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quinta-feira, 27 de junho de 2019

Militar da mala de cocaína voou com Bolsonaro em fevereiro, revela VEJA


Militar da mala de cocaína voou com Bolsonaro em fevereiro, revela VEJA

4 hours ago Denúncias 27/06/2019


Segundo a coluna Radar, da Revista Veja, o militar, vinculado ao Comando da Aeronáutica, possui salário R$ 7,2 mil

Preso com a mala de cocaína apreendida no aeroporto de Sevilha, na Espanha, o segundo sargento Silva Rodrigues não integrava a equipe presidencial de Jair Bolsonaro na viagem ao Japão. 

Segundo a coluna Radar, da Revista Veja, o militar, vinculado ao Comando da Aeronáutica, possui salário R$ 7,2 mil e viajou com presidente pelo menos uma vez: em fevereiro, quando Bolsonaro deixou Brasília para fazer exames de saúde em São Paulo.

A prisão ocorreu durante uma escala do avião reserva da presidência no sul da Espanha, quando a aeronave ia rumo a Osaka, onde Bolsonaro participará da reunião do G-20. 

De acordo com ministério brasileiro de Defesa, foi aberto um inquérito para apurar o ocorrido. Rodrigues também será investigado na Espanha.

Em entrevista no Planalto, o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, argumentou que é preciso apurar as conexões do militar detido, a fim de esclarecer o transporte da cocaína no avião da FAB. 

Na visão dele, o militar fez papel de “mula”, termo usado para descrever quem transporta a droga no tráfico. 

Mourão ainda confirmou que ele voaria com Bolsonaro.

“É óbvio que pela quantidade de droga que o cara estava levando, Ele não comprou na esquina e levou. 

Ele estava trabalhando como mula e uma mula qualificada, vamos colocar assim”, declarou a jornalistas.


CONTINUA


Nunca o Brasil passou tanta vergonha no exterior na ONU: o relato de um jornalista

6 mins ago Internacional 27/06/2019



Jornal GGN – Com 20 anos de experiência em coberturas internacionais, Jamil Chade está perplexo com o que viu nesta semana em reuniões do Brasil nas Nações Unidas, em Genebra.

O País virou chacota e passou a ser apoiado por Nações que pregam o que há de mais medieval no mundo, em termos de tratamentos às mulheres, a partir do momento em que começou a executar a mais nova ordem do Itamaraty: se posicionar contra o uso da palavra “gênero” em qualquer contexto, além de vetar a expressão “direitos reprodutivos” e sair em defesa de dogmas religiosos que alimentam a desigualdade entre homens e mulheres.

“O que vi ocorrendo nesta quinta-feira nas salas de reunião das Nações Unidas, em Genebra, é diferente de tudo que essas duas décadas de escola me apresentaram”, afirmou Chade, em artigo divulgado no UOL.

Segundo o jornalista, sob Bolsonaro o Brasil abriu mão de décadas de construção diplomática que tinha o mínimo de coerência com os interesses nacionais e de respeito pelos direitos humanos.

Dilma Rousseff e Lula cometeram vários erros, lembrou o jornalista, mas jamais chegaram perto do desmonte que Bolsonaro promove “desconsiderando a multiplicidade da população brasileiras e ignorando seus compromissos internacionais”.

“O que presenciei foi um profundo constrangimento”, disparou Chade.

Em outro texto no UOL (leia aqui), o correspondente detalha a reunião da ONU em que o Brasil começou a colocar vetos sobre as expressões relacionadas a gênero que são repudiadas pelo grupo de extrema-direita que está no poder.

Enquanto os diplomatas reproduziam a ordem, “o que se via na sala era uma mistura de espanto, ironias e incompreensão por parte das delegações estrangeiras.”

“Um representante da UE ria, enquanto outro de sua mesma delegação suspirava diante do que escutava”, narrou Chade.

“(…) 
quem passou a apoiar as propostas brasileiras eram justamente aqueles estados que são acusados de ainda viver com regras medievais para suas mulheres e de cometer atrocidades a quem não segue um dogma religioso. 

