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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

CASO QUEIROZ REPERCUTE: Bolsonaro É Recebido Com Laranjas Na Suíça; Saiba!


CASO QUEIROZ REPERCUTE: Bolsonaro É Recebido Com Laranjas Na Suíça; Saiba!

Por Portal Click Política Em 22 jan, 2019

 

Franklin Frederick, de Zurique – 

Um grupo de ativistas brasileiras e brasileiros, suíças e suíços organizou uma recepção a Jair Bolsonaro em sua chegada a Zurique, Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. 

Diante da impossibilidade de obter a tempo uma autorização da prefeitura para realizar uma grande manifestação em Zurique, necessária para evitar problemas com a polícia local, os ativistas brasileiros e suíços encontraram uma maneira elegante e bem-humorada de recepcionar Bolsonaro: com laranjas.

A ação aconteceu às 16h00 desta segunda, 21, (horário local, 13h00 no horário de Brasília), logo após a chegada de Bolsonaro e sua comitiva ao hotel. 

O grupo, cada um com uma laranja, posicionou-se em frente ao hotel onde o delegação brasileira está hospedada Zurique, de onde segue amanhã para Davos. 

O grupo contou com a presença de um representante do movimento dos «coletes amarelos» da França.

Uma bela cesta, contendo laranjas e um cartão de boas-vindas em nome do grupo, onde se lamenta a ausência de Fabrício Queiroz na viagem à Suíça, foi entregue à recepção do hotel para que a repassem ao Presidente e sua comitiva -o que, segundo o serviço de concierge do hotel, foi feito logo na chegada da comitiva.


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quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Tucano dono de R$ 43 milhões na Suíça é mantido sob sigilo





QUI, 15/11/2018 - 12:05 ATUALIZADO EM 15/11/2018 - 12:11

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – 

O jornalista Jamil Chade, do Estadão, divulgou nesta quinta (15) uma reportagem informando que documentos de uma cooperação internacional entre Brasil e Suíça afirmam que um membro do PSDB mantém no exterior cerca de R$ 43 milhões em propinas recebidas de empresas. 

O nome de todos os envolvidos, inclusive o do tucano, é mantido sob sigilo. 

Procurado, o partido disse que não irá se manifestar porque as informações não estão completas.

Chade lembra em sua reportagem que este é o segundo pedido de cooperação entre Brasil e Suíça. 

O primeiro trabalho conjunto gerou o envio de extratos bancários do chamado operador do PSDB de São Paulo, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, investigado por corrupção na Dersa.

Mas, segundo a matéria, o dono dos R$ 43 milhões na Suíça não é Paulo Petro, mas outro tucano cuja identidade está sendo protegida pelas autoridades.

Esta segunda cooperação começou com o Ministério Público Federal brasileiro solicitando a cooperação em junho de 2017, no âmbito de um "processo criminal instaurado contra B. e outros por lavagem de dinheiro e corrupção." 

A letra é foi colocada para indicar o tucano investigado, mas não corresponde à inicial de seu nome."
(...) 
os suíços mencionam a investigação brasileira e o fato de ela ter uma relação com o financiamento de campanha do partido" PSDB.

"De acordo com o tribunal da Suíça, a solicitação de cooperação do Brasil se refere a pessoas que seriam 'suspeitas de terem concordado que o grupo C.
 deveria pagar, em troca da implementação de um contrato de empréstimo celebrado por eles com D. 

(uma joint venture brasileira ativa no desenvolvimento do serviço rodoviário, controlada por governo do Estado de São Paulo para a construção, exploração, manutenção e gestão de autoestradas e nós intermodais), o dinheiro para financiar a campanha presidencial do PSDB”. 

C e D são a "empresas cujos nomes tampouco foram revelados". 

No pedido de cooperação, as autoridades brasileiras solicitaram o bloqueio de 10 milhões de francos suíços em contas relacionadas ao investigado. 

