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sábado, 3 de outubro de 2020

ATENÇÃO: CNN: Estado de saúde de Trump é preocupante e próximas horas serão decisivas

SUED E PROSPERIDADE

03/10/2020

ATENÇÃO: CNN: Estado de saúde de Trump é preocupante e próximas horas serão decisivas

03/10/2020

“Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas serão críticas em termos de seu cuidado. 

Ainda não estamos em um caminho claro para uma recuperação completa”, disse uma fonte a repórteres da Casa Branca

247 – O estado de saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, é muito mais grave do que vinha sendo divulgado até agora.

 “Os sinais vitais do presidente nas últimas 24 horas foram muito preocupantes e as próximas 48 horas serão críticas em termos de seu cuidado. 

Ainda não estamos em um caminho claro para uma recuperação completa”, disse a fonte a repórteres da Casa Branca após o briefing de seus médicos, segundo aponta reportagem da CNN.

“Na manhã de sábado, o médico do presidente, comandante da Marinha. O Dr. Sean Conley deu uma atualização confusa sobre a condição Covid-19 do presidente, que apenas levantou mais questões sobre o cronograma da doença do presidente. 

A instrução ocorreu na manhã seguinte ao transporte de Trump para o Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, o que levantou preocupações. 

Sua internação no hospital no início da noite de sexta-feira, menos de 24 horas após a notícia de seu diagnóstico de Covid-19, mergulhou o país em uma crise cada vez mais profunda, à medida que o círculo de atuais e ex-assessores do presidente com teste positivo se ampliou rapidamente”, aponta ainda a reportagem.

CONTINUA

Cientista político prevê candidatura de Lula em 2022. Entenda porquê:

02/10/2020

O cientista político Alberto Carlos Almeida, autor do A Cabeça do Brasileiro, A cabeça do eleitor, O voto do brasileiro e colunista na Revista Veja, prevê que o ex-presidente Lula poderá ser candidato em 2022, devido a um rearranjo na segunda Turma do STF, o que deve levar a uma grande derrota do ex-juiz Sérgio Moro e uma enorme possibilidade de Lula concorrendo.

De acordo com análise do cientista político, Alberto Carlos Almeida, o ex-presidente Lula tem uma grande chance de concorrer as eleições de 2022.

Lula o único candidato com condição de rivalizar contra Bolsonaro.

Anteriormente, uma pesquisa detectou que o ex-presidente Lula é o único candidato que tem a possibilidade de derrotar Bolsonaro nas eleições.

Primeiramente temos que lembrar que o STF tem em suas mãos, o julgamento da suspeição do ex-juiz Sérgio Moro nos processos do ex-presidente Lula. 

Lula obteve importantes vitórias na Justiça recentemente, uma delas foi nessa sexta-feira (2), em que a juíza Gabriela Haardt (próxima a Moro) absolveu Lula e não viu ilegalidades nas palestras de Lula.

Nesse sentido, o cientista político, prevê o xadrez político no STF que pode tornar Lula candidato em 2022.

Confira a explicação de Carlos Alberto Almedia sobre a possível candidatura de Lula:

Fonte: https://falandoverdades.com.br/

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Washington Post fala em grande traição de Trump contra Bolsonaro


Washington Post fala em grande traição de Trump contra Bolsonaro

5 hours ago 03/12/2019

 
Não adiantou o I Love You para o Trump e entregar a Base de Alcântara 

No caso da taxação do alumínio e aço brasileiro,  o jornal norte-americano classificou o ato como uma “chicotada política’‘ e que as relações com o presidente americano, que está concorrendo reeleição nos EUA, tem seus limites. 

A análise é do The Washington Post.

Não adiantou o I Love You para o Trump, nem liberar a entrada de trigo norte-americano no Brasil, nem comprar briga dos americanos contra Cuba, a favor de Israel na ONU, as relações com Trump, mostram que o presidente americano vai privilegiar os americanos em primeiro lugar a seus aliados 
“subalternos” como o Brasil, que entregou tanto e recebeu pouco ou quase nada em troca, como analisou  Jamil Chade no UOL.

A reportagem do Washington Post, assinados por David Nakamura e Anne Gearan, o jornal chama o ato de taxar o alumínio e aço brasileiro, como uma “grande traição” e que o “tipo de chicotada que outros líderes mundiais” também sentiram”, apontando o caso do Ministro sul-coreano e japonês.