Fomos aplaudidos pela Arábia Saudita, Paquistão e Bahrein”, acrescentou.

“Num dos dias mais constrangedores que já presenciei na ONU para o Brasil, vi apenas um padrão: um país rasgando sua história, enterrando sua reputação, ganhando a imagem de antipático e se alinhando com os valores dos países mais retrógrados de nosso planeta.”


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sábado, 14 de abril de 2018

Comissão União Europeia-Mercosul condena ordem de prisão de Lula | SBT Brasil


Comissão União Europeia-Mercosul condena ordem de prisão de Lula | SBT Brasil

(06/04/18) atualizado 14/04/2018



O nome Lula da Silva, como é conhecido no exterior, dominou os principais jornais do mundo nesta sexta-feira. 

O The New York Times e o Clarín, da Argentina, criaram páginas especiais para acompanhar a crise política no Brasil. 

Assim como no Brasil, a imagem de Lula no exterior também ficou arranhada após as denúncias de corrupção. 

Mas há muitas autoridades na comunidade internacional que veem exageros na condução da operação Lava Jato.

Por isso mesmo, um dos últimos apelos foi direcionado à Genebra, na Suíça, onde fica a Comissão de Direitos Humanos da ONU. 

Os advogados de Lula pediram que as Nações Unidas pressionem o governo brasileiro para que ele tenha todos os direitos de defesa previstos em lei.


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sexta-feira, 6 de abril de 2018

Defesa de Lula pede à ONU que barre prisão de ex-presidente


Defesa de Lula pede à ONU que barre prisão de ex-presidente
Medida cautelar pede que Lula permaneça solto até o exaurimento de todos os recursos jurídicos
(postado em 06/04/2018 11:48 / atualizado em 06/04/2018 12:04)

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 Imagem do Google

 A defesa do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva protocolou, nesta sexta-feira, 6, no Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), em Genebra,

 uma medida cautelar com pedido de liminar para impedir a prisão de Lula até o exaurimento de todos os recursos jurídicos.

"A decisão por uma estreita margem, tomada na quarta-feira, 04 de abril, pelo Supremo Tribunal Federal, demonstra a necessidade de um tribunal independente examinar se a presunção de inocência foi violada no caso 
de Lula, 
como também as alegações sobre as condutas tendenciosas do juiz Sérgio Moro e dos desembargadores contra o ex-presidente", afirmam, por meio de nota, os 
advogados de Lula.

O pedido de Medida Cautelar foi apresentado pelos advogados do ex-presidente Lula,

 Cristiano Zanin Martins e Valeska Teixeira Zanin Martins, em conjunto com o advogado britânico Geoffrey Robertson QC, especialista em direitos humanos.

(Luiz Vassallo, Ricardo Brandt, Luiz Fernando Teixeira e Fausto Macedo)


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sábado, 14 de outubro de 2017

DECISÃO AGUARDADA COM EXPECTATIVA: ONU Julgará Recurso De Lula Contra Moro Antes Da Decisão Do TRF-4

DECISÃO AGUARDADA COM EXPECTATIVA: ONU Julgará Recurso De Lula Contra Moro Antes Da Decisão Do TRF-4
Por Redação Click Política Última Atualização 14 out, 201
 

A mídia brasileira noticia que o recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Lula junto ao Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas, em Genebra, não deve ser analisado este ano.

Os advogados de Lula no caso, Cristiano Zanin Martins e Geoffrey Robertson, denunciam que o juiz Sergio Moro é parcial e que o ex-presidente é vítima de uma perseguição judicial no Brasil.

Eduardo Guimarães, do Blog da Cidadania, comenta que o adiamento da decisão pode mudar a história. 

Leia um trecho de seu post:

Para o Brasil, será um dos maiores vexames internacionais da história. 
E até comercialmente o país perderá. 

Quem quer fazer negócios com um país em que o sistema de Justiça manipula decisões sob interesses políticos?

