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segunda-feira, 24 de maio de 2021

Pazuello será algemado se mentir de novo, diz presidente da CPI

SUED E PROSPERIDADE

24/05/2021

Pazuello será algemado se mentir de novo, diz presidente da CPI

23/05/2021

O presidente da CPI da Pandemia, o Senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que o General Eduardo Pazuello será preso se mentir novamente na sua reconvocação na CPI da Pandemia. Senadores consideraram uma afronta e prova material de mentira, o fato de Pazuello ter ido à manifestação pró-Bolsonaro no último domingo (23).

Se Pazuello repetir o show de mentiras e enrolações que deu nos seus últimos depoimentos na CPI da Pandemia, sairá de lá algemado, é o que garante o presidente da CPI, Senador Omar Aziz (PSD-AM).

“Não posso afirmar que vou prendê-lo, mas pode ter certeza que, se ele mentir… Se ele tiver um habeas corpus, eu não poderei prendê-lo. Manda ele sem habeas corpus lá, ele não vai brincar mais com a CPI e a população brasileira”

Na avaliação do Senador hoje a CPI já tem força política e não está mais no começo, ele avalia que se prendesse Fábio Wanjgarten, na ocasião em que o mesmo mentiu na CPI e foi desmentido por áudio da Revista VEJA, a CPI poderia acabar naquele dia.

A atitude que eu tomei em relação ao Fabio Wajngarten… Os próximos depoentes não esperem que eu tenha a paciência. 

Se eu amanhã tomar a decisão de prender um depoente mentiroso, pode ter certeza que a CPI não acabará. Acabaria [no episódio de Wajngarten] porque estava no início. Hoje não. Hoje está consolidada”, afirmou, em entrevista ao Uol..

Técnicos da CPI da Pandemia, enumeraram as mentiras de Pazuello, em um documento em que listam 15 mentiras do General e Ex-Ministro da Saúde, que chegou a afirmar que não iria a CPI por estar com “suspeita de Covid”, no entanto isso não o impediu de ir á ato pró-Bolsonaro, aglomerar sem máscaras e fazer discurso.

Em sua entrevista ao UOL, Omar Aziz declarou que as imagens de Pazuello nas manifestações serão usadas na CPI.

“Lógico que isso vai ser analisado pela CPI, não tenha dúvida”

Ao que tudo indica o desenho político da CPI se aproxima do seu ápice com a prisão de Pazuello. Como reagirá o bolsonarismo?

CONTINUA

Quatro Generais defenderam a prisão de Pazuello nesse domingo

24/05/2021

De acordo com informações da jornalista Denise Assis, do Jornalistas pela Democracia, logo após o general Eduardo Pazuello, subir em palanque nesse último domingo (23) ao lado de Jair Bolsonaro em comício pró-Bolsonaro em meio a pandemia, quatro generais defenderam a imediata prisão de Pazuello.

Em reunião do Alto Comando das Forças Armadas, quatro generais teriam ficado “indignados” com a ida do General Eduardo Pazuello à ato com Bolsonaro no Rio de Janeiro.

”Até às 16h deste domingo, quando teve início a reunião do Alto Comando, (parte presencial e parte virtualmente), a disposição era a de que ele recebesse voz de prisão. Quatro generais presentes queriam que assim fosse” relata a jornalista Denise Assis, do Jornalistas pela Democracia.

De acordo com a jornalista, o Diário Oficial da União (DOU) deverá trazer nessa segunda-feira a notícia da reforma do General Eduardo Pazuello, ou seja sua aposentadoria do Exército. Com isso o Exército poderia minimamente diminuir a pecha de responsabilidade na crise da pandemia com mais de 440 mil mortes no Brasil, onde os generais tem papel de destaque no governo Bolsonaro.

Os Generais teriam ficado extremamente indignados com o fato de Pazuello sem máscaras, ter ido á ato pró-Bolsonaro, ontem (23), subido em palanque e participado de ato político, o regimento disciplinar proíbe esse tipo de manifestações aos militares da ativa.

Um adendo que com a manifestação no domingo de Pazuello, Senadores prometem ser duros contra Pazuello em sua reconvocação, já que o mesmo teria dito anteriormente que estava com “suspeitas de Covid” e depois apareceu sem máscaras e aglomerou em manifestação pró-Bolsonaro .

