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terça-feira, 7 de março de 2017

Cientistas do exército teletransportaram com êxito uma equipe de soldados totalmente equipada


 Cientistas do exército teletransportaram com êxito uma equipe de soldados totalmente equipada

Natick, Massachusetts (1 de Abril, 2016) -. Cientistas do Exército tiveram sucesso “teletransportando” uma equipe totalmente equipada a partir de uma investigação e desenvolvimento facilidade de Massachusetts para uma área de treinamento na Alemanha, a Natick Soldier Systems Center (NSSC) anunciou hoje.

Os nove voluntários da pesquisa humanos, recém-saído da Formação Avançada individual, estavam participando de experimentos nos DORIOT Câmaras Climáticas na NSSC quando desapareceram e momentos depois se materializou na Área de Formação do Grafenwoehr, completamente ileso. 

As câmaras são capazes de replicar qualquer clima ou o clima no mundo, mas nunca antes foi usado dessa maneira.

 Cena de Star Trek
                                Cena de Star Trek

Teletransporte, que ficou famosa na série e os filmes “Star Trek” de televisão, tinha sido – até que o Exército está chamando o “incidente Natick” – uma forma hipotética de objectos em movimento de lugar para lugar. 

Escritor americano Charles Fort é relatado que cunhou o termo em 1931.

Funcionários Natick ficaram eufóricos pelo evento, que promete um dia revolucionar a maneira que as tropas e equipamentos americanos serão transportados ao redor do globo. 

Também poderia, finalmente, fazer bases no exterior obsoleto como forças em vez disso são movidos de solo EUA para pontos críticos remotos em um piscar de olhos.

“Ninguém esta mais impressionado com isso do que eu sou”, disse Benjamin storm, que administra os 61 anos de idade, câmaras climáticas em Natick. “Um momento, eu estava conversando com os jovens soldados e no próximo, todos eles desapareceram no ar.”

Os soldados estavam vestidos com uniforme de combate para o experimento revolucionário e sendo monitorado por storm e seus colegas quando foram enviados de um continente para o outro. 

Ainda fotos do evento foram capturadas nas câmaras e foram liberados pelo Exército. Após os exames médicos completos em um hospital do exército, eles foram levados de volta para os EUA e retornou ao dever em Natick.

“É uma coisa para ver o Capitão Kirk ou o Sr. Spock fazê-lo no cinema, mas é outro para que isso aconteça para você na vida real”, disse Pvt. Kelley McCoy, um dos soldados teletransportado. 

“Eu me senti com um pouco de formigamento e a próxima coisa que você sabe eu sou da Baviera. Eu sempre quis visitar a Europa, mas eu percebi que eu iria de avião.”

Storm e outros pesquisadores Natick estão agora debruçado sobre montanhas de dados a partir do desenvolvimento, na esperança de replicá-lo. Enquanto isso, o Exército estabeleceu rapidamente uma Task Force Study Teletransporte, que será baseado em Natick. 

Os principais cientistas da indústria privada e as universidades em todo o mundo estão a convergir para as câmaras de emprestar qualquer ajuda possível.

De acordo com storm, um dispositivo não ao contrário do “capacitor de fluxo” visto no “Back to the Future” série de filmes foi empregado durante o experimento.

Isso levou à especulação de imediato que o Exército também estava trabalhando em viagem no tempo, mas os requisitos de viagem do tempo de gerar 1,21 gigawatts não é tarefa trivial.

“Nós estamos preocupados apenas com o lugar, e não o tempo”, disse Storm, com um brilho nos olhos. 

“Este desenvolvimento poderia mudar todo o curso da história humana.”

A Força-Tarefa espera apresentar suas conclusões iniciais até Abril de 2017.




quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Cientistas encontram fonte de misteriosas ondas de rádio no espaço

Cientistas encontram fonte de misteriosas ondas de rádio no espaço
BBC Brasil    20 horas atrás 05/01/2017
 FRB 121102
© Other FRB 121102

Elas são um dos grandes quebra-cabeças da astronomia moderna. Mas uma descoberta recente pode ajudar a desvendar o mistério de ondas de rádio captadas no espaço.

Como o nome sugere, as Rajadas Rápidas de Rádio (ou Fast Radio Bursts - FRBs, em inglês) são um fenômeno astrofísico que consiste em pulsos de ondas de rádio de curta duração - milésimos de segundos - mas bastante potentes.

O fato de serem muito breves, combinado com a dificuldade de determinar sua localização, criaram mistério em torno da origem dessas ondas.

Mas uma equipe de astrônomos anunciou agora ter descoberto que a fonte de uma dessas rajadas seria uma outra galáxia.

A revelação é um passo importante para solucionar o mistério, que já gerou dezenas de explicações possíveis - desde buracos negros até inteligência extraterrestre.

As primeiras FRBs foram descobertas em 2007, em um arquivo de um telescópio australiano. Astrônomos realizavam outra pesquisa quando se depararam com um novo fenômeno: uma rajada de ondas de rádio, captada em 2001.

Desde então, outras 18 rajadas foram descobertas.

Teorias diversas
 FRB
© Bill Saxton, NRAO, AUI, NSF, Hubble FRB

"Não seria exagero dizer que há mais teorias sobre o que elas realmente seriam do que o número descoberto até agora de FRBs", afirmou à BBC o autor do estudo, Shami Chatterjee, da Universidade de Cornell, em Nova York (EUA).

Ele e sua equipe usaram radiotelescópios sofisticados do observatório Very Large Array (VLA), no Estado americano do Novo México.
Com a ajuda de equipamentos de alta resolução, os cientistas conseguiram determinar de maneira precisa a localização de um desses flashes de onda, conhecido como FRB 121102.

O FRB 121102 tem uma característica peculiar: já ocorreu diversas vezes.

