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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Oficial alemão sobre militares americanos na Europa: EUA inventam ameaças que não existem

Oficial alemão sobre militares americanos na Europa: EUA inventam ameaças que                     não existem
EUROPA 15:58 12.01.2017
Soldados norte-americanos durante exercícios em Grafenwoehr, sul da Alemanha, maio de 2016
© AFP 2016/ CHRISTOF STACHE

Os Estados Unidos estão deslocando uma brigada com milhares de efetivos para a Europa Oriental através da Alemanha. 

A Sputnik falou com um tenente-coronel aposentado perguntando se isso está de acordo com as leis alemãs. Jochen Scholz, tenente-coronel do Bundeswehr que serviu na OTAN, comentou para a Sputnik Alemanha a situação na Europa. 

Ele destaca que tudo decorre no âmbito do acordo bilateral entre os EUA e Polônia e não no âmbito da OTAN, por isso surgem questões da base jurídica do papel da Alemanha neste negócio.

De acordo com Scholz, a quantidade de efetivos e de material militar depende dos objetivos que os EUA têm, "não se pode fazer uma guerra com este número de militares", diz ele.

A situação atual faz lembrar o período da Guerra Fria, naquela época havia um plano que pressupunha, em caso de conflito, o envio de até 900 mil soldados americanos via aeroporto de Frankfurt. As bases europeias dos EUA eram uma espécie de trampolim, explica o ex-militar alemão. 

"Surge a questão: conforme qual base jurídica têm os EUA suas bases militares na Europa? Esta base é garantida pelo tratado da OTAN, mas tudo o que ultrapassa seus limites, inclusive a projeção de forças americanas para outras regiões, não tem nada a ver com o acordo sobre implementação de militares", disse Scholz. 

Se trata da maior implementação de tropas dos EUA desde a Segunda Guerra Mundial, entretanto nada indica uma situação grave, frisa o oficial alemão. 

Ele destaca quatro pontos

"Primeiro, a administração de Obama tenta dificultar a vida ao novo presidente. 

Segundo, eles tentam mostrar aos europeus o quanto a Rússia é perigosa e como ela ameaça os Países Bálticos. 

Terceiro, estas operações fazem as pessoas se acostumarem a que os gastos militares vão crescendo. 

E quando a Rússia reagir, aparecerá o quarto argumento: estão vendo, nós apenas protegemos os Países Bálticos e já os russos reagem e colocam suas forças ofensivas na região."






quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Tropas dos EUA desdobradas para a Polônia em resposta à "agressão russa"

Tropas dos EUA desdobradas para a Polônia em resposta à "agressão russa"
Com a inauguração do Trump apenas alguns dias, as tensões aumentam entre a Rússia e os EUA.
Publicado em: 11 de janeiro de 2017
JAMES LEDBETTER    Especialista em Notícias
Ilustração livre: Vladimir Putin, como um cosmonauta - Imagem livre em ... - pixabay.com
 Ilustração livre: Vladimir Putin, como um cosmonauta - 
Imagem livre em ... - pixabay.com

# World Politics - Em meio às tensões entre os EUA e a Rússia, tropas dos EUA começaram a linha de fronteira russa. De acordo com a Independent News, a demonstração de poder é uma retaliação à agressão russa. 

À medida que as tropas desembarcam em Wrocław, na Polônia, os tanques estão logo atrás deles. Especialistas estimam um total de 2.800 tanques e outros equipamentos de artilharia. # Obama espera que o bluff vai obrigar a Rússia a suspender a anexação da Criméia


O polaco embaixada em Washington diz que as tropas em Wroclaw foram os primeiros a chegar como parte do Resolve Atlântico. Especialistas dizem que este movimento dos EUA para a Europa tem sido o maior desde a guerra fria.No entanto, apesar de Obamas poucos dias no cargo, não parece haver qualquer sinal de abrandamento.
Photo published for US troops deployed to Poland in response to 'Russian aggression'

Rússia diz que o acúmulo é uma provocação

Como Obama prometeu uma transição suave entre ele e Trump , as coisas não estão parecendo assim. As tensões entre os EUA ea Rússia crescem a cada dia.Não só #Putin chamar o movimento de provocação , mas ele diz que o movimento é um ato de guerra. Tanto assim, que Putin começou a mover mísseis nucleares a estratégicos locais.

Não só isso, mas a Rússia também implantou submarinos diesel-elétricos para patrulhar o mar negro. O Kremlin "altos", prometeram não permitir que o mar se tornasse um paraíso da OTAN. Enquanto a tensão se aquece como uma panela de pressão épica, o tempo só pode dizer o que vai acontecer a seguir.

