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sábado, 6 de maio de 2017

Provas mais robustas e concretas da Lava Jato são contra Aécio, Serra, Temer e Jucá.

sexta-feira, 21 de abril de 2017
Provas mais robustas e concretas da Lava Jato são contra Aécio, Serra, Temer e Jucá.

 

Na avaliação de procuradores que atuam na Lava Jato, as provas mais robustas entregues pelos delatores da Odebrecht são as que atingem os senadores José Serra e Romero Jucá, com Aécio Neves logo atrás, segundo a coluna Radar Online, da revista Veja, neste fim de semana.

O jornalista Mauricio Lima aponta ainda que Serra e Aécio têm evitado locais públicos, como aeroportos, desde que seus nomes ganharam destaques na mídia com a divulgação das delações da Odebrecht. 

O objetivo: evitar xingamentos e vídeos da cena que se espalham pela internet.

Confira também, Aécio Neves: O vídeo que está chocando a internet




terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Serra monta farsa, sai do governo para se blindar no Senado e contar com a proteção do STF e da PGR contra a Lava Jato

Serra monta farsa, sai do governo para se blindar no Senado e contar com a proteção do STF e da PGR contra a Lava Jato
28/02/2017
 

“Pelos caminhos do mundo, nenhum destino se perde: há os grandes sonhos dos homens e a surda força dos vermes”. (Cecília Meirelles, no Romanceiro da Inconfidência)

O senador golpista e ex-ministro entreguista do Itamaraty, José Serra, não dá ponto sem nó. Nunca deu, como nunca apresentou ao público e a quem de direito os seus diplomas de engenharia e de economia, quando se apresenta para ocupar cargo público. 

Serra — o Careca —, neste caso, parece com o presidiário e empresário “falido”, Eike Batista, o dono do grupo EBX, que, como todos os empresários predadores que vicejam no Brasil, cantam loas e boas à iniciativa privada. 

Contudo, e para o bem da verdade, é que grande parte dos megaempresários enriqueceram sob a sombra do estado nacional, dos governos dos estados da Federação e das prefeituras de médios e grandes municípios.

Dinheiro público aplicado diretamente em seus bolsos, de forma que possam viver durante todos os anos de suas vidas, juntamente com suas famílias e associados, como verdadeiros nababos, a se locupletar do estado patrimonialista, que transfere seus recursos para os negócios privados dos inquilinos da casa grande. 

É a praxe há 517 anos neste País; e é exatamente o que o governo fundamentalista de mercado e pária de *mefistófeles — vulgo *MT — está a fazer a toque de caixa e a seguir à risca sua agenda negativa, entreguista, ultraliberal e inacreditavelmente contra os interesses do Brasil.

O golpe à moda bananeira perpetrado por uma casa grande provinciana, ignorante e corrupta, que teve a cooperação, a aquiescência e a cumplicidade vergonhosa de seus subordinados togados, que militam politicamente no STF, na PGR e em varas de primeira instância como a de Curitiba, que se transformaram em pilares importantes para que se efetivasse um golpe de estado contra a soberania popular aparentemente consolidada pelas urnas desde 1989, a Constituição, o Estado de Direito e a presidente constitucional e legítima, Dilma Rousseff.

Não se viu até hoje nada igual a esse governo composto por traidores tão “dignos” quanto a uma escória, que lutam para escapar da cadeia por causa da Lava Jato, porque até os governos de direita do passado resguardavam as questões nacionais estratégicas e não retiraram direitos pétreos do povo brasileiro. 

Nem o Neoliberal Golpista I — o FHC — foi tão fundo, no 
que tange à miserabilidade moral e à perversidade despida 
de qualquer humanidade.

Os militares, por exemplo, tinham atenção com as questões estratégicas do País, a aplicar recursos em hidrelétricas, a exemplo de Itaipu, bem como a proteger o setor nuclear, quando não aceitaram, no governo do general-presidente Ernesto Geisel, as condições impostas pelos Estados Unidos para que o Brasil construísse usinas nucleares.

Geisel recusou o acordo com os estadunidenses e formalizou contratos de cooperação científica e tecnológica com a Alemanha Ocidental, na época um país dividido por causa da Guerra Fria. 

São apenas dois exemplos que cito, pois a finalidade é mostrar o quanto o governo de *mi-shell temer é a antítese do que é racional e prudente, porque antinacionalista e antidemocrático, mas descaradamente entreguista, pernicioso e perigosíssimo para os interesses do Brasil e do desenvolvimento social e econômico do povo brasileiro e de seus trabalhadores. Só não vê quem não quer ou está de má-fé.

Dito isto, voltemos a Serra, indivíduo que é parte importante do governo essencialmente empresarial, que não tem quaisquer preocupações em desenvolver o País e emancipar seu povo. É nítido e visível. Basta apenas elencar as ações e atos da agenda feroz e covarde dos golpistas que tomaram o poder de assalto e, por causa desta realidade, sentem-se à vontade para entregar e pilhar o Brasil, em todos os setores e segmentos de negócios e de atividade humana.

Porém, o assunto principal deste artigo não é o Amigo da Onça de alcunha *mi-shell temer e seu governo incompetente e fracassado, por ter sido parido natimorto. Também não é protagonista do assunto da narrativa o presidiário Eike Batista, o ex-badalado playboy, “garoto” dos olhos da imprensa de negócios privados inconfessáveis e pelo high society brasileiro de alma fútil, leviana e de caráter egoísta e perverso. 

O assunto dispõe sobre a saída de José Serra do governo pária e ilegítimo de *temer — o pai de todos os fracassos quando se trata de economia, administração pública e honra.

