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sábado, 2 de fevereiro de 2019

‘Cheira a sujeira’: The Guardian lista escândalos do 1º mês de Bolsonaro


‘Cheira a sujeira’: The Guardian lista escândalos do 1º mês de Bolsonaro

5 hours ago Denúncias 02/02/2019

 

A lista de escândalos de Jair Bolsonaro (PSL) e seu clã é tão grande que o jornal britânico The Guardian apontou que o primeiro mês do desgoverno ‘cheira a sujeira’

A publicação elencou todos as denúncias envolvendo a família Bolsonaro e o primeiro escalão do Executivo, que chega a falar em ‘Bolsogate’.

O The Guardian entrevistou eleitores de Jair que revelaram arrependimento, justamente porque o tão prometido combate à corrupção não passou de uma falácia.

 O jornal britânico destacou o envolvimento de Flávio Bolsonaro com a milícia do Rio de Janeiro acusada do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL), as movimentações bancárias suspeitas identificadas pelo Coaf e os depósitos do ex-assessor Fabrício Queiroz.

De acordo com a reportagem, o senador eleitor, filho de Bolsonaro, se envolveu com 
“prática ilegal de desviar parte dos salários dos funcionários do gabinete parlamentar”. 

Com base no O Globo, o The Guardian lembrou que a crise do governo de Jair aumentou ainda mais após descobrirem que Flávio 
“havia empregado a mãe e a esposa de um líder de esquadrão de morte, cuja milícia é suspeita de envolvimento no assassinato de Marielle”, destacou.

Ainda segundo o Guardian, “a gravidade potencial do escândalo é tal que, poucos dias depois de Bolsonaro tomar posse, um proeminente site de direita ponderou se Jair poderia ter que ser substituído por seu vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB)”.

Brumadinho-MG e o ‘fiasco’ em Davos

O primeiro mês de Bolsonaro na Presidência também foi marcado pelo crime ambiental em Brumadinho-MG. 

O jornal britânico lembrou da quantidade de mortos – até esta publicação 110 pessoas – e os desaparecidos após o rompimento da barragem da Vale.


Segundo o Guardian, a “catástrofe da barragem levantou novas questões sobre os controversos planos do presidente para a desregulamentação ambiental: 
Bolsonaro atacou agências ambientais por atrasarem o desenvolvimento com o que ele descreve como exigência excessivas de licenciamento”. 

A publicação destacou também que Jair defende liberar a mineração em reservas indígenas.

Outro episódio analisado pela reportagem foi a ida de Bolsonaro a Davos

O Guardian destacou publicação do Estadão que chamou a primeira viagem internacional de Jair como “um fiasco sem precedentes”. 

Por fim, o jornal britânico lembrou da “avaliação devastadora” que o prêmio Nobel de Economia Robert Shiller fez de Bolsonaro ao apontar que tem “medo” do e que “o Brasil é um país grande, e merece alguém melhor”.

Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações do The Guardian



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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A piora do Brasil no ranking de corrupção da Transparência Internacional é uma derrota de Moro


A piora do Brasil no ranking de corrupção da Transparência Internacional é uma derrota de Moro

4 hours ago Justiça Partidária 29/01/2019



A edição de 2018 do Índice de Percepção da Corrupção, em que o Brasil manteve a queda na avaliação (35 pontos em 100) e no ranking (105º entre 180 nações), é uma derrota de Sergio Moro.

Quase dez anos após o início da Lava Jato, o protagonista da operação virou ministro de um governo coalhado de ladrões e o Brasil segue mais corrupto que nunca — e quebrado.

Moro meteu-se agora numa fria ao aceitar, de olho numa vaga para o STF, fazer parte dessa festa indigesta da maneira que conhecemos — pondo em cana o favorito das pesquisas.

O empresário Ricardo Semler cantou a bola num artigo em 2014. 
“Nunca se roubou tão pouco”, escreveu, quando alardeavam que viraríamos a Dinamarca.

“Agora tem gente fazendo passeata pela volta dos militares ao poder e uma elite escandalizada com os desvios na Petrobras. Santa hipocrisia.”

O índice brasileiro foi o pior desde 2012, quando começou a vigorar a atual metodologia do estudo.

Estamos empatados com Argélia, Armênia, Costa do Marfim, Egito, El Salvador, Peru, Timor Leste e Zâmbia. A supracitada Dinamarca, para variar, ficou em primeiro lugar.

Ouvido pelo repórter Fausto Macedo, do Estadão, que lhe escreveu uma carta de fã no início do ano, o ex-juiz vendeu o peixe de que
“o governo federal precisa liderar o processo de mudança contra a corrupção e por maior integridade na vida pública.”