“Para Bolsonaro, um líder de extrema direita que modelou sua campanha depois da de Trump e procurou agressivamente se agraciar com a Casa Branca, as tarifas representaram uma verificação embaraçosa da realidade em sua estratégia de apostar na política externa de seu governo em grande parte na boa química pessoal com um presidente que anseia por validação – mas que vê virtualmente todos os relacionamentos como transacionais e, potencialmente, descartáveis”, diz ainda o jornal norte-americano.

Ouvido pela reportagem, Fernando Cutz, especialista que atuou no Conselho de Segurança dos Estados Unidos, diz que Trump vê os relacionamentos com líderes de outros países como descartáveis.

“Eu não acho que o Brasil não havia entendido isso, mas talvez eles entendam agora. 

Acho que foi uma surpresa grande para o sistema político do Brasil e seu povo. 

Eles realmente vêem Bolsonaro como um amigo próximo do presidente. 

E isso revela uma traição muito forte”, diz.

Vídeos relacionados:

Bolsonaro espera Trump por uma hora e ganha só um aperto de mão


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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Relação Comercial De Lula E Dilma Com A China E As Bilionárias Reservas Deixadas Pelos Petistas, Salvam Bolsonaro


Relação Comercial De Lula E Dilma Com A China E As Bilionárias Reservas Deixadas Pelos Petistas, Salvam Bolsonaro

Celeste Silveira 2 de dezembro de 2019 


Segundo o Infomoney, na manhã desta segunda-feira (2), Donald Trump, presidente dos EUA, surpreendeu novamente no Twitter ao dizer que vai retomar, de imediato, a imposição de tarifas a importações de aço e alumínio do Brasil e da Argentina, inaugurando uma nova etapa da guerra comercial.

A sua justificativa é de que ambos os países “vêm promovendo maciça desvalorização” de suas moedas, “o que não é bom” para produtores agrícolas americanos.

Assim, no pré-market da bolsa de Nova York, os American Depositary Receipts (ADRs) da Gerdau (GGBR4) chegaram a cair 3%, antes da abertura da bolsa brasileira.

O movimento se estendeu na abertura, com os ativos GGBR4 chegando a ter queda de 2,18%.

Contudo, os papéis da companhia, assim como de outras siderúrgicas, passaram de queda para ganhos, com o anúncio sendo compensado pelos dados positivos vindos da China e também com os investidores digerindo o real impacto do anúncio feito pelo presidente americano.

Já o dólar, segundo a antipetista Folha, subiu e foi a R$ 4,257 com declaração de Trump e o Banco Central interveio.

A Folha só não disse que a intervenção foi feita pelo Banco Central com uma extraordinária monta em reservas internacionais deixadas por Lula e Dilma.

CONTINUA


Jamil Chade: Amadora, Diplomacia Brasileira É Duramente Golpeada Por Trump

Celeste Silveira 2 de dezembro de 2019



Numa mensagem em seu twitter nesta manhã de segunda-feira, Donald Trump escreveu o que praticamente todos sabem: na Casa Branca, “America First” significa exatamente o que o slogan diz. 

Primeiro, defendemos os nossos interesses e qualquer aliança tem de estar disposta a entender que serve aos nossos objetivos.

Só o governo brasileiro e a nova chancelaria brasileira pareciam não querer acreditar. 

Ou entender, o que é mais grave.

Numa resposta à desvalorização do real, que torna as exportações agrícolas mais competitivas e podem afetar os produtores dos EUA, o governo americano anunciou a imposição de tarifas sobre a siderurgia brasileira.

Uma retaliação ilegal e que repete com o Brasil o mesmo comportamento que Washington vem mantendo com a China.

Mas a decisão vai muito além dos metais. 

Ela golpeia o centro da política externa de Bolsonaro, que fez questão de anunciar sua admiração pelo presidente americano e, ao longo dos meses, repetiu como estava sendo tratado como um aliado especial pelo chefe do Salão Oval.

Um primeiro sinal claro do “desencanto” ocorreu quando o governo americano mandou uma carta oficial para OCDE para apontar quais países teriam preferências para aderir à instituição, sem citar o nome do Brasil.

