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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Em Depoimento Ao MP, Ex-Assessora De Flávio Bolsonaro Confessa Rachadinha E Entrega De Valores Para Queiroz

SUED E PROSPERIDADE

04/11/2020

Em Depoimento Ao MP, Ex-Assessora De Flávio Bolsonaro Confessa Rachadinha E Entrega De Valores Para Queiroz

Celeste Silveira 4 de novembro de 2020


Luiza Souza apresentou extratos bancários e disse ter sido orientada a devolver a maior parte do que recebia como salário; essa é a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Um dos episódios finais antes de o Ministério Público do Rio denunciar o senador Flávio Bolsonaro por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa foi o depoimento de Luiza Sousa Paes, ex-assessora do antigo gabinete do “01” na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

 Nos detalhes do depoimento, feito em setembro e obtido pelo GLOBO, ela admitiu que nunca atuou como funcionária do filho do presidente Jair Bolsonaro e também era obrigada a devolver mais de 90% do salário. 

Além disso, Luiza apresentou extratos bancários para comprovar que, entre 2011 e 2017, entregou por meio de depósitos e transferências cerca de R$ 160 mil para Fabrício Queiroz, ex-chefe da segurança de Flávio e apontado como operador do esquema de desvios de salários.

 É a primeira vez que um ex-assessor admite o esquema ilegal no gabinete do parlamentar.

Luiza Sousa Paes foi nomeada entre os assessores de Flávio em 12 de agosto de 2011 e lá ficou até 11 de abril de 2012. Depois, foi nomeada em outros setores da Assembleia: na TV Alerj e no Departamento de Planos e Orçamento. 

Mesmo assim, durante todo esse período, Luiza relatou ao MP que teve que devolver a maior parte do que recebia como salário. 

O primeiro contracheque dela no período em que trabalhou no gabinete de Flávio tinha um valor bruto de R$ 4.966,45. Já o último, na TV Alerj, de R$ 5.264,44.

Em depoimento, ela disse que ficava apenas com R$ 700. Além disso, também tinha como obrigação devolver valores relativos a 13º, férias, vale-alimentação e até o valor recebido pela Receita Federal como restituição do imposto de renda. 

O valor do vale-alimentação, cerca de R$ 80 diariamente, era depositado diretamente nas contas dos funcionários da Alerj sem registro ou desconto no contracheque.

Luiza relatou ainda que conheceu outras pessoas que viviam situação semelhante a dela: nomeadas sem trabalhar. Citou as duas filhas mais velhas de Fabrício Queiroz, Nathália e Evelyn, e Sheila Vasconcellos, amiga da família do policial. 

Os dados financeiros das três, obtidos na investigação, já identificavam que elas tinham devolvido para Queiroz R$ 878,4 mil.

Saques na boca do caixa

A investigação sobre Luiza no caso começou a partir do relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), entregue pelo órgão ao Ministério Público Federal em 2018 e depois repassado ao MP-RJ. 

No documento, ela foi citada como uma dos oito assessores que fizeram transferências para Queiroz ao longo de 2016. Naquela ocasião, foi verificado apenas um valor de R$ 7.684,00 repassado.

Mas ela entregou mais dinheiro ao longo dos anos. 

A ex-assessora contou aos promotores como se dava o mecanismo. Ela diz que abriu uma conta na agência da Alerj e foi orientada a fazer todos os meses o saque do salário na boca do caixa, já que no caixa eletrônico há um limite para a retirada. 

Logo após pegar o dinheiro, ela já solicitava um depósito para a conta de Fabrício Queiroz – às vezes ela identificava o depositante, em outras não. O MP já tinha verificado um total de R$ 155 mil de depósitos dela para Queiroz a partir das quebras de sigilo bancário.

No depoimento ao MP, ela contou que se viu envolvida no esquema aos 19 anos, quando estava terminando a faculdade de Estatística. O pai dela, Fausto, era amigo de Fabrício Queiroz. As famílias chegaram a ser vizinhas de rua durante algum período em Oswaldo Cruz, na Zona Norte do Rio. 

Originalmente, segundo Luiza, quem queria um emprego era o pai dela. 

Luiza pediu posteriormente um estágio e Queiroz disse que iria ajudar.