"Quando registramos, no ano passado, que um desses flashes estava se repetindo, derrubamos muitas das hipóteses levantadas até agora. Isso porque sabíamos que ao menos essa fonte não podia ser gerada de uma explosão. Tinha de ser algo em que o mecanismo que a estava produzindo sobrevivesse até o próximo flash", explicou o cientista.
 VLA
© NRAO VLA

"Então, determinamos que essa rajada vinha de uma galáxia anã, mais de três bilhões de anos-luz da Terra." Tamanha distância reforça a ideia do quanto são poderosas essas ondas de rádio.

A pesquisa foi divulgada na revista científica Nature e apresentada em um congresso de astronomia no Estado americano do Texas.
NRAO VLA Observatório VLA no Estado americano do Novo México permitiu identificar as ondas de rádio em alta resolução 1 
Dúvidas
Magnetar
© Science Photo Library Magnetar

O professor Heino Falcke, que também pesquisa FRBs mas não está envolvido no estudo, destacou a importância das novas descobertas. No entanto, ressaltou que ainda há diversos fatores ligados a essa onda que seguem sendo um enigma. 

Para ele, uma das dúvidas que ainda precisam ser mais estudadas é o motivo pelo qual esse FRB "tão espetacular" está em uma galáxia tão pequena.

O professor Chatterjee e sua equipe informaram que as pesquisas vão continuar para determinar mais detalhes sobre o fenômeno, inclusive se todos os FRBs são produzidos da mesma maneira ou possuem origens diferentes.





quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Asteroide poderia extinguir humanidade, e a Nasa não sabe como nos proteger

Asteroide poderia extinguir humanidade, e a Nasa não sabe como nos proteger
Do UOL, em São Paulo  15/12/201606h00
 

Um dos maiores medos dos terráqueos é o de que um objeto vindo do céu caia sobre nossas cabeças. E não adianta pensar que a tecnologia espacial já evoluiu o bastante para nos proteger. Segundo astrônomos, caso um grande asteroide seja detectado em direção à Terra, não haveria nada que pudesse ser feito hoje em dia.

Os pesquisadores possuem diversas estratégias no papel. O difícil seria colocá-las em prática em momento de emergência. 

"No momento, não há nenhuma tecnologia em meio a um monte de coisas que pudesse ser utilizada", disse Joseph Nuth, do centro espacial Goddard, da Nasa, em um encontro que debateu o tema em San Francisco, nos EUA.

Segundo os astrônomos, grandes asteroides, com o poder de acabar com a civilização na Terra, são extremamente raros. A probabilidade de um deles atingir a Terra é de uma vez a cada 50 ou 60 milhões de anos. Contudo, o objeto que exterminou os dinossauros se chocou contra a Terra há 65 milhões de anos.

Pensando assim, o próximo que teria a Terra como alvo já estaria atrasado.

E o pior é que os últimos asteroides que despertaram alerta na Terra só foram detectados quando já não havia tempo para evitar um possível evento catastrófico. Em 2014, um cometa que passou perigosamente perto de Marte - e causou calafrios nos cientistas - foi percebido apenas 22 meses antes de quase se chocar contra o planeta vermelho.

http://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1481869364407https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1481869371789
"Se olharmos para o tempo que demora a programação de missões espaciais, levaríamos cinco anos para lançar uma espaçonave [para deter um meteoro]. Nesse caso, tivemos 22 meses [1 ano e 10 meses] de total aviso", diz Nuth. Com o exemplo, o especialista mostra que não daria tempo de afastar o risco se o pedregulho estivesse na direção da Terra.

Parte da preocupação dos cientistas é com a falta de conhecimento sobre asteroides. "Nós não temos muitos dados sobre como é o interior de asteroides e cometas. Apenas podemos supor, nos baseando no que sabemos sobre física, rochas e gelo", diz Cathy Plesko, cientista do Laboratório Nacional de Los Alamos.

Como precaução, Nuth sugere que a Nasa construa um foguete para ser guardado e utilizado em caso de aproximação de um grande asteroide ou cometa. 

O artefato precisaria estar pronto para ser lançado dentro do prazo de um ano. "É o que poderia mitigar riscos da surpresa de um asteroide sorrateiro vindo de um lugar de difícil observação, como do sol".
 
Um asteroide de 100 metros de diâmetro (o comprimento de um campo de futebol) que atingisse a Califórnia destruiria cidades e mataria dezenas de milhares de pessoas

"Estamos fazendo a nossa lição de casa antes de um evento desses. Não queremos fazer nossos cálculos em cima da hora, quando algo já estiver a caminho", disse Plesko. 

A Nasa e a o órgão dos EUA responsável por segurança nuclear têm estudado asteroides conjuntamente. Em outubro, foi realizada uma simulação do que aconteceria se um enorme asteroide atingisse Los Angeles.

Quais são as armas na cabeça dos cientistas?
Ainda não há nada disponível. Mas as ideias para conter, bloquear, desviar ou destruir um asteroide ou cometa que esteja na rota de colisão com a Terra são várias. A mais comum é a de lançar um foguete com explosivos potentes, como bombas atômicas. 

A explosão poderia desviar a rota do objeto destruidor.

O uso de ogivas nucleares contra asteroides tem a vantagem da rapidez. Contudo, seus efeitos colaterais incluem estilhaços radiativos caindo sobre a Terra. 

A alternativa seria o uso de explosivos convencionais ou o lançamento de um objeto que desviasse o asteroide com o impacto. 