A questão se reporta à ação de tal sujeito ególatra e que não mede consequências para atingir seus propósitos políticos e, inversamente à sua postura política e de vida, resolve sair do poder, até porque ninguém participa de um golpe de estado terceiro-mundista para depois entregar “sua” cadeira de mão beijada, mesmo se for para um tucano empedernido e usurpador como o é o próprio José Serra.

“Por quê?” Fiquei a me perguntar…, pois são muitas as indagações e reticências. 

Entretanto, visualizo feixes de luz em meus pensamentos e percebo que José Serra, homem de caráter vingativo, intolerante e nada solidário, jamais tomaria decisão tão drástica sem, todavia, mexer em seu tabuleiro de xadrez político. 
Evidente, uai!

A verdade é que Serra antecipou sua blindagem, no que concerne às delações da Odebrecht via Lava Jato, porque movido por um timing de sobrevivência política de estilo sorrateiro, que poucos políticos possuem, pois há muitos anos se envolve em situações periclitantes, que o levam moralmente a ser contestado e criticado por grande parte dos eleitores brasileiros. Serra foi duas vezes candidato a presidente e por duas vezes foi derrotado pelo PT de Lula e Dilma.

Suas ações e seu distanciamento atávico dos sentimentos e das reivindicações populares são como se fossem sua marca como político dedicado aos interesses da grande burguesia brasileira e da plutocracia internacional. E é exatamente dessa forma que o senador de direita e do PSDB paulista se pautou à frente do Itamaraty do governo golpista e usurpador de *mi-shell temer.

Serra, apesar de ser matreiro, não engana a todo mundo e, com efeito, chama a atenção da sociedade civil e de servidores públicos do Judiciário, que sabedores de sua atuação em casos de corrupção repercutidos pela imprensa de mercado, que sempre estendeu-lhe a mão “amiga”, a chamá-lo, sobejamente, de “elite da elite”, compreendeu que sendo alvo das delações da Odebrecht, pois acusado de receber R$ 23 milhões, colocará o governo ilegítimo na vitrine, que por sua vez vai receber pedradas da oposição partidária e da sociedade organizada, além de setores do Judiciário que não se deixaram levar por vaidades frívolas ao tempo que persecutórias por parte de autoridades, como Rodrigo Janot, Gilmar Mendes, dentre inúmeros juízes do STF, procuradores, a exemplo de Deltan Dallagnol, assim como juiz seletivo, parcial e midiático, como o Sérgio Moro.

Serra em sua carta “singela” a *temer, alegou motivos de saúde para deixar o governo ilegítimo e golpista. “Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler” — afirmou o chancelar golpista, para logo complementar: “Para mim, foi motivo de orgulho integrar sua equipe”.

Pois é… Legal o José Serra, não? A verdade é que os tucanos, e neste caso em particular o Serra, contam com a impunidade por intermédio de blindagem por parte do sistema judiciário envolvido com os interesses políticos da Lava Jato. 

Venhamos e convenhamos: até hoje e a despeito de os políticos mais importantes do PSDB terem sido muitas vezes denunciados e delatados, sendo que alguns, como o senador Aécio Neves, são megadelatados, nenhum tucano ou político do DEM foi encarcerado ou humilhado ao depor ou levado coercitivamente de sua casa como criminoso, realidade terrível que fizeram covardemente e desrespeitosamente com o ex-presidente Lula.

As testemunhas levadas a depor pela acusação, quase 30, isentaram o Lula de ter participado ou 
se beneficiado de ações e atos corruptos, o que deixou o perseguidor e justiceiro Sérgio Moro atônito e inconformado, porque sua missão a ser cumprida é impedir que Lula seja candidato nas eleições de 2018. 

Isto está claro, porque não é mais possível concordar com as ações dos procuradores do powerpoint mentiroso e manipulador e do magistrado que vazou diálogo de uma presidente em plena atividade de suas prerrogativas constitucionais, ou seja, autoridades que cometem crimes, pois o objetivo não é mais prender o Lula ou que o valha.

O propósito é desconstruir e desqualificar sua imagem e a 
do PT, mantê-los sob pressão política e eleitoral, jogá-los, indefinidamente, nas manchetes das mídias golpistas, que recebem vazamentos criminosos de servidores que cometem crimes e têm consciência disso, pois envolvidos. 

indevidamente, com a luta política e partidária, porque se aproveitam de seus cargos e do dinheiro público para efetivarem suas ações políticas e, por seu turno, cometerem suas arbitrariedades, a seus bel-prazeres, porque o Brasil vivencia hoje uma ditadura não assumida e comandada por juízes, procuradores, delegados e políticos.

Atores de teatro de horrores, que conquistaram o poder ao tomarem de assalto o Palácio do Planalto, sem a legitimidade das urnas e sem a aquiescência de 54,5 milhões de eleitores, que tiveram seus votos despoticamente rasgados. 

A questão é saber quem se importa com tamanha patifaria e canalhice, quando servidores das corporações do Estado nacional se voltam contra a estabilidade democrática e institucional, assim como resolvem optar por rasgar a Constituição, com a intenção de dar fim ao pacto social formalizado pela sociedade brasileira, no ano de 1988, quando a Carta Magna foi sancionada e aprovada após 21 anos de ditadura.

Rasgaram a Constituição Democrática, da Cidadania e dos Direitos Civis para permitir o golpe de estado por parte de bárbaros e selvagens testas de ferro do grande empresariado, a desmontar o estado nacional, tirar direitos previdenciários e trabalhistas dos trabalhadores e aposentados, extinguir dezenas de programas de inclusão social e igualdade de oportunidades, além de entregar ou extinguir projetos estratégicos à gringada esperta, malandra e pirata, que trata esse governo pária como um governo de subalternos e subservientes, colonizados e patéticos, de um país miserável onde viceja uma “elite” vagabunda e igualmente miserável e antinacionalista.

