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sábado, 17 de novembro de 2018

EITA! PT Pede Ao CNJ Anulação Do Pedido De Exoneração De Moro Até Que O Juiz Respondo Processos Administrativos


EITA! PT Pede Ao CNJ Anulação Do Pedido De Exoneração De Moro Até Que O Juiz Respondo Processos Administrativos

Por Portal Click Política Última atualizaçãõ 16 nov, 2018

 

O líder do PT na Câmara, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), juntamente com os integrantes de bancada Paulo Teixeira (PT-SP) e Wadih Damous (PT-RJ), protocolou junto ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma ação com pedido de medida cautelar para anular a exoneração do juiz Sérgio Moro. 

O pedido de demissão de Moro foi apresentado nesta sexta-feira (16) e deferido de forma imediata pelo desembargador Thompson Flores, presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, corte à qual está vinculada a 13ª Vara Federal de Curitiba, onde o futuro ministro da Justiça é lotado.

Na petição, os petistas argumentam que o pedido de exoneração não poderia ter sido acatado porque tramitam processos administrativos disciplinares contra Moro no CNJ. 

O argumento está baseado no artigo 27 da resolução 135/2011 do próprio CNJ, que impede o afastamento voluntário de um juiz processado por razões disciplinares. 

A resolução diz que um juiz que possui pendências disciplinares não pode afastar-se do exercício do cargo até que “a conclusão do processo ou do cumprimento da penalidade”.


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segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

KENNEDY ALENCAR PARA CARMÉN LÚCIA! Supersalário de juízes é corrupção; SAIBA!

KENNEDY ALENCAR PARA CARMÉN LÚCIA! Supersalário de juízes é corrupção; SAIBA!
Por  Redação Click Política  18 de dezembro de 2017
 

O jornalista Kennedy Alencar comenta a farra dos supersalários do Judiciário em sua mais recente coluna. 

Reportagem do jornal “O Globo” mostra que 71% dos juízes do Brasil recebem acima do teto salarial. 

O dado, publicado no domingo, abre uma caixa-preta do Judiciário – “o poder mais fechado de todos, o que presta menos conta à sociedade”, diz Kennedy. 

O teto constitucional de R$ 33.763 é furado graças a brechas legais que transformam pagamentos para moradia, alimentação, viagens e gratificações em verbas indenizatórias. Ou seja, criou-se uma forma legal de desrespeitar a Constituição.

“O teto foi transformado em piso para uma minoria do Judiciário e do Ministério Público. 

A maioria fura o limite constitucional. 

A apropriação indevida de recursos, mesmo obtida por brecha legal, é uma forma de corrupção”, continua Kennedy. 

O Congresso e o Conselho Nacional de Justiça poderiam tomar várias medidas.

O Senado já aprovou um projeto que determina quais penduricalhos poderiam ser pagos ou não.

Como mostrou a reportagem do “Globo”, é preciso que seja criada uma Comissão Especial na Câmara para analisar o que pode ou não furar o teto. 

“Mas muitos deputados têm medo de contrariar magistrados e procuradores e fazem um bloqueio corporativo ao exame dessa questão”, diz Kennedy, ao mostrar as implicações políticas de uma devassa no Judiciiário.

O CNJ é comandado pela presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia. 

Ela poderia tomar uma atitude em relação à farra do auxílio-moradia. São mais de R$ 4 mil pagos por mês a juízes e procuradores com base numa liminar do ministro do STF Luiz Fux. 

“O cidadão comum tira do próprio salário o dinheiro para pagar as suas despesas. 

Não há justificativa para que juízes e procuradores não façam o mesmo recebendo uma remuneração bem acima da média salarial do país”, finaliza o colunista.