Além disso a jornalista prevê que agora sem o foro privilegiado, Pazuello possa sair algemado da prisão agora e coroar o momento de êxtase, ápice e avanço da CPI da Pandemia.

Leia a matéria completa e análise.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

sábado, 19 de setembro de 2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

SUED E PROSPERIDADE

19/09/2020

O Brasil Feliz De Novo: Hashtag #HaddadLula2022 Ganha As Redes E Surpreende Milícias Bolsonaristas

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

A hashtag #HaddadLula2022 subiu no Twitter nesta manhã de sábado, 19, e prossegue sendo um dos assuntos mais comentados da plataforma. 

Protocolo tradicional das milícias bolsonaristas, a subida forte de uma hashtag eleitoral da esquerda surpreendeu a todos, inclusive os próprios setores progressistas, que se engajaram nos compartilhamentos.

Para quem acreditou que as esquerdas ficariam apenas observando mais um passeio da extrema direita nas redes sociais em plena eleição municipal, a hashtag #HaddadLula2022 foi um balde de água fria. 

Setores progressistas passaram a povoar mais as redes e começam, neste momento, a produzir uma inflexão de engajamentos e participações do usuário digital.

https://twitter.com/selminhasilva13/status/1307302238566731779?s=20

*Com informações do 247

Que venham #HaddadLula2022 devolver a dignidade ao povo.
Imagem

CONTINUA

 Brasil, De Exemplo Mundial De Combate À Fome A Motivo De Grande Preocupação

 Celeste Silveira 19 de setembro de 2020 

“O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu, como gera desconfiança sobre estes acordos internacionais”, diz o economista Francisco Menezes, que destaca: “a consequência é bastante nefasta”.

Os dados de que há 10,5 milhões de pessoas passando fome no Brasil, divulgados pelo IBGE nesta quinta-feira (17), apenas confirmam as expectativas já denunciadas durante o governo de Michel Temer e de Jair Bolsonaro. 

Em 2017, por exemplo, o economista Francisco Menezes, que acompanha de perto a situação da insegurança alimentar no Brasil e integra o grupo de trabalho Agenda 2030, alertava que o Brasil voltaria ao Mapa da Fome da ONU.

Naquele ano, o Relatório Luz, o primeiro produzido pelo grupo de trabalho Agenda 2030, mostrava os riscos de um retrocesso (Confira aqui)

Signatário aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), entre os países que integram a ONU, o Brasil prestou contas dessas metas somente uma vez, em 2017, ficando omisso em 2018, no governo Temer, e 2019 e 2020, no governo Bolsonaro.

Também com Jair Bolsonaro foi a primeira vez que o Brasil, desde que é signatário ao pacto em 2015, não incluiu os objetivos de desenvolvimento sustentável no programa de governo. É o que informa o economista que faz parte do GT, em entrevista ao GGN. 

“No plano estratégico lançado pelo governo, ele [Bolsonaro] suprimiu, pela primeira vez, a referência às ODS, retirou o compromisso que existia antes, o que vemos com muita preocupação”, relatou Menezes.

O alerta do retrocesso na fome e na pobreza no Brasil não foi feito apenas por este grupo de trabalho, que acompanha de perto a situação. Além dos dados do IBGE, divulgados a cada 5 anos, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) 

publicou um relatório, no ano passado, indicando que a curva de desnutrição no país, que era descendente, começava a crescer, juntamente com a anemia entre mulheres em idade reprodutiva e recém-nascidos abaixo do peso atingindo 8,4%.

E considerando que a fome está diretamente relacionada com outra das metas das ODS, a erradicação da pobreza, dados da Fundação Getúlio Vargas (FVG) divulgados há dois anos também mostravam que a desigualdade no Brasil vem aumentando desde 2016 (Acesse aqui).

Questionado sobre o que esperar de um governo que foi alertado antes mesmo de iniciar o mandato, Menezes foi direto: “desse governo a gente não espera nada, a expectativa é neutralizá-lo na sua lógica de destruição e buscar, a partir da sociedade e em discussão com as instituições brasileiras, propostas alternativas.”