Segundo SM, “em fevereiro será apresentado ao Congresso um projeto de lei anticrime, com foco em medidas contra a corrupção, crime organizado e crime violento. 

Se aprovado o projeto, além do impacto real na vida das pessoas, também mudará a percepção do mundo em relação à corrupção no Brasil”.

Em Davos, Moro defendeu uma solução inspirada no Uber.

“Eu estava pensando em algo similar. 

Você ter talvez uma plataforma digital em que corporações vão para essa plataforma e dizem ‘estamos disponíveis para cooperação na aplicação da lei em todo o mundo’, não necessariamente você precisa de uma cooperação pelo nosso governo”, disse, em inglês.

Blablablá. Na verdade, ele não sabe para onde correr (Coaf, coaf).

O objetivo da Lava Jato era exterminar Lula e o PT da vida pública, não a roubalheira. 

Estão aí Onyx, Queiroz e os milicianos ligados aos Bolsonaros como resultado.

O resto é conversa.


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terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Imprensa mundial fala em “fiasco” e “grande fracasso” após discurso de Bolsonaro em Davos


Imprensa mundial fala em “fiasco” e “grande fracasso” após discurso de Bolsonaro em Davos

2 mins ago Internacional 2/01/2019

 


Bolsonaro tentou vender um “novo Brasil” em Davos. 

Esta frase ecoou nos tuítes dos mais diversos órgãos de imprensa que cobriram e/ou comentaram a participação do presidente brasileiro no Fórum Econômico Mundial, na tarde desta terça-feira (22). 

Mas as reações dos jornalistas no Twitter não foi das melhores.

Em francês, Sylvie Kauffmann, diretora editorial e colunista do Le Monde e colaboradora do NY Times escreveu 
“Fiasco de Bolsonaro em Davos, incapaz de responder concretamente às questões de Klaus Schwab. 15 min. de generalidades”.

“Bolsonaro não combinou com a multidão de Davos. 

Um discurso de campanha curto, muito geral, depois evita dar respostas concretas às perguntas de Klaus Schwab. 

Definitivamente, nenhum aplauso de pé”, tuitou ela, agora em inglês.

Para Heather Long, do The Washington Post, o discurso do brasileiro foi um 
“grande fracasso”.

 “O presidente brasileiro Bolsonaro falou por menos de 15 minutos. Grande fracasso. 

Ele tinha o mundo inteiro assistindo e sua melhor linha era dizer às pessoas para irem de férias ao Brasil. 

Bolsonaro é classificado como ‘Trump sul-americano’, mas ele parecia morno.

“Manual de Trump”

A jornalista em seguida volta a compará-lo a Trump: 

“O presidente brasileiro Bolsonaro em #Davos promete o manual econômico de Trump no Brasil: 
‘Vamos trabalhar para reduzir a carga tributária, simplificar as regras para aqueles que desejam produzir e tornar mais fácil para os empresários investir e criar empregos’”.

A agência de notícias Reuters estampou a manchete: 
“Jair Bolsonaro do Brasil joga fora o tapete de boas vindas para grandes empresas e grandes investidores em #Davos”.

Já o jornal Financial Times escreveu 
“[De] Extrema direita, Bolsonaro procura tranquilizar os céticos”.

O jornal britânico The Guardian estampou: 
“Jair Bolsonaro alarma ativistas do clima com discurso pró-negócios”.

Veja o discurso de Bolsonaro em Davos, mais curto que o previsto:

DISCURSO HISTÓRICO DE JAIR BOLSONARO NO FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL EM DAVOS (22/01/2019)



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CASO QUEIROZ REPERCUTE: Bolsonaro É Recebido Com Laranjas Na Suíça; Saiba!


CASO QUEIROZ REPERCUTE: Bolsonaro É Recebido Com Laranjas Na Suíça; Saiba!

Por Portal Click Política Em 22 jan, 2019

 

Franklin Frederick, de Zurique – 

Um grupo de ativistas brasileiras e brasileiros, suíças e suíços organizou uma recepção a Jair Bolsonaro em sua chegada a Zurique, Suíça, para participar do Fórum Econômico Mundial, na cidade suíça de Davos. 

Diante da impossibilidade de obter a tempo uma autorização da prefeitura para realizar uma grande manifestação em Zurique, necessária para evitar problemas com a polícia local, os ativistas brasileiros e suíços encontraram uma maneira elegante e bem-humorada de recepcionar Bolsonaro: com laranjas.