OBS: No final da pagina tem uma nota para os leitores do blog.

sábado, 19 de agosto de 2017

Ministro do STF defende transparência e revela: 'Ganho R$ 23 mil'

Ministro do STF defende transparência e revela: 'Ganho R$ 23 mil'
Luís Roberto Barroso afirma que os cidadãos devem ser informados, de forma detalhada, quanto aos salários recebidos pelos juízes brasileiros
HÁ 21 HORAS  19/08/2017  POR NOTÍCIAS AO MINUTO
POLÍTICA LUÍS BARROSO
 Ministro do STF defende transparência e revela: 'Ganho R$ 23 mil'
© Carlos Moura / SCO / STF

A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de fazer com quetodos os tribunais do país informem ao órgão, de maneira detalhada, os salários pagos aos juízes, de modo que as informações sejam posteriormente divulgadas no site do CNJ, tem um aliado de peso: 
o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso.

Em entrevista ao "Blog do Camarotti", no G1, o magistrado defendeu o pagamento de bons salários a juízes e salientou que a "sociedade tem o direito de saber quanto ganha um juiz".

"Acho que juiz é um profissional que tem que ser bem pago. 

Juiz passando privação, juiz passando necessidade é um risco para a sociedade, mas, evidentemente, essa remuneração tem que ser compatível com as circunstâncias do país, com o mercado de trabalho no qual você disputa o recrutamento dos juízes, porque, se você pagar muito mal, você fica com o que sobrou, e não fica com os bons, e nós queremos recrutar bons", opinou.

"Eu acho que, num espaço público, quer dizer, quem aceita ingressar no serviço público, tem que abrir mão de uma parcela da sua privacidade. 

Então, eu acho que na iniciativa privada talvez alguém possa legitimamente arguir o direito de privacidade para não revelar quanto ganha. 

Mas quem ingressar no serviço público eu acho que tem que abdicar dessa prerrogativa. 

Portanto, qualquer pessoa que queira saber, eu não sei o número redondo, mas eu ganho em torno de R$ 23 mil líquidos. 

Sou um servidor público e, portanto, eu acho que o que eu ganho não pode ser algo escondido da sociedade", completou


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

E AI MORO? CNJ Diz Que Vai Engrossar Contra Juízes Que Recebem Altos Salários; CONFIRA!

E AI MORO? CNJ Diz Que Vai Engrossar Contra Juízes Que Recebem Altos Salários; CONFIRA!
Por Redação Click Política Última Atualização 18 ago, 2017
 

A presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, publicou uma portaria em que o CNJ obriga tribunais de todo o Brasil a informar dados sobre estrutura e pagamentos remuneratórios de juízes, alegando ser necessário para que o órgão apure eventuais descumprimentos do teto salarial. 

Os dados ficarão disponíveis no site do conselho e poderão ser utilizados em procedimentos internos de investigação do órgão.

A decisão de Cármen Lúcia acontece após a revelação dos gordos contracheques no Tribunal de Justiça do Mato Grosso, cuja folha salarial de julho incluiu 114,6 mil reais ao presidente, Rui Ramos Ribeiro. 

Já o juiz Mirko Vincenzo Giannotte, titular da 6ª Vara de Sinop (MT), recebeu mais de meio milhão de reais, precisamente 503.928,79 reais em salário.

Brasil
CNJ manda suspender pagamentos de ‘valores vultosos’ a juízes
query_builder15 ago 2017 – 21h08
A presidente do CNJ decidiu também pedir detalhamento específico dos pagamentos feitos aos magistrados. 

Atualmente, já há alguma divulgação de tribunais sobre remunerações, mas sem especificar quanto se refere a salários e quanto a benefícios. 

Uma das determinações é para que os tribunais enviem, em um prazo de dez dias úteis, a lista com os pagamentos feitos neste ano, de janeiro a agosto.


A portaria estabelece que, a partir de setembro, os tribunais terão até cinco dias após o pagamento aos magistrados, para encaminhar cópia da folha salarial, “para divulgação ampla aos cidadãos e controle dos órgãos competentes e para controle da regularidade do orçamento e finanças de cada qual dos 
Tribunais pelo CNJ”.

Cármen Lúcia afirma que “a Presidência do Conselho Nacional de Justiça providenciará a adoção de medidas específicas pela Corregedoria Nacional de Justiça para explicitação ou adoção de providências, quando for o caso, de descumprimento das normas constitucionais e legais sobre pagamentos realizados sem o fundamento jurídico devido”.