Estão no Mapa da Fome todos os países que têm 5% de sua população ingerindo menos calorias do que o recomendável, ou seja, passando fome. Em 2013, era 3,6% da população no nível de insegurança alimentar. Deixando este mapa, no feito inédito, o Brasil também ganhava credibilidade internacional.

A própria FAO reconhece amplamente os logros do Brasil naquele tempo: “As altas e persistentes desigualdades de renda do Brasil e no acesso a serviços básicos, como educação e os cuidados de saúde são bem conhecidos. No entanto, na década de 2000, a desigualdade diminuiu substancialmente, enquanto a economia cresceu a uma taxa anual de 3,2 por cento entre 1999 e 2014. 

Como resultado, as reduções em pobreza e desigualdade seguiram de forma semelhante padrão impressionante durante os anos 2000: 26,5 milhões de brasileiros saíram da pobreza entre 2004 e 2014”, destacava, em relatório.

“O Brasil, até 2015, conseguiu cumprir e muitas vezes com sobras esses objetivos. 

Nós estamos andando para trás, aquilo que a gente tinha conseguido até em um determinado momento, começamos a retroceder e retroceder de uma forma acelerada”, lamentou o economista.

Apesar de não ser uma obrigatoriedade, Francisco Menezes ressaltou os efeitos negativos para o Brasil também em perspectiva de relações internacionais de não cumprir com os compromissos dos quais assinou junto aos demais países.

“A consequência é bastante nefasta para o país. 

A imagem do país, por esse e outros tantos motivos, tem ficado bastante prejudicada. No caso da erradicação da fome, o Brasil era tido como um modelo, a experiência brasileira era acolhida com muita atenção. 

Agora, nós somos motivo de uma preocupação de outros países e da humanidade, haja visto o que vem acontecendo também no plano ambiental. 

O Brasil não só não cumpre os compromissos que assumiu em diversos acordos internacionais, como declara desconfiança sobre estes acordos”, assinalou.

*Com informações do GGN

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Funcionários Fantasmas Do Clã Bolsonaro Receberam R$ 29,5 Milhões Em Salários

SUED E PROPERIDADE

11/09/2020

Funcionários Fantasmas Do Clã Bolsonaro Receberam R$ 29,5 Milhões Em Salários

 Celeste Silveira 11 de setembro de 2020 

Investigações indicam pagamentos em gabinetes para servidores que não exerciam suas funções; entre 1991 e 2019, R$ 1 em cada R$ 4 da remuneração contabilizada foi destinado a pessoas sob suspeita.

A intrincada organização dos gabinetes da família Bolsonaro sugere um hábito longevo de preencher cargos comissionados com funcionários que nem sempre davam expediente em seus locais de trabalho. 

Um levantamento feito por ÉPOCA joga luz sobre essas movimentações e seus números, que hoje estão nas mesas dos investigadores. 

Do total pago aos 286 funcionários que o presidente Jair Bolsonaro e seus três filhos mais velhos contrataram em seus gabinetes entre 1991 e 2019, 28% foi depositado na conta de servidores com indícios de que efetivamente não trabalharam.

É como se de cada R$ 4 reais pagos, mais de R$ 1 fosse para as mãos de pessoas que hoje, em grande maioria, são investigadas por devolver parte dos vencimentos aos chefes. 

Ao menos 39 possuem indícios de que não trabalharam de fato nos cargos – 13% do total.

Enquanto recebiam como funcionários, esses profissionais tinham outras profissões como cabeleireira, veterinário, babá e personal trainer, como é o caso de Nathalia Queiroz, filha de Fabrício Queiroz, apontado pelo MP como operador do esquema da rachadinha no gabinete de Flávio. 

Juntos, os 39 receberam um total de 16,7 milhões em salários brutos (o equivalente a R$ 29,5 milhões em valores corrigidos pela inflação do período) durante o período em que trabalharam com a família.

No grupo de pessoas que constaram como assessores, mas possuem indícios de que não atuavam nos cargos, 17 foram lotadas exclusivamente no gabinete de Flávio Bolsonaro, outros dez no de Carlos, ambos alvos de investigação do Ministério Público. 

No gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro, três funcionários constam na lista. Há, ainda, outros nove que passaram por vários gabinetes do clã, parte do modus operandi hoje apurado pelo MP.