Contudo, a grande carga a ser levada e o tempo que demoraria para calcular a trajetória de choque para desviar o corpo celeste pesam contra esses métodos.




quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Cientistas descobrem meteorito de 30 toneladas na Argentina

Cientistas descobrem meteorito de 30 toneladas na Argentina
Trata-se do segundo maior meteorito já descoberto do mundo
TECH ARGENTINA  HÁ 22 HORAS  13/09/2016   POR LUSA
 
Uma equipe de cientistas descobriu meteorito de aproximadamente 30 toneladas em Chaco, província no norte da Argentina. Trata-se do segundo maior meteorito do mundo.
Segundo reportagem da agência EFE nesta terça-feira (13), a descoberta foi feita no último fim de semana na localidade de Gancedo. Os pesquisadores acreditam que houve uma chuva de meteoros na região há quatro mil anos.
O presidente da associação de Astronomia de Chaco se disse surpreso com o tamanho do meteorito, que superou as expectativas das investigações que haviam sido realizadas na área nos últimos meses.
"Estamos numa região promissora, as expectativas eram grandes, mas nunca pensamos que o meteorito poderia superar as 30 toneladas", disse o pesquisador Mario Vesconi.
Os trabalhos de remoção do meteorito foram complicados devido à "grande quantidade de água" no poço onde o fragmento caiu, explicou o investigador.
O maior meteorito já descoberto na Terra pesa mais de 66 toneladas e foi encontrado na Namíbia.


sábado, 10 de setembro de 2016

Pesquisadores querem criar oficialmente a era geológica do homem

Pesquisadores querem criar oficialmente a era geológica do homem
Cientistas apontam o aumento de concentração de gás carbônico na Terra como evidência de uma nova fase no planeta
TECH GEOLOGIAHÁ 23 HORAS  09/09/2016 POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
Após décadas de debates, um grupo de 35 pesquisadores concluiu, oficialmente, que estamos vivendo uma nova fase geológica da Terra. O Antropoceno, ou Era do Homem, seria marcado pelo aumento de concentração de dióxido de carbono na atmosfera, assim como o aparecimento de materiais como plástico e alumínio puro.
Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, a conclusão foi tomada durando o 35º Congresso Geológico internacional, realizado na semana passada na Cidade do Cabo, na África do Sul. Dos 35 membros do Grupo de Trabalho do Antropoceno, 30 concordaram em formalizar a chamada 'Era do Homem'. Outros 28 apoiaram a definição do início de fase como a década de 1950.
A data, no entanto, ainda é alvo de debates. A maioria dos cientistas considera essa década como definidora pois nela começam com mais intensidade os testes nucleares, responsáveis pela produção do elemento químico plutônio em quantidades nunca vistas em épocas passadas. Outros fatores seriam a subida dos índicesde dióxido de carbono na atmosfera, além do surgimento de materiais como plástico e alumínio puro.
A missão dos geólogos é encontrar sinais que possam ser marcantes o bastante para que cientistas do futuro possam identificá-los em análises de sedimentos. Após o primeiro passo dado no congresso, a equipe deve passar por outros três etapas de votação. A palavra final é do comitê executivo da União Internacional de Ciências Geológicas.

A Terra passou por seis fases até o momento:

Hadeano, marcado pelo bombardeamento de meteoritos e cometas; Arqueano, quando se formou a Pangeia;

Proteozoica, caracterizada por intensa atividade vulcânica e surgimento do oxigênio, possibilitando a produção de bactérias;

Paleozoica, quando foram formadas florestas, insetos e répteis;

Mesozoica, quando houve a divisão dos continentes, além do surgimento de grandes répteis (incluindo dinossauros) e mamíferos); 

Cenozoica, marcada pelo surgimentos de aves e mamíferos com os conhecemos hoje (Período Terciário) e Plestoceno e Holoceno 

(Período Quaternário - nossa época atual).


sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Nasce a Holografia Quântica

Nasce a Holografia Quântica
Redação do Site Inovação Tecnológica -  22/07/2016
 Nasce a Holografia Quântica
Esquema do experimento que gerou o primeiro holograma de um
 único fóton - um holograma quântico.[Imagem: FUW/dualcolor.pl/jch]

O que sabemos das leis naturais
Você se envolveria em uma pesquisa que pretendesse fazer algo que os livros-texto dizem contrariar as leis fundamentais da física?
Talvez sim, pelo menos se você fosse um dos cientistas que desbravam a natureza e ajudam a escrever as teorias que nós costumamos chamar de leis - mas que parecem nunca estar perfeitamente escritas.
Por exemplo, até agora os físicos acreditavam que criar um holograma de um único fóton era impossível devido às leis fundamentais da física porque fótons individuais obedecem às leis da mecânica quântica, enquanto os hologramas dependem de interferências de feixes de luz - formados por zilhões de fótons -, que seguem as leis da óptica clássica.
Mas agora você pode apagar todas essas "crenças", porque uma equipe de físicos da Universidade de Varsóvia, na Polônia, acaba de superar todos os desafios e aplicar os conceitos da holografia clássica para o mundo dos fenômenos quânticos - eles criaram o primeiro holograma quântico.
Como seria de se esperar, o impacto dessa realização está ribombando por todos os fundamentos da mecânica quântica, e certamente ajudará a reescrever muitos livros-texto de física.
Holografia clássica e holografia quântica
"Nós realizamos um experimento relativamente simples para medir e visualizar algo incrivelmente difícil de observar: o formato da frente de onda de um único fóton," resume o professor Radoslaw Chrapkiewicz.
Simples, mas espetacular.
Para começar, na fotografia os pontos individuais de uma imagem registram apenas a intensidade da luz. Já na holografia clássica o fenômeno de interferência registra também a fase das ondas de luz, que transporta informação sobre a profundidade da imagem.
Para criar um holograma, uma onda de luz de referência é sobreposta a uma outra onda do mesmo comprimento de onda, mas refletida de um objeto tridimensional - para essa superposição, os picos e vales das duas ondas são deslocados em diferentes graus para diferentes pontos da imagem.
Isto resulta em uma interferência, criando um complexo padrão de linhas devido às diferenças de fase entre as duas ondas. Basta então usar um feixe de luz de referência para iluminar o holograma e recriar a estrutura espacial das frentes das ondas da luz refletida, recriando assim a forma 3D do objeto.
O problema de ir reduzindo os feixes de luz até o mínimo possível, até um fóton apenas - para criar um holograma de um fóton individual - é que a fase dos fótons individuais continua a flutuar, o que torna a interferência clássica com outros fótons algo impossível.
 Nasce a Holografia Quântica
Michal Jachura e Radoslaw Chrapkiewicz, principais idealizadores
 do experimento que levou ao nascimento da holografia quântica.
 [Imagem: FUW/Grzegorz Krzyewski]