*Com informações de O Globo

CONTINUA

Até A Jovem Clã Se Viu Obrigada A Demitir Constantino

Celeste Silveira 4 de novembro de 2020 

Depois de se transformar numa sucursal da Secom do governo Bolsonaro e ser considerada o “Rio das Pedras” do clã Bolsonaro na mídia, com um time de fazer inveja à cúpula do nazismo onde figuras como Augusto Nunes, Guilherme Fiuza, Ana Paula do Vôlei e outras figuraças do conservadorismo de aluguel, a Jovem Pan teve que ceder à pressão das redes sociais e cancelar Rodrigo Constantino que, agora, chora suas pitangas em novas lives e posts em seu twitter, justo no dia em que Trump, de quem Constantino lambe botas por osmose dos Bolsonaro, está para ser apeado da Casa Branca.

O fato é que tudo isso junto e misturado mostra que, como bem disse Boulos, a casa da família de milicianos está caindo.

Tudo isso acontece no mesmo dia em que Bolsonaro foi tratorado pelo Congresso, em que os senadores aprovaram nesta quarta-feira (4), por 64 votos a 2, a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação, até 2021, da desoneração da folha de pagamentos de empresas de 17 setores da economia.

E mais, Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz foram denunciados nesta quarta-feira pelo MP-RJ por organização criminosa, peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita.

Grande dia!

*Carlos Henrique Machado Freitas

Fonte: https://antropofagista.com.br/

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

MP vai denunciar Flávio Bolsotonaro por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e peculato

SUED E PROSPERIDADE

28/09/2020

MP vai denunciar Flávio Bolsonaro por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e peculato

28/09/2020

O senador Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz foram denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 

Flávio é apontado como líder de organização criminosa

247 – O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) denunciou, segundo O Globo, nesta segunda-feira (28) ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) o senador Flávio Bolsonaro e seu ex-assessor Fabrício Queiroz.

Cientista político prevê futura prisão de Flávio Bolsonaro e o Senado permitindo cassação. ASSISTA AQUI sua

 Flávio é apontado como líder de organização criminosa que praticava rachadinha na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro). 

Por sua vez, Queiroz é indicado como operador do esquema. 

Vale ressaltar que Flávio Bolsonaro já ocupou o cargo de deputado estadual no Rio. Os crimes teriam ocorrido nesse período.

Flávio e Queiroz são denunciados por peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Promotores afirmam, com base nos dados das quebras de sigilo bancário e fiscal, que o senador utilizou ao menos R$ 2,7 milhões em dinheiro vivo do esquema das rachadinhas. 

senador teria usado ainda três métodos para lavar o dinheiro.

O esquema de rachadinha na Alerj já era investigado há mais de dois anos.

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                                                 CONTINUA

Governo Bolsonaro prepara a nova proposta de CPMF, prepare o bolso

28/09/2020


Logo após semanas de negociação , o governo Bolsonaro deverá apresentar a nova proposta de CPMF junto a proposta de reforma tributária. 
Negada anteriormente por Bolsonaro, a nova CPMF de Guedes/Bolsonaro está pronta para ser aprovada.

Bolsonaro negou durante a campanha eleitoral que iria recriar a CPMF, porém a prática é o critério da verdade.

O governo está enviando nessa segunda-feira (28) uma proposta de nova CPMF, de acordo com informações da Jovem Pan.


A medida irá taxar todas as transações financeiras em 0,2%, além disso o governo pretende desonerar a folha de pagamento.

No entanto, anteriormente o governo também visava aprovar um trecho da reforma trabalhista que fará os bancos pagarem menos impostos e as Igrejas serem desoneradas.

O novo líder do governo, o senador Eduardo Gomes (MDB/TO) confirmou que o governo vai apresentar a proposta da nova CPMF, desmentindo o que Bolsonaro tanto negou anteriormente.

Quem movimentar, por exemplo, R$ 1.000, pagará R$ 2. Gomes destacou que não haverá aumento de carga tributária porque o novo tributo seria acompanhado da redução de impostos que incidem em salários de todos os setores da economia.

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

domingo, 10 de novembro de 2019

PF diz que delegado recebeu R$ 400 mil de milícia para proteger assassinos de Marielle Franco


PF diz que delegado recebeu R$ 400 mil de milícia para proteger assassinos de Marielle Franco

1 min ago DenúnciasPolítica 10/11/2019



Inquérito da Polícia Federal revela que o delegado Rivaldo Barbosa, que chefiou a Polícia Civil do Rio de Janeiro, teria recebido R$ 400 mil de milicianos para proteger os reais culpados do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e do motorista Anderson Gomes.