O governo Bolsonaro, nos bastidores, pediu explicações. 

Mas, oficialmente, os dois “parceiros” reiteraram que aquela carta não era importante e que o que interessava era o compromisso público de Trump com a adesão do país, o que jamais se transformou em realidade.

Um segundo desencanto veio quando o governo brasileiro não conseguiu obter as autorizações para voltar a exportar carne bovina ao mercado americano.

Agora, quase um ano depois de assumir a diplomacia brasileira, a realidade é que a nova decisão de Trump deixa o chanceler Ernesto Araújo numa enorme saia-justa.

Em fóruns internacionais, a aliança entre o Brasil e os EUA já afastou o país do bloco das economias em desenvolvimento.

Na OMC, o Brasil sequer conseguiu eleger um de seus quadros mais qualificados para presidir uma negociação. 

Motivo: a instrumentalização feita pela Índia da existência da relação carnal entre Bolsonaro e Trump.

Também na OMC, o Brasil indicou que abandonaria certos privilégios que tinha como país em desenvolvimento, além de abrir seu mercado para o trigo americano.

Em política externa, não existem amigos. 

Apenas interesses. Tampouco há espaço para declarações de amor – muito menos num segundo encontro.

Em 2017, Ernesto Araújo publicou nos Cadernos de Política Exterior do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais (IPRI), uma defesa das políticas de Donald Trump e seu papel em “salvar” o Ocidente.

“Só quem ainda leva a sério a história do Ocidente, só quem continua sendo ator e não mero espectador, são os norte?americanos, ou pelo menos alguns norte?americanos.

Hoje, é muito mais fácil encontrar um ocidentalista convicto no Kansas ou em Idaho do que em Paris ou Berlim”, escreveu.

Um ano depois de comandar o Itamaraty, ou ele entende que Trump apenas tem o interesse de salvar seu mandato, ou está na hora de buscar uma função em algum think-tank financiado pelos ultra-conservadores americanos.

Quanto ao presidente Bolsonaro, um admirador convicto da Ditadura Militar, ele poderia passar mais seu tempo estudando o fato de que nem seus generais de cabeceira se entregaram aos EUA e, ouso dizer, não bateram continência à bandeira americana.

*Jamil Chade/Uol



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domingo, 13 de janeiro de 2019

Entenda a paralisação do governo dos EUA e qual a relação dela com o muro de Trump


Entenda a paralisação do governo dos EUA e qual a relação dela com o muro de Trump

4 horas atrás 13/01/2019

Donald Trump: Paralisação do governo americano, ou "shutdown", já dura 22 dias, a mais longa da história
 © EPA Paralisação do governo americano, ou "shutdown", já dura 22 dias, a mais longa da história

A paralisação do governo americano (ou "shutdown") se tornou neste sábado a mais longa da história.

São 22 dias em que o governo está parcialmente paralisado, ultrapassando o recorde anterior, de 21 dias, de 1995-1996, durante a gestão do então presidente Bill Clinton (1993-2001).

Essa paralisação - que ocorre desde o dia 22 de dezembro - se deve a uma queda de braço entre o presidente Donald Trump, e os democratas, que atualmente controlam a Câmara dos Representantes (a Câmara dos Deputados dos EUA) e fazem oposição a Trump.

Trump se recusa a aprovar parte do orçamento federal porque este não inclui recursos da ordem de US$ 5,7 bilhões (R$ 21,15 bilhões) para a construção de um muro na fronteira com o México, uma de suas principais promessas de campanha.

Trata-se de uma paralisação parcial porque o Congresso já custeou 75% do governo federal até setembro. 

Até agora, os recursos que ainda faltam ser aprovados afetam nove departamentos federais (ministérios), incluindo Agricultura, Transporte e Interior.

Devido à forma como o financiamento é distribuído entre as agências, certos serviços são afetados, embora possam tecnicamente estar sob os departamentos que já foram cobertos. 

Esse é o caso, por exemplo, da FDA, a agência de vigilância sanitária americana.

Nesse cenário, o governo não pode se comprometer com nenhuma outra despesa, levando a um congelamento parcial dos serviços e atividades governamentais até que os gastos sejam aprovados.

Como resultado, 25% de todo o governo federal parou de funcionar e 800 mil servidores estão com os vencimentos atrasados.