Como fazer o impossível
Como a equipe polonesa decidiu enfrentar uma tarefa aparentemente impossível, eles abordaram a questão de forma diferente: em vez de usar a interferência clássica das ondas eletromagnéticas, eles tentaram registrar a interferência quântica quando as funções de onda dos fótons individuais interagem.
Até agora, não havia um método experimental simples para obter informações sobre a fase da função de onda de um fóton individual. Embora a mecânica quântica tenha muitas aplicações, e venha sendo checada inúmeras vezes com um grande grau de precisão crescente, ainda não somos capazes de explicar o que de fato são as funções de onda: serão elas simplesmente uma ferramenta matemática útil, ou são algo real?
Assim, o experimento "simples" da equipe é um importante passo para melhorar nossa compreensão dos princípios fundamentais da mecânica quântica.
"Nosso experimento é um dos primeiros a permitir observar diretamente um dos parâmetros fundamentais da função de onda do fóton - a sua fase - nos levando um passo mais perto de compreender o que a função de onda realmente é," disse Michal Jachura, principal idealizador do holograma quântico.
 Nasce a Holografia Quântica
Holograma de um único fóton: reconstruído a partir de medições 
experimentais (à esquerda) e previsto teoricamente (à direita). 
[Imagem: FUW]

Primeiro holograma quântico
O experimento começou com um par de fótons, com frentes de onda planas e polarizações perpendiculares. A polarização diferente tornou possível separar os fótons em um cristal e tornar um deles "desconhecido" curvando sua frente de onda com uma lente cilíndrica.
Os fótons foram então refletidos por espelhos e direcionados para um divisor de feixe, um cristal de calcita, que não altera o sentido dos fótons polarizados verticalmente, mas desloca os fótons polarizados horizontalmente - a fim de fazer com que cada direção fosse igualmente provável, e para certificar-se de que o cristal funcionava mesmo como um divisor de feixe, os planos de polarização dos fótons foram inclinados em 45 graus antes de entrarem no divisor.
Repetindo as medições várias vezes, os físicos obtiveram uma imagem de interferência correspondente ao holograma do fóton desconhecido visto a partir de um único ponto no espaço - surgia diante de seus olhos, ou de seus instrumentos, o primeiro holograma de um único fóton, um holograma quântico.
Aplicações surpreendentes
Agora que conseguiu reconstruir a função de onda de um fóton individual, a equipe pretende projetar outros experimentos para recriar funções de onda de objetos quânticos mais complexos, tais como átomos.
Mas será que a holografia quântica irá encontrar aplicações além do laboratório, de forma semelhante à holografia clássica, que é rotineiramente utilizada em segurança (hologramas são difíceis de falsificar), entretenimento, transportes (em escâneres de medição das dimensões de cargas), imagens de microscopia, armazenamento de dados ópticos e tecnologias de processamento?
"É difícil responder a esta pergunta hoje. Todos nós - eu me refiro aos físicos - devemos primeiro botar nossas cabeças para funcionar para entender esta nova ferramenta. É provável que aplicações reais da holografia quântica não apareçam por algumas décadas ainda, mas se há uma coisa que podemos ter certeza é que elas serão surpreendentes," disse o professor Konrad Banaszek.

Bibliografia:

Hologram of a Single Photon
Radoslaw Chrapkiewicz, Michal Jachura, Konrad Banaszek, Wojciech Wasilewski
Nature Photonics
DOI: 10.1038/nphoton.2016.129

