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quinta-feira, 25 de maio de 2017

NO BANCO DOS RÉUS: Moro será julgado no CNJ por vazar conversas de familiares do presidente Lula; SAIBA!

NO BANCO DOS RÉUS: Moro será julgado no CNJ por vazar conversas de familiares do presidente Lula; SAIBA!
25 de maio de 2017
 

O juiz Sergio Moro será julgado pelo Conselho Nacional de Justiça na próxima terça (30), por dois procedimentos supostamente abusivos contra o ex-presidente Lula. 

Um deles está relacionado ao vazamento de grampo de conversas de familiares do petista.

O Painel da Folha desta quinta (25) destacou que o “timing” do CNJ não poderia ser mais curioso. 

Isso porque, essa semana, houve uma crise entre Lava Jato e grande mídia por conta do vazamento de conversa do jornalista Reinaldo Azevedo com a irmã de Aécio Neves, Andrea Neves.

No trecho divulgado, Reinaldo aparece criticando a cobertura de Veja sobre a delação da Odebrecht contra Aécio. 

O jornalista acabou pedindo demissão. E a grande mídia, solidária, pressionou de maneira que o ministro Edson Fachin devolveu o sigilo a uma parte da delação da JBS para proteger jornalistas.

Folha chegou a publicar, na edição de quarta (24): “A divulgação de conversas não relacionadas com investigações criminais está em desacordo com o princípio constitucional que garante a intimidade dos cidadãos.”

A defesa dessa garantia constitucional, contudo, não foi feita em favor da família de Lula. Em março do ano passado, Marisa Letícia estampava capas de jornais porque a Lava Jato vazou áudio dela atacando paneleiros.

“Em meio à crise instalada pela divulgação do grampo feito por Joesley Batista com o presidente, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) colocou na pauta da sessão de terça (30) dois procedimentos contra o juiz Sergio Moro. 

Um deles questiona a divulgação de conversas de Lula e seus familiares”, disse o Painel.

Ainda segundo a coluna, o corregedor do CNJ também encaminhou pedido a Rodrigo Janot, procurador-Geral da República, e a Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, para obter informações a respeito de um juiz citado nas delações de Joesley Batista.

O juiz é Ricardo Leite, que também julga Lula, mas em Brasília, por obstrução de Justiça. 

O magistrado é suspeito de favorecer a JBS em ações penais.

Fonte: Jornal GGN


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sábado, 11 de fevereiro de 2017

PARECE BRINCADEIRA: Depois de FHC inocentar Lula, Moro faz proibição a advogados e tenta constranger defesa de ex-presidente

PARECE BRINCADEIRA: Depois de FHC inocentar Lula, Moro faz proibição a advogados e tenta constranger defesa de                     ex-presidente
11 de fevereiro de 2017
 

Parece brincadeira, mas não é, depois do impacto do depoimento de FHC, inocentando Lula na questão do acervo presidencial, Moro resolveu tomar medidas e pede á defesa de Lula para não gravar áudio e imagem sem sua “autorização”, ou seja o controle e  dos depoimentos ficará a cargo da Lava Jato e do que ela vai liberar.

Estadão
O juiz federal Sérgio Moro, dos processos da Operação Lava Jato, em Curitiba, advertiu nesta quinta-feira, 9, as partes do processo contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre a “grave irregularidade” da gravação de vídeo de uma audiência sem autorização do juízo.

“Na última audiência, houve uma grave irregularidade consistente na gravação de video da audiência por um dos presentes sem que tivesse havido autorização do Juízo”, registrou Moro, na ata de audiência desta quinta, 9, quando foi ouvido o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.


“Na última audiência, houve uma grave irregularidade consistente na gravação de video da audiência por um dos presentes sem que tivesse havido autorização do Juízo”, registrou Moro, na ata de audiência desta quinta, 9, quando foi ouvido o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.





quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

URGENTE: Janot ‘chuta o balde’ e diz que impeachment teve como objetivo ‘frear a Lava Jato’; CONFIRA!

URGENTE: Janot ‘chuta o balde’ e diz que impeachment teve como objetivo ‘frear a Lava Jato’; CONFIRA!
8 de fevereiro de 201
 

O impeachment da presidente Dilma Rousseff foi a forma encontrada por políticos acusados de corrupção de obstruir a Operação Lava Jato.

Quem diz isso é o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que cita a “solução Michel”, no inquérito em que pede investigação contra Romero Jucá, Sergio Machado, Renan Calheiros e José Sarney.

Abaixo, um trecho da reportagem do blog de Fausto Macedo:

No pedido de instauração de inquérito contra o ex-presidente José Sarney (PMDB/AP), os senadores Renan Calheiros (PMDB/AL) e Romero Jucá (PMDB/RR) e o ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado por obstrução à Lava Jato, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, cita a “solução Michel” – suposto ‘acordão’ entre os peemedebistas para alçar Michel Temer à Presidência da República, a partir do impeachment da então presidente Dilma Rousseff, com o objetivo de estancar as investigações sobre esquema de propinas instalado na Petrobrás.

De acordo com o procurador, o ‘plano’ elaborado pelo que chamou de ‘quadrilha’ foi colocado em prática logo após Temer assumir interinamente a presidência, em maio de 2016.

Janot não atribui em nenhuma passagem de seu pedido envolvimento de Temer com o grupo de peemedebistas na trama para barrar a Lava Jato. Mas é taxativo. 

“Mais de uma vez nas conversas gravadas o senador Romero Jucá evidencia que o timing para a implementação do grande acordo de estancamento da Operação Lava Jato ficaria especialmente favorecido com o início do governo de Michel Temer.”

O procurador-geral da República cita, no pedido, a “solução Michel”, em referência a uma conversa gravada do senador Romero Jucá (PMDB-RR) com o ex-presidente da Transpetro. 

No diálogo, que consta do acordo de colaboração premiada de Sérgio Machado, os dois falam em um ‘grande acordo nacional’ para ‘parar tudo’ e ‘delimitar’ a Lava Jato.