Serra saiu do governo pária e despótico e vou dizer por quê: porque ele não quer chamar a atenção, pois o Itamaraty dá muita visibilidade, além de seu capataz na Petrobras, o Pedro Parente, ser o sujeito mão de tesoura que está a esquartejar a Petrobras, a vender suas subsidiárias e a entregar o Pré-Sal. 

Um crime de lesa-pátria sem precedente na história deste País. Se fosse em um País civilizado, esses entreguistas sem eira nem beira seriam presos, porque lugar de traidor é na cadeia. E, se fosse em um país radical ou fundamentalista nos campos religiosos e político, no que tange aos seus regimes, esses seres dantescos e medíocres poderiam ser punidos com a pena de morte. Fato.

Porém, aqui é o Brasil. Um pardieiro sem lei e sem respeito, onde viceja uma burguesia dona da casa grande extremamente violenta, corrupta e perversa, bem como odeia profundamente o Brasil, sendo que três dos inúmeros motivos são os preconceitos raciais, de classe e origem, além do inenarrável, indescritível e incomensurável complexo de vira-lata. É de doer nos ossos, na alma e na consciência. 

Aqui é a terra da bagunça, lugar onde se efetiva golpes, e o mais rico, o que pode mais, invade com violência e arrogância o espaço do outro e não respeita seus direitos.

Trata-se do autêntico foda-se! A selvageria em toda sua essência e plenitude. A cara e o focinho do Brasil do golpe terceiro-mundista afeito às republiquetas das bananas. O Brasil é a Banânia! Não restam dúvidas. Aqui fica tudo por isto mesmo. Terra da classe média malandra e espertalhona, pois moralista sem moral. 

Terra dos ricos ladrões, que mamam nas tetas do Estado, sabotam a economia do País, boicotam os consumidores e os contribuintes e não são cobrados por suas roubalheiras ou incompetências ao administrarem seus negócios dignos de gângsters. Também, com um Judiciário desse ninguém precisa de inimigo.

José Serra é esperto e… golpista! Se livra dos holofotes do Itamaraty e assim evita mais pressão contra o governo do atraso e do retrocesso de espírito escravocrata, além de não perder o foro especial por prerrogativa de função, pois o tucano vendilhão e traidor da Pátria é senador. 

Contudo, não é somente isto que está em jogo. No Senado, Serra terá a proteção de seus pares e companheiros de sedição e de golpe contra a presidente legítima e constitucional Dilma Rousseff.

O governo tem maioria e os senadores, grande parte envolvida na Lava Jato, não irão deixar o José Serra na mão. 

Vale lembrar que o tucano também é figura carimbada dos escândalos de corrupção do Metrozão/Trenzão, no Estado de São Paulo, dentre muitos outros episódios nada modestos quando se trata de acusações e denúncias de corrupção contra o senador José Serra, conforme as notícias da imprensa alienígena amiga dos tucanos e dos procuradores e delegados de polícia. Ponto.

Supostamente com problemas de saúde — o político paulista já usou tais subterfúgios em outros episódios quando sob pressão —, Serra sai do palco iluminado e se resguarda, a fim de esperar ações que o blindem, não somente no Senado, mas, sobretudo, no STF e na PGR, que estão a cozinhar o galo que se veste de preto conhecido como Sérgio Moro, do PSDB do Paraná, que se deixa fotografar e a sorrir ao lado dos inimigos do PT, de Lula e de Dilma, a exemplo de João Dória, Aécio Neves, membros da família Marinho (nunca sei o nome dos irmãos de uma família conspiradora de golpes de estado contra presidentes trabalhistas), *mi-shell temer, Geraldo Alckmin e tucanos em geral, além de ter recebido o prêmio “Operário Padrão” das Organizações(?) Globo, que malandra como é, mudou seu nome para Grupo Globo.

Serra saiu do Itamaraty, pois seu projeto de entrega do pré-sal a estrangeiros está a ser efetivado de vento em popa. Missão cumprida. Além disso, o espertalhão, que age como leitão para poder mamar deitado, sabe que Rodrigo Não Devo Nada a Ninguém Janot, o procurador-geral da República, e o juiz (sic) do STF que vai ser empossado logo, logo, que responde pelo nome de Alexandre Lex Luthor de Moraes, bem como as presenças impolutas e politicamente conservadoras dos condestáveis Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Mello, Luiz Fux, Rosa Weber, Cármen Lúcia, dentre outros, permitirão que José Serra se sinta à vontade, seguro e satisfeito como pinto no lixo. 

Não somente o Serra, mas também muitos dos golpistas do PSDB e do PMDB, que tomaram o poder assalto mediante a um golpe.

A verdade é que o PSDB é e sempre foi o partido do sistema de capitais, das grandes corporações multinacionais e alinhado aos interesses dos governos dos Estados Unidos ou dos “Esteites” ou da “América”, como gostam de falar com orgulho e admiração os coxinhas ignorantes sobre história, despolitizados e paneleiros de barrigas cheias e amantes do pato amarelo corrupto da Fiesp. Os coxinhas irremediavelmente colonizados, detratores de seu próprio País e tão entreguistas quanto os donos dos meios de produção. 

Só que tem uma diferença: coxinhas são empregados e vivem de salários. É mole ou quer mais?