O valor equivale a R$ 43 milhões, pagos pelo "Grupo C", entre 2006 e 2012.


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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

'Bolsa Lula': herdeira de banco suíço doa R$ 500 mil após bloqueio de Moro

'Bolsa Lula': herdeira de banco suíço doa R$ 500 mil após bloqueio de Moro
11/08/2017  02h00
 Resultado de imagem para Roberta Luchsinger,
Imagem do Google

Se Luiz Inácio Lula da Silva é visto como o pai do Bolsa Família, ela quer ser a mãe do "Bolsa Lula".

Herdeira da família fundadora do banco Credit Suisse, Roberta Luchsinger, 32, decidiu lançar um movimento de apoio financeiro ao ex-presidente, que teve quase R$ 10 milhões em planos de previdência e contas bancáriasbloqueados a pedido do juiz Sergio Moro.

A neta do suíço Peter Paul Arnold Luchsinger abriu o bolso, o closet e o cofre para fazer uma doação pessoal ao petista no valor de cerca de R$ 500 mil em dinheiro, joias e objetos de valor.

"Com o bloqueio dos bens de Lula, Moro tenta inviabilizá-lo tanto na política quanto pessoalmente. 

Vou fazer uma doação para que o presidente possa usar conforme as necessidades dele", diz Roberta.

Ela saca da bolsa Hermès um cheque ao portador no valor de 28 mil francos suíços (cerca de R$ 91 mil), mesada que recebia do avô morto em 8 de julho, aos 92 anos.

"Foi o último cheque que recebi dele e vou repassar integralmente ao Lula. 

Agora, já podem dizer que ele tinha conta na Suíça, aquela que os procuradores da Lava Jato tanto procuraram e não acharam", ironiza Roberta.

A herdeira bilionária recheou uma mala da marca Rimowa de objetos que o ex-presidente poderá transformar em dinheiro.

Entre eles, um relógio Rolex (R$ 100 mil) e um anel de diamantes da joalheira Emar Batalha (R$ 145 mil), que enfeitou um editorial da revista "Vogue". 

"Lula vai poder penhorar tudo", sugere a doadora.

Na mala que será entregue pessoalmente nos próximos dias, em data que está sendo negociada com o ex-ministro Gilberto Carvalho, há ainda objetos de desejo de blogueiras e "it girls": uma bolsa Chanel (R$ 32 mil), um par de sandálias Christian Louboutin (R$ 3 mil) e um vestido Dolce & Gabbana (R$ 30 mil).

"São itens que poderão ser leiloados em um evento em benefício ao ex-presidente", propõe Roberta.

Uma bandeja de prata, com o brasão da família Luchsinger, foi incluída na lista. 

Segundo ela, é um protesto pelo confisco dos presentes que Lula recebeu de chefes de Estado quando estava na presidência.

Roberta justifica a doação com críticas ao que qualifica de "excessos" e "seletividade" da cruzada anticorrupção empreendida por Moro e companhia.

"É indevido esse protagonismo político da Lava Jato, que fere o sistema de pesos e contrapesos entre os poderes da República", diz. "Perseguir o Lula é perseguir o povo brasileiro."

CARREIRA POLÍTICA

Dona de uma agenda de contatos políticos de todos os matizes ideológicos, Roberta pretende se lançar candidata a deputada estadual na eleição de 2018 pelo PCdoB (Partido Comunista do Brasil).

Ela se filiou ao partido ao se casar em 2009 com Protógenes Queiroz. 

Ex-deputado pela legenda, ele hoje se encontra em asilo político na Suíça para escapar da prisão após ser condenado por violação do sigilo no comando da Operação Satiagraha.

Divorciada há dois anos do ex-delegado que prendeu o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, ela continua militando no PCdoB.

"Roberta tem personalidade própria, é progressista e provém de um segmento social pouco usual no nosso partido. É muito bem-vinda neste momento em que buscamos renovação e queremos trazer pessoas de bem para a política", afirma Walter Sorrentino, vice-presidente do PCdoB.