Na sexta-feira, esses funcionários - incluindo agentes penitenciários, aeroportuários e do FBI (a polícia federal americana) - não receberam o primeiro mês de salário.

Enquanto isso, Trump negou que estaria prestes a declarar Estado de emergência nacional para ignorar o Congresso e arrecadar os recursos de que precisa.

Ele descreveu a declaração de emergência como "uma saída fácil" e disse preferir que o Congresso resolva o problema.

Mas acrescentou: "Se eles não fizerem isso… vou declarar Estado de emergência nacional. 
Eu tenho todo o direito".

Imigrante mexicano: Trump se recusa a aprovar parte do orçamento federal por não incluir recursos para construção de muro na fronteira com México, uma de suas principais promessas de campanha
© AFP/Getty Images Trump se recusa a aprovar parte do orçamento federal por não incluir recursos para construção de muro na fronteira com México, uma de suas principais promessas de campanha

Reação dos servidores

Oscar Murillo, engenheiro aeroespacial na Nasa, postou uma foto de seu contracheque em branco no Twitter e disse que acabou perdendo dinheiro por causa de débitos programados.

Também no Twitter, outra usuária, Cat Heifner, compartilhou o suposto contraque do seu irmão, mostrando que ele ganhou US$ 0,01 por seu trabalho como controlador de tráfego aéreo.


Segundo o site de notícias americano Vox, diplomatas americanos em missões no exterior também estão passando aperto.

Na reportagem, o jornalista Alex Ward, cuja mulher trabalha no Departamento de Estado (o equivalente ao Ministério das Relações Exteriores no Brasil), cita o caso de uma diplomata que passou a fazer avaliações online de delineadores para pagar as contas.

Já o site de classificados Craigslist, por exemplo, foi inundado de produtos vendidos por funcionários do governo federal.

Entre os itens, estão desde camas até brinquedos velhos.

"À venda por US$ 93.88 no Walmart. Peço US$10", diz um anúncio que retrata uma cadeira de balanço infantil. "Precisamos de dinheiro para pagar nossas contas"

Dos 800 mil servidores federais que estão sem receber, cerca de 350 mil estão de licença temporária, enquanto os demais continuam trabalhando.

Milhares de pessoas se inscreveram em programas sociais em meio à incerteza financeira.

O aeroporto internacional de Miami fechará um terminal inteiro neste fim de semana por causa da escassez de agentes de segurança causada pela paralisação.

Os agentes são funcionários federais considerados "essenciais" e, por isso, devem trabalhar - apesar de não serem pagos até que a paralisação termine.

Como forma de protesto, muitos deles deixaram de ir ao trabalho avisando que estão "doentes", informou o jornal Miami Herald.

Manifestante protesta contra paralisação do governo americano, que deixou 800 mil sem salário
© Reuters Manifestante protesta contra paralisação do governo americano, que deixou 800 mil sem salário

Queda de braço

Na sexta-feira, Câmara e Senado aprovaram por maioria esmagadora um projeto de lei para garantir que todos os funcionários públicos recebam um pagamento retroativo após o término da paralisação.

 A proposta segue agora à sanção presidencial.

Mas isso pode ser um pequeno consolo para os servidores federais atualmente em dificuldades, sem nenhum fim à vista para o impasse.

Em uma mesa-redonda sobre segurança na fronteira com líderes estaduais e locais na sexta-feira, Trump exigiu novamente que os democratas aprovassem o financiamento para um muro ou uma barreira de aço.

No entanto, a líder democrata na Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, disse que o fim da paralisação está nas mãos do presidente americano.

"Quando o presidente agir, responderemos a tudo o que ele fizer", disse Pelosi à imprensa americana.

Segundo a agência de notícias americana Associated Press, o assessor sênior da Casa Branca Jared Kushner - genro de Trump - está entre aqueles que advertiram o presidente contra a declaração de emergência nacional.

A imprensa americana diz que a Casa Branca está considerando desviar parte dos US$ 13,9 bilhões alocados no ano passado pelo Congresso para ajuda humanitária em áreas como Porto Rico, Texas e Califórnia, para pagar pelo muro.

Mas o congressista republicano Mark Meadows, que é próximo do presidente, disse que essa opção não está sendo seriamente considerada.


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