O PSDB tem o *temer nas mãos, e o golpista só cai do poder se o PSDB quiser. O presidente usurpador, denunciado e acusado 43 vezes somente pela Odebrecht é, na realidade, um fantoche e, por sua vez, tornou-se meramente um despachante do PSDB, que conquistou o poder. 

Nada importa aos delegados, procuradores e juízes se tucanos e peemedebistas estão envolvidos com corrupções. A Lava Jato é um instrumento político e de opressão contra o Lula. Somente para o Lula, ainda mais que o líder trabalhista lidera todas as pesquisas de forma acachapante.

Volto a repetir: a Lava Jato, um covil de covardias e perseguições, não é, por exemplo, para o ex-presidente José Sarney, que foi pego com a mão na botija, a conspirar com o Sérgio Machado e o Romero Jucá sobre a queda de Dilma, ou seja, a conspirar também para obstruir as ações da Lava Jato. Entretanto, os políticos e partidários do STF, que também atuam como juízes, consideraram, sem vacilar, que José Sarney não poderá ficar nas mãos de Sérgio Moro. Só que Sarney não tem mandato e, por conseguinte, seu foro não é especial.

Todavia, o Lula está nas mãos persecutórias, injustas e partidárias de Sérgio Moro. Sim senhor. Lula foi presidente e, tal qual a Sarney, não tem mandato e foro privilegiado. Então, vamos à pergunta que não quer calar: há condições, mínimas que sejam, para confiar em um Supremo que se tornou minúsculo? Trata-se de uma corte que se apresenta muito menor que o Brasil e dele não é digno, que se tornou tenebrosamente partidária, muda e surda, pois cega sempre foi e pelo o andar da carruagem vai continuar a não enxergar os crimes daqueles que a Justiça defende e protege. É o fim da picada.

Obviamente que não dá para confiar, porque além deste episódio, Lula também foi impedido de assumir a Casa Civil enquanto o Moreira Angorá Franco pôde assumir cargo que o permita ter foro especial para não ter de responder à Lava Jato e sim ao STF. Dois pesos e duas medidas. 

É assim que a banda toca nessas paisagens tupiniquins. Dessa forma que se blinda os apaniguados e os testas de ferro do sistema político e econômico que assumiu o poder por intermédio do crime de golpe de estado.

A tucana Eliane Cantanhêde, a jornalista do partido da “massa cheirosa”, o PSDB, quase me mata de rir, quando ela, do alto de sua inquieta alienação e de um elitismo que chega a ser arrivista, afirmou que os amigos de José Serra estavam preocupados com sua depressão. Segunda a moça da massa cheirosa, Serra, o coitadinho, “não estava feliz no cargo, que é muito distante da Fazenda com que sonhou, e temia entrar num bolo comum dos ministros e parlamentares da base aliada citados na Lava Jato”. Bingo!

Serra, então, de acordo com a colunista tucana, é um homem muito importante para ser jogado na vala comum da Lava Jato. Apesar de sua incompetência comprovada, como ocorreu no Itamaraty, tanto que seus amigos preocupadíssimos com sua “depressão”, sabiam, como sabe a Cantanhêde, que a agenda do chanceler golpista e usurpador do poder era vazia porque o tucano, na verdade, não tem expressão e foi tratado com um pária golpista da casa grande de país de terceiro mundo pela comunidade internacional.

As ações e declarações questionadoras no que tange aos golpistas se deram nos âmbitos da ONU, da OEA, da OIT, da OMS, do Mercosul e de outros órgãos internacionais, bem como por parte de deputados e senadores franceses e norte-americanos, das academias e universidades de inúmeros países e da poderosa imprensa capitalista estrangeira, que, evidentemente, não pode ser chamada pela direita cucaracha, colonizada, provinciana e tacanha do Brasil de comunista, bolivariana, petista ou adjetivos outros. 

Aí não dá. Serra representa a fraude e a farsa na política. Ele deixou o Itamaraty para se blindar melhor e sumir do mapa, o que é mais factível como senador do que como chanceler. Serra foi um fracasso retumbante como chanceler, porque jamais pensou além de seu umbigo.

A verdade é que José Serra está a dar o que chamam na gíria popular de “migué” ou está a dar uma de “João sem braço”, o que é a mesma coisa. 

Por sua vez, seus aliados e partidários compreendem o panorama político deste Brasil de tradição golpista e civilizadamente atrasado, porque submetido há séculos à irresponsabilidade e à violência de uma casa grande bárbara que jamais, e em hipótese alguma, pensou no Brasil. 

Serra saiu do governo pária e ilegítimo para se blindar e ser protegido pelo Senado, PGR e STF. É isso aí.




quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

 Beto Barata/PR

Alegando motivos de saúde, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22; "Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz ele na carta; segundo o tucano, o tempo para sua recuperação, de acordo com os médicos, é de quatro meses; Serra foi delatado pela Odebrecht acusado de ter recebido R$ 23 milhões em propina na Suíça

22 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 21:02

247 - O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22. Primeiro tucano a integrar a equipe de Temer, Serra alegou motivos de saúde na carta em que pediu sua exoneração.
"Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz Serra



sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

DCM: MORO ESTÁ SENDO DESCARTADO PELA ELITE POLÍTICA QUE PROMOVEU O GOLPE

DCM: MORO ESTÁ SENDO DESCARTADO PELA ELITE POLÍTICA QUE PROMOVEU O                     GOLPE
 

Jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), afirmou nesta quarta-feira, 8, que o juiz Sérgio Moro está sendo descartado pela elite do País, depois de tê-lo "usado" como instrumento para o golpe parlamentar de 2016, que retirou do poder a presidente Dilma Rousseff; "De peça-chave para a plutocracia, Moro passou a ser um obstáculo. Fez o que se queria dele — massacrar Dilma e Lula, e derrubar o PT do poder. E pronto. Ele é um produto de outro tempo, como as mulheres e homens que batiam em panelas. Moro talvez não saiba — mas ele já era", diz Nogueira

8 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 16:54

247 - O jornalista Paulo Nogueira, do Diário do Centro do Mundo (DCM), afirmou nesta quarta-feira, 8, que o juiz Sérgio Moro está sendo descartado pela elite do País, depois de tê-lo "usado" como instrumento para o golpe parlamentar de 2016, que retirou do poder a presidente Dilma Rousseff. 

