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sexta-feira, 13 de abril de 2018

DELAÇÃO NA MARRA! Leia Narrativa De Gilmar Sobre Ameaça De Estupro Contra Réus Da Lava Jato


DELAÇÃO NA MARRA! Leia Narrativa De Gilmar Sobre Ameaça De Estupro Contra Réus Da Lava Jato

Por Redação Click Política Última Atualização 13 abr, 2018


Por Ana Pompeu do Conjur:

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teceu duras críticas à forma com que o Ministério Público vem negociando delações premiadas. 

Especialmente na operação “lava jato”, diz o ministro, os procuradores vêm usando de métodos questionáveis em sua “estratégia de persuasão” para transformar investigados em delatores.

Supremo terá de rever poder de investigação do Ministério Público por causa de abusos cometidos por procuradores, diz Gilmar Mendes.

Durante sessão da 2ª turma do STF na terça-feira (20/3) que trancou o inquérito contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o ministro classificou como severo e preocupante o desempenho de procuradores.


O inquérito contra o governador foi instaurado em março de 2016 para apurar delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral, com base nas declarações do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Sousa, delator

Na delação, o colaborador apresentou uma nota que seria a prova de que recursos teriam sido repassados à campanha de Beto Richa.

“Vamos ter de rediscutir, talvez, no âmbito do tribunal a investigação feita pelo MP. 

Parece que, pelas notícias que correm, que os promotores se entusiasmaram em demasia com aquilo que se chama ‘investigação à brasileira’”, disse Gilmar.

A investigação pelo MP sem a polícia foi declarada constitucional pelo Supremo em 2015. 

O ministro Gilmar foi o relator e autor do voto vencedor, responsável pela tese que definiu a questão no Plenário. 

Agora, ele considera que as práticas do MP demonstraram que procuradores vêm abusando desse novo poder.

De acordo com o ministro, advogados levaram a ele relatos de que procuradores do Rio de Janeiro teriam ameaçado o empresário Eike Batista de ser estuprado no presídio e de ser filmado nessas condições. 

“Quer dizer, se isto é minimamente verdade, é algo que repugna, repudia. A que ponto se pode chegar?”, disse.

Antes, Gilmar falou do ex-procurador da República Marcelo Miller, que negociou o acordo de leniência da JBS, e o chamou de “Massaranduba-Miller”. 

Hoje advogado, o ex-procurador era conhecido por ser irredutível e rigoroso nas negociações.

 Massaranduba era o nome de um personagem do Casseta e Planeta que “se fingia de macho só para rolar com outro macho no chão”, segundo TV Globo.

 Miller deixou o Ministério Público Federal para negociar o acordo de leniência do Grupo J&F, dono da JBS.

“Este personagem de triste memória no MP e que fazia investigações —vamos chamar assim — atípicas, fazendo ameaças. 

‘Não se comporte como uma moça virgem, querendo mostrar apenas os seios, tem que mostrar a vagina.’ 

Era essa a linguagem delicada que Miller usava nas suas investigações”, narrou Gilmar, que diz ainda que o MP “produziu gente” como o ex-procurador.

Corporações

Em nota, os procuradores da “lava jato” no Rio de Janeiro reclamaram da fala do ministro Gilmar.

 “O mínimo que se espera de um Ministro da mais alta Corte do país é que profira seus votos com base em elementos de convicção seguros e de preferência produzidos nos autos do caso a ser julgado, não em insinuações ou aleivosias lançadas a partir de versões por ‘ouvir dizer’.”


Os procuradores dizem ter falado com Eike Batista na prisão e não ter ouvido dele queixas de ameaça “por qualquer agente público”.

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) também reclamou do ministro. 

“Informações ditas com base em “ouviu dizer”, com conjecturas teratológicas e irresponsáveis são incabíveis na voz de um ministro da Suprema Corte”, diz o texto assinado pelo presidente da entidade, José Robalinho Cavalcanti. 

A nota diz também que o ministro usa da posição que tem para, reiteradamente, atacar investigadores.




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sábado, 24 de março de 2018

Ministro Do STF Denuncia “Chantagem” Da Lava Jato E Defende Fim Do Abuso, ‘Temos Que Rever Isso’


Ministro Do STF Denuncia “Chantagem” Da Lava Jato E Defende Fim Do Abuso, ‘Temos Que Rever Isso’



Por Ana Pompeu, do Conjur

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, teceu duras críticas à forma com que o Ministério Público vem negociando delações premiadas. 

Especialmente na operação “lava jato”, diz o ministro, os procuradores vêm usando de métodos questionáveis em sua “estratégia de persuasão” para transformar investigados em delatores.

Supremo terá de rever poder de investigação do Ministério Público por causa de abusos cometidos por procuradores, diz Gilmar Mendes.

Durante sessão da 2ª turma do STF na terça-feira (20/3) que trancou o inquérito contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), o ministro classificou como severo e preocupante o desempenho de procuradores.

O inquérito contra o governador foi instaurado em março de 2016 para apurar delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral, com base nas declarações do ex-auditor fiscal Luiz Antônio de Sousa, delator. 

Na delação, o colaborador apresentou uma nota que seria a prova de que recursos teriam sido repassados à campanha de Beto Richa.