Segundo reportagem de Flávio Costa e Vinícius Konchinski, no portal Uol neste domingo (10), Barbosa foi citado pelo miliciano Jorge Alberto Moreth – o Beto Bomba – que, em conversa telefônica com o vereador Marcello Sicilliano (PHS), afirmou que Barbosa recebeu dois pagamentos no valor de R$ 200 mil como propina de milicianos. 

Segundo ele, o dinheiro teria sido entregue pelo inspetor “Marcos” da Delegacia de Homicídios (DH).

“Mas a DH tá junto na sacanagem, né irmão?”, pergunta Siciliano.

“Tá junto porque levaram duzentos cruzeiros na primeira e depois levaram mais duzentos porque viu que ia babar. 

Então o malandragem lá, o delegado, botou tudo em você junto com aquele rapaz lá que tá preso [referência ao miliciano Orlando Curicica, falsamente acusado de ser o mandante]”, respondeu Beto, no diálogo gravado em fevereiro deste ano.

Beto Bomba é um dos chefes da milícia de Rio das Pedras, na zona Oeste do Rio, onde o ex-assessor de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), Fabrício Queiroz, se escondeu durante as investigações do caso Coaf.

No mesmo diálogo, o miliciano confirma que o mandante do assassinato foi o político Domingos Brazão, que teria pago R$ 500 mil pelas mortes de Marielle e Anderson.

Na conversa, Siciliano pergunta ainda se foi Barbosa ou o delegado Giniton Lages, primeiro responsável pela investigação, que prendeu os ex-PMs Ronnie Lessa e Elcio Queiroz pela execução do crime.

“Mas quem estava na sacanagem era o Rivaldo, né? Ou era o Giniton?”, indaga o vereador.

“Isso aí, é o Rivaldo Barbosa, é ele que levou quatrocentos cruzeiros, chefe.

 Foi quatrocentos cruzeiro, pô, tô te falando! Na hora que eles viram que ia babar, que o bagulho deu muita repercussão, o troço falhou, o troço ficou cara para caralho! Porque, chefe, quem rodar neste bagulho de Marielle vai para Catanduvas [presídio federal no Paraná] e vai ser esquecido, meu irmão! Porra, tô te falando, papo reto. Entendeu?”, disse.

Vinte e um dias após a PF enviar o relatório ao MP-RJ, Beto Bomba se entregou, no dia 23 de maio. 

Ele estava foragido por causa de um mandado de prisão no âmbito da Operação Intocáveis, que investiga milicianos de Rio das Pedras.

Procurado pelo UOL, Rivaldo Barbosa negou que tenha recebido a propina. 

“Não há nada disso”, afirmou Barbosa, ao telefone. “Trabalhei muito na DH [Delegacia de Homicídios] e nunca recebi nada de ninguém”.


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domingo, 21 de julho de 2019

VAZA JATO: Dallagnol via Flávio Bolsonaro como corrupto e sugeriu que Moro o protegeria


VAZA JATO: Dallagnol via Flávio Bolsonaro como corrupto e sugeriu que Moro o protegeria

45 mins ago Vaza Jato 21/07/2019


Da newsletter do Intercept – 

Em chats secretos, Deltan Dallagnol, coordenador da operação Lava Jato, concordou com a avaliação de procuradores do Ministério Público Federal de que Flávio Bolsonaro mantinha um esquema de corrupção em seu gabinete quando foi deputado estadual no Rio de Janeiro. 

Segundo os procuradores, o esquema, operado pelo assessor Fabrício Queiroz, seria similar a outros escândalos em que deputados estaduais foram acusados de empregar funcionários fantasmas e recolher parte do salário como contrapartida.

Dallagnol disse que o hoje senador pelo PSL Flávio Bolsonaro, filho do presidente da República, “certamente” seria implicado no esquema. 

O procurador, no entanto, demonstrou uma preocupação: ele temia que Moro não perseguisse a investigação por pressões políticas do então recém eleito presidente Jair Bolsonaro e pelo desejo do juiz de ser indicado para o Supremo Tribunal Federal, o STF. 

Até hoje, como presumia Dallagnol, não há indícios de que Moro, que na época das conversas já havia deixado a 13ª Vara Federal de Curitiba e aceitado o convite de Bolsonaro para assumir o Ministério da Justiça, tenha tomado qualquer medida para investigar o esquema de funcionários fantasmas que Flávio é acusado de manter e suas ligações com poderosas milícias do Rio de Janeiro.