A ministra justifica que isso é necessário para o CNJ “cumprir as suas atribuições constitucionais de controle da legalidade e da moralidade pública” e destaca, ainda, “a necessidade de se garantirem as apurações em curso neste órgão sobre descumprimento do teto constitucionalmente assentado”.

“O Conselho Nacional de Justiça manterá, em seu sítio, espaço específico de transparência dos dados relativos aos pagamentos realizados a todos os magistrados pelos órgãos de jurisdição brasileira submetidos a seu controle”, observa Cármen Lúcia 
na portaria.

Lista das resoluções do CNJ:

Art. 1º Determinar a todos os Tribunais do Poder Judiciário do Brasil, submetidos ao controle administrativo deste Conselho Nacional de Justiça, o envio de cópia das folhas de pagamento dos magistrados da competência de cada qual de janeiro de 2017 até o mês de agosto de 2017, especificando os valores relativos a subsídio e eventuais verbas especiais de qualquer natureza e o título sob o qual foi realizado o pagamento.

Art.2º Os Tribunais terão dez dias úteis para enviar à Presidência deste Conselho Nacional de Justiça as cópias, contando-se este prazo da publicação da presente Portaria.

Art. 3º A partir do mês de setembro de 2017 todos os Tribunais do País submetidos ao controle administrativo do Conselho Nacional de Justiça encaminharão, até cinco dias após o pagamento aos magistrados, cópia da folha de pagamentos realizados para divulgação ampla aos cidadãos e controle dos órgãos competentes e para controle da regularidade do orçamento e finanças de cada qual dos Tribunais pelo Conselho Nacional de Justiça.

Art. 4º A Presidência do Conselho Nacional de Justiça providenciará a adoção de medidas específicas pela Corregedoria Nacional de Justiça para explicitação ou adoção de providências, quando for o caso, de descumprimento das normas constitucionais e legais sobre pagamentos realizados sem o fundamento jurídico devido.

Art. 5º O Conselho Nacional de Justiça manterá, em seu sítio, espaço específico de transparência dos dados relativos aos pagamentos realizados a todos os magistrados pelos órgãos de jurisdição brasileira submetidos a seu controle.

Art. 6º O descumprimento do prazo previsto no art. 1º desta Resolução resultará na abertura de correição especial no Tribunal que der causa à desobediência da regra.

Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

(Com Estadão Conteúdo)


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

JÁ PASSOU DOS LIMTES! Presidente do TRF ‘conversa demais’ e ex-presidente da OAB o aciona no CNJ por pressionar colegas a condenar Lula; CONFIRA AQUI!

JÁ PASSOU DOS LIMTES! Presidente do TRF ‘conversa demais’ e ex-presidente da OAB o aciona no CNJ por pressionar colegas a condenar Lula; CONFIRA AQUI!
7 de agosto de 2017
 

De Eduardo Maretti, na Rede Brasil Atual:

O deputado federal Wadih Damous protocola hoje (7), no Conselho Nacional de Justiça, uma representação contra o presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz. 

O magistrado disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo deste domingo (6), que a sentença do juiz Sergio Moro, na qual ele condena o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a nove anos e meio de prisão, “é tecnicamente irrepreensível”.

“Essa postura não é ética.

Estou entrando com a representação contra ele, que está violando totalmente a Lei Orgânica da Magistratura, que proíbe esse tipo de comentário em processos em andamento, faça ele parte do processo ou não”, diz Damous. 

“Embora ele não seja da 8ª Turma (que será encarregada de julgar o caso no TRF-4), como presidente ele pode ter que dirimir alguma questão do processo. 

Ao dar essa declaração, no mínimo, ele tem que se dar por suspeito ou impedido em qualquer ato que tenha que praticar que diga respeito a esse processo.

Em segundo lugar, ele praticou uma falta ética disciplinar.”

O CNJ é a instituição investida de competência para processar disciplinarmente juízes que tenham praticado atos atentatórios ao Código de Ética da Magistratura.