“Vamos ter de rediscutir, talvez, no âmbito do tribunal a investigação feita pelo MP. 

Parece que, pelas notícias que correm, que os promotores se entusiasmaram em demasia com aquilo que se chama ‘investigação à brasileira’”, disse Gilmar.

A investigação pelo MP sem a polícia foi declarada constitucional pelo Supremo em 2015. 

O ministro Gilmar foi o relator e autor do voto vencedor, responsável pela tese que definiu a questão no Plenário. 

Agora, ele considera que as práticas do MP demonstraram que procuradores vêm abusando desse novo poder.

De acordo com o ministro, advogados levaram a ele relatos de que procuradores do Rio de Janeiro teriam ameaçado o empresário Eike Batista de ser estuprado no presídio e de ser filmado nessas condições. 

“Quer dizer, se isto é minimamente verdade, é algo que repugna, repudia. 

A que ponto se pode chegar?”, disse.

Antes, Gilmar falou do ex-procurador da República Marcelo Miller, que negociou o acordo de leniência da JBS, e o chamou de “Massaranduba-Miller”. 

Hoje advogado, o ex-procurador era conhecido por ser irredutível e rigoroso nas negociações.

 Massaranduba era o nome de um personagem do Casseta e Planeta que “se fingia de macho só para rolar com outro macho no chão”, segundo TV Globo.

 Miller deixou o Ministério Público Federal para negociar o acordo de leniência do Grupo J&F, dono da JBS.

“Este personagem de triste memória no MP e que fazia investigações —vamos chamar assim — atípicas, fazendo ameaças. 

‘Não se comporte como uma moça virgem, querendo mostrar apenas os seios, tem que mostrar a vagina.’ 

Era essa a linguagem delicada que Miller usava nas suas investigações”, narrou Gilmar, que diz ainda que o MP “produziu gente” como o ex-procurador.

Corporações

Em nota, os procuradores da “lava jato” no Rio de Janeiro reclamaram da fala do ministro Gilmar. 

“O mínimo que se espera de um Ministro da mais alta Corte do país é que profira seus votos com base em elementos de convicção seguros e de preferência produzidos nos autos do caso a ser julgado, não em insinuações ou aleivosias lançadas a partir de versões por ‘ouvir dizer’.”


Os procuradores dizem ter falado com Eike Batista na prisão e não ter ouvido dele queixas de ameaça “por qualquer agente público”.

A Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) também reclamou do ministro. 

“Informações ditas com base em “ouviu dizer”, com conjecturas teratológicas e irresponsáveis são incabíveis na voz de um ministro da Suprema Corte”, diz o texto assinado pelo presidente da entidade, José Robalinho Cavalcanti. 

A nota diz também que o ministro usa da posição que tem para, reiteradamente, atacar investigadores.


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sábado, 27 de maio de 2017

JORNALISTA ADVERTE: Cuidado perigo à vista; CONFIRA!

JORNALISTA ADVERTE: Cuidado perigo à vista; CONFIRA!
27 de maio de 201
 

Definitivamente está explicitamente comprovado que a força tarefa da Operação Lava Jato tem um endereço certo.

Todos sabem e eles não fazem a menor cerimônia em demonstrar que querem o ex-presidente fora da disputa eleitoral de 2018, e por consequência jogar os cachorros em cima do PT, para inviabilizar totalmente as chances de um aliado de Lula ser indicado candidato com o apoio do mesmo de dentro de uma das carceragens desse país.

O fato dessa revolta e perseguição contra o ministro do STF Gilmar Mendes, por parte do Ministério Público Federal, ocorreu exatamente depois que o magistrado, foi papel fundamental para retirar o ex-ministro José Dirceu (PT), dos porões da Lava Jato de Moro na ‘República de Curitiba”.

Todos recordam de quando ainda no governo Dilma (PT), o ministro Mendes, rechaçou a nomeação do ex-presidente Lula, para chefe da Casa Civil, alegando que Lula estaria buscando refúgio no cargo para se livrar do todo ‘poderoso’ juiz Sérgio Moro de Curitiba e da grande mídia, com a força Tarefa da Lava Jato, tendo inclusive aplaudido o ministro Gilmar, mesmo existindo uma dúvida na época, se a prerrogativa não era exclusiva do relator da operação, na época o ministro Teori Zavascki, supostamente assassinado em um acidente aéreo praticamente na cabeceira da pista do aeroporto Santos Dumont no estado do Rio.

Outro fato lamentável e muito estranho, é que a grande mídia que lançou o golpe contra Dilma desrespeitando a vontade da maioria dos brasileiros, apoiando inclusive a introdução de Michel Temer no governo, agora mira e usa toda sua munição em cima do atual chefe do executivo brasileiro.

Uma realidade estranha foi a questão de que nem as críticas feitas por Gilmar Mendes contra as ações abusivas dos meninos de Curitiba e da PGR, trouxeram tanta revolta e indignação quanto ao fato da libertação de José Dirceu (PT), Bumlai amigo de Lula (PT), que inclusive chegaram a usar a desculpa de que apenas a preocupação era com a libertação do empresário Eike Batista, para não estampar a verdadeira revolta: José Dirceu.