Marcia Aguiar, mulher do Queiroz, e Nathália Queiroz, são dois casos emblemáticos desde o início das investigações. 

Márcia se declarava cabeleireira em documentos do Judiciário em 2008 e Nathalia é conhecida entre atores e personalidades públicas por seu trabalho como personal trainer. 

Cada uma das duas recebeu ao longo de uma década um total de R$ 1,3 milhão atualizados pela inflação, mas nunca tiveram crachá na Alerj.

Mas a maior parte dos casos está na família de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Jair Bolsonaro.

 A maioria é investigada pelo Ministério Público nos casos de Flávio ou no de Carlos. 

No caso dos 10 assessores de Flávio que são parentes de Ana Cristina, o MP descobriu que eles sacaram até 90% dos salários no período em que constaram como servidores, num total de R$ 4 milhões.

A história de Andrea Siqueira Valle, irmã de Ana Cristina e ex-cunhada de Bolsonaro, é o ponto mais extremo da curva. Desse grupo, ela é quem mais recebeu.

Entre os gabinetes de Jair, Carlos e Flávio, Andrea somou 20 anos de cargos comissionados e recebeu em salário bruto R$ 1,2 milhão (R$ 2,25 milhões, corrigido pela inflação). 


Fisiculturista, ela mantinha uma rotina de malhação de duas a três vezes por dia na academia Physical Form. 

Nos intervalos, atuava como faxineira em residências e vivia em uma casa construída no fundo do terreno onde moram seus pais. Mas seguia trabalhando como faxineira e com grandes dificuldades financeiras.

“Ela também me ajudou com faxina na academia. Ela faz esse tipo de serviço aqui na academia”, contou Renata Mendes, dona da nova academia que Andrea frequentava em Guarapari, no Espírito Santo. Procurada, disse que não tinha nada a declarar.

Em seguida, surge, o veterinário Francisco Siqueira Guimarães Diniz, de 36 anos, primo de Ana Cristina. 

Ele tinha apenas 21 anos quando foi nomeado em 2003 e ficou lotado no gabinete de Flávio por 14 anos. 

Recebeu um total de R$ 1,2 milhão – R$ 1,95 milhão, corrigido pela inflação. 

Em 2005, ele começou a cursar a faculdade de Medicina Veterinária no Centro Universitário de Barra Mansa, cidade a 140 quilômetros do Rio e próxima a Resende.

O curso era integral e ele se formou em 2008. Em 2016, ele trabalhou para a H.G.VET Comércio de Produtos Agropecuários e Veterinários. 

Apesar de ter ficado mais de uma década nomeado, só teve crachá nos últimos dois meses em que esteve lotado, em 2017. 

Procurado, Diniz disse que trabalhou para Flávio, mas não recordava por quanto tempo.

*Com informações da Época

CONTINUA

Por Ora A Chapa Do PE , Partido Do Esgoto É, Moro Presidente E Mainardi, Vice

 Celeste Silveira 11 de setembro de 2020 

Bom, Mainardi dispensa apresentações. 

Qualquer um que entende do mecanismo utilizado pelo jornalismo de esgoto, sabe como funciona o Antagonista de Mainardi.

Agora mesmo, de tanto ser atacado de forma baixa pelo blog que é a bíblia do ódio no Brasil, o Antagonista, Cristiano Zanin deu uma resposta à altura para a turma da cloaca em seu twitter, com a seguinte fala:

@antagonista

“me ataca porque fui o primeiro advogado a pedir uma investigação sobre o esquema que está por trás desses porta-vozes – poupados – da Lava Jato, atuais patrões do ex-juiz Sérgio Moro. 
A CVM conhece bem a atuação do blog, tb conhecida do delator Henrique Valladares”. (Zanin)

Nesta quinta-feira foi a vez de Mainardi usar seu blog para atacar Glenn Greenwald com seu estilo peculiar. Podre de caráter, fede no temperamento, é da índole do sujeito. 

A baixeza de Mainardi é uma questão de aptidão, está no seu interior, na sua têmpera, no seu espírito e, consequentemente na sua feição.