Na entrevista, o presidente do TRF-4 disse ao Estadão que, para proferir a sentença, Moro “fez exame minucioso e irretocável da prova dos autos e vai entrar para a história do Brasil”. 

O magistrado disse ainda que gostou da sentença. “Isso eu não vou negar”, declarou. 

Mas, perguntado sobre se confirmaria a decisão se fosse membro da 8ª Turma, reconheceu: “Isso eu não poderia dizer, porque não li a prova dos autos. 

Mas o juiz Moro fez exame minucioso e irretocável da prova dos autos”.

Wadih Damous vem defendendo que a sentença de Moro, além de não ser “irrepreensível”, deve ser anulada. 

“Ao dizer que pouco importa que a Petrobras esteja envolvida ou não, a partir do momento em que ele reconhece que não tem como constatar contrapartida à Petrobras, todo o processo tem que ser anulado, porque ele não tem competência processual para julgar este processo. 

Ele criou uma denúncia da cabeça dele, que não foi feita pelo Ministério Público”, diz o deputado. 

No mês passado, Damous classificou a sentença de Sergio Moro como “uma peça jurídica imprestável”.

Em evento na semana passada em São Paulo, o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, defendeu a mesma posição sobre a validade do processo. 

“O Moro afirmou que, em nenhum momento, teria dito que o pagamento daquele montante que entendeu ser corrupção dizia respeito à Petrobras. 

Com isso, ele declarou que não é competente. 
O processo tem que ser anulado”, explicou o advogado.

Na entrevista ao jornal paulista, o desembargador Flores Lenz admite que pode haver dificuldade para o TRF-4 confirmar a sentença contra Lula: 

“O delito de corrupção passiva, e isso o Supremo decidiu desde o caso Collor, diz que precisa haver um ato de ofício que justifique a conduta praticada e o benefício recebido. 

Eu diria, e até já escrevi sobre isso, e por isso falo à vontade, que este ato de ofício, a meu juízo, precisa ser provado. 

Essa vai ser a grande questão.”


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terça-feira, 30 de maio de 2017

Julgamento de Moro no CNJ por crimes na lava-jato foi adiado! Veja penalidades e compartilhe…

Julgamento de Moro no CNJ por crimes na lava-jato foi adiado! Veja penalidades e compartilhe…
O juiz pode receber uma advertência, sofrer remoção compulsória, aposentadoria compulsória ou ser demitido
Publicado em 30 de maio de 2017
 Fotomontagem: Internet
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O juiz Sergio Moro seria julgado pelo plenário do Conselho Nacional de Justiça na manhã desta terça (30), por vazamentos praticados contra o ex-presidente Lula no âmbito da Lava Jato. 

Moro é responsável por entregar à imprensa um grampo em que Lula conversa com Dilma Rousseff sobre termo de posse na Casa Civil.

“Estou no CNJ. As reclamações disciplinares sobre os grampos e publicização de conversas foram retiradas de pauta”, postou contudo no Twitter o advogado do ex-presidente Lula, Cristiano Zanin Martins.

O episódio dos vazamentos ocorreu às vésperas da votação do impeachment na Câmara, criando o clima ideal para o início da queda da petista. 

Pela Lei Orgânica da Magistratura, Moro pode receber uma advertência, sofrer remoção compulsória, aposentadoria compulsória ou ser demitido.

Com informações de: Brasil 247


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quinta-feira, 25 de maio de 2017

NO BANCO DOS RÉUS: Moro será julgado no CNJ por vazar conversas de familiares do presidente Lula; SAIBA!

NO BANCO DOS RÉUS: Moro será julgado no CNJ por vazar conversas de familiares do presidente Lula; SAIBA!
25 de maio de 2017
 

O juiz Sergio Moro será julgado pelo Conselho Nacional de Justiça na próxima terça (30), por dois procedimentos supostamente abusivos contra o ex-presidente Lula. 

Um deles está relacionado ao vazamento de grampo de conversas de familiares do petista.

O Painel da Folha desta quinta (25) destacou que o “timing” do CNJ não poderia ser mais curioso. 