GRANDES FORTUNAS

Roberta não vê incompatibilidade entre seu estilo de vida sofisticado e a pregação de uma sociedade igualitária e sem classes sociais preconizada pelos comunistas.

Ela critica os cortes na área social aprovados por Temer e diz apoiar a taxação sobre grandes fortunas, proposta capaz de gerar calafrios entre seus amigos e parentes endinheirados.

"Sou absolutamente contrária à redução do dinheiro que vai para os mais pobres ao invés de aumentar a tributação para os mais ricos."

Em tempos de polarização, a herdeira diz não temer patrulha ideológica ao se perfilar nas fileiras da esquerda.

"Esse ódio exacerbado contra os partidos de esquerda, principalmente contra o PT, chegou ao ponto de cegar parte da sociedade. 

Virou moda se referir a Lula como ladrão", afirma. 

"Esses que hoje o demonizam se esquecem de que Lula foi bom para os pobres e também para os ricos e deixou a Presidência com 90% de aprovação."

Para Roberta, outro ponto que a faz continuar apoiando Lula, a quem prestou solidariedade no velório da ex-primeira dama Marisa Letícia, é o fato de o petista transitar entre empresários e trabalhadores. "Gosto disso. Também sou assim."

NA ESTRADA

A neta de banqueiro diz estar pronta para colocar o pé na estrada se for convidada a integrar a caravana do ex-presidente pelo país.

Para provar que não é só da boca para fora, ela está disposta a incluir no pacote de doações uma perua Volvo XC 60, ano 2015, blindada, avaliada em R$ 150 mil. "A perua da perua pode substituir a caminhonete velha que o Moro sequestrou do Lula", brinca.

Rica, loura e de esquerda, ela é comparada pelos amigos à senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), ex-petista. 
"Enquanto eles acham graça da minha militância, eu aproveito para pedir que também colaborem com o 'bolsa Lula'. Afinal, todos eles ganharam muito dinheiro nos governos do PT."

Condenado em primeira instância a nove anos e seis meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo que investiga a compra de um tríplex no Guarujá, o ex-presidente pode ficar inelegível em 2018.

Fato que não desestimula a campanha de doação aberta por Roberta. 

"Independentemente de ser ou não candidato, este dinheiro vai permitir a Lula sair pelo Brasil espalhando esperança. 

Não podemos perder a crença na política. Precisamos de união." 



quinta-feira, 1 de junho de 2017

Juíza nega pedido de Claudia Cruz para repatriar cerca de R$ 590 mil do exterior

Juíza nega pedido de Claudia Cruz para repatriar cerca de R$ 590 mil do exterior
Mulher de ex-deputado Eduardo Cunha pediu para repatriar recursos que estão na Suíça, com base na lei de regularização. Segundo juíza do DF, é 'vedada a repatriação de produtos oriundos do crime'.
Por Renan Ramalho, G1, Brasília
29/05/2017 19h30  Atualizado 29/05/2017 19h53
 Claudia Cruz, mulher do presidente suspenso da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, durante cerimônia no congresso em novembro de 2015 (Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo)
Claudia Cruz, mulher do presidente suspenso da 
Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, durante 
cerimônia no congresso em novembro de 2015 
(Foto: Evaristo Sá/AFP/Arquivo)

juíza Diana Maria Wanderlei da Silva, substituta da 5ª Vara Federal de Brasília, negou nesta segunda-feira (29) pedido de Claudia Cruz, mulher do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para repatriar 176.670,00 francos suíços (aproximadamente R$ 592,2 mil) que mantinha numa conta na Suíça.

Na semana passada, Claudia Cruz foi absolvida pelo juiz federal Sérgio Moro dos crimes de lavagem de dinheiro e de evasão fraudulenta de divisas em uma ação relacionada à Operação Lava Jato.