Sua ira contra Glenn se deu pela derrota pessoal pelo fim da Lava Jato, superando em decibéis sua própria linguagem de milícia digital.

Mainardi, hoje, é antibolsonarista, mas foi cabo eleitoral fardado da campanha de Bolsonaro, mas, com a saída de Moro do governo, optou por manter sua sociedade selvagem com Moro. 

Daí sua ira santa e seu ataque de cólera contra Glenn pelo belíssimo trabalho que fez expondo ao Brasil a podridão que envolve Moro e a Força-tarefa da Lava jato.

Diante de quatro derrotas, duas no CNMP em que, primeiro, Dallagnol consegue se safar da penalidade no caso do power point contra Lula, mas é espinafrado pelos conselheiros e, em segundo, Dallagnol é condenado por 9 a 1 no mesmo CNMP por seu ativismo político e interferência na eleição da presidência do Senado.

Soma-se a isso, a despedida compulsória de Dallagnol da Lava Jato e o suspiro final da operação que será enterrada de vez no dia 31 de janeiro.

Mas, por ora, a parceria entre Mainardi e Moro segue revelando o tamanho do caráter de Moro em que, na prática, revela-se uma chapa eleitoral que traz Moro como candidato à presidência e, Mainardi como vice, até que Moro consiga alguém pior que Mainardi, se é que é possível.

E quem pensa que essa chapa começou agora, esquece-se que Mainardi transmitiu ao vivo em seu blog, depoimento sigiloso vazado por Moro que mereceria punição exemplar aos dois, mas como estamos no Brasil e temos a justiça que temos, ficou elas por elas. 

E a dupla ainda vende moral aos tolos.

*Carlos Henrique Machado Freitas

 Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Temer inventa mentira em propaganda oficial, é descoberto e vira ‘chacota’ nas redes sociais; CONFIRA AQUI!

Temer inventa mentira em propaganda oficial, é descoberto e vira ‘chacota’ nas redes sociais; CONFIRA AQUI!
15 de maio de 2017

Em tese, a publicidade oficial existe para que governos possam fazer campanhas de interesse público. Campanhas de saúde ou de trânsito, por exemplo.

No Brasil de Michel Temer, ela foi distorcida e se transformou em instrumento de propagação das mais deslavadas mentiras.

É o que ocorre, nesta segunda-feira, com a nova peça publicitária do governo federal.

Na campanha feita para celebrar seu primeiro ano de governo, Michel Temer, que é rejeitado por 92% dos brasileiros, enumera diversas mentiras.

Ele diz, por exemplo, que aqueceu a economia, quando o Brasil enfrenta os piores indicadores em dez anos. Na semana passada, por exemplo, o comércio divulgou a maior queda em 14 anos.

Temer afirma ainda que ampliou o investimento público em infra-estrutura, quando os dados oficiais revelam uma queda de 61%.

A campanha oficial também mente ao dizer que seu governo não gasta mais do que arrecada, quando entregou um rombo de R$ 179 bilhões no ano passado e deve repetir a dose neste ano.

Além disso, Temer, que tem nove ministros investigados, diz ainda ter ampliado a transparência na gestão pública e fortalecido a cidadania, ampliando assim os horizontes dos brasileiros.

As pesquisas, no entanto, revelam que nunca um ocupante do Palácio do Planalto foi tão rejeitado. E não há propaganda que resolva.

Click Politica com brasil247


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AGRADEÇO A TODOS



domingo, 25 de dezembro de 2016

Em mensagem de Natal, comandante do Exército prevê agravamento da crise em 2017

Em mensagem de Natal, comandante do Exército prevê agravamento da crise em 2017
Estadão      Isabela Bomfim23 horas atrás
O comandante do Exércio Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, divulgou uma mensagem de fim de ano em que afirma que o País passa por uma crise. Em vídeo, ele prevê o agravamento das dificuldades em 2017.

"Vislumbro para o ano que se aproxima o agravamento das dificuldades que assolam o País, com reflexo negativo no nosso orçamento e nos nossos salários", afirma o comandante no discurso com pouco mais de três minutos, que foi publicado no site oficial do Exército nessa quinta-feira, 22. 

O comandante afirma, entretanto, que essa visão não abala sua confiança e certeza de que o Exército não se afastará "um milímetro" de sua "trajetória retilínea de serviços à nação brasileira". 