"O super-heroi da mídia vai sendo relegado aos rodapés. Notícias desagradáveis para Moro eram suprimidas nas redações. Agora, até as vaias que ele recebeu numa palestra que fez na Universidade Columbia, em Nova York, foram noticiadas", diz Nogueira. 

Segundo o jornalista, a nomeação de Alexandre Moraes para o STF é apenas uma evidência a mais da concretização do plano revelado pelo senador Romero Jucá, quando falou em um grande pacto para estancar a sangria.

"A Lava Jato, tal como a conhecemos sob Dilma, acabou — e, com ela, Moro. Seu objetivo era liquidar Dilma, Lula e o PT. 
Não estava nos planos de seus mentores e incentivadores que as cobranças por corrupção alcançassem medalhões de outros partidos que não o PT. Aécio, Serra, Alckmin? Nem pensar. Com Dilma, isso fatalmente ocorreria. Dado o golpe, a história é outra", afirmou. 

"Em resumo: de peça-chave para a plutocracia, Moro passou a ser um obstáculo. Fez o que se queria dele — massacrar Dilma e Lula, e derrubar o PT do poder. E pronto. Ele é um produto de outro tempo, como as mulheres e homens que batiam em panelas. Moro talvez não saiba — mas ele já era", diz Nogueira. 

Leia na íntegra o artigo de Paulo Nogueira no DCM. 


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Odebrecht e Pinheiro entregam Aécio, Alckmin, Aloysio e Serra

Odebrecht e Pinheiro entregam Aécio, Alckmin, Aloysio e Serra
 Itamar Calado  21:47:00   13/01/2017
 

Pinheiro e Marcelo Odebrecht, às autoridades, disseram que apontavam os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista

As delações premiadas na Operação Lava Jato acabam de causar o comprometimento dos três principais líderes do PSDB. O senador Aécio Neves (PSDB/MG), o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o chanceler do governo golpista, José Serra, foram citados em delações premiadas e, agora, homologadas no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Tanto o presidente da empreiteira OAS, Léo Pinheiro, quanto Marcelo Odebrecht, principal executivo da empresa que leva seu nome, confessaram em juízo que os três líderes tucanos receberam propina de esquemas fraudulentos montados na Petrobras e em outras empresas públicas.

Pinheiro, às autoridades, disse que apontava os atos ilícitos de Aécio Neves “com prazer”, por considerá-lo oportunista ao se beneficiar do ambiente de instabilidade política instaurado, com apoio da mídia conservadora, e golpista, após as eleições de 2014.

 Em seu depoimento, Léo Pinheiro revela pagamentos de propinas, ao então governador, no total de 3% sobre os valores superfaturados nas obras da Cidade Administrativa de Minas Gerais. Quem recebeu, segundo o empreiteiro, foi o tesoureiro informal da campanha de Aécio Neves, o empresário Oswaldo Borges da Costa.

O segundo a cair na malha fina da Lava Jato foi o senador José Serra. O candidato derrotado por Dilma Rousseff, em 2010, já deixou pegadas no lodo do escândalo conhecido como ‘Privataria Tucana’ e, dessa vez, foi apontado como beneficiário do dinheiro ilícito apurado nas obras viárias do Rodoanel, pagas por Marcelo Odebrecht. Em sua defesa, disse apenas que nunca autorizou ninguém a falar em seu nome, sem admitir, ou negar, os fatos.


Alckmin, por último, mas não menos importante, vê-se enredado na Operação Alba Branca, na qual o aliado e seu ex-secretário-chefe da Casa Civil Luiz Roberto dos Santos – ou Moita, como é conhecidio – posa ao lado de Edson Aparecido, acusado de comandar a máfia da merenda. 

Aparecido foi fotografado ao lado de Alckmin, em seu gabinete no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Moita, segundo os investigadores, comandava também — a partir de seu gabinete — contatos diretos com suspeitos de fraudar licitações e superfaturar produtos agrícolas destinados à merenda escolar. 

Um dia antes de deflagrada a operação policial, Luiz Roberto foi exonerado do cargo de confiança por Geraldo Alckmin e voltou para sua função de origem, na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). 

Na CPTM, o Moita é apontado como um dos suspeitos na formação do cartel que superfaturou as obras do Metrô paulista, em um escândalo de proporções internacionais, com a participação de gigantes do setor, como a empreiteira francesa Alston e a alemã Siemens.

Depois de comprometidas as possíveis candidaturas dos chefes tucanos, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) — líder do governo golpista, no Senado, suspeito de trair o líder guerrilheiro Carlos Marighella, na década de 70, e levá-lo para a morte em armadilha montada na capital paulista — foi tragado nas investigações da Lava Jato. 

Nunes fora também citado na delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC Engenharia e da Constran. Pessoa confessou pagamentos ao caixa 2 de Aloysio, na campanha dele em 2010.

O senador repele a denúncia, ao afirmar que “não há nem haverá provas” de que ele usou dinheiro sujo na campanha, mas a partir desta segunda-feira, passa a enfrentar uma nova denúncia, dessa vez, com origem em seu passado nebuloso. 