Para o caso de Lula ser aceito terá que ser analisado por 18 peritos independentes do Comitê de Direitos Humanos, que se reúnem três vezes por ano.

Tudo isso ocorrerá muito mais perto da eleição de 2018, o que será muito melhor para Lula eleitoralmente se a ONU aceitar o caso dele porque lhe dará o argumento de que “até a ONU sabe” que está sendo perseguido.

Nas não é só isso.

Se o caso fosse julgado na próxima semana e a Justiça brasileira fosse considerada tendenciosa e inconfiável, até que o TRF4 julgasse Lula em segunda instância transcorreria quase um ano, tempo suficiente para todos esquecessem o ocorrido. 

Com essa mudança de calendário, tudo muda.

A ONU vai julgar as denúncias contra o Brasil paralelamente ao julgamento da primeira condenação de Lula em segunda instância pelo TRF4. 

A Corte brasileira saberá que sua decisão estará sendo acompanhada pelo mundo.

O adiamento do julgamento do Brasil pelo Alto Comissariado da Organização das Nações Uunidas para os Direitos Humanos é, sem dúvida, a melhor notícia que o ex-presidente recebeu em muito tempo, pois pode mudar sua história.


terça-feira, 16 de maio de 2017

Advogados de Lula em Berlim explodem e implodem a Lava Jato

Advogados de Lula em Berlim explodem e implodem a Lava Jato
Em seminário na Universidade Livre de Berlim, Valeska Martins e Geoffrey Robertson mostraram, inclusive, que judiciário brasileiro ainda adota métodos herdados do período da Inquisição
Por Flávio Aguiar publicado 16/05/2017 10h51, última 
modificação 16/05/2017 18h23
 Geoffrey Robertson.jpg
Geoffrey e Valeska falaram sobre a situação atual 
do Brasil pós-impeachment da ex-presidenta Dilma

Abrindo uma ação em que alegam que o ex-presidente Lula é alvo de perseguição judicial no Brasil, ou lawfare, na expressão internacionalmente consagrada, advogados do ex-presidente estiveram em Berlim, nesta segunda-feira (15) – Valeska Teixeira Zanin Martins, que representa Lula no Brasil, Geoffrey Robertson, cujo escritório em Londres representa o ex-presidente perante o Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos em Genebra.

A visita começou com uma ida ao famoso Reichstag, onde gravaram um registro para os arquivos do Instituto Lula, feito pelo cinegrafista e fotógrafo Felipe Araújo.

Na sequência, foram ao Instituto Latino-Americano, da Universidade Livre de Berlim, onde abriram, em inglês, um seminário de pós-graduação que aborda, entre outros temas, a situação atual no Brasil pós-impeachment. 

Falaram para uma sala lotada, onde predominavam estudantes, professores e interessados em geral na situação brasileira. 

A atividade, coordenada pelos professores Sergio Costa e Renata Motta, contou com a participação conjunta do movimento SOS Lula-Berlim e do Fórum Latino-Americano da mesma cidade.

Geoffrey Robertson foi o primeiro a falar. O advogado, nascido na Austrália e que atua no Reino Unido e nas cortes internacionais da Europa – sendo reconhecido como defensor das causas dos direitos humanos e garantias individuais no sistema judiciário internacional –, ressaltou o que considera uma aberração anacrônica do sistema judiciário brasileiro.

Hoje, essa situação anômala não existe mais nas cortes europeias, completamente extinta a partir da década de 1980. Herdada do sistema judicial da Inquisição Ibérica, ela consiste em manter a prática de ser o juiz que instrui e conduz a investigação sobre as atividades de um acusado, para depois ser o mesmo que julga o caso. 

Segundo ele, isso leva a uma situação em que potencialmente o réu passa a ser condenado de antemão, impedindo que ele seja julgado por um juiz independente.