Villas Bôas afirmou que 2016 foi um ano de persistente crise política, econômica e sobretudo ética, mas disse ver com satisfação a presença efetiva e entusiasmada de seus comandados em todo o País. O general também exaltou o respeito à hierarquia. 

Intervenção militar
Em entrevista ao Estado, no início de dezembro, Villas Bôas minimizou qualquer possibilidade de intervenção militar no País. 

Ele disse que, devido ao caos político, "malucos"e "tresloucados" pedem a intervenção, mas que há "chance zero" de setores das Forças Armadas se empenharem na volta dos militares ao poder. 


sábado, 19 de novembro de 2016

Deterioração política e desemprego podem fazer grandes protestos voltarem

Hoje às 00h31 20/11/2016  
Deterioração política e desemprego podem fazer grandes protestos                                                    voltarem
Analistas acreditam que as jornadas de 2013 devem ganhar versão ainda mais inflamada em 2017
Jornal do BrasilRebeca Letieri *
Protesto em frente a Alerj termina em confronto
Protesto em frente a Alerj termina em confronto

Ninguém nega uma crise de representatividade política como um fenômeno mundial. A dúvida quanto à legitimidade dos partidos, enquanto agentes de representação de interesses, traz à tona a falta de correspondência das demandas da sociedade.

A crise econômica e crescente descrédito dos cidadãos para com suas instituições representativas inflamaram os ânimos do brasileiro, que se vê vítima de um processo de deterioração do serviço público, e ainda é obrigado a pagar a conta. O resultado desta fórmula explosiva, segundo especialistas, pode ser a volta às ruas dos grandes protestos, como aconteceu em 2013.

Mas com o agravante de que, agora, o desemprego e os escândalos políticos incendeiam ainda mais a população.

Essa crise, que não é apenas econômica, pode ser demonstrada pelo aumento no número de eleitores que se abstiveram nas eleições municipais de 2014 e a emergência de formas alternativas de ativismo político, puxado, muitas vezes, pela violência.

Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a taxa de abstenção é crescente desde 2008, quando 14,6% dos eleitores não compareçam à votação. No pleito deste ano, o índice chegou a 17,6%. Este cenário de descrédito questiona o sistema democrático e deixa dúvidas sobre o futuro da política nacional. 

"A sociedade quando entra num colapso de representatividade, como acontece em várias democracias do mundo; a espiral do silêncio, dos que pensam e não falam, vem à toa em momentos exacerbados. No fim das contas, a baixa participação nas urnas também não é uma surpresa, e é até aceitável num momento de crise de representatividade", disse o professor doutor em comunicação política, da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Roberto Gondo Macedo.

Com o aumento crescente da insatisfação popular com a classe política, o lema “Sem partido” que se propagou pelo país nas manifestações de junho de 2013, resultou numa guinada conservadora, com a proliferação de discursos cada vez mais radicais. Neste sentido, o atual clima de despolitização se torna altamente nocivo e preocupante. 

"Acredito que 2017 pode ser um retorno de 2013, com o agravante das prisões, que ao mesmo tempo tranquiliza grupos e estimulam outros. Essa insatisfação dá brecha para discursos de mudanças radicais. 
No Brasil o exemplo é o caso do [deputado federal Jair] Bolsonaro.
Mas não acredito numa vitória do radicalismo no Brasil. Você tem outros nomes em território nacional que não são tão ruins, trazendo uma ideia de renovação. A última fase de descrédito é de não acreditar nem na justiça, e esse ainda não é o caso do nosso país", completou Roberto. 

Cristiano Noronha é cientista político, mora no Distrito Federal, em Brasília, e traça o mesmo paralelo com 2013, com o agravante, que segundo ele, o que a população insatisfeita tinha naquela época, ela não tem mais. 

"Naquela época, a gente tinha uma situação de baixo índice de desemprego, com acesso a produtos e serviços que antes eles não tinham, mas mesmo assim estavam insatisfeitos com a qualidade do que estava sendo ofertado. Hoje, esse cenário de economia forte não existe mais. As pessoas perderam aquilo que tinham, e passaram a viver uma situação bastante difícil", disse. 