Na decisão, Moro considerou não haver provas de que a mulher de Cunha teve a intenção de cometer os crimes, imputados ao marido, em suposta tentativa de esconder dinheiro de propina.

No pedido à Justiça de Brasília, Claudia Cruz buscava repatriar os recursos por meio da lei que prevê a regularização, junto à Receita, de bens mantidos no exterior e não declarados, a chamada lei da repatriação.

Ao analisar o pedido de mulher de Cunha a juíza, no entanto, entendeu que o dinheiro pode ter origem ilícita e foi confiscado.

"A regularização de ativos que se encontram em país alienígena só poderá ser beneficiada com recursos obtidos de forma lícita, sendo vedada a repatriação de produtos oriundos do crime, não só pelo aspecto da imoralidade, mas também para que o instituto não seja usado para lavar dinheiro, como vem alertando o Ministério Público Federal."

Lei da repatriação

Quando a lei da repatriação foi aprovada pelo Congresso Nacional, os parlamentares estipularam algumas regras para o cidadão poder aderir ao programa.

Entre essas regras, estavam a que prevê origem lícita dos recursos; pagamento de multa (20,25%); e pagamento de imposto de renda (15%).


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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Governo Suíço anuncia que congelou R$ 1 bi de aliados de Temer na Lava Jato

5/4/2017 10:23
Governo Suíço anuncia que congelou R$ 1 bi de aliados de Temer na Lava Jato

 

A Procuradoria-Geral da Suíça (OAG) já confiscou um total de 1 bilhão de dólares em ativos ligados às investigações da operação Lava Jato, um aumento em relação aos 800 milhões de dólares que tinham sido apreendidos ao longo de 2015, anunciou o órgão nesta quarta-feira.

A nova quantia total foi revelada no relatório anual do procurador-geral Michael Lauber para 2016, no qual a Procuradoria destacou os esforços para enfrentar não apenas a corrupção global, mas também os crimes financeiros dentro da Suíça e o extremismo islâmico.

As investigações de Lauber em colaboração com a Lava Jato sobre o esquema de corrupção que envolve principalmente a Petrobras, empreiteiras e políticos se focaram em pessoas acusadas de usar contas bancárias na Suíça para esconder dinheiro de propina.

Até o momento, mais de mil contas na Suíça foram examinadas, segundo Lauber, incluindo contas do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha, que foi condenado na semana passada a mais de 15 anos de prisão.

Além da colaboração com a Lava Jato, a Procuradoria suíça também investiga o esquema de corrupção na Fifa, tendo entre os alvos o ex-presidente da federação internacional de futebol, Joseph Blatter, e o ex-jogador alemão Franz Beckenbauer.

(Reportagem de John Miller)

Fonte: Brasil247



sábado, 1 de abril de 2017

SEM LENÇO E DOCUMENTO: Cunha está com ‘montanha de dinheiro’ bloqueado e delação contra Temer pode sair a qualquer momento; SAIBA!

SEM LENÇO E DOCUMENTO: Cunha está com ‘montanha de dinheiro’ bloqueado e delação contra Temer pode sair a qualquer momento; SAIBA!
1 de abril de 2017
 

A condenação do deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) no Brasil ainda não garante a devolução de seu dinheiro bloqueado na Suíça.

Uma repatriação dependeria da confirmação da sentença em última instância ou se houver um acordo de delação premiada.

Anteontem, Cunha foi condenado a 15 anos e quatro meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro, por corrupção, lavagem e evasão fraudulenta de divisas. Sua defesa informou que vai recorrer ao Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), responsável por julgar as sentenças de Moro em segunda instância.

Em Berna, a Procuradoria suíça não informou os valores mantidos por Cunha. 

Mas o Ministério Público do país confirmou que os ativos continuam congelados. 

Em outubro de 2015, o ministro Teori Zavascki, então relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, determinou o pedido de transferência do dinheiro da Suíça para o Brasil, num total de R$ 8,6 milhões.