A realidade é que a mídia está querendo se livrar de Michel Temer, não porque o mesmo fez parte de um ‘Golpe’que eles inclusive deram apoio e participaram de maneira direta, mas sim, por interesses pessoais não obtidos e hoje tenta a todo custo passar uma imagem para opinião pública de que é contra o modo de governar do presidente Temer ou quem sabe, tentando sair do sucateamento ou de uma crise existencial, que foi submetida por conta de uma ação farsista, requintada de crueldade e falta de respeito para com o Brasil.

De uma coisa os brasileiros devem ficar preparados, depois da cassa à Michel Temer, eles irão focar no ex-presidente Lula (PT), e nos seus aliados políticos, disso os senhores não tenham a menor dúvida.

Uma prova de que isso irá acontecer é visível, a Globo e outros veículos de comunicação não querem em hipótese alguma eleições diretas agora, e sim a indireta, pois sabem que Lula ocasionaria um sério risco à eles, como exemplo, ser eleito pela a maioria do povo, presidente da República do Brasil, fato que os mesmos abominam, ou seja tudo pode acontecer, menos o fato de Lula voltar ao comando dos destinos do país.

A população deve ficar em alerta, principalmente os simpatizante de Lula, pois essa folga ao ex-presidente é no minimo muito estranha, por enquanto as atenções se voltam para o caso Temer, os arrochos continuam acontecendo em Curitiba, tudo pela condenação do ex-presidente e ninguém escuta os apelos de Dilma (PT), para que a Suprema Corte reconheça o ‘golpe’e devolva o seu mandato de direito, o que é lamentável.

Uma pergunta que não quer calar: Por que de repente, não mais do que de repente, o ministro Gilmar Mendes do STF, passou a ser investigado pela Lava Jato de Moro e Janot?

Click Política

Matéria do Jornalista: Gil Silva


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AGRADEÇO A TODOS 


segunda-feira, 1 de maio de 2017

EITA: Esposa de Gilmar Mendes tem nome citado em caso envolvendo Eike

EITA: Esposa de Gilmar Mendes tem nome citado em caso envolvendo Eike
1 de maio de 2017
 

Amanda Acosta


A advogada Guiomar Feitosa de Albuquerque Lima Mendes 
é formada na Universidade de Brasília, desde julho de 1978.

Já ocupou inúmeros cargos públicos, sendo os mais relevantes o de Secretária-Geral do Tribunal Superior do Trabalho, Diretora-Geral do Tribunal Superior Eleitoral e Secretária-Geral da Presidência do Supremo Tribunal Federal.

Trocou o serviço público pela advocacia. Trocou altíssimos salários por ganhos muito mais vultuosos na maior banca do país, o escritório Sergio Bermudes Advogados Associados, e uma inusitada parceria 
com o marido.

O escritório, fundado no final da década de 60, atingiu o auge de seu crescimento nas décadas de 80 e 90. Hoje tem 500 funcionários, sedes no Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília e 81 advogados associados, entre eles Guiomar Mendes.

Um desses advogados associados, sob a condição de anonimato, garante que em todas as causas que entram no escritório, existe uma parte dos honorários que é rateada entre todos os seus membros.

Diante da revelação, é certo que a advogada Guiomar Mendes, apesar de não ter o seu nome no instrumento de procuração outorgado por Eike Batista, o que é intrigante, recebeu os honorários correspondentes, o que é desmoralizante para o marido, que monocraticamente concedeu o habeas corpus.





terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Serra monta farsa, sai do governo para se blindar no Senado e contar com a proteção do STF e da PGR contra a Lava Jato

Serra monta farsa, sai do governo para se blindar no Senado e contar com a proteção do STF e da PGR contra a Lava Jato
28/02/2017
 

“Pelos caminhos do mundo, nenhum destino se perde: há os grandes sonhos dos homens e a surda força dos vermes”. (Cecília Meirelles, no Romanceiro da Inconfidência)

O senador golpista e ex-ministro entreguista do Itamaraty, José Serra, não dá ponto sem nó. Nunca deu, como nunca apresentou ao público e a quem de direito os seus diplomas de engenharia e de economia, quando se apresenta para ocupar cargo público. 

Serra — o Careca —, neste caso, parece com o presidiário e empresário “falido”, Eike Batista, o dono do grupo EBX, que, como todos os empresários predadores que vicejam no Brasil, cantam loas e boas à iniciativa privada. 

Contudo, e para o bem da verdade, é que grande parte dos megaempresários enriqueceram sob a sombra do estado nacional, dos governos dos estados da Federação e das prefeituras de médios e grandes municípios.

Dinheiro público aplicado diretamente em seus bolsos, de forma que possam viver durante todos os anos de suas vidas, juntamente com suas famílias e associados, como verdadeiros nababos, a se locupletar do estado patrimonialista, que transfere seus recursos para os negócios privados dos inquilinos da casa grande. 

É a praxe há 517 anos neste País; e é exatamente o que o governo fundamentalista de mercado e pária de *mefistófeles — vulgo *MT — está a fazer a toque de caixa e a seguir à risca sua agenda negativa, entreguista, ultraliberal e inacreditavelmente contra os interesses do Brasil.