Rio de Janeiro
As prisões deflagradas pela Operação Lava Jato, neste mesmo cenário, trazem uma carga simbólica para a crise e apontam um novo paradigma político, segundo os especialistas. 

"O ano de 2017 vai ser terrível, porque o simbolismo de corrupção se pragmatiza. Agora você vai, efetivamente, prender as pessoas. Isso, para o sistema democrático, pode ser positivo, pois você começa a ver pessoas, que até então eram acima da lei, sendo punidas. Estou mais preocupado com o processo econômico", pontuou Roberto. 

"É uma situação muito especial de crise de representação que mostra a deterioração e fragilidade do sistema", acrescentou Cristiano. 

Nesta quarta-feira (16), o ex-governador Anthony Garotinho foi preso pela Polícia Federal através da Operação Chequinho, que apura fraudes no programa Cheque Cidadão. Em menos de 24 horas foi a vez do ex-governador Sergio Cabral, através da Operação Calicute, suspeito de receber propina para a concessão de obras públicas. 
 Ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral está preso em Bangu 8
Ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral está preso 
em Bangu 8

"Algumas prisões já vêm sendo arrastadas em processos de investigação há anos. Elas não são nenhuma surpresa. Não dá para enxergar o Brasil só em 2016, tem que enxergar há pelo menos três anos. Se fosse, realmente, para esperar o momento certo, não seria agora, em meia à crise econômica dos estados", comentou o professor do Mackenzie. 

"A operação Lava Jato expôs que a classe política estava, na verdade, atuando muito em beneficio próprio nos últimos anos, tentando tirar proveito em sistemas de corrupção através desses contratos em atividades econômicas. 

Hoje essa população, além de perder o emprego, tem que pagar uma conta que não foi criada por ela", disse o cientista político Cristiano Noronha.

Para ele, o descontentamento do carioca, exemplificado pelas recentes manifestações violentas que ocorreram no Centro da capital, é uma conseqüência de um estado falido, que com o processo concomitante das prisões dos ex-governadores acaba por inflamar os ânimos da população.

"A percepção de falta de ordem é tão grande que um grupo de pessoas começa a pensar ‘democracia pra que se a classe política é toda a mesma?’. A exemplo do que a gente viu de movimentos pedindo a intervenção militar, eles entendem, ou pelo menos acham, que num regime militar a ordem seria restabelecida. Se esquecem de olhar o outro lado que é obscuro", disse.

Após os Jogos Olímpicos, a cidade e o Estado colocaram para fora a ferida de uma profunda crise financeira. O preço do petróleo despencou, a crise nacional e as investigações anti-corrupção estão paralisando os investimentos, e a euforia dá lugar a depressão. 

A taxa de desemprego subiu de 3,5% em 2014 para 6,7% hoje, quase o dobro da média nacional.

"O que está acontecendo no Rio é didático. A prova de que alguém tem que pagar [as contas dos gastos descontrolados e da segurança social]", disse o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, recentemente. 

O “alguém” que vai pagar as contas são justamente os servidores públicos que entraram em confronto com mais de 500 policiais da Força Nacional durante a análise na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) do pacote econômico proposto pelo governo do Rio. 

O governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) desenvolveu um pacote de ajustes que causaram uma onda de protestos dos funcionários públicos. O "pacote de maldades", como foi apelidado por seus oponentes, prevê o aumento de impostos e a extinção de programas sociais, tais como aluguel social. 

"As pessoas estão inflamadas. Socialmente, a consequência é partir para violência. Pezão é apadrinhado do Cabral que foi preso. Com a crise do estado, começa o questionamento de quando ela teve início, e o Pezão é a bola da vez. A tendência é que esses movimentos aumentem", destacou o professor Roberto Gondo Macedo. 

"As prisões podem ajudar a inflamar as manifestações, porque a população identifica o culpado. E essa raiva é perigosa, especialmente, se não forem adotadas medidas rápidas e eficientes para contornar o problema. 
O governo insistir em medidas impopulares, sem procurar caminhos alternativos, não vai amenizar a situação. 

As medidas mais fortes penalizam a sociedade. 
Tem que haver corte na própria carne", finalizou Cristiano Noronha.
* do projeto de estágio do JB