A ação aconteceu às 16h00 desta segunda, 21, (horário local, 13h00 no horário de Brasília), logo após a chegada de Bolsonaro e sua comitiva ao hotel. 

O grupo, cada um com uma laranja, posicionou-se em frente ao hotel onde o delegação brasileira está hospedada Zurique, de onde segue amanhã para Davos. 

O grupo contou com a presença de um representante do movimento dos «coletes amarelos» da França.

Uma bela cesta, contendo laranjas e um cartão de boas-vindas em nome do grupo, onde se lamenta a ausência de Fabrício Queiroz na viagem à Suíça, foi entregue à recepção do hotel para que a repassem ao Presidente e sua comitiva -o que, segundo o serviço de concierge do hotel, foi feito logo na chegada da comitiva.


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

PUTIN PERMITIRÁ? Bolsonaro Quer Liderar Movimento Global Por Golpe Na Venezuela


PUTIN PERMITIRÁ? Bolsonaro Quer Liderar Movimento Global Por Golpe Na Venezuela

Por Portal Click Política Em 18 jan, 2019

 

A reunião no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na próxima semana, será usada como palco pelo presidente Jair Bolsonaro para fazer uma ofensiva em defesa de um governo de transição na Venezuela, ou seja, retirar o presidente eleito pela população venezuelana, Nicolás Maduro, e assumir a legitimidade de um golpe no país.

O governo de extrema-direita no Brasil não só apoia a ideia como quer liderar esse movimento internacional, ao lado de outros países, como os integrantes do Grupo de Lima, que já se manifestaram oficialmente contra a legitimidade da posse de Maduro.

Nesta quinta, Bolsonaro e o chanceler, Ernesto Araújo, receberam no Palácio do Planalto e no Itamaraty opositores venezuelanos e representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA) para discutir o tema. 

Os venezuelanos recebidos em Brasília vivem como exilados no exterior e muitas vezes discordam da oposição que vive no país.

Em nota divulgada na noite desta quinta-feira, o Itamaraty indicou que deve apoiar um governo interino do opositor Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, e que reivindicou a vitória da eleição. 

“A reunião teve por objetivo analisar a situação da Venezuela decorrente da ilegitimidade do exercício da presidência por Nicolás Maduro e da manifestação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, de sua disposição para assumir a presidência da Venezuela interinamente, seguindo a Constituição venezuelana”, diz o comunicado.

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, Bolsonaro tem dito a aliados que a justificativa pela ofensiva por parte do Brasil contra Maduro é de caráter humanitário. 

“Nosso objetivo é dar apoio político, porque estamos preocupados com a população venezuelana”, disse o presidente, segundo assessores. 
Segundo eles ainda Bolsonaro declarou durante o encontro: 

“Tudo nós faremos para que a democracia seja restabelecida, que vocês possam viver em liberdade”.



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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Presidente envolvido com tráfico de drogas, presta homenagem à Janot; CONFIRA!

Presidente envolvido com tráfico de drogas, presta homenagem à Janot;                                 CONFIRA!
18 de janeiro de 2017
 

Rodrigo Janot, foi festejado em Davos, no Fórum Econômico Mundial, por um presidente que é acusado de tráfico de drogas, evasão de divisas, entre outras coisas, destaca o jornalista Kiko Nogueira, do Diário do Centro do Mundo, ao citar reportagem de Clóvis Rossi, da Folha, em que o enviado à Suíça escreveu que o Fórum “abraçou” a Lava Jato.

“Janot estava lá representado um governo afundado em escândalos, com presidente citado mais de 40 vezes em delação e seis ministros a menos em oito meses. 

Mas a maior contradição, e especialmente emblemática do passeio, foi a cena do encontro caloroso com um personagem sul-americano controvertido”, diz Kiko Nogueira, em referência ao presidente paraguaio Horácio Cartes.

“Um dos homens mais ricos do Paraguai, filiado ao conservador Partido Colorado, Cartes é presidente de um conglomerado que produz bebidas, cigarros, charutos, roupas e carnes, além de gerenciar centros médicos. 

Em 2000, a polícia encontrou um avião com registro brasileiro em sua fazenda, levando um carregamento de cocaína e maconha. 

A presidente de seu partido, Lilian Samaniego, sugeriu que ele tinha vínculos com o narcotráfico. É suspeito também de lavagem de dinheiro através de operações em seu banco, conforme vazamentos do Wikileaks”, enumera ainda o diretor do DCM.

“Levar um abraço apertado e um sorriso dobrado de Cartes não parece a coisa mais recomendável. Nem em Asunción”, ironiza.