O escândalo envolvendo Flávio, que vinha dominando as manchetes, desapareceu da mídia nos últimos meses. 

A investigação, nas mãos do Ministério Público do Rio, parece ter entrado em um ritmo bem mais lento do que o esperado para um caso dessa gravidade. 

Moro tampouco dá sinais de que está interessado nas ramificações federais do caso – como o suposto empréstimo de Queiroz para a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. 

Nas poucas vezes em que respondeu a questionamentos sobre a situação do filho do presidente, ele repetiu que “não há nada conclusivo sobre o caso Queiroz” e que o governo não pretende interferir no trabalho dos promotores. 

Entretanto, o caso voltou aos noticiários na segunda-feira, 15 de julho, quando o presidente do STF, Dias Toffoli, atendeu ao pedido de Flávio Bolsonaro e suspendeu as investigações iniciadas sem aprovação judicial envolvendo o uso dos dados do Coaf, órgão do Ministério da Economia que monitora transações financeiras para prevenir crimes de lavagem de dinheiro.

No dia 8 de dezembro de 2018, Dallagnol postou num grupo de chat no Telegram chamado Filhos do Januario 3, composto de procuradores da Lava Jato, o link para um reportagem no UOL sobre um depósito de R$ 24 mil feito por Queiroz numa conta em nome da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. 

Segundo o texto, a “transação foi apontada como “atípica” pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e anexado a uma investigação do Ministério Público Federal, na Lava Jato”. 
“Queiroz movimentou R$ 1,2 milhão entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017. 

A comunicação do Coaf não comprova irregularidades, mas indica que os valores movimentados são incompatíveis com o patrimônio e atividade econômica do ex-assessor”, escreve o UOL.

A notícia levou Dallagnol a pedir a opinião dos colegas sobre os desdobramentos do caso, e sobre como seria a reação de Moro. 

A procuradora Jerusa Viecilli, crítica da aproximação de Moro com o governo Bolsonaro, respondeu “Falo nada … Só observo ”. 

Dallagnol manifestou sérias preocupações com a forma que o ministro da Justiça conduziria o caso, sugerindo que o ex-juiz poderia ser leniente com Flávio, seja por limites impostos pelo presidente ou pela intenção de Moro de não pôr em risco sua indicação ao Supremo:

 “É óbvio o q aconteceu… E agora, José?”, digitou o procurador. “Seja como for, presidente não vai afastar o filho. 

E se isso tudo acontecer antes de aparecer vaga no supremo?”, escreveu. Dallagnol completou, sobre o presidente: “Agora, o quanto ele vai bancar a pauta Moro Anticorrupcao se o filho dele vai sentir a pauta na pele?”

8 de dezembro de 2018 – grupo Filhos do Januario 3

Deltan Dallagnol – 00:56:50 – https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2018/12/07/bolsonaro-diz-que-ex-assessor-tinha-divida-com-ele-e-pagou-a-primeira-dama.htm

Dallagnol – 00:58:15 – [imagem não encontrada]
Dallagnol – 00:58:15 – [imagem não encontrada]
Dallagnol – 00:58:38 – COAF com Moro
Dallagnol – 00:58:40 – Aiaiai
Julio Noronha – 00:59:34 –
Dallagnol – 01:04:40 – [imagem não encontrada]
Januário Paludo – 07:01:20 – Isso lembr
Paludo – 07:01:48 – Lembra algo Deltan?
Paludo – 07:03:08 – Aiaiai
Jerusa Viecilli – 07:05:24 – Falo nada … Só observo
Dallagnol – 08:47:52 – Kkk
Dallagnol – 08:52:01 – É óbvio o q aconteceu… E agora, José?
Dallagnol – 08:53:37 – Moro deve aguardar a apuração e ver quem será implicado. Filho certamente. O problema é: o pai vai deixar? Ou pior, e se o pai estiver implicado, o que pode indicar o rolo dos empréstimos?