“A devolução dos ativos normalmente ocorre com base em uma decisão final e executável, a partir de pedido do país solicitante (Brasil)”, informou o Ministério Público em Berna. 

“Enquanto não houver um pedido para a devolução dos ativos, o que é baseado em uma decisão final, o dinheiro continua congelado na Suíça”, afirmou.

Ao jornal O Estado de S. Paulo, o Ministério Público da Suíça disse que as contas de Cunha estão congeladas desde abril de 2015, quando ele passou a ser investigado por lavagem de dinheiro e corrupção.

ESTADÃO



quarta-feira, 15 de março de 2017

ONU prevê que toda humanidade seja chipada até 2030 e quem recusar será ''excluído da sociedade''

ONU prevê que toda humanidade seja chipada até 2030 e quem recusar será ''excluído da sociedade''
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016 Atualizado em 16/03/2017

A ONU prevê que pelo ano 2030 cada pessoa terá uma identidade biométrica , que será válida em todo o mundo . A informação de cada ser humano será armazenada em um banco de dados universal localizada em Genebra, Suíça. 

O arranjo da ONU é dirigida a todos os governos do mundo que impõem Cartão " Identificação Biométrica Universal " para os seus cidadãos.

"Este novo programa é um modelo para a" Nova Ordem Mundial " e se eles não aderirem os sub projetos para essas novas metas globais enfrentarão algumas coisas muito alarmantes", relata o colapso econômico. 

As Nações Unidas têm implementado este projeto entre os refugiados que chegaram na Europa. O sistema de coleta facial, íris, biometria, impressão digital, estabeleceram-se como única documentação oficial para os refugiados. As informações serão enviadas para um banco de dados central em Genebra, permitindo eficazmente o seu monitoramento . 

De acordo com um relatório da Localizar Biometrics , as autoridades esperam que esta tecnologia seja usada por homens, mulheres e crianças do planeta em até 2030. 

Esta iniciativa de desenvolvimento foi lançada originalmente pelo Banco Mundial, em conjunto com a ONU e outras instituições para obter a " identidade legal " em todas as mãos. O objetivo é garantir uma identidade legal e original, permitindo que serviços baseados em IDs digitais sejam disponíveis para todos. 

"E se alguém se recusar a este novo sistema de" identidade legal "certamente ele será desqualificado para uma posição de trabalho , obter uma nova conta bancária, tirar um cartão de crédito , se qualificar para uma hipoteca, receber qualquer forma de pagamento do governo, etc., nesse momento, qualquer um que se recusar a nova "ID universal" se tornaria um desprezado da sociedade , "disse Michael Snyder. 

"O que a elite quer é se certificar de que o todo mundo está "no sistema". Essa é uma das razões pelas quais você está sendo desencorajado a usar o dinheiro em especie , "concluiu Snyde.

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sempre questione



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

DELATADO PELA ODEBRECHT, SERRA PEDE DEMISSÃO

 Beto Barata/PR

Alegando motivos de saúde, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22; "Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz ele na carta; segundo o tucano, o tempo para sua recuperação, de acordo com os médicos, é de quatro meses; Serra foi delatado pela Odebrecht acusado de ter recebido R$ 23 milhões em propina na Suíça

22 DE FEVEREIRO DE 2017 ÀS 21:02

247 - O ministro das Relações Exteriores, José Serra, pediu demissão do governo Michel Temer nesta quarta-feira 22. Primeiro tucano a integrar a equipe de Temer, Serra alegou motivos de saúde na carta em que pediu sua exoneração.
"Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler", diz Serra



domingo, 22 de janeiro de 2017

A Suíça dá adeus a 80 anos de sigilo bancário

A Suíça dá adeus a 80 anos de sigilo                                bancário
EL PAÍS  Rodrigo Carrizo Couto7 horas atrás 23/01/2017
 Fachada da sede do banco suíço UBS em Zurique.
A. Wiegmann Fachada da sede do banco suíço UBS em Zurique.

