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quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Jornalista mostra como o Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal

SUED E PROSPERIDADE

17/12/2020

Jornalista mostra como o Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal

17/12/2020

A jornalista Helena Chagas, faz um alerta de como o programa Bolsa Família pode parar nas mãos da Igreja Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo, que hoje é base de apoio do governo Jair Bolsonaro. 

O programa poderá ser usado e aparelhado pela Igreja, para reeleição de Bolsonaro em 2022.

A Universal de Edir Macedo, pode abocanhar o programa Bolsa Família, é o alerta que faz a jornalista Helena Chagas, do Jornalistas pela Democracia.

De acordo com a jornalista: “Se ninguém fizer nada, vamos ter a Universal azeitando a reeleição de Bolsonaro — e de seus próprios candidatos — com o Bolsa Família em 2022. 

De ‘Bolsa farelo’ como foi chamado pelo então deputado em priscas eras, o programa vai virar uma soma de ‘Bolsofamília’ com ‘Bolsa igreja'”.

”O pastor Marcos Pereira, presidente do Republicanos, desistiu ontem de sua candidatura à presidência da Câmara para apoiar o candidato do Planalto e do Centrão, Arthur Lira. 

No jogo geral, foi um lance para reagir ao avanços de Rodrigo Maia em sua aliança com a oposição para lançar um candidato de união antibolsonarista. 

Na prática, pode sair muito caro, e não só para o governo, mas sobretudo para um contingente de milhões de brasileiros que hoje vive do Bolsa Família.” diz a jornalista em matéria no Jornalistas pela Democracia.

De acordo com informações na matéria da jornalista, foi oferecido ao Pastor Marcos Pereira, o Ministério da Cidadania. 

Esse Ministério cuidará do maior programa social do governo federal, o Bolsa Família. “A junção de Igreja Universal com Bolsa Família poderá ser explosiva — ou devastadora para boa parte da população pobre do país.” diz a reportagem.

Leia a matéria completa aqui

CONTINUA

VÍDEO: Bial detona Bolsonaro: “Acéfalo, Inominado, Desgovernante”

17/11/2020 

                                                                                 

O apresentador Pedro Bial, da Globo, parte para cima de Jair Bolsonaro e o chama de Acéfalo, desgovernante, pelo fato do governo Bolsonaro desprezar até a vacinação imediata das pessoas, que pode pôr fim a pandemia no Brasil.

“Sem máscara e sem noção, ele causou aglomeração. 

O inominável contribuiu de forma decisiva para que mais gente morresse. Agora se supera, delirante, ao desprezar a única solução: a vacina”, parte para cima Pedro Bial de Bolsonaro.

Logo após o governo apontar suas armas para a Globo, usando a Receita Federal para acusar Globo e artistas de serem uma “organização criminosa”, agora é a Globo que parte para cima de Bolsonaro.

“Na pandemia desse 2020 nefasto, o Brasil se destacou. Desde o início, nosso desgovernante tentou negar a gravidade da crise, seguiu inventando remédios milagrosos, sabotou ministros da saúde e educação. Deu os piores exemplos”, afirmou o jornalista.

“Sem máscara e sem noção, ele causou aglomeração. 

inominável contribuiu de forma decisiva para que mais gente morresse. 

Agora se supera, delirante, ao desprezar a única solução: a vacina. 

Como disse o próprio acéfalo que hoje ocupa o Palácio do Planalto: morrer todo mundo vai morrer mesmo. Pior quem tem uma vida pela frente”, disse ainda Bial. 

Confira um trecho:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

domingo, 27 de janeiro de 2019

Bolsonaro corta 381 mil benefícios do Bolsa-Família em janeiro


Bolsonaro corta 381 mil benefícios do Bolsa-Família em janeiro

1 min ago Perda de direitos 27/01/2019

 
O presidente Jair Bolsonaro já coloca em prática a sua aversão aos direitos sociais. 

De acordo com relatório do mês de janeiro do programa Bolsa Família, o número de famílias beneficiadas foi reduzido em 381 mil na comparação com dezembro de 2018; segundo o programa, foram pagas 14,1 milhões de famílias no mês passado. 

Em janeiro foram 13,7 milhões. 