Dallagnol – 08:54:21 – Seja como for, presidente não vai afastar o filho. E se isso tudo acontecer antes de aparecer vaga no supremo?
Dallagnol – 08:58:11 – Agora, Bolso terá algum interesse em aparelhar a PGR, embora o Flávio tenha foro no TJRJ. Última saída seria dar um ministério e blindar ele na PGR. Pra isso, teria que achar um colega bem trampa
Athayde Ribeiro Costa – 08:59:41 – É so copiar e colar a ultima denuncia do Geddel
Roberson Pozzobon – 09:02:52 – Acho que Moro já devia contar com a possibilidade de que algo do gênero acontecesse

Pozzobon – 09:03:19 – A questão é quanto ele estará disposto a ficar no cargo com isso ou se mais disso vir
Dallagnol – 09:04:38 – Em entrevistas, certamente vão me perguntar sobre isso. Não vejo como desviar da pergunta, mas posso ir até diferentes graus de profundidade. 1) é algo que precisa ser investigado; 2) tem toda a cara de esquema de devolução de parte dos salários como o da Aline Correa que denunciamos ou, pior até, de fantasmas.

Dallagnol – 09:05:54 – Agora, o quanto ele vai bancar a pauta Moro Anticorrupcao se o filho dele vai sentir a pauta na pele?
Andrey Borges de Mendonça – 09:21:16 – Uma vez pedi no caso da custo brasil e o pt alegou q era impenhorável segundo a lei eleitoral. O juiz acabou desbloqueando sem ouvir a gente. Mas confesso q nao sei se procede.

Paludo – 09:37:52 – Tem que investigar. E isso que ele sempre diz. Na pior das hipóteses, Podem ir os anéis (filho e mulher), mas ficam os dedos. Seria muito traumático o general assumir no lugar dele.
Viecilli – 10:06:32 – [imagem não encontrada]
Viecilli – 10:06:51 –
Dallagnol – 10:22:31 Rsrsrs
Dallagnol – 10:39:47 – [imagem não encontrada]

Dallagnol – 10:41:04 – [imagem não encontrada]
Antonio Carlos Welter – 10:52:11 – O $$ termina na conta da esposa. Vao argumentar que alimentou a campanha. Periga terminar em AIME
A força-tarefa da Lava Jato e os procuradores citados no texto foram procurados para comentários, mas não responderam até a publicação da reportagem. Se o fizerem, atualizaremos o texto.
A situação de Moro – como investigar um caso de corrupção envolvendo o filho do presidente que o indicou ao cargo, ou, ainda corrupção envolvendo o próprio presidente e seus familiares? – levou Deltan a considerar evitar entrevistas sobre foro privilegiado por temer perguntas sobre o caso envolvendo Flávio.

No mesmo dia que o grupo conversou sobre o caso Queiroz, Dallagnol conversou com Roberson Pozzobon, também procurador na operação Lava Jato, em um chat privado. Eles aprofundaram a preocupação com entrevistas nas quais a situação de Flávio Bolsonaro poderia ser abordada.

Ao contrário de sua usual ânsia em falar publicamente sobre outros casos de corrupção, Deltan deu a entender que estava relutante em fazer uma condenação mais severa de Flávio por temer as consequências políticas de desagradar o presidente – exatamente como sugeriu que Moro pudesse agir.

8 de dezembro de 2018 – chat privado
Roberson Pozzobon – 09:12:41 – Em entrevistas, certamente vão me perguntar sobre isso. Não vejo como desviar da pergunta, mas posso ir até diferentes graus de profundidade. 1) é algo que precisa ser investigado; 2) tem toda a cara de esquema de devolução de parte dos salários como o da Aline Correa que denunciamos ou, pior até, de fantasmas.

Pozzobon – 09:13:05 – Tava escrevendo esse tuíte agora mesmo
Pozzobon – 09:13:11 – “Informação de que um ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro, movimentou 1,2 milhão de reais entre 2016 e 2017”. 

Se deve ser investigado? É certo que sim. É para isso que servem os relatórios de inteligência financeira do COAF. 

Pontuar as suspeitas no meio de bilhões de transações 

diáriashttps://www.terra.com.br/noticias/brasil/movimentacao-atipica-de-ex-assessor-de-flavio-bolsonaro-pode-levar-a-investigacao,8bb3ff45edd7744a4cad8dab9d014e87963u9zqu.html

Dallagnol – 10:04:00 – Não sei se convém o nível 2. Não podemos ficar quietos, mas é neste momento um pouco como com RD. Vamos depender dele pra reformas… Não sei se vale bater mais forte

Pozzobon –10:07:15 – Pois é
Pozzobon – 10:07:26 – To na msm dúvida
Depois de sugerir diferentes declarações que poderiam dar sobre o caso de Flávio, Dallagnol concluiu: “Só pode ser lido como chapa branca”.