Desde 1 de janeiro os bancos suíços começaram a recompilar informações sobre as contas de seus clientes estrangeiros para começar a lançar alguma luz sobre um sistema bancário opaco, que se movimenta há quase oitenta anos em uma densa névoa que permitiu ocultar grandes patrimônios do fisco dos países do restante do mundo.

MAIS INFORMAÇÕES
Suíça concordou em 2014 em se unir ao processo de troca automática de informações financeiras e fiscais promovido pela OCDE

Um protocolo que entra em vigor este ano e que a obrigará a partir de 2018 a intercambiar os dados bancários com uma centena de países signatários. 

Um passo que acabará com o lendário sigilo bancário suíço. Terminará, assim, um sistema que permitiu ao país helvético monopolizar 25% do patrimônio estrangeiro nas arcas de alguns de seus mais de 250 bancos de Genebra e Berna.

Com este procedimento ficarão para trás oitenta anos de opacidade, de um sistema que permitia a evasão fiscal e garantia a segurança e o anonimato para milionários e poderosos do mundo todo. 

A Suíça começou a se tornar um paraíso fiscal em meados dos anos 20 do século passado, quando a França estabeleceu um imposto sobre a renda de até 75% para combater os efeitos da Grande Recessão. 

Ao mesmo tempo houve uma fuga de capitais da Alemanha para evitar o pagamento das reparações da Primeira Guerra Mundial, segundo relata Nicholas Shaxson em um formidável livro sobre os paraísos fiscais, Tresure Islands (as ilhas do tesouro). 

Poucos anos depois, as autoridades suíças aprovaram, em 1934, a Lei dos Bancos, que regulava o sigilo bancário e punia sua violação. 

Entre 1920 e 1938, o patrimônio estrangeiro depositado nos bancos se multiplicou por dez, segundo conta Gabriel Zucman em A Riqueza Oculta das Nações.

Hoje o setor financeiro suíço é dos mais prósperos do mundo. Suas instituições estenderam seus tentáculos por todo o planeta. E estão preparadas para a transição para a transparência fiscal. 

Mas o acordo promovido pela OCDE permite algumas condições. A entrega dos dados será confidencial e somente podem ser usados para efeitos fiscais. 

Até agora, a Suíça só compartilhava informações sobre contras se fossem solicitadas por países com os quais tivesse firmado convênios de dupla imposição, mas nem sequer nesses casos a cooperação era fácil e fluida. 

Juízes e inspetores da Fazenda na Espanha se queixam dos entraves burocráticos que encontram quando pedem à Suíça informações sobre as contas de espanhóis.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados do Brasil Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por exemplo, operava contas secretas na Suíça para, de acordo com o Ministério Público Federal, ocultar dinheiro de propina. Ele está preso preventivamente por ser envolvimento na Operação Lava Jato.

MUDANÇAS PARA OS EMPREGADOS

As consequências da nova situação que os bancos suíços vivem são palpáveis. Lukas Hässig, especialista em informações econômicas e autor do popular blog Inside Paradeplatz, comenta: “O fim do sigilo bancário vai ser muito duro para a Suíça e as pessoas que trabalham no setor. 

Para sobreviver, nossos bancos precisam oferecer melhores serviços ao cliente: mais rentabilidade e melhor orientação. O grande problema é que os bancos suíços não parecem ter melhor estratégia que a de deslocar todos os setores não essenciais do negócio a países com menor custo salarial”.

O maior gasto dos bancos é a soma se salários e serviços informáticos, que pode chegar a até 80%. “O caro é o pessoal”, sentencia o blogueiro. 

“Por isso, tentam reduzir a massa salarial levando serviços para fora e contratando recém-formados. Por exemplo, o UBS está se instalando em Frankfurt.” E acrescenta: “A renda média na Suíça é de cerca de 8.000 euros mensais. 

Para um suíço ir trabalhar na Alemanha com um salário pior será difícil. E como em todos os setores, os maiores de 50 anos são os grandes perdedores deste jogo”, conclui Hässig.