Agravam o presente caso das ações e investigações movidas contra o ex-presidente o comportamento corporativo das associações da classe jurídica brasileira, apoiando abertamente o juiz Sérgio Moro e as ações da Operação Lava Jato, mesmo quando irregulares; a participação ativa da mídia hostil ao ex-presidente na criação de um clima de pré-condenação; e o comportamento do juiz e de procuradores, dando declarações nesta mídia e publicando e autografando livros em seu favor.

Destacou ainda a completa ilegalidade da divulgação de gravações obtidas também ilegalmente de conversas privadas de Lula, de sua família e até de seus advogados, dizendo que tudo isto seria impensável nas cortes europeias, e que estes juízes e procuradores já teriam sido afastados do caso, e eventualmente até processados e punidos. Também condenou a passividade judicial diante da utilização dos bonecos gigantescos ou pequenos que representam o ex-presidente como presidiário.

Falou a seguir a advogada Valeska Martins, ressaltando as dificuldades e impasses da Operação Lava-Jato. 

Declarou que, depois de anos de investigações exaustivas e do arrolamento de quase oito dezenas de testemunhas, sendo 27 de acusação, sequer uma única prova foi obtida contra o ex-presidente.

Ao contrário, todas as testemunhas ouvidas o inocentaram.

Provas foram obtidas sim, mas que atestam a sua inocência, como no caso da pseudo-posse de um apartamento no Guarujá, que sempre esteve e está ainda na condição de propriedade da construtora OAS, 

segundo documentos legais e legalmente obtidos.

Sublinhou que a prática das delações premiadas vem sendo implementada de modo irregular, sem que se exija a apresentação prevista em lei de provas por parte dos delatores. 

Estes, diante da possibilidade de serem mantidos em longas detenções mesmo antes de serem julgados, terminam por dizer aquilo que procuradores e o juiz querem ouvir a respeito do ex-presidente.

Ressaltou ainda que a decisão do Tribunal Federal de Recursos da Quarta Região (TRF4), com sede em Porto Alegre, a que o juiz Moro está subordinado, garantindo por ampla maioria que a Operação Lava Jato e o juiz podem atuar por cima das leis e da Constituição, abre caminho para a instalação de um estado de exceção no país, coisa que na Alemanha tem um nome de triste memória, Ausnahmezustand, coisa característica do antigo regime nazista.

Valeska se referiu ao risco que a democracia brasileira vem correndo graças a esta mobilização política dos tribunais, apoiada pela mídia mainstream no Brasil. 

Alertou para o fato de que houve uma decisão dos tribunais superiores, de caráter pessoal, no sentido de que o juiz Moro foi confirmado como apto para julgar a pessoa do ex-presidente, em vez de apenas casos contra ele.

Esta unção do juiz também escancarou as portas para a consideração, por parte daqueles contra quem ele se volta, de que, no Brasil, não há instância de recurso sobre suas decisões, o que aumenta seu poder sobre a prática das delações premiadas, mesmo que dentro da verdadeira licenciosidade com que são obtidas.

Enfim – agora falo eu – o país vive uma suruba (termo empregado por prestigiado senador no atual regime, arqui-investigado por ilegalidades de que é suspeito) jurídica sem precedentes. 

Nem no Estado Novo, nem na República Velha, nem na ditadura civil-militar pós-1964 houve tanta "liberdade poética" e sinistra na interpretação de leis e prerrogativas constitucionais.

Na República Velha, a questão social era uma questão de polícia; o Estado Novo adotou uma nova Constituição; o mesmo fez a ditadura de 64, além de simplesmente suspender tudo com o Ato Institucional nº 5. Já nos dias de hoje criaram-se completas anomia e anomalia, porque se tem uma Constituição que simplesmente não vale mais, ou vale apenas para alguns, e os esbirros da "nova ordem" se dão direito a tudo, sem prestar contas a ninguém.

Aonde vamos parar com tudo isto, só Deus e o Diabo sabem. Se é que sabem.


Queridos amigos e leitores do blog, se vocês não ver postagem do meu blog SUED E POSPERIDADE nos grupos do facebook é porque o mesmo bloqueou as minhas postagens, que eu vejo como punição por eu divulgar notícias de Lula e do PT. Vocês podem acessar o blog pelo Google, G+1, twitter e Pinterest, ou no próprio blog, podem compartilhar as notícias para a página de vocês.

