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sábado, 23 de dezembro de 2017

Política forte e educação de primeira: Putin indica caminhos para Rússia e relembra URSS

Política forte e educação de primeira: Putin indica caminhos para Rússia e relembra URSS
RÚSSIA  18:20 23.12.2017
 Coletiva de imprensa anual de Vladimir Putin, 14 de dezembro de 2017
© Sputnik/ Aleksei Nikolsky

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, defendeu neste sábado o desenvolvimento e a evolução do sistema político do país, pois a sustentabilidade pode colapsar a qualquer momento, pois não é uma "construção congelada".

"A sustentabilidade definitivamente não é a rigidez, que é congelada, bronzeada, construída, sem demandas contemporâneas. 

Se assim for, tudo pode entrar em colapso a qualquer momento e colocar o país em risco de destruição e colapso como foi na história recente", disse Putin no congresso do partido Rússia Unida.

Putin enfatizou que as lições da história ainda estavam vivas na memória – em uma referência ao fim da União Soviética, em 1991, o que constitui um incentivo ao constante desenvolvimento do sistema político nacional.

"Estamos tornando o sistema político mais flexível, capaz de nos adaptar às mudanças rápidas do mundo moderno. A capacidade de satisfazer as necessidades da sociedade, os cidadãos, o seu crescente desejo de participar ativamente da vida do país são o que devemos que seja focado", explicou Putin.

Potência educacional

Ainda no mesmo evento, Putin também ressaltou a importância de tornar a Rússia o país com a melhor educação perante o planeta.

"A escola russa deve liderar no mundo em termos de qualidade e variedade de educação, enquanto nossas faculdades, escolas técnicas, universidades devem estabelecer as tendências em treinamento de trabalhadores, engenheiros e pesquisadores", disse Putin.

O presidente observou que as escolas especiais para pessoas com talento devem se desenvolver e expandir, pois isso ajudaria a criar uma "geração criativa, talentosa e jovem de russos".

No início do dia, o partido da Rússia Unida reuniu seu congresso para resumir os resultados anuais e determinar as tarefas para o desenvolvimento do partido. 

O congresso envolveu cerca de 2.500 pessoas, incluindo 455 legisladores de 85 agências regionais.

O congresso pré-eleitoral do partido começou na sexta-feira e durará dois dias.



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domingo, 1 de janeiro de 2017

Isso é o que aconteceu com as renas em Chernobyl após 30 anos da explosão

Isso é o que aconteceu com as renas em Chernobyl após 30 anos da explosão
De  Lucas      30 de dezembro de 2016
 Isso é o que aconteceu com as renas em Chernobyl após 30 anos da explosão

 As renas que vivem nas montanhas pitorescas da Escandinávia seguem afetadas pela radiação.

Trinta anos depois da explosão nuclear em Chernobyl, as renas que vivem nas montanhas pitorescas da Escandinávia seguem afetadas pela radiação. Obviamente, elas não são as únicas afetadas. Por muitas gerações, o povo Sami viveu em harmonia com a Natureza, trabalhando com a criação de renas e vivendo da venda de carne.

Mas a explosão, considerada por muitos o maior desastre nuclear da história, cobriu a terra com materiais tóxicos, afetando as renas e envenenando o estilo de vida do povo Sami.

O fotógrafo Amos Chapple, da Radio Free Europe, viajou até o vilarejo norueguês Snasa, onde ele encontrou criadores e pastores de renas que lutam para preservar suas tradições.

Você pode conferir todo o relato de Chapple aqui.

Na explosão de Chernobyl, ondas de materiais radioativos foram espalhados pela atmosfera em torno da União Soviética e ao longo da Europa. Entre as substâncias perigosas que foram liberadas estava o césio-137.
 
Volodymyr Repik/AP

Pelo menos 700 gramas de césio-137 entraram em contato com o solo da Noruega.
 
“Oh, Deus. Está chovendo”. – Frank Rumpenhorst/AO

Os materiais radioativos foram lançados sobre lagos e florestas, contaminando a vida selvagem, frutas e plantas.
 

Os alimentos dos animais, como as renas, foram contaminados, criando um ciclio viciosa de contaminação radioativa.
 
Amos Chapple


Durante nove milênios o povo Sami criou laços culturais fortíssimos com as renas, mas a explosão de Chernobyl colocou um fim inesperado nessa história.
 
Amos Chapple

“As consequências de Chernobyl foram devastadoras”, disse Chapple ao Business Insider. 
 
Amos Chapple

Trinta anos depois, a situação melhorou um pouco. A radiação proveniente do césio-137 diminuiu, mas o líquen, principal alimento das renas, ainda guarda muitos resquícios da explosão, e não é uma comida segura.
 
Amos Chapple
Source: Cultural Survival and Radio Free Europe


Os Sami que vivem em Snase, se alimentando principalmente da carne de renas, passa anualmente por exames que avaliam o nível de radiação. Eles disseram para Chapple que sempre viverão nas sombras de Chernobyl.
 
 Bjorn-Owe Holmberg/AP

Fonte: IFLScience



terça-feira, 11 de outubro de 2016

'Rússia colocou um ponto final na onipotência dos EUA', diz chanceler russo

'Rússia colocou um ponto final na onipotência dos EUA', diz chanceler russo 
© Sputnik.
MUNDO 17:10 09.10.2016(atualizado 17:16 09.10.2016) 
Lavrov comenta acordo sobre cessar-fogo na Síria

A razão que explica o mal-estar dos EUA com a Rússia encontra-se no fato de que Washington começou gradualmente a perceber que sua "onipotência" está acabando. Quem afirma é o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov.

"Pode haver alguma razão pessoal. Qualquer personagem pode sentir dentro de si que os EUA não estão fazendo as coisas como gostariam ou tentam fazer alguma coisa, mas não tem sucesso. É a sensação gradual, mas ainda assim [inevitável], do fim de sua onipotência. Isso, para mim, é muito claro", disse Lavrov em uma entrevista ao canal de TV 'Pervy Canal'. 

Segundo o ministro, este processo está sendo muito doloroso para os países ocidentais, pois, durante séculos, eles foram os que controlavam o mundo. 
Capitólio de Washington
© SPUTNIK/ IGOR MIKHALEV

EUA continuam 'jogo sujo das sanções' contra Rússia
O chanceler observou também que a União Soviética era "um mundo mundo fechado ao processo mundial, um mundo centrado em si mesmo". "Quando a União Soviética desapareceu, todos pensaram que a Rússia iria se encolher ao seu tamanho natural e que tudo estaria bem: eles seguiram, como têm feito deste os séculos XVI e XVII, impondo suas regras e ordens e todos os escutariam", destacou Lavrov. 

"Como se vê, eles se equivocaram", disse o chanceler, acrescentando que as "altas expectativas que o Ocidente tinha de ter o mundo no bolso após a queda da União Soviética […] terminaram em um mal-estar, pela simples razão de que os russos queriam fazer de seu país um país independente, com uma vida digna de que eles poderiam se orgulhar". 

Lembrando as palavras do presidente russo, Vladimir Putin, Lavrov frisou que a Rússia "tem o direito de ser forte, sem negar o mesmo direito a outros países e sem impor a ninguém 'receitas de comportamento'". 

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/mundo/201610096522004-russia-fim-onipotencia-eua-lavrov/