O golpe à moda bananeira perpetrado por uma casa grande provinciana, ignorante e corrupta, que teve a cooperação, a aquiescência e a cumplicidade vergonhosa de seus subordinados togados, que militam politicamente no STF, na PGR e em varas de primeira instância como a de Curitiba, que se transformaram em pilares importantes para que se efetivasse um golpe de estado contra a soberania popular aparentemente consolidada pelas urnas desde 1989, a Constituição, o Estado de Direito e a presidente constitucional e legítima, Dilma Rousseff.

Não se viu até hoje nada igual a esse governo composto por traidores tão “dignos” quanto a uma escória, que lutam para escapar da cadeia por causa da Lava Jato, porque até os governos de direita do passado resguardavam as questões nacionais estratégicas e não retiraram direitos pétreos do povo brasileiro. 

Nem o Neoliberal Golpista I — o FHC — foi tão fundo, no 
que tange à miserabilidade moral e à perversidade despida 
de qualquer humanidade.

Os militares, por exemplo, tinham atenção com as questões estratégicas do País, a aplicar recursos em hidrelétricas, a exemplo de Itaipu, bem como a proteger o setor nuclear, quando não aceitaram, no governo do general-presidente Ernesto Geisel, as condições impostas pelos Estados Unidos para que o Brasil construísse usinas nucleares.

Geisel recusou o acordo com os estadunidenses e formalizou contratos de cooperação científica e tecnológica com a Alemanha Ocidental, na época um país dividido por causa da Guerra Fria. 

São apenas dois exemplos que cito, pois a finalidade é mostrar o quanto o governo de *mi-shell temer é a antítese do que é racional e prudente, porque antinacionalista e antidemocrático, mas descaradamente entreguista, pernicioso e perigosíssimo para os interesses do Brasil e do desenvolvimento social e econômico do povo brasileiro e de seus trabalhadores. Só não vê quem não quer ou está de má-fé.

Dito isto, voltemos a Serra, indivíduo que é parte importante do governo essencialmente empresarial, que não tem quaisquer preocupações em desenvolver o País e emancipar seu povo. É nítido e visível. Basta apenas elencar as ações e atos da agenda feroz e covarde dos golpistas que tomaram o poder de assalto e, por causa desta realidade, sentem-se à vontade para entregar e pilhar o Brasil, em todos os setores e segmentos de negócios e de atividade humana.

Porém, o assunto principal deste artigo não é o Amigo da Onça de alcunha *mi-shell temer e seu governo incompetente e fracassado, por ter sido parido natimorto. Também não é protagonista do assunto da narrativa o presidiário Eike Batista, o ex-badalado playboy, “garoto” dos olhos da imprensa de negócios privados inconfessáveis e pelo high society brasileiro de alma fútil, leviana e de caráter egoísta e perverso. 

O assunto dispõe sobre a saída de José Serra do governo pária e ilegítimo de *temer — o pai de todos os fracassos quando se trata de economia, administração pública e honra.

A questão se reporta à ação de tal sujeito ególatra e que não mede consequências para atingir seus propósitos políticos e, inversamente à sua postura política e de vida, resolve sair do poder, até porque ninguém participa de um golpe de estado terceiro-mundista para depois entregar “sua” cadeira de mão beijada, mesmo se for para um tucano empedernido e usurpador como o é o próprio José Serra.

“Por quê?” Fiquei a me perguntar…, pois são muitas as indagações e reticências. 

Entretanto, visualizo feixes de luz em meus pensamentos e percebo que José Serra, homem de caráter vingativo, intolerante e nada solidário, jamais tomaria decisão tão drástica sem, todavia, mexer em seu tabuleiro de xadrez político. 
Evidente, uai!

A verdade é que Serra antecipou sua blindagem, no que concerne às delações da Odebrecht via Lava Jato, porque movido por um timing de sobrevivência política de estilo sorrateiro, que poucos políticos possuem, pois há muitos anos se envolve em situações periclitantes, que o levam moralmente a ser contestado e criticado por grande parte dos eleitores brasileiros. Serra foi duas vezes candidato a presidente e por duas vezes foi derrotado pelo PT de Lula e Dilma.

Suas ações e seu distanciamento atávico dos sentimentos e das reivindicações populares são como se fossem sua marca como político dedicado aos interesses da grande burguesia brasileira e da plutocracia internacional. E é exatamente dessa forma que o senador de direita e do PSDB paulista se pautou à frente do Itamaraty do governo golpista e usurpador de *mi-shell temer.

Serra, apesar de ser matreiro, não engana a todo mundo e, com efeito, chama a atenção da sociedade civil e de servidores públicos do Judiciário, que sabedores de sua atuação em casos de corrupção repercutidos pela imprensa de mercado, que sempre estendeu-lhe a mão “amiga”, a chamá-lo, sobejamente, de “elite da elite”, compreendeu que sendo alvo das delações da Odebrecht, pois acusado de receber R$ 23 milhões, colocará o governo ilegítimo na vitrine, que por sua vez vai receber pedradas da oposição partidária e da sociedade organizada, além de setores do Judiciário que não se deixaram levar por vaidades frívolas ao tempo que persecutórias por parte de autoridades, como Rodrigo Janot, Gilmar Mendes, dentre inúmeros juízes do STF, procuradores, a exemplo de Deltan Dallagnol, assim como juiz seletivo, parcial e midiático, como o Sérgio Moro.