Isso porque, essa semana, houve uma crise entre Lava Jato e grande mídia por conta do vazamento de conversa do jornalista Reinaldo Azevedo com a irmã de Aécio Neves, Andrea Neves.

No trecho divulgado, Reinaldo aparece criticando a cobertura de Veja sobre a delação da Odebrecht contra Aécio. 

O jornalista acabou pedindo demissão. E a grande mídia, solidária, pressionou de maneira que o ministro Edson Fachin devolveu o sigilo a uma parte da delação da JBS para proteger jornalistas.

Folha chegou a publicar, na edição de quarta (24): “A divulgação de conversas não relacionadas com investigações criminais está em desacordo com o princípio constitucional que garante a intimidade dos cidadãos.”

A defesa dessa garantia constitucional, contudo, não foi feita em favor da família de Lula. Em março do ano passado, Marisa Letícia estampava capas de jornais porque a Lava Jato vazou áudio dela atacando paneleiros.

“Em meio à crise instalada pela divulgação do grampo feito por Joesley Batista com o presidente, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) colocou na pauta da sessão de terça (30) dois procedimentos contra o juiz Sergio Moro. 

Um deles questiona a divulgação de conversas de Lula e seus familiares”, disse o Painel.

Ainda segundo a coluna, o corregedor do CNJ também encaminhou pedido a Rodrigo Janot, procurador-Geral da República, e a Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, para obter informações a respeito de um juiz citado nas delações de Joesley Batista.

O juiz é Ricardo Leite, que também julga Lula, mas em Brasília, por obstrução de Justiça. 

O magistrado é suspeito de favorecer a JBS em ações penais.

Fonte: Jornal GGN


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Moro absolve mulher de Cunha e sofre reações inesperadas nas redes sociais! Saiba mais e compartilhe…

Moro absolve mulher de Cunha e sofre reações inesperadas nas redes sociais! Saiba mais e compartilhe…
Muitos questionam por que Sérgio Moro não absolveu Dona Marisa Letícia (esposa de Lula) nem depois de morta, como manda a lei, e inocentou a suspeitíssima Cláudia Cruz. Até ‘coxinhas’ dizem estar agora com um pé atrás em relação ao juiz
Publicado em 25 de maio de 2017
 morocláudiacunha-min
Fotomontagem: Internet

O juiz Sérgio Moro inocentou em decisão hoje (25) à tarde Cláudia Cruz, mulher de Eduardo Cunha, acusada de se beneficiar de conta de um milhão de dólares na Suíça supostamente oriunda de corrupção de seu marido. 

Na decisão, o chefe da lava-jato assinalou: 

“Absolvo Cláudia Cordeiro Cruz da imputação do crime de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas por falta de prova suficiente de que agiu com dolo”.

Para Moro, portanto, Cláudia Cruz agiu sem dolo, isto é, sem intenção de prejudicar as finanças do país. 

Muito inocente a moça, ao que parece. Pelo menos aos olhos do juiz.

Escracho
Imediatamente após a decisão, uma enxurrada de comentários passou a circular pelas redes sociais, a maioria em reprovação a Moro. 

Muitos questionam por que ele não absolveu Dona Marisa Letícia (esposa de Lula) nem depois de morta, como manda a lei, e inocentou a suspeitíssima Cláudia Cruz.

A novidade é que agora muitos ‘coxinhas’ ficaram decepcionados com o “presidente da república de Curitiba. “Sou fã do Moro, mas essa atitude me deixa com um pulga atrás da orelha”, diz a carioca Ana Beatriz, pelo facebook.

Tal como Ana, muitos brasileiros estão cada vez mais com um pé atrás em relação ao juiz. 

Quando até vários de seus tietes passam a duvidar de sua imparcialidade, significa que a coisa não anda nada bem para o chefe da lava-jato.

Implicado no Conselho Nacional de Justiça – CNJ

Moro será julgado pelo Conselho Nacional de Justiça na próxima terça (30), por dois procedimentos supostamente abusivos contra o ex-presidente Lula. 

Um deles está relacionado ao vazamento de grampo de conversas de familiares do petista.