Os EUA expulsam diplomatas russos enquanto a Rússia trata americanos para jantar
Photo published for Obama expels diplomats, issues closures over Russian hacking scandal

Na semana passada, após a alegada hack que Obama atribui a russos , o Departamento de Estado expulsou 35 diplomatas. De acordo com a Sun, a Rússia escolheu para comer-los com bondade tratando US diplomatas para jantar. Relatórios dizem que Putin alegou esperar em Trump para tomar o comando antes que ele tome uma decisão.
Muitos afirmam que esse é um movimento sábio do Kremlin . Um movimento que surpreendeu muitos especialistas em relações russas. 

Com a inauguração de Trump apenas alguns dias, o que nosso novo líder enfrentará ao assumir o Salão Oval? Ele encontrará paz ou agressão? Deixe-nos saber o que você pensa na seção de comentários abaixo. Seus comentários são sempre bem-vindos.


Tradução: Google




terça-feira, 15 de novembro de 2016

Veja imagens da operação dos navios russos perto da costa síria!



Veja imagens da operação dos navios russos perto da costa síria! (VÍDEO)Ministério da Defesa da Federação da Rússia

ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA 12:40 15.11.2016(atualizado 17:25 15.11.2016) 

O Ministério da Defesa russo publicou as imagens exclusivas da fragata Admiral Grigorovich e do porta-aviões Admiral Kuznetsov que participam das ações militares na Síria.


Anteriormente o ministro da Defesa Sergei Shoigu tinha anunciado que os dois navios participam de uma operação de larga escala iniciada pela Força Aeroespacial russa, com objetivo de efetuar ataques maciços contra os terroristas nas províncias sírias de Idlib e Homs.

Durante a operação as forças russas recorreram ao uso de mísseis de cruzeiro Kalibr.

FONTE: https://br.sputniknews.com/

domingo, 30 de outubro de 2016

Mídia: OTAN está intensificando preparativos para a guerra com a Rússia

Mídia: OTAN está intensificando preparativos para a guerra com a Rússia
 MUNDO 12:14 30.10.2016(atualizado 12:18 30.10.2016)
Forças Aéreas da OTAN, paraquedistas

© flickr.com/ Exército dos EUA

A decisão de enviar tropas adicionais ao Leste da Europa mostrou que a aliança prepara o reforço mais ambicioso das forças armadas na Europa desde os tempos da Guerra Fria, escreve a edição norueguesa Steigan blogger. 

Os países-membros da OTAN vão colocar 4 mil de soldados perto das fronteiras russas, aos quais, em caso de emergência se juntarão as forças de reação rápida, que contam com 40 mil homens, escreve o autor do artigo.

Com o apoio de unidades da França e Dinamarca, o Reino Unido enviará para a Estônia 800 soldados completamente equipados. Além disso, pela primeira vez desde a queda do regime nazista, a Alemanha também se comprometeu a enviar forças militares à fronteira com a Rússia. 

Simultaneamente, foi tomada a decisão sobre a instalação de 330 soldados dos EUA na Noruega, país que nunca participou em eventos deste tipo, mesmo em momentos mais tensos da Guerra Fria.
Cúpula da OTAN em Varsóvia
© SPUTNIK/ ALEXEY VITVITSKY
OTAN desmente 5 'mitos' sobre a Aliança


As autoridades da aliança não se cansam de repetir que "o ataque a qualquer membro da aliança será considerado como um ataque contra todos os aliados". No entanto, não fica claro de que tipo de "ataque" se trata.

Não há absolutamente nenhum sinal de que a Rússia se esteja preparando para um confronto armado com algum país vizinho. 

Como resultado, as "medidas de defesa" se transformam em escalada por parte da OTAN, que acaba fomentando a guerra e desestabilizando a Europa, observa o autor do artigo. No entanto, há aqueles para quem esta mobilização de forças contra o "inimigo" pode ser benéfico. 

Os militares estimulam a indústria militar e isto é um meio eficaz de conter os ânimos de oposição dentro dos países. Em uma situação em que a Europa está atolada em numerosos problemas econômicos e políticos, os planos da OTAN vêm mesmo a calhar, conclui edição norueguesa Steigan blogger.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/mundo/201610306679868-otan-quer-guerra-russia/

sábado, 29 de outubro de 2016

Alemanha enviará tanques à fronteira russa

28/10/2016 16h44 - Atualizado em 28/10/2016 16h44
Alemanha enviará tanques à fronteira                           russa
Berlim confirma que vai despachar tanques Leopard 2 à Lituânia como parte dos novos planos da Otan para proteger os Estados bálticos. Para especialista, decisão é acertada e não altera superioridade russa na região.
Da Deutsche Welle
 ALEMANHA ENVIARÁ TANQUES À FRONTEIRA RUSSA; PREPARAÇÃO PARA A GUERRA?