AGRADEÇO A TODOS



quarta-feira, 15 de março de 2017

ONU prevê que toda humanidade seja chipada até 2030 e quem recusar será ''excluído da sociedade''

ONU prevê que toda humanidade seja chipada até 2030 e quem recusar será ''excluído da sociedade''
quinta-feira, 15 de dezembro de 2016 Atualizado em 16/03/2017

A ONU prevê que pelo ano 2030 cada pessoa terá uma identidade biométrica , que será válida em todo o mundo . A informação de cada ser humano será armazenada em um banco de dados universal localizada em Genebra, Suíça. 

O arranjo da ONU é dirigida a todos os governos do mundo que impõem Cartão " Identificação Biométrica Universal " para os seus cidadãos.

"Este novo programa é um modelo para a" Nova Ordem Mundial " e se eles não aderirem os sub projetos para essas novas metas globais enfrentarão algumas coisas muito alarmantes", relata o colapso econômico. 

As Nações Unidas têm implementado este projeto entre os refugiados que chegaram na Europa. O sistema de coleta facial, íris, biometria, impressão digital, estabeleceram-se como única documentação oficial para os refugiados. As informações serão enviadas para um banco de dados central em Genebra, permitindo eficazmente o seu monitoramento . 

De acordo com um relatório da Localizar Biometrics , as autoridades esperam que esta tecnologia seja usada por homens, mulheres e crianças do planeta em até 2030. 

Esta iniciativa de desenvolvimento foi lançada originalmente pelo Banco Mundial, em conjunto com a ONU e outras instituições para obter a " identidade legal " em todas as mãos. O objetivo é garantir uma identidade legal e original, permitindo que serviços baseados em IDs digitais sejam disponíveis para todos. 

"E se alguém se recusar a este novo sistema de" identidade legal "certamente ele será desqualificado para uma posição de trabalho , obter uma nova conta bancária, tirar um cartão de crédito , se qualificar para uma hipoteca, receber qualquer forma de pagamento do governo, etc., nesse momento, qualquer um que se recusar a nova "ID universal" se tornaria um desprezado da sociedade , "disse Michael Snyder. 

"O que a elite quer é se certificar de que o todo mundo está "no sistema". Essa é uma das razões pelas quais você está sendo desencorajado a usar o dinheiro em especie , "concluiu Snyde.

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sempre questione



sábado, 11 de março de 2017

Estadão destaca que Dilma brilha na Europa e irrita Temer e os golpistas no Brasil! Saiba mais…

Estadão destaca que Dilma brilha na Europa e irrita Temer e os golpistas no Brasil! Saiba mais…

Dilma foi recebida pelo diretor máximo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder e por lideranças parlamentares. Ela será também a principal convidada de um festival de cinema. Além disso, dará uma palestra num dos principais centros de estudos internacionais da Europa. Mais de 700 pessoas estão inscritas para assistir ao discurso

Publicado em 11 de março de 2017
 dilmabrilha-min

Até o Estado de São Paulo às vezes não consegue esconder que Dilma Rousseff (PT) foi afastada injustamente da presidência da república por um bando de golpistas e com o apoio desse próprio jornalão.

Em publicação de ontem (10), o famoso Estadão destaca a visita de Dilma à Europa e enfatiza a maneira respeitosa e calorosa como ela está sendo recebida por autoridades, artistas e povo em geral.

Veja alguns trechos da matéria:

Em Genebra (Suiça), “ela foi recebida pelo diretor máximo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Guy Ryder, na sede da própria entidade, com protocolo”.

Dilma “também foi recebida pelo Conselho Mundial de Igrejas, entidade que também tem sede em Genebra e que tem se transformado em um local privilegiado de diálogos entre grupos de oposição”.

“Em seu hotel, no centro de Genebra, a ex-presidente recebeu lideranças parlamentares da Suíça”.