Serra em sua carta “singela” a *temer, alegou motivos de saúde para deixar o governo ilegítimo e golpista. “Faço-o com tristeza, mas em razão de problemas de saúde que são do conhecimento de Vossa Excelência, os quais me impedem de manter o ritmo de viagens internacionais inerentes à função de chanceler” — afirmou o chancelar golpista, para logo complementar: “Para mim, foi motivo de orgulho integrar sua equipe”.

Pois é… Legal o José Serra, não? A verdade é que os tucanos, e neste caso em particular o Serra, contam com a impunidade por intermédio de blindagem por parte do sistema judiciário envolvido com os interesses políticos da Lava Jato. 

Venhamos e convenhamos: até hoje e a despeito de os políticos mais importantes do PSDB terem sido muitas vezes denunciados e delatados, sendo que alguns, como o senador Aécio Neves, são megadelatados, nenhum tucano ou político do DEM foi encarcerado ou humilhado ao depor ou levado coercitivamente de sua casa como criminoso, realidade terrível que fizeram covardemente e desrespeitosamente com o ex-presidente Lula.

As testemunhas levadas a depor pela acusação, quase 30, isentaram o Lula de ter participado ou 
se beneficiado de ações e atos corruptos, o que deixou o perseguidor e justiceiro Sérgio Moro atônito e inconformado, porque sua missão a ser cumprida é impedir que Lula seja candidato nas eleições de 2018. 

Isto está claro, porque não é mais possível concordar com as ações dos procuradores do powerpoint mentiroso e manipulador e do magistrado que vazou diálogo de uma presidente em plena atividade de suas prerrogativas constitucionais, ou seja, autoridades que cometem crimes, pois o objetivo não é mais prender o Lula ou que o valha.

O propósito é desconstruir e desqualificar sua imagem e a 
do PT, mantê-los sob pressão política e eleitoral, jogá-los, indefinidamente, nas manchetes das mídias golpistas, que recebem vazamentos criminosos de servidores que cometem crimes e têm consciência disso, pois envolvidos. 

indevidamente, com a luta política e partidária, porque se aproveitam de seus cargos e do dinheiro público para efetivarem suas ações políticas e, por seu turno, cometerem suas arbitrariedades, a seus bel-prazeres, porque o Brasil vivencia hoje uma ditadura não assumida e comandada por juízes, procuradores, delegados e políticos.

Atores de teatro de horrores, que conquistaram o poder ao tomarem de assalto o Palácio do Planalto, sem a legitimidade das urnas e sem a aquiescência de 54,5 milhões de eleitores, que tiveram seus votos despoticamente rasgados. 

A questão é saber quem se importa com tamanha patifaria e canalhice, quando servidores das corporações do Estado nacional se voltam contra a estabilidade democrática e institucional, assim como resolvem optar por rasgar a Constituição, com a intenção de dar fim ao pacto social formalizado pela sociedade brasileira, no ano de 1988, quando a Carta Magna foi sancionada e aprovada após 21 anos de ditadura.

Rasgaram a Constituição Democrática, da Cidadania e dos Direitos Civis para permitir o golpe de estado por parte de bárbaros e selvagens testas de ferro do grande empresariado, a desmontar o estado nacional, tirar direitos previdenciários e trabalhistas dos trabalhadores e aposentados, extinguir dezenas de programas de inclusão social e igualdade de oportunidades, além de entregar ou extinguir projetos estratégicos à gringada esperta, malandra e pirata, que trata esse governo pária como um governo de subalternos e subservientes, colonizados e patéticos, de um país miserável onde viceja uma “elite” vagabunda e igualmente miserável e antinacionalista.

Serra saiu do governo pária e despótico e vou dizer por quê: porque ele não quer chamar a atenção, pois o Itamaraty dá muita visibilidade, além de seu capataz na Petrobras, o Pedro Parente, ser o sujeito mão de tesoura que está a esquartejar a Petrobras, a vender suas subsidiárias e a entregar o Pré-Sal. 

Um crime de lesa-pátria sem precedente na história deste País. Se fosse em um País civilizado, esses entreguistas sem eira nem beira seriam presos, porque lugar de traidor é na cadeia. E, se fosse em um país radical ou fundamentalista nos campos religiosos e político, no que tange aos seus regimes, esses seres dantescos e medíocres poderiam ser punidos com a pena de morte. Fato.

Porém, aqui é o Brasil. Um pardieiro sem lei e sem respeito, onde viceja uma burguesia dona da casa grande extremamente violenta, corrupta e perversa, bem como odeia profundamente o Brasil, sendo que três dos inúmeros motivos são os preconceitos raciais, de classe e origem, além do inenarrável, indescritível e incomensurável complexo de vira-lata. É de doer nos ossos, na alma e na consciência. 

Aqui é a terra da bagunça, lugar onde se efetiva golpes, e o mais rico, o que pode mais, invade com violência e arrogância o espaço do outro e não respeita seus direitos.