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segunda-feira, 1 de maio de 2017

BOMBA: Empreiteira OAS pretende delatar dois ministros do Superior Tribunal de Justiça

BOMBA: Empreiteira OAS pretende delatar dois ministros do Superior Tribunal de Justiça
Por: Folha de São Paulo
Fonte: BELA MEGALE
01/05/2017 - 18:50
 Da esquerda para direita, os ministros do STJ Humberto Martins e Benedito Gonçalves
Da esquerda para direita, os ministros do STJ Humberto Martins e Benedito 
Gonçalves Foto de Raquel Cunha/Lula Marques/Folhapress

Os ministros do STJ (Superior Tribunal de Justiça) Humberto Martins, atual vice-presidente da corte, e Benedito Gonçalves foram citados nas negociações de delação premiada da OAS com procuradores da Lava Jato.

Pessoas ligadas às tratativas relataram à Folha que eles são apontados como beneficiários de recursos por atuação no tribunal favorecendo a empreiteira.

No caso de Martins, os executivos afirmam que o dinheiro foi repassado por meio de seu filho Eduardo Filipe, que também teria se beneficiado. Advogado, ele tem escritório em Brasília e atua em causas junto ao STJ.

Já Gonçalves apareceu em um relatório da Polícia Federal devido à proximidade com Léo Pinheiro, sócio da OAS preso em Curitiba e que tenta firmar acordo de delação.

Segundo envolvidos nas conversas com procuradores em Brasília e de Curitiba, o número de delatores ligados à empreiteira pode chegar a 50, marca próxima à da Odebrecht, que firmou 77 acordos de delação com a Justiça.

Se a negociação prosperar, a OAS será a primeira empresa a abrir uma frente de investigação com foco no Judiciário, tema que há tempos é de interesse dos procuradores.

A Lava Jato interceptou troca de mensagens do celular de Léo Pinheiro em 2014 em que ele pergunta ao ministro Benedito Gonçalves se iria ao aniversário do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli. Na conversa, também marcaram encontro no Rio de Janeiro.

O relatório de análise das mensagens feito pela PF diz que "Léo Pinheiro mantinha contatos frequentes com o ministro Benedito Gonçalves, a ponto de o mesmo solicitar atendimento para seu filho, tendo Léo Pinheiro escalado para tal tarefa o advogado da OAS, Bruno Brasil".

Após as revelações, a relação entre os dois se tornou alvo de uma investigação sigilosa no CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

A OAS promete delatar também a ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo, que está em prisão domiciliar.

Os fatos narrados se relacionam à atuação dela, que é advogada, junto ao Judiciário para favorecer a empreiteira. Ancelmo é mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), que está preso em Bangu.

Segundo a reportagem apurou, Pinheiro deve esclarecer temas ligados a Benedito Gonçalves e os demais assuntos estão sendo abordados por outros potenciais delatores.

Além de Pinheiro, César Mata Pires Filho e Antonio Carlos Mata Pires, filhos do patriarca da empreiteira César Mata Pires, também negociam acordo de delação.

Há pelo menos cinco escritórios de advocacia atuando na defesa e na negociação de delação dos acionistas, executivos e ex-executivos da OAS.

Nas tratativas com a Procuradoria, a Odebrecht travou uma queda de braço para não entrar no campo do Judiciário e, por ora, conseguiu blindar o assunto. No entanto, os procuradores acreditam que as revelações da OAS abrirão espaço para que novos questionamentos sejam dirigidos à Odebrecht.

Há alguns meses a OAS retomou a negociação de seu acordo de delação com a Lava Jato. As conversas tinham sido suspensas em agosto de 2016 após vazamento de informações ligadas a obras na casa do ministro do STF Dias Toffoli, em que não foram identificadas irregularidades.

Em depoimento a Sergio Moro, Pinheiro disse que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu a ele que destruísse provas que poderiam incriminar o petista na Lava Jato. Relatou que a OAS reformou um tríplex em Guarujá (SP) que seria destinado a Lula, que nega as acusações.

Na última quarta (26), a Folha informou que o herdeiro da OAS Antonio Carlos Mata Pires pretende relatar aos procuradores da Lava Jato histórias envolvendo pagamento de propina a integrantes do Fundec(Fundo de Pensão dos Funcionários da Caixa Econômica Federal).