O texto apontou que valor pago em janeiro também teve uma pequena redução nesse primeiro mês do governo, ao passar de R$ 2,6 bilhões, em dezembro, para R$ 2,5 bilhões; o valor médio do benefício foi de R$ 187

47- O presidente Jair Bolsonaro já coloca em prática a sua aversão aos direitos sociais. 

De acordo com relatório do mês de janeiro do programa Bolsa Família, o número de famílias beneficiadas foi reduzido em 381 mil na comparação com dezembro de 2018. 

Segundo o programa, foram pagas 14,1 milhões de famílias no mês passado. 

Em janeiro foram 13,7 milhões. 

O texto apontou que valor pago em janeiro também teve uma pequena redução nesse primeiro mês do governo, ao passar de R$ 2,6 bilhões, em dezembro, para R$ 2,5 bilhões. 

O valor médio do benefício foi de R$ 187.

De acordo com o Ministério da Cidadania, é fruto de procedimentos que geram cancelamentos por “inadequações” e desligamentos voluntários. 

Ao site Uol a pasta disse que folha de pagamentos do programa apresenta “oscilações mensais de seu quantitativo em virtude dos processos de ingresso de famílias no programa, cancelamentos e manutenções dos benefícios”.

O ingresso de novos beneficiários é feito pelas famílias registradas no Cadastro Único para Programas Sociais. 

“As manutenções sobre benefícios e, por conseguinte, os cancelamentos estão relacionados aos procedimentos de Averiguação e Revisão Cadastrais, Fiscalização, desligamentos voluntários, descumprimento de condicionalidades ou superação das condições necessárias para a permanência no Bolsa Família”, informa a pasta. 

“Estes movimentos de entrada e saída de famílias é que fazem com que o total da folha de pagamentos do programa nunca seja o mesmo quando comparado mensalmente”, completa.


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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

PACOTE DE MALDADES: Governo Temer Sugere A Bolsonaro Fim Do Abono Salarial E Revisão Do Reajuste Do Mínimoa


PACOTE DE MALDADES: Governo Temer Sugere A Bolsonaro Fim Do Abono Salarial E Revisão Do Reajuste Do Mínimo a

Por Portal Click Política Em 5 dez, 2018

 

BRASÍLIA, 5 Dez (Reuters) – 

O Ministério da Fazenda sugeriu ao novo governo uma segunda rodada de reformas depois de aprovada as mudanças nas regras da Previdência, 

contemplando medidas como a revisão da política de reajuste do salário mínimo e o fim do abono salarial, para controle dos gastos públicos e direcionamento dos benefícios sociais aos efetivamente mais pobres.

Em documento sobre os feitos da atual gestão e os desafios que se colocam para o governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), divulgado nesta quarta-feira (5), 
a Fazenda avaliou que a nova política de reajuste do mínimo deve ser condizente com os níveis salariais do setor privado e compatível com a atual situação de aperto fiscal.

Estimativas do time econômico apontam que cada R$ 1 de elevação no valor do salário mínimo implica necessidade adicional de R$ 304 milhões em gastos da União. 

A regra atual de reajuste estipula que o salário mínimo deve ser corrigido pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) dos 12 meses anteriores somado ao crescimento da economia de dois anos antes.

O governo de Jair Bolsonaro, inclusive, deverá decidir logo nos primeiros meses do ano como será a nova fórmula de cálculo do salário mínimo, que baliza o pagamento a servidores e aposentados, com forte relevância orçamentária. 

Isso deverá ser feito até 15 abril, quando deverá enviar ao Congresso o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2020.

Sobre o abono salarial, a Fazenda avaliou que representa “um programa que beneficia população distante da pobreza extrema, por ser composta por indivíduos que estão empregados e no setor formal da economia”.

O abono consiste no pagamento de um salário mínimo a cada ano ao trabalhador, para suplementação de renda segundo critérios legalmente estabelecidos. 

Na proposta orçamentária de 2019, estão previstos R$ 19,2 bilhões para o benefício.

No grupo de reformas de políticas sociais, a Fazenda vê ainda a necessidade de mexer em mais cinco frentes. 