Proteger a Lituânia da Rússia é responsabilidade da Alemanha, de acordo com os planos de defesa da Otan que despontaram na cúpula desta semana em Bruxelas. Na quarta-feira (26), o Ministério alemão da Defesa deu uma demonstração de como está levando a sério essa missão, confirmando à agência alemã de notícias DPA que enviará, em 2017, tanques Leopard 2 à fronteira russa com o país báltico, além dos 650 soldados já prometidos.

A medida faz parte de um plano da Otan para proteger seus membros bálticos, que têm demonstrado preocupação com as ambições russas após a anexação da Crimeia, em 2014, e a subsequente guerra no leste da Ucrânia.

Um batalhão de cerca de mil soldados da Otan será estacionado na Lituânia a partir de junho – com rotatividade de seis meses. Entre 450 e 650 soldados dessa tropa serão providos pela Bundeswehr (Forças Armadas da Alemanha), enquanto os restantes virão de França, Bélgica e Croácia. A mídia alemã informou que a unidade de treinamento para combate também será equipada com tanques, veículos blindados, atiradores de elite e engenheiros.

Planos devem irritar a Rússia
Cada uma das grandes potências da aliança enviará tropas para reforçar as defesas dos países que fazem fronteira com a Rússia. Enquanto a Alemanha está ajudando a Lituânia, a Polônia é protegida pelos Estados Unidos, a Letônia receberá assistência do Canadá, e o Reino Unido será responsável pela Estônia.

Os planos devem irritar ainda mais a Rússia, cujo governo tem criticado as estratégias militares da Otan na região. "A aliança está concentrando suas forças em limitar uma ameaça inexistente do leste", comunicou o Ministério do Exterior da Rússia, meses atrás.

A ministra da Defesa da Alemanha, Ursula von der Leyen, defendeu as medidas, classificando sua implementação de "apropriada" e "defensiva". "Este é um sinal claro de que um ataque a um país-membro da Otan será considerado um ataque a todos os países-membros da Otan", disse.

O secretário-geral da Otan, Jens Stoltenberg, também indicou que a missão é uma resposta à agressão russa. "A Rússia está preparada para usar seu poderio militar", disse, em Bruxelas. "É necessário que a Otan responda a isso."

Gustav Gressel, especialista em temas relacionados à Rússia no Conselho Europeu de Relações Exteriores, avaliou que os novos planos militares da Otan são corretamente dimensionados, dadas as circunstâncias. "A Rússia ainda goza de uma superioridade militar de cerca de cinco para um naquela região", disse Gressel. "Não é de jeito nenhum uma ameaça ofensiva aos russos – mas uma reação de pequena escala e cautelosa ao aumento da presença militar da Rússia. Ela não altera o equilíbrio militar no Báltico", afirmou.

Temores bálticos
Os Estados bálticos teriam preferido que a Otan tivesse enviado mais tropas às suas zonas fronteiriças, argumentou Gressel. "Desde 2009, a Rússia tem treinado suas forças em cenários de invasão aos países bálticos", afirmou. "Para esses países isso é uma coisa real, algo que pode acontecer a qualquer momento."


Segundo o especialista, mesmo que a Rússia esteja economicamente isolada e não possa se dar o luxo de tomar um novo território, o sistema político russo exige mostras de poderio militar para sua própria população. "É cada vez mais difícil prever o que a Rússia fará, ou o que a Rússia entenderá como provocação militar. Então é melhor se prevenir e sinalizar à Rússia que ela não terá passe livre nos países bálticos."

Mas, ao mesmo tempo, a Otan está tentando encontrar um equilíbrio. "É preciso se garantir para a eventualidade de a Rússia se tornar aventureira", afirmou Gressel. "Mas, por outro lado, não se deve empurrar a Rússia para as suas profecias autorrealizáveis de ameaças. Em minha opinião, as manobras da Rússia são para propaganda interna, e seus militares sabem que a Otan não vai invadir o país."