OUTRO LADO
O ministro e vice-presidente do STJ Humberto Martins disse, por meio da assessoria de imprensa do tribunal, que "não tem relacionamento pessoal ou profissional com funcionários da OAS".

A nota afirma que "o ministro já se declarou impedido de julgar os processos em que parentes de até terceiro grau atuem como advogados das partes, de acordo com o estabelecido pela lei".

A assessoria do STJ informou que o ministro Benedito Gonçalves não foi localizado para comentar o assunto. A Folha voltou a procurar a corte no domingo para informar sobre a publicação da reportagem, mas a assessoria disse que não o localizou.

A assessoria do advogado Eduardo Filipe Martins, filho do vice-presidente do STJ, disse que ele "nunca advogou para a OAS nem mantém relacionamento pessoal com funcionários desta empresa".

A defesa da ex-primeira-dama do Rio Adriana Anselmo não quis se pronunciar.

Os advogados da OAS também não se pronunciaram sobre os fatos citados. 




domingo, 9 de abril de 2017

AJUDOU ATOR: Filme da Lava Jato e novo abuso de Moro será juntado aos autos na ONU e processo ganha celeridade; CONFIRA!

AJUDOU ATOR: Filme da Lava Jato e novo abuso de Moro será juntado aos autos na ONU e processo ganha celeridade; CONFIRA!
9 de abril de 2017
 

O filme da Lava Jato, a Lei é para todos, será anexada aos autos do processo que foi movido contra o juiz Sérgio Moro na ONU.

Os documentos comprovariam a suposta participação do magistrado, que deveria mostrar imparcialidade, tendo em vista que ele, julgará o ex-presidente Lula ainda este ano.

O juiz de primeira instância é acusado de colaborar com o ator Marcelo Serrado, e ainda deixado que as imagens da condução coercitiva de Lula, fossem vazadas para os produtores do referido filme.

Sérgio Moro já vem sendo denunciado há vários meses, por conduta parcial nos processos da Lava Jato, principalmente nos que envolvem o líder petista.

Lula já entrou com ação pedindo a prisão do magistrado por abuso de autoridade e também realizou pedidos ao STF e CNJ para que o juiz fosse impedido de jugá-lo, porém sem êxito, haja vista do corporativismo que abrange o judiciário.

A ONU está em fase de apuração dos fatos, e tem recebido mensalmente novos documentos para serem analisados.
Agora é aguardar pra ver!

CLICK POLÍTICA



sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Sergio Moro é denunciado por vazar processo sigiloso ao 'Estadão'

22/DEC/2016 ÀS 18:00
Sergio Moro é denunciado por vazamento ao 'Estadão' de processo sigiloso. Juiz da Lava Jato também foi denunciado por emitir opinião e juízo de valor contra o ex-presidente Lula em despacho
Sergio Moro vazamentos estadão

O juiz federal Sergio Moro foi denunciado pela defesa do ex-presidente Lula ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por um vazamento que ocorreu a partir da 13ª Vara Federal, em Curitiba, de processo por danos morais movido contra um delegado da Lava Jato, em caráter sigiloso.

A denúncia acompanha a foto em que Moro aparece demonstrando afinidade com o senador Aécio Neves (PSDB) e outras condutas que, na visão dos advogados Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, configuram violações ao Código de Ética da Magistratura.

Segundo a representação ao CNJ, Moro cometeu duas infrações nesse caso: primeiro, usou um despacho para emitir opinião e fazer juízo de valor contra a defesa de Lula. Depois, teria vazado ou deixado vazar esse documento relacionado ao processo sigiloso para o Estadão.

O jornal publicou uma matéria destacando a opinião do magistrado, que achou “lamentável” que Lula processe o delegado Filipe Pace. Prontamente, a grande mídia e diversos portais independentes reproduziram a notícia na qual Moro incita a “opinião pública” a acreditar que Lula partiu para cima da Polícia Federal como um todo.