Diretor financeiro da UTC, Walmir Pinheiro teve aprovada, no STF, a denúncia contra Aloysio, de que entregara a um amigo do senador da década de 1970, quando integravam o grupo guerrilheiro Aliança Libertadora Nacional (ALN), liderado por Marighella.

O delator confirmou à PF uma doação de R$ 200 mil em dinheiro vivo, para a campanha de Aloysio, entregue na sede da empresa em São Paulo ao advogado Marco Moro, que mantém relação de amizade com Nunes desde a década de 70, quando ambos, perseguidos da ditadura, exilaram-se na Europa. Moro nega a denúncia. 

Além dos R$ 200 mil alegadamente destinados ao caixa dois da campanha tucana, Pinheiro relatou aos investigadores que a UTC doou R$ 300 mil, por vias oficiais, em duas parcelas, uma de R$ 100 mil e outra de R$ 200 mil, registradas na prestação de contas de Nunes, o que confirma a delação de Pessoa sobre o dinheiro vivo pago a contratados na boca de urna, uma prática considerada também ilegal pelas autoridades eleitorais do país.

Mais podres de Alckmin a Serra
O calvário dos tucanos até o cadafalso eleitoral, porém, está longe de terminar. Nesta manhã, o advogado responsável pelas negociações da delação premiada de Marcos Valério com o Ministério Público de Minas Gerais confirmou que pretende revelar “entre 15 e 20” autoridades, que incluiriam atuais integrantes do governo do presidente de facto, Michel Temer, até políticos do PT, do PSDB, do PMDB e de outras siglas, em troca da redução nas penas previstas em Lei.

Os acusados, dessa vez, estão envolvidos no escândalo conhecido como ‘mensalão mineiro’, na origem da ação penal 470. Entre os principais envolvidos está o ex-governador mineiro Eduardo Azeredo (PSDB), do mensalão do PT e da Lava Jato.

— Tem gente sobre quem ele pode falar e ainda não apareceu. Tem deputados estaduais, federais, senadores e ex-senadores. Alguns não teriam sido reeleitos se ele já tivesse feito a delação.

Tem também gente do atual governo de Michel Temer — encerra Jean Robert Kobayashi, em recente entrevista a jornalistas. Valério foi condenado em 2012 a 37 anos de prisão pelo esquema do chamado mensalão do PT.





segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Temer, Serra e Moro, três chaves da queda de Dilma e que foram apontados pelo Wikileaks como treinados ou espiões dos EUA

Temer, Serra e Moro, três chaves da queda de Dilma e que foram apontados pelo Wikileaks como treinados ou espiões dos EUA
POSTED BY: ADMIN NOVEMBER 25, 2016  
Atualizado em 05/12/2016
 moro-eua-serra
Três importantes personagens pelo Impeachment de Dilma Rousseff, foram todos denunciados pelo Wikileaks como próximos, treinados, espiões ou pelo lobby da entrega do pré-sal aos EUA e empresas estrangeiras, como dizem que geopolítica nada é de graça e nada é a toa vale a pena ligar os pontos para se chegar a conclusões mais suscintas da realidade e deixar de crer que são “teorias da conspiração”. 

Porque o poder e influência norte-americana no Brasil nesse processo político atual é forte e bem real para se ver. Depois da espionagem norte-americana ao governo brasileiro e a Petrobrás, torna-se evidente a ação de agentes internos para conseguir seus intentos.

                                        1- Serra
 

Segundo Wikileaks, José Serra do PSDB estava em articulação com petroleiras internacionais para a entrega do pré-sal aos americanos, como revelou Wikileaks com documentos vazados. Veja aqui

                               2-Temer
 

Temer segundo documentos vazados pelo Wikileaks, era informante pessoal da embaixada norte-americana, mostrando-se estar a serviço dos americanos na desestabilização do governo Dilma, implodindo-o por dentro. Leia aqui

                          3- MORO
 

Peça chave principal no Impeachment de Dilma, como mostrou a jornalistaCintia Alves, do GGN, que as operações da Lava Jato atingiram um ápice antes do Impeachment, favorecendo Temer, Leia aqui. Wikileaks revelou os treinamentos de Moro pelo departamento de Estado Norte-Americano, em cursos para “treinar” juízes e Procuradores. Leia aqui. 

O interessante é que alguns desses treinamentos tidos como “normais” para os defensores de Moro, também eram comuns quando militares deram um golpe no país em 1964, quando havia programa de cooperação entre EUA e Brasil, onde muitos militares tinham treinamentos especiais pelos americanos. Leia aqui 




terça-feira, 6 de setembro de 2016

Deputado boliviano chama Serra de criminoso após afirmação do ministro

Deputado boliviano chama Serra de criminoso após afirmação do ministro
Javier Zavaleta não gostou de ouvir tucano dizer que Bolívia e Equador precisam aprender a fazer democracia
MUNDO IRRITAÇÃO HÁ 20 HORAS  06/09/2016  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
 
O deputado boliviano da coligação governista MAS, Movimento Ao Socialismo, Javier Zavaleta, criticou duramente nesta segunda-feira (5) as declarações do ministro das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, que sugeriu aos governos da Bolívia e do Equador aprender a fazer democracia.

"Que esses criminosos que estão no Brasil resolvam primeiro os seus problemas com a lei, antes de virem falar sobre política internacional", disse Zavaleta à imprensa local.
Serra havia declarado neste fim de semana ao jornal espanhol El País que "particularmente, Bolívia e Equador poderiam aprender a fazer da democracia, ao olhar para o que aconteceu no Brasil".
Para Zavaleta, citado pela agência oficial Boliviana de Informação (ABI), "o Brasil de hoje, após o golpe, conta com um governo de criminosos comuns. Não deixaremos que esses criminosos venham nós ensinar a fazer democracia, política ou ideologia."