A Alemanha tem contribuído para o maior rearmamento da Otan desde o fim da Guerra Fria. No ano passado, encomendou mais cem tanques Leopard 2 – a maioria veículos anteriormente desativados que serão atualizados. Ao mesmo tempo, o teto de 225 tanques, que havia sido acertado como parte da reforma militar de 2011, foi elevado para 328 unidades.


quinta-feira, 27 de outubro de 2016

'OTAN é uma ameaça para todo o mundo como foi a Alemanha de Hitler'

'OTAN é uma ameaça para todo o mundo como foi a Alemanha de Hitler' 
© AFP 2016/ SVEN HOPPE / DPA
EUROPA 13:33 27.10.2016(atualizado 13:34 27.10.2016)  
Demonstrantes participam do protesto contra a OTAN perante o local da realização da Conferência de Segurança de Munique, Alemanha (foto de arquivo)
Ivan Pernar foi o primeiro deputado croata a conseguir expressar críticas em relação à OTAN, referindo-se à Aliança e ao governo dos EUA como aliados dos islamistas. O seu discurso chamou a atenção de muitos.
Pernar é um jovem deputado da coalizão Zivi Zid, integrante do parlamento da Croácia. O seu recente discurso foi acompanhado com risos e réplicas desaprovadoras dos outros membros do parlamento. Criticou não somente a Aliança, mas também a União Europeia, afirmando que a entrada da Croácia na união não assegurou o acesso aos novos mercados, pelo contrário, intensificou a perda dos já existentes.
Bandeira de OTAN
© AFP 2016/ GEORGES GOBET
OTAN enviará navios e aviação ao Mediterrâneo

A Sputnik Sérvia falou com o deputado e descobriu o porquê da insatisfação do político com a política da OTAN e do Ocidente em geral.

"Obrigado por não censurar informações verdadeiras e por permitir que pessoas com opiniões diferentes da maioria expressem sua posição. Na mídia croata, esse é um tema proibido", disse Pernar sobre a Sputnik e sobre a mídia croata. 

O deputado afirmou que as declarações sobre a melhoria da vida dentro da União Europeia são somente histórias e que a OTAN, organização responsável pela garantia da paz e estabilidade, na verdade, garante coisas opostas.

"Ao invés de proteger a liberdade nacional e a soberania dos países, a Aliança os viola e os mina. Ao invés de garantir a democracia <…> a OTAN apoia a queda dos governos legítimos com ajuda de bombardeamentos. A OTAN representa uma ameaça para todo o mundo como um dia representou a Alemanha de Hitler. 

Se a Rússia não existisse, ninguém seria contra e os Estados Unidos poderiam bombardear e sentenciar a devastação e eliminação de qualquer país que se opusesse a servi-los", disse.

Segundo ele, Putin foi contra o bombardeio na Líbia e realização da operação no Iraque.

"É preciso compreender que Putin expressa opinião não somente da Rússia, expressa a opinião das pessoas silenciosas do planeta que estão fartas da tirania e da ditadura da FMI, Banco Mundial, governo norte-americano e da OTAN, assim como da ala militar da FMI e dos EUA. Quem não quer ficar de joelhos perante os novos donos do mundo são reconhecidos como 'indesejáveis'", disse.
Soldado polonês durante os exercícios da OTAN na Polônia, 2016
© AP PHOTO/ ALIK KEPLICZ
Historiador suíço: 'OTAN não é uma aliança defensiva'



Além disso, Pernar contou que os seus colegas no parlamento lhe aconselharam a ficar calado, pois não se sabe o que pode acontecer caso o discurso seja ouvido pelo embaixador norte-americano. O deputado tem esperanças de que a União Europeia acorde, desintegre-se e volte a sua soberania, realizando uma política centrada nos interesses próprios. Na opinião do deputado, a OTAN traz somente prejuízo para todos.

"Os EUA fazem-se de tolos, primeiro provocam o caos e depois falam 'resolvam tudo vocês mesmos'. É impossível imaginar tal posição da Rússia. A operação russa na Síria baseia-se nos princípios do direito internacional, o país foi convidado pelo governo legítimo sírio, enquanto os EUA realizam uma intervenção que não possui razões legítimas, e, é por isso que os EUA não reconhecem o Tribunal Criminal em Haia. É proibido processar presidentes e generais norte-americanos por crimes, os EUA não são penalizados e ninguém mais pode ou ousa fazê-lo".

FONTE:  https://br.sputniknews.com/europa/201610276654572-otan-ameaca-hitler/

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Quanto vai demorar uma terceira guerra mundial?

Quanto vai demorar uma terceira guerra mundial? 
© flickr.com/ Jim
MUNDO 10:03 17.10.2016(atualizado 10:10 17.10.2016) 
Jogo de mesa que permite simular combate real

O portal de notícias Inquisitr avaliou quanto poderá custar uma terceira guerra mundial com participação dos EUA, Rússia e China.

O portal destaca que poucas pessoas prestam atenção ao fato de quase todos os possíveis cenários de guerra preverem o uso de armas nucleares, e sublinha a rapidez com que um confronto local pode atingir o nível de guerra nuclear limitada. 