Os grandes bancos suíços fizeram o impossível para evitar o mal. Quais são suas estratégias para que o negócio siga em frente? Myret Zaki é autora de vários livros sobre os bancos suíços e as finanças opacas. 

Esta economista, diretora da revista econômica Bilan, explica a EL PAÍS que “o mercado de private banking (reservado para clientes com grandes patrimônios) já se desloca para zonas de jurisdição anglo-saxã”. 

E especifica: “A saber: Londres, o Caribe, Hong Kong e Cingapura. Entornos onde impera o direito anglo-saxão. O setor precisa de privacidade e estrita confidencialidade, que a praça financeira suíça já não pode prover”.

Um recente estudo da consultoria internacional Boston Consulting Group mostra que o patrimônio transferido para territórios offshore –Ilhas Virgens, Hong Kong e Cingapura, principalmente– alcançava, no final de 2015, 10 trilhões de dólares (32 trilhões de reais). 

“A Suíça continua sendo o maior destino para a riqueza offshore –em refúgios fiscais– em 2015, mantendo quase um quarto de todos estes ativos no mundo”, afirma a consultora, que explica como os bancos suíços têm filiais nesses territórios.

Segundo Saki, o motivo fundamental para esta estratégia reside em que o marco jurídico anglo-saxão garante tal privacidade, graças a estruturas como os trusts. “São ferramentas que a Suíça pode manejar perfeitamente, embora não em seu território nacional nas circunstâncias atuais”, diz.

“Pode afirmar-se que o private banking deixou de existir na Suíça tal como o conhecíamos e que se acabaram as contas numeradas secretas, especialmente para os cidadãos de países da UE, como a Espanha. 

Agora, os grandes bancos se voltaram para o asset management, a gestão patrimonial, sobretudo em nível institucional. Por exemplo, fundos de pensões que precisam preservar sua rentabilidade.”

Na realidade, a Suíça mantém importantes forças, como a robustez do franco suíço, que serve de moeda de refúgio. “Sem dúvida, o franco suíço se transformou em um investimento muito interessante”, afirma Saki, economista de origem egípcia. 

Calcula-se que neste momento na Suíça haja ativos privados estrangeiros no valor de uns 850 bilhões de euros (2,9 trilhões de reais), a metade do que havia antes da guerra fiscal que antepôs a Suíça aos EUA desde 2009.



quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Presidente envolvido com tráfico de drogas, presta homenagem à Janot; CONFIRA!

Presidente envolvido com tráfico de drogas, presta homenagem à Janot;                                 CONFIRA!
18 de janeiro de 2017
 

Rodrigo Janot, foi festejado em Davos, no Fórum Econômico Mundial, por um presidente que é acusado de tráfico de drogas, evasão de divisas, entre outras coisas, destaca o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, ao citar reportagem de Clóvis Rossi, da Folha, em que o enviado à Suíça escreveu que o Fórum “abraçou” a Lava Jato.

“Janot estava lá representado um governo afundado em escândalos, com presidente citado mais de 40 vezes em delação e seis ministros a menos em oito meses. 

Mas a maior contradição, e especialmente emblemática do passeio, foi a cena do encontro caloroso com um personagem sul-americano controvertido”, diz Kiko Nogueira, em referência ao presidente paraguaio Horácio Cartes.

“Um dos homens mais ricos do Paraguai, filiado ao conservador Partido Colorado, Cartes é presidente de um conglomerado que produz bebidas, cigarros, charutos, roupas e carnes, além de gerenciar centros médicos. 

Em 2000, a polícia encontrou um avião com registro brasileiro em sua fazenda, levando um carregamento de cocaína e maconha. 

A presidente de seu partido, Lilian Samaniego, sugeriu que ele tinha vínculos com o narcotráfico. É suspeito também de lavagem de dinheiro através de operações em seu banco, conforme vazamentos do Wikileaks”, enumera ainda o diretor do DCM.

