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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

'Coalizão dos EUA esconde crimes de guerra fabricando ataques russos'

'Coalizão dos EUA esconde crimes de guerra fabricando ataques russos'
© Sputnik/ Maksim Blinov
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 13:12 28.10.2016(atualizado 13:47 28.10.2016)
Su-24 russo na base aérea de Hmeymim, na Síria

A coalizão militar liderada pelos Estados Unidos está tentando desviar a atenção dos seus crimes de guerra fabricando evidências de ataques aéreos russos na Síria, segundo denunciou nesta sexta-feira o Estado-Maior das Forças Armadas russas.

De acordo com o tenente-general Sergei Rudskoy, diretor-geral de Operações do Estado-Maior, os EUA e seus aliados seguem acusando a Rússia de ataques em Aleppo apesar de nenhum avião russo sobrevoar a cidade há dez dias. 
Porta-voz da Casa Branca Josh Earnest
© EAST NEWS/ AP EUA reconhecem não saber quem foi o autor dos 
ataques em Idlib, mas tem convicção de que é a Síria ou a Rússia


"Tudo isso é feito com um propósito: distrair a atenção da comunidade internacional dos crimes de guerra cometidos pela coalizão liderada pelos EUA", afirmou Rudskoy, acrescentando que a "tragédia disseminada envolvendo a escola em Idlib" é uma prova disso. 

Na última quinta-feira, o Ministério da Defesa da Rússia lembrou que nenhuma aeronave russa esteve na região do ataque à escola, apenas um drone Predator da Força Aérea norte-americana. A Defesa russa disse ainda que o vídeo divulgado pela mídia supostamente mostrando o bombardeio havia sido fabricado. 

FONTE:  https://br.sputniknews.com/oriente_medio_africa/201610286665194-coalizao-eua-crimes-guerra/

‘Há algo de profundamente perturbador nas incessantes acusações contra a Rússia’

‘Há algo de profundamente perturbador nas incessantes acusações contra a Rússia’ 
© AP Photo/ Carolyn Kaster
OPINIÃO 02:12 28.10.2016(atualizado 02:18 28.10.2016)  
Presidente russo Vladimir Putin e presidente norte-americano Barack Obama reunem-se nas margens da cúpula do G20, México, 18 de junho de 2012
Não é preciso estar apaixonado pela personalidade do líder russo Vladimir Putin para entender que tem sido cada vez mais fácil para políticos do Ocidente culparem a Rússia do que considerar os verdadeiros das crises atuais, afirma a revista britânica Spiked. 

"Muitas pessoas parecem sentir-se perfeitamente confortáveis com esta animosidade contra a Rússia” – destaca colunista britânico Tim Black.  

Como exemplo, ele cita a cidade síria de Aleppo e argumenta, que, para muitos políticos ocidentais é vantajoso colocar a culpa na Rússia para assumir o papel de "defensores da paz". 

Ao mesmo tempo, segundo ele, o Ocidente faz vista grossa à sua própria cumplicidade na destruição da Síria, ao seu “desejo ignorante" de derrubar o presidente Bashar Assad e de apoiar os jihadistas, e isso sem mencionar o seu próprio bombardeio à Síria e ao Iraque ao longo de anos.

Torres do Kremlin de Moscou, agosto de 2016
© SPUTNIK/ NATALYA SELIVYORSTOVA
Mídia: por que Ocidente tem culpa do conflito com Rússia?

Para Tom Black, o mesmo aconteceu durante os Jogos Olímpicos no Rio, quando a mídia deu um destaque muito maior ao “sistema estatal de doping” da Rússia do que jamais foi dado a outros escândalos de corrupção no mundo dos esportes, como foi o “caso de Lance Armstrong, da empresa BALCO e dos ciclistas britânicos”, entre outros mencionados pelo autor.

Em seguida, o artigo denuncia as incitação para uma nova Guerra Fria, com destaque para as acusações apresentadas à Rússia com relação ao seu suposto envolvimento em ataques cibernéticos contra o sistema eleitoral dos EUA. 

“Não é preciso ser um estudante de relações internacionais para se dar conta de que a indignação pela interferência da Rússia – segundo os EUA – nas eleições americanas é um pouco exagerada, levando em conta que os próprios EUA interviram por décadas em assuntos democráticos de outras nações” –  explica o Tim Black.

Encontro dos líderes do Quarteto da Normandia em Berlim, Alemanha, 19 de outubro de 2016
© SPUTNIK/ MIKHAIL KLIMENTYEV
'Ocidente usa temas da Ucrânia e Síria para demonizar Rússia'

Na sua opinião, as tentativas de apresentar a Rússia como “um problema ameaçador” ou “uma potência militar a ser detida” são totalmente equivocadas. Segundo ele, as ações de Moscou “podem parecer bruscas”, mas se dão em resposta a ações de ouros países: “a Rússia não procura se expandir, mas se preservar”. 