A Advocacia Geral da União vai defender o delegado Pace da ação por danos morais, que é da ordem de R$ 100 mil. O oficial da PF é acusado de tentar difamar o ex-presidente Lula fazendo exatamente o que Moro fez: usado um despacho para emitir opinião sobre um assunto que não é de sua alçada. No caso, Pace disse que Lula estava na lista da Odebrecht.

“As condutas expostas configuram, em tese, desvio funcional porque colidem com disposições da Lei Orgânica da Magistratura, do Código de Ética da Magistratura Nacional (…) dentre outros atos normativos”, diz a defesa de Lula.

“Além disso, o despacho em tela foi proferido em processo que tramita em segredo de justiça e, a despeito disso, menos de uma hora depois foi divulgado por jornalista de O Estado de S.Paulo que habitualmente divulga, com primazia, informações sobre processos que tramitam na 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba — estando hoje noticiada em todos os veículos de comunicação social.”

Em outra passagem, a defesa alega que o despacho de Moro “foi exarado às 18h08min e cerca de uma hora depois já estava em destaque, por exemplo, no blog do jornalista Fausto Macedo, do Estadão, que costumeiramente consegue antecipar, em primeira mão, assuntos relativos à 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba.”

Além do vazamento seletivo ao Estadão, a defesa de Lula listou outras condutas de Moro para manter sua influência na mídia em meio a sua “cruzada” contra Lula. 

Os advogados destacaram, por exemplo, que o juiz recorrentemente tem ido a eventos de adversários políticos de Lula e o PT, embora diga que não tem tempo para receber outros processos que não tenham a ver com a Lava Jato.

Para a defesa de Lula, Moro deveria seguir o Código de Ética da Magistratura, que diz que o “magistrado deve evitar comportamentos que impliquem a busca injustificada e desmesurada por reconhecimento social, mormente a autopromoção em publicação de qualquer natureza. ”

Outro artigo destacado diz: “O magistrado deve comportar-se na vida privada de modo a dignificar a função, cônscio de que o exercício da atividade jurisdicional impõe restrições e exigências pessoais distintas das acometidas aos cidadãos em geral. ”

A defesa também destacou que o “magistrado imparcial é aquele que evita todo o tipo de comportamento que possa refletir favoritismo, predisposição ou preconceito. ”

Zanin e Teixeira assinalam que o CNJ tem o dever de se debruçar sobre as infrações de Moro ao Código de Ética da Magistratura.




sábado, 17 de dezembro de 2016

URGENTE: Advogados de Lula enviam fotos de autopromoção de Moro em eventos do PSDB para o CNJ e ONU; VEJA!

URGENTE: Advogados de Lula enviam fotos de autopromoção de Moro em eventos do PSDB para o CNJ e ONU;                                               VEJA!
17 de dezembro de 2016
 

A defesa do ex-presidente Lula, encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), denúncia contra o Juiz que conduz as investigações da operação Lava Jato, Sérgio Moro.

Na denúncia efetivada contra Moro, a defesa de Lula, aproveitou para listar artigos do Código de Ética da Magistratura que foram violados pelo juiz federal, com o objetivo de sua autopromoção.

Os advogados Cristiano Zanin e Roberto Teixeira, enviaram fotos de Moro em eventos realizados por figuras do PSDB que estão diretamente envolvidos em possíveis desvios de dinheiro e propinas da Lava Jato.

Entre outras, foram enviados fotografias de Moro, conversando de maneira íntima com o Senador Aécio Neves, candidato da citada agremiação partidária e derrotado nas eleições para Presidência da República. 

Também com João Dória prefeito eleito de São Paulo (PSDB), e ao lado do governador de Mato Grosso, Pedro Taques (PSDB), acusado de desviar mais de 10 milhões de reais da Educação, daquele estado.

Segundo uma fonte ligada ao ex-presidente Lula, cópias das denúncias, inclusive das fotografias, foram enviadas à ONU, para que sejam anexadas ao processo contra o magistrado de Curitiba. 

Advogados de Lula enviam fotos de autopromoção de Moro em eventos do PSDB para o CNJ e ONU; VEJA!