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domingo, 29 de janeiro de 2017

Trump conversa com Putin e líderes mundiais sobre ameaças à segurança

Trump conversa com Putin e líderes mundiais sobre ameaças à segurança
Janeiro 29, 2017
 Presidente Donald Trump ao telefone com Vladimir Putin, Presidente russo
Presidente Donald Trump ao telefone com Vladimir Putin, 
Presidente russo

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discutiu a Síria e a luta contra o Estado Islâmico com o Presidente russo, Vladimir Putin, num dos vários telefonemas com líderes mundiais que tem promovido para imprimir o seu selo em assuntos internacionais.

O telefonema entre Trump e Putin é o primeiro desde que o empresário de Nova Iorque assumiu o cargo e acontece num momento em que as autoridades afirmam que ele considera aumentar as sanções contra Moscovo, apesar da oposição de democratas e republicanos em casa e de aliados europeus no exterior.

Nem a Casa Branca nem o Kremlin mencionaram uma discussão sobre as sanções em suas declarações sobre o telefonema que durou uma hora.

Presidente Vladimir Putin
"O telefonema positivo foi um início significativo para melhorar a relação, que precisa de reparos, entre os Estados Unidos e a Rússia ", disse a Casa Branca. 

"Tanto o Presidente Trump quanto o Presidente Putin esperam que, após o telefonema de hoje, ambos os lados possam agir rapidamente para enfrentar o terrorismo e outras questões importantes de interesse mútuo".

Em Dezembro, o antigo Presidente norte-americano Barack Obama sugeriu que Putin teria autorizado pessoalmente as invasões aos e-mails do Partido Democrata, que funcionários de inteligência dos EUA disseram ser parte de um esforço russo que visava ajudar Trump a derrotar a democrata Hillary Clinton nas eleições de 8 de Novembro.

A relação entre Trump e a Rússia está a ser vigiada de perto pela União Europeia, que se uniu aos Estados Unidos para punir Moscovo após a anexação da Crimeia, que integrava a Ucrânia.

Trump já falou com dois líderes da UE, a chanceler alemã Angela Merkel e o Presidente francês François Hollande, além do primeiro-ministro japonês Shinzo Abe e do primeiro-ministro australiano Malcolm Turnbull.

De acordo com os EUA e a Alemanha, o telefonema a Merkel, que tinha uma relação muito próxima com o antecessor de Trump, incluiu uma discussão sobre a Rússia, a crise da Ucrânia e a NATO.

Trump descreveu a NATO como obsoleta, um comentário que alarmou aliados norte-americanos de longa data. 

Um comunicado da Casa Branca afirma que ele e Merkel concordaram que a Otan deve ser capaz de enfrentar as "ameaças do século XXI".

Reuters





sábado, 14 de janeiro de 2017

Trump começará a trabalhar com a Rússia em acordo de não proliferação de armas nucleares

Trump começará a trabalhar com a Rússia em acordo de não proliferação de armas nucleares
MUNDO 23:20 14.01.2017(atualizado 23:27 14.01.2017)
Outdoor com foto de Vladimir Putin e Donald Trump
© AFP 2016/ Savo PRELEVIC

O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, declarou sobre a sua intenção de começar a trabalhar na preparação de um acordo com a Rússia sobre a limitação de armas nucleares.

"Na tentativa de reiniciar as relações do Ocidente com o Kremlin, Trump vai começar a trabalhar em um acordo para limitar as armas nucleares", informaram fontes da equipe de transição de Trump, citadas pelo jornal Sunday Times.

Foi relatado que Trump pretende se reunir com o presidente russo, Vladimir Putin, em sua primeira viagem internacional após assumir a presidência dos EUA.  

Em 2010, a Rússia e os Estados Unidos assinaram o Tratado de Redução de Armas Estratégicas. 

O acordo START-3, que entrou em vigor em 2011, prevê a redução de de 700 até 1.550 unidades de ogivas nucleares de cada lado. 

Prazo do acordo é de dez anos

Posteriormente, o presidente dos EUA, Barack Obama, tomou a iniciativa de reduzir ainda mais os arsenais dos dois países em um terço.

Fonte : https://br.sputniknews.com/


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Jornalista mais perigosa do mundo?

Jornalista mais perigosa do mundo? 
MUNDO 11:01 13.01.2017(atualizado 11:05 13.01.2017)  
Margarita Simonyan, editora-chefe da Sputnik e do canal RT
© Sputnik/

A editora-chefe da Sputnik e do canal RT tem sido apontada pela inteligência dos EUA como a responsável pela "campanha de influência" que visava favorecer a eleição de Donald Trump.

Maria José Braga, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) expressou sua opinião em torno deste assunto destacando que "as críticas foram direcionadas contra a jornalista que chefia esses meios de comunicação russos por ser responsável pela eventual interferência russa nas eleições". 

Em entrevista à Sputnik Mundo, Braga explicou que "uma só pessoa não pode definir a política de um Estado".

Na opinião de Braga, é normal a existência de políticas editoriais, "mas não há nada que signifique uma intervenção política direta". Segundo a presidente da FENAJ, o conteúdo do relatório foi revelado através de comunicados da mídia sem oferecer nenhuma prova: Não há nenhuma comprovação de que realmente tenha sido interferido ou intencionado interferir nas eleições, aponta Braga. 

"Todos os Estados possuem suas políticas de comunicação. E claro que um país como Rússia tem a sua própria e tem o direito de realizá-la", sublinhou.

As notícias representam Simonyan como a jornalista mais perigosa do planeta. Como exemplo, pode ser utilizado um artigo publicado no jornal argentino La Nación. Segundo Braga, "o texto de La Nación, escrito por uma mulher-jornalista, é um exemplo de anti-jornalismo" e não tem "informações concretas".

"Quando se trata de figuras públicas femininas, o sexismo está sempre presente, começando com a descrição física que absolutamente não intervêm na sua atividade profissional", conclui a presidente da FENAJ.

O relatório publicado pelos serviços de inteligência dos EUA menciona o nome de Simonyan 27 vezes e a acusa de ter atuado através da Sputnik e do RT "como uma plataforma que visa aproximar a mensagem do Kremlin dos auditórios estrangeiros".





quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Tropas dos EUA desdobradas para a Polônia em resposta à "agressão russa"

Tropas dos EUA desdobradas para a Polônia em resposta à "agressão russa"
Com a inauguração do Trump apenas alguns dias, as tensões aumentam entre a Rússia e os EUA.
Publicado em: 11 de janeiro de 2017
JAMES LEDBETTER    Especialista em Notícias
Ilustração livre: Vladimir Putin, como um cosmonauta - Imagem livre em ... - pixabay.com
 Ilustração livre: Vladimir Putin, como um cosmonauta - 
Imagem livre em ... - pixabay.com

World Politics - Em meio às tensões entre os EUA e a Rússia, tropas dos EUA começaram a linha de fronteira russa. De acordo com a Independent News, a demonstração de poder é uma retaliação à agressão russa. 

À medida que as tropas desembarcam em Wrocław, na Polônia, os tanques estão logo atrás deles. Especialistas estimam um total de 2.800 tanques e outros equipamentos de artilharia. # Obama espera que o bluff vai obrigar a Rússia a suspender a anexação da Criméia


O polaco embaixada em Washington diz que as tropas em Wroclaw foram os primeiros a chegar como parte do Resolve Atlântico. Especialistas dizem que este movimento dos EUA para a Europa tem sido o maior desde a guerra fria.No entanto, apesar de Obamas poucos dias no cargo, não parece haver qualquer sinal de abrandamento.
Photo published for US troops deployed to Poland in response to 'Russian aggression'

Rússia diz que o acúmulo é uma provocação

Como Obama prometeu uma transição suave entre ele e Trump , as coisas não estão parecendo assim. As tensões entre os EUA ea Rússia crescem a cada dia.Não só #Putin chamar o movimento de provocação , mas ele diz que o movimento é um ato de guerra. Tanto assim, que Putin começou a mover mísseis nucleares a estratégicos locais.

Não só isso, mas a Rússia também implantou submarinos diesel-elétricos para patrulhar o mar negro. O Kremlin "altos", prometeram não permitir que o mar se tornasse um paraíso da OTAN. Enquanto a tensão se aquece como uma panela de pressão épica, o tempo só pode dizer o que vai acontecer a seguir.

Os EUA expulsam diplomatas russos enquanto a Rússia trata americanos para jantar
Photo published for Obama expels diplomats, issues closures over Russian hacking scandal

Na semana passada, após a alegada hack que Obama atribui a russos , o Departamento de Estado expulsou 35 diplomatas. De acordo com a Sun, a Rússia escolheu para comer-los com bondade tratando US diplomatas para jantar. Relatórios dizem que Putin alegou esperar em Trump para tomar o comando antes que ele tome uma decisão.
Muitos afirmam que esse é um movimento sábio do Kremlin . Um movimento que surpreendeu muitos especialistas em relações russas. 

Com a inauguração de Trump apenas alguns dias, o que nosso novo líder enfrentará ao assumir o Salão Oval? Ele encontrará paz ou agressão? Deixe-nos saber o que você pensa na seção de comentários abaixo. Seus comentários são sempre bem-vindos.


Tradução: Google




sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Últimos passos do 'pato manco': como Obama tenta dificultar a vida de Trump

Últimos passos do 'pato manco': como Obama tenta dificultar a vida de Trump
© Sputnik/ Aleksei Druzhinin
AMÉRICAS 11:24 22.12.2016(atualizado 13:28 30.12.2016) 
 O presidente dos EUA, Barack Obama, durante uma reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, na China.
© Sputnik/ Aleksei Druzhinin
Vladimir Ardaev, comentarista da RIA Novosti

Os Estados Unidos expandiram as sanções contra a Rússia em conexão com a situação na Ucrânia, disse o Ministério das Finanças dos EUA. Aos cidadãos russos contra os quais foram introduzidas sanções pessoais foram adicionadas sete pessoas ligadas a empresas privadas e ao setor bancário. Sanções setoriais foram aplicadas a oito organizações e dois navios-tanque — Marshal Zhukov e Stalingrad.

Política de campo minado

© AFP 2016/ MANDEL NGAN Senador russo: antes do mandato acabar, Obama quer 'bater a porta com força' Nos últimos dias da presidência de Obama, a retórica antirussa se reforçou. 

A Casa Branca ameaça o Kremlin de "resposta adequada" pela interferência, alegadamente realizada por "hackers russos", nas eleições norte-americanas, a administração Obama expande as sanções antirrussas — tudo exatamente um mês antes da posse do novo presidente. 

Ao mesmo tempo, o republicano Donald Trump, que vai tomar a posse oficialmente como presidente dos Estados Unidos no dia 20 de janeiro de 2017, dedicou uma parte significativa do seu programa eleitoral às relações com a Rússia. 

O presidente eleito não pretende vê-la como o principal inimigo geopolítico do seu país e está pronto a cooperar com a Rússia em uma série de áreas — incluindo a luta contra o terrorismo no Oriente Médio. 

É óbvio que a decisão de Obama é contrária à política do seu sucessor. Mais um exemplo. Trump promete aos americanos a criação de um grande número de novos postos de trabalho, inclusive através da remoção de todas as restrições à mineração na América. 

Barack Obama introduz a proibição da produção de petróleo e gás em grandes áreas do Ártico e Atlântico, como foi relatado em um comunicado conjunto dos dois governos — dos Estados Unidos e do Canadá. A proibição se deve a uma série de causas ecológicas e foi introduzida no mesmo dia em que as sanções antirrussas foram alargadas.

Obama pretende prolongar a política do seu gabinete. Para isso, ele toma decisões precipitadas que contradizem diretamente as intenções de seu sucessor, como se estivesse tentando definir o vetor da actividade da administração Trump no período inicial de seu funcionamento, diz o americanista e professor da Universidade de Finanças do governo russo, Gevorg Mirzayan.

Isto pode ser comparado com a forma como as tropas em retirada colocam minas em estradas e pontes, dificultando o avanço de seu inimigo que as persegue. 

Preocupações vãs? "Estes esforços são na sua maior parte infrutíferos e, provavelmente, são apenas demonstrativos. Todas as decisões tomadas pelo presidente anterior podem ser canceladas pelo novo presidente, todas as proibições impostas — retiradas.

Outra coisa é que para isto é precisa certa vontade política. Será mais difícil o cancelamento das decisões aprovadas pelo Congresso, mas aqui também não deve haver nenhum problema, porque tanto a Câmara quanto o Senado hoje em dia são controlados pelo partido republicano, então, presumivelmente, Trump não terá quaisquer obstáculos especiais em superar as consequências da política de seu antecessor", disse Gevorg Mirzayan. 

A proibição da exploração de jazidas de petróleo, provavelmente, não será fácil de cancelar — tanto porque a ordem executiva de Obama está relacionada com a decisão do Governo, como porque ela se baseia na interpretação das normas da lei de 1953. 

Alguns especialistas sugerem que cancelá-la poderá demorar anos de litígios. Relativamente às sanções impostas pelo presidente ou pela sua administração, o novo presidente pode cancelá-las de uma penada. 
O Ato sobre Estabilidade e Democracia na Ucrânia (Stability and Democracy (STAND) for Ukraine act), sobre o qual se fala no Congresso desde a primavera, poderia impedir disso. 

Este documento prevê o relacionamento do cancelamento das sanções antirrussas com o estatuto da Crimeia — elas podem ser removidas se o presidente fornecer ao Congresso a confirmação do "restabelecimento da soberania da Ucrânia sobre a Crimeia" ou que "a decisão sobre o estatuto da península foi aprovada sob controle internacional e foi reconhecida por um governo ucraniano democraticamente eleito". 

A lei deverá ser válida por cinco anos. No meio de dezembro se soube que o Senado dos Estados Unidos retirou da discussão este projeto de lei. A mídia dos EUA diz que por trás de tudo isso estão os lobistas da companhia petrolífera Exxon Mobil, o chefe da qual, Rex Tillerson, será nomeado por Donald Trump para o cargo de Secretário de Estado. 

Chegar a um acordo com ‘os seus' Parte das sanções antirrussas foi introduzida por decisão do Congresso, e se Trump realmente quer removê-las, para isso ele vai precisar do apoio de ambas as câmaras. Isso não deve ser um problema, porque republicanos constituem a maioria nas câmaras baixa e alta, disse Gevorg Mirzayan. "Tudo isso é muito mais complexo, duvida o politólogo do consórcio de comunicações Minchenko Consulting, Yevgeny Minchenko. 

Ele lembra que no Partido Republicano hoje não há unidade de opiniões em muitas questões, inclusive sobre a construção de relações com a Rússia. Por isso, o cancelamento das sanções impostas através de ordens executivas (ou seja, pessoalmente pelo presidente) significará um desperdício de capital político pessoal — do seu prestígio no partido. 

"Os republicanos têm hoje a maioria em ambas as câmaras do Congresso, depois da nomeação do Juiz Supremo eles terão a maioria no Supremo Tribunal Federal, eles controlam a maioria dos governadores e assembleias legislativas regionais. Tal dominância do Partido Republicano não existe nos EUA desde 1924. 

Ao mesmo tempo, muitos republicanos proeminentes são ainda mais radicais em relação à Rússia que Obama, a quem eles criticaram por sua política muito "suave", na opinião deles, em relação a Vladimir Putin", diz Yevgeny Minchenko.

"O principal objetivo de Trump, agora e nos primeiros meses de sua presidência, será o desenvolvimento de consensos com o Partido Republicano em todos os aspectos mais importantes da sua política futura. Ele terá que chegar a acordos — inclusive com aqueles que ocupam posições diametralmente opostas", acredita Gevorg Mirzayan.

Um indicador de como Trump conseguirá isso será a aprovação para o cargo de Secretário de Estado do chefe da Exxon Mobil, Rex Tillerson, que em muito compartilha as ideias do presidente eleito — especialmente sobre as relações com a Rússia. 

"Se a aprovação de Tillerson for bem sucedida, isso significará que o Partido Republicano chegou a acordo com Trump. No entanto, ele só poderá conseguir isso através de concessões mútuas, por isso ele, provavelmente, terá que desistir de algumas de suas intenções e promessas", diz Mirzayan. 

"Pato manco" tenta andar O presidente, cujos plenos poderes estão expirando, nos EUA é chamado de "pato manco" desde meados do século XIX. O Chefe de Estado, que deve em breve deixar de sê-lo, em regra tenta evitar quaisquer decisões políticas radicais para não complicar o trabalho de seu sucessor e não colocar sobre ele o peso da responsabilidade por seus próprios passos controversos. 

Esta é uma das tradições da democracia americana — uma das partes dela tão inalienáveis como a continuidade do poder, que em muitos aspectos deve ser mantida, independentemente de qual o partido vencedor.


Eis um exemplo. Em 1952, o republicano Dwight D. Eisenhower substituiu no cargo de presidente o democrata Harry Truman. No entanto, durante mais dois meses após assumir o cargo ele continuou discutindo os problemas de política interna e externa com o seu antecessor.

Outro precedente completamente diferente criou Bill Clinton, que em 2001 indultou cerca de mil e quinhentas pessoas condenadas por vários crimes, inclusive o seu irmão Roger. 

Clinton assinou o decreto de perdão poucas horas antes do termo do seu mandato, e nos Estados Unidos ele ainda é culpado por esse fato. Barack Obama pode, se não ofuscar, pelo menos continuar o que foi feito por Bill Clinton. O presidente, cuja indecisão durante todos os oito anos dos seus mandatos deu muito que falar nos EUA, já depois de reeleito tomou decisões graves, diretamente contrárias às intenções do seu sucessor.






segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Político democrata: Clinton propagou boato sobre envolvimento russo nas eleições dos EUA

Político democrata: Clinton propagou boato sobre envolvimento russo nas eleições dos                   EUA 
© REUTERS/ Brian Snyder
AMÉRICAS 23:24 07.11.2016(atualizado 23:51 07.11.2016) 
Hillary Clinton

As alegações de envolvimento do Kremlin nas eleições presidenciais norte-americanas foram disseminadas pela ex-secretária de Estado Hillary Clinton. A afirmação foi feita, em entrevista à Sputnik, por um colega da candidata democrata à Casa Branca, o ex-congressista Dennis Kucinich.

"Houve uma grande proliferação de mentiras sobre o envolvimento da Rússia nas eleições dos Estados Unidos, propagadas por pessoas tão ilustres quanto a própria Hillary Clinton", disse o pré-candidato do Partido Democrata à presidência nas eleições de 2004 e 2008.

De acordo com Kucinich, a candidata do seu partido nestas eleições chegou a destacar que 17 agências de inteligência dos EUA haviam concordado que o governo russo estava por trás de uma série de ataques hacker que teriam como objetivo interferir no resultado do pleito no país, em favor do republicano Donald Trump.  

"Não há evidência disso. O esforço para produzir a russofobia, a aversão à Rússia, é real". 

FONTE: https://br.sputniknews.com/

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Os jovens russos que estão treinando para uma guerra nuclear com o Ocidente

31/10/2016 19h09 - Atualizado em 31/10/2016 19h21
Os jovens russos que estão treinando para uma guerra nuclear com o Ocidente
Na Rússia, muitos acreditam que é preciso se preparar para um conflito - mas também há quem considere tudo isso um exagero.
Gabriel GatehouseBBC Newsnight

Em meio a uma floresta às margens de Moscou, dezenas de estudantes usando uniforme de combate estão correndo, atirando entre si com espingardas de pressão de ar.
A viagem de final de semana para jogar paintball, organizada por um partido de oposição ao governo, parece inofensiva. Mas na Rússia nem tudo é o que parece.
"Nós oferecemos um grande leque de temas militares", diz Stepan Zotov, ativista do partido responsável pelo evento.

"Há luta de facas, arremesso de facas. Também trabalhamos com munição real, atirando em alvos ou às vezes em acampamentos militares."
O partido de Zotov, Rodina ("Pátria Mãe" em russo), faz parte do que é conhecido como "oposição leal", o que significa que apoia o Kremlin.
E suas atividades fazem parte de um programa "de educação militar e patriótica" apoiado pelo governo - e voltado para estudantes.

Conflito iminente?
A TV russa recentemente mostrou imagens de um treinamento de defesa (Foto: BBC/NTV) 
A TV russa recentemente mostrou imagens de um treinamento de 
defesa (Foto: BBC/NTV)

Ao assistir à televisão russa, a impressão é a de que o país está prestes a entrar em confronto militar com o Ocidente.
Recentemente, um programa de notícias estatal veiculou que a população deveria localizar o abrigo nuclear mais próximo de suas casas antes que fosse tarde demais - a Rússia recentemente realizou exercícios em escala nacional para se preparar para um ataque do tipo.
Zotov leva a possibilidade muito a sério.
"Estamos nos preparando para um confronto com o Ocidente. Mas a maior parte desse confronto acontece no nível cultural, informacional e de valores. A civilização russa é uma cultura de heróis e guerreiros", diz.

Para ele, o colapso da União Soviética foi uma tragédia.
"Nosso grande país foi dissolvido sem guerra armada porque começamos a amar um povo e uma cultura diferentes, não a nossa."
Ucrânia
Enquanto um conflito militar aberto não vem, o jovem diz que há outros confrontos indiretos entre a Rússia e seus rivais ocidentais. Por exemplo, no leste da Ucrânia, onde ele diz ter lutado como voluntário ao lado de forças separatistas.


"Eu, meus camaradas e alguns dos meus cadetes participamos. É um conflito entre a Rússia e o Ocidente", diz.
Kiev, que nos últimos anos andou ensaiando laços mais próximos com a União Europeia, acusa Moscou de retaliar essa aproximação fomentando o separatismo na sua área de fronteira, onde culturalmente a influência é russa.

O ápice dessa tensão ocorreu em 2014, quando a Rússia anexou a península da Crimeia, até então sob controle ucraniano.
Porém, nenhum dos estudantes entrevistados pela BBC parece interessado em se voluntariar para lutar na Ucrânia. Eles são adolescentes ou jovens de 20 e poucos anos e nasceram após o período soviético. O discuso da televisão não parece convencê-los.
"Você não devia assistir à TV na Rússia", diz uma jovem. 

"A televisão manipula as coisas. É uma guerra de informação. Você não devia prestar atenção nisso. Eles deixam as pessoas ansiosas sem motivo."

Questionados sobre o que o conceito de Ocidente significa, as respostas são bem diferentes das ideias de Zotov. "Capitalismo", diz um. "Oportunidade", afirma outro.

"Além disso, a cultura é interessante. É uma cultura diferente. Talvez algum dia exista uma cooperação, porque todos vivemos no mesmo planeta e a guerra não faz sentido", disse a adolescente.
 Os presidentes da Rússia e dos EUA, Vladimir Putin (esq.) e Barack Obama, trocam olhar sério durante cumprimento na 11ª Cúpula do G-20, em Hangzhou, na China (Foto: Alexei Druzhinin/AFP)
A tensão entre a Rússia de Putin e os EUA de Obama cresceu 
nas últimas semanas (Foto: Alexei Druzhinin/AFP)

O que se vê na TV russa hoje ou é sancionado ou simpático ao Kremlin.
Os programas de notícias apresentam uma série de histórias sobre guerras e crises no exterior, falando também das incoerências internacionais. O governo ucraniano foi acusado de crucificar bebês e a BBC, de realizar um ataque com armas químicas na Síria.

Para apoiar o oportunismo político, foi criada uma abordagem filosófica. Um de seus arquitetos é Alexander Dugin, um pensador que está sob sanção dos Estados Unidos por seu suposto envolvimento na anexação da Crimeia à Rússia e na guerra no leste da Ucrânia.

Rússia única
"A verdade é uma questão de fé", disse Dugin em seu canal de televisão pró-Kremlin.


"A pós-modernidade mostra que a tão chamada verdade é uma questão de fé. Então nós acreditamos no que fazemos e no que dizemos. E esta é a única maneira de definir a verdade. Temos nossa verdade russa especial, que você deve aceitar."

A filosofia de Dugin é conhecida como Eurasianismo. Segundo ela, a Rússia Ortodoxa não faz parte nem do Ocidente nem do Oriente, mas de uma civilização isolada e única que batalha pelo lugar que merece entre as potências mundiais.
A obra dele tem se tornado cada vez mais influente entre a elite política e militar da Rússia.

"Se os Estados Unidos não querem iniciar uma guerra, você deveria reconhecer que eles não são mais o único líder. E com a situação na Síria e na Ucrânia, a Rússia diz 'não, você não é mais o chefe'. Essa é a questão de quem manda no mundo. Apenas a guerra realmente poderia decidir."
 Alexander Dugin diz que a verdade é uma questão de fé (Foto: BBC)
Alexander Dugin diz que a verdade é uma questão de fé 
(Foto: BBC)

Atualmente, as relações entre Rússia e Estados Unidos estão no momento mais delicado desde o colapso da URSS e o fim da chamada Guerra Fria, em 1991.
A constante tensão entre os dois países foi intensificada nas últimas semanas após a ofensiva conjunta das forças sírias e russas na cidade de Aleppo, na Síria, contra os rebeldes.

O presidente dos EUA, Barack Obama, condenou a ofensiva e ameaçou interromper negociações a respeito da guerra, enquanto o presidente russo Vladimir Putin acusou os americanos de deteriorarem as relações do Ocidente com a Rússia propositalmente.

Além disso, no dia 20 de setembro um comboio da ONU foi atingido e os EUA atribuíram o ataque à Rússia, que responsabilizou um grupo terrorista e acusou os Estados Unidos de acusá-la injustamente.

Paralelamente, o governo americano acusou a Rússia de usar hackers para desestabilizar as eleições presidenciais no país depois que e-mails de funcionários do Partido Democrata foram vazados.
No entanto, segundo o ex-agente da CIA Paul Pillar, trata-se de apenas de uma competição por influência.

"Não estamos vendo o tipo de competição ideológica que caracterizou a Guerra Fria e felizmente já não temos outra corrida nuclear armamentista", disse à BBC.

Filosofia russa
As ideias bélicas de Dugin não estão voltadas somente ao Ocidente. Há uma mensagem de consumo interno também, que é: não existem valores liberais universais, não há uma contradição inerente em uma democracia e que não permita a discordância.

 O político opositor Boris Nemtsov foi assassinado no ano passado (Foto: BBC)
O político opositor Boris Nemtsov foi assassinado no ano passado 
(Foto: BBC)

Na sombra das paredes do Kremlin, o cada vez mais enxuto grupo de ativistas russos mantém viva a memória de Boris Nemtsov, deixando flores no lugar onde o político de oposição foi assassinado no ano passado. É um trabalho frio e solitário.
"Eu ainda acredito que aquela verdade existe", diz Mikhail Shneider, um ex-dissidente soviético e camarada de Nemtsov.
"É um fato que eles mataram Boris Nemtsov bem aqui, a 10 metros de onde estamos. É um fato que Putin está no Kremlin. É um fato que a TV de Putin mente."

A maioria dos russos não acredita de verdade que uma guerra nuclear com o Ocidente está prestes a acontecer. Talvez nem seus políticos acreditem nisso. Eles provavelmente não acreditam de verdade no Estado Orwelliano pós-moderno.

Mas quanto mais uma mentira é repetida, maior é o risco de ela se tornar algum tipo de realidade.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Putin proíbe Rothschilds e o cartel Nova Ordem Mundial de entrar em território russo "sob quaisquer circunstâncias''

SEXTA-FEIRA, 21 DE OUTUBRO DE 2016
Putin proíbe Rothschilds e o cartel Nova Ordem Mundial de entrar em território russo "sob quaisquer circunstâncias''
Putin recentemente lembrou seu gabinete que ele pagou a dívida do Rothschilds e "agarrou-os pela nuca do pescoço e chutou para fora da porta traseira da Rússia."
 
Esta reunião contou com o Presidente batendo com o punho na mesa e prometendo destruir a Nova Ordem Mundial, e de acordo com uma fonte do Kremlin, Putin está fazendo grandes avanços para atingir esse objectivo.

"Eles não podem possuir o mundo, e eles não têm carta branca para fazer o que quiserem. Se não o desafia-los, haverá outras questões. Nós não seremos intimidado por eles ".

Acredita-se que os Rothschilds tinham um laço amarrado ao pescoço da economia russa. Uma vez que o nó foi apertado, a economia iria lutar e sufocar.

No início de sua presidência, ele fez uma prioridade de unir Rússia socialmente, espiritualmente e economicamente. Ele ordenou a prisão do Rothschild apoiado pelo oligarca Mikhail Khodorkovsky.
Ele estava tão chateado com os banqueiros em seu templo, que ele derrubou sobre suas mesas e os botou para fora com um chicote. 

Um estudioso da história, bem versado em assuntos mundiais, o presidente russo, estudou a história da organização mais evasiva do mundo e compreende o papel central dos seus colaboradores financeiros têm desempenhado em fomentar os grandes conflitos internacionais do século 20.

Agora eles querem nos mergulhar na 3° Guerra Mundial. 

Raízes e ramos invasivos da Nova Ordem Mundial continuam se espalhando ao redor do mundo, mas o Presidente Putin parou sua expansão na Rússia. Este é um grande golpe para os seus planos para dominar o mundo e agora eles vêem como uma ameaça real. 

A realidade é que Putin está nos levando para um mundo multi-polar, longe de ser o único governo, ou uma futura religião traçada pela Nova Ordem Mundial. Quando levou suas forças para a Síria para proteger um Estado soberano que reforçou ainda mais a sua reputação como um líder poderoso.

Pessoas de todo o mundo começaram a acordar e perceber os planos macabros da nova ordem mundial e tem os desafiado até o fim, e Putin é um héroi.


fonte do Ufologia LanDroid -YouTube


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme

Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme
Vladimir Putin provocou temores de WW3 depois de ordenar a evacuação de 40 milhões de russos hoje.
PUBLICADO: 03:48, Qui, 06 de outubro de 2016 | ATUALIZADO: 17:29, Qui, 06 de outubro de 2016
Rússia evacuação
Vladimir Putin tem suscitado preocupação com uma
 broca evacuação em massa

A enorme de quatro dias de perfuração "defesa civil" soar o alarme em Washington e Londres, com as tensões já elevadas devido a discordâncias na Síria. 
Na sequência de uma falha de comunicação entre os EUA e a Rússia, o Kremlin já organizou a broca enorme prática de emergência - seja como uma demonstração de força ou algo mais sinistro. 
A broca irá preparar os cidadãos russos para "grandes catástrofes naturais ou provocadas pelo homem", de acordo com Ministério do país para a Defesa Civil, Emergências e Eliminação de consequências de desastres naturais.
O ministério revelou 40 milhões de civis, 200.000 equipes de resgate de emergência e 50.000 unidades de equipamentos estão envolvidos no jogo de guerra, que está sendo executado a partir de 4 outubro - 7 outubro. 
Rússia evacuação
equipes de emergência que participam na broca desta semana

Um porta-voz disse em um comunicado: "O principal objetivo do exercício é para a prática de organização da gestão durante os eventos de defesa civil e gestão de emergências e fogo, para verificar a preparação dos órgãos de gestão e as forças de defesa civil em todos os níveis para responder a natural e homem desastres -made e tomar medidas de defesa civil. "
Eles explicaram o esquema seria dividido em três fases: a consciência, de planejamento e de evacuação.
A declaração disse: "A broca vai ensaiar radiação, química e proteção biológica do pessoal e da população em situações de emergência em instalações cruciais e potencialmente perigosas. 
"Segurança contra incêndio, defesa civil e proteção humana em instituições sociais e edifícios públicos também estão planejadas para ser verificado. unidades de resposta irá implantar radiação, centros de monitorização químicas e biológicas e mensagens de saneamento nas áreas de emergência, enquanto as redes de controlo do laboratório estão indo para ser colocado em modo de espera ".
Rússia evacuação
regime de Putin envolve o movimento de 40m civis 
e 200.000 equipes de emergência
Rússia evacuação
As relações entre a Rússia e os EUA quebraram 
devido a desacordos sobre a Síria

Na semana passada, os EUA condenou as ações da Rússia na Síria, que, segundo ela, foram levando à morte e destruição. 
Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse: "Grupos extremistas continuarão a explorar os vácuos que estão lá na Síria para expandir suas operações, que podem incluir ataques contra os interesses russos, talvez até cidades russas. A Rússia vai continuar a enviar tropas para casa em sacos de corpo, e vai continuar a perder recursos, talvez até mesmo aeronaves. "
As relações entre os dois superestados tem agora quebrado por completo, e este mais recente demonstração de poder pelo Sr. Putin é susceptível de ser recebido por seus colegas americanos.

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Tradução: Google