Na semana passada, o Senado brasileiro destituiu, por 61 votos a 20, a presidenta Dilma Rousseff do cargo, provocando imediato repúdio das autoridades da Venezuela, Equador e Bolívia. O governo boliviano manifestou seu repúdio em nota oficial e ao que classificou de "golpe parlamentar" contra Dilma Rousseff, e convocou o seu embaixador no Brasil. Com informações da Sputnik Brasil. 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Serra e FHC tentaram fazer no Mercosul o que fizeram no Brasil: comprar votos

Serra e FHC tentaram fazer no Mercosul o que fizeram no Brasil: comprar votos
16 de Agosto de 201
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O jornal El País, do Uruguai, traz reportagem nesta terça (16) denunciando que o ministro interino das Relações Exteriores do Brasil, José Serra, tentou comprar o voto do país vizinho no Mercosul para suspender a presidência da Venezuela no bloco.
“Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!”, reprovou pelo Twitter o senador Roberto Requião (PMDB-PR), que é presidente da representação brasileira no Parlasul — o parlamento do Mercosul.
O jornal obteve notas taquigráficas de deputados que apontam a acusação de tentativa de suborno do tucano ao chanceler uruguaio Rodolfo Nin Novoa.
Em troca, o chanceler brasileiro propunha levar o Uruguai isoladamente em tratativas de acordos comerciais do Brasil na África e no Irã.
“Nós não gostamos muito que o chanceler (José) Serra veio ao Uruguai para nos dizer – disse em público, é por isso que lhes digo – que veio com a alegação de que a transferência [da presidência do Mercosul] deve ser suspensa e que, além disso, se fosse suspensa, nos levariam em suas negociações com outros países, como querendo comprar o voto do Uruguai”, reprovou o chanceler uruguaio.
Serra viajou ao Uruguai com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com a missão de afastar a Venezuela da presidência do Mercosul.
Nin Novoa voltou a declarar, no encontro com os deputados, que o Uruguai entende que a “Venezuela é o legítimo ocupante da presidência pro tempore e, por isso, quando convocar uma reunião, o governo uruguaio comparecerá”. “O Uruguai vai estar presente [nos encontros do Mercosul]. Se os outros não vão, será uma responsabilidade deles”, completou. Paraguai e Argentina estão do lado do governo Temer contra a Venezuela.

Na prática, FHC e Serra tentaram fazer sem sucesso o que já fizeram com triunfo em 1998 durante a compra de votos para aprovar a reeleição no Congresso.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

REQUIÃO SOBRE DENÚNCIA CONTRA SERRA: “VERGONHA!”

REQUIÃO SOBRE DENÚNCIA CONTRA SERRA: “VERGONHA!”
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Senador critica o chanceler interino, José Serra, depois da denúncia do chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, de que o governo brasileiro tentou comprar voto do Uruguai no Mercosul; "Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!", postou Requião no Twitter

16 DE AGOSTO DE 2016 ÀS 15:09

Paraná 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) chamou de "vergonha" a denúncia feita pelo chanceler uruguaio, Rodolfo Nin Novoa, de que o chanceler interino, José Serra, tentou comprar voto do Uruguai no Mercosul.
"Chanceler do Uruguay acusa Serra de tentar comprar o voto do país contra Venezuela. Vergonha!", postou Requião no Twitter, onde tem publicado diversos links diferentes a respeito da denúncia (leia mais).

Depois da publicação do caso no El País no Uruguai, maior jornal do país vizinho, o governo brasileiro de Michel Temer chamou o embaixador para explicar a denúncia do chanceler uruguaio. "O embaixador uruguaio foi convocado para dar explicações", disse um porta-voz do Itamaraty à Reuters.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Senador do PT pede afastamento imediato de Serra e Padilha

Senador do PT pede afastamento imediato de Serra e Padilha
Noticias ao Minuto 9 horas atrás 07/08/2016
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O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) disse neste domingo (7) que a oposição no Senado ao presidente interino, Michel Temer, pedirá o afastamento imediato dos dois ministros citados em pré-acordo de delação premiada da Odebrecht na Operação Lava Jato -o das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), e o da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS).
Reportagem da Folha de S.Paulo revelou, neste domingo, que funcionários da empreiteira afirmaram a investigadores da Lava Jato que a campanha de Serra à Presidência, em 2010, recebeu da empresa R$ 23 milhões por meio de caixa dois.
O ministro nega irregularidades e afirma que sua campanha ocorreu dentro da lei.
A revista "Veja" também afirmou, na edição desta semana, que a Odebrecht deverá dizer, em uma eventual delação, que o dono da empresa, Marcelo Odebrecht, participou em 2014 de um almoço no Palácio do Jaburu com Temer e Padilha no qual o atual presidente interino teria pedido "apoio financeiro" às campanhas do PMDB, o que teria resultado no pagamento de R$ 10 milhões "em dinheiro vivo" entre agosto e setembro do mesmo ano.
Eles negam a acusação. O presidente interino confirmou que se encontrou com Odebrecht em 2014 para discutir financiamento eleitoral, mas que todas as doações foram declaradas ao Tribunal Superior Eleitoral.
"Veja" divulgou ainda que, em outro acordo de delação em andamento, o marqueteiro de campanhas do PT João Santana deverá dizer que a presidente afastada, Dilma Rousseff, participou pessoalmente de operações de caixa dois na campanha de 2014.
IMPEACHMENT
Lindbergh Farias também defendeu a suspensão do processo de impeachment contra Dilma. Embora reconheça como pequena a chance de uma paralisação do processo, o senador afirmou que as novas denúncias "mudam o clima político no país".
"Aumenta a chance de dialogar com os senadores que estão com muitas dúvidas. Esse agosto pelo jeito vai ser outro agosto dramático na história do país. Caiu a máscara. Houve a vaia do Maracanã [contra Temer, na abertura da Olimpíada] e agora essa acusação [da Odebrecht contra o presidente interino]", disse o senador.
Segundo ele, as novas denúncias também fazer "cair um pouco a narrativa de que o PT é uma organização criminosa".
"Esses novos fatos dão um discurso para a gente e fazem aumentar a chance de mudar o voto dos senadores", disse Lindbergh, que é membro da Comissão de Impeachment no Senado.