“Levar um abraço apertado e um sorriso dobrado de Cartes não parece a coisa mais recomendável. Nem em Asunción”, ironiza.



terça-feira, 20 de dezembro de 2016

EUA e Suíça anunciam amanhã acordo de leniência com Odebrecht e Braskem

EUA e Suíça anunciam amanhã acordo de leniência com Odebrecht e Braskem
 postado em 20/12/2016 19:07
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Brasília, 20 - Os Estados Unidos e a Suíça anunciarão nesta quarta-feira, 21, o acordo firmado com a Odebrecht e com a Braskem no âmbito da Operação Lava Jato. 

A Odebrecht assinou o acordo com o Ministério Público brasileiro no último dia 1º e a Braskem, no dia 14. A multa do acordo global chegou a R$ 6,9 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões pagos pela Odebrecht e R$ 3,1 bilhões pela Braskem. 

O valor foi acertado pelo Brasil com os Estados Unidos e com a Suíça em troca da suspensão de ações contra as duas empresas que estão ou poderiam ser abertas nos dois países.

A reportagem apurou que a maior parte do valor negociado ficará com o Brasil: o correspondente a R$ 5,3 bilhões, quase 80% do total. O restante será dividido entre Estados Unidos e Suíça. 

No Brasil, o acordo de leniência funciona como uma espécie de delação premiada para a pessoa jurídica.

Nesta quarta-feira, 21, o Departamento de Justiça norte-americano, o Ministério Público brasileiro e a Procuradoria Suíça devem divulgar comunicado sobre o acordo assinado. 

Será a primeira manifestação oficial da Procuradoria-Geral da República sobre a negociação com a empreiteira, já que todo o material é mantido sob sigilo no Brasil.


O acordo é assinado entre os três países onde as empresas admitem ter cometido crimes. Na Suíça, desde 2014 a Odebrecht é investigada. 

A Procuradoria do país europeu já bloqueou mais de mil contas suspeitas de serem usadas para pagamentos suspeitos no exterior, realizados por meio do Setor de Operações Estruturadas, o departamento de propina da empresa.

A negociação da multa com os Estados Unidos foi o último impasse negociado pela Odebrecht antes de assinar os acordos no Brasil. 

Os americanos exigiam da empresa, além de valor mais alto do que estava sendo negociado, uma forma de pagamento diferente do proposto pela empresa: com parcelamento reduzido.

Nas tratativas com os americanos, a empresa justificava que era preciso respeitar o que é chamado, em inglês, de "ability to pay" - ou capacidade de pagar. 

Isso significa que a multa não poderia ser tão pesada a ponto de evitar que a empresa consiga se recuperar financeiramente e se recolocar no mercado.




segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Tucanos só apareceram na delação da Odebrecht, porque Odebrecht entregou dados aos suiços

Tucanos só apareceram na delação da Odebrecht, porque Odebrecht entregou dados aos suiços
 marcelo
POSTED BY: ADMIN DECEMBER 12, 2016

Vingança da Odebrecht? Sim. Quando Moro prendeu há mais de ano o Marcelo Odebrecht e o interrogou, Moro queria saber apenas de Lula e do PT. 

Seletivo e parcial, recebeu o troco que mostra a podridão na política brasileira que, em muitos casos, a mídia conservadora e partidarizada blinda para inocentar o MPF Dallagnólico, a PF aecista e a Justiça que a Univesidade de Heidelberg recepcionou com entusiasmo

Como a Odebrecht costurou este acordo a partir dos EUA e da Suíça, não foi possível o Janot e o Moro brecá-lo.  

Acabou o Governo Temer.  Eleições diretas já independente do que estabelece a Constituição  (direta se renunciar ainda em 2016 ou indireta a partir de janeiro). 

com a podridão que exala o Congresso canalha, a eleição indireta é inadmissível.

Assinado: Petista de Maringá