trabalhadores”.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

REQUIÃO SOBRE DENÚNCIA CONTRA SERRA: “VERGONHA!”

REQUIÃO SOBRE DENÚNCIA CONTRA SERRA: “VERGONHA!”
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Senador critica o chanceler interino, José Serra, depois da denúncia do chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, de que o governo brasileiro tentou comprar voto do Uruguai no Mercosul; "Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!", postou Requião no Twitter

16 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 15:09

Paraná 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) chamou de "vergonha" a denúncia feita pelo chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, de que o chanceler interino, José Serra, tentou comprar voto do Uruguai no Mercosul.
"Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!", postou Requião no Twitter, onde tem publicado diversos links diferentes a respeito da denúncia (leia mais).

Depois da publicação do caso no El País no Uruguai, maior jornal do país vizinho, o governo brasileiro de Michel Temer chamou o embaixador para explicar a denúncia do chanceler uruguaio. "O embaixador uruguaio foi convocado para dar explicações", disse um porta-voz do Itamaraty à Reuters.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Senador do PT pede afastamento imediato de Serra e Padilha

Senador do PT pede afastamento imediato de Serra e Padilha
Noticias ao Minuto 9 horas atrás 07/08/2016
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O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse neste domingo (7) que a oposição no Senado ao presidente interino, Michel Temer, pedirá o afastamento imediato dos dois ministros citados em pré-acordo de delação premiada da Odebrecht na Operação Lava Jato -o das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), e o da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS).
Reportagem da Folha de S.Paulo revelou, neste domingo, que funcionários da empreiteira afirmaram a investigadores da Lava Jato que a campanha de Serra à Presidência, em 2010, recebeu da empresa R$ 23 milhões por meio de caixa dois.
O ministro nega irregularidades e afirma que sua campanha ocorreu dentro da lei.
A revista "Veja" também afirmou, na edição desta semana, que a Odebrecht deverá dizer, em uma eventual delação, que o dono da empresa, Marcelo Odebrecht, participou em 2014 de um almoço no Palácio do Jaburu com Temer e Padilha no qual o atual presidente interino teria pedido "apoio financeiro" às campanhas do PMDB, o que teria resultado no pagamento de R$ 10 milhões "em dinheiro vivo" entre agosto e setembro do mesmo ano.
Eles negam a acusação. O presidente interino confirmou que se encontrou com Odebrecht em 2014 para discutir financiamento eleitoral, mas que todas as doações foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral.
"Veja" divulgou ainda que, em outro acordo de delação em andamento, o marqueteiro de campanhas do PT João Santana deverá dizer que a presidente afastada, Dilma Rousseff, participou pessoalmente de operações de caixa dois na campanha de 2014.
IMPEACHMENT
Lindbergh Farias também defendeu a suspensão do processo de impeachment contra Dilma. Embora reconheça como pequena a chance de uma paralisação do processo, o senador afirmou que as novas denúncias "mudam o clima político no país".
"Aumenta a chance de dialogar com os senadores que estão com muitas dúvidas. Esse agosto pelo jeito vai ser outro agosto dramático na história do país. Caiu a máscara. Houve a vaia do Maracanã [contra Temer, na abertura da Olimpíada] e agora essa acusação [da Odebrecht contra o presidente interino]", disse o senador.
Segundo ele, as novas denúncias também fazer "cair um pouco a narrativa de que o PT é uma organização criminosa".
"Esses novos fatos dão um discurso para a gente e fazem aumentar a chance de mudar o voto dos senadores", disse Lindbergh, que é membro da Comissão de Impeachment no Senado.

Sobre a alegação de Serra de que suas contas de campanha de 2010 estavam sob responsabilidade do PSDB, Lindbergh disse "que isso não tira a força da denúncia contra ele". Com informações da Folhapress.