Trata-se do autêntico foda-se! A selvageria em toda sua essência e plenitude. A cara e o focinho do Brasil do golpe terceiro-mundista afeito às republiquetas das bananas. O Brasil é a Banânia! Não restam dúvidas. Aqui fica tudo por isto mesmo. Terra da classe média malandra e espertalhona, pois moralista sem moral. 

Terra dos ricos ladrões, que mamam nas tetas do Estado, sabotam a economia do País, boicotam os consumidores e os contribuintes e não são cobrados por suas roubalheiras ou incompetências ao administrarem seus negócios dignos de gângsters. Também, com um Judiciário desse ninguém precisa de inimigo.

José Serra é esperto e… golpista! Se livra dos holofotes do Itamaraty e assim evita mais pressão contra o governo do atraso e do retrocesso de espírito escravocrata, além de não perder o foro especial por prerrogativa de função, pois o tucano vendilhão e traidor da Pátria é senador. 

Contudo, não é somente isto que está em jogo. No Senado, Serra terá a proteção de seus pares e companheiros de sedição e de golpe contra a presidente legítima e constitucional Dilma Rousseff.

O governo tem maioria e os senadores, grande parte envolvida na Lava Jato, não irão deixar o José Serra na mão. 

Vale lembrar que o tucano também é figura carimbada dos escândalos de corrupção do Metrozão/Trenzão, no Estado de São Paulo, dentre muitos outros episódios nada modestos quando se trata de acusações e denúncias de corrupção contra o senador José Serra, conforme as notícias da imprensa alienígena amiga dos tucanos e dos procuradores e delegados de polícia. Ponto.

Supostamente com problemas de saúde — o político paulista já usou tais subterfúgios em outros episódios quando sob pressão —, Serra sai do palco iluminado e se resguarda, a fim de esperar ações que o blindem, não somente no Senado, mas, sobretudo, no STF e na PGR, que estão a cozinhar o galo que se veste de preto conhecido como Sérgio Moro, do PSDB do Paraná, que se deixa fotografar e a sorrir ao lado dos inimigos do PT, de Lula e de Dilma, a exemplo de João Dória, Aécio Neves, membros da família Marinho (nunca sei o nome dos irmãos de uma família conspiradora de golpes de estado contra presidentes trabalhistas), *mi-shell temer, Geraldo Alckmin e tucanos em geral, além de ter recebido o prêmio “Operário Padrão” das Organizações(?) Globo, que malandra como é, mudou seu nome para Grupo Globo.

Serra saiu do Itamaraty, pois seu projeto de entrega do pré-sal a estrangeiros está a ser efetivado de vento em popa. Missão cumprida. Além disso, o espertalhão, que age como leitão para poder mamar deitado, sabe que Rodrigo Não Devo Nada a Ninguém Janot, o procurador-geral da República, e o juiz (sic) do STF que vai ser empossado logo, logo, que responde pelo nome de Alexandre Lex Luthor de Moraes, bem como as presenças impolutas e politicamente conservadoras dos condestáveis Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Celso de Mello, Luiz Fux, Rosa Weber, Cármen Lúcia, dentre outros, permitirão que José Serra se sinta à vontade, seguro e satisfeito como pinto no lixo. 

Não somente o Serra, mas também muitos dos golpistas do PSDB e do PMDB, que tomaram o poder assalto mediante a um golpe.

A verdade é que o PSDB é e sempre foi o partido do sistema de capitais, das grandes corporações multinacionais e alinhado aos interesses dos governos dos Estados Unidos ou dos “Esteites” ou da “América”, como gostam de falar com orgulho e admiração os coxinhas ignorantes sobre história, despolitizados e paneleiros de barrigas cheias e amantes do pato amarelo corrupto da Fiesp. Os coxinhas irremediavelmente colonizados, detratores de seu próprio País e tão entreguistas quanto os donos dos meios de produção. 

Só que tem uma diferença: coxinhas são empregados e vivem de salários. É mole ou quer mais?

O PSDB tem o *temer nas mãos, e o golpista só cai do poder se o PSDB quiser. O presidente usurpador, denunciado e acusado 43 vezes somente pela Odebrecht é, na realidade, um fantoche e, por sua vez, tornou-se meramente um despachante do PSDB, que conquistou o poder. 

Nada importa aos delegados, procuradores e juízes se tucanos e peemedebistas estão envolvidos com corrupções. A Lava Jato é um instrumento político e de opressão contra o Lula. Somente para o Lula, ainda mais que o líder trabalhista lidera todas as pesquisas de forma acachapante.

Volto a repetir: a Lava Jato, um covil de covardias e perseguições, não é, por exemplo, para o ex-presidente José Sarney, que foi pego com a mão na botija, a conspirar com o Sérgio Machado e o Romero Jucá sobre a queda de Dilma, ou seja, a conspirar também para obstruir as ações da Lava Jato. Entretanto, os políticos e partidários do STF, que também atuam como juízes, consideraram, sem vacilar, que José Sarney não poderá ficar nas mãos de Sérgio Moro. Só que Sarney não tem mandato e, por conseguinte, seu foro não é especial.