“Neste sábado, ela ainda será a principal convidada de um festival de cinema, que se transformou no principal evento paralelo às reuniões de direitos humanos da ONU”.

“Já na segunda-feira, ela dará uma palestra num dos principais centros de estudos internacionais da Europa. Ela falará sobre “a defesa dos direitos sociais na América do Sul”. Mais de 700 pessoas estão inscritas para assistir ao discurso”.

“Dilma ainda concedeu uma entrevista ao principal jornal da TV suíça, em horário nobre, e que vai ao ar no domingo”.

Ao tempo em que faz acenos forçados à presidenta, o Estadão destaca que o governo brasileiro, isto é, os golpistas que se instalaram no Planalto, estão muito irritados com a agenda da petista.

Em vão, o tucano Aloysio Nunes, dublê de Ministro das Relações Exteriores, tenta convencer a opinião pública internacional que no Brasil vai tudo muito bem e a democracia está a pleno vapor. Desespero.

Quando até o Estadão dá espaço à Dilma é porque as coisas vão de mal a pior no cada vez mais instável governo Temer. 

Já morreu e faz que não sabe.




domingo, 22 de janeiro de 2017

A Suíça dá adeus a 80 anos de sigilo bancário

A Suíça dá adeus a 80 anos de sigilo                                bancário
EL PAÍS  Rodrigo Carrizo Couto7 horas atrás 23/01/2017
 Fachada da sede do banco suíço UBS em Zurique.
A. Wiegmann Fachada da sede do banco suíço UBS em Zurique.

Desde 1 de janeiro os bancos suíços começaram a recompilar informações sobre as contas de seus clientes estrangeiros para começar a lançar alguma luz sobre um sistema bancário opaco, que se movimenta há quase oitenta anos em uma densa névoa que permitiu ocultar grandes patrimônios do fisco dos países do restante do mundo.

MAIS INFORMAÇÕES
Suíça concordou em 2014 em se unir ao processo de troca automática de informações financeiras e fiscais promovido pela OCDE

Um protocolo que entra em vigor este ano e que a obrigará a partir de 2018 a intercambiar os dados bancários com uma centena de países signatários. 

Um passo que acabará com o lendário sigilo bancário suíço. Terminará, assim, um sistema que permitiu ao país helvético monopolizar 25% do patrimônio estrangeiro nas arcas de alguns de seus mais de 250 bancos de Genebra e Berna.

Com este procedimento ficarão para trás oitenta anos de opacidade, de um sistema que permitia a evasão fiscal e garantia a segurança e o anonimato para milionários e poderosos do mundo todo. 

A Suíça começou a se tornar um paraíso fiscal em meados dos anos 20 do século passado, quando a França estabeleceu um imposto sobre a renda de até 75% para combater os efeitos da Grande Recessão. 

Ao mesmo tempo houve uma fuga de capitais da Alemanha para evitar o pagamento das reparações da Primeira Guerra Mundial, segundo relata Nicholas Shaxson em um formidável livro sobre os paraísos fiscais, Tresure Islands (as ilhas do tesouro). 

Poucos anos depois, as autoridades suíças aprovaram, em 1934, a Lei dos Bancos, que regulava o sigilo bancário e punia sua violação. 

Entre 1920 e 1938, o patrimônio estrangeiro depositado nos bancos se multiplicou por dez, segundo conta Gabriel Zucman em A Riqueza Oculta das Nações.

Hoje o setor financeiro suíço é dos mais prósperos do mundo. Suas instituições estenderam seus tentáculos por todo o planeta. E estão preparadas para a transição para a transparência fiscal. 

Mas o acordo promovido pela OCDE permite algumas condições. A entrega dos dados será confidencial e somente podem ser usados para efeitos fiscais. 

Até agora, a Suíça só compartilhava informações sobre contras se fossem solicitadas por países com os quais tivesse firmado convênios de dupla imposição, mas nem sequer nesses casos a cooperação era fácil e fluida. 