Vários representantes do comando militar americano acreditam que um conflito entre os Estados Unidos ou/e a OTAN com a Rússia ou, possivelmente, com a China, durará apenas "minutos", divulgou um artigo recente. De acordo com este, a terceira guerra mundial será "fatal e rápida". 
T-14 Armata durante o ensaio para a Parada da Vitória em Moscou
© SPUTNIK/ MIKHAIL VOSKRESENSKY
Tanque russo Armata será invulnerável a projéteis de urânio 

empobrecido da OTAN

Mais cedo o chefe do Estado-Maior do Exército norte-americano, general Mark Milley, tinha declarado que a guerra entre as maiores potências do mundo é "quase inevitável" e que neste conflito a inteligência artificial e as armas de alta precisão serão usadas em grandes escala.
O robô de combate
© SPUTNIK/ SERGEY MAMONTOV
Guerras futuras serão feitas por drones e robôs



Outro general americano, William Hix, também mencionado no artigo, acha que um conflito militar tradicional poderá rapidamente se tornar mais sangrento. Além disso, ele nota que, no futuro, o progresso técnico atingirá tal nível que entre pessoas e máquinas se estabelecerão relações muito interessantes — a tecnologia trabalhará mais rapidamente, assumindo mais tarefas humanas, e apresentando novos desafios à humanidade.

A publicação destaca também que aqueles países que agora estão participando em conflitos atuais — na Ucrânia, Síria, região do Pacífico – serão aqueles que elaborarão a tecnologia para "as guerras das próximas gerações".

FONTE: https://br.sputniknews.com/mundo/201610176569616-guerra-previsao-futuro/

OTAN: 'Rússia enviou toda a Frota do Norte à Síria' © Sputnik/ RIA Novosti

OTAN: 'Rússia enviou toda a Frota do Norte à Síria' © Sputnik/ RIA Novosti
MUNDO 17:36 19.10.2016(atualizado 17:39 19.10.2016)
Navio de guerra da Frota do Norte Admiral Kuznetsov
Segundo fontes da OTAN, a Rússia teria enviado à Síria todos os navios da Frota do Norte e parte da Frota do Báltico para fortalecer a campanha na Síria. "Eles enviaram toda a Frota do Norte e uma grande parte da Frota do Báltico, é a maior operação de implantação de forças desde o fim da 'Guerra Fria'", afirmou uma fonte diplomática anônima da Aliança do Norte, citada pela Reuters

Entretanto, não houve provas concretas apresentadas de suas palavras, e a OTAN não divulgou nenhum relatório oficial sobre este assunto.
Um dos bairros da cidade de Aleppo, 1 de outubro de 2016
REUTERS/ ABDALRHMAN ISMAIL
Ministério da Defesa russo: Rússia e Síria cessam ataques aéreos 

em Aleppo
O diplomata afirmou que, desta forma, a Rússia pretende aumentar o número de aviões na Síria nas duas próximas semanas para iniciar a operação aérea final em Aleppo. 

Anteriormente, o serviço de imprensa da Frota do Norte havia informado que o grupo naval comandado pelo porta-aviões russo Admiral Kuznetsov, e que inclui o cruzador Pyotr Veliky, deu início à sua campanha no Mar Mediterrâneo. O objetivo da campanha da Frota do Norte no Mar Mediterrâneo é reagir às ações de pirataria e terrorismo e a garantia da segurança de navegação da Federação da Rússia.

FONTE: https://br.sputniknews.com/mundo/201610196589456-otan-russia-frota-norte-siria/

sábado, 15 de outubro de 2016

Itália envia militares para Letônia e irrita Rússia Militares vão compor destacamento da Otan no país

14/10 às 11h25 - Atualizada em 14/10 às 11h25
Itália envia militares para Letônia e irrita Rússia Militares vão compor destacamento da Otan no país
Resultado de imagem para soldados de guerra
A ministra da Defesa da Itália, Roberta Pinotti, confirmou nesta sexta-feira (14) que militares do país serão enviados para a Letônia para compor uma coalizão da Otan.
A notícia desagradou à Rússia, mesmo a Itália ressaltando que esta decisão não é nova e nem se trata de uma provocação a Moscou. De acordo com Pinotti, o envio de soldados faz parte de uma estratégia delineada na Cúpula de Varsóvia para reforçar a segurança nas fronteiras do leste do continente.
"A Itália enviará nos próximos meses 140 soldados para a Letônia para participar de uma força da Otan guiada pelo Canadá", explicou o ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, em uma coletiva de imprensa com o secretário-geral da aliança militar, Jens Stoltenberg. "A Itália sempre contribuiu com um reforço defensivo em países do nordeste e da aliança atlântica".
O chanceler destacou que a decisão tinha sido tomada há meses e negou que tenha relação com a escalada de tensão na Síria, onde a Rússia atua como aliada do regime do ditador Bashar al-Assad. "O envio de soldados não é uma política de agressão contra a Rússia, mas de reforço e defesa das nossas fronteiras", comentou Gentiloni.