Todavia, o Lula está nas mãos persecutórias, injustas e partidárias de Sérgio Moro. Sim senhor. Lula foi presidente e, tal qual a Sarney, não tem mandato e foro privilegiado. Então, vamos à pergunta que não quer calar: há condições, mínimas que sejam, para confiar em um Supremo que se tornou minúsculo? Trata-se de uma corte que se apresenta muito menor que o Brasil e dele não é digno, que se tornou tenebrosamente partidária, muda e surda, pois cega sempre foi e pelo o andar da carruagem vai continuar a não enxergar os crimes daqueles que a Justiça defende e protege. É o fim da picada.

Obviamente que não dá para confiar, porque além deste episódio, Lula também foi impedido de assumir a Casa Civil enquanto o Moreira Angorá Franco pôde assumir cargo que o permita ter foro especial para não ter de responder à Lava Jato e sim ao STF. Dois pesos e duas medidas. 

É assim que a banda toca nessas paisagens tupiniquins. Dessa forma que se blinda os apaniguados e os testas de ferro do sistema político e econômico que assumiu o poder por intermédio do crime de golpe de estado.

A tucana Eliane Cantanhêde, a jornalista do partido da “massa cheirosa”, o PSDB, quase me mata de rir, quando ela, do alto de sua inquieta alienação e de um elitismo que chega a ser arrivista, afirmou que os amigos de José Serra estavam preocupados com sua depressão. Segunda a moça da massa cheirosa, Serra, o coitadinho, “não estava feliz no cargo, que é muito distante da Fazenda com que sonhou, e temia entrar num bolo comum dos ministros e parlamentares da base aliada citados na Lava Jato”. Bingo!

Serra, então, de acordo com a colunista tucana, é um homem muito importante para ser jogado na vala comum da Lava Jato. Apesar de sua incompetência comprovada, como ocorreu no Itamaraty, tanto que seus amigos preocupadíssimos com sua “depressão”, sabiam, como sabe a Cantanhêde, que a agenda do chanceler golpista e usurpador do poder era vazia porque o tucano, na verdade, não tem expressão e foi tratado com um pária golpista da casa grande de país de terceiro mundo pela comunidade internacional.

As ações e declarações questionadoras no que tange aos golpistas se deram nos âmbitos da ONU, da OEA, da OIT, da OMS, do Mercosul e de outros órgãos internacionais, bem como por parte de deputados e senadores franceses e norte-americanos, das academias e universidades de inúmeros países e da poderosa imprensa capitalista estrangeira, que, evidentemente, não pode ser chamada pela direita cucaracha, colonizada, provinciana e tacanha do Brasil de comunista, bolivariana, petista ou adjetivos outros. 

Aí não dá. Serra representa a fraude e a farsa na política. Ele deixou o Itamaraty para se blindar melhor e sumir do mapa, o que é mais factível como senador do que como chanceler. Serra foi um fracasso retumbante como chanceler, porque jamais pensou além de seu umbigo.

A verdade é que José Serra está a dar o que chamam na gíria popular de “migué” ou está a dar uma de “João sem braço”, o que é a mesma coisa. 

Por sua vez, seus aliados e partidários compreendem o panorama político deste Brasil de tradição golpista e civilizadamente atrasado, porque submetido há séculos à irresponsabilidade e à violência de uma casa grande bárbara que jamais, e em hipótese alguma, pensou no Brasil. 

Serra saiu do governo pária e ilegítimo para se blindar e ser protegido pelo Senado, PGR e STF. É isso aí.




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PESQUISA REVELA: Cunha é eleito o maior bandido de todos os tempos e população pede prisão perpétua para o mesmo; CONFIRA!


PESQUISA REVELA: Cunha é eleito o maior bandido de todos os tempos e população pede prisão perpétua para o mesmo; CONFIRA!
19 de fevereiro de 2017
 

Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é o maior vilão do Brasil, revela uma pesquisa nacional inédita feita pelo Paraná Pesquisas na semana passada com 2.020 entrevistados de 26 estados.
Para 35,7%, Cunha é “o mais nocivo para o Brasil pelo que já fez” entre os presos da Operação Lava Jato, seja na cadeia ou em prisão domiciliar. Depois aparecem o ex-governador do Rio Sergio Cabral (14,3%), José Dirceu (9,9%), Marcelo Odebrecht (9%) e Eike Batista (8,1%).
Os números foram divulgados na coluna de Lauro Jardim, no Globo, neste domingo 18.


quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral

Marina Silva embolsou meio milhão de Reais de Eike Batista, mesmo valor dado a Delcídio do Amaral
 

Como eu fazia? Eu fazia, muito no espírito democrático –como meus projetos eram grandes, eu estava em todos os Estados — (…) eu participei praticamente desde 2006 com o mesmo volume de recursos — um milhão de reais — para PT, PSDB… Isso daqui a gente deixa aqui. 

Eike Batista ao depor na Operação Lava Jato
Desculpe interromper, mas só para deixar claro: várias dessas pessoas que receberam doações do Eike, ele nunca viu. 