Juízes e inspetores da Fazenda na Espanha se queixam dos entraves burocráticos que encontram quando pedem à Suíça informações sobre as contas de espanhóis.

O ex-presidente da Câmara dos Deputados do Brasil Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por exemplo, operava contas secretas na Suíça para, de acordo com o Ministério Público Federal, ocultar dinheiro de propina. Ele está preso preventivamente por ser envolvimento na Operação Lava Jato.

MUDANÇAS PARA OS EMPREGADOS

As consequências da nova situação que os bancos suíços vivem são palpáveis. Lukas Hässig, especialista em informações econômicas e autor do popular blog Inside Paradeplatz, comenta: “O fim do sigilo bancário vai ser muito duro para a Suíça e as pessoas que trabalham no setor. 

Para sobreviver, nossos bancos precisam oferecer melhores serviços ao cliente: mais rentabilidade e melhor orientação. O grande problema é que os bancos suíços não parecem ter melhor estratégia que a de deslocar todos os setores não essenciais do negócio a países com menor custo salarial”.

O maior gasto dos bancos é a soma se salários e serviços informáticos, que pode chegar a até 80%. “O caro é o pessoal”, sentencia o blogueiro. 

“Por isso, tentam reduzir a massa salarial levando serviços para fora e contratando recém-formados. Por exemplo, o UBS está se instalando em Frankfurt.” E acrescenta: “A renda média na Suíça é de cerca de 8.000 euros mensais. 

Para um suíço ir trabalhar na Alemanha com um salário pior será difícil. E como em todos os setores, os maiores de 50 anos são os grandes perdedores deste jogo”, conclui Hässig.

Os grandes bancos suíços fizeram o impossível para evitar o mal. Quais são suas estratégias para que o negócio siga em frente? Myret Zaki é autora de vários livros sobre os bancos suíços e as finanças opacas. 

Esta economista, diretora da revista econômica Bilan, explica a EL PAÍS que “o mercado de private banking (reservado para clientes com grandes patrimônios) já se desloca para zonas de jurisdição anglo-saxã”. 

E especifica: “A saber: Londres, o Caribe, Hong Kong e Cingapura. Entornos onde impera o direito anglo-saxão. O setor precisa de privacidade e estrita confidencialidade, que a praça financeira suíça já não pode prover”.

Um recente estudo da consultoria internacional Boston Consulting Group mostra que o patrimônio transferido para territórios offshore –Ilhas Virgens, Hong Kong e Cingapura, principalmente– alcançava, no final de 2015, 10 trilhões de dólares (32 trilhões de reais). 

“A Suíça continua sendo o maior destino para a riqueza offshore –em refúgios fiscais– em 2015, mantendo quase um quarto de todos estes ativos no mundo”, afirma a consultora, que explica como os bancos suíços têm filiais nesses territórios.

Segundo Saki, o motivo fundamental para esta estratégia reside em que o marco jurídico anglo-saxão garante tal privacidade, graças a estruturas como os trusts. “São ferramentas que a Suíça pode manejar perfeitamente, embora não em seu território nacional nas circunstâncias atuais”, diz.

“Pode afirmar-se que o private banking deixou de existir na Suíça tal como o conhecíamos e que se acabaram as contas numeradas secretas, especialmente para os cidadãos de países da UE, como a Espanha. 

Agora, os grandes bancos se voltaram para o asset management, a gestão patrimonial, sobretudo em nível institucional. Por exemplo, fundos de pensões que precisam preservar sua rentabilidade.”

Na realidade, a Suíça mantém importantes forças, como a robustez do franco suíço, que serve de moeda de refúgio. “Sem dúvida, o franco suíço se transformou em um investimento muito interessante”, afirma Saki, economista de origem egípcia. 

Calcula-se que neste momento na Suíça haja ativos privados estrangeiros no valor de uns 850 bilhões de euros (2,9 trilhões de reais), a metade do que havia antes da guerra fiscal que antepôs a Suíça aos EUA desde 2009.