 Pozzobon concordou e deu o seu veredito: “O silêncio no caso acho que é mais eloquente”.
Um mês e meio depois, no dia 21 de janeiro de 2019, no mesmo grupo, Dallagnol disse ter sido convidado pelo Fantástico, da rede Globo, para uma entrevista sobre foro privilegiado (a emissora preferiu não comentar o assunto). 

O procurador estava ansioso para falar do caso que a produção do programa indicou ser o foco da matéria – denúncias envolvendo o deputado federal Paulo Pimenta, do PT –, mas relutou em aceitar o convite por receio de que tivesse que falar também das tentativas de Flávio Bolsonaro de usar o foro privilegiado para barrar as investigações, mesmo que o caso tenha ocorrido quando ainda era deputado estadual, antes de sua posse como senador.

Dallagnol expressou sua relutância, calculando que o risco de ter que tratar do assunto era maior que os eventuais benefícios da entrevista: “Eu não vejo que tenhamos nada a ganhar porque a questão do foro já tá definida.” 

colegas da Lava Jato concordaram que a melhor opção era rejeitar o convite do Fantástico para evitar o que chamaram de um “bola dividida Flávio Bolsonaro” (a emissora preferiu não comentar o assunto).

21 de janeiro de 2019 – grupo Filhos do Januario 3
Dallagnol – 16:44:44 – [mensagem encaminhada] Pessoal, temos um pedido de entrevsita do fantástico sobre foro privilegiado. O caso central é bom, envolvendo o Paulo Pimenta, se isso for verdade rs. O risco é eles decidirem no fim focar no Flávio Bolsonaro eusarem nossas falas nesse outro contexto. 

De um modo ou de outro, o que temos pra falar é a mesma coisa. Além disso, algumas informações que buscam não temos (são da PGR). A questão é se é conveniente darmos entrevista para essa reportagem ou não. Eu não vejo que tenhamos nada a ganhar porque a questão do foro já tá definida. Diferente de uma matéria sobre prisão em segunda instância…

Dallagnol – 16:44:44 – [mensagem encaminhada] Dr., Geovani, da RBS vai mandar e-mail pedindo entrevista com vc para o Fantástico. 
Matéria ésobre foro privilegiado. Eles levantaram uma história sobre o Paulo Pimenta que responde a um processo que desceu do STF. E tb vão abordar a questão do caso do filho do Bolsonaro/Queiroz.

Dallagnol – 16:44:44 – [mensagem encaminhada] Ele pediu a entrevista para até quarta-feira. Assim que o e-mail chegar, colocamos aqui.

Dallagnol – 16:44:44 – [mensagem encaminhada] Prezados, boa tarde Domingo, iremos exibir, no Fantástico, uma reportagem na qual iremos abordar um processo por estelionato a que o deputado Paulo Pimenta responde no Supremo. 

Teremos uma entrevista exclusiva de um primo dele, laranja de um esquema envolvendo compra e venda de arroz, com envolvimento do ex-diretor do Dnit, Hideraldo Caron. 

Essa suspeita contra o Pimenta será nosso principal case numa reportagem sobre os casos em que políticos perderam o foro, devido ao entendimento do Supremo de que a prerrogativa só existe para crimes cometidos durante o mandato e que dizem respeito ao mandato. 

Assim, citaremos também o caso F. Bolsonaro, que surgiu após o início da nossa apuração. Iremos incluir, ainda, um levantamento do STF mostrando a quantidade de processos que baixaram para o primeiro grau, os políticos que possuem maior número de processos, etc.

 Assim, pergunto se o doutor Deltan poderia gravar conosco, para falar dos reflexos da restrição do foro para os envolvidos na Lava-Jato e também sobre a questão do foro, em si. 

Vocês tem um levantamento de quantos políticos investigados estão nessa situação, ou seja, já estão respondendo no primeiro grau? Já dá pra afirmar que esses processos estão tramitando de forma mais rápida? Quantos recorreram para manter os procedimentos no STF? No aguardo Muito obrigado
Dallagnol – 16:44:48 – O que acham?

ulio Noronha – 16:50:02 – Acho q não é uma boa; além da bola dividida Flávio Bolsonaro, e de ser pauta já definida pelo STF, Paulo Pimenta já nos representou algumas vezes

Antonio Carlos Welter – 16:59:18 – Pelo Pimenta não vejo problema. O ruim é a bola dividida. Mas não dividir pode ser pior. Fica seletivo
Welter – 17:03:00 – Se falar em tese, não vejo problema. Mas e a Raquel, não vai chiar de novo?
‘Xiiiiiiiii




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