domingo, 7 de agosto de 2016

6 VERDADES ESPIRITUAIS QUE OS CIENTISTAS ESTÃO FINALMENTE COMEÇANDO A COMPREENDER

 6 VERDADES ESPIRITUAIS QUE OS           CIENTISTAS ESTÃO FINALMENTE     COMEÇANDO A COMPREENDER
Durante muito tempo, as pessoas têm tentado explicar por que as coisas são do jeito que são. Nos tempos modernos, os cientistas têm vindo a tentar ultrapassar o conhecimento repassado por sacerdotes, profetas, iogues e muitos outros mestres espirituais desde antes mesmo de começarmos a gravar nossa história. Muitos acreditam ciência ainda tem um monte de recuperar o que fazer.
Existem certos assuntos espirituais, como a existência da alma, que estão finalmente começando a ficar um pouco da atenção que merecem. Vamos falar sobre o 6 mais comum.
1. Nós somos seres espirituais em uma jornada humana.   - "Nós não somos seres humanos tendo uma experiência espiritual. Nós somos seres espirituais tendo uma experiência humana "- Pierre Teilhard de Chardin
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Podemos habitar um corpo físico, mas isso não é tudo o que realmente são. Estamos energia consciência. Uma consciência energética manifesta na forma física.Qualquer um que tenha estudado a projeção de OBE ou Astral sabe muito bem que a vida não é o que parece.
Há tanto mais que está enterrado sob o nível de nossa consciência que lutamos para explicar porque não temos uma compreensão científica completa dele ainda, nem temos uma maneira fácil de acessá-lo à vontade.(Intuição, deja vu, ESP, etc) Mas, isso não significa que essas coisas não são reais. Como qualquer habilidade ou capacidade física, você só tem que fazer alguma pesquisa e colocar o que você aprendeu em prática para desenvolvê-los.
2. . Nossas almas não morrer- nós apenas mudar nosso foco   "A energia não pode ser criada ou destruída, só pode ser alterado de uma forma para outra." - Albert Einstein Graças a teoria quântica, os cientistas estão lentamente a aproximar-se à ideia de que não podemos realmente morrer. Energia não pode ser criado e não pode ser destruída.Ele só pode mudar de uma forma para outra.
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Morte (excluindo mortes espectaculares) não é instantânea. Na verdade, mesmo na ciência médica tornou-se mais e mais difícil de definir quando as pessoas estão mortos. Pessoas 'voltar dos mortos' o tempo todo.
Há mesmo pessoas que vêm de volta dos mortos com conhecimentos, novas linguagens e as memórias que eles nunca tiveram antes da experiência.
3. Tudo é energia que vibra em uma determinada frequência.   "Se você quiser encontrar os segredos do universo, acho que em termos de energia, frequência e vibração." - Nikola Tesla
95% da massa do universo, matéria escura, é atualmente invisível aos nossos sentidos e instrumentos internos. Estes são freqüências vibratórias, assim como tudo o mais que você é capaz de perceber com os seus sentidos.
Você é capaz de traduzir estas frequências para uma forma compreensível também. O primeiro passo é conhecer e aceitar que toda a massa nada mais é que uma vibração;núcleos com elétrons em órbita em torno deles a uma taxa de velocidade de criação de força centrípeta. Não existe tal coisa como matéria sólida. É que alguma matéria tem uma força centrípeta mais forte do que outros.
4. Nossos pensamentos criam a nossa realidade.  - "Um homem é mas o produto de seus pensamentos -. O que ele pensa, ele se torna" - Mahatma Gandhi
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Isso basicamente resume-se a lei da atração. força do pensamento é a chave para criar a sua realidade. Tudo o que percebemos no mundo físico tem sua origem no, mundo interior invisível de seus pensamentos e crenças.
Para se tornar o mestre de seu destino, você deve aprender a controlar a natureza de seus pensamentos dominantes, habituais - como controlar suas preocupações e negatividade. Preocupar-se é simplesmente desperdiçar tempo e energia manifestando coisas que você não quer. Ao controlar seus pensamentos, você será capaz de atrair as coisas na vida que você realmente deseja.
5. O tempo é uma ilusão.  "O tempo é uma ilusão" - Albert Einstein
A crença de Einstein em uma sólida realidade indivisa estava claro para ele, tanto que ele rejeitou completamente a separação nós experimentamos como o momento de agora. Ele acreditava que não há verdadeira divisão entre passado e futuro, há sim uma única existência.
Seu testemunho mais descritivo para esta fé veio quando seu amigo ao longo da vida Besso morreu. Einstein escreveu uma carta para a família de Besso, dizendo que, embora Besso o havia precedido na morte era de nenhuma conseqüência,  "... para nós, os físicos acreditam que a separação entre passado, presente e futuro é apenas uma ilusão, ainda que de forma convincente."
6. Ascensão não envolve a lugar nenhum.
Ascensão não é sobre deixar o planeta, sendo resgatado por ETs fora do mundo ou voar para o céu. Não se trata de assistir The Shift desdobrar on-line, ou à espera de o mundo externo para fornecer evidência de mudança interior.
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Ascensão é uma escolha consciente para se envolver em evolução. Ascensão é um estado de ser. Um foco de consciência e de consciência para uma frequência de vibração mais elevada. É o que foi criado!Para "ir adiante e experiência", e retornar as experiências de volta à Fonte em um loop infinito de co-criação e mestria.

Conheça LUCA - O antepassado de todos os seres vivos

Conheça LUCA - O antepassado de todos os seres vivos
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Os pesquisadores descobriram que o antepassado de todos os seres vivos na Terra foi um de uma única célula, organismo bactéria do tipo que se estima ter vivido cerca de 4 bilhões de anos atrás, quando nosso planeta estava em sua infância, com uma idade de cerca de 560 milhões de anos.
A descoberta aguça o debate entre os cientistas que, por um lado acreditava que a vida como a conhecemos começou em ambientes completamente hostis e extremos, como respiradouros do mar profundo, ou na proximidade de vulcões, e entre aqueles pesquisadores que estão mais a favor da vida que entram em existência perto 'lagoas pouco quente ", tal como proposto por Darwin.
Seu nome é LUCA, "Ultimate último ancestral comum", e é o organismo do qual todos os seres vivos na Terra descendem de.
Durante décadas, os pesquisadores tentaram determinar as características de este ser excepcional, e os mecanismos que ele "marca" permitidos e propagar a vida como a conhecemos.
Agora, graças a um novo estudo realizado por um grupo de pesquisadores alemães publicados na "Nature Microbiologia", estamos mais perto do que nunca para obter um retrato genético do ancestral de todas as coisas vivas em nosso planeta.
De acordo com o estudo, o nosso primeiro ancestral era um organismo muito simples e provavelmente viveu cerca de 4.000 milhões de anos perto de uma fonte hidrotermal na parte inferior de um dos oceanos primitivos da Terra.
O "retrato" de LUCA foi obtido após estudo e classificação sistemática de mais de seis milhões de genes, dos quais pesquisadores extraíram 355 que eles acreditam que podem ter pertencido a LUCA, o ancestral comum de bactérias e archaea.
Para chegar ao fundo da questão, a equipe liderada por William Martin, da Universidade Heinrich Heine alemão, focada nos genes dos dois maiores (e mais antigos) grupos de organismos unicelulares que existem: as bactérias e archaea. Segundo a "Nature Microbiology" LUCA é muito provável que tenha pertencido a uma das duas das famílias acima mencionados.
A descoberta tem "avançado significativamente nossa compreensão do que Luca fazia para viver", escreveu James O. McInerney, da Universidade de Manchester, em um comentário, e oferece "uma visão muito intrigante na vida de quatro bilhões de anos atrás."
LUCA; Tão simples quanto ele ganha
Os 355 genes descobertos por pesquisadores sugere que LUCA era um organismo muito simples que poderiam sobreviver sem oxigênio, a obtenção de energia a partir de dióxido de carbono, hidrogênio e outros gases quentes expelidos da Terra através de fissuras na crosta da Terra no fundo do oceano.
Em adição ao acima, Luca, também teve uma enzima que lhe permitiram sobreviver perto de temperaturas muito elevadas, até várias centenas de graus, e que fez essa dependência de elementos metálicos, tais como o ferro.
Organismos similares ainda são abundantes hoje, e é curioso pensar que sua existência foi considerado impossível por cientistas até há 40 anos atrás, quando ainda pensava-se que todas as formas de vida necessárias luz e oxigênio para sobreviver.
Mesmo que LUCA é nosso antepassado mais antigo, isso não significa necessariamente torná-lo o primeiro ser vivo na Terra, mas o mais sortudo de todos os que conseguiram sobreviver e de se agarrar a se tornar o "pai" de todos os seres vivos que habitam o nosso planeta hoje .
Jornal de referência:

Cientistas criaram uma bactéria que inala Energia produção de CO2

Cientistas criaram uma bactéria que inala Energia produção de CO2 
É uma folha biônico que pode revolucionar tudo o que pensávamos que sabíamos sobre energia limpa. 
Folha Bionic
cientistas de Harvard abrir a porta para uma revolução energética que lhes permitiu testar com sucesso um sistema que converte luz solar em combustível líquido.