Ele nunca procurou políticos. Eu posso falar do senador Cristovam Buarque, que o Eike nunca esteve com ele. Ele pode confirmar. 
Eike fez doações em caráter republicano. Advogado de Eike, na mesma ocasião
Doações eleitorais de Eike beneficiaram 13 partidos
Dados do TSE apontam repasses de R$ 12,6 milhões de Eike a campanhas

POR EDUARDO BRESCIANI, em O Globo

BRASÍLIA – As doações eleitorais do empresário Eike Batista, que teve a prisão determinada pela Justiça nesta quinta-feira, mostram o trânsito dele por diversos partidos. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eike destinou, entre 2006 e 2012, R$ 12,6 milhões a políticos e diretórios regionais de 13 partidos em oito estados.

Em depoimento à Força Tarefa da Lava-Jato em maio, Eike admitiu ter feito pagamentos ao casal João Santana e Mônica Moura a pedido do ex-ministro Guido Mantega por despesas de campanha do PT, mas disse que todas as demais doações feitas foram “oficiais”. Sua defesa destacou, na ocasião, o caráter “republicano” da contribuição.

As doações abrangem as campanhas presidenciais de 2006 e 2010. Eike doou R$ 1 milhão para o comitê financeiro do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006 e R$ 100 mil para Cristovam Buarque (então no PDT, hoje no PPS).

Quatro anos depois, quando já era o homem mais rico do Brasil, Eike fez transferências de R$ 1 milhão para os comitês de Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) e de R$ 500 mil para o de Marina Silva (então no PV, hoje na Rede).

Os partidos que receberam recursos foram PT, PMDB, PSDB, PP, PSD, PSB, DEM, PR, PDT, PV, PCdoB, PTB e PTC.

Os estados dos políticos são Rio, Minas Gerais, Santa Catarina, Maranhão, Ceará, Mato Grosso do Sul, Amapá e o Distrito Federal.
A maior parte das doações (R$ 12,1 milhões) foram feitas por Eike como pessoa física. Somente em 2012 ele se valeu de uma das empresas, MMX Mineração, para fazer repasses totalizando R$ 500 mil.

Algumas doações foram feitas diretamente para candidatos. O ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), preso desde novembro e acusado de ter recebido propina de Eike, registrou uma contribuição de R$ 750 mil do empresário para sua campanha à reeleição, em 2010.

Há ainda repasses declarados para os ex-governadores André Puccinelli (PMDB-MS), de R$ 400 mil em 2006, e Luiz Henrique (PMDB-SC), este já falecido, de R$ 200 mil.

Cristovam Buarque, que tinha recebido R$ 100 mil em sua campanha presidencial em 2006, obteve o mesmo valor quatro anos depois em sua campanha para o Senado.



sábado, 11 de fevereiro de 2017

Juiz coloca Eike e Sérgio Cabral no banco dos réus

Juiz coloca Eike e Sérgio Cabral no banco dos réus
VEJA.com  João Pedroso de Campos7 horas atrás 11/02/2017
 O empresário Eike Batista e o ex-governador Sérgio Cabral, réus na Justiça Federal do Rio de Janeiro
 ©© image/jpeg O empresário Eike Batista

O juiz federal Marcelo da Costa Bretas, responsável pelos desmembramentos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro, aceitou nesta sexta-feira denúncia do Ministério Público Federal e tornou réus o empresário Eike Batista, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB), a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo e outros seis acusados. Alvos das operações Calicute e Eficiência

Cabral, Adriana e Eike estão presos preventivamente no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio.

O ex-bilionário é acusado pelo MPF de corrupção ativa e lavagem de dinheiro por supostamente ter pagado 16,5 milhões de reais em propina a Sérgio Cabral por meio de contratos fictícios de compra e venda de uma mina de ouro na Colômbia. 

A ex-primeira-dama também teria recebido de Eike Batista, conforme com os procuradores, um milhão de reais de em contratos fictícios de advocacia.

Ao ex-governador, apontado pelos investigadores como “líder da organização criminosa”, são atribuídos os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, cujas penas, somadas, podem chegar a 50 anos de prisão.

O peemedebista figura no banco dos réus em outros dois processos: um decorrente da Operação Calicute, que também corre sob a responsabilidade de Bretas, e outro na Justiça Federal de Curitiba, aos cuidados do juiz federal Sergio Moro.

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As investigações da Operação Eficiência, que levou Eike à cadeia, aprofundaram a apuração dos crimes desvendados na Calicute a partir das delações premiadas dos irmãos Marcelo e Renato Hasson Chebar, ambos operadores financeiros de Cabral no exterior e também réus na ação penal aberta hoje por Marcelo Bretas.

Para aceitar a denúncia, o juiz não analisou o mérito da peça do MPF, apresentada nesta sexta-feira, mas examinou se a acusação preenche os requisitos legais e se não há motivo para recusá-la imediatamente. 

“Verifico, ainda, estarem minimamente delineadas a autoria e a materialidade dos crimes que, em tese, teriam sido cometidos pelos acusados”, pondera o magistrado.

Além de Eike Batista, Sérgio Cabral, Adriana Ancelmo e os irmãos Chebar, serão julgados por Marcelo Bretas o ex-advogado de Eike Flávio Godinho, o ex-executivo das empresas X Luiz Arthur Andrade Correia, o ex-secretário do governo Cabral Wilson Carlos e Carlos Miranda, um dos operadores financeiros do peemedebista.

Arquivado em: BrasilPolítica