Mesmo assim, a Rússia reagiu ao anúncio. "A política da Otan é destrutiva. A aliança está empenhada na construção de novas linhas divisórias na Europa, em vez de aprofundar as boas e sólidas relações de boa vizinhança", disse a ministra russa das Relações Exteriores, Maria Zakharova.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Modernização das Forças Armadas russas causa preocupação nos EUA

Modernização das Forças Armadas russas causa preocupação nos EUA
RÚSSIA 05:19 05.10.2016 Atualizado 12/10/2016
Soldado russo durante realização de exercícios táticos
A modernização das Forças Armadas russas e sua atuação nas zonas setentrionais causa preocupação da OTAN e de representantes da Noruega e EUA, indica o jornal Wall Street Journal citando Haakon Bruun-Hanssen, almirante e comandante das Forças Armadas norueguesas. Segundo ele, os potenciais militares da Rússia e do Ocidente "começaram a se aproximar, como acontecia no período da Guerra Fria", mas agora "já se trata de novos tipos de armamentos, muito mais eficientes"
 Soldados poloneses e norte-americanos durante exercícios conjuntos Anakonda 16 perto de Torun, Polônia, junho de 2016
© REUTERS/ KACPER PEMPEL

General dos EUA detalha instalação das forças da OTAN na Polônia

O almirante ressalta que a Noruega precisa efetuar um monitoramento mais ativo dos submarinos furtivos que possuem tecnologia stealth, bem como dos aviões e navios russos.

Representantes da aliança militar informaram o Wall Street Journal de que já foram intensificados os exercícios navais que visam "conter a agressão russa". Vale lembrar que, neste verão, oito países-integrantes da OTAN participaram de manobras militares com uso de submarinos no mar da Noruega. Segundo o relatório do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS) publicado em julho, os aliados da OTAN "não têm capacidade de resistir rapidamente aos desafios submarinos por parte da Rússia na maior parte do Atlântico e do Báltico".

 Bandeira de OTAN
© AFP 2016/ GEORGES GOBET
OTAN desiste de prevenir incidentes com Rússia nos Países Bálticos

As relações entre a Rússia e a OTAN se agravaram em março de 2014 após a reunificação da Crimeia com a Rússia. Na mesma altura foi suspensa atividade do Conselho Rússia-OTAN – sua primeira reunião teve lugar apenas em abril de 2016.

Anteriormente, o porta-voz do presidente russo Dmitry Peskov tinha anunciado que Moscou não representa ameaça para ninguém, mas que não deixaria sem resposta ações que ameacem os seus interesses nacionais.

Mostrar mais: https://br.sputniknews.com/russia/201610056490740-russia-modernizacao-eua-preocupacao/

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

CHINA OFERECE ABERTAMENTE À RÚSSIA UMA ALIANÇA MILITAR CONTRA A OTAN

CHINA OFERECE ABERTAMENTE À RÚSSIA UMA ALIANÇA MILITAR CONTRA A OTAN.
12 de agosto de 2016  Atualizado em 14/08/2016
 