Sobre a alegação de Serra de que suas contas de campanha de 2010 estavam sob responsabilidade do PSDB, Lindbergh disse "que isso não tira a força da denúncia contra ele". Com informações da Folhapress.

Serra recebeu R$ 23 milhões via caixa dois, revela Odebrecht

Serra recebeu R$ 23 milhões via caixa dois, revela Odebrecht
Notícias Ao Minuto23 horas atrás 07/08/2016
 
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Os investigadores da Operação Lava Jato conversaram com executivos da Odebrecht para recolher informações sobre o pagamento de propinas a políticos.
Nas declarações, os executivos da empreiteira afirmaram, em proposta de delação, que a campanha José Serra (PSDB-SP), à Presidência da República, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira via caixa dois.
Serra é atualmente ministro das Relações Exteriores do governo interino de Michel Temer. Segundo a reportagem da Folha de S. Paulo, o valor hoje corrigido pela inflação do período, equivale a R$ 34,5 milhões.
Além disso, os executivos revelaram que parte do dinheiro foi entregue no Brasil e parte foi paga por meio de depósitos bancários realizados em contas no exterior.
O acordo de delação entre a força-tarefa da Lava Jato e os executivos da empreiteira ainda não foi assinado.
A empreiteira Odebrecht pretende apresentar extratos bancários de depósitos realizados fora do país que tinham como destinatária final a campanha presidencial do então candidato. A empresa quer comprovar que houve o pagamento por meio de caixa dois.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) aponta que, em 2010, a Odebrecht doou R$ 2,4 milhões para o Comitê Financeiro Nacional para Presidente da República de Serra (R$ 3,6 milhões em valores corrigidos).
Ou seja, a reportagem indica que a campanha do tucano teria recebido do grupo baiano R$ 25,4 milhões, sendo R$ 23 milhões "por fora".
Na possível delação, os funcionários da Odebrecht também planejam explicar que Serra era tratado pelos apelidos de "Vizinho" e "Careca" em documentos da empreiteira.
Acarajé
A publicação recorda ainda que o nome do atual ministro das Relações Exteriores foi um dos que apareceram na lista de políticos encontrada na casa do presidente da Odebrecht Infraestrutura, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, durante a 23ª fase da Lava Jato, a Acarajé, em fevereiro.
Os funcionários da empresa também deve revelar que houve propina paga a intermediários de Serra no período em que ele foi governador de São Paulo (de 2007 a 2010) vinculados à construção do trecho sul do Rodoanel Mário Covas.
Outro lado
Em nota divulgada pela assessoria de José Serra (PSDB-SP), ele afirma que a campanha durante a disputa a Presidência da República em 2010 foi conduzida em acordo com a legislação eleitoral em vigor.
O tucano argumenta que as finanças de sua disputa pelo Palácio do Planalto eram de responsabilidade do partido, o PSDB. Serra também afirmou que ninguém foi autorizado a falar em seu nome.

Em relação ao suposto pagamento de propina a intermediários do tucano quando ele foi governador do Estado de São Paulo, entre 2007 e 2010, e que teriam relação com a construção do trecho sul do Rodoanel, Serra considera "absurda a acusação".

domingo, 24 de julho de 2016

SERRA DIZ ESTAR PREOCUPADO COM PRISÕES NA TURQUIA

SERRA DIZ ESTAR PREOCUPADO COM PRISÕES NA TURQUIA
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Chanceler José Serra disse que o governo brasileiro está preocupado com as prisões de funcionários públicos na Turquia, após a tentativa de golpe militar no país; até esta segunda-feira, o governo Erdogan havia demitido cerca de 20 mil funcionários, além de ter destituído 30 governadores provinciais; “Manifestamos, contudo, nossa preocupação com relatos de cerceamento de liberdades individuais de milhares de membros do Poder Judiciário, incluindo juízes e procuradores, na sequência daquele episódio”, diz a nota do Itamaraty

19 DE JULHO DE 2016 ÀS 05:47 

247 - O chanceler José Serra disse nesta segunda-feira que o governo brasileiro está preocupado com as prisões de funcionários públicos na Turquia, após a tentativa de golpe militar no país.
Até esta segunda-feira, o governo Erdogan havia demitido cerca de 20 mil funcionários, além de ter destituído 30 governadores provinciais. No fim de semana, pelo menos 100 juízes haviam sido presos. “Manifestamos, contudo, nossa preocupação com relatos de cerceamento de liberdades individuais de milhares de membros do Poder Judiciário, incluindo juízes e procuradores, na sequência daquele episódio”, diz a nota do Itamaraty.

No comunicado, o ministro destacou ainda que espera que “a paz e a tranquilidade sejam plenamente restabelecidas naquele país amigo”.