Em outras palavras, o químico que nos deu o folha artificial de um par de anos atrás foigeneticamente modificada de uma bactéria para absorver hidrogênio e dióxido de carbono convertendo-os em álcool combustível.
A primeira demonstração da chamada folha artificial, ou folha de biônica, feito de silicone, teve lugar há quase cinco anos por uma equipa da Faculdade de Ciências da Universidade de Harvard, liderado pelo professor Daniel Nocera.
"Neste momento, nós estamos fazendo isopropanol, isobutanol, isopentanol", disse ele em uma palestra para o Instituto de Política Energética, em Chicago. "Estes são todos os álcoois você pode queimar diretamente. E ele está vindo de hidrogênio da água dividida, e ele está respirando CO2.Isso é o que este erro está fazendo. "
Parece que pode haver uma alternativa realmente viável para perfurar a superfície da Terra na busca de combustível.
Tha resposta à energia limpa não pode ser encontrada no vento, mas no céu.
E não, não estamos a falar diretamente sobre a energia solar -que hoje fornece quantidades limitadas e caras de energia que não pode satisfazer as necessidades humanas abundantes - mas estamos nos referindo a uma melhor utilização da energia solar que nos permitirá transformá-lo em um líquido combustível. Na verdade, é tão fácil -e complexidade como imitando seu processo de fotossíntese das plantas.
Na verdade, não é difícil imaginar a revolução que poderia atacar a sociedade se os pesquisadores conseguirem chegar com a capacidade de gerar energia limpa em quantidades industriais como este.
Inicialmente, estamos a falar de como os preços de outros combustíveis iria cair drasticamente, e as mudanças climáticas entraria em uma dimensão totalmente diferente como as pessoas mudar de combustíveis "tóxicas" à energia limpa.
Em primeiro lugar, os pesquisadores conseguiram criar uma folha artificial que é capaz de reproduzir com sucesso o fenómeno que folhas e plantas realizar naturalmente.
Até agora, o teu tipo de "folha artificial" tem permitido aos pesquisadores converter luz natural em hidrogênio e fabricar células de combustível.
Agora, os pesquisadores estão gritando sucesso como eles pontapé inicial e implementado um novo sistema que converte a energia solar em um combustível, tal como isopropanol.
É um álcool incolor que pode ser usado como combustível, semelhante ao etanol ou gasolina. Este tipo de combustível é separado da água, utilizando o sal.
A continuação da investigação tem permitido o novo método para chegar a uma eficiência acima de 10%, muito acima dos inicialmente um% cientistas anteriormente atribuído às plantas.
Uma melhoria ao catalisador e a incorporação de uma bactéria tem permitido aos investigadores completar um ciclo de produção de energia quase perfeita.
O sistema torna possível que a partir da luz solar que as folhas recebem -como se fossem solares panles- o catalisador entra em ação dividindo a água em hidrogênio e oxigênio.
A combinação do dióxido de carbono resultante e hidrogênio, que por uma enzima (proteína) é transformada em prótons e elétrons, acaba se tornando biomassa graças à intervenção do eutropha Ralstronia, uma bactéria já bem conhecido em laboratórios de todo o mundo.
Enquanto o combustível líquido resultante na experiência é o isopropanol. Este projeto bem sucedido abre a porta a uma geração completamente nova de substâncias. Por exemplo, no futuro próximo, os pesquisadores serão capazes de trabalhar com isobutanol ou a molécula PBH que poderia ser usado para a fabricação de plástico biodegradável.

A nova pesquisa foi publicada na revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências (PNAS).

Já pesquisadores descobriram uma nova forma de vida? Estranho esfera roxa de incandescência tem os cientistas perplexos
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"... Esta esfera roxa não identificado perplexo nossos cientistas a bordo. Após a amostragem, ele começou a se desdobrar para revelar dois lobos distintos ... " 
Os cientistas estão a ser honesto, no momento dizendo que eles não podem dizer com certeza o que o estranho 'criatura' pode ser, e que poderia levar um par de anos para chegar ao fundo do orbe roxa de incandescência misteriosa.

Os pesquisadores que exploram o fundo do mar no Channel Islands National Marine Sanctuary ter tropeçado em toda a esfera brilhante misteriosa que foi "sugado do fundo do mar" durante uma exploração Nautilus transmitido de vida.
Aparentemente, os usuários do YouTube têm trabalhado-se em um frenesi e começou a postular inúmeras teorias sobre o que a esfera roxa de incandescência enigmática pode ser. Nosso comentário favorito postado no YouTube sobre a criatura mistério é ... "É um novo tipo de Pokemon ..."
Os cientistas estão a ser honesto, no momento dizendo que eles não podem dizer com certeza o que o estranho 'criatura' pode ser, e que poderia levar um par de anos para chegar ao fundo do orbe misteriosa.
No vídeo postado no YouTube, um grupo de pesquisadores do Oceano Exploração Confiança são vistos explorar o fundo do mar com o laboratório flutuante chamado Nautilus.
Em um momento durante a exploração, um membro feminino da equipe diz: 'Podemos ter um olhar para que blob roxo escuro à esquerda lá?'
Momentos depois, a câmera zoom e viu o estranho olhar esfera brilhante roxa que parecia pairar de uma prateleira rock.
Um dos cientistas da missão de exploração, disse: "Ooooh, o que é isso? ' e um colega respondeu: "Eu realmente não tenho idéia."
O mistério em torno da criatura, eventualmente, levou os pesquisadores controlam o Hoover robótico para se aproximar da "criatura mistério" e decidiu usar sucção para examinar a criatura com cuidado.
Antes de as imagens dos cortes de missão, podemos ver que os pesquisadores foram capazes de sugar com sucesso a esfera em seu laboratório controlado remotamente.
Depois que o vídeo foi carregado para os usuários do YouTube começou a postar seus pensamentos sobre o que a criatura mistério realmente é.
Claro, nós não poderia ajudar, e percebe que um usuário escreveu ...: É um ovo estrangeiro?
"... Eles não dizem-nos porque era aliens ...", escreveu outro usuário.
A verdade, porém, é que os pesquisadores não têm nenhuma idéia o que a criatura é, e mais pesquisas terão de ser realizados a fim de descobrir o que a esfera roxa brilhante realmente é.
De acordo com o Nautilus vivo  website , "Ele poderia ser uma nova espécie de nudibrânquios. Esta esfera roxa não identificado perplexo nossos cientistas a bordo. Após a amostragem, ele começou a se desdobrar para revelar dois lobos distintos ".
No entanto no YouTube, pesquisadores tiveram uma abordagem diferente e escreveu: "Nós não sabemos definitivamente que é por um tempo. Ele poderia levar anos para os cientistas para determinar se é uma nova espécie ".
"Nossa equipe preservado o modelo de amostragem, e ele será enviado a um laboratório para mais investigações."
Descubra mais:

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Chip no Cérebro para Manipulação Humana

quinta-feira, 30 de abril de 2015
Chip no Cérebro para Manipulação Humana
 
Cientistas que trabalham para o Governo das Sombras "o Governo Oculto", pretendem manipular mais as pessoas além do que já fazem. Já somos todos seus escravos e gado, mas eles querem mais, eles querem nos tornar robôs, para que não possamos pensar por nós mesmos. Escaneamentos do cérebro e implantes de chips, são na verdade para essa finalidade. Hoje eles falam que será para benefícios, mas no futuro próximo, os seus ideais serão para outros fins.
Essa é a matéria de apresentação para convencer a humanidade sobre os benefícios de um implante cerebral com o chip.

Chips no cérebro permitirão a cura de doenças e escrita com a mente

A estimulação elétrica cerebral com eletrodos aplicada sem dor será uma prática habitual em dez anos para melhorar o rendimento intelectual, enquanto a implantação de chips no cérebro vai permitir que pessoas com problemas para falar possam escrever usando apenas a mente. Estes são alguns dos avanços nos quais estão trabalhando os neurocientíficos, que nesta quarta-feira expuseram as novidades na apresentação sobre a estimulação cerebral em um debate realizado no Caixaforum de Barcelona. Segundo os especialistas, a estimulação cerebral sem dor através de eletrodos poderá melhorar o rendimento mental das pessoas, como ocorrem quando se bebe café ou energéticos
 
CONTROLE TOTAL 666: Novo Microchip pode imitar como o cérebro humano pensa
 
Pesquisadores da Universidade de Zurique, criaram fichas neuromórficos que podem imitar a forma como o cérebro humano processa informações em tempo real.
Com o auxílio de um sistema de processamento sensorial artificial, estes chips são capazes de exibir habilidades cognitivas.
Giacomo Indiveri, professor do Instituto de Neuroinformatics (INI), da Universidade de Zurique e ETH Zurique, explicou que o objetivo da equipe era "imitar as propriedades dos neurônios biológicos e sinapses diretamente em microchips."
Com a criação de neurônios neuromórficos artificiais que podem executar tarefas específicas, os pesquisadores são capazes de maior avanço em direção a um complexo sensório-motor, que pode completar as tarefas em tempo real.
Surpreendentemente, o comportamento pode ser replicado por entrada formulados em uma máquina de estados finitos que pode ser transferido para o hardware neuromórfica.
Indiveri declarou: "Os padrões de conectividade de rede se assemelham as estruturas que também são encontrados nos cérebros de mamíferos.”
 
Pesquisadores da Universidade de Berkley já sugeriu a implantação de leitura da mente "pó neural" em cérebros humanos para facilitar a conectividade do homem à máquina.
Se este pó foram polvilhado sobre um cérebro humano, que poderia formar um "sistema de interface implante neural que permanece viável para toda a vida."
Esta poeira consistiria de partículas não superior a 100 micrômetros de diâmetro, que seria milhões de sensores capazes de medir a actividade eléctrica do cérebro dentro de neutrões.
 
De acordo com o jornal, esses sensores podem ser ligados às "dicas de matrizes de arame fino" que poderiam ser inseridos diretamente no tecido cerebral.
Isso permitirá um cérebro humano - interface de máquina e criar um "telepatia" mecânica.
Outra forma como os cientistas esforçam-se por ligar o homem a máquina é através do uso dos recém-desenvolvidos material condutor elástico que pode ser ligado a implantes de eléctrodos para o cérebro ou pacemakers.
Este invento nanopartículas de ouro trabalhado é um polímero elástico que pode ser esticado até quatro vezes o seu comprimento original.
 
Nicholas Kotov, o engenheiro químico da Universidade de Michigan (UoM) explica que "parece que o ouro elástica. Mas nós podemos esticá-lo apenas como um elástico. E quando você liberar o stress, eles praticamente voltar à sua posição original. "
Kotov afirma que a presente invenção "pode ​​aliviar uma série de doenças, por exemplo, a depressão, a doença de Alzheimer e doença de Parkinson.Eles podem servir como uma parte de próteses e outros dispositivos protéticos controlados pelo cérebro. "
A Royal Society, em conjunto com a Academia de Ciências Médicas, da Academia Britânica e da Royal Academy of Engineering reuniram este mês para discutir as potencialidades, oportunidades e desafios da fusão do homem com a máquina (ou seja, o transhumanismo), sob o pretexto de tecnologias de aumento.
 
Ao Aprimoramento Humano e o Futuro do Trabalho conferência, e expandiu ainda mais em cima no seu publicado relatório, explica como a ciência ea ética estão entrando em conflito como a tecnologia promete substituir o corpo humano defeituoso com um eterno, a substituição mecânica.
Estes transhumanists definir valorização humana como tudo o que "engloba uma série de abordagens que podem ser usados ​​para melhorar aspectos da função humana (por exemplo, memória, audição, mobilidade).Isto pode ser tanto com a finalidade de restaurar uma função diminuída para níveis anteriores ou médio, ou para aumentar a função para um nível considerado "além do normal" para os humanos. "Muitos grupos transumanistas podem ser encontrados em todo o mundo, tais como a Reino Unido Associação Transhumanista que acredita que a pesquisa científica deve ser aplicada para responder a perguntas da condição humana e trazer benefício substancial para a sociedade. O Oxford Transhumanists promover a "extensão radical de vida, inteligência artificial, melhoria cognitiva, os riscos existenciais e da mente - o upload."
 
The Future of Humanity Institute da Universidade de Oxford esforços para responder às "grandes - Imagem perguntas sobre a humanidade e suas perspectivas."
Estes transhumanists favorecer o Singularity Summit, uma extensão anual da Singularity Institute onde robótica, inteligência artificial, o cérebro - interface de computador e [vários] tecnologias emergentes "em genética e medicina regenerativa são analisados ​​sob a perspectiva da transhumanismo.
Os trans-humanistas no Programa de 2045 afirmar que a humanidade "está na necessidade de uma nova estratégia evolutiva", que consiste de um equilíbrio entre a complexidade dos avanços tecnológicos e da aceleração dos processos informacionais para expandir o "limitado, humano primitivo" em um "altamente auto- organizado "e tecnologicamente" inteligência superior ".
A tecnologia pode organizar a sociedade e integrar a unificação de um super consciência coletiva - um superbeing.
Ao acabar com a individualidade, a conclusão é a eliminação de:
• Falta de disposições de consumo 
• envelhecimento, enfermidade e morte 
• Crime e conflitos 
• desastres e catástrofes naturais



O conceito de humanidade neo-neo-humana e é a substituição por uma sociedade capitalista e baseadas em consumo pós-industrial, onde uma nova forma de civilização vai surgir.
Postado por OCULTO REVELADO: A VERDADE às 17:30  05/08/2016


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Cientista americano admite que criou o vírus HIV para redução da população

NO Cosmos
Cientista americano admite que criou o vírus HIV para redução da população
Em abril de 1984, o Dr. Robert Gallo entrou com um pedido no Estados Unidos referente a sua invenção, o vírus HIV / AIDS. Normalmente, quando uma patente é apresentada e aprovado, como a Dr. Gallo foi, quem usa o produto ou invenção deve um pagamento de royalties para o artífice
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Dr. Robert Gallo ficou famoso em 1984 com a descoberta do vírus.

Assim, mantendo as leis de propriedade intelectual para as suas interpretações mais completas, é preciso apenas se maravilhar por Dr. Gallo ainda tem que arquivar um processo que pretendem recuperar os danos do uso de sua invenção?
Por mais estranho que este estado de coisas poderia soar, não tem necessidade de um escrutínio extra. A evidência científica é completa e convincente, o vírus da Aids é um bi-produto criador do programa de vírus especial dos EUA. O programa Vírus especial foi um programa de desenvolvimento de vírus federal que persistiu Nos EUA, de 1962 até 1978. Os EUA Virus Especial foi então adicionado como “complemento” para Vacinar inoculações na África e Manhattan, segundo o site Huffington Post e Chicago Tribune, de uma matéria de 1991.
Pouco tempo depois o mundo estava envolto com infecções em massa de vírus animal. Uma revisão especial do Fluxograma Vírus ( “lógica de investigação”) revela que os Estados Unidos procuram uma “partícula de vírus” que poderia impactar negativamente os mecanismos de defesa do sistema.  De acordo com os Procedimento dos EUA, a SIDA é um processo biológico, o desenvolvimento laboratorial do vírus Visna peculiar, detectado pela primeira vez em ovinos islandês. Recentemente, cientistas norte-americanos e mundiais garantiram com 100 por cento de certeza que a gênese da AIDS foi num laboratório .
No início deste ano, o Dr. Gallo admitiu seu papel como um projeto para o programa de desenvolvimento de vírus federal, o vírus especial. O fluxograma do programa e os relatórios de progresso prova inegavelmente que os Estados Unidos estava num “jogo de abater populações do mundo através do desencadeamento de um organismo biológico”. À luz desta verdade é que  os EUA  deve pagamentos “reais” para as vítimas inocentes. Cada vítima da AIDS é digno de um pedido de desculpas adequada e uma forma de fechamento econômico para custear o tratamento. Os olhos do mundo estão sobre equipe de saúde do Escritório geral de contabilidade, sob a direção de William J. Scanlon. Entre 1964 e 1978, o programa de vírus Federal secreto gastou US $ 550 milhões de dólares de dinheiro dos contribuintes para criar a AIDS.


terça-feira, 19 de julho de 2016

Rede de cavernas que liga toda a Europa intriga cientistas

Rede de cavernas que liga toda a Europa intriga cientistas
Por Redação   Atualizado em 19/05/2016 /  Atualizado em 19/07/2016
Uma gigantesca rede de túneis descoberta na Europa vem intrigando cientistas há décadas. As escavações se estendem ao longo do território europeu, se espalhando desde a Escócia até a Turquia.
São mais de 2 mil túneis do tipo catalogados até o momento, e mesmo analisando todo o interior deles, os cientistas ainda não entenderam o motivo da existência de tais obras.
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São mais de 2 mil túneis do tipo catalogados até o momento
Acredita-se que a rede, chamada de Erdstall, foi construída durante a Idade Média. Um documento datado de 1449 cita a existência dos túneis, mas não revela o propósito das construções.
Existem mais de 700 túneis na região da Baviera, na Alemanha, e outros 500 na Áustria, com comprimentos entre 20 e 50 metros.
Apesar de muitas especulações, o fato continua sendo um grandioso mistério para comunidade científica europeia.

Com informações do R7
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