“Está tudo acabado para a nova ordem mundial. Em dez anos, a chave para a nova ordem mundial será a união da Rússia e da China” – Presidente Xi Jinping.
01 de julho, a China marcou uma data importante em 1º de julho. Foi o 95º aniversário da fundação do Partido Comunista Chinês. O Presidente Xi Jinping abordou a reunião solene dedicada a este evento. Além dos louvores de “Viva!” (E merecidamente, uma vez que o Partido Comunista Chines CCP tem muito a se orgulhar) houve o discurso do presidente Xi, que foi curto, mas muito importante.
“O mundo está à beira de uma mudança radical. Vemos como a União Europeia está gradualmente entrando em colapso, como está a economia dos EUA… Está tudo acabado para a nova ordem mundial. Assim, ele nunca mais será como era antes, em 10 anos teremos uma nova ordem mundial na qual a chave será a união de China e Rússia”.
Na verdade, o presidente Xi convida a liderança russa para dar o próximo passo. E ir de uma aliança econômica e política para uma aliança político-militar, capaz não só de suportar os desafios do futuro, mas também de assumir a liderança no caso do colapso da ordem mundial existente.
É notável como delicadamente a parte chinesa faz uma oferta séria para a Rússia. Afinal de contas, pouco antes da celebração do Jubileu do CCP, uma delegação russa substancial liderada pelo presidente Putin chegou a visitar a China.
Houve negociações, e foram celebrados acordos-quadro e contratos reais. Mas as propostas mais importantes foram feitas pelo presidente da China na grande reunião do partido no poder da China, ao ressaltar que o lado russo não está sob nenhuma pressão e ninguém exige uma resposta imediata em um assunto tão importante.
“Estamos vendo agora as ações agressivas por parte dos Estados Unidos, sobre a Rússia e a China. Eu acredito que a Rússia e a China poderiam criar uma aliança para o qual a OTAN será impotente e que irá pôr fim aos desejos imperialistas do Ocidente.”
Este é um convite em texto simples, sem qualquer ambiguidade da expressão asiática “o barulho do meu riso sacode o Céu e a Terra”, que você entenda como quiser.
O Presidente Xi não se aventurou a prever como Putin irá tratar esta proposta, mas a forma com a qual o presidente Xi fez a proposta, parece-me, com suas especificidades, não deixa brechas para respostas em talvez-encorajado estilo.
É surpreendente que só recentemente a liderança chinesa e o presidente russo tenham dito seus países não têm a intenção de permitir que quaisquer unidades militares venham sobre eles, nem têm a intenção de ser amigos contra países terceiros. Mas, como se vê, o mundo está mudando drasticamente, e a questão da oportuna conclusão de uma aliança é bastante aguda, agora a liderança da China toma a iniciativa.
É claro, a China é um parceiro difícil, e, no passado, existe um monte de páginas negras. Mas agora, com toda a evidência, deve ser registrada: A China está pronta para ir ombro a ombro em caso de eventuais complicações militares e políticas entre a Rússia e o Ocidente.
Houve um tempo, em que a URSS realmente carecer de uma tal proposta. No confronto dos blocos militares da Guerra Fria, a China ganhou força por trás da URSS e ocupava uma atitude de espera, como no ditado “um urso e um tigre estão lutando e os macacos espertos observa de uma árvore e espera, até que ambos tornem-se fracos”. Mas isso não aconteceu.
 

A partir da esquerda: LM Kaganovich, presidente Mao Tse-tung, NA Bulganin, Joseph Stalin, Walter Ulbricht, J Tsedenbal, NS Khrushchev e I Koenig (Getty)
O que aconteceu foi que no início de 1970, Henry Kissinger foi em uma missão secreta para a China, e jogando com as contradições do CCP com os “revisionistas soviéticos”, concordou em uma convergência com Mao e Zhou Enlai. As relações da URSS e da Repúblia Popular da China na época foram afetadas pelo conflito fronteiriço sino-soviético sobre Zhenbao Island (Damanskiy Island) nas proximidades do Lago Zhalanashkol e uma razão aparente para a superação imediata da crise ainda não havia surgido, e os americanos não demoraram para tirar proveito.
 

Presidente Mao Tse-tung, à esquerda, congratula-se com o presidente americano Richard Nixon em sua casa em Pequim (AFP)
Como resultado, a China tornou-se um bom apêndice à pressão ocidental sobre a União Soviética e nosso país foi forçado a responder, criando um poderoso agrupamento militar na região do Trans-Baikal e no Extremo Oriente, e os gastos com a defesa (de acordo com Valentin Falin, um político soviético proeminente) atingiu 24% do PIB.
Os resultados deste longo conflito são bem conhecidos. O aquecimento das relações entre a URSS e a China, que começou em 1985, não ajudou a União Soviética porque capitulares chefiados por Gorbachev estiveram à frente.
 
Vladimir Putin, centro, e Xi Jinping, terceiro a esquerda, assistem a parada da vitória na Praça Vermelha em Moscow. Foto: Alexander Zemlianichenko / AP
Mas agora parece haver uma oportunidade real para a Rússia a se espalhar e reduzir a carga que pesa sobre seus ombros.
Embora eles não diriam isso para os altos tribunais, a Guerra Fria 2.0 com a Rússia já se arrasta por um longo tempo, e quem é que pode dizer que ela vai se repetir exatamente como a primeira?
Obviamente – que já se arrasta desde 1999.
Item: Violação pelo Ocidente do acordo na dissolução do Pacto de Varsóvia: OTAN prometeu não se estendem para além das fronteiras da Alemanha.
Item: Admissão à OTAN de ex-aliados soviéticos, e mais – as ex-repúblicas soviéticas.
Item: retirada do Tratado ABM.
Item: Conflagração do “arco de instabilidade” do Oriente Médio para o Afeganistão no “ponto fraco” da Rússia e da China,
Item: A eliminação forçada de regimes seculares estáveis ​​no Oriente Médio, incluindo a substituição por um califado terrorista.
Item: O “euromaidan” na Ucrânia,
Item: Uma guerra no Donbass e uma nova traquinagem entre as fronteiras ocidentais e o sudoeste da Rússia – é apenas mais um agravamento.