Entram nesse bojo a realização de uma reforma da Previdência dos militares, a formatação da aposentadoria rural como programa assistencial e a revisão do Benefício de Prestação Continuada (BPC), voltado para idosos e pessoas com deficiência.

Na visão da pasta, o BPC “representa custo mais elevado, alto nível de judicialização e menor focalização nos pobres, quando comparado com outros programas sociais, como o Bolsa Família”. 

Para 2019, a proposta de Orçamento prevê R$ 59,2 bilhões para o BPC e para a Renda Mensal Vitalícia, beneficiando 4,9 milhões de pessoas.

Em comparação, o Orçamento do Bolsa Família no ano que vem é de R$ 29,5 bilhões, para atendimento de 13,6 milhões de famílias.

Fechando o grupo de sugestões da Fazenda estão ainda uma reforma do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) 
“para reduzir o prejuízo causado aos trabalhadores pela sub-remuneração das contas e, ao mesmo tempo, torná-lo um instrumento complementar de financiamento do seguro-desemprego”, e a extinção do FI-FGTS 
“por representar um instrumento de crédito direcionado a projetos escolhidos pelo governo, sendo mais produtivo que os recursos sejam livremente alocados ou permaneçam vinculados ao financiamento habitacional”.

Desigualdades

No documento, a Fazenda defendeu ainda que o reequilíbrio entre receitas e despesas passa necessariamente pela reforma da Previdência, que é imperativa também para diminuir desigualdades no país.

Segundo o ministério, 41% dos benefícios pagos pela Previdência Social vão para os 20% mais ricos, ao passo que somente 3% dos recursos vão para os mais pobres.

A Fazenda apontou que o novo governo também deve se debruçar sobre os gastos com pessoal, uma vez que 79% das despesas com folha de pagamento do governo federal vão para os 20% mais ricos.

“A maior contenção dessa remuneração e a diminuição dos postos de trabalho no setor público teriam efeito significativo no sentido de redistribuir renda”, disse o texto.

O Bolsa Família, que é considerado pela Fazenda verdadeiramente distributivo e uma exceção dentre outras políticas públicas do governo, vai na direção inversa:
 44% dos recursos são direcionados para os 20 por cento mais pobres.

(Por Marcela Ayres; Edição de Maria Pia Palermo)


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terça-feira, 24 de julho de 2018

Temer corta 5,2 milhões de pessoas do Bolsa Família


Temer corta 5,2 milhões de pessoas do Bolsa Família

4 hours ago 24/07/2018 Denúncias


Mais de R$ 10 bilhões dos programas Bolsa Família, aposentadoria por invalidez e auxílio-doença foram cortados para cobrir o rombo do déficit assistencial; o governo alega que o corte foi baseado em uma operação pente fino, que buscou corrigir irregularidades; 5,7 milhões de pessoas foram atingidas: 5,2 milhões do Bolsa Família e 478 mil dos auxílios-doença e aposentadoria por invalidez; governo quer cortar mais R$ 20 bilhões

247 – Mais de R$ 10 bilhões dos programas Bolsa Família, aposentadoria por invalidez e auxílio-doença foram cortados para cobrir o rombo do déficit assistencial. 

O governo alega que o corte foi baseado em uma operação pente fino, que buscou corrigir irregularidades. 
5,7 milhões de pessoas foram atingidas: 5,2 milhões do Bolsa Família e 478 mil dos auxílios-doença e aposentadoria por invalidez.

 Governo quer cortar mais R$ 20 bilhões.

O levantamento das supostas irregularidades dos programas de proteção social está a cargo do Cmap (Comitê de Monitoramento e Avaliação de Políticas Públicas), criado em 2016 por uma portaria do governo. 

O comitê é formado pelos ministérios do Planejamento, Fazenda, Transparência e Controladoria-Geral da União, e Casa Civil, órgãos que vem sendo acusados de aparelhamento e de encenar um jogo de cartas marcadas no andamento dos processos e delações da Lava Jato.

O comitê lança sua tesoura também para outros programas institucionais: 
há avaliações em andamento do Fies (Financiamento Estudantil), do seguro defeso (espécie de seguro desemprego temporário do pescador artesanal) e o BPC (Benefício de Prestação Continuada).

“Os primeiros cortes começaram em 2016, quando se deu início aos cruzamentos de dados do Bolsa Família. 

Nessa fase, concluiu-se que R$ 790 milhões vinham sendo pagos a pessoas com renda mensal média acima de R$ 178. 

Os cruzamentos se tornaram uma rotina e foram incluídas outras bases de dados do governo federal.

 Pescadores com registro na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) com renda superior à permitida constavam no cadastro do Bolsa Família, por exemplo.

A base de dados de servidores públicos também permitiu identificar milhares de vereadores que recebiam recursos do programa. 

Com essas informações em mãos, neste ano outros R$ 209,6 milhões deixaram de ir para o bolso de famílias acima da renda máxima exigida.


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sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Bolsa Família: governo faz pente-fino para recuperar R$ 1,3 bilhão

Bolsa Família: governo faz pente-fino para recuperar R$ 1,3 bilhão
Auditoria aponta cerca de 345 mil fraudes em cadastros 
do programa
BRASIL  Giuliana Saringer, do R7
 Famílias declararam renda incorretamente
Famílias declararam renda incorretamenteJefferson Rudy/Agência 
Senado

A CGU (Controladoria-Geral da União) vai fazer um pente-fino para recuperar cerca de R$ 1,3 bilhão pagos em benefícios indevidos no programa Bolsa Família em um período de dois anos.

Auditoria feita em parceria com o MDS (Ministério do Desenvolvimento Social) e o Ministério da Transparência indica que cerca de 345,9 mil cadastros de famílias foram fraudados. 

Segundo o documento, existem "fortes indícios" de essas famílias "terem falseado a declaração da informação de renda no momento do cadastro".

O MDS vai instaurar processos administrativos para reaver o dinheiro. 

Segundo a pasta, os casos serão priorizados "de acordo com critérios de gravidade e relevância material".

Nas situações que a irregularidade ficar comprovada, as famílias podem ser submetidas a sanções legais, como a devolução do dinheiro que recebeu do programa e a impossibilidade de fazer um novo cadastro no Bolsa Família por um ano. 

O relatório aponta que estas famílias declararam a renda mensal incorretamente durante o cadastro no programa do governo federal. 

A maior parte dos cadastros fraudados se concentra na subdeclaração de renda que varia entre meio (R$ 477) e um salário mínimo (R$ 954) — são 296.940 casos. 

Outras 34.876 mil famílias subdeclararam entre um (R$ 954) e um e meio salário mínimo (R$ 1.431). 

As fraudes compreendidas entre um e meio (R$ 1.431) e dois salários mínimos (R$ 1.908) foram de 8.855, enquanto a subdeclaração maior do que dois salários mínimos (R$ 1.908) aconteceu no cadastro de 5.235 famílias. 


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domingo, 17 de dezembro de 2017

Piauí quer Dilma candidata ao Senado, mas povo pede candidatura em Minas para derrotar Aécio

Piauí quer Dilma candidata ao Senado, mas povo pede candidatura em Minas para derrotar Aécio
Por Redação Click Política  17 de dezembro de 2017
 

Sem alarde, Dilma Rousseff discute com amigos um novo projeto: a reinvenção de sua carreira política.

 Numa conversa recente, admitiu candidatar-se ao Senado em 2018. Só não soube dizer por qual Estado.

 Mora no Rio Grande do Sul e nasceu em Minas Gerais. Mas discutiu a sério a hipótese de disputar a vaga de senadora pelo Piauí, Estado governado pelo petista Wellington Dias.

Não foi a primeira vez que o Piauí entrou no radar de Dilma. A cogitação nascera há coisa de cinco meses.

 Causara certo desassossego no petismo piauiense, forçando o governador a negar que estivesse negociando com Dilma a transferência do domicílio eleitoral dela de Porto Alegre para Teresina. 

A novidade é que a ex-presidente voltou a falar sobre o assunto.

No Rio Grande do Sul, Dilma foi ignorada pelo seu partido. Ali, o PT já escolheu o senador Paulo Paim como candidato à reeleição para o Senado.

 Confirmando-se a intenção da presidente deposta de retornar às urnas, será uma pena se ela for pedir votos à clientela do Bolsa Família no Piauí. 

O país perderá a chance de assistir a um novo embate de madame com Aécio Neves, pois o senador tucano revela-se disposto a pleitear junto ao eleitorado mineiro a renovação do mandato.

Em 2012, quando Dilma participou da mal sucedida campanha do petista Patrus Ananias à prefeitura de Belo Horizonte, Aécio fustigou-a. 

Disse que os eleitores mineiros conheciam melhor a sua capital do que “qualquer estrangeiro.” Tratada como forasteira, Dilma reagiu. Caprichando na ironia, sapecou:

”Nasci aqui em Belo Horizonte, no hospital São Lucas.

 Saí daqui para lutar contra a ditadura, e não para ir à praia. […] Aqui na minha veia corre o sangue de Minas Gerais, por isso sou presidente de todos os brasileiros.” A alusão à “praia” não foi gratuita. 

O mineiro Aécio é conhecido pelo apreço que devota ao Rio de Janeiro.

Num novo enfrentamento, Dilma e Aécio poderiam trocar de assunto: em vez do debate sobre certidões de nascimento, discutiriam o prontuário um do outro.

 Ela tornou-se um inquérito esperando na fila da Lava Jato para acontecer. Ele virou um colecionador de processos criminais. Por ora, soma nove.

Uma eventual fuga para o Piauí não faria jus à fama de valentona de Dilma. 

Mal comparando, a intrépida presidente deposta ficaria muito parecida com José Sarney. 

Oligarca do Maranhão, Sarney elegeu-se senador pelo Amapá depois que deixou a Presidência da República.

Blog do Josias




OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

NEW YORK TIMES DESMORALIZA A GLOBO: Brasileiros Que Saíram Da Miséria No Governo Lula Voltam A Passar Fome No Brasil

NEW YORK TIMES DESMORALIZA A GLOBO: Brasileiros Que Saíram Da Miséria No Governo Lula Voltam A Passar Fome No Brasil
Por Redação Click Política Última Atualização 23 out, 2017
 

Reportagem da Associated Press, replicada pelo New York Times, avalia que depois de uma década sendo visto como exemplo para o mundo, o Brasil de está “de volta aos tempos coloniais”. 

Os correspondentes Peter Prengaman, Sarah DiLorenzo e Daniel Trielli escrevem que de 2,5 a 3,6 milhões de brasileiros retornaram à linha da pobreza, tendo uma renda média de apenas R$ 140 por mês.

 Devido “à pior recessão da história” e “aos cortes aos programas de subsídio”, o País “perdeu o rumo” no caminho de combate à pobreza, destaca a AP.

A reportagem conta a história de alguns brasileiros novamente miseráveis, como Simone Batista, uma mulher negra e pobre que, com o filho bebê no colo, chora ao contar que teve o Bolsa Família cortado. 

Ela quer recuperar o benefício, mas, segundo a AP, não tem sequer dinheiro para pegar o ônibus e ir reclamar seus direitos.

O economista do Banco Mundial, Emmanuel Skoufias, critica os cortes no Bolsa Família e ressalta que os gastos com o benefício representam apenas meio por cento do Produto Interno Bruto. 

“O governo não deveria perder o foco da prioridade de manter as pessoas fora da pobreza”, diz Skoufias. “Deveria alocar mais recursos para o programa, e não menos”, completou.

Assuntos econômicos também chamam a atenção da imprensa. O The Wall Street Journal destaca o provável corte de 0,75% da Selic. 

O El Mercúrio expõe que o Brasil ainda não conseguiu recuperar seus envios de carne ao Chile, devido aos efeitos da operação Carne Fraca. 

De março a setembro, a importação de produtos bovinos brasileiros foi 14,7% menor em relação ao mesmo período de 2016.



segunda-feira, 13 de março de 2017

Lula critica reformas de Temer e afirma que vai viajar o País

Lula critica reformas de Temer e afirma que vai viajar o País
Postado em 13/03/2017 23:13
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Brasília, 13 (AE), 13 - Na véspera de seu depoimento como réu na Operação Lava Jato, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou um congresso de trabalhadores rurais em Brasília para criticar as reformas do governo Temer e avisar que vai viajar pelo País para alertar os cidadãos. "Nunca vi um presidente com tão pouco prestígio e tantos votos no Congresso", afirmou Lula sobre Temer.

O petista foi recebido pelos militantes aos gritos de "guerreiro do povo brasileiro" no 12º Congresso Nacional de Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares nesta segunda-feira (13). O evento foi organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).

Lula focou seu discurso nos benefícios sociais que, segundo ele, os trabalhadores irão perder caso sejam aprovadas as reformas trabalhista e da Previdência. Para Lula, a aposentadoria rural foi uma conquista extraordinária, mas é vista como um "gasto" pelo governo atual, assim como programas como Bolsa Família e Minha Casa Minha Vida.

"Essa gente que ocupa cargos do governo não conhece o valor de um salário mínimo para um trabalhador rural. Nas cidades pequenas e médias do País, eles são a maioria da arrecadação da prefeitura. É esse salário que faz banco arrecadar, a economia girar, o povo comer. Eles não sabem o significado, porque para eles isso é gasto, mas para nós é investimento", afirmou.

O petista afirmou que a solução do governo atual para a crise econômica é cortar benefícios do trabalhador. "Querem diminuir o pouco de conquista que tivemos nos últimos anos. 

O que os incomoda não é o PT, é o filho da trabalhadora rural na universidade. Quando o pobre começa a ter direito, incomoda. Por isso, eles resolveram cortar. Vão cortar a aposentadoria e fazer reforma para prejudicar o trabalhador", disse.

Para o ex-presidente, a melhor forma de consertar a economia é com mais investimentos. "Quer resolver o rombo da Previdência? Gere 22 milhões de empregos, aumente o salário mínimo. 

Quer resolver o problema do Brasil? Inclua o povo pobre no orçamento da União."

O presidente tornou a afirmar que vai viajar pelo Brasil. "Estou disposto a viajar esse País alertando esse povo sobre o que está em jogo. Não se trata de ser candidato em 2018, porque a saúde é implacável. Se trata de preparar o nosso povo para não deixar ter retrocesso", disse.

Uma das razões da viagem é também a disputa pela paternidade do projeto de transposição do Rio São Francisco. Lula anunciou que no próximo domingo estará em Monteiro, na Paraíba, uma das cidades atendidas pela chegada das águas do rio na última fase da transposição.

O ex-presidente deixou claro que o projeto teve origem no seu governo. "Sabe por que só eu comecei a fazer aquilo? Porque, de todos que passaram pela Presidência da República, sou o único que já carregou um pote de água na cabeça", disse.

Lula também não perdeu a oportunidade de criticar os deslizes recentes de Michel Temer. Ele criticou o discurso do peemedebista no Dia Internacional da Mulher. 

"O presidente acha que lugar de mulher é na cozinha." E aproveitou para parabenizar a Contag, por estabelecer paridade entre homens e mulheres em cargos diretores.

"As mulher não vão se contentar com cotas de 30% ou 40%. Elas querem paridade, depois elas vão querer tudo. As mulheres vão provar que têm tantas ou mais condições de governar o Brasil", afirmou, recebendo aplausos das trabalhadoras presentes ao evento.

Segundo o petista, o Brasil era respeitado no exterior durante seu governo. "Hoje o presidente é um doutor que não tem coragem de sair do País, porque não tem respeito lá fora."

Acusado de tentar obstruir as investigações da Operação Lava Jato, Lula será interrogado nesta terça-feira, a partir das 10h, na sede da Justiça Federal de Brasília. Será a primeira vez que Lula será questionado em juízo como réu numa ação penal relacionada à Lava Jato.

Também são réus da ação penal o pecuarista José Carlos Bumlai; o ex-senador Delcídio Amaral; o banqueiro André Santos Esteves; o ex-assessor de Delcídio, Diogo Ferreira Rodriguez; o advogado Edson Siqueira Ribeiro Filho; e o filho de Bumlai, Maurício. 

Os advogados dos réus e o representante do Ministério Público Federal, além do juiz Ricardo Leite, podem fazer perguntas para o ex-presidente.