O sonho de recriar um tipo de Império russo não de Putin, mas sim de alguns políticos ocidentais que sentem falta de “‘certezas’ associadas à época da Guerra Fria”, defende o artigo. 

“O problema aqui não está na Rússia, mas na imagem da Rússia que se instala na mente coletiva do Ocidente. Isso alimenta as tensões já existentes e potencialmente converte disputas negociáveis em conflitos abertos” – escreve Tim Black. “A Rússia não é o inimigo mortal do Ocidente, mas a admissibilidade de sentimentos anti-russos é tão notável”, que evoca suspeitas com relação ao real motivo disso tudo, conclui o autor.

FONTE: https://br.sputniknews.com/opiniao/201610286660817-opiniao-russia-ocidente-acusacoes/

domingo, 16 de outubro de 2016

General americano: Rússia sempre pega EUA de surpresa

General americano: Rússia sempre pega EUA de surpresa
AMÉRICAS 12:44 15.10.2016(atualizado 12:53 15.10.2016)
Comandante do Exército dos EUA na Europa general Ben Hodges declarou que os militares e líderes políticos americanos têm avaliado sempre de modo errado as intenções da Rússia na arena internacional.
Comandante do Exército dos EUA na Europa general Ben Hodges (arquivo)
Segundo ele, os EUA eram "demasiado optimistas" em relação à Rússia.
"Acho que éramos demasiado optimistas. Talvez avaliássemos erroneamente algumas coisas, mas é que nossa atenção esteve focada no Iraque e no Afeganistão nos últimos 15 anos. Descuramos.", disse ele em uma entrevista ao Sunday Times.

Do ponto de vista do general, houve um momento em que os EUA deram um passo precipitado, retirando da Europa dezenas de milhares de soldados e muito armamento. Hodges disse que foi pego de surpresa "com todos os passos militares dados pela Rússia". Ele considera como esses passos "as invasões da Geórgia, do leste da Ucrânia e da Crimeia" e a operação na Síria.
Soldados norte-americanos em centro da OTAN no Leste Europeu
AFP 2016/ PETRAS MALUKAS
'Que pese na consciência deles', diz Lavrov sobre
 'iminência de guerra' entre Rússia e EUA


Como "invasão na Geórgia" Hodges entende o conflito na Ossétia do Sul em 2008, agravado depois de a capital da Ossétia do Sul, Tskhinval, ter sofrido grandes ataques georgianos. Depois disso, a Rússia lançou uma operação para impor a paz e enviou para a Ossétia do Sul tropas adicionais.

Quanto à "invasão no leste da Ucrânia," Moscou tem repetidamente negado todas as acusações de que forças russas supostamente tenham participado do conflito em Donbass e apoiado as milícias locais.
Militares do exército sírio na rodovia entre cidades de Homs e Raqqa
SPUTNIK/ DMITRI VINOGRADOV
Incerteza no futuro dos EUA pode prejudicar 
regulação na Síria
A Crimeia, por sua vez, se tornou uma parte da Rússia após o golpe na Ucrânia e como resultado de um referendo, em que a grande maioria dos moradores votou a favor da reunificação da península com a Federação da Rússia.



Hodges também disse que não exclui a possibilidade de invasão pela Rússia de um dos Países Bálticos. Anteriormente Hodges já tinha feito declarações semelhantes. No início do verão, em uma entrevista ao jornal Die Zeit, ele disse que a Rússia poderia conquistar os Países Bálticos em 36-60 horas.

FONTE:  https://br.sputniknews.com/americas/201610156560623-russia-pega-de-surpresa-eua/


sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme

Putin se prepara para WW3?Rússia começa evacuação de quarenta milhões de pessoas na broca enorme
Vladimir Putin provocou temores de WW3 depois de ordenar a evacuação de 40 milhões de russos hoje.
PUBLICADO: 03:48, Qui, 06 de outubro de 2016 | ATUALIZADO: 17:29, Qui, 06 de outubro de 2016
Rússia evacuação
Vladimir Putin tem suscitado preocupação com uma
 broca evacuação em massa

A enorme de quatro dias de perfuração "defesa civil" soar o alarme em Washington e Londres, com as tensões já elevadas devido a discordâncias na Síria. 
Na sequência de uma falha de comunicação entre os EUA e a Rússia, o Kremlin já organizou a broca enorme prática de emergência - seja como uma demonstração de força ou algo mais sinistro. 
A broca irá preparar os cidadãos russos para "grandes catástrofes naturais ou provocadas pelo homem", de acordo com Ministério do país para a Defesa Civil, Emergências e Eliminação de consequências de desastres naturais.
O ministério revelou 40 milhões de civis, 200.000 equipes de resgate de emergência e 50.000 unidades de equipamentos estão envolvidos no jogo de guerra, que está sendo executado a partir de 4 outubro - 7 outubro. 
Rússia evacuação
equipes de emergência que participam na broca desta semana

Um porta-voz disse em um comunicado: "O principal objetivo do exercício é para a prática de organização da gestão durante os eventos de defesa civil e gestão de emergências e fogo, para verificar a preparação dos órgãos de gestão e as forças de defesa civil em todos os níveis para responder a natural e homem desastres -made e tomar medidas de defesa civil. "
Eles explicaram o esquema seria dividido em três fases: a consciência, de planejamento e de evacuação.
A declaração disse: "A broca vai ensaiar radiação, química e proteção biológica do pessoal e da população em situações de emergência em instalações cruciais e potencialmente perigosas. 
"Segurança contra incêndio, defesa civil e proteção humana em instituições sociais e edifícios públicos também estão planejadas para ser verificado. unidades de resposta irá implantar radiação, centros de monitorização químicas e biológicas e mensagens de saneamento nas áreas de emergência, enquanto as redes de controlo do laboratório estão indo para ser colocado em modo de espera ".
Rússia evacuação
regime de Putin envolve o movimento de 40m civis 
e 200.000 equipes de emergência
Rússia evacuação
As relações entre a Rússia e os EUA quebraram 
devido a desacordos sobre a Síria

Na semana passada, os EUA condenou as ações da Rússia na Síria, que, segundo ela, foram levando à morte e destruição. 
Um porta-voz do Departamento de Estado dos EUA disse: "Grupos extremistas continuarão a explorar os vácuos que estão lá na Síria para expandir suas operações, que podem incluir ataques contra os interesses russos, talvez até cidades russas. A Rússia vai continuar a enviar tropas para casa em sacos de corpo, e vai continuar a perder recursos, talvez até mesmo aeronaves. "
As relações entre os dois superestados tem agora quebrado por completo, e este mais recente demonstração de poder pelo Sr. Putin é susceptível de ser recebido por seus colegas americanos.

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Tradução: Google

quinta-feira, 14 de julho de 2016

FBI alerta para "diáspora terrorista" após derrota do EI

MUNDO              14/07/2016 17:19
FBI alerta para "diáspora terrorista" após derrota do EI
Homem com bandeira do Estado Islâmico em Raqqa, Síria. 29/06/2014
EI: a derrota do EI no Iraque e na Síria deixará o grupo
 "desesperado para provar que mantém sua vitalidade"
 advertiu o diretor do FBI

Da AFP

O diretor do FBI (a Polícia Federal americana), James Comey, alertou, nesta quinta-feira (14), para a possibilidade de uma "diáspora terrorista", depois da derrota do grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria, prevendo um aumento nos ataques extremistas.
"Todos sabemos que haverá uma diáspora terrorista (...) quando as forças militares tiverem esmagado o 'califado' proclamado pelo grupo Estado Islâmico no Iraque e na Síria", afirmou o diretor do FBI, falando diante da Comissão sobre Segurança Doméstica da Câmara de Representantes do Congresso americano.
"Os milhares de combatentes" do grupo "vão para qualquer parte, e nosso trabalho é apontá-los e detê-los antes que venham para os Estados Unidos para atacar pessoas inocentes", acrescentou.
A derrota do EI no Iraque e na Síria deixará o grupo "desesperado para provar que mantém sua vitalidade, e isso tomará, provavelmente, a forma de mais ataques assimétricos, de mais esforços terroristas", advertiu.
Em meados de junho, o diretor da CIA (Agência Central de Inteligência), John Brennan, informou que restavam "de 18 mil a 22 mil" combatentes do EI no Iraque e na Síria.
O EI está recuando no terreno, sobretudo, no Iraque, onde perdeu a cidade sunita de Fallujah, e acaba de reconquistar uma importante base aérea em Qayyarah, a cerca de 60 km da cidade de Mossul, principal reduto extremista do país.
Isso não impediu o grupo de lançar sangrentos ataques terroristas em Bagdá e no mundo.
Também na comissão, o diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, Nicolas Rasmussen, disse que os reveses militares do EI no Iraque e na Síria enfraquecem o grupo.
"Mas isso pode levar tempo" até que se traduza em uma redução dos ataques terroristas, afirmou.

Ontem (13), o diretor da CIA, John Brennan, considerou que os três atentados suicidas cometidos na semana anterior na Arábia Saudita "tinham a marca do EI".