A liderança chinesa não hesita em admitir que a China por si só não pode enfrentar os desafios do futuro, especialmente de natureza militar. E, apesar do progresso econômico significante com os avanços tecnológicos em algumas áreas, muitas estruturas estatais chinesas não são totalmente modernizadas:
“A criação de um exército, que corresponde ao estatuto internacional do nosso país é uma tarefa estratégica. Devemos combinar desenvolvimento econômico com desenvolvimento em defesa, modernizar o exército, para que ele esteja atualizado e padronizado… Precisamos de forma abrangente promover a reforma na esfera militar para criar um exército que seja disciplinado e possa vencer”.
Atrevo-me a sugerir que a modernização do PLA (exército) de que o líder chinês falou pode resultar da impressão profunda feita pelos exercícios conjuntos russo-chineses, além dos resultados da competição no “biathlon tanque”, e, especialmente, vendo o progresso de VKS russos na Síria.
Tudo isso, aliás, implica um preço possível para uma aliança com a China – a modernização das suas forças armadas para os padrões russos. Existem outras armadilhas possíveis. Mas nós não estamos falando sobre isso agora. É importante que a Rússia não se apressa com uma resposta imediata e uma conclusão essencial de uma aliança chinesa desejável.
 
O acordo de cooperação militar e política será necessariamente precedido de conversações em que as partes terão em conta os desejos de cada um dos outros, de modo que nada seja deixado desacordado entre os aliados. É igualmente importante que a Rússia e a China têm muito a oferecer um ao outro, e para a Rússia há uma boa oportunidade, não só para transferir parte da carga sobre os ombros de um aliado, mas também para estimular o processo de re-industrialização.
Agora vamos esperar por via de resposta da Rússia e da reação da “comunidade mundial”.
Ver também: Poder Militar Global [Ranking das 10 maiores potencias militares em 2015] – Poder Militar Global 2015.kmz para visualizar no app Google Earth e comparar como seria o poder de Rússia e China juntas contra as potências ocidentais.
Autor: Alexander Rostovzef

Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: fort.russ.com

sexta-feira, 22 de julho de 2016

EUA tentam tirar Rússia das olimpíadas

EUA tentam tirar Rússia das olimpíadas
diário operário e socialista desde 2003
21 DE JULHO DE 2016
EUA tentam tirar Rússia das olimpíadas
EUA tentam tirar Rússia das olimpíadas
Nesta terça-feira (19), o chanceler da Rússia, Sergei Lavrov, acusou a Usada (Agência Antidoping dos EUA, na sigla em inglês), de conspirar para tirar a Rússia dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Lavrov fez essa declaração em uma ligação telefônica com o Secretário de Estado norte-americano, John Kerry. Segundo a chancelaria russa, Kerry teria concordado que é preciso evitar a “politização do esporte”.
A Rússia corre o risco de ficar de fora dos Jogos com base em um relatório divulgado pela WADA (Agência Mundial Antidoping) na segunda-feira, acusando o governo russo de montar um esquema para encobrir o uso de doping por atletas russos. A WADA pediu ao COI (Comitê Olímpico Internacional) a suspensão da Rússia dos Jogos. Ainda na terça-feira, o presidente do COI, Thomas Bach, fez um anúncio adiando uma decisão sobre a suspensão ou não da Rússia. No comunicado do COI, a entidade afirma esperar uma decisão do CAS (Corte Arbitral do Esporte) sobre um recurso dos atletas russos suspensos dos Jogos.
A denúncia do governo russo de que há interferência política na questão não é por acaso. Junto com a China, a Rússia é alvo de uma política sistemática dos EUA de pressionar o País e cercá-lo por meio de alianças com vizinhos e estímulo a disputas regionais. Durante anos os EUA estenderam sua presença militar no leste europeu, em direção à Rússia, por meio da ampliação das alianças da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

O episódio mais grave dessa política norte-americana foi o golpe na Ucrânia, para colocar um governo aliado seu às portas da Rússia. A tentativa de tirar a Rússia, uma potência olímpica, dos Jogos do Rio é mais uma forma de fazer pressão contra o País, que recentemente realizou as Olimpíadas de Inverno e que realizará a Copa do Mundo em 2018, caso não inventem um jeito de mudar a sede até lá, também para